Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia em português

Foram encontradas 20.084 questões

Q3104960 Português
Texto IV

   Assim como aquela senhora hopi que conversava com a pedra, sua irmã, tem um monte de gente que fala com montanhas. No Equador, na Colômbia, em algumas dessas regiões dos Andes, você encontra lugares onde as montanhas formam casais. Tem mãe, pai, filho, tem uma família de montanhas que troca afeto, faz trocas. E as pessoas que vivem nesses vales fazem festas para essas montanhas, dão comida, dão presentes, ganham presentes das montanhas. (...)

   O tipo de humanidade zumbi que estamos sendo convocados a integrar não tolera tanto prazer, tanta fruição de vida. (...)

   O Rio Doce, que nós, os Krenak, chamamos de Watu, nosso avô, é uma pessoa, não um recurso, como dizem os economistas. (...)

   A conclusão ou compreensão de que estamos vivendo uma era que pode ser identificada como Antropoceno deveria soar como um alarme nas nossas cabeças. (...)


Ailton Krenak. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. 

Em relação a aspectos linguísticos e estilísticos do texto IV, julgue (C ou E) o item que se segue.  


No último parágrafo, o autor utiliza um neologismo para denominar a era que marca o momento atual em que vive a humanidade. 

Alternativas
Q3104957 Português
Texto III


    Afinal, os homens nascem iguais, apenas sem uma definição completa da natureza.

  Em Rousseau, por exemplo, com a noção do “bom selvagem”, essa ideia estará absolutamente presente.

   A alteridade desses “novos homens” transformada em modelo lógico se contrapunha à experiência ocidental. Como concluía Rousseau sobre a origem da desigualdade entre os homens, “se há uma bondade original da natureza humana, a evolução social corrompeu-a”.

  O famoso filósofo da Ilustração encontrava um modelo ideal nesse “outro” tão distante do “nós, ocidentais”, e o elegia como moralmente superior. No entanto, ao conformar esse quadro antitético, Rousseau de certa forma se afastava da Ilustração, já que refletia sobre um progresso às avessas.

   Mas, se a visão idílica de Rousseau foi a mais fecunda, é impossível deixar de falar das vertentes mais negativas de interpretação. As imagens que detratam o Novo Mundo se intensificaram, simetricamente correspondentes ao maior conhecimento e colonização desses novos territórios. É o momento em que se passa da projeção da inocência à inata maldade do selvagem.

   Esse debate — que opunha o modelo igualitário da Ilustração às doutrinas raciais — faz parte, no entanto, de um problema mais remoto, sobre as origens da humanidade.

    De um lado, a visão monogenista, dominante até meados do século XIX; de outro, a partir de então, a hipótese poligenista, que se transformava em uma alternativa plausível. Partiam os seus autores da crença na existência de vários centros de criação, que corresponderiam, por sua vez, às diferenças raciais observadas.

Lilia Moritz Schwarcz. O espetáculo das raças. São Paulo: Companhia das Letras, 2004, p. 45-48 (com adaptações).

Ainda em relação ao texto III, julgue (C ou E) o item a seguir.


Os prefixos presentes nas palavras que designam as correntes “monogenista” e “poligenista” remetem às distintas hipóteses sobre a gênese da humanidade, que contrapõem a unidade da espécie à diversidade racial.


Alternativas
Q3104516 Português
Leia e interprete os textos a seguir, para responder à questão:

TEXTO 1:

Os bombardeamentos de Israel à Faixa de Gaza já custaram a vida de 1.524 crianças e mais de 600 ainda estão sob os escombros. Muitas delas morreram durante o ataque ao hospital de Gaza, esta terça-feira, no qual um total de 500 palestinos perderam a vida. Para compreender a magnitude do massacre: são 117 crianças assassinadas por dia ou uma criança palestina assassinada a cada 12 minutos. No total, pelo menos 3.785 palestinos foram mortos e mais de 12.493 ficaram feridos pelos bombardeios israelenses na Faixa de Gaza, segundo o Ministério da Saúde da Palestina. O cenário piora considerando que Israel também bombardeia centros de refugiados, escolas da organização de refugiados da ONU, hospitais, mesquitas, casas e edifícios residenciais. Em todos eles há civis palestinos e muitas crianças. Esta política criminosa e genocida é apoiada pelos EUA e pelas principais potências europeias, que também procuram proibir e reprimir manifestações de apoio ao povo palestino nos seus próprios países.

(Trecho adaptado do artigo "As crianças e o genocídio na Palestina", de 21/10/2023. Fonte: jornalistaslivres.org)


TEXTO 2:

De acordo com profissionais humanitários da ONU, bombardeios israelenses em Gaza continuaram na segunda-feira, bem como o lançamento de foguetes contra Israel por grupos armados palestinos. Dados das autoridades de saúde de Gaza indicam que mais de 25 mil pessoas morreram no enclave desde o início da guerra, em 7 de outubro. A quantidade de palestinos feridos é de 62.681; desde o início do conflito, 193 soldados israelenses morreram e 1.203 ficaram feridos; ministros de ambos os lados realizam encontros separados com a União Europeia nesta segunda-feira. Durante o fim de semana, o secretário-geral da ONU, António Guterres, reiterou o seu apoio a uma solução de dois Estados para israelenses e palestinos, afirmando que "a negação do direito à condição de Estado ao povo palestino prolongaria indefinidamente um conflito que se tornou uma grande ameaça à paz e à segurança globais, exacerbaria a polarização e encorajaria extremistas em todos os lugares".

(Trecho adaptado da reportagem "Número de civis mortos em Gaza passa de 25 mil", de 22/01/2024. Fonte: news.un.org)
Com base nos textos analisados, escolha a alternativa que apresenta apenas adjetivos: 
Alternativas
Q3104488 Português
Leia e interprete o texto a seguir, para responder à questão:

Um escritor, um literato, apresenta ao público, ou dá publicidade a uma obra; até que ponto um crítico tem o direito de, a pretexto de crítica, injuriá-lo? Um crítico não tem absolutamente direito de injuriar o escritor a quem julgar. Não se pode compreender no nosso tempo, em que as coisas do pensamento são mostradas como as mais meritórias, que um cidadão mereça injúrias, só porque publicou um livro. Seja o livro bom ou mau. Os maus livros fazem os bons, e um crítico sagaz não deve ignorar tão fecundo princípio. Ao olhar do sábio, o vício e a virtude são uma mesma coisa, e ambos necessários à harmonia final da vida; ao olhar do crítico filósofo, os bons e maus livros se completam e são indispensáveis à formação de uma literatura.

(Lima Barreto - trecho do livro "Diário íntimo". Fonte: dominiopublico.gov.br)
Na frase "Um crítico não tem absolutamente direito de injuriar o escritor a quem julgar", aponte nas alternativas a seguir as classes gramaticais das palavras destacadas, nesta ordem:
Alternativas
Q3104420 Português
Francês 'de verdade'?
‘Egalité’, ou a igualdade, continua sendo um conceito lindo, mas precisa ser posto em prática

(Luana Génot)


    O que é ser francês “de verdade”? A pergunta ressoa com intensidade especial em 2024, enquanto Paris sedia os Jogos Olímpicos. A Cerimônia de Abertura foi memorável, marcada pela presença feminina equivalente à masculina e elementos simbólicos que reforçaram a imagem de uma França diversa.

    Um dos momentos mais icônicos foi quando Axelle Saint-Cirel, uma cantora lírica negra, entoou “La Marseillaise”, o hino francês no alto do Grand Palais. A luta pela inclusão parece mais uma maratona do que uma prova de 100 metros. No entanto, há vitórias, ao longo do caminho, que precisamos celebrar, como a performance da Aya Nakamura. A escolha da cantora francesa foi política e acertada.

    Ela, que nasceu na França, foi atacada por não ser considerada “francesa de verdade”, devido a cor de pele e a origem maliana (sic). É questionada até mesmo pela linguagem das suas letras, incluindo a do hit “Djadja”, que usaria palavras que não seriam “francesas de verdade”. Isso evidencia a necessidade urgente de políticas públicas para ajudar a evitar a categorização de pessoas. Lembrando que, na França atual, sequer existe a possibilidade de declarar raça e etnia nos levantamentos demográficos, apenas gênero.

    Logo, os números e políticas públicas sobre inclusão ficam fragilizados. “Egalité”, ou a igualdade, continua sendo um conceito lindo, mas precisa ser posto em prática. Durante a Olimpíada, também vimos a reação do público a comportamentos racistas e transfóbicos. Os argentinos foram vaiados em diversas partidas, reflexo do comportamento observado na Copa América. O grito de deboche dos argentinos naquele contexto fazia referência à ascendência dos jogadores franceses, muitos deles, filhos de imigrantes. Além disso, atacavam o suposto relacionamento do jogador Kylian Mbappé com uma mulher trans.

    Outro ponto alto da Cerimônia foi ver outros que não nasceram na França e tiveram uma recepção calorosa, como Rafael Nadal e Céline Dion. A cantora canadense brilhou cantando o hino do amor de Edith Piaf e o tenista espanhol carregou a tocha, bem como outra lenda do tênis, a estadunidense Serena Williams. Isso mostra que é possível ser acolhedor; só precisamos expandir nossos limites sobre quem é considerado como parte da comunidade. É comum deduzir “franceses de verdade” com base no nome, sobrenome ou cor da pele. Se um motorista de aplicativo, por exemplo, não é visto como branco, é classificado como “árabe” ou “africano”, e, portanto, “menos francês”.
 
    A Olimpíada 2024 é uma oportunidade para refletirmos sobre conceitos como nação, cidadania, pertencimento e como construir um futuro mais acolhedor. A reflexão cabe também para o Brasil. No caso da França, para que realmente se torne um exemplo de inclusão, é essencial que elementos que simbolizem a diversidade não sejam apenas exibidos, mas que novas políticas públicas sejam implementadas para apoiar práticas de igualdade, liberdade e fraternidade. Somente assim poderemos garantir, de algum modo, que todos, independentemente de sua origem, cor da pele, religião ou identidade de gênero sejam reconhecidos e respeitados como franceses “de verdade”.


(Disponível em: https://oglobo.globo.com/ela/luanagenot/coluna/2024/08/frances-de-verdade.ghtml. Acesso em 04 de agosto de 2024)
Na passagem “foi atacada por não ser considerada ‘francesa de verdade’” (3º§), a preposição destacada introduz o seguinte valor semântico:
Alternativas
Q3104419 Português
Francês 'de verdade'?
‘Egalité’, ou a igualdade, continua sendo um conceito lindo, mas precisa ser posto em prática

(Luana Génot)


    O que é ser francês “de verdade”? A pergunta ressoa com intensidade especial em 2024, enquanto Paris sedia os Jogos Olímpicos. A Cerimônia de Abertura foi memorável, marcada pela presença feminina equivalente à masculina e elementos simbólicos que reforçaram a imagem de uma França diversa.

    Um dos momentos mais icônicos foi quando Axelle Saint-Cirel, uma cantora lírica negra, entoou “La Marseillaise”, o hino francês no alto do Grand Palais. A luta pela inclusão parece mais uma maratona do que uma prova de 100 metros. No entanto, há vitórias, ao longo do caminho, que precisamos celebrar, como a performance da Aya Nakamura. A escolha da cantora francesa foi política e acertada.

    Ela, que nasceu na França, foi atacada por não ser considerada “francesa de verdade”, devido a cor de pele e a origem maliana (sic). É questionada até mesmo pela linguagem das suas letras, incluindo a do hit “Djadja”, que usaria palavras que não seriam “francesas de verdade”. Isso evidencia a necessidade urgente de políticas públicas para ajudar a evitar a categorização de pessoas. Lembrando que, na França atual, sequer existe a possibilidade de declarar raça e etnia nos levantamentos demográficos, apenas gênero.

    Logo, os números e políticas públicas sobre inclusão ficam fragilizados. “Egalité”, ou a igualdade, continua sendo um conceito lindo, mas precisa ser posto em prática. Durante a Olimpíada, também vimos a reação do público a comportamentos racistas e transfóbicos. Os argentinos foram vaiados em diversas partidas, reflexo do comportamento observado na Copa América. O grito de deboche dos argentinos naquele contexto fazia referência à ascendência dos jogadores franceses, muitos deles, filhos de imigrantes. Além disso, atacavam o suposto relacionamento do jogador Kylian Mbappé com uma mulher trans.

    Outro ponto alto da Cerimônia foi ver outros que não nasceram na França e tiveram uma recepção calorosa, como Rafael Nadal e Céline Dion. A cantora canadense brilhou cantando o hino do amor de Edith Piaf e o tenista espanhol carregou a tocha, bem como outra lenda do tênis, a estadunidense Serena Williams. Isso mostra que é possível ser acolhedor; só precisamos expandir nossos limites sobre quem é considerado como parte da comunidade. É comum deduzir “franceses de verdade” com base no nome, sobrenome ou cor da pele. Se um motorista de aplicativo, por exemplo, não é visto como branco, é classificado como “árabe” ou “africano”, e, portanto, “menos francês”.
 
    A Olimpíada 2024 é uma oportunidade para refletirmos sobre conceitos como nação, cidadania, pertencimento e como construir um futuro mais acolhedor. A reflexão cabe também para o Brasil. No caso da França, para que realmente se torne um exemplo de inclusão, é essencial que elementos que simbolizem a diversidade não sejam apenas exibidos, mas que novas políticas públicas sejam implementadas para apoiar práticas de igualdade, liberdade e fraternidade. Somente assim poderemos garantir, de algum modo, que todos, independentemente de sua origem, cor da pele, religião ou identidade de gênero sejam reconhecidos e respeitados como franceses “de verdade”.


(Disponível em: https://oglobo.globo.com/ela/luanagenot/coluna/2024/08/frances-de-verdade.ghtml. Acesso em 04 de agosto de 2024)
Em “é essencial que elementos que simbolizem a diversidade não sejam apenas exibidos” (6º§), há duas ocorrências do vocábulo “que”. Quanto à morfologia, classificam-se respectivamente como:
Alternativas
Q3103778 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Vacina comestível existe?


A maioria das vacinas é aplicada no nosso corpo através de uma injeção, ou pela boca, na forma das famosas "gotinhas". Mas os cientistas sempre pensam em novas maneiras, como as vacinas intranasais, que são administradas por um spray no nariz. Outra ideia é administrar vacinas através da nossa alimentação.

Para isso, os cientistas juntam um pedacinho do DNA de um microrganismo causador de alguma doença com o DNA de um vegetal. O vegetal passa a carregar informação genética desse microrganismo e, quando o ingerimos, nosso sistema imune é estimulado a nos proteger da doença.

Já existem pesquisas para desenvolver vacinas desse tipo contra cólera, raiva e hepatite. Os vegetais utilizados são bem comuns, como batatas, tomates, arroz etc. Já imaginou que legal será, no futuro, ver crianças serem vacinadas comendo uma banana?

(https://chc.org.br/artigo_category/mundo-de-curiosidades/)
Analise as afirmativas a seguir sobre os substantivos retirados do texto:

I.'corpo' e 'injeção' são substantivos masculinos.
II.O plural de 'nariz' é 'narizes'.
III.'gotinhas' é um substantivo masculino no diminutivo.
IV.'criança' é um substantivo sobrecomum.
V.'banana', 'batata' e 'tomate' são substantivos comum.

As afirmativas corretas são:
Alternativas
Q3103597 Português
A expressão em destaque é uma locução conjuntiva apenas em:
Alternativas
Q3103594 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


Todas as culturas têm refeições equivalentes ao café, almoço e jantar? 


    Mais ou menos: as refeições podem ter nomes diferentes, mas os horários se tornaram basicamente iguais do século 19 para cá, conforme as jornadas de trabalho no mundo todo se uniformizaram.

    Hoje, praticamente todas as pessoas do mundo fazem três refeições por dia, ainda que elas tenham nomes diferentes e, muitas vezes, ingredientes irreconhecíveis para nós (vide os ingleses, que comem linguiça, feijão e tomate no café, ou o almoço ideal da culinária bengali, que tem sete pratos).


    Essa padronização global na rotina das refeições deriva, em grande parte, da uniformização dos horários de trabalho: as jornadas de mais ou menos oito horas diárias, com pausa para o almoço, tornam natural que se coma antes, no meio e após o expediente. O corpo normalmente começa a manifestar os primeiros sinais de fome entre três e quatro horas após a última refeição. Então, se você passar 16 horas acordado e comer a cada 4 horas, você vai fazer quatro refeições diferentes.

    Essa quarta refeição extraoficial, na América Latina e no sul da Europa, costuma ser um lanchinho vespertino entre almoço e jantar, conhecido em espanhol como merienda (palavra que ainda existe no português brasileiro, mas soa um pouco datada). 

    Nem todo mundo na história humana seguiu essa programação de refeições, é claro. Populações de caçadores-coletores, por exemplo, muitas vezes comiam quando sentiam fome, sem um número certo de refeições diárias. Isso se alinha com jornadas de trabalho irregulares e menores que as nossas.

    É evidente que havia uma variedade muito maior de rotinas alimentares na Antiguidade, quando as telecomunicações ainda eram virtualmente inexistentes e não havia trocas culturais em tempo real entre populações de diferentes partes do mundo. 

    Segundo a historiadora da comida Caroline Yeldham, os romanos antigos faziam só uma grande refeição por dia, beliscando aqui e ali, mas olhando feio para a ideia de café da manhã. Esse banquete diário era um jantar que começava particularmente cedo, no final da tarde. Já os egípcios, de acordo com o livro Food in the ancient world, de Joan P. Alcock, tomavam café da manhã e só comiam de novo ao final do dia, depois que tivessem terminado a jornada de trabalho. A cerveja era importantíssima para a nutrição de operários e agricultores ao longo do dia, já que se trata de um líquido bem calórico. 


ROSSINI, M. C. Todas as culturas têm refeições equivalentes ao café, almoço e jantar? Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível em . <https://super.abril.com.br/coluna/oraculo/todas-asculturas-tem-refeicoes-equivalentes-ao-cafe-almoco-ejantar/>.

 

O excerto “[...] já que se trata de um líquido bem calórico” explica o motivo da importância da cerveja para a nutrição egípcia. O advérbio ‘bem’, neste contexto, é empregado para:
Alternativas
Q3103593 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


Todas as culturas têm refeições equivalentes ao café, almoço e jantar? 


    Mais ou menos: as refeições podem ter nomes diferentes, mas os horários se tornaram basicamente iguais do século 19 para cá, conforme as jornadas de trabalho no mundo todo se uniformizaram.

    Hoje, praticamente todas as pessoas do mundo fazem três refeições por dia, ainda que elas tenham nomes diferentes e, muitas vezes, ingredientes irreconhecíveis para nós (vide os ingleses, que comem linguiça, feijão e tomate no café, ou o almoço ideal da culinária bengali, que tem sete pratos).


    Essa padronização global na rotina das refeições deriva, em grande parte, da uniformização dos horários de trabalho: as jornadas de mais ou menos oito horas diárias, com pausa para o almoço, tornam natural que se coma antes, no meio e após o expediente. O corpo normalmente começa a manifestar os primeiros sinais de fome entre três e quatro horas após a última refeição. Então, se você passar 16 horas acordado e comer a cada 4 horas, você vai fazer quatro refeições diferentes.

    Essa quarta refeição extraoficial, na América Latina e no sul da Europa, costuma ser um lanchinho vespertino entre almoço e jantar, conhecido em espanhol como merienda (palavra que ainda existe no português brasileiro, mas soa um pouco datada). 

    Nem todo mundo na história humana seguiu essa programação de refeições, é claro. Populações de caçadores-coletores, por exemplo, muitas vezes comiam quando sentiam fome, sem um número certo de refeições diárias. Isso se alinha com jornadas de trabalho irregulares e menores que as nossas.

    É evidente que havia uma variedade muito maior de rotinas alimentares na Antiguidade, quando as telecomunicações ainda eram virtualmente inexistentes e não havia trocas culturais em tempo real entre populações de diferentes partes do mundo. 

    Segundo a historiadora da comida Caroline Yeldham, os romanos antigos faziam só uma grande refeição por dia, beliscando aqui e ali, mas olhando feio para a ideia de café da manhã. Esse banquete diário era um jantar que começava particularmente cedo, no final da tarde. Já os egípcios, de acordo com o livro Food in the ancient world, de Joan P. Alcock, tomavam café da manhã e só comiam de novo ao final do dia, depois que tivessem terminado a jornada de trabalho. A cerveja era importantíssima para a nutrição de operários e agricultores ao longo do dia, já que se trata de um líquido bem calórico. 


ROSSINI, M. C. Todas as culturas têm refeições equivalentes ao café, almoço e jantar? Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível em . <https://super.abril.com.br/coluna/oraculo/todas-asculturas-tem-refeicoes-equivalentes-ao-cafe-almoco-ejantar/>.

 

No trecho “A cerveja era importantíssima para a nutrição de operários e agricultores ao longo do dia”, o adjetivo ocorre no grau superlativo absoluto sintético. Analise as alternativas a seguir, que reescrevem a sentença dada com modificações no grau do adjetivo, e identifique aquela em que se verifica o grau superlativo absoluto analítico.
Alternativas
Q3103525 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


IA deixa as histórias mais genéricas? Este estudo diz que sim 


    O uso de ferramentas de IA generativa, como o ChatGPT, foi um dos tópicos debatidos durante a greve de atores e roteiristas de Hollywood, em 2023. Os escritores conseguiram um acordo que regulava o uso de inteligência artificial, barrando-a de criar e reescrever roteiros. Ficou acordado que as ferramentas podem ser usadas pelos trabalhadores, mas não por seus chefes para substituí-los.

    Um novo estudo científico d· mais base ‡s reivindicações dos trabalhadores criativos de Hollywood. Publicada na Science Advances, a pesquisa mostrou que a IA generativa pode até facilitar a tarefa de escrever um romance ou um roteiro de filme, mas ela também deixa as histórias mais genéricas e repetitivas. 

    A pesquisa queria avaliar como as ferramentas de IA podem ajudar pessoas normais com tarefas criativas. 300 voluntários, que não escreviam profissionalmente, tiveram sua criatividade avaliada por um teste psicológico que pedia que eles falassem dez palavras drasticamente diferentes. Depois disso, eles foram divididos em três grupos para escrever uma história com oito frases sobre uma aventura no mar aberto, na selva ou em outro planeta. 

    Os participantes também foram divididos aleatoriamente em outros três grupos para receber níveis variáveis de assistência da IA em suas tarefas criativas. Enquanto um grupo não teve ajuda, outro recebeu uma ideia de história de três frases feita pelo ChatGPT, e o terceiro poderia ter até cinco ideias de histórias geradas por inteligência artificial para compor seu texto. 

    Os 300 participantes e mais 600 voluntários externos julgaram as histórias que surgiram, seguindo os critérios comuns de novidade, de quão agradável o texto era e de quanto potencial aquilo tinha para se tornar um livro completo. 

    A IA aumentou a criatividade de escritores individuais em até 10%, e o quanto a história era aprazível em até 22%, atuando em aspectos como estrutura ou reviravoltas. Esses efeitos positivos foram mais significativos entre os escritores que se saíram pior no primeiro teste de criatividade. No estudo, a IA funcionou como um nivelador entre pessoas mais e menos criativas.  

    Coletivamente, porém, os efeitos da IA não foram tão positivos. As histórias desenvolvidas com esse auxílio eram muito mais parecidas entre si do que as criadas do zero pelos autores. Os voluntários ficaram muito dependentes das ideias providenciadas pela inteligência artificial, se ancorando a isso e produzindo histórias mais genéricas como consequência. 

    Ou seja, a IA até pode deixar mais fácil para algumas pessoas produzirem arte. Porêm, coletivamente, o efeito do uso dessas ferramentas È que o fator novidade diminui. Os pesquisadores acreditam que h· um perigo de que a IA generativa vire uma muleta e feche as portas para o desenvolvimento criativo das pessoas, se apoiando demais no robô-escritor.

 


LIMA, E. IA deixa as histórias mais genéricas? Este estudo diz que sim. Revista Superinteressante. Disponível em. <https://super.abril.com.br/tecnologia/ia-deixa-ashistorias-mais-genericas-este-estudo-diz-que-sim/>. 

Dentre as palavras a seguir, que ocorrem no texto, aquela que envolve como ˙nico processo formador de palavras a derivação sufixal é: 
Alternativas
Q3103522 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


IA deixa as histórias mais genéricas? Este estudo diz que sim 


    O uso de ferramentas de IA generativa, como o ChatGPT, foi um dos tópicos debatidos durante a greve de atores e roteiristas de Hollywood, em 2023. Os escritores conseguiram um acordo que regulava o uso de inteligência artificial, barrando-a de criar e reescrever roteiros. Ficou acordado que as ferramentas podem ser usadas pelos trabalhadores, mas não por seus chefes para substituí-los.

    Um novo estudo científico d· mais base ‡s reivindicações dos trabalhadores criativos de Hollywood. Publicada na Science Advances, a pesquisa mostrou que a IA generativa pode até facilitar a tarefa de escrever um romance ou um roteiro de filme, mas ela também deixa as histórias mais genéricas e repetitivas. 

    A pesquisa queria avaliar como as ferramentas de IA podem ajudar pessoas normais com tarefas criativas. 300 voluntários, que não escreviam profissionalmente, tiveram sua criatividade avaliada por um teste psicológico que pedia que eles falassem dez palavras drasticamente diferentes. Depois disso, eles foram divididos em três grupos para escrever uma história com oito frases sobre uma aventura no mar aberto, na selva ou em outro planeta. 

    Os participantes também foram divididos aleatoriamente em outros três grupos para receber níveis variáveis de assistência da IA em suas tarefas criativas. Enquanto um grupo não teve ajuda, outro recebeu uma ideia de história de três frases feita pelo ChatGPT, e o terceiro poderia ter até cinco ideias de histórias geradas por inteligência artificial para compor seu texto. 

    Os 300 participantes e mais 600 voluntários externos julgaram as histórias que surgiram, seguindo os critérios comuns de novidade, de quão agradável o texto era e de quanto potencial aquilo tinha para se tornar um livro completo. 

    A IA aumentou a criatividade de escritores individuais em até 10%, e o quanto a história era aprazível em até 22%, atuando em aspectos como estrutura ou reviravoltas. Esses efeitos positivos foram mais significativos entre os escritores que se saíram pior no primeiro teste de criatividade. No estudo, a IA funcionou como um nivelador entre pessoas mais e menos criativas.  

    Coletivamente, porém, os efeitos da IA não foram tão positivos. As histórias desenvolvidas com esse auxílio eram muito mais parecidas entre si do que as criadas do zero pelos autores. Os voluntários ficaram muito dependentes das ideias providenciadas pela inteligência artificial, se ancorando a isso e produzindo histórias mais genéricas como consequência. 

    Ou seja, a IA até pode deixar mais fácil para algumas pessoas produzirem arte. Porêm, coletivamente, o efeito do uso dessas ferramentas È que o fator novidade diminui. Os pesquisadores acreditam que h· um perigo de que a IA generativa vire uma muleta e feche as portas para o desenvolvimento criativo das pessoas, se apoiando demais no robô-escritor.

 


LIMA, E. IA deixa as histórias mais genéricas? Este estudo diz que sim. Revista Superinteressante. Disponível em. <https://super.abril.com.br/tecnologia/ia-deixa-ashistorias-mais-genericas-este-estudo-diz-que-sim/>. 

Em “300 voluntários, que não escreviam profissionalmente, tiveram sua criatividade avaliada por um teste psicológico”, o advérbio ‘profissionalmente’ é empregado para:
Alternativas
Q3103521 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


IA deixa as histórias mais genéricas? Este estudo diz que sim 


    O uso de ferramentas de IA generativa, como o ChatGPT, foi um dos tópicos debatidos durante a greve de atores e roteiristas de Hollywood, em 2023. Os escritores conseguiram um acordo que regulava o uso de inteligência artificial, barrando-a de criar e reescrever roteiros. Ficou acordado que as ferramentas podem ser usadas pelos trabalhadores, mas não por seus chefes para substituí-los.

    Um novo estudo científico d· mais base ‡s reivindicações dos trabalhadores criativos de Hollywood. Publicada na Science Advances, a pesquisa mostrou que a IA generativa pode até facilitar a tarefa de escrever um romance ou um roteiro de filme, mas ela também deixa as histórias mais genéricas e repetitivas. 

    A pesquisa queria avaliar como as ferramentas de IA podem ajudar pessoas normais com tarefas criativas. 300 voluntários, que não escreviam profissionalmente, tiveram sua criatividade avaliada por um teste psicológico que pedia que eles falassem dez palavras drasticamente diferentes. Depois disso, eles foram divididos em três grupos para escrever uma história com oito frases sobre uma aventura no mar aberto, na selva ou em outro planeta. 

    Os participantes também foram divididos aleatoriamente em outros três grupos para receber níveis variáveis de assistência da IA em suas tarefas criativas. Enquanto um grupo não teve ajuda, outro recebeu uma ideia de história de três frases feita pelo ChatGPT, e o terceiro poderia ter até cinco ideias de histórias geradas por inteligência artificial para compor seu texto. 

    Os 300 participantes e mais 600 voluntários externos julgaram as histórias que surgiram, seguindo os critérios comuns de novidade, de quão agradável o texto era e de quanto potencial aquilo tinha para se tornar um livro completo. 

    A IA aumentou a criatividade de escritores individuais em até 10%, e o quanto a história era aprazível em até 22%, atuando em aspectos como estrutura ou reviravoltas. Esses efeitos positivos foram mais significativos entre os escritores que se saíram pior no primeiro teste de criatividade. No estudo, a IA funcionou como um nivelador entre pessoas mais e menos criativas.  

    Coletivamente, porém, os efeitos da IA não foram tão positivos. As histórias desenvolvidas com esse auxílio eram muito mais parecidas entre si do que as criadas do zero pelos autores. Os voluntários ficaram muito dependentes das ideias providenciadas pela inteligência artificial, se ancorando a isso e produzindo histórias mais genéricas como consequência. 

    Ou seja, a IA até pode deixar mais fácil para algumas pessoas produzirem arte. Porêm, coletivamente, o efeito do uso dessas ferramentas È que o fator novidade diminui. Os pesquisadores acreditam que h· um perigo de que a IA generativa vire uma muleta e feche as portas para o desenvolvimento criativo das pessoas, se apoiando demais no robô-escritor.

 


LIMA, E. IA deixa as histórias mais genéricas? Este estudo diz que sim. Revista Superinteressante. Disponível em. <https://super.abril.com.br/tecnologia/ia-deixa-ashistorias-mais-genericas-este-estudo-diz-que-sim/>. 

No excerto “a IA generativa pode até facilitar a tarefa de escrever um romance ou um roteiro de filme, mas ela também deixa as histórias mais genéricas e repetitivas”, a conjunção ‘mas’ introduz uma oração de valor: 
Alternativas
Q3103222 Português
Leia o texto a seguir:



Reunião Global de Educação pede prioridade no
financiamento do setor



Representantes de diversos países que participam da Reunião Global de Educação, em Fortaleza (CE), firmaram o compromisso de encorajar um maior investimento em educação tanto a nível nacional, quanto global. Este é um dos pontos do documento final do encontro, a Declaração de Fortaleza.


"O investimento na educação produz muitos benefícios sociais e econômicos a nível individual e social. Aumentar os investimentos na educação não é apenas um imperativo moral, mas também uma necessidade econômica e estratégica para acelerar o progresso no sentido de alcançar todos os ODS [Objetivos de Desenvolvimento Sustentável]", diz o texto.


A reunião, organizada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), reuniu 51 ministérios, 94 países e mais de 650 participantes, entre os dias 31 de outubro e 1º de novembro.


O financiamento da educação em todo o mundo é uma preocupação. O relatório de Monitoramento Global da Educação (GEM) 2024, divulgado nesta quinta-feira (31), na abertura da reunião mostrou que os gastos com educação, em âmbito mundial, caíram em média 0,4 ponto percentual do Produto Interno Bruto (PIB) – soma das riquezas produzidas globalmente.


Nos últimos anos, a região da América Latina e Caribe, onde está localizado o Brasil, passou de uma média de investimento de 4,6% do PIB em educação em 2010 para 4,2% em 2022. 


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/educacao/2024/11/1052757-reuniao-global-deeducacao-pede-prioridade-no-financiamento-do-setor.html. Acesso em: 02 nov. 2024.

Na frase “O financiamento da educação em todo o mundo é uma preocupação” (4º parágrafo), as palavras em destaque são respectivamente classificadas como:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IBADE Órgão: CRC-MS Prova: IBADE - 2024 - CRC-MS - Auxiliar Administrativo |
Q3102956 Português
A formação de palavras em português ocorre por diversos processos, incluindo derivação, composição e aglutinação. Com base nisso, qual das alternativas apresenta um exemplo de formação por derivação?
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IBADE Órgão: CRC-MS Prova: IBADE - 2024 - CRC-MS - Auxiliar Administrativo |
Q3102954 Português
Em uma análise gramatical de uma frase, é fundamental identificar as classes de palavras que a compõem e o papel que desempenham na construção do sentido. Na frase "Ela comprou um carro vermelho", assinale a alternativa que corresponde à função de adjetivo.
Alternativas
Q3102572 Português
Leia os textos abaixo para responder à questão:


Texto1

A música Cuitelinho de Paulo Vanzolini e Antônio Carlos Xandó é um hino caipira gravado por Milton Nascimento, Nara Leão, Pena Branca e Xavantinho, Sérgio Reis, Renato Teixeira e vários outros artistas. Mas você sabe o que é Cuitelinho?

Nesse episódio de Sons da Terra os repórteres do Terra da Gente e o biólogo Luciano Lima explicam que este é um nome genérico para beija-flor. Eles também falam sobre um dos autores da música, Paulo Vanzolini, que além de compositor era zoólogo.

Por Terra da Gente, 18/03/2021, G1

https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/terra-da-gente/noticia/2021/03/18/sons-da-terra-1803-voce-sabe-o-que-e-um-cuitelinho-cantado-na-musica-caipira.ghtml


Texto 2

Cuitelinho

Cheguei na beira do porto
Onde as ondas se espaia
As garça dá meia volta
E senta na beira da praia
E o cuitelinho não gosta
Que o botão de rosa caia.
Os versos abaixo foram retirados de Os Lusíadas, de Camões. Observa-se no livro, publicado pela primeira vez em 1572, o emprego de ortografia distinta da atual em Língua Portuguesa.

“Doenças, frechas, e trovões ardentes” (X, 46)
“Era este ingrês potente, e militara” (VI, 47)
“Nas ilhas de Maldiva nasce a pranta” (X, 136)

Analise as afirmativas abaixo em relação aos versos.

1. Trata-se de licença poética do autor, que resolveu empregar variante popular.
2. É fenômeno conhecido como rotacismo, ou seja, a tendência da alteração da vogal L para R. O mesmo fenômeno ocorre com a palavra cricrete.
3. Esta variação, apesar de ser condenada pelo padrão culto, não pode nem deve ser considerada erro linguístico.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: ADVISE Órgão: Prefeitura de São José da Tapera - AL Provas: ADVISE - 2024 - Prefeitura de São José da Tapera - AL - Agente Administrativo | ADVISE - 2024 - Prefeitura de São José da Tapera - AL - Agente de Vigilância Epidemiológica | ADVISE - 2024 - Prefeitura de São José da Tapera - AL - Agente de Vigilância Sanitária | ADVISE - 2024 - Prefeitura de São José da Tapera - AL - Assistente Administrativo Educacional | ADVISE - 2024 - Prefeitura de São José da Tapera - AL - Auxiliar de Arrecadação | ADVISE - 2024 - Prefeitura de São José da Tapera - AL - Auxiliar de Cirurgião Dentista | ADVISE - 2024 - Prefeitura de São José da Tapera - AL - Auxiliar de Contabilidade | ADVISE - 2024 - Prefeitura de São José da Tapera - AL - Auxiliar de Farmácia | ADVISE - 2024 - Prefeitura de São José da Tapera - AL - Auxiliar de Licitação | ADVISE - 2024 - Prefeitura de São José da Tapera - AL - Fiscal de Obras | ADVISE - 2024 - Prefeitura de São José da Tapera - AL - Fiscal de Tributos | ADVISE - 2024 - Prefeitura de São José da Tapera - AL - Guarda Municipal | ADVISE - 2024 - Prefeitura de São José da Tapera - AL - Monitor de Transporte Escolar | ADVISE - 2024 - Prefeitura de São José da Tapera - AL - Motorista Escolar | ADVISE - 2024 - Prefeitura de São José da Tapera - AL - Técnico Agrícola | ADVISE - 2024 - Prefeitura de São José da Tapera - AL - Técnico de Enfermagem | ADVISE - 2024 - Prefeitura de São José da Tapera - AL - Técnico de Informática | ADVISE - 2024 - Prefeitura de São José da Tapera - AL - Técnico em Edificação | ADVISE - 2024 - Prefeitura de São José da Tapera - AL - Técnico em Laboratório |
Q3102277 Português
Com base na estrutura do termo ‘neurotransmissores’ (linha 12) assinale a alternativa com a informação CORRETA a respeito do seu processo de formação.
Alternativas
Q3100297 Português
Qual é o processo de formação da palavra "reutilizar"?
Alternativas
Q3100296 Português
Leia a frase: "Aquela professora é muito competente e sempre ensina os alunos com paciência."

Na frase, o termo "competente" é classificado como:
Alternativas
Respostas
5221: C
5222: C
5223: A
5224: A
5225: D
5226: A
5227: A
5228: D
5229: B
5230: A
5231: A
5232: D
5233: A
5234: D
5235: B
5236: D
5237: E
5238: D
5239: E
5240: C