Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia em português

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Q3458465 Português

Leia o texto para responder a questão.



Máscara em mosaico e outros tesouros são encontrados em tumba de rei maia 



O auge da civilização maia ocorreu entre 250 d.C. e 900 d.C. Apesar da grande importância histórica, existem poucos resquícios desse período devido ao saqueamento de sítios arqueológicos. Mas, recentemente, um trabalho da Universidade Tulane, nos EUA, conseguiu recuperar raros tesouros da época.



Liderado pelo arqueólogo Francisco EstradaBelli, o time de pesquisadores fez investigações no sítio de Chochkitam, localizado na Guatemala, em uma região próxima das fronteiras dos atuais países México e Belize. Em 2022, a equipe encontrou a tumba de um rei maia, datada em 1.700 anos. 



A descoberta foi possível graças à tecnologia LIDAR, que utilizou um avião para direcionar raios laser para o chão e, assim, fazer um mapeamento da área. “É como tirar raio-X do solo da floresta”, explica Estrada-Belli, em nota. “Isso revolucionou o nosso campo. Agora podemos ver aonde estamos indo, em vez de simplesmente fazer uma expedição na floresta esperando achar alguma coisa”, diz.



A tumba contém oferendas funer·rias consideradas extraordinárias. Há uma máscara de jade em mosaico, raras conchas de ostra e escritos em ossos humanos. Estima-se que as relíquias sejam de 350 d.C.



A expectativa é que elas contribuam para a compreens„o de elementos da cultura maia, como a religião e a linhagem real. As conchas, por exemplo, eram utilizadas pela realeza como joias e moedas, além de servirem para oferendas religiosas e de sacrifício. Os escritos em ossos humanos, por sua vez, foram feitos em pedaços de fêmur. Um deles retrata um homem que seria um rei — até então desconhecido — segurando uma máscara de jade similar à encontrada na tumba. Os pesquisadores suspeitam que os hieróglifos vistos no material possam identificar o pai e o avó do líder, conectando-o a outros estados maias, como Tikal e Teotihuacan.


“Uma descoberta como essa é um pouco como ganhar na loteria, em termos de informação”, constata o arqueólogo Estrada-Belli. “Ela abre uma janela para um tempo obscuro sobre o qual temos pouquíssimos textos.” 


Revista Galileu. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/arqueo logia/noticia/2024/02/mascara-em-mosaico-eoutros-tesouros-sao-encontrados-em-tumbade-rei-maia.ghtml

Considere o excerto a seguir para responder a questão:



“Uma descoberta como essa é um pouco como ganhar na loteria, em termos de informação”, constata o arqueólogo Estrada-Belli. “Ela abre uma janela para um tempo obscuro sobre o qual temos pouquíssimos textos.” 



O adjetivo “pouquíssimos”, que ocorre no excerto apresentado, exprime sua qualidade no grau: 

Alternativas
Q3458464 Português

Leia o texto para responder a questão.



Máscara em mosaico e outros tesouros são encontrados em tumba de rei maia 



O auge da civilização maia ocorreu entre 250 d.C. e 900 d.C. Apesar da grande importância histórica, existem poucos resquícios desse período devido ao saqueamento de sítios arqueológicos. Mas, recentemente, um trabalho da Universidade Tulane, nos EUA, conseguiu recuperar raros tesouros da época.



Liderado pelo arqueólogo Francisco EstradaBelli, o time de pesquisadores fez investigações no sítio de Chochkitam, localizado na Guatemala, em uma região próxima das fronteiras dos atuais países México e Belize. Em 2022, a equipe encontrou a tumba de um rei maia, datada em 1.700 anos. 



A descoberta foi possível graças à tecnologia LIDAR, que utilizou um avião para direcionar raios laser para o chão e, assim, fazer um mapeamento da área. “É como tirar raio-X do solo da floresta”, explica Estrada-Belli, em nota. “Isso revolucionou o nosso campo. Agora podemos ver aonde estamos indo, em vez de simplesmente fazer uma expedição na floresta esperando achar alguma coisa”, diz.



A tumba contém oferendas funer·rias consideradas extraordinárias. Há uma máscara de jade em mosaico, raras conchas de ostra e escritos em ossos humanos. Estima-se que as relíquias sejam de 350 d.C.



A expectativa é que elas contribuam para a compreens„o de elementos da cultura maia, como a religião e a linhagem real. As conchas, por exemplo, eram utilizadas pela realeza como joias e moedas, além de servirem para oferendas religiosas e de sacrifício. Os escritos em ossos humanos, por sua vez, foram feitos em pedaços de fêmur. Um deles retrata um homem que seria um rei — até então desconhecido — segurando uma máscara de jade similar à encontrada na tumba. Os pesquisadores suspeitam que os hieróglifos vistos no material possam identificar o pai e o avó do líder, conectando-o a outros estados maias, como Tikal e Teotihuacan.


“Uma descoberta como essa é um pouco como ganhar na loteria, em termos de informação”, constata o arqueólogo Estrada-Belli. “Ela abre uma janela para um tempo obscuro sobre o qual temos pouquíssimos textos.” 


Revista Galileu. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/arqueo logia/noticia/2024/02/mascara-em-mosaico-eoutros-tesouros-sao-encontrados-em-tumbade-rei-maia.ghtml

Considere o excerto a seguir para responder a questão:



“Uma descoberta como essa é um pouco como ganhar na loteria, em termos de informação”, constata o arqueólogo Estrada-Belli. “Ela abre uma janela para um tempo obscuro sobre o qual temos pouquíssimos textos.” 



Em relação às categorias gramaticais, no contexto em que ocorrem, as palavras “uma”, “descoberta”, “obscuro” e “qual” classificam-se respectivamente em: 

Alternativas
Q3458250 Português
Marque a opção que traz uma palavra formada por derivação parassintética?
Alternativas
Q3457956 Português

Quanto mais difícil, melhor


    Assim como os historiadores, bibliotecários e arquivistas, vivo profissionalmente às voltas com livros centenários, documentos antigos e recortes amarelados. Isso significa coabitar com poeira, mofo e populações inteiras de fungos. O problema é que sou alérgico a bolor e sofro as consequências do manuseio dessas relíquias. Um amigo me perguntou se uso máscara para trabalhar. Respondi: “Não. Uso espirro. A cada espirro voam várias gerações de fungos”.


    A incompatibilidade entre certas condições físicas e a profissão de seus portadores pode ser dramática. Minha amiga, a feminista Rose Marie Muraro, nascida quase cega, precisava usar óculos muito grossos e lupa para conseguir ler. E qual era sua profissão? Leitora da Editora Vozes. Portinari, para muitos o maior pintor brasileiro, era alérgico a certas tintas. Morreu em 1962, envenenado por elas, depois de 40 anos de trabalho. E Garrincha, cujos dribles você sabe, tinha uma perna para dentro e outra para fora, como dois parênteses lado a lado: )).


    Beethoven era surdo, o que, pelo visto, não lhe fazia diferença. Django Reinhardt, imortal guitarrista do jazz, tinha dois dedos paralisados na mão esquerda. E a Harold Lloyd, um dos grandes da comédia no cinema mudo americano, faltavam dois na direita — e foi sem eles que escalou um edifício em Nova York em seu filme “O Homem-Mosca” (1923), fazendo ele próprio quase todas as cenas.
    John Wayne, Humphrey Bogart, James Stewart, Frank Sinatra, Bing Crosby, Fred Astaire, Gene Kelly, Henry Fonda e Sean Connery tinham algo em comum: eram carecas. Não que haja problema nisso (e eu mesmo já posso tecnicamente ser chamado de), mas, na velha Hollywood, Ava Gardner, Grace Kelly e Raquel Welch nunca poderiam ser beijadas por carecas, ainda que galãs. Sem problema — as perucas eram tão perfeitas que ninguém notava.
    

        Este artigo deve me custar uns cinco espirros.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/ 2023/12/quanto-mais-dificilmelhor.shtml?pwgt=kye73frks3762ppiv3c8ms8a gtyutnr6i2zmqyam6pqtcz5u&utm_source=whats app&utm_medium=social&utm_campaign=comp wagift. Acesso em: 20 dez. 2023.Adaptado.
Analise as frases abaixo e assinale a alternativa que identifica corretamente as circunstâncias expressas pelos termos destacados:

"Portinari morreu envenenado por tintas, depois de 40 anos de trabalho."

"Certamente, coabitar com poeira e mofo não é fácil para um alérgico."
Alternativas
Q3457864 Português
O que é uma tempestade, como ela se forma


As pesquisas pelo termo "tempestade" cresceram mais de 50% na comparação com o ano passado e mais de 70% nos últimos três anos.

Os moradores da região Sul do país — Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná — foram os que mais tiveram interesse no tema.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), as chuvas se intensificaram e causaram diversos transtornos como alagamentos e enchentes em cidades do Rio Grande do Sul e Santa Catarina principalmente.

Uma tempestade é um fenômeno meteorológico que "tem como características ventos fortes, chuva, trovoadas, relâmpagos, granizo e raios", explica Paulo Cezar Mendes, professor de climatologia da Universidade Federal de Uberlândia (UFU).

Ou seja, é uma chuva forte com raios ou granizos; logo, chuvas que não têm pelo menos um desses fenômenos, não são consideradas tempestades.

Elas se formam em nuvens grandes verticais chamadas cumulonimbus.

Já chuvas mais amenas são formadas em nuvens cirrus − fibrosas, altas, brancas e finas − ou stratus − nuvens com menos formato, que ficam um pouco mais baixas no céu.

O tipo de nuvem formado é o que determina a intensidade da chuva, o tempo que ela vai demorar para cair e, consequentemente, se ela é uma tempestade ou não.

Uma tempestade é um fenômeno meteorológico caracterizado por muita instabilidade atmosférica; as moléculas presentes na superfície terrestre se movimentam de maneira muito intensa, provocando a formação de nuvens.

Estas nuvens se formam a partir da movimentação do ar em uma área de baixa pressão atmosférica.

A tempestade está associada, principalmente, ao encontro de duas massas de ar com características diferentes − quente/seca e úmida/fria − que provoca uma variação de temperatura na atmosfera.

Esse choque provoca uma movimentação intensa das moléculas presentes na superfície da terra, ou seja, o ar quente − menos denso − eleva-se para a atmosfera, enquanto o ar frio − mais denso − desce em direção à superfície do solo, proporcionando uma redução da pressão atmosférica. Esse choque entre massas de ar é o que causa a tempestade.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ ce5pl2e1nkdo. Adaptado.
As pesquisas pelo termo tempestade cresceram mais de 50% na comparação com o ano passado e mais de 70% nos últimos três anos.
Do ponto de vista morfossintático, é correto afirmar que o:
Alternativas
Q3457837 Português
Identifique a alternativa em que a preposição de lugar foi utilizada incorretamente, de acordo com as regras da norma culta da língua portuguesa:
Alternativas
Q3457580 Português
Solidários na porta


   Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. Antes da roda. Luta com seu semelhante pelo espaço na rua como se este fosse o último mamute. Usando as mesmas táticas de intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez de morder.

   O trânsito em qualquer grande cidade do mundo é uma metáfora para a vida competitiva que a gente leva, cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando não se deixar intimidar. E provando que não há nada menos civilizado que a civilização. Mas há uma exceção. Uma pequena clareira de solidariedade no jângal. É a porta aberta. Quando o carro ao seu lado emparelha com o seu e alguém põe a cabeça para fora, você se prepara para o pior. Prepara a resposta. “É a sua!” Mas pode ter uma surpresa.

   — Porta aberta!

   — O quê?

   Você custa a acreditar que nem você nem ninguém da sua família está sendo xingado. Mas não, o inimigo está sinceramente preocupado com a possibilidade da porta se abrir e você cair do carro.

   A porta aberta determina uma espécie de trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás, buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o primeiro aviso. “Olha a porta aberta!” é como um código de honra, um intervalo nas hostilidades. Se a porta se abrir e você cair mesmo na rua, aí passam por cima. Mas avisaram. Quer dizer, ainda não voltamos ao estado animal.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Vão atrás, buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o primeiro aviso. “Olha a porta aberta!” é como um código de honra, um intervalo nas hostilidades. Se a porta se abrir e você cair mesmo na rua, aí passam por cima.

Assinale a alternativa que classifica corretamente a locução “por acaso” quanto à função gramatical que desempenha no excerto apresentado, bem como a classe à qual pertence cada um dos vocábulos que a compõem.
Alternativas
Q3457534 Português

História do pão de queijo: do Brasil para o mundo


    A história do pão de queijo é muito rica e interessante. Como todo ícone da culinária brasileira, ele tem raízes na alimentação dos nossos povos indígenas e recebe influências africanas e portuguesas.


    Tudo começou com o polvilho, extraído da mandioca pelos nossos indígenas, passando pelas mãos dos colonizadores, que acrescentaram ovos, banha de porco, leite e, claro, os queijos das fazendas.


    Devemos aos povos indígenas a domesticação e seleção da mandioca-brava, alcançada há milhares de anos antes dos colonizadores. Eles também descobriram como extrair o veneno presente nas raízes brutas da planta, tornando-as seguras para o consumo humano após o processamento adequado. Isso originou o polvilho azedo, ingrediente básico do nosso tão apreciado pão de queijo.


    No período colonial do Brasil, durante o século XVIII, na região de Minas Gerais, os colonizadores portugueses, na ausência da farinha de trigo, que era importada da Europa e possuía um altíssimo custo, buscavam formas de criar alimentos com ingredientes locais. Foi nessa época que, das cozinhas das antigas fazendas de Minas, surgiram quitutes como biscoitos de polvilho, sequilhos, tapiocas e o pão de queijo.


    Os ingredientes do pão de queijo eram simples: polvilho azedo, queijo minas curado, banha de porco derretida, leite e ovos, ou seja, itens de subsistência nas propriedades.


    Graças a sua combinação única de sabores e texturas, o pão de queijo conquistou não apenas os brasileiros, mas pessoas ao redor de todo o mundo e hoje é considerado um patrimônio brasileiro.


    Em suma, ele é muito mais do que uma simples receita culinária. É uma herança cultural que deve ser preservada e apreciada por muitas gerações. Portanto, quando saborear essa delícia, lembre-se de que você estará degustando uma verdadeira parte da história e da cultura brasileira, um verdadeiro patrimônio nacional.


(www.tvculturamineira.com.br. Adaptado)

Dentre os adjetivos destacados no 1º parágrafo, reproduzido abaixo, marque a alternativa que apresenta o adjetivo qualificador:

    A história do pão de queijo é muito rica e interessante. Como todo ícone da culinária brasileira, ele tem raízes na alimentação dos nossos povos indígenas e recebe influências africanas e portuguesas.
Alternativas
Q3457329 Português

Considere as sentenças a seguir:

I. Vamos assistir ao primeiro ato da peça.

II. Primeiro, não me dirija a palavra dessa maneira. Segundo, não tenho nada com isso.

III. Ele foi o meu primeiro amor.


A palavra em destaque atua como advérbio apenas em:

Alternativas
Q3457180 Português
Em todas as passagens abaixo, destacam-se termos ou expressões de caráter adverbial, EXCETO em
Alternativas
Q3457177 Português
No contexto em que se encontram, os vocábulos destacados em “No decorrer do mês, conseguimos entender o motivo da compra.” devem ser classificados, morfologicamente, como: 
Alternativas
Q3457113 Português
Os moradores da região Sul do país — Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná — foram os que mais tiveram interesse no tema.
Morfologicamente, é correto afirmar que há:
Alternativas
Q3457105 Português
O que é uma tempestade, como ela se forma


As pesquisas pelo termo "tempestade" cresceram mais de 50% na comparação com o ano passado e mais de 70% nos últimos três anos.

Os moradores da região Sul do país — Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná — foram os que mais tiveram interesse no tema.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), as chuvas se intensificaram e causaram diversos transtornos como alagamentos e enchentes em cidades do Rio Grande do Sul e Santa Catarina principalmente.

Uma tempestade é um fenômeno meteorológico que "tem como características ventos fortes, chuva, trovoadas, relâmpagos, granizo e raios", explica Paulo Cezar Mendes, professor de climatologia da Universidade Federal de Uberlândia (UFU).

Ou seja, é uma chuva forte com raios ou granizos; logo, chuvas que não têm pelo menos um desses fenômenos, não são consideradas tempestades.

Elas se formam em nuvens grandes verticais chamadas cumulonimbus.

Já chuvas mais amenas são formadas em nuvens cirrus − fibrosas, altas, brancas e finas − ou stratus − nuvens com menos formato, que ficam um pouco mais baixas no céu.

O tipo de nuvem formado é o que determina a intensidade da chuva, o tempo que ela vai demorar para cair e, consequentemente, se ela é uma tempestade ou não.

Uma tempestade é um fenômeno meteorológico caracterizado por muita instabilidade atmosférica; as moléculas presentes na superfície terrestre se movimentam de maneira muito intensa, provocando a formação de nuvens.

Estas nuvens se formam a partir da movimentação do ar em uma área de baixa pressão atmosférica. A tempestade está associada, principalmente, ao encontro de duas massas de ar com características diferentes − quente/seca e úmida/fria − que provoca uma variação de temperatura na atmosfera.

Esse choque provoca uma movimentação intensa das moléculas presentes na superfície da terra, ou seja, o ar quente − menos denso − eleva-se para a atmosfera, enquanto o ar frio − mais denso − desce em direção à superfície do solo, proporcionando uma redução da pressão atmosférica. Esse choque entre massas de ar é o que causa a tempestade.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ ce5pl2e1nkdo. Adaptado.
As chuvas se intensificaram e causaram diversos transtornos como 'alagamentos' e 'enchentes'. 
Os vocábulos destacados são formados pelo processo denominado, respectivamente, de: 
Alternativas
Q3456636 Português

Breaking Bad: Como a série mudou a televisão para sempre


Há mais de dez anos, Breaking Bad estreava seu primeiro episódio. A série, que não contava com nenhuma grande estrela do cinema ou tinha um nome conhecido em seus bastidores, começou discreta e ao final tornou-se um fenômeno cultural que transformou para sempre a televisão. Com um roteiro cirúrgico, uma fotografia inovadora e atuações marcantes, rapidamente ela virou o marco da nova era de ouro da televisão.


A história de Breaking Bad, aparentemente, é simples: Walter White, um professor de química diagnosticado com câncer no pulmão, decide entrar para o mundo das drogas para poder juntar dinheiro e, assim, de alguma forma ajudar sua família quando morrer.


A série foi a primeira a se aproveitar do fenômeno Netflix. Apesar de ser amplamente elogiado pela crítica ao longo de suas primeiras temporadas, o drama não era um sucesso de público. Tudo mudou, porém, quando a série ficou disponível no serviço de streaming. Com a oportunidade dos fãs de maratonar, o seriado cresceu ano após ano e virou um fenômeno.


Ao encerrar no auge, o criador da série, Vince Gilligan, fez algo pouco comum na televisão. Até então, quanto mais sucesso a série tinha, mais temporadas eram encomendadas e, muitas vezes, elas não mantinham a qualidade dos primeiros anos. Gilligan afirmou que sempre pensara em cinco temporadas para mostrar a decadência de Walter White e não queria acabar com o legado do seriado, que fechou como um dos mais aclamados pela crítica por conta, especialmente, de seu roteiro afiado.


Breaking Bad ajudou a revolucionar a televisão. Hoje, atores e atrizes de renome estão voltando seus olhos para séries que, cada vez mais, são o melhor lugar para criar projetos arriscados e diferentes. Breaking Bad ajudou a pavimentar esse caminho e, por isso, é uma das séries mais importantes da história.


(Fábio de Souza Gomes, www.omelete.com.br, com adaptações)


“o criador da série, Vince Gilligan, fez algo pouco comum na televisão”
Em relação à frase acima, assinale a alternativa que traz a estrutura verbal resultante da transformação em voz passiva.
Alternativas
Q3456522 Português
Vacinas inversas: esperança contra doenças
autoimunes



Muitas vacinas simulam uma infecção natural e estimulam o sistema imunitário a gerar as respostas necessárias para evitar a infecção por agentes patogênicos de tipo selvagem e, possivelmente, a ocorrência de doenças. Nesse processo, alguns componentes do patógeno invasor são reconhecidos como estranhos e marcados para eliminação e/ou processamento por mecanismos específicos, que permitem o desenvolvimento de uma resposta imune de memória de longa duração e eficaz, que protegerá contra novas infecções no futuro.

No entanto, surpreendentemente, o sistema imunitário também pode atacar células, tecidos e órgãos saudáveis do próprio hospedeiro, processo este conhecido como autoimunidade, que resulta em uma variedade de patogenias. Estima-se que 7% da população mundial viva com algum tipo de autoimunidade. Mas como fazer para frear esse ataque do sistema imunitário ao próprio organismo em indivíduos com doenças autoimunes em curso? Existem mecanismos comuns relacionados à geração de respostas autoimunes dirigidas a diferentes órgãos, tecidos e células?

A resposta para essas perguntas pode estar em uma nova estratégia de desenvolvimento de vacinas, concebida por Andrew Tremain e colaboradores e publicada em setembro de 2023 na Nature Biomedical Engineering . Trata-se de uma vacina inversa. Ou seja, em vez de gerar uma memória de longo prazo que vai estimular uma resposta imunitária robusta a partir do reconhecimento de componentes de um patógeno invasor − como acontece com as vacinas tradicionais −, ela remove a memória do sistema imunitário em relação a uma molécula de proteína do próprio corpo que é incorretamente reconhecida como estranha por células de defesa (linfócitos T).

Para criar a vacina, a equipe acoplou a molécula N-acetilgalactosamina (pGal) a proteínas (chamadas de antígenos) responsáveis por provocar a reação do sistema imunitário contra determinados órgãos, tecidos ou células do próprio corpo. A molécula pGal marca essas proteínas e sinaliza que elas não devem ser identificadas como estranhas ao organismo, gerando tolerância imunológica específica.

Existem diferentes antígenos associados às doenças autoimunes. Por exemplo, na esclerose múltipla − doença autoimune que afeta o sistema nervoso −, os linfócitos T reagem à mielina, que forma a camada proteica protetora que fica ao redor dos nervos. Já no caso da doença de Crohn, as células T têm como alvo a parte inferior do intestino delgado. A ideia é que a molécula pGal possa ser ligada a qualquer proteína antigênica do corpo para direcionar o sistema imunológico a tolerá-la, atenuando ou eliminando a resposta imune contra essa proteína.

Em estudos com modelos experimentais (ratos e macacos), os pesquisadores demonstraram que as vacinas inversas poderiam efetivamente interromper a reação autoimune associada a uma doença semelhante à esclerose múltipla, atestando que doenças autoimunes em curso poderiam ser reduzidas e/ou curadas após imunização com vacina inversa.

É importante destacar que um ensaio inicial de fase I, para avaliar a segurança da abordagem da vacina inversa, já foi realizado em pessoas com doença celíaca, e outros ensaios de segurança em humanos com esclerose múltipla estão em andamento, todos com o apoio da empresa farmacêutica Anokion S/A.

Espera-se que a vacina inversa seja mais eficaz no tratamento das doenças autoimunes do que os métodos usados hoje em dia, que são principalmente direcionados para enfraquecer o sistema imunitário e restringir a resposta imunológica, deixando os pacientes suscetíveis a infecções e efeitos colaterais.


Retirado e adaptado de: GALLER, Ricardo. Vacinas inversas:
esperança contra doenças autoimunes. Ciência hoje.
Disponível em:
https://cienciahoje.org.br/artigo/vacinas-inversas-esperanca-contra-doe
ncas-autoimunes/ Acesso em: 12 mar., 2024.

Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona processos de formação de palavras a seus exemplos retirados do texto: 

Primeira coluna: processo de formação

(1) Derivação sufixal. (2) Derivação prefixal. (3) Derivação prefixal e sufixal.

Segunda coluna: exemplo

(__) autoimune (__) imunológica (__) pesquisadores (__) incorretamente (__) imunitário

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas: 
Alternativas
Q3456241 Português
Quanto ao gênero dos substantivos, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa devida.

( ) Todos os substantivos do português, tanto os referentes a pessoas e animais, quanto a coisas, têm gênero.

( ) Mesmo substantivos que se referem a pessoa ou animais, apresentam, muitas vezes, diferenças entre sexo e gênero. Exemplos: o indivíduo (é sempre masculino); a cobra (é sempre feminino). Assim, o gênero (masculino e feminino) da palavra nem sempre indica o sexo do ser, é apenas um princípio convencional, isto é, combinado, da língua.

( ) O feminino dos substantivos geralmente é formado pela troca de -o por -a, ou pelo acréscimo da vogal -a no final da palavra. Exemplos: porco – porca; escultor – escultora.

( ) Há substantivos que admitem dois gêneros, entretanto, o significado da forma masculina é diferente do significado da forma feminina. Exemplos: O rádio (o aparelho receptor), a rádio (a estação, a emissora). 
Alternativas
Q3456236 Português
Referindo-se a pronomes indefinidos, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa correspondente.  
( ) Os pronomes indefinidos alguém, ninguém, outrem, são invariáveis. ( ) Os pronomes indefinidos algum, alguma, nenhum, nenhuma, são variáveis. ( ) Os pronomes indefinidos tudo, nada, algo, cada, são invariáveis. ( ) Os pronomes indefinidos todo, toda, muito, muita, são variáveis. 
Alternativas
Q3454149 Português
 Prevenção ao Crime e Justiça Criminal: ações
Parceria com o Departamento de Polícia Federal 

        No Brasil, desde 1991, o UNODC (United Nations Office on Drugs e Crime) mantém uma parceria com o Departamento de Polícia Federal (DPF), que é responsável por prevenir e reprimir o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o contrabando e o descaminho, além de exercer as funções de polícia marítima, aeroportuária e de fronteiras.

         A parceria inclui o aprimoramento da capacidade de investigação da Polícia Federal, ações de controle de precursores químicos usados na fabricação de drogas ilícitas, aquisição de equipamentos de alta tecnologia e realização de estudos para auxiliar o trabalho da Polícia Federal.

         Entre 1998 e 2005, o UNODC apoiou a execução de dois projetos coordenados pela Polícia Federal, com o objetivo de aprimorar o treinamento policial, por intermédio da modernização das estruturas e métodos de ensino da Academia Nacional de Polícia e da ampliação do controle de precursores químicos. Deste modo, o UNODC colaborou com o aprimoramento normativo e com o fortalecimento da fiscalização e do controle, em âmbito nacional e internacional.

         Em 2007, um novo projeto foi iniciado com o objetivo de reforçar a capacidade do Departamento de Polícia Federal no combate ao crime organizado. Dentre as atividades em curso destacam-se as ações para melhorar a infraestrutura da Diretoria de Combate ao Crime Organizado do DPF, o desenvolvimento e a implementação de controles efetivos de precursores químicos e ações voltadas à repressão ao tráfico de drogas.

         Uma iniciativa particularmente interessante é o projeto de precursores químicos da DPF, chamado Projeto PeQui. Essa iniciativa permite traçar o perfil químico das drogas apreendidas em todo o país e identificar características como: a origem da droga, os produtos utilizados para a sua fabricação, as condições de transporte no tráfico e a pureza de cada amostra. Combinados com os resultados das investigações, esses dados servem para estabelecer conexões entre quadrilhas e fornecedores, traçar rotas do tráfico e identificar produtos que devem ser prioridade de controle em cada região do país. E, além de auxiliar nas investigações, a análise química também serve como prova científica no âmbito judicial.

        Outro ponto forte da parceria se refere às atividades conjuntas entre o UNODC e a Academia Nacional de Polícia do DPF, que incluiu não apenas a formação de policiais brasileiros, mas também a promoção de intercâmbio com oficiais de outros países. Desde 2008, 158 policiais de países vizinhos (Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Colômbia) e de países africanos de língua portuguesa (Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique) foram formados na Academia de Polícia em Brasília.

https://www.unodc.org/ 


        
No segmento “o aprimoramento da capacidade de investigação da Polícia Federal” (segundo parágrafo), cada um dos três termos preposicionados é empregado sintaticamente para completar o sentido do substantivo imediatamente anterior. 
Alternativas
Q3453787 Português
Observe os advérbios elencados a seguir e aponte a classificação incorreta.
Alternativas
Q3453525 Português
Qual das classificações dos derivados a seguir condiz com a seguinte especificidade: palavra derivada+ sufixo. Ex.: port. ferrugemferruginoso; esp. villa> villanó> villanía. 
Alternativas
Respostas
4541: D
4542: B
4543: D
4544: C
4545: C
4546: D
4547: E
4548: A
4549: B
4550: D
4551: D
4552: B
4553: B
4554: E
4555: D
4556: D
4557: B
4558: E
4559: D
4560: B