Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia em português

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Q3167580 Português
O vocábulo “menos” pode ser classificado como pronome indefinido ou como advérbio. Assinale a opção que indica a frase em que funciona como pronome.
Alternativas
Q3167576 Português
Assinale a opção que indica a frase em que aparece a substantivação de um adjetivo.
Alternativas
Q3167574 Português
Assinale a opção que indica o par de palavras em que o A final é identificado como desinência de gênero.
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Q3167571 Português
Assinale a opção que indica a frase em que a preposição A – sozinha ou combinada - tem valor semântico diferente dos demais.
Alternativas
Q3167570 Português
Segundo o gramático Celso Cunha, os adjetivos em língua portuguesa podem apresentar os valores semânticos de estado, qualidade, característica e relação.

Assinale a opção que indica a frase em que os dois adjetivos nela destacados são relações.
Alternativas
Q3167568 Português
Imagem associada para resolução da questão
Assinale a opção que indica a frase em que o adjetivo “grande” está empregado em seu sentido original, relacionado a tamanho.
Alternativas
Q3166976 Português
 De acordo com o Plano das Nações Unidas sobre Discursos de Ódio, a prática do discurso de ódio se caracteriza como um tipo de comunicação falada, escrita ou comportamental que ataca ou utiliza linguagem pejorativa ou discriminatória em referência a uma pessoa ou grupo, com base em fatores de identidade, como religião, etnia, gênero, entre outros. Diferentemente da desinformação (prática não intencional de compartilhamento de informações imprecisas), ou da distribuição intencional de informações falsas com o intuito de provocar dano, o discurso de ódio se expressa de forma violenta contra grupos delimitados.

        O discurso de ódio online pode ser reproduzido em diferentes formatos, mas geralmente contém características típicas do meio digital, como o anonimato do(a) autor(a), o alcance expandido do ataque, a instantaneidade da mensagem e a formação de comunidades em torno do discurso.

Eduardo Georjão Fernandes e Valentina Fonseca da Luz.
O papel das políticas públicas no combate ao discurso de ódio na Internet.
Internet:<agenciagov.ebc.com.br> (com adaptações).

Considerando aspectos linguísticos do texto precedente e as ideias nele veiculadas, julgue o item que se segue. 


A oração “mas geralmente contém características típicas do meio digital” (segundo parágrafo) revela uma opinião dos autores, haja vista o emprego do advérbio “geralmente”, que, nesse caso, denota totalidade.

Alternativas
Q3164759 Português

Leia o poema Os sapos, de Manuel Bandeira, para responder a questão.



Os sapos


Leia atentamente as afirmações a seguir:



I O poema possui métrica regular e uma preocupação com sonoridade.


II Os versos contêm ironia e paródia, figuras de linguagem utilizadas para reforçar que a boa poesia é aquela preocupada com a forma.


III A palavra " infinita " é formada por derivação prefixal.



É (São) incorreta(s) a(s) afirmação(ões): 

Alternativas
Q3164559 Português
Segundo o Novo Acordo Ortográfico, analise as afirmativas abaixo e marque, posteriormente, a alternativa correspondente.

I - Emprega-se o hífen nas palavras compostas por justaposição que não contêm formas de ligação e cujos elementos, de natureza nominal, adjetival, numeral ou verbal, constituem uma unidade sintagmática e semântica e mantêm acento próprio, podendo dar-se o caso de o primeiro elemento estar reduzido: ano-luz, arcebispo-bispo, arco-íris, decreto-lei, és-sueste, médico-cirurgião, rainha-cláudia, tenente- coronel, tio-avô, turma-piloto; alcaide-mor, amor-perfeito, guarda-noturno, mato-grossense, finca-pé, guarda-chuva etc.

II - Certos compostos, em relação aos quais se perdeu, em certa medida, a noção de composição, grafam-se aglutinadamente: girassol, madressilva, mandachuva, pontapé, paraquedas, paraquedista etc.
Alternativas
Q3164050 Português
Por que cada vez menos jovens querem ser professores?

   Um estudo elaborado pela Fundação Getúlio Vargas aponta que apenas 2% dos estudantes do ensino médio querem estudar para serem professores
   Uma realidade triste. Cada vez menos jovens querem ser professores. Um estudo encomendado pela Fundação Victor Civita à Fundação Carlos Chagas aponta que hoje apenas 2% dos estudantes do ensino médio querem cursar uma graduação relacionada à atuação em sala de aula, como licenciaturas ou pedagogia.
   A pesquisa apontou ainda que um terço dos jovens, cerca de 32%, chegou a pensar em ser professor, mas desistiu. Foram afastados por fatores como a baixa remuneração (citado por 40% dos estudantes), a desvalorização social da profissão e o desinteresse e o desrespeito dos alunos (ambos mencionados por 17%), e acabaram priorizando outras graduações.
   "Eu queria ser professor de português, mas desisti pelo salário", explicou Vitor de Assis, aluno do 3º ano do Centro de Ensino Médio Tiradentes. Embora o Tocantins pague ao professor o segundo melhor piso do país, ainda é um salário pouco competitivo ao jovem, se comparado ao pago aos médicos e engenheiros, por exemplo. 
   Outro fator apontado pelos jovens como desestimulante à carreira é a falta de valorização dos próprios alunos. Fernando Costa Dias, também aluno do 3º ano, confirmou justamente isso. "Eu gostaria de ser professor de química ou física. Mas não daria aulas nas escolas normais, preferiria dar aulas em cursinhos ou faculdades. Na escola a gente percebe que os alunos não dão o devido valor ao professor, não respeitam como deviam respeitar", disse.
   E essa falta de interesse pela docência já traz consequências. Uma estimativa do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) aponta que apenas no Ensino Médio e nas séries finais do Ensino Fundamental o déficit de professores com formação adequada à área que lecionam chega a 710 mil. Embora o número de cursos de licenciatura tenham crescido, as matrículas não foram suficientes e quase a metade das vagas ficaram ociosas, segundo dados do Censo da Educação do Ensino Superior de 2009.
   Dados que não desanimam quem acredita na profissão. "Eu vou ser professor. Estou me preparando para o vestibular e a minha primeira opção é o curso de matemática. Por mais que tenha amigos ou familiares que às vezes condenem, eu acredito nessa profissão. Eu acredito na educação como fator que diminui a desigualdade social no país e muda a vida do jovem. Sem professores não há médicos, engenheiros ou advogados. O professor é a base da formação de todos os profissionais", defendeu Cláudio Winícius dos Santos Silva, que cursa o último ano do Ensino Médio.
   A professora Martinha Ferreira de Lima, que leciona a disciplina de língua portuguesa no Centro de Ensino Médio Tiradentes, também defende a profissão. "Eu leciono há 12 anos e sempre soube que seria professora. Eu acredito que o professor é uma peça fundamental, é um ser humano com poder transformador", finalizou.
   Um sentimento resumido nas palavras da estudante Érika Vanessa Ferreira, aluna do 3º ano. "Independente do dinheiro, o mais importante é o sonho. Sem professor, a gente não seria ninguém. Eles são como nossos segundos pais. Nos educam, nos ensinam e tem que ser valorizados por isso", afirmou. 
   Pesquisa
   A pesquisa ouviu 1.501 alunos de 3º ano em 18 escolas públicas e privadas de oito cidades. Apesar de reconhecerem a importância do professor, os jovens pesquisados afirmam que a profissão é desvalorizada socialmente, mal remunerada e tem rotina desgastante.

(https://www.to.gov.br/secom/noticias/porque-cada-vez-menos-jovens-querem-ser-professores/ 6vmeq6tybgld)
No período: “Embora o Tocantins pague ao professor o segundo melhor piso do país, ainda é um salário pouco competitivo ao jovem, se comparado ao pago aos médicos e engenheiros, por exemplo.” A única alternativa que NÃO substitui a conjunção concessiva embora é:
Alternativas
Q3164046 Português

Assinale a alternativa INCORRETA conforme a classe morfológica descrita.

Alternativas
Q3164035 Português
Educação: a importância de fazer o arroz e o feijão com excelência


É necessário focar em reformas estruturais que priorizem qualidade e equidade da educação, formação docente, infraestrutura escolar e envolvimento da comunidade.

Não é de hoje que o Brasil enfrenta desafios significativos para superar as dificuldades em áreas do conhecimento como matemática, leitura, interpretação de textos e alfabetização, que afetam a qualidade da educação e o desenvolvimento dos estudantes.

Entre os principais problemas estão a desigualdade de acesso a uma educação de excelência, que resulta em disparidades regionais e socioeconômicas, além da falta de recursos e infraestrutura adequadas nas escolas, especialmente nas áreas mais carentes.

A formação contínua e a valorização dos professores também são questões cruciais, uma vez que muitos educadores enfrentam dificuldades em implementar metodologias eficazes de ensino. Ademais, a baixa valorização da leitura e da cultura do estudo em muitos contextos familiares e comunitários contribuem para a desmotivação dos estudantes.

A junção desses fatores impede que o país avance de maneira significativa em indicadores educacionais, perpetuando um ciclo de baixo desempenho e exclusão social. Além dos fatores acima, enfrentamos problemas de currículos desatualizados, que muitas vezes não estão alinhados com as necessidades e a realidade dos discentes; a falta de contextualização de conteúdo e desconexão entre teoria e prática, de envolvimento familiar, de incentivo à cultura da leitura e do aprendizado em muitas comunidades, o que reflete em ações diretas na escola, além de políticas educacionais inconsistentes, que dificultam a implementação de programas de longo prazo.

A falta de continuidade e de planejamento estratégico pode resultar em iniciativas que não conseguem produzir resultados sustentáveis. Além disso, a avaliação e o monitoramento do desempenho escolar ineficazes impedem a identificação de problemas, a adoção de medidas corretivas e a cultura de resultados imediatos.

A pressão por resultados rápidos também pode levar a soluções superficiais, que não abordam as raízes dos problemas educacionais. Muitas vezes, as intervenções se concentram em metas de curto prazo, em vez de promover mudanças estruturais que garantam um aprendizado sólido e duradouro.

Superar esses desafios exige um comprometimento coletivo de governos, educadores, famílias e comunidades.

https://revistaeducacao.com.br/2024/12/11/debora-garofalo-basico-excelenciaeducacao
“Ademais, a baixa valorização da leitura e da cultura do estudo em muitos contextos familiares e comunitários contribuem para a desmotivação dos estudantes”.
Considerando o trecho destacado acima, marque a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3164000 Português
A expresso em destaque corresponde a uma forma erudita de adjetivo superlativo absoluto sintético apenas em: 
Alternativas
Q3163769 Português

Em que parte do mundo vive o leão, o rei da selva?


    O leão (Panthera leo) é um mamífero carnívoro da família Felidae, considerado o felino mais social do mundo, pois vive em rebanhos de fêmeas aparentadas. É o que explica o Instituto Nacional de Zoologia e Biologia da Conservação do Smithsonian, parte do Smithsonian Institution, um museu e complexo de pesquisas dos Estados Unidos.

    Esses rebanhos podem ser compostos por várias fêmeas ou até 40 indivíduos, incluindo leões e leoas adultos, animais jovens de dois a quatro anos e filhotes, além de um ou mais machos residentes, descrevendo a fonte.

    Conhecido por seu rugido alto – que pode ser ouvido a oito milhas de distância – e pela juba abundante dos machos adultos, o leão ganhou ainda mais popularidade na cultura popular com a chegada da animação de “O Rei Leão” (1994), da Disney . Cerca de 25 anos depois, a produção ganhou uma nova versão, desta vez em live-action, a qual terá sua prequela lançada em 2024. Trata-se de “Mufasa, o Rei Leão”, que chega aos cinemas mundiais em 19 de dezembro.

    A nova produção não apenas convida a conhecer o fundo da história de Mufasa, mas também se torna uma boa oportunidade para aprender mais sobre o “rei da selva”, seu estado de preservação e seus hábitos no mundo animal.

Onde vivem os leões?

    Embora tenham ficado conhecidos como o “rei da selva”, esses mamíferos prosperaram em uma ampla variedade de habitats, desde reservas abertas até matas densas e florestas de espinhos secos, diz o Smithsonian Institution.

    Os leões africanos, por sua vez, vivem em barreiras ou savanas com grandes presas disponíveis – principalmente os animais ungulados (que são mamíferos que possuem cascos, como zebras, girafas e antílopes, por exemplo), além de território suficiente para caçar.

    Esses carnívoros podem viver na maioria dos habitats, exceto em florestas tropicais e desertas, acrescenta o Animal Diversity Web (ADW), um banco de dados on-line da Universidade de Michigan (nos Estados Unidos).

    Atualmente, o leão está distribuído principalmente no sul e no leste do continente africano, embora também seja encontrado na África Central e Ocidental. Em menor escala, também pode ser visto na Índia, onde uma pequena população da subespécie de leão indiano permanece na floresta de Gir.

    Fora da África Subsaariana, o leão já foi encontrado no norte da África, no sudoeste da Ásia (onde desapareceu da maioria dos países nos últimos 150 anos), e até na Europa Ocidental (onde foi extinto há quase 2 mil anos), além do leste da Índia.

O “rei da selva” está vulnerável à extinção

    De acordo com a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), os leões são os carnívoros que sobreviveram a maior contração da área onde vivem.

    Os dados de 2023 da agência mostram que o território atual ocupado pelos leões é de aproximadamente 6% de sua área histórica, o que significa um declínio de 33% desde 2005 e uma queda de 36% em três gerações de leões.

    Devido a essa baixa, o leão agora está listado como vulnerável à extinção, de acordo com a Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da IUCN.

    “As principais ameaças aos leões incluem a perda contínua de habitat e a conversão de áreas seguras, o que fez com que várias subpopulações diminuíram e ficaram isoladas. Outras ameaças importantes incluem a matança indiscriminada (principalmente devido à retaliação ou matança preventiva para proteger a vida humana e o gado) e o esgotamento da base de presas”, observa a IUCN.

    Nos últimos anos, também a caça furtiva para obtenção de peças e a guerra surgiram como ameaças concretas à espécie, acrescenta o órgão de conservação.


Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2024/12/em-queparte-do-mundo-vive-o-leao-o-rei-da-selva (adaptado)

No trecho “O leão (Panthera leo) é um mamífero carnívoro da família Felidae”, as palavras "leão", "mamífero" e "família" classificam-se como: 

Alternativas
Q3163657 Português
No trecho: "Os moradores colaboram frequentemente, mas ainda há muitos desafios.", as palavras "frequentemente" e "mas" são classificadas, respectivamente, como:
Alternativas
Q3163656 Português
No trecho: "Os agentes comunitários de saúde realizam visitas regulares para promover o bem-estar da comunidade.", as palavras "agentes", "comunitários" e "regulares" pertencem, respectivamente, às classes gramaticais: 
Alternativas
Q3163389 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A corrida para salvar o peixe mais caro do mundo das mudanças climáticas

O magnata do sushi Kiyoshi Kimura pagou este valor extraordinário por um atum-rabilho (bluefin) em 2019, durante um leilão em Tóquio, no Japão. O atum de 278 kg (o mesmo peso de um urso-cinzento) foi o peixe mais caro da história.

O atum é a família de peixes com maior valor comercial do mundo. E o atum-rabilho, tipicamente utilizado em sushis e sashimis, é o mais caro deles, segundo Sarah Glaser, diretora da equipe de futuro dos oceanos da ONG ambiental WWF nos Estados Unidos.

Um único atum-rabilho atinge o preço de mais de uma tonelada de atum-bonito, a menor e mais abundante espécie de atum. O alto preço levou à pesca excessiva e a enorme demanda global por sushi reduziu gravemente a população da espécie, que chegou à beira da extinção em 2010.

O atum-rabilho-do-atlântico se alimenta em águas do litoral da América do Norte, da Europa e da África. Eles desovam no Golfo do México e no mar Mediterrâneo.

O atum-rabilho-do-pacífico desova no oeste do Oceano Pacífico e migra por mais de 8 mil quilômetros para se alimentar no litoral da Califórnia. E o atum-rabilho-do-sul se alimenta nas águas temperadas em volta da Austrália e migra para o sudeste de Java para desovar.

Mas, nos últimos anos, os países criaram quotas de pesca mais sustentáveis e combateram a pesca ilegal. Com isso, a população de bluefins passou por uma extraordinária recuperação.

Em 2021, a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) reduziu a classificação do atum-rabilho-do-atlântico de "ameaçado" para  "menor  preocupação".  Paralelamente,  o atum-rabilho-do-pacífico se recuperou, atingindo níveis superiores aos objetivos internacionais com uma década de antecedência.

Já o atum-rabilho-do-sul continua ameaçado, mas não está mais "criticamente ameaçado" na lista vermelha da IUCN.

"É uma grande história de sucesso", comemora o gerente do projeto de pesca da WWF, Alessandro Buzzi, especialista na pesca do atum.

"Conseguimos reverter esta tendência de pesca excessiva e colapso iminente das populações em menos de 20 anos. Estamos agora em uma situação em que a pesca excessiva deixou de ser uma ameaça."

Mas a espécie agora enfrenta outro desafio importante: as mudanças climáticas.

Estudos demonstram que o atum-rabilho é altamente sensível às mudanças de temperatura. Mesmo pequenos aumentos afetam seu metabolismo, reprodução e hábitos alimentares.

Os cientistas alertam que estas alterações causar impactos a outros animais marinhos e às comunidades de pescadores.

Medindo entre 1,8 e 3 metros, o bluefin é o maior atum do mundo. Ele pode viver até 40 anos.

Estes peixes são superpredadores. Eles caçam visualmente diversas espécies de peixe, como arenques e cavalinhas.

Eles são peixes de sangue quente e estão entre os nadadores mais rápidos do planeta. Os atuns-rabilho migram por milhares de quilômetros todos os anos para desovar e caçar, mas seus padrões de migração, agora, começa a se alterar.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx26qely653o)
"Mas, nos últimos anos, os países criaram quotas de pesca mais sustentáveis e combateram a pesca ilegal. Com isso, a população de bluefins passou por uma extraordinária recuperação." Quanto à classificação dos substantivos e adjetivos do trecho, marque com (V) verdadeiro ou com (F) falso para as seguintes afirmativas.

(__)O termo 'população' representa um coletivo que se refere pessoas de uma determinada região, conforme exemplificado no texto.
(__)A palavra 'países' foi usada como substantivo próprio.
(__)Os vocábulos 'sustentáveis' e 'ilegal' variaram em gênero e número para caracterizar os substantivos 'quotas' e 'pesca', respectivamente.
(__)Os vocábulos 'pesca' e 'recuperação' pertencem a classe das palavras invariáveis.

A sequência que preenche os espaços corretamente está na alternativa:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FCPC Órgão: UFC Prova: FCPC - 2025 - UFC - Assistente em Administração |
Q3162681 Português

Q1_10.png (674×470)



SERGIO LEO. A linguagem performática dos possuídos realizadores. Revista do Correio. 20/10/2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/revista-do-correio/2024/10/6964579-cronica-cidade-nossa-a-linguagemperformatica-dos-possuidos-realizadores.html

A palavra estartar (linha 11) advém da palavra inglesa start, que significa “iniciar”. Sobre a formação dessa palavra na língua portuguesa, é correto afirmar que: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FCPC Órgão: UFC Prova: FCPC - 2025 - UFC - Assistente em Administração |
Q3162680 Português

Q1_10.png (674×470)



SERGIO LEO. A linguagem performática dos possuídos realizadores. Revista do Correio. 20/10/2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/revista-do-correio/2024/10/6964579-cronica-cidade-nossa-a-linguagemperformatica-dos-possuidos-realizadores.html

Assinale a alternativa que indica a correta segmentação morfológica da palavra inexplicável (linha 05).
Alternativas
Q3162616 Português
Entre as frases abaixo, há uma em que foi mal colocado um adjetivo sublinhado, que não é aconselhável ser anteposto ao substantivo; assinale essa frase.
Alternativas
Respostas
3741: A
3742: D
3743: B
3744: B
3745: C
3746: D
3747: E
3748: B
3749: C
3750: A
3751: D
3752: C
3753: A
3754: C
3755: C
3756: C
3757: E
3758: D
3759: A
3760: A