Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia em português

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Q3380905 Português
À prova de formigas

Árvores, cogumelos, aves e formigas se relacionam de uma maneira que você nem imagina!

Algumas árvores conhecidas como acácias sabem se defender muito bem. Além de contarem com espinhos poderosos, elas ainda se associam a formigas guardiãs. A coisa funciona da seguinte forma: as acácias fornecem néctar e abrigo para as formigas, que as defendem da invasão de plantas parasitas e do ataque de animais herbívoros.

Vigias atentas e eficientes, as formigam mordem e picam qualquer animal que toca em sua anfitriã vegetal. Quer dizer... quase todo animal. É que algumas aves conseguem fazer seus ninhos nos galhos das acácias, onde acabam se beneficiando do serviço de segurança 24 horas das formigas e, curiosamente, não são atacadas por elas.

Como essas aves se mantêm livres dos ataques das formigas era um mistério, mas foi solucionado recentemente. Cientistas perceberam que diferentes espécies de aves usam um material muito específico, semelhante a cordões finos e resistentes, para tecer seus ninhos nas acácias. Esses cordões são na verdade rizomorfos, isto é, conjuntos de células de cogumelos, chamadas hifas. Neste caso, são de cogumelos bem fininhos e discretos conhecidos como crina-de-cavalo.

Os pesquisadores testaram a reação das formigas ao terem contato com o cogumelo usado nos ninhos e perceberam que ele tem mesmo um efeito repelente. Ao encostarem nos cordões do fungo, as formigas ficam desnorteadas, giram sem parar e podem até morder umas às outras, dando sinais de estarem intoxicadas.

Os cogumelos-crina-de-cavalo são usados nos ninhos de mais de 170 espécies de aves. Isso porque, além de afastar formigas, esses fungos também parecem manter os filhotes livres de parasitas, são à prova d'água e mais resistentes do que materiais de origem vegetal.

Mas não pense que só as aves levam vantagem nisso! Transportando os cogumelos de um local a outro para construir seus ninhos, elas ajudam a dispersar esses fungos, levando-os até novas áreas onde eles jamais poderiam chegar sem essa preciosa carona.


(https://chc.org.br/artigo/a-prova-de-formigas/)
"Elas ajudam a dispersar esses fungos, levando-os até novas áreas onde eles jamais poderiam chegar sem essa preciosa carona."
Analise os enunciados a seguir e identifique a alternativa em que o vocábulo destacado NÃO pertence a mesma classe gramatical do destacado no trecho:
Alternativas
Q3380900 Português
À prova de formigas

Árvores, cogumelos, aves e formigas se relacionam de uma maneira que você nem imagina!

Algumas árvores conhecidas como acácias sabem se defender muito bem. Além de contarem com espinhos poderosos, elas ainda se associam a formigas guardiãs. A coisa funciona da seguinte forma: as acácias fornecem néctar e abrigo para as formigas, que as defendem da invasão de plantas parasitas e do ataque de animais herbívoros.

Vigias atentas e eficientes, as formigam mordem e picam qualquer animal que toca em sua anfitriã vegetal. Quer dizer... quase todo animal. É que algumas aves conseguem fazer seus ninhos nos galhos das acácias, onde acabam se beneficiando do serviço de segurança 24 horas das formigas e, curiosamente, não são atacadas por elas.

Como essas aves se mantêm livres dos ataques das formigas era um mistério, mas foi solucionado recentemente. Cientistas perceberam que diferentes espécies de aves usam um material muito específico, semelhante a cordões finos e resistentes, para tecer seus ninhos nas acácias. Esses cordões são na verdade rizomorfos, isto é, conjuntos de células de cogumelos, chamadas hifas. Neste caso, são de cogumelos bem fininhos e discretos conhecidos como crina-de-cavalo.

Os pesquisadores testaram a reação das formigas ao terem contato com o cogumelo usado nos ninhos e perceberam que ele tem mesmo um efeito repelente. Ao encostarem nos cordões do fungo, as formigas ficam desnorteadas, giram sem parar e podem até morder umas às outras, dando sinais de estarem intoxicadas.

Os cogumelos-crina-de-cavalo são usados nos ninhos de mais de 170 espécies de aves. Isso porque, além de afastar formigas, esses fungos também parecem manter os filhotes livres de parasitas, são à prova d'água e mais resistentes do que materiais de origem vegetal.

Mas não pense que só as aves levam vantagem nisso! Transportando os cogumelos de um local a outro para construir seus ninhos, elas ajudam a dispersar esses fungos, levando-os até novas áreas onde eles jamais poderiam chegar sem essa preciosa carona.


(https://chc.org.br/artigo/a-prova-de-formigas/)
"Como essas aves se mantêm livres dos ataques das formigas era um mistério, mas foi solucionado recentemente."
"Os pesquisadores testaram a reação das formigas ao terem contato com o cogumelo usado nos ninhos e perceberam que ele tem mesmo um efeito repelente. Ao encostarem nos cordões do fungo, as formigas ficam desnorteadas, giram sem parar e podem até morder umas às outras, dando sinais de estarem intoxicadas."
Analise a concordância dos vocábulos extraídos do texto e analise as afirmações:

I.Os adjetivos 'desnorteadas' e 'intoxicadas' estão caracterizando o vocábulo 'formigas'.
II.O vocábulo 'efeito' é um adjetivo que está caracterizando o vocábulo 'repelente'.
III.O vocábulo 'recentemente' é um adjetivo caracterizando o vocábulo 'mistério'
IV.O vocábulo 'livres' é um adjetivo que está caracterizando o vocábulo 'ataques'.

Está (ão) correta (s):
Alternativas
Q3376925 Português
Observe as palavras em negrito e a correspondente classificação delas quanto à classe gramatical:

I - Ela correu rapidamente para não perder o ônibus. (verbo);
II - O canto da música era muito bonito. (substantivo);
III- Ele falou calmamente durante a reunião. (advérbio);
IV- A alegria tomou conta de todos na festa. (substantivo).

Agora, marque a alternativa correta:
Alternativas
Q3376543 Português
Texto 1

Ou grego?

Sérgio Rodrigues






RODRIGUES, Sérgio. Ou grego?: In:______. A vida futura. São Paulo: Companhia das Letras, 2022. p. 69. Fragmento.
Assinale a opção em que a palavra sublinhada exemplifica o processo de derivação regressiva, com a formação de um deverbal:
Alternativas
Q3376541 Português
Texto 1

Ou grego?

Sérgio Rodrigues






RODRIGUES, Sérgio. Ou grego?: In:______. A vida futura. São Paulo: Companhia das Letras, 2022. p. 69. Fragmento.
Meu amigo Joca, de quem amargo doída saudade, um dia chamou-me grego. Eu acabara de abotoar o derradeiro paletó, e ele não gostou de ver um dos necrológios, aliás escrito por outro amigo, me dizer mulato. Mulato, não, reagiu de pronto: “Grego!”. (Linhas 1-3) 

É correto afirmar que, nesse trecho,
Alternativas
Q3375227 Português
Leia o fragmento abaixo da obra “A morte é um dia que vale a pena viver”, da autora contemporânea Ana Claudia Quintana Arantes e depois responda a questão.


1. O processo de morrer pode ser muito doloroso para a maioria das pessoas, principalmente por conta da falta de

2. conhecimento e habilidade dos profissionais de saúde ao conduzir esse tempo sagrado da vida humana.

3. Nesse processo, quando temos à nossa disposição uma equipe de saúde de fato habilidosa para conduzir os cuidados

4. com o tempo que nos resta, mesmo que seja pouco, então teremos a chance incrível de sair desta existência

5. pela porta da frente, com horas e glórias dignas de grandes heróis, reis e rainhas da própria vida.

6. Infelizmente, isso ainda está longe de ser a condição disponível para todos os brasileiros. Nem todos os médicos que

7. trabalham com pacientes terminais sabem cuidar de pacientes terminais. A maioria diz que Cuidados Paliativos todo

8. mundo sabe fazer, que é apenas uma questão de bom senso. O problema é que nem todo mundo tem bom senso,

9. embora todos pensem ter! Nunca tive notícia de alguém que tenha procurado um psicólogo dizendo:

10. “Vim aqui me tratar porque não tenho bom senso.” A sociedade precisa entender que Cuidados Paliativos devem ser

11. aprendidos e ajudar os médicos e profissionais de saúde a aprender. É um conhecimento de alta complexidade, de

12. alto desempenho e, principalmente, de altíssima realização. Realização profissional e humana.


Fonte: A morte é um dia que vale a pena viver - Autora: Ana Claudia Quintana Arantes 
A palavra destacada na linha 6, é um(a)?
Alternativas
Q3373689 Português

Captura_de tela 2025-05-27 124625.png (868×672)


(Disponível em: www.revistas.fucamp.edu.br/index.php/getec/article/view/2982/1840 – texto adaptado especialmente para esta prova). 

Assinale a alternativa que indica o número do termo sublinhado (inserido imediatamente depois dele) em que NÃO se apresente a contração de uma preposição com outra palavra, artigo ou pronome.

“Em relação à (1) contabilidade e às (2) diferentes empresas que dela (3) necessitam, é preciso competência na (4) preparação, divulgação e gestão de (5) resultados”.
Alternativas
Q3373129 Português
Soluções locais para um cultivo sustentável

         Embora a empresa Iyris esteja de olho no mercado global – tendo arrecadado US$ 16 milhões (aproximadamente R$ 91,1 milhões) em uma rodada de financiamento série A no início deste ano – a tecnologia SecondSky também está ajudando a redefinir o que é possível na agricultura dentro do próprio país.
         Na Arábia Saudita, a Iniciativa Nacional de Produção de Alimentos, uma parceria entre Iyris e a desenvolvedora de turismo regenerativo Red Sea Global, criou uma fazenda de 0,75 hectare em um terreno improdutivo em Bada, no noroeste do país. A região é um deserto subtropical, onde as temperaturas no verão chegam a quase 40°C.
         O projeto, anunciado em outubro, está integrando várias soluções agrícolas locais, incluindo o SecondSky, para cultivar tomates, pepinos, pimentões e ervas, que serão fornecidos aos resorts da Red Sea Global.
         “Estamos comprovando esses resultados incrivelmente inovadores no ambiente mais hostil do mundo”, disse John Keppler.
         A fazenda em Bada já despertou o interesse de uma cooperativa local, que está explorando a possibilidade de replicar o modelo, acrescentou ele.

Fonte: CNN. Adaptado.
O adjetivo é uma classe de palavras que tem a função de caracterizar o substantivo, podendo ser de mais de um tipo. Qual alternativa apresenta um adjetivo composto? 
Alternativas
Q3373127 Português
Soluções locais para um cultivo sustentável

         Embora a empresa Iyris esteja de olho no mercado global – tendo arrecadado US$ 16 milhões (aproximadamente R$ 91,1 milhões) em uma rodada de financiamento série A no início deste ano – a tecnologia SecondSky também está ajudando a redefinir o que é possível na agricultura dentro do próprio país.
         Na Arábia Saudita, a Iniciativa Nacional de Produção de Alimentos, uma parceria entre Iyris e a desenvolvedora de turismo regenerativo Red Sea Global, criou uma fazenda de 0,75 hectare em um terreno improdutivo em Bada, no noroeste do país. A região é um deserto subtropical, onde as temperaturas no verão chegam a quase 40°C.
         O projeto, anunciado em outubro, está integrando várias soluções agrícolas locais, incluindo o SecondSky, para cultivar tomates, pepinos, pimentões e ervas, que serão fornecidos aos resorts da Red Sea Global.
         “Estamos comprovando esses resultados incrivelmente inovadores no ambiente mais hostil do mundo”, disse John Keppler.
         A fazenda em Bada já despertou o interesse de uma cooperativa local, que está explorando a possibilidade de replicar o modelo, acrescentou ele.

Fonte: CNN. Adaptado.
Os substantivos sublinhados abaixo são classificados, na ordem, como:
O aluno leu o livro na biblioteca. Depois, ele foi à casa do amigo. 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IESES Órgão: CRC-SC Prova: IESES - 2025 - CRC-SC - Contador |
Q3371661 Português
Responda à questão com base no seguinte texto:


Por que as palavras de origem árabe começam com “al”?


Almanaque, alfândega, almofada, alface, algema, algodão, alfaiate. Enorme foi a contribuição dos árabes para o vocabulário português e espanhol durante sua permanência de sete séculos na Península Ibérica. O detalhe curioso é que esse “al” fixado no início das palavras era, na verdade, o artigo definido da língua árabe. “Alquimia”, por exemplo, quer dizer “a química”. Na língua de origem, o “al” acompanha todo e qualquer substantivo, não importa se masculino ou feminino, singular ou plural. Além disso, vem sempre colado à palavra a que se refere. Outro fato marcante é que esse artigo aparece também em palavras da língua portuguesa que não começam com al. Isso porque sua segunda letra, o “l”, pode ser alterada para que seu som se harmonize com a consoante a seguir. Tudo isso reforça, para quem ouve, a ideia de que o artigo faz parte da palavra. E nós acabamos assimilando isso e juntando com os nossos artigos. Por isso ninguém fala “o godão” ou “a zeitona”. Da mesma forma, por isso o livro sagrado do Islã pode ser chamado de “Alcorão” ou “Corão”.


(Adaptado de: https://jornalnota.com.br/2024/10/08/por-que-aspalavras-de-origem-arabe-comecam-com-al/). 
Acerca das informações apresentadas no texto sobre a influência da língua árabe no vocabulário do português, especialmente quanto ao uso do elemento “al”, assinale a alternativa correta.  
Alternativas
Q3371280 Português
Leia os fragmentos das músicas abaixo e marque a alternativa correta, quanto às classes gramaticais, de acordo com o contexto das duas músicas respectivamente.

Cotidiano
(Chico Buarque de Holanda)

Todo dia ela faz tudo sempre igual/ Me sacode às seis horas da manhã/Me sorri um sorriso pontual/E me beija com a boca de hortelã

Olhar 43
(RPM)

Seu corpo é fruto proibido/É a chave de todo pecado e da libido/E prum garoto introvertido como eu/É a pura perdição
É um lago negro o seu olhar/É água turva de beber, se envenenar/Nas suas curvas derrapar, sair da estrada/E morrer no mar (no mar)
Alternativas
Q3370461 Português

 Na frase: “deixei os produtos ali”


O termo destacado é:

Alternativas
Q3370411 Português
Leia o fragmento abaixo da obra “A morte é um dia que vale a pena viver”, da autora contemporânea Ana Claudia Quintana Arantes e depois resposta a questão.

1. O processo de morrer pode ser muito doloroso para a maioria das pessoas, principalmente por conta da falta de
2. conhecimento e habilidade dos profissionais de saúde ao conduzir esse tempo sagrado da vida humana.
3. Nesse processo, quando temos à nossa disposição uma equipe de saúde de fato habilidosa para conduzir os cuidados
4. com o tempo que nos resta, mesmo que seja pouco, então teremos a chance incrível de sair desta existência
5. pela porta da frente, com horas e glórias dignas de grandes heróis, reis e rainhas da própria vida.
6. Infelizmente, isso ainda está longe de ser a condição disponível para todos os brasileiros. Nem todos os médicos que
7. trabalham com pacientes terminais sabem cuidar de pacientes terminais. A maioria diz que Cuidados Paliativos todo
8. mundo sabe fazer, que é apenas uma questão de bom senso. O problema é que nem todo mundo tem bom senso,
9. embora todos pensem ter! Nunca tive notícia de alguém que tenha procurado um psicólogo dizendo:
10. “Vim aqui me tratar porque não tenho bom senso.” A sociedade precisa entender que Cuidados Paliativos devem ser
11. aprendidos e ajudar os médicos e profissionais de saúde a aprender. É um conhecimento de alta complexidade, de
12. alto desempenho e, principalmente, de altíssima realização. Realização profissional e humana.

Fonte: A morte é um dia que vale a pena viver - Autora: Ana Claudia Quintana Arantes 
Qual plural da palavra destacada na linha 11? 
Alternativas
Q3370253 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que Nimesulida, remédio campeão de vendas no Brasil, é proibido nos EUA e parte da Europa

Por que a nimesulida está proibida em outros países?


Como citado no início da reportagem, a nimesulida nunca foi aprovada para venda em locais como o Reino Unido e a Alemanha.

Além disso, ela foi retirada de circulação em diversos países, como Estados Unidos, Canadá, Japão, Suécia, Holanda, Dinamarca, Bélgica, Irlanda, Espanha e Finlândia.

Desses, o caso da Irlanda foi talvez o que ganhou mais notoriedade.

Em 2007, o Conselho Irlandês de Medicamentos anunciou a suspensão imediata da venda de nimesulida após ter acesso a informações sobre casos de falência hepática fulminante, com necessidade de transplante, entre pessoas que usaram esse fármaco.

Um documento disponível no site da Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que, entre 1995 (quando a nimesulida foi aprovada na Irlanda) e 2007 (quando foi suspensa), esse país notificou 53 casos de danos graves ao fígado.

A decisão das autoridades irlandesas motivou a abertura de uma investigação mais ampla na Agência Europeia de Medicamentos (EMA), o órgão responsável pela vigilância sanitária na União Europeia.

Um relatório produzido no comitê responsável pelo inquérito concluiu que "os benefícios da nimesulida continuam a superar os riscos".

No entanto, a EMA decidiu restringir o uso dela a alguns casos específicos.

Atualmente, na União Europeia, essa medicação segue disponível, a depender do critério de cada país, mas só está indicada para o tratamento de dor aguda e dismenorreia (a popular cólica menstrual).

E, mesmo nesses casos, ela entra apenas como a segunda linha terapêutica, quando outras opções não funcionaram.

Mas e no Brasil? Por que esse fármaco está amplamente disponível?

Marise pondera que nem sempre o que acontece num determinado país se repete em outros.

"Precisamos levar em conta um fator importante, que é a genética populacional. Alguns genes específicos fazem nosso corpo responder de formas diferentes ao mesmo medicamento", explica ela.

"Então pode ser que, para algumas pessoas, esse perfil genético favoreça a toxicidade, enquanto para outras  gere um efeito terapêutico mais potente."

Ou seja, antes de lançar uma proibição generalizada, é preciso conhecer as particularidades de cada região — e entender como cada população reage a uma certa substância.

Algo similar acontece com a dipirona, que é livremente usada no Brasil, mas está proibida em outras partes do mundo.

Mesmo diante de possíveis variabilidades populacionais, Paraná entende que órgãos como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) precisam fazer uma revisão das normas sobre o uso de antiinflamatórios no país.

"É necessário ter protocolos mais rígidos, com uma venda limitada de caixas e sempre mediante a apresentação de receita médica", sugere o hepatologista.

"Precisamos também de programas de educação dos profissionais de saúde para conscientizar sobre o uso desses remédios", complementa ele.

Procurada pela BBC News Brasil, a Anvisa reforçou que a nimesulida "é um medicamento sujeito à prescrição médica".

"Entre as contraindicações, a bula traz restrição para 'histórico de reações de hipersensibilidade ao ácido acetilsalicílico ou a outros antiinflamatórios não esteroidais; histórico de reações hepáticas (do fígado) ao produto; pacientes com úlcera péptica (úlceras no estômago ou intestino) em fase ativa, ulcerações recorrentes (úlceras que vão e voltam) ou tenham hemorragia no trato gastrintestinal (sangramento no estômago e/ou intestinos); pacientes com distúrbios de coagulação graves; pacientes com insuficiência cardíaca grave (mau funcionamento grave do coração); pacientes com mau funcionamento dos rins grave e pacientes com mau funcionamento do fígado'", diz a agência em nota enviada à reportagem.

O texto também lembra que o uso desse remédio requer "cuidados que devem ser observados em pacientes com problemas de fígado".

"Reações adversas hepáticas (do fígado) relacionadas à droga foram relatadas após períodos de tratamento menores de um mês. Dano ao fígado, reversível na maioria dos casos, foi verificado após curta exposição ao medicamento", conclui a nota.

Já o Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma) informou que não tem nenhum comentário específico a fazer sobre o tema, mas reforçou que "todos os medicamentos tarjados [como é o caso da nimesulida] devem ser usados com orientação dos profissionais de saúde e só devem ser vendidos e dispensados mediante a apresentação da receita médica".

Para Marise, é preciso também exercitar o autoconhecimento e observar o corpo.

"O mais importante de tudo é a pessoa entender por que está tomando um medicamento, seja por conta própria ou não. Ela está com uma dor recorrente, que não passa? Será que não é melhor investigar o que está acontecendo e as causas disso?", questiona a farmacêutica.

"Antiinflamatórios podem até aliviar os sintomas, mas não tratam a causa do problema", conclui a especialista.


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles /c24707d1gr1o -fragmento
"Pacientes com mau funcionamento dos rins grave e pacientes com mau funcionamento do fígado'.

O vocábulo 'mau' pertence a classe dos adjetivos. Analise os termos destacados nos enunciados a seguir:

I.Eles venderam muito cara a fruta.
II.Não preciso de muito para me sustentar.
III.Ele trabalha com mais garra depois que recebeu a promoção.
IV.Era meio-dia e meia.

Os termos destacados, que também possuem valor de adjetivo, estão nas alternativas:
Alternativas
Q3370176 Português
Ou isto ou aquilo


Ou se tem chuva e não se tem sol,
ou se tem sol e não se tem chuva!


Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!


Quem sobe nos ares não fica no chão,
quem fica no chão não sobe nos ares. 


É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo nos dois lugares!


Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,
ou compro o doce e gasto o dinheiro.


Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo…
e vivo escolhendo o dia inteiro!


Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranquilo.


Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.


(https://www.culturagenial.com/poemas-cecilia-meireles/)

Analise:


“É uma grande pena que não se possa (...)”



Assinale a alternativa que apresenta a classificação correta da palavra em destaque: 

Alternativas
Q3370175 Português
Ou isto ou aquilo


Ou se tem chuva e não se tem sol,
ou se tem sol e não se tem chuva!


Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!


Quem sobe nos ares não fica no chão,
quem fica no chão não sobe nos ares. 


É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo nos dois lugares!


Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,
ou compro o doce e gasto o dinheiro.


Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo…
e vivo escolhendo o dia inteiro!


Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranquilo.


Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.


(https://www.culturagenial.com/poemas-cecilia-meireles/)
Analise e assinale a alternativa que apresenta a respectiva classificação dos termos da citação abaixo:

“(...) ou compro o doce e gasto o dinheiro.”
Alternativas
Q3369864 Português
Texto para a questão.

TECNOFEUDALISMO

    No livro “Sobre a China”, Henry Kissinger elogia Mao Tsé-Tung por ter ordenado seu exército a se manter “comedido e probo” em antiga guerra da China contra a Índia. A vitória sobre posições indianas gerou nova fronteira. Mao determinou a volta ao limite anterior e a devolução dos armamentos pesados retidos. A China usou a força não para conquistar territórios, senão “para obrigar a Índia a voltar à mesa de negociações”. A China de hoje faria o mesmo? E Putin? E Trump? A mídia nos diz que este deseja tomar a Groenlândia, o Canadá e capturar Gaza. E, sem garantir a proteção aos ataques russos, exigiu da Ucrânia US$ 500 bilhões em terras com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos.

    Em 2001, o consultor internacional Kenichi Ohmae lançou o livro “O Continente Invisível”. Nele destacou a descoberta e a colonização dos continentes e o advento da internet, “o continente invisível”, que, em seu dizer, seria colonizado, porém, com futuro imprevisível. Após 24 anos, Bolívar Torres, no “O Globo”, comenta o compêndio “Tecnofeudalismo”, de Yanis Varoufakis, ex-ministro das Finanças da Grécia, a ser lançado no Brasil em abril, em que o autor compara as big techs a senhores feudais e defende que o capitalismo morreu e foi substituído por algo pior.

    Varoufakis afirma que os mercados teriam sido trocados “por plataformas de comércio digital que, na prática, operam como os antigos feudos. Os usuários digitais se tornariam ‘servos’, enquanto os detentores do capital tradicional [...] se limitariam ao papel de ‘vassalos’. E o lucro, motor do capitalismo, teria sido substituído por seu antecessor feudal: a renda. [...] Os usuários não são clientes no sentido clássico, mas servos que geram dados e precisam dessas plataformas para acessar informações, trabalho e serviços essenciais”. Para Arthur Bezerra, também citado por Torres, a influência das big techs sobre Trump leva muitos a achar que Elon Musk é o “verdadeiro” chefe de Estado dos EUA. Será o tecnofeudalismo uma das respostas às indagações de Kenichi Ohmae sobre o continente invisível? O futuro dirá.

Tales M. de Sá Cavalcante
O título do texto em voga, “Tecnofeudalismo”, apresenta um vocábulo composto etimologicamente por
Alternativas
Q3369606 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.

Onde o amor mora

O amor mora nas coisas simples. Sentado no sofá jogando conversa fora. Em um cafuné demorado. Em um beijo roubado. Em um abraço apertado. Em um almoço em família. Em uma viagem sem destino. Em um sorriso sem motivo. Em um bilhete escrito à mão. Em uma flor arrancada. Em uma mensagem inesperada. Em uma piada sem graça.

O amor significa muito mais do que palavras, mas principalmente, atitudes. Não é apenas o que o outro fala, mas o que o outro faz por nós. O amor é (e precisa) ser simples e leve.

O amor pode nos dar borboletas no estômago, mas jamais pode nos sufocar. O amor não nos faz sofrer, mas sim, nos cura. O amor não nos tira a paz, ele só nos acrescenta. Caso contrário, precisamos repensar se é amor mesmo.

O amor é simples. Nós é que somos complicados.

(Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/o-amor-e-simples/. Acesso em: 10 jan. 2025)
No trecho “Em um cafuné demorado”, as palavras em destaque são classificadas, respectivamente, como:
Alternativas
Q3369555 Português
Não nascemos sabendo


Mario Sergio Cortella


Nós, humanos e humanas, somos portadores de um “defeito” natural que acaba por se tornar nossa maior vantagem: não nascemos sabendo!

Por isso, do nascimento ao final da existência individual, aprendemos (e ensinamos) sem parar; o que caracteriza um ser humano é a capacidade de inventar, criar, inovar e isso é resultado do fato de não nascermos já prontos e acabados. Aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.

Aqueles entre nós que imaginarem que nada mais precisam aprender ou, pior ainda, não têm mais idade para aprender, estão-se enclausurando dentro de um limite que desumaniza e, ao mesmo tempo, torna frágil a principal habilidade humana: a audácia de escapar daquilo que parece não ter saída. 

A educação é vigorosa quando dá sentido grupal às ações individuais, isto é, quando se coloca a serviço das finalidades e intenções de um grupo ou uma sociedade; uma educação que sirva apenas ao âmbito individual perde impulso na estruturação da vida coletiva, pois, afinal de contas, ser humano é ser junto, e aquilo que aprendemos e ensinamos tem de ter como meta principal tornar a comunidade na qual vivemos mais apta e fortalecida. [...]

Quem não estiver aberto a mudanças e comprometido com questões de novos aprendizados estará fadado ao insucesso profissional e pessoal. Vale sempre lembrar a frase do fictício detetive chinês Charlie Chan: “Mente humana é como paraquedas; funciona melhor aberta”

[...].


Fonte: http://www.abrhba.com.br/artigos/naonascemossabendo.htm. 
Das passagens abaixo retiradas do último parágrafo, assinale a opção em que há um adjetivo destacado:
Alternativas
Q3369554 Português
Não nascemos sabendo


Mario Sergio Cortella


Nós, humanos e humanas, somos portadores de um “defeito” natural que acaba por se tornar nossa maior vantagem: não nascemos sabendo!

Por isso, do nascimento ao final da existência individual, aprendemos (e ensinamos) sem parar; o que caracteriza um ser humano é a capacidade de inventar, criar, inovar e isso é resultado do fato de não nascermos já prontos e acabados. Aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.

Aqueles entre nós que imaginarem que nada mais precisam aprender ou, pior ainda, não têm mais idade para aprender, estão-se enclausurando dentro de um limite que desumaniza e, ao mesmo tempo, torna frágil a principal habilidade humana: a audácia de escapar daquilo que parece não ter saída. 

A educação é vigorosa quando dá sentido grupal às ações individuais, isto é, quando se coloca a serviço das finalidades e intenções de um grupo ou uma sociedade; uma educação que sirva apenas ao âmbito individual perde impulso na estruturação da vida coletiva, pois, afinal de contas, ser humano é ser junto, e aquilo que aprendemos e ensinamos tem de ter como meta principal tornar a comunidade na qual vivemos mais apta e fortalecida. [...]

Quem não estiver aberto a mudanças e comprometido com questões de novos aprendizados estará fadado ao insucesso profissional e pessoal. Vale sempre lembrar a frase do fictício detetive chinês Charlie Chan: “Mente humana é como paraquedas; funciona melhor aberta”

[...].


Fonte: http://www.abrhba.com.br/artigos/naonascemossabendo.htm. 
A palavra destacada na passagem “Vale sempre lembrar a frase do fictício detetive chinês Charlie Chan: (...)” classifica-se como um advérbio de:
Alternativas
Respostas
3081: D
3082: A
3083: B
3084: B
3085: A
3086: D
3087: E
3088: A
3089: D
3090: D
3091: E
3092: D
3093: B
3094: D
3095: A
3096: C
3097: E
3098: B
3099: D
3100: C