Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia em português

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Q3521596 Português
Em relação à formação de palavras, a alternativa que apresenta um caso de derivação parassintética é: 
Alternativas
Q3521278 Português

Os bichos sonham?


Ainda não existe uma máquina ou qualquer tecnologia capaz de ler exatamente o que se passa na mente de um ser vivo. Por esse motivo, ainda é um grande desafio para a ciência tentar responder questões relacionadas a sentimentos, pensamentos e até mesmo ao sono dos bichos. Nestes casos, é preciso observar seus comportamentos em busca de pistas. É assim que sabemos, por exemplo, que a maioria dos animais dorme, incluindo invertebrados como artrópodes, vermes e águas-vivas. Mas será que a bicharada também sonha?


Para responder a isso precisamos entender primeiro que o período de sono se divide em diferentes fases, e que, aparentemente, os sonhos ocorrem apenas em uma fase específica, chamada de sono REM. Nesta fase, a musculatura do corpo relaxa, ocorrendo contrações breves e involuntárias dos membros (espasmos) e rápidos movimentos dos olhos − em inglês, dizemos 'rapid eye moviments', daí a sigla REM.


Ao monitorar a atividade cerebral de pessoas e outros animais durante o sono, com o uso de equipamentos especiais em laboratório, foi possível mostrar que o cérebro está tão ativo na fase REM como quando estamos acordados. Isso, somado aos movimentos dos olhos, sugere que o cérebro esteja imaginando cenas e situações, que é o que chamamos de sonhos visuais.


Dito isto, basta observar um cachorro ou um gato dormindo por algum tempo para notar que, em dados momentos, os espasmos musculares e movimentos oculares (perceptíveis mesmo quando as pálpebras estão fechadas) também se tornam mais frequentes. Tudo indica que nestes momentos eles estejam sonhando! 


Disponível em: https://chc.org.br/artigo/os-bichos-sonham/ fragmento

"Nesta fase, a musculatura do corpo relaxa, ocorrendo contrações breves e involuntárias dos membros (espasmos) e rápidos movimentos dos olhos − em inglês, dizemos 'rapid eye moviments', daí a sigla REM." 
Analise as afirmativas a seguir relacionadas ao trecho e ao texto-base, marcando com (V)para as verdadeiras ou (F) para as falsas: 
(__)Ainda não é possível ler os pensamentos dos animais, ao contrário do que já ocorre com os seres humanos.
(__)O vocábulo 'breves' é um adjetivo que concorda com o substantivo 'contrações', enquanto 'involuntárias' é um adjetivo que estabelece concordância com o substantivo 'membros'. Já o adjetivo 'rápidos' concorda com 'movimentos'.
(__)O trecho 'Nesta fase, a musculatura do corpo relaxa', pode ser reescrito desta forma: 'Neste período, a musculatura do corpo descontrai-se'

A sequência correta de preenchimento dos parênteses é:
Alternativas
Q3521142 Português

Cadê a casa do caranguejo-ermitão?



O caranguejo-ermitão é bastante comum nas praias do Brasil, sendo chamado também de paguro, eremita, caranguejo-de-concha ou caranguejo-casa-alugada. Ele tem o hábito de viver solitário ou isolado, daí o 'ermitão' no seu nome.


Os caranguejos comuns, chamados verdadeiros, têm aquela casca grossa, o exoesqueleto, que serve como uma armadura para proteger o animal. Os ermitões, porém, têm o abdome (parte de trás do corpo) mole, o que aumenta muito a chance de ele ser facilmente capturado e virar alimento para outro animal. Além disso, muitas espécies de ermitões são geralmente encontradas em águas rasas, ficando diretamente expostos à luz do Sol.


Para driblar essas desvantagens, esse crustáceo precisou desenvolver algumas estratégias de sobrevivência. Uma delas foi a busca por abrigo em conchas vazias abandonadas por moluscos, animais de corpo mole que vivem dentro das conchas que encontramos nas praias.



Disponível em: https://chc.org.br/artigo/cade-a-casa-do-caranguejo-ermitao/

"O caranguejo-ermitão é bastante comum nas praias do Brasil, sendo chamado também de paguro, eremita, caranguejo-de-concha ou caranguejo-casa-alugada. Ele tem o hábito de viver solitário ou isolado, daí o 'ermitão' no seu nome." 
Analise o emprego dos vocábulos presentes no trecho e marque a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3521043 Português

Seres humanos e animais selvagens podem cooperar de maneiras que você nem imagina! 


Diferentes espécies de animais podem cooperar para obter benefícios mútuos, e isso não é lá grande novidade! Mesmo nós, humanos, estabelecemos esse tipo de relacionamento com outros animais, como acontece com as abelhas que polinizam nossos jardins e plantações. Mas nossa cooperação com animais selvagens pode atingir um outro nível, que exige coordenação ativa e voluntária de comportamentos entre as duas espécie.


Imagine, por exemplo, um cavaleiro e seu cavalo. Para trabalharem juntos, eles precisam estar muito sintonizados e compreender os sinais sutis um do outro. Pois saiba que a nossa espécie já conseguiu estabelecer o mesmo tipo de parceria também com diversas espécies de animais selvagens, como lobos, orcas, aves e golfinhos.


Um ótimo exemplo vem do continente africano, de onde se conhece há centenas de anos uma incrível relação entre humanos e uma ave chamada pássaro-do-mel (Indicator indicator). Quando querem coletar mel, as pessoas emitem sons específicos, como assobios ou batuques, que variam dependendo da região na África, mas que são prontamente reconhecidos e atendidos por algum pássaro-do-mel presente nas redondezas. A ave logo inicia a busca por uma colmeia e, ao encontrá-la, emite também piados específicos, que facilitam sua localização pelos humanos. Os coletores de mel afugentam as abelhas com fumaça e abrem a colmeia com facas e machados, deixando para a ave parceira a cera de abelha que ela tanto aprecia.


Disponível em:https://chc.org.br/artigo/trabalho-em-equipe 

Com base nos elementos linguísticos presentes no texto, julgue as afirmativas a seguir, assinalando (V) para as verdadeiras ou (F) para as falsas:



(__)A frase 'Isso não é lá grande novidade', é classificada como negativa, classificação igualmente atribuída à construção 'Ela jamais esqueceria aquele dia tão especial'.


(__)O coletivo é um tipo de substantivo que, mesmo estando no singular, indica vários seres de uma mesma espécie. O vocábulo 'abelha', por exemplo, forma o coletivo em 'enxame'. São exemplos também de palavras que formam o coletivo: fogos de artifício = girândola; bois, médicos, examinadores = junta.


(__)O vocábulo 'coordenação' é separado em sílabas da seguinte forma: co-or-de-na-ção, apresentando o mesmo número de sílabas que o vocábulo 'expectativa'. Já 'voo' apresenta um encontro vocálico inseparável e, por isso,  é considerado uma palavra monossílaba.


(__)Em 'um cavaleiro e seu cavalo', há a presença de um substantivo coletivo e de um substantivo que forma o feminino com radical diferente do masculino. Exemplo de radical diferente ocorre em: genro=nora.


(__)O vocábulo 'humano' é um adjetivo com diferentes acepções. Nos trechos 'Mesmo nós, humanos ' e 'que facilitam sua localização pelos humanos ', foi empregado como adjetivo, referindo-se à natureza do homem. Em outros contextos, também pode denotar compaixão, como em 'Um chefe humano não sobrecarrega os funcionários'.


A sequência correta de preenchimento dos parênteses é:

Alternativas
Q3520666 Português
No trecho retirado do texto-base, "Não tem fundo racional, mas emocional", a palavra "Não" pertence a qual classe gramatical?
Alternativas
Q3520385 Português

Como nasceram as estrelas



    Pois é, todo mundo pensa que sempre houve no mundo estrelas pisca-pisca. Mas é erro. Antes os índios olhavam de noite para o céu escuro – e bem escuro estava esse céu. Um negror. Vou contar a história singela do nascimento das estrelas.


    Era uma vez, no mês de janeiro, muitos índios. E ativos: caçavam, pescavam, guerreavam. Mas nas tabas não faziam coisa alguma: deitavam-se nas redes e dormiam roncando. E a comida? Só as mulheres cuidavam do preparo dela para terem todos o que comer.


    Uma vez elas notaram que faltava milho no cesto para moer. Que fizeram as valentes mulheres? O seguinte: sem medo enfurnaram-se nas matas, sob um gostoso sol amarelo. As árvores rebrilhavam verdes e embaixo delas havia sombra e água fresca.


    Quando saíam de debaixo das copas encontravam o calor, bebiam no reino das águas dos riachos buliçosos. Mas sempre procurando milho porque a fome era daquelas que as faziam comer folhas de árvores. Mas só encontravam espigazinhas murchas e sem graça.


    – Vamos voltar e trazer conosco uns curumins. (Assim chamavam os índios as crianças). Curumin dá sorte.


    E deu mesmo. Os garotos pareciam adivinhar as coisas: foram retinho em frente e numa clareira da floresta – eis um milharal viçoso crescendo alto. As índias maravilhadas disseram: toca a colher tanta espiga. Mas os garotinhos também colheram muitas e fugiram das mães voltando à taba e pedindo à avó que lhes fizesse um bolo de milho. A avó assim fez e os curumins se encheram de bolo que logo se acabou. Só então tiveram medo das mães que reclamariam por eles comerem tanto. Podiam esconder numa caverna a avó e o papagaio porque os dois contariam tudo. Mas – e se as mães dessem falta da avó e do papagaio tagarela? Aí então chamaram os colibris para que amarrassem um cipó no topo do céu. Quando as índias voltaram ficaram assustadas vendo os filhos subindo pelo ar. Resolveram, essas mães nervosas, subir atrás dos meninos e cortar o cipó embaixo deles.


    Aconteceu uma coisa que só acontece quando a gente acredita: as mães caíram no chão, transformando-se em onças. Quanto aos curumins, como já não podiam voltar para a terra, ficaram no céu até hoje, transformados em estrelas brilhantes.


    Mas, quanto a mim, tenho a lhes dizer que as estrelas são mais do que curumins. Estrelas são os olhos de Deus vigiando para que corra tudo bem. Para sempre. E, como se sabe, “sempre” não acaba nunca.



(LISPECTOR, Clarice. Doze lendas brasileiras. Como nascem as estrelas. Rocco: Pequenos Leitores, 1987.)

 

O advérbio, palavra invariável que acompanha e modifica o sentido dos verbos, adjetivos ou outros advérbios, é definido segundo a circunstância que expõe. Exprime circunstância de tempo a seguinte transcrição textual:
Alternativas
Q3520020 Português
A pontualidade sagrada do teatro


Por Fabrício Carpinejar 


Q1_10.png (692×568)
Q1_10_.png (692×281)

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2025/06/a-pontualidadesagrada-do-teatro-cmbr07d5x000r019s55xujglc - texto adaptado especialmente para esta prova).  
 Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as palavras retiradas do texto-base às suas respectivas classes gramaticais.

Coluna 1
1. "por" (1. 02).
2. "não" (1. 03).
3. "mas" (I. 05).
4. "primeiro" (I. 27).

Coluna 2
( ) Advérbio.
( ) Conjunção.
( ) Preposição.
( ) Pronome.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3519659 Português

O manicômio vive dentro de nós



    No dia 18 de maio, comemora-se o Dia Nacional da Luta Antimanicomial, data que lembra a mobilização do movimento da reforma psiquiátrica, iniciado na década de 1970, que reúne, desde então, pessoas com transtornos mentais, familiares, profissionais de saúde e setores da academia em prol de uma atenção à saúde humanizada e com respeito aos direitos fundamentais.


    No cuidado à pessoa com transtornos mentais, dois modelos estão em tensão. De um lado, a proposta de tratamento como segregação do louco do convívio familiar e social. De outro, parte-se da premissa de que é necessário priorizar a atenção ambulatorial e a convivência familiar e comunitária, sendo cabível a internação apenas mediante solicitação médica, quando os recursos extra-hospitalares se mostrarem insuficientes, tendo como objetivo a reinserção do paciente no meio social.


    As incoerências e as graves violações de direitos humanos pelas quais passaram os pacientes com transtornos mentais foram vastamente relatadas pelos pacientes e estão documentadas na literatura e no cinema. Apenas como referência, convidamos o leitor a se familiarizar e se conscientizar sobre o tema a partir da leitura de obras como “O Alienista”, de Machado de Assis, “Nos porões da loucura”, de Hiram Firmino, e, mais recente, o chocante livro “Holocausto Brasileiro”, de Daniela Arbex, que baseou o documentário produzido pela rede de TV HBO. Ainda, filmes como “O bicho de sete cabeças” e “Em nome da razão” são obras obrigatórias sobre o universo de violações de direitos vivido por pacientes psiquiátricos.


    A história revela que o isolamento e a institucionalização dos doentes rapidamente conduziram à superlotação de hospitais, que se tornaram depósitos de pessoas sem atenção clínica e psiquiátrica adequada, ao uso de práticas sem devido fundamento científico, à privação de liberdade, ao isolamento, à perda da privacidade e à violência, entre outras gravíssimas violações de direitos humanos.


    Muitas vezes, sequer, essas pessoas tiveram um diagnóstico adequado e justificativa para sua internação. Muitas dessas pessoas não encontraram a luz da porta de saída e morreram ainda no ambiente hospitalar. Teriam sido 60 mil apenas no Hospital Colônia de Barbacena, segundo nos conta Daniela Arbex.  


    Mesmo diante desses fatos, ainda hoje, muitas vozes, por vezes camuflando suas reais intenções, insistem em práticas segregacionistas, que “coisificam” o doente, que perde sua condição de pessoa e de sujeito de direitos. Não há dúvidas de que o cuidado com o paciente com transtornos mentais é complexo e impacta gravemente a vida de sua família. No entanto, a institucionalização e a segregação trazem tranquilidade apenas para a consciência daqueles que acreditam que “o que os olhos não veem o coração não sente”.


    Em visita ao Hospital Colônia de Barbacena, o jornalista Hiram Firmino testemunhou: “Não encontramos os loucos terríveis que supúnhamos encontrar. Mas seres humanos como nós. Pessoas que, fora das crises, vivem lúcidas o tempo todo”.


    Portanto, neste dia 18 de maio, proponho que lutemos contra o manicômio que está dentro de cada um de nós e que o poder público, em vez de admitir práticas que configuram retrocesso no cuidado das pessoas com transtornos mentais, esteja empenhado em fortalecer a Rede de Atenção Psicossocial do SUS (RAPS), promover a inclusão social, resgatar a cidadania e dispensar apoio intersetorial ao paciente e sua família.



(Luciano Moreira de Oliveira, Promotor de Justiça, coordenador do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa da Saúde do MPMG, Estado de Minas. Em: maio de 2023.)

Considerando o excerto “As incoerências e as graves violações de direitos humanos pelas quais passaram os pacientes com transtornos mentais foram vastamente relatadas pelos pacientes e estão documentadas na literatura e no cinema.” (3º§), assinale a afirmativa correta
Alternativas
Q3519105 Português
Tantas são as velhas árvores

        Ainda não anoitecera e a notícia tinha sido confirmada. Parecia que uma nuvem de paz voltaria a reinar sobre a nossa casa e nossa família.

        Papai me pegou pela mão e diante de todos me sentou no colo. Balançou devagar a cadeira para que eu não ficasse tonto.

        — Tudo passou, meu filho. Tudo. Você um dia vai ser pai e vai também descobrir como são difíceis certos momentos na vida de um homem. Parece que nada dá certo, provocando um desespero interminável. Mas agora, não. Papai foi nomeado gerente da Fábrica de Santo Aleixo. Nunca mais vai faltar nada nos seus sapatinhos na noite de Natal.

        Fez uma pausa. Ele também nunca mais ia esquecer daquilo para o resto da vida.

        — Vamos viajar muito. Mamãe não precisará mais trabalhar, nem suas irmãs. Você ainda tem a medalha do índio?

        Remexi os bolsos e encontrei a medalha.

        — Pois bem, vou comprar de novo um relógio e colocar a medalha. Um dia será seu...

        “Portuga, você sabe o que é carborundum?”
        E Papai falava e falava sempre.
        Me fazia mal seu rasto barbado roçar no meu rosto. O cheiro que escapava da sua camisa muito usada me fazia arrepios. Fui escorregando pelos seus joelhos e caminhei para a porta da cozinha. Sentei-me nos degraus e contemplei o quintal com o morrer de todas as luzes. Meu coração se revoltara sem raiva. “Que quer esse homem que me pega no colo?” Ele não é meu pai. Meu pai morreu. O Mangaratiba matou ele.

        Papai tinha me seguido e viu que os meus olhos se encontravam de novo molhados.

        Quase se ajoelhou para falar comigo.

        — Não chore, meu filho. Nós vamos ter uma casa muito grande. Um rio de verdade passa bem atrás. Grandes árvores e tantas, que serão só suas. Você pode fazer, armar balanços.

        Ele não entendia. Ele não entendia. Nenhuma árvore deveria ser tão linda na vida, como a Rainha Carlota.

        — O primeiro a escolher as árvores, será você.

        Olhei os seus pés, os dedos saindo dos tamancos. Ele era uma velha árvore de raízes escuras. Era um pai-árvore. Mas uma árvore que eu quase não conhecia.

        — Depois tem mais. Tão cedo não vão cortar o seu pé de Laranja Lima. Quando o cortarem você estará longe e nem sentirá.

        Agarrei-me soluçando aos seus joelhos.

        — Não adianta, Papai. Não adianta...

        E olhando o seu rosto, que também se encontrava cheio de lágrimas, murmurei como um morto:

        — Já cortaram, Papai. Faz mais de uma semana que cortaram o meu pé de Laranja Lima.

VASCONCELOS, José Mauro de. Meu pé de laranja lima. São Paulo: Melhoramentos, 1975, pp.119-120. Com adaptações.
As três ocorrências da palavra “muito” no texto são exemplos de advérbios. Marque a opção em que o termo destacado NÃO representa um advérbio:
Alternativas
Q3519101 Português
Festival Intermunicipal de Malha em Piraju

    Neste domingo, dia 23/02, a partir das 8 da manhã, no Clube da Malha em Piraju, ocorre o Festival Intermunicipal de Malha 2025, com premiação em troféus e medalhas, coordenação de Octávio Alves e realização do Departamento Municipal de Esportes e Lazer. O clube da malha está ao lado do Centro de Lazer Dr. Luiz Ferreira de Oliveira na Vila Cantizni em Piraju. Entrada franca.

Disponível em <https://www.estanciadepiraju.sp.gov.br/vernoticia/festival-intermunicipal-de-malha-em-piraju>.
Acesso em 09/03/2025. Com adaptações.
“O clube da malha está ao lado do Centro de Lazer Dr. Luiz Ferreira de Oliveira na Vila Cantizni em Piraju”.
A expressão em destaque, considerado o núcleo ao qual se liga, deve ser classificada morfologicamente como uma locução de valor:
Alternativas
Q3519100 Português
Festival Intermunicipal de Malha em Piraju

    Neste domingo, dia 23/02, a partir das 8 da manhã, no Clube da Malha em Piraju, ocorre o Festival Intermunicipal de Malha 2025, com premiação em troféus e medalhas, coordenação de Octávio Alves e realização do Departamento Municipal de Esportes e Lazer. O clube da malha está ao lado do Centro de Lazer Dr. Luiz Ferreira de Oliveira na Vila Cantizni em Piraju. Entrada franca.

Disponível em <https://www.estanciadepiraju.sp.gov.br/vernoticia/festival-intermunicipal-de-malha-em-piraju>.
Acesso em 09/03/2025. Com adaptações.
Qual opção representa um substantivo abstrato retirado do texto, que dá nome a uma ação ou processo? 
Alternativas
Q3519099 Português
Festival Intermunicipal de Malha em Piraju

    Neste domingo, dia 23/02, a partir das 8 da manhã, no Clube da Malha em Piraju, ocorre o Festival Intermunicipal de Malha 2025, com premiação em troféus e medalhas, coordenação de Octávio Alves e realização do Departamento Municipal de Esportes e Lazer. O clube da malha está ao lado do Centro de Lazer Dr. Luiz Ferreira de Oliveira na Vila Cantizni em Piraju. Entrada franca.

Disponível em <https://www.estanciadepiraju.sp.gov.br/vernoticia/festival-intermunicipal-de-malha-em-piraju>.
Acesso em 09/03/2025. Com adaptações.
Qual dos seguintes termos do texto NÃO é substantivo?
Alternativas
Q3519095 Português
Festival Intermunicipal de Malha em Piraju

    Neste domingo, dia 23/02, a partir das 8 da manhã, no Clube da Malha em Piraju, ocorre o Festival Intermunicipal de Malha 2025, com premiação em troféus e medalhas, coordenação de Octávio Alves e realização do Departamento Municipal de Esportes e Lazer. O clube da malha está ao lado do Centro de Lazer Dr. Luiz Ferreira de Oliveira na Vila Cantizni em Piraju. Entrada franca.

Disponível em <https://www.estanciadepiraju.sp.gov.br/vernoticia/festival-intermunicipal-de-malha-em-piraju>.
Acesso em 09/03/2025. Com adaptações.
Um termo retirado do texto que foi formado pelo processo conhecido como “derivação sufixal” ou “sufixação” é:
Alternativas
Q3518338 Português
Texto 01

Se não em todas, em muitas das análises sobre o fenômeno das fake news é possível encontrar um sentimento comum: a frustração. Vale dizer, um olhar pessimista e de incômodo frente à deterioração da democracia e do espaço público autônomo constituído pelas redes sociais. O jornalismo está estruturado em um jogo de forças que se estabelece entre, de um lado, incentivos gerados por imperativos econômicos e interesses políticos; e, de outro, incentivos provenientes da reputação e da regulação estatal. Na internet e nas redes sociais, a tênue estabilidade entre essas forças, que vigorava no ambiente da mídia tradicional, deu lugar a uma relação de desequilíbrio, dada a ampliação exponencial da ação de incentivos econômicos e políticos e a consequente perda de relevância da reputação, bem como a redução da intensidade da regulação estatal. Tal desequilíbrio foi gerado por uma conjugação de fatores, tais como a descentralização dos meios de expressão, a redução de barreiras de entrada no mercado, a personalização de anúncios, a perda da importância de antigos e a ascensão de novos intermediários.


CARVALHO, L. A democracia frustrada: fake news, política e liberdade de expressão nas redes sociais. 2020. Disponível em: https://revista.internetlab.org.br. Acesso em: 12 setembro. 2024
Quanto ao processo de formação de palavras destacadas abaixo, está correto o que se afirma na alternativa: 
Alternativas
Q3516900 Português
TEXTO 2


COM O CACHORRO AO LADО


Toda manhã saía levando o cachorro a passear. Era uma boa justificativa o cachorro, para ele que, aposentado, talvez não tivesse outra. la caminhando devagar até a avenida junto ao mar, e lá chegando deixava-se ficar num banco, o olhar posto nos navios fundeados ao largo. Havia sempre muitos navios. No seu tempo de prático, navios não precisavam esperar. De lancha ou rebocador, em calmaria ou em tempestade, ele cruzava a barra e, no mar aberto, se aproximava do casco tão mais alto do que sua própria embarcação, olhava para cima avaliando a distância, começava a subir pela escadinha ondeante. Havia riscos. Muitas vezes chegara na ponte de comando encharcado. Mas era o que sabia fazer, e o fazia melhor do que outros. Melhor do que outros conhecia as lajes submersas, os bancos de areia, as correntezas todas daquele porto, e nele conduzia os navios como se a água fosse vidro e ele visse o que para os demais era oculto. Os navios entravam no porto como cegos guiados por quem vê. Havia sido um belo trabalho. Agora sentava-se no banco junto ao mar, e olhava ao longe os navios. Sabia que não estavam ali à espera do prático. O tráfego marítimo havia aumentado ano a ano, e aos poucos tornara-se necessário esperar por uma vaga no porto, como em qualquer estacionamento de automóveis. Mas. sentado no banco, com o cachorro deitado a seu lado, gostava de pensar que na névoa da manhã os navios esperavam por ele, esperavam a lancha ou o rebocador que o traria até junto do alto casco, quando então levantaria a cabeça avaliando a distância antes de começar a subir. Um a um, aqueles navios agora cravados na água como se na rocha, sairiam da névoa e, comandados por ele cruzariam a barra entrando no porto. Progressivamente, o horizonte ficaria despovoado. Seus devaneios chegavam só até esse ponto, só até o horizonte desimpedido. Acrescentava ainda um lamento de sirene, longo. Depois se levantava do banco.О cachorro se levantava do chão. O passeio da manhã estava terminado.


COLASANTI, Marina. Hora de alimentar serpentes. São Paulo: Editora Global, 2013.
Observe que, no trecho "Havia sempre muitos navios.", o verbo está corretamente flexionado. Assinale a opção em que a flexão verbal do vocábulo destacado está correta.
Alternativas
Q3515580 Português
Quanto à definição e uso dos adjetivos, analise as afirmativas:

I. Adjetivos uniformes - apresentam uma forma para os dois gêneros (feminino e masculino). Exemplo: menino feliz; menina feliz.
II. Adjetivos biformes - a forma varia conforme o gênero (masculino e feminino). Exemplo: homem carinhoso; mulher carinhosa.
III. Os adjetivos podem estar no singular ou no plural, concordando com o número do substantivo a que se referem. Assim, a sua formação se assemelha à dos substantivos: Pessoa feliz - pessoas felizes.

Estão corretas: 
Alternativas
Q3515578 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

As destemidas caçadoras de peixes-leão do Caribe

A ilha de Curaçao enfrenta um desafio ecológico: o peixe-leão invasor.

Com suas listras vermelhas e brancas parecidas com as da zebra, seus tentáculos carnudos e longas barbatanas com aparência de leque, o peixe-leão é peçonhento.

Ele é nativo do Pacífico Sul e do Oceano Índico, mas, no final dos anos 1980, a espécie foi introduzida nas águas quentes tropicais do Oceano Atlântico − mais precisamente, no litoral da Flórida, nos Estados Unidos.

A causa exata é desconhecida, mas se imagina que eles tenham sido libertados por aquários marinhos.

No Brasil, o peixe-leão foi avistado pela primeira vez em 2020, no arquipélago de Fernando de Noronha. De lá, ele se espalhou pelo litoral do Nordeste, podendo vir a atingir toda a costa brasileira.

Na verdade, o peixe-leão não é bem-vindo em nenhum lugar. Isso porque ele se reproduz em velocidade alarmante.

As fêmeas liberam cerca de 2 milhões de ovos por ano. E, durante o crescimento, o peixe-leão se alimenta de peixes nativos menores e da vida marinha que protege os recifes de coral. Este comportamento cria um desequilíbrio que prejudica o ecossistema dos recifes.

A presença do peixe-leão interfere com o turismo de mergulho e com a pesca comercial. Pesquisas demonstram que a presença do peixe-leão, mesmo que por curto período, pode reduzir a população de peixes nativos do recife em 79%.

Mas o que era um grande problema catalisou um movimento pela adaptação inovadora e responsabilidade ambiental.

A alimentação, arte e educação fizeram com que duas mulheres locais, Helmi Smeulders e Lisette Keus, enfrentassem o relacionamento único, mas complicado, entre Curaçao e o peixe-leão.

Smeulders abandonou sua carreira de advogada na Holanda em 1998 e se mudou para Curaçao, onde acabou se tornando chef de cozinha, mergulhadora e conservacionista. Mas o que ela sabia sobre o combate ao invasivo peixe-leão, a pesca sustentável e a importância de proteger o recife para as gerações futuras?

Na verdade, não muita coisa, até conhecer Keus. A mergulhadora local ensinou a Smeulders − e a outras mulheres da ilha − como encontrar e capturar o peixe-leão para salvar o recife de coral.

"Mostrei [aos chefs] como limpar os peixes, ofereci receitas e dei lotes [de peixe] de graça para os restaurantes praticarem", conta Keus.

Em 2023, o Ibama informou em nota à BBC News Brasil que, embora não haja proibição legal no país, a autarquia não recomenda o consumo do peixe-leão, pois seu manejo "requer técnicas específicas".


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd7e0ey230lo -fragmento)
"As fêmeas liberam cerca de 2 milhões de ovos por ano. E, durante o crescimento, o peixe-leão se alimenta de peixes nativos menores e da vida marinha que protege os recifes de coral."
Quanto à classificação dos substantivos do trecho, marque com(V)verdadeiro e (F) falso para as afirmativas:

(__) O substantivo 'ovo' é masculino, e não flexiona em gênero e número.
(__) O substantivo 'peixes' é classificado em simples e concreto, podendo ser flexionado em número.
(__) O vocábulo 'marinha' é um substantivo que nomeia o adjetivo 'vida'.
(__) Os vocábulos 'coral' e 'recifes' são substantivos simples e concretos.

A sequência que preenche os parênteses corretamente está na alternativa:
Alternativas
Q3515573 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

As destemidas caçadoras de peixes-leão do Caribe

A ilha de Curaçao enfrenta um desafio ecológico: o peixe-leão invasor.

Com suas listras vermelhas e brancas parecidas com as da zebra, seus tentáculos carnudos e longas barbatanas com aparência de leque, o peixe-leão é peçonhento.

Ele é nativo do Pacífico Sul e do Oceano Índico, mas, no final dos anos 1980, a espécie foi introduzida nas águas quentes tropicais do Oceano Atlântico − mais precisamente, no litoral da Flórida, nos Estados Unidos.

A causa exata é desconhecida, mas se imagina que eles tenham sido libertados por aquários marinhos.

No Brasil, o peixe-leão foi avistado pela primeira vez em 2020, no arquipélago de Fernando de Noronha. De lá, ele se espalhou pelo litoral do Nordeste, podendo vir a atingir toda a costa brasileira.

Na verdade, o peixe-leão não é bem-vindo em nenhum lugar. Isso porque ele se reproduz em velocidade alarmante.

As fêmeas liberam cerca de 2 milhões de ovos por ano. E, durante o crescimento, o peixe-leão se alimenta de peixes nativos menores e da vida marinha que protege os recifes de coral. Este comportamento cria um desequilíbrio que prejudica o ecossistema dos recifes.

A presença do peixe-leão interfere com o turismo de mergulho e com a pesca comercial. Pesquisas demonstram que a presença do peixe-leão, mesmo que por curto período, pode reduzir a população de peixes nativos do recife em 79%.

Mas o que era um grande problema catalisou um movimento pela adaptação inovadora e responsabilidade ambiental.

A alimentação, arte e educação fizeram com que duas mulheres locais, Helmi Smeulders e Lisette Keus, enfrentassem o relacionamento único, mas complicado, entre Curaçao e o peixe-leão.

Smeulders abandonou sua carreira de advogada na Holanda em 1998 e se mudou para Curaçao, onde acabou se tornando chef de cozinha, mergulhadora e conservacionista. Mas o que ela sabia sobre o combate ao invasivo peixe-leão, a pesca sustentável e a importância de proteger o recife para as gerações futuras?

Na verdade, não muita coisa, até conhecer Keus. A mergulhadora local ensinou a Smeulders − e a outras mulheres da ilha − como encontrar e capturar o peixe-leão para salvar o recife de coral.

"Mostrei [aos chefs] como limpar os peixes, ofereci receitas e dei lotes [de peixe] de graça para os restaurantes praticarem", conta Keus.

Em 2023, o Ibama informou em nota à BBC News Brasil que, embora não haja proibição legal no país, a autarquia não recomenda o consumo do peixe-leão, pois seu manejo "requer técnicas específicas".


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd7e0ey230lo -fragmento)
"A alimentação, arte e educação fizeram com que duas mulheres locais, Helmi Smeulders e Lisette Keus, enfrentassem o relacionamento único, mas complicado, entre Curaçao e o peixe-leão."

O masculino de 'mulher' é 'homem'. A seguir, Identifique a alternativa que relaciona masculino e feminino de forma INCORRETA. 
Alternativas
Q3515571 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

As destemidas caçadoras de peixes-leão do Caribe

A ilha de Curaçao enfrenta um desafio ecológico: o peixe-leão invasor.

Com suas listras vermelhas e brancas parecidas com as da zebra, seus tentáculos carnudos e longas barbatanas com aparência de leque, o peixe-leão é peçonhento.

Ele é nativo do Pacífico Sul e do Oceano Índico, mas, no final dos anos 1980, a espécie foi introduzida nas águas quentes tropicais do Oceano Atlântico − mais precisamente, no litoral da Flórida, nos Estados Unidos.

A causa exata é desconhecida, mas se imagina que eles tenham sido libertados por aquários marinhos.

No Brasil, o peixe-leão foi avistado pela primeira vez em 2020, no arquipélago de Fernando de Noronha. De lá, ele se espalhou pelo litoral do Nordeste, podendo vir a atingir toda a costa brasileira.

Na verdade, o peixe-leão não é bem-vindo em nenhum lugar. Isso porque ele se reproduz em velocidade alarmante.

As fêmeas liberam cerca de 2 milhões de ovos por ano. E, durante o crescimento, o peixe-leão se alimenta de peixes nativos menores e da vida marinha que protege os recifes de coral. Este comportamento cria um desequilíbrio que prejudica o ecossistema dos recifes.

A presença do peixe-leão interfere com o turismo de mergulho e com a pesca comercial. Pesquisas demonstram que a presença do peixe-leão, mesmo que por curto período, pode reduzir a população de peixes nativos do recife em 79%.

Mas o que era um grande problema catalisou um movimento pela adaptação inovadora e responsabilidade ambiental.

A alimentação, arte e educação fizeram com que duas mulheres locais, Helmi Smeulders e Lisette Keus, enfrentassem o relacionamento único, mas complicado, entre Curaçao e o peixe-leão.

Smeulders abandonou sua carreira de advogada na Holanda em 1998 e se mudou para Curaçao, onde acabou se tornando chef de cozinha, mergulhadora e conservacionista. Mas o que ela sabia sobre o combate ao invasivo peixe-leão, a pesca sustentável e a importância de proteger o recife para as gerações futuras?

Na verdade, não muita coisa, até conhecer Keus. A mergulhadora local ensinou a Smeulders − e a outras mulheres da ilha − como encontrar e capturar o peixe-leão para salvar o recife de coral.

"Mostrei [aos chefs] como limpar os peixes, ofereci receitas e dei lotes [de peixe] de graça para os restaurantes praticarem", conta Keus.

Em 2023, o Ibama informou em nota à BBC News Brasil que, embora não haja proibição legal no país, a autarquia não recomenda o consumo do peixe-leão, pois seu manejo "requer técnicas específicas".


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd7e0ey230lo -fragmento)
"Com suas listras vermelhas e brancas parecidas com as da zebra, seus tentáculos carnudos e longas barbatanas com aparência de leque, o peixe-leão é peçonhento."

Em relação ao emprego e concordância dos adjetivos do trecho, analise uma informação INCORRETA. 
Alternativas
Q3515262 Português
Leia o texto para responder à questão.

Ilha Brasil
    Por mais de 500 anos, quando o conhecimento sobre a geografia do planeta ainda engatinhava, chegou a ser comum em mapas da Europa a presença de uma ilha misteriosa próxima à costa da Irlanda que, depois se descobriria, nunca existiu de fato. Navegadores europeus que se lançaram ao Atlântico antes e depois da chegada às Américas vasculharam o oceano à sua procura, na esperança de encontrar nela um paraíso terrestre. A crença vinha do folclore celta, que descreveu o lugar como um destino de saúde e alegria abundantes, onde a juventude era eterna.
    A ilha se chamava Brasil.
    Ela apareceu pela primeira vez na cartografia em um mapa-múndi medieval confeccionado por volta de 1280. A partir daí, voltou a ser retratada em pelo menos outros 121 mapas, até 1873, conforme a pesquisa feita pelo jornalista Geraldo Cantarino, autor de Uma Ilha Chamada Brasil: o Paraíso Irlandês no Passado Brasileiro.
    A história milenar do mito e suas diferentes manifestações levaram alguns autores a argumentar que a ilha também teria influenciado o batismo do país que hoje compartilha o nome com ela — o Brasil, no caso. A versão repetida nas escolas e nos livros didáticos é a de que o país foi assim batizado por conta da árvore de madeira vermelha explorada por Portugal nos primeiros anos de colonização, o pau-brasil.
    Roger Casement, um diplomata britânico que no início do século 20 foi cônsul em Santos (SP), em Belém (PA) e no Rio de Janeiro, chegou a apresentar um artigo que intitulou Irish Origins of Brazil [Origens irlandesas do Brasil], em que defendia que, “por mais estranho que possa parecer, o Brasil deve o seu nome não à abundância de um certo pau-de-tinta, mas à Irlanda”. Casement argumentava que o nome Brasil habitou o imaginário dos europeus séculos antes da colonização das Américas, que continuava vivo na época em que eles se lançaram ao Atlântico, como mostram os mapas e as histórias da época, que haviam inclusive inspirado muitas viagens marítimas.

(Camilla Veras Mota. Ilha Brasil: por que Irlanda tem uma terra mítica com o
nome do nosso país. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/
articles/cg72dvjjdz3o. Acesso em 30/04/2025)
A forma verbal destacada expressa incerteza no seguinte trecho:
Alternativas
Respostas
3041: C
3042: D
3043: C
3044: D
3045: B
3046: C
3047: A
3048: B
3049: B
3050: C
3051: D
3052: D
3053: C
3054: E
3055: B
3056: B
3057: B
3058: C
3059: C
3060: E