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Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 20.600 questões

Q3716824 Português

Utilize o texto abaixo para responder a questão.


O genocídio armênio é a forma pela qual conhecemos o extermínio de populações armênias que habitavam o Império Otomano durante a Primeira Guerra Mundial. Esse genocídio foi conduzido pelo governo turco, sob o comando do Comitê de União e Progresso (CUP), entre 1915 e 1918, resultando na morte de cerca de um milhão de pessoas.


Algumas estimativas apontam que a quantidade de mortos pode ter chegado a 1,5 milhão, e estima-se que um milhão de armênios foram desalojados de suas terras. O genocídio ainda é um assunto bastante polêmico, pois não é reconhecido pela Turquia, país que surgiu como sucessor do Império Otomano, na década de 1920.


A questão é tão polêmica na Turquia que existe uma lei que pune com dois anos de prisão aqueles que reconhecerem publicamente o genocídio armênio. O genocídio armênio é o segundo mais estudado da história, ficando atrás apenas do Holocausto. Na época, o acontecimento gerou uma campanha internacional de apoio aos armênios.


(Adaptado de mundoeducacao.uol.com.br> Acesso em 19 de agosto de 2025).

A partir do trecho “Algumas estimativas apontam que a quantidade de mortos pode ter chegado a 1,5 milhão, e estima-se que um milhão de armênios foram desalojados de suas terras”, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3715195 Português
Texto CG2A1


    Imagino que a escrita nasceu da necessidade de não esquecer. O primeiro pré-homem que pensou “preciso me lembrar disso” deve ter olhado em volta procurando alguma coisa que ele ainda não sabia o que era. Era um pedaço de papel e uma Bic. Claro que, para chegar ao papel e à esferográfica, tivemos que passar antes pelo risco com vara no chão, o rabisco com carvão na parede da caverna, o hieróglifo no tablete de barro etc. Mas a angústia primordial foi a de perder o pensamento fugidio ou a cena insólita. Pense em quantas ideias não desapareceram para sempre por falta de algo que as retivesse na memória e no mundo. A história da civilização teria sido outra se, antes de inventar a roda, o homem tivesse inventado o bloco de notas.

    As espécies que não desenvolveram a escrita valem-se da memória intuitiva. O salmão sabe, não sabendo, o caminho certo para o lugar onde nasceu e onde deve depositar seus ovos. Dizem que o elefante guarda na memória tudo que lhe acontece na vida, principalmente as desfeitas, mas vá pedir que ele bote seu ressentimento no papel. Já o homem pode ser definido como o animal que precisa consultar as suas notas. Nas sociedades não letradas, as lembranças sobrevivem na recitação reiterada e no mito tribal, que é a memória ritualizada. As outras dependem do memorando.

    E mesmo com todas as formas de anotação inventadas pelo homem desde as primeiras cavernas, inclusive o notebook, a angústia persiste. Estou escrevendo isto porque acordei com uma boa ideia para um texto e botei a ideia num papel. Normalmente não faço isso, porque sempre me esqueço de ter um bloco de notas à mão para não esquecer a eventual ideia e porque sei, intuitivamente, que, se tivesse o bloco de notas à mão, a ideia viria no chuveiro. Mas desta vez a ideia coincidiu com a proximidade de um pedaço de papel e um lápis, e anotei-a assim que acordei. Não exatamente a ideia, mas uma frase que me faria lembrar da ideia. Estou com ela aqui. “Conhece-te a ti mesmo, mas não fique íntimo”.

   E não consigo me lembrar de qual era a ideia de que a frase me faria lembrar. Algo sobre os perigos da autoanálise muito aprofundada? Sobre o pensamento socrático? Ou o quê? Não consigo me lembrar. Um consolo, numa situação destas, é pensar que, se a ideia não é lembrada, é porque não era tão boa assim. Mas geralmente se pensa o contrário: as melhores ideias são as que a gente esqueceu. O que é terrível.


Luís Fernando Verissimo. Memória e anotações. In: Estadão, 22/9/2011. Internet: <www.estadao.com.br> (com adaptações).  
Considerando o texto CG2A1, assinale a opção correta a respeito dos vocábulos “principalmente” (terceiro período do segundo parágrafo), “Normalmente” (terceiro período do terceiro parágrafo) e “exatamente” (quinto período do terceiro parágrafo).
Alternativas
Q3713968 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Leia o texto que segue. Ele foi extraído da obra Ideias para adiar o fim do mundo , composta por duas palestras e uma entrevista feitas por Ailton Krenak e que foram transcritas e organizadas no livro.


"Nosso tempo é especialista em criar ausências: do sentido de viver em sociedade, do próprio sentido da experiência da vida. Isso gera uma intolerância muito grande com relação a quem ainda é capaz de experimentar o prazer de estar vivo, de dançar, de cantar. E está cheio de pequenas constelações de gente espalhada pelo mundo que dança, canta, faz chover. O tipo de humanidade zumbi que estamos sendo convocados a integrar não tolera tanto prazer, tanta fruição de vida. Então, pregam o fim do mundo como uma possibilidade de fazer a gente desistir dos nossos próprios sonhos. E a minha provocação sobre adiar o fim do mundo é exatamente sempre poder contar mais uma história. Se pudermos fazer isso, estaremos adiando o fim."


(KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. p. 13.)
Leia o excerto:

"E a minha provocação sobre adiar o fim do mundo é exatamente sempre poder contar mais uma história. Se pudermos fazer isso, estaremos adiando o fim."

(__)A expressão "contar mais uma história" se refere a uma vida com sentido, pois, para contar mais uma história é preciso viver, o que, de acordo com o texto, pede de nós movimento, vida em sociedade, sonhos.
(__)A palavra "sempre" é um advérbio, desempenhando a função de adjunto adverbial. No caso do excerto, ele modifica a locução verbal "poder contar", conferindo-lhe uma noção de constância, de continuidade. Essa construção estabelece o sentido pretendido por Krenak de que, contando mais uma história continuamente, adiamos o fim do mundo.
(__)A locução verbal "estaremos adiando" (estar + gerúndio) é comumente usada em textos orais, como é o caso da palestra. Ela poderia ser substituída por "adiaremos", mantendo o sentido do texto.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3711945 Português

Analise as proposições a seguir conforme os referenciais de Emília Ferreiro e Magda Soares sobre a construção do sistema de escrita e o desenvolvimento da consciência linguística. 



I. A escrita “BLA” para “BOLA” representa uma hipótese em transição, em que a criança busca correspondência sonora parcial entre fala e grafia; a intervenção pedagógica deve favorecer o avanço conceitual sobre a estrutura sonora e gráfica das palavras.



II. A grafia “CAZA” para “CASA” indica domínio ortográfico consolidado e requer apenas reforço de memorização do padrão “ZA”, dispensando reflexão sobre as convenções da língua escrita.



III. A forma “MENINUZINHU” para “meninuzinho” revela percepção da estrutura morfológica da palavra, sendo pertinente a exploração de relações entre som, grafia e significado para aprofundar a consciência sobre formação de palavras.



IV. A grafia “AMIGOSSE” para “AMIGOS” indica necessidade de correção prioritária por meio de treino ortográfico sistemático, sem ênfase nas discussões morfológicas, com o objetivo de assegurar precisão no mapeamento entre grafemas e fonemas.



Está CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q3711218 Português
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 3.

Leia o texto que segue. Ele foi extraído da obra Ideias para adiar o fim do mundo, composta por duas palestras e uma entrevista feitas por Ailton Krenak e que foram transcritas e organizadas no livro.

"Nosso tempo é especialista em criar ausências: do sentido de viver em sociedade, do próprio sentido da experiência da vida. Isso gera uma intolerância muito grande com relação a quem ainda é capaz de experimentar o prazer de estar vivo, de dançar, de cantar. E está cheio de pequenas constelações de gente espalhada pelo mundo que dança, canta, faz chover. O tipo de humanidade zumbi que estamos sendo convocados a integrar não tolera tanto prazer, tanta fruição de vida. Então, pregam o fim do mundo como uma possibilidade de fazer a gente desistir dos nossos próprios sonhos. E a minha provocação sobre adiar o fim do mundo é exatamente sempre poder contar mais uma história. Se pudermos fazer isso, estaremos adiando o fim."

(KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. p. 13.) 
Leia o excerto:
"E a minha provocação sobre adiar o fim do mundo é exatamente sempre poder contar mais uma história. Se pudermos fazer isso, estaremos adiando o fim."

(__) A expressão "contar mais uma história" se refere a uma vida com sentido, pois, para contar mais uma história é preciso viver, o que, de acordo com o texto, pede de nós movimento, vida em sociedade, sonhos.
(__) A palavra "sempre" é um advérbio, desempenhando a função de adjunto adverbial. No caso do excerto, ele modifica a locução verbal "poder contar", conferindo-lhe uma noção de constância, de continuidade. Essa construção estabelece o sentido pretendido por Krenak de que, contando mais uma história continuamente, adiamos o fim do mundo.
(__) A locução verbal "estaremos adiando" (estar + gerúndio) é comumente usada em textos orais, como é o caso da palestra. Ela poderia ser substituída por "adiaremos", mantendo o sentido do texto.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3710774 Português
Assinale a alternativa em que as palavras estão acentuadas e flexionadas no plural, de forma incorreta: 
Alternativas
Q3710548 Português
Leia o texto para responder à questão:


Brasil dá importante passo para que todos aprendam matemática


    Uma proposta mais do que necessária foi anunciada em 30 de junho pelo ministro da Educação para melhorar a qualidade da aprendizagem na educação básica. Toda Matemática é o nome da nova política do Ministério da Educação, voltada para romper com as tristes estatísticas das quais os estudantes brasileiros fazem parte há muito tempo nas avaliações nacionais e internacionais quando o assunto envolve cálculos, estimativas e números em geral. Já era tempo: a matemática é um desafio na educação brasileira há décadas — 73% dos estudantes na faixa etária de 15 anos não atingiram o mínimo de proficiência no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), na edição mais recente. Segundo dados do Todos pela Educação, 59% dos estudantes terminam o ensino médio em níveis muito abaixo do esperado nessa disciplina, o que significa dizer que não sabem calcular sequer porcentagens e, no pior dos casos, não resolvem problemas com as quatro operações básicas.

     Além de não cumprir o dever de garantir o direito à aprendizagem matemática a todos os cidadãos, não estamos evoluindo economicamente como país quanto poderíamos (e precisamos) no que diz respeito à empregabilidade, principalmente porque não damos conta de ensinar (bem). A recém-divulgada pesquisa “As competências matemáticas no mercado de trabalho brasileiro: o papel da escolaridade e implicações para os rendimentos”, publicada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), revela que profissionais em ocupações que exigem maior domínio da matemática podem chegar a ganhar 85% a mais do que aqueles em funções que requerem menos habilidades na área. O pesquisador Maurício Cortez Reis analisou de que maneira a importância atribuída aos conhecimentos em matemática ou à capacidade para trabalhar com números está atrelada aos rendimentos e como a escolaridade pode influenciar esse processo. Além disso, o estudo mostra que a taxa de escolaridade mais elevada facilita o acesso a essas ocupações. E mais: mesmo os menos escolarizados, quando trabalham com números, ganham mais do que se estivessem em ocupações que não valorizam as competências matemáticas.

   Se não investirmos na formação adequada dos estudantes, inclusive e especialmente em matemática, fazendo disso um projeto no País, estamos condenando crianças, adolescentes e jovens a serem adultos com subempregos, não formaremos profissionais de diferentes áreas com qualidade e capacidade de absorver demandas do mercado. O Toda Matemática deverá promover nas redes públicas de ensino uma base sólida para alavancar o letramento matemático, contribuindo para diminuir o número de cidadãos que não sabem resolver problemas simples envolvendo uma ou mais das quatro operações básicas: adição, subtração, multiplicação e divisão, e têm baixa compreensão dos números, podendo somente identificar dígitos familiares de alguma maneira.


(Kátia Smole. https://www.estadao.com.br/opiniao/ espaco-aberto, 02.07.2025. Adaptado)
Toda Matemática propõe-se       romper com as tristes estatísticas       quais os estudantes brasileiros estão inseridos há muito tempo, com base nos resultados das avaliações nacionais e internacionais, devido       assunto envolvendo estimativas, cálculos e números em geral.

De acordo com a norma-padrão, as lacunas da frase devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Alternativas
Q3710386 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:


Democracia digital


    Nas primeiras duas décadas do século 21, o desenho da sociedade e de suas instituições sofreu grandes alterações com o uso das redes sociais, da inteligência artificial e de outras ferramentas capazes de utilizar um gigantesco volume de dados na internet para os mais diversos fins. Por um lado, abriu-se caminho para vozes historicamente silenciadas, a exemplo de jovens indígenas que passaram a compartilhar sua realidade e reivindicações sem intermediários, nas redes. Por outro, pavimentou-se uma via de disseminação de fake news, polarização ideológica e discursos de ódio. Nesse cenário, de que forma a expansão das novas tecnologias vem afetando a democracia?


    Autor de A democracia no mundo digital: histórias, problemas e temas, o professor e pesquisador da Universidade Federal da Bahia (UFBA) Wilson Gomes chama a atenção, primeiramente, para as maneiras como as novas tecnologias vêm sendo utilizadas em diferentes contextos geopolíticos. “A chamada democracia digital depende de uma escolha: a decisão de usar os recursos digitais – plataformas, redes, dados, algoritmos, automações – para fortalecer valores, práticas e instituições democráticas. Mas essa decisão só pode ser tomada por sociedades convictas de que a democracia é a melhor forma de governo. Quando essa convicção vacila e os regimes são atacados, os mesmos recursos podem ser empregados com igual eficácia para solapar os fundamentos da vida democrática”, alerta.


    Segundo Gomes, nos encontramos diante de uma encruzilhada. “Há os que acreditam que a guerra pelos usos sociais das tecnologias foi vencida pelos inimigos da democracia – que as plataformas, os algoritmos e os fluxos digitais estão, irremediavelmente, capturados por lógicas autoritárias, mercadológicas ou identitárias intolerantes. Mas há, também, os que veem na resistência institucional, nas pesquisas emergentes, na regulação pública e nos novos experimentos democráticos digitais um caminho viável para reverter o jogo.”


(Revista E, 01.09.2025. Disponível em: https://www.sescsp.org.br/editorial/democracia-digital/. Adaptado) 

Considere os trechos.
Mas essa decisão só pode ser tomada por sociedades convictas... (2o parágrafo)
... os mesmos recursos podem ser empregados com igual eficácia para solapar os fundamentos da vida democrática. (2o parágrafo)
Nos contextos em que foram empregadas, as palavras destacadas expressam, correta e respectivamente, os sentidos de
Alternativas
Q3709415 Português

Um professor de Língua Portuguesa do Ensino Fundamental, ao chegar em sua sala de aula, presenciou uma conversa entre dois estudantes:


 — Meu pai disse que essa palavra não pode existir!


— Mas é irada! O nome do site é bem bolado, não?


Eles estavam olhando a tela do celular de um deles que mostrava a logomarca de um site:

 

                                                                     Imagem associada para resolução da questão



O professor interveio e perguntou aos estudantes: “Vocês sabem que faz sentido a formação dessa palavra, não é? Ela segue uma lógica de um processo de formação de palavras bem comum no português!″


Os estudantes ficaram curiosos, e ele resolveu abordar o assunto na aula.


Para que os estudantes entendam qual o processo de formação de palavras que se deu para a criação do nome do site, o professor propôs que

Alternativas
Q3709413 Português

Diminutivos


No Brasil, usa-se o diminutivo principalmente em relação à comida. Nada nos desperta sentimentos tão carinhosos quanto uma boa comidinha.


 — Mais um feijãozinho?


O feijãozinho passou dois dias borbulhando num daqueles caldeirões de antropófagos com capacidade para três missionários. Leva porcos inteiros, todos os miúdos e temperos conhecidos e, parece, um missionário. Mas a dona de casa o trata como um mingau de todos os dias.


— Mais um feijãozinho?


— Um pouquinho.


— E uma farofinha?


— Ao lado do arrozinho?


— Isso.


 — E quem sabe mais uma cervejinha.


 — Obrigadinho.


VERISSIMO, L. F. Comédia da vida privada: 101 crônicas escolhidas. Porto Alegre: L&PM, 1994.



Um professor propõe utilizar o texto de Verissimo para desenvolver uma tarefa que leve os estudantes a refletirem sobre a formação e a função dos diminutivos, considerando os diferentes elementos constitutivos das palavras. Para cumprir o objetivo da aula, o professor deve
Alternativas
Q3709236 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Por que alguns são pontuais e outros não?


     No início do relacionamento, antes de se casarem, Anne Kelsh trabalhava de casa e gostava de preparar o jantar para o parceiro – o que ela descrevia como “o prazer do papel doméstico”.

      Ele disse que gostava de jantar às 18 horas. Para Anne, esse horário era um pouco cedo, mas ela estava disposta a se adaptar – até que percebeu que “quando ele dizia 18 horas, era 18 horas em ponto”.

      Para ela, o horário era mais uma sugestão. “Oito da noite é o horário em que a cortina sobe num espetáculo, e você precisa estar lá nesse horário”, disse. “Mas o jantar é só o jantar. É o jantar na nossa própria casa. Eu não conseguia entender esse senso de rigidez.”

     A pontualidade, após o casamento, tornou-se uma fonte constante de atrito. Anne, que sempre teve dificuldades em cumprir horários, costumava dizer: “Eu me casei com você, não entrei para o Exército.”

   Enquanto isso, o marido frequentemente se irritava com a incapacidade dela de chegar pontualmente a compromissos e encontros, um hábito que ele considerava grosseiro.

      Discussões sobre pontualidade são comuns, mas especialistas dizem que, muitas vezes, elas são apenas um reflexo de algo mais profundo: as diferentes formas de como nos relacionamos com o tempo.

     Na década de 1950, o antropólogo Edward T. Hall cunhou os termos “monocrônico” e “policrônico” para descrever diferentes atitudes culturais em relação à gestão do tempo.

  Nos países do norte da Europa e nos Estados Unidos – que Hall chamou de sociedades “monocrônicas” –, ele observou que as pessoas tendem a enfatizar prazos e a realizar tarefas de forma sequencial, completando uma antes de iniciar outra. Já na América Latina, na África e no Oriente Médio – que ele classificou como sociedades “policrônicas” –, percebeu que as pessoas se sentem mais à vontade em mudar de foco no meio de uma tarefa e são menos rígidas com horários.

    Estudos mostram que as pessoas são mais criativas, motivadas e produtivas quando trabalham em seu estilo preferido – quer alternando entre várias tarefas quer focando intensamente em uma só. Compreender sua própria relação com o tempo pode facilitar sua vida e ajudar a evitar conflitos com as pessoas ao seu redor.


(O Estado de S.Paulo, agosto de 2025. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a circunstância expressa pela palavra em destaque está corretamente apresentada.
Alternativas
Q3709043 Português
A estrutura e a formação das palavras no português são objeto central da Morfologia, que investiga os mecanismos de criação lexical em diferentes contextos. Entre os processos mais produtivos estão a derivação, a composição e o hibridismo, que explicam a origem de vocábulos em situações históricas e contemporâneas.

Considerando os exemplos a seguir, identifique a alternativa que apresenta classificação INCORRETA do processo de formação.
Alternativas
Q3708050 Português

Para a questão, considere o texto da ilustração a seguir:



(Disponível em: https://revistaconexaoliteratura.com.br) 

Sobre o uso verbal nesse enunciado, assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q3708044 Português

Para a questão, contemple a frase: “A ideia de humanidade precisa ser revista, porque ela não é tão humana assim.”


(KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.)

Com base na análise morfológica, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3707270 Português
Assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, as classes gramaticais das palavras sublinhadas nos versos a seguir:

Porque ensinar/ é regar a semente sem/ afogar a flor.
Alternativas
Q3707266 Português
Para responder a questão, utilize o texto abaixo:


Professor, qual é o plural correto de ALUGUEL? ALUGUÉIS ou ALUGUERES?


Rafael S. - Curitiba


Prezado Rafael: o substantivo aluguel forma o plural esperado para os vocábulos que têm essa terminação: pastel, pastéis; papel, papéis; aluguel, aluguéis. Acontece que podemos usar também a forma clássica aluguer, que é a preferida no Português Europeu; aqui no Brasil, muitos advogados o fazem, ou porque são lusófilos, ou porque isso lhes dá a esperança de aparentar a erudição que não têm. Nesse caso, o plural é obviamente alugueres (como mulher, mulheres; clister, clisteres). A escolha é livre; o importante é não misturar uma forma com a outra: ou aluguel, aluguéis, ou aluguer, alugueres. Abraço. Moreno.


Fonte: https://sualingua.com.br/alugueis-ou-alugueres/
Qual das palavras abaixo NÃO apresenta o plural formado com a mesma terminação de "aluguer"? 
Alternativas
Q3705863 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

Pescadores

    Domingo pede cachimbo, todo domingo aquele esquema: praia, bar, soneca, futebol, jantar em restaurante. Acaba em chatura. Os quatro jovens executivos sonhavam com um programa diferente.

    – Se a gente desse uma de pescador?

    – Falou.

    Muniram-se do necessário, desde o caniço até o sanduíche incrementado, e saíram rumo à praia mais deserta, mais piscosa, mais sensacional.

    Lá estavam felizes da vida, à espera de peixe. Mas os peixes, talvez por ser domingo, e todos os domingos serem iguais, também tinham variado de programa – e não se deixavam fisgar.

    – Tem importância não. Daqui a pouco aparecem. De qualquer modo, estamos curtindo.

    – É. Peixe não vinha.

(Carlos Drummond de Andrade, 70 historinhas, 2016)
Quatro jovens executivos aspiravam _____ um programa diferente. Proveram-se _____ essencial e foram _____ uma praia, ansiosos _____ peixes que demoravam _____ ser fisgados.

Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas da frase devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Alternativas
Q3705764 Português
Qual a conjugação correta do verbo “conhecer” no pretérito imperfeito do indicativo para a segunda pessoa do singular?
Alternativas
Q3705762 Português
Em relação à fonologia e à ortografia, analise as assertivas abaixo:

I. A palavra “essepcional” está grafada corretamente.
II. A palavra “exceder” tem o mesmo número de letras e fonemas.
III. A palavra “grandemente” é formada por derivação com sufixo adverbial.

Quais estão corretas? 
Alternativas
Q3705563 Português


(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/cerebros-de-bebes-reconhecem-linguas-estrangeiras-queouviram-antes-do-nascimento/– texto adaptado especialmente para esta prova). 

Considerando o trecho “A equipe liderada por Anne Gallagher, professora de neuropsicologia, recrutou 60 mulheres de língua francesa com gestações sem complicações”, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Respostas
2481: C
2482: C
2483: B
2484: A
2485: E
2486: A
2487: C
2488: A
2489: B
2490: A
2491: A
2492: C
2493: D
2494: E
2495: A
2496: E
2497: E
2498: E
2499: B
2500: E