Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia em português

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Q3747321 Português

Brasil lidera a desinformação antivacina na América Latina, aponta estudo


Desinformações sobre vacinas cresceram mais de 600 vezes durante a pandemia, segundo o levantamento.

O Brasil concentra 40% de todo o conteúdo antivacina do continente latino-americano . É o que aponta o estudo "Anti-vaccine Disinformation in Latin America and the Caribbean" (Desinformação antivacina na América Latina e no Caribe), que mapeou, pela primeira vez, 81 milhões de mensagens publicadas em 1.785 comunidades de teorias da conspiração no Telegram, distribuídas por 18 países, entre 2016 e 2025. O levantamento é coordenado por pesquisadores da Fundação Getúlio Vargas (FGV). 

O estudo identificou 175 supostos danos atribuídos às vacinas e 80 falsos "antídotos" vendidos como "detox" para neutralizar seus efeitos. Segundo alerta dos pesquisadores, a desinformação se consolidou como mercado lucrativo e ameaça à saúde pública.

"A desinformação não é acaso, é um projeto daqueles que lucram com isso. Ela se organiza, se financia e se adapta porque há interesses por trás. O que o estudo mostra é que o antivacinismo virou um sistema de medo e lucro que mina a confiança social e fragiliza políticas públicas de saúde", explica Ergon Cugler, pesquisador do DesinfoPop/FGV e coordenador do estudo. [...]

"O Brasil virou o epicentro latino-americano da desinformação antivacina. Isso não acontece por acaso: temos um ambiente digital que ainda engatinha no debate da regulação, plataformas que lucram com o engajamento do medo e desafios estruturais que permitem que o discurso conspiratório floresça", diz Ergon Cugler.

[...]

A pesquisa mapeou os 175 principais supostos danos causados pelas vacinas, divulgados nos grupos de desinformação. As alegações falsas mais comuns vão de morte súbita e alteração do DNA a envenenamento e câncer, seguidas por boatos sobre coágulos, infertilidade e problemas cardíacos.

[...] O estudo também identificou 80 falsos antídotos para supostamente "desfazer" vacinas. Os mais difundidos são o aterramento − ficar descalço no solo − (2,2%), que afirma "limpar energias do corpo"; o dióxido de cloro (1,5%), vendido como "solução milagrosa mineral" mas altamente tóxico; e produtos como alho, ivermectina e zeólita. [...] 

"O antivacinismo é mais do que um discurso: é um mercado que transforma pânico em produto. Enfrentar isso exige ação coordenada entre governo, imprensa, plataformas e sociedade. Combater a desinformação é uma questão de soberania informacional e de saúde pública", conclui Ergon Cugler.


(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/brasil-lidera-a-desinformacao-antivacina/. Acesso em: 20 out. 2025. Adaptado.) 

Analise as sentenças a seguir:



I. A palavra "latino-americano" é composta por justaposição e o hífen está adequadamente empregado porque o primeiro termo está representado por um substantivo.


II. São formadas por derivação parassintética, ou seja, há o acréscimo simultâneo de um prefixo e um sufixo ao radical da forma primitiva, as palavras "antivacinismo", "envenenamento" e "infertilidade".


III. As palavras "epicentro", "antivacina" e "altamente" são formadas pelo mesmo processo, o de derivação prefixal.



É correto o que se afirma e

Alternativas
Q3747198 Português
O termo “Folclore” (Folklore), cunhado por William John Thoms em 1846, é um neologismo que combina duas palavras do inglês antigo.
Qual alternativa apresenta a tradução etimológica mais precisa para o termo? 
Alternativas
Q3746658 Português
TEXTO 2


A flor e a náusea


Preso à minha classe e a algumas roupas,
vou de branco pela rua cinzenta.
Melancolias, mercadorias espreitam-me.
Devo seguir até o enjoo?
Posso, sem armas, revoltar-me?


Olhos sujos no relógio da torre:
Não, o tempo não chegou de completa justiça.
O tempo é ainda de fezes, maus poemas, alucinações
e espera.
O tempo pobre, o poeta pobre
fundem-se no mesmo impasse.


Em vão me tento explicar, os muros são surdos.
Sob a pele das palavras há cifras e códigos.
O sol consola os doentes e não os renova.
As coisas. Que tristes são as coisas, consideradas
sem ênfase.


Vomitar esse tédio sobre a cidade.
Quarenta anos e nenhum problema
resolvido, sequer colocado.
Nenhuma carta escrita nem recebida.
Todos os homens voltam para casa.


Estão menos livres mas levam jornais
e soletram o mundo, sabendo que o perdem.


Crimes da terra, como perdoá-los?
Tomei parte em muitos, outros escondi.
Alguns achei belos, foram publicados.
Crimes suaves, que ajudam a viver.

Ração diária de erro, distribuída em casa.
Os ferozes padeiros do mal.
Os ferozes leiteiros do mal.


Pôr fogo em tudo, inclusive em mim.
Ao menino de 1918 chamavam anarquista.


Porém meu ódio é o melhor de mim.
Com ele me salvo
e dou a poucos uma esperança mínima.


Uma flor nasceu na rua!
Passem de longe, bondes, ônibus, rio de aço do
tráfego.
Uma flor ainda desbotada
ilude a polícia, rompe o asfalto.
Façam completo silêncio, paralisem os negócios,
garanto que uma flor nasceu.


Sua cor não se percebe.
Suas pétalas não se abrem.
Seu nome não está nos livros.
É feia. Mas é realmente uma flor.


Sento-me no chão da capital do país às cinco horas
da tarde
e lentamente passo a mão nessa forma insegura.
Do lado das montanhas, nuvens maciças avolumam-se.
Pequenos pontos brancos movem-se no mar,
galinhas em pânico.
É feia. Mas é uma flor. Furou o asfalto, o tédio, o
nojo e o ódio.


Carlos Drummond de Andrade. A rosa do povo. 1a ed. — São
Paulo: Companhia das Letras, 2012.

Em “os ferozes padeiros do mal”, a palavra “ferozes” exerce função de: 
Alternativas
Q3746485 Português
A concordância do adjetivo com o substantivo constitui um dos aspectos mais relevantes da sintaxe nominal. O adjetivo pode referir-se a um ou mais substantivos, variando de acordo com o gênero e o número desses termos. Analise as afirmativas abaixo e identifique, com base nas regras da gramática normativa, quais apresentam concordância correta entre o adjetivo e o(s) substantivo(s) a que se refere.

I.A diretora e a secretária estavam satisfeita com o resultado.
II.O aluno e a aluna estavam atentos à explicação.
III.O poeta e o músico brasileira foram homenageados.
IV.O gerente e o supervisor responsável ausentaram-se da reunião.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3746483 Português
Analise as afirmativas abaixo acerca dos substantivos coletivos e identifique a opção correta.

I."Arquipélago" é o coletivo de ilhas, assim como "alcateia" é o coletivo de lobos.
II."Cardume" designa um conjunto de pássaros, sendo, portanto, coletivo de aves marinhas.
III."Enxame" é o coletivo que se aplica tanto a abelhas quanto a mosquitos.
IV."Elenco" é o coletivo de atores, enquanto "rebanho" se refere a animais de grande porte, como bois e carneiros.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3746445 Português
Os substantivos coletivos são aqueles que designam um conjunto de seres da mesma espécie, desempenhando função importante na precisão vocabular e na economia linguística. Considerando essa definição, assinale a alternativa em que há o emprego de um substantivo coletivo:
Alternativas
Q3746001 Português
A formação de palavras consiste no conjunto de processos pelos quais novas palavras surgem em um idioma. Entre esses processos estão a derivação, a composição, a criação de neologismos e outras formas de inovação lexical.
Com base nos conhecimentos sobre esses processos, marque com (V) as afirmativas verdadeiras ou com (F) as falsas.

(__)Os vocábulos 'agorinha' e 'melado' são formados pelo mesmo processo de formação de palavras.
(__)Os vocábulos 'envilecer' e 'ajoelhar' são constituídos por meio do mesmo processo de formação lexical, conhecido como parassíntese. Trata-se de um mecanismo pelo qual uma palavra é criada simultaneamente por derivação prefixal e sufixal, de modo que a adição isolada do prefixo ou do sufixo não gera uma unidade lexical válida.
(__)Os vocábulos 'esvaziar', 'abdicar' e 'consumismo' são formados por derivação parassintética, derivação por sufixação e palavra primitiva, respectivamente.
(__)Nos vocábulos 'ladrante' e 'gigante', é possível observar a presença de sufixos que desempenham função derivacional, contribuindo para a formação de novos significados a partir de radicais preexistentes, caracterizando, assim, um processo morfológico de ampliação lexical.
(__)Os vocábulos 'recebo', 'procuro' e 'vivo' apresentam estrutura morfológica composta exclusivamente pelo radical e pela desinência número pessoal, não incorporando outros elementos formativos.

A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3745707 Português

A criada



    Seu nome era Eremita. Tinha dezenove anos. Rosto confiante, algumas espinhas. Onde estava a sua beleza? Havia beleza nesse corpo que não era feio nem bonito, nesse rosto onde uma doçura ansiosa de doçuras maiores era o sinal da vida.

    Beleza, não sei. Possivelmente não havia, se bem que os traços indecisos atraíssem como água atrai. Havia, sim, substância viva, unhas, carnes, dentes, mistura de resistências e fraquezas, constituindo vaga presença que se concretizava porém imediatamente numa cabeça interrogativa e já prestimosa, mal se pronunciava um nome: Eremita. Os olhos castanhos eram intraduzíveis, sem correspondência com o conjunto do rosto. Tão independentes como se fossem plantados na carne de um braço, e de lá nos olhassem – abertos, úmidos. Ela toda era de uma doçura próxima a lágrimas.

    Às vezes respondia com má-criação de criada mesmo. Desde pequena fora assim, explicou. Sem que isso viesse de seu caráter. Pois não havia no seu espírito nenhum endurecimento, nenhuma lei perceptível. “Eu tive medo”, dizia com naturalidade. “Me deu uma fome”, dizia, e era sempre incontestável o que dizia, não se sabe por quê. “Ele me respeita muito”, dizia do noivo e, apesar da expressão emprestada e convencional, a pessoa que ouvia entrava num mundo delicado de bichos e aves, onde todos se respeitam. “Eu tenho vergonha”, dizia, e sorria enredada nas próprias sombras. Se a fome era de pão – que ela comia depressa como se pudessem tirá-lo – o medo era de trovoadas, a vergonha era de falar. Ela era gentil, honesta. “Deus me livre, não é?”, dizia ausente.

    Porque tinha suas ausências. O rosto se perdia numa tristeza impessoal e sem rugas. Uma tristeza mais antiga que o seu espírito. Os olhos paravam vazios; diria mesmo um pouco ásperos. A pessoa que estivesse a seu lado sofria e nada podia fazer. Só esperar.

    Pois ela estava entregue a alguma coisa, a misteriosa infante. Ninguém ousaria tocá-la nesse momento.

    Esperava-se um pouco grave, de coração apertado, velando-a. Nada se poderia fazer por ela senão desejar que o perigo passasse. Até que num movimento sem pressa, quase um suspiro, ela acordava como um cabrito recém-nascido se ergue sobre as pernas. Voltara de seu repouso na tristeza.

    Voltava, não se pode dizer mais rica, porém mais garantida depois de ter bebido em não se sabe que fonte. O que se sabe é que a fonte devia ser antiga e pura. Sim, havia profundeza nela. Mas ninguém encontraria nada se descesse nas suas profundezas – senão a própria profundeza, como na escuridão se acha a escuridão. É possível que, se alguém prosseguisse mais, encontrasse, depois de andar léguas nas trevas, um indício de caminho, guiado talvez por um bater de asas, por algum rastro de bicho. E – de repente – a floresta.

    Ah, então devia ser esse o seu mistério: ela descobrira um atalho para a floresta. Decerto nas suas ausências era para lá que ia. Regressando com os olhos cheios de brandura e ignorância, olhos completos. Ignorância tão vasta que nela caberia e se perderia toda a sabedoria do mundo.

    Assim era Eremita. Que se subisse à tona com tudo o que encontrara na floresta seria queimada em fogueira. Mas o que vira – em que raízes mordera, com que espinhos sangrara, em que águas banhara os pés, que escuridão de ouro fora a luz que a envolvera – tudo isso ela não contava porque ignorava: fora percebido num só olhar, rápido demais para não ser senão um mistério.

    Assim, quando emergia, era uma criada. A quem chamavam constantemente da escuridão de seu atalho para funções menores, para lavar roupa, enxugar o chão, servir a uns e outros.

    Mas serviria mesmo? Pois se alguém prestasse atenção veria que ela lavava roupa – ao sol; que enxugava o chão – molhado pela chuva; que estendia lençóis – ao vento. Ela se arranjava para servir muito mais remotamente, e a outros deuses. Sempre com a inteireza de espírito que trouxera da floresta. Sem um pensamento: apenas corpo se movimentando calmo, rosto pleno de uma suave esperança que ninguém dá e ninguém tira.

    A única marca do perigo por que passara era o seu modo fugitivo de comer pão. No resto era serena.

    Mesmo quando tirava o dinheiro que a patroa esquecera sobre a mesa, mesmo quando levava para o noivo em embrulho discreto alguns gêneros da despensa. A roubar de leve ela também aprendera nas suas florestas.



(LISPECTOR, Clarice. Todos os contos. 1ª Edição. Editora Rocco. 2016.)

Tendo como base as estruturas e os sentidos do texto, assinale a afirmativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3745662 Português
Exercício físico ajuda a prevenir demência 

    Com o envelhecimento populacional, os casos de demência têm aumentado no mundo todo. Uma das medidas recomendadas nesse sentido é o exercício físico, que não só reduz os riscos de desenvolver demência, como também é um aliado no tratamento de pacientes já diagnosticados. 
    “O exercício físico é uma explosão de coisas boas para o organismo. O nosso corpo não foi feito para ficar parado, ele foi feito para se movimentar. Musculatura é independência, não só física. Mas é independência para o idoso. Os idosos hoje têm mais medo de ficar dependentes do que de morrer, por exemplo. Dentro desse contexto, o exercício é a chave da independência desses pacientes”, afirma o dr. Charlys Barbosa, geriatra membro da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
    O exercício físico ajuda no controle da hipertensão, do diabetes e do colesterol alto, que são fatores de risco não apenas para doenças cardiovasculares, mas também para doenças degenerativas, como o Alzheimer.
    Se manter ativo é fundamental, mas o especialista destaca que é preciso saber diferenciar ser ativo de praticar exercício físico. “Ser ativo é você estar aqui no congresso e optar pela escada ao invés do elevador. Ser ativo é você resolver dar uma arrumação na casa e mudar as coisas de lugar, fazer algum serviço doméstico. Ser ativo é ir andar no shopping, olhando as lojas. É passear numa praça. Passear é ser ativo. Agora, sair de casa para fazer uma caminhada de 30, 40, 50 minutos todos os dias, sentir o coração bater mais forte, isso é exercício. Ir para academia, isso é exercício”. 

Fonte: Portal Drauzio Varella. Adaptado.
As palavras sublinhadas ao longo do texto (“populacional”, “nosso”, “independência” e “físico”), no contexto em que aparecem, são classificadas, respectivamente, em: 
Alternativas
Q3745523 Português

Texto: Cientistas criam modelo de IA para prever doenças


Profissionais são de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça


    Cientistas anunciaram, nesta quarta-feira (17), que criaram um modelo de inteligência artificial capaz de prever diagnósticos médicos com anos de antecedência, com base na mesma tecnologia do ChatGPT da OpenAI.

    Partindo do histórico do paciente, a IA Delphi-2M “prevê a prevalência de mais de mil doenças” com anos de antecedência, de acordo com um estudo publicado pela revista Nature.

    Os cientistas, provenientes de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça, recorreram aos antecedentes médicos de cerca de meio milhão de pacientes do banco de dados biomédico UK Biobank. Para processar todos esses dados, utilizaram uma tecnologia semelhante à do ChatGPT, um modelo de linguagem baseado inicialmente em conteúdos textuais.

    Compreender uma sequência de diagnósticos médicos equivale a “aprender a gramática de um texto”, explicou Moritz Gerstung, especialista em IA do Centro Alemão de Pesquisa do Câncer, à imprensa.

    Graças ao seu treinamento, Delphi-2M “aprende a detectar padrões nos dados de saúde antes dos diagnósticos, e em quais combinações e sucessões eles ocorrem”, acrescentou Gerstung, o que permite “previsões muito significativas e relevantes para a saúde”.

    O especialista apresentou diagramas que sugerem que a IA poderia identificar pessoas com um risco maior ou menor de sofrer um ataque cardíaco do que fatores como idade ou outros dados poderiam prever.

    As capacidades da Delphi-2M foram testadas a partir de dados de saúde de quase dois milhões de pessoas na Dinamarca.

    No futuro, modelos como este poderiam ajudar a “orientar o monitoramento e, possivelmente, levar a intervenções clínicas mais precoces” na medida preventiva, afirmou Gerstung.

    As equipes de pesquisa indicaram, no entanto, que este modelo de IA deveria passar por mais testes e que ainda não estava pronto para uso.

    Em maior escala, essas ferramentas poderiam ajudar a “otimizar os recursos em um sistema de saúde sob pressão”, garantiu Tom Fitzgerald, do Laboratório Europeu de Biologia Molecular e coautor do estudo.

    Em muitos países já se utilizam dispositivos informáticos para prever o risco de doenças, como o programa QRISK3, que médicos britânicos utilizam para avaliar o risco de sofrer um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral. 

    Mas a Delphi-2M “pode lidar com todas as doenças ao mesmo tempo e por um longo período”, indicou outro autor do texto, Ewan Birney.

    Para Gustavo Sudre, professor no King's College de Londres especializado em IA médica, este avanço “parece ser um passo significativo em direção a uma forma de modelagem preditiva na medicina que seja escalável, interpretável e, o mais importante, eticamente responsável”.



Fonte: https://odia.ig.com.br/mundo-eciencia/2025/09/7130839-cientistas-criam-modelo-deia-para-prever-doencas.html. Acesso em 17/09/2025  

Nas palavras ESCALÁVEL e INTERPRETÁVEL, o elemento em destaque serve para indicar a formação de adjetivos derivados de verbos (escalar > escalável; interpretar > interpretável).

Esse elemento é denominado: 

Alternativas
Q3745519 Português

Texto: Cientistas criam modelo de IA para prever doenças


Profissionais são de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça


    Cientistas anunciaram, nesta quarta-feira (17), que criaram um modelo de inteligência artificial capaz de prever diagnósticos médicos com anos de antecedência, com base na mesma tecnologia do ChatGPT da OpenAI.

    Partindo do histórico do paciente, a IA Delphi-2M “prevê a prevalência de mais de mil doenças” com anos de antecedência, de acordo com um estudo publicado pela revista Nature.

    Os cientistas, provenientes de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça, recorreram aos antecedentes médicos de cerca de meio milhão de pacientes do banco de dados biomédico UK Biobank. Para processar todos esses dados, utilizaram uma tecnologia semelhante à do ChatGPT, um modelo de linguagem baseado inicialmente em conteúdos textuais.

    Compreender uma sequência de diagnósticos médicos equivale a “aprender a gramática de um texto”, explicou Moritz Gerstung, especialista em IA do Centro Alemão de Pesquisa do Câncer, à imprensa.

    Graças ao seu treinamento, Delphi-2M “aprende a detectar padrões nos dados de saúde antes dos diagnósticos, e em quais combinações e sucessões eles ocorrem”, acrescentou Gerstung, o que permite “previsões muito significativas e relevantes para a saúde”.

    O especialista apresentou diagramas que sugerem que a IA poderia identificar pessoas com um risco maior ou menor de sofrer um ataque cardíaco do que fatores como idade ou outros dados poderiam prever.

    As capacidades da Delphi-2M foram testadas a partir de dados de saúde de quase dois milhões de pessoas na Dinamarca.

    No futuro, modelos como este poderiam ajudar a “orientar o monitoramento e, possivelmente, levar a intervenções clínicas mais precoces” na medida preventiva, afirmou Gerstung.

    As equipes de pesquisa indicaram, no entanto, que este modelo de IA deveria passar por mais testes e que ainda não estava pronto para uso.

    Em maior escala, essas ferramentas poderiam ajudar a “otimizar os recursos em um sistema de saúde sob pressão”, garantiu Tom Fitzgerald, do Laboratório Europeu de Biologia Molecular e coautor do estudo.

    Em muitos países já se utilizam dispositivos informáticos para prever o risco de doenças, como o programa QRISK3, que médicos britânicos utilizam para avaliar o risco de sofrer um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral. 

    Mas a Delphi-2M “pode lidar com todas as doenças ao mesmo tempo e por um longo período”, indicou outro autor do texto, Ewan Birney.

    Para Gustavo Sudre, professor no King's College de Londres especializado em IA médica, este avanço “parece ser um passo significativo em direção a uma forma de modelagem preditiva na medicina que seja escalável, interpretável e, o mais importante, eticamente responsável”.



Fonte: https://odia.ig.com.br/mundo-eciencia/2025/09/7130839-cientistas-criam-modelo-deia-para-prever-doencas.html. Acesso em 17/09/2025  

O especialista apresentou diagramas que sugerem que a IA poderia identificar pessoas com um risco maior ou menor de sofrer um ataque cardíaco do que fatores como idade ou outros dados poderiam prever. (6º parágrafo). Nesse trecho, as palavras em destaque podem ser classificadas, respectivamente, como:
Alternativas
Q3745516 Português

Texto: Cientistas criam modelo de IA para prever doenças


Profissionais são de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça


    Cientistas anunciaram, nesta quarta-feira (17), que criaram um modelo de inteligência artificial capaz de prever diagnósticos médicos com anos de antecedência, com base na mesma tecnologia do ChatGPT da OpenAI.

    Partindo do histórico do paciente, a IA Delphi-2M “prevê a prevalência de mais de mil doenças” com anos de antecedência, de acordo com um estudo publicado pela revista Nature.

    Os cientistas, provenientes de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça, recorreram aos antecedentes médicos de cerca de meio milhão de pacientes do banco de dados biomédico UK Biobank. Para processar todos esses dados, utilizaram uma tecnologia semelhante à do ChatGPT, um modelo de linguagem baseado inicialmente em conteúdos textuais.

    Compreender uma sequência de diagnósticos médicos equivale a “aprender a gramática de um texto”, explicou Moritz Gerstung, especialista em IA do Centro Alemão de Pesquisa do Câncer, à imprensa.

    Graças ao seu treinamento, Delphi-2M “aprende a detectar padrões nos dados de saúde antes dos diagnósticos, e em quais combinações e sucessões eles ocorrem”, acrescentou Gerstung, o que permite “previsões muito significativas e relevantes para a saúde”.

    O especialista apresentou diagramas que sugerem que a IA poderia identificar pessoas com um risco maior ou menor de sofrer um ataque cardíaco do que fatores como idade ou outros dados poderiam prever.

    As capacidades da Delphi-2M foram testadas a partir de dados de saúde de quase dois milhões de pessoas na Dinamarca.

    No futuro, modelos como este poderiam ajudar a “orientar o monitoramento e, possivelmente, levar a intervenções clínicas mais precoces” na medida preventiva, afirmou Gerstung.

    As equipes de pesquisa indicaram, no entanto, que este modelo de IA deveria passar por mais testes e que ainda não estava pronto para uso.

    Em maior escala, essas ferramentas poderiam ajudar a “otimizar os recursos em um sistema de saúde sob pressão”, garantiu Tom Fitzgerald, do Laboratório Europeu de Biologia Molecular e coautor do estudo.

    Em muitos países já se utilizam dispositivos informáticos para prever o risco de doenças, como o programa QRISK3, que médicos britânicos utilizam para avaliar o risco de sofrer um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral. 

    Mas a Delphi-2M “pode lidar com todas as doenças ao mesmo tempo e por um longo período”, indicou outro autor do texto, Ewan Birney.

    Para Gustavo Sudre, professor no King's College de Londres especializado em IA médica, este avanço “parece ser um passo significativo em direção a uma forma de modelagem preditiva na medicina que seja escalável, interpretável e, o mais importante, eticamente responsável”.



Fonte: https://odia.ig.com.br/mundo-eciencia/2025/09/7130839-cientistas-criam-modelo-deia-para-prever-doencas.html. Acesso em 17/09/2025  

No título do texto (Cientistas criam modelo de IA para prever doenças), a forma verbal em destaque está flexionada no:
Alternativas
Q3745003 Português

Considere a situação hipotética abaixo apresentada e leia o Texto II para responder à questão.


Situação hipotética: a gestora de uma escola municipal solicita ao servidor lotado na secretaria o envio de um e-mail convidando todos os professores da instituição para uma reunião. O servidor redigiu o texto II, abaixo apresentado. 


Texto II


Assinale a assertiva CORRETA acerca das relações morfológicas e sintáticas observadas no fragmento: “A Direção da Escola municipal Fernando Pessoa convida todos os professor para uma reunião que vai acontecer no dia 05 de março de 2026”.
Alternativas
Q3745001 Português

Considere a situação hipotética abaixo apresentada e leia o Texto II para responder à questão.


Situação hipotética: a gestora de uma escola municipal solicita ao servidor lotado na secretaria o envio de um e-mail convidando todos os professores da instituição para uma reunião. O servidor redigiu o texto II, abaixo apresentado. 


Texto II


Analise as afirmações que seguem acerca do fragmento: “Na ocasião será discutido o planejamento das atividades do segundo semestre letivo, organização do calendário e as metas que foi estabelecido no último trimestre”.

I- Deverá ser inserido o artigo definido “a” antes de “organização” para estabelecer paralelismo sintático com “o planejamento” e “as metas”.
II-  O verbo “foi” deverá ser flexionado no plural para concordar com “metas”.
III- O termo “estabelecido” deverá permanecer no masculino singular para garantir a correção linguística.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3744347 Português
"Vamo pro sítio! Vamo pro sítio!"


Não estou sonhando quando escuto a mamãe entrar no quarto cantando aquela frasezinha. Em poucos segundos, meu corpo desperta numa explosão de euforia. Aquelas palavras significam que o final de semana promete ser maravilhoso: em breve, estarei indo para o sítio dos meus avós.

Malas prontas, brinquedos separados e o carro já na estrada. Entre risadas e brigas com meu irmão, seguimos viagem. Quando o rastro de poeira surge na estrada vermelha e o som do Bon Jovi ecoa, sei que chegamos.

A casa está igual: a rede no mesmo lugar, o cheiro de frango na cozinha, o pé de manga crescendo. Tudo parece normal, mas há uma estranha sensação de vazio. Cadê a missa na televisão, o terço da vovó, o barulho do chinelo arrastando e as risadas vindas do fogão? Tudo sumiu.

Percebo que o mundo inteiro estava ali — entre o cheiro de frango e o som da missa. Nunca imaginei pisar ali pela última vez. Acho que é hora de aceitar que precisamos encontrar outras receitas, outros caminhos e outras brincadeiras.


Texto Adaptado


AFFONSO, Renan. Vamo pro sítio! Vamo pro sítio! In: UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Livros Abertos USP: coletânea de textos literários contemporâneos. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2022. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 691/1544/6178 . Acesso em: 4 nov. 2025.
No trecho "Tudo parece normal, mas há uma estranha sensação de vazio", o autor usa o verbo "há" para expressar que existe algo naquele momento: uma sensação. Esse uso do verbo "haver" é bastante comum em textos e exige um cuidado especial com a concordância verbal. Com base nisso, assinale a alternativa que apresenta a explicação correta sobre o uso do verbo "haver" nesse trecho.
Alternativas
Q3744299 Português
A última vez em que não tive escolha


Minha mãe repete com uma certa frequência que eu vou ser pra sempre o bebê dela — sem se preocupar com a veracidade dessa promessa simbólica. Eu costumava responder relutante: "Já sou bem grandinha", numa tolice clássica. Até me encantava com o Peter Pan, mas me sentia muito diferente dele — não via a hora de crescer!

Afinal, "não posso ficar nessa casa!". Eu reclamava como qualquer pré-adolescente. E de fato, não podia mesmo: nem bem eu queria, não podia pintar o cabelo, não podia ouvir música alta. Ah, que tortura, a lição de obediência...

Foi quando decidi pela desobediência. Uma decisão incomum para a filha que nunca deu trabalho. Por quase dois anos, menti dezenas de vezes para os meus pais, coitados.

A rebeldia não durou muito, mas atendeu — e concordou um pouco — com a raiz daquelas atitudes duvidosas: não era rebeldia sem motivo. Era apenas a incerteza de acreditar que crescer seria o fim dos meus problemas.

Os adultos me fizeram compreender melhor as desvantagens da vida adulta. Recentemente, estava em alta nas redes sociais por zombarem da CLT. Me parecia uma tendência elitista e cínica dos trabalhadores, mas que expressava inconsciente a percepção de que jornadas exaustivas e um salário mínimo não valem o esforço.

No auge dos meus 14 anos, não pensava nisso. Não acreditava em fardas, mas em uma liberdade ilusória. Mal podia imaginar que a vida nos oferece um número limitado de escolhas, e que até elas podem se tornar prisões. Hoje, peço humildemente: "Mãe, você pode me dizer o que fazer?". E a sua resposta letal é: "A escolha é sua".



KELLY, Sarah. A última vez em que não tive escolha. In: UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Livros Abertos USP: coletânea de textos literários contemporâneos. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2022. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 691/1544/6178 . Acesso em: 4 nov. 2025.
Considerando os processos de formação de palavras e os critérios morfossintáticos e semânticos da Gramática Tradicional, a palavra "escolha" presente no título "A última vez em que não tive escolha":
Alternativas
Q3744224 Português

Texto 2: Ensinar ou Mediar a Leitura Literária?


    Aparentemente, enquanto parte da formação do leitor na escola, as concepções de mediação da leitura literária e professor mediador encontram correspondência em conhecidas recomendações de estudiosos que trabalham com o ensino da literatura e letramento literário. Em primeiro lugar, a autonomia do leitor frente ao texto literário, tal como coloca Graça Paulino (2005, p. 63) ao dizer que “a leitura literária deve ser processada com mais autonomia tendo os estudantes direito de seguir suas próprias vias de produção de sentidos, sem que estes deixem, por isso, de ser sociais”. Depois, a necessidade de o professor ser um leitor de literatura, como bem coloca Ana Maria Ribeiro Filipouski (2005, p. 224): “Para [a leitura literária] ser desenvolvida na escola, é fundamental que os professores tenham construído previamente seu repertório de leitura literária, isto é, que sejam leitores de literatura”.

    Também se argumenta que a formação do leitor é o objetivo maior do ensino da literatura, como faz Jacinto Prado Coelho (1976, p. 58): “No meu entender, tanto no liceu como nas faculdades de letras às disciplinas literárias compete uma função mais formativa do que informativa; devem, acima de tudo, ensinar a ler e despertar nos alunos a fome da leitura”. Isso sem esquecer o encontro primeiro e essencial do aluno com a obra – “é fundamental que se coloque como centro das práticas literárias na escola a leitura efetiva dos textos, e não as informações das disciplinas que ajudam a construir essas leituras” (COSSON, 2006, p. 23).

    E há também um certo colocar-se em segundo plano por parte do professor, como aconselhava Lígia Chiappini Leite (1983, p. 113) ao dizer que: “Nosso papel é muito simples e, ao mesmo tempo, porque estamos professoralmente viciados, muito difícil”. Ou seja, é um papel que “requer algo bastante sutil: uma presença meio ausente, e, no entanto, atuante; um apagar-se da figura do mestre que, muito embora, conduz o jogo; uma condução que se deixa conduzir”. Em síntese, como concluem Maria da Glória Bordini e Vera Aguiar (1988, p. 17):     “Para que a escola possa produzir um ensino eficaz da leitura da obra literária, deve cumprir certos requisitos como: dispor de uma biblioteca bem aparelhada, na área da literatura, com bibliotecários que promovam o livro literário, professores leitores com boa fundamentação teórica e metodológica, programas de ensino que valorizem a literatura e, sobretudo, uma interação democrática e simétrica entre alunado e professor.”

    Todavia, ainda que possa ser saudada como a efetivação de antigas demandas dos estudiosos da área de letramento literário, essa mediação da leitura literária parece recusar à escola a razão de sua existência, que é ser instituição de ensino, além de simplificar, para não dizer anular, a função de ensinar tradicionalmente dada ao professor. Frente a esse cenário, qual o lugar do professor em relação ao texto literário? Ensinar ou mediar a leitura literária?

    Para responder a essa pergunta, precisamos desfazer e ir além da dicotomia que ela anuncia. Dessa forma, devemos, em primeiro lugar, recusar a polarização entre duas imagens de professor que pouco condiz com a realidade da prática da leitura literária na escola: a de um “professor escultor” e a de um “professor jardineiro”. Em ambas as posições, obviamente tomadas em seus extremos, o professor perde aquilo que é essencial à sua atuação em sala de aula que é o diálogo formador e autoformativo em que se envolve com o aluno, argumentam Tunes, Tacca e Bartholo (2005). Mais que isso, para esses autores, “ao se examinar o conceito de mediação fica evidente sua complicação e incompletude para se compreender o papel do professor”. Para eles “ainda que seja possível admitir-se o professor como mediador do conhecimento para o aluno, isso não esgotaria sua função, nem daria conta do que lhe é primordial”.

    Daí que não se pode negar ao professor o lugar de conhecimento, planejamento e execução do ensinar que é próprio de sua atuação. Assim como não se pode advogar um ensino que ignore a condição de sujeito do aluno e o tipo de processo que é o ensinar e o aprender na sala de aula.



Adaptado de COSSON, Rildo. Prática da leitura literária na escola: mediação ou ensino? Nuances: estudos sobre educação, Presidente Prudente - SP, v. 26, nº 3, set./dez. 2015.

Considere o trecho a seguir para responder à questão.


“Nosso papel é muito simples e, ao mesmo tempo, porque estamos professoralmente viciados, muito difícil”. Ou seja, é um papel que “requer algo bastante sutil: uma presença meio ausente, e, no entanto, atuante; um apagar-se da figura do mestre que, muito embora, conduz o jogo; uma condução que se deixa conduzir”. (3º parágrafo)



A palavra sublinhada se classifica como adjetivo em: 

Alternativas
Q3744132 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Brasil lidera a desinformação antivacina na América Latina, aponta estudo


Desinformações sobre vacinas cresceram mais de 600 vezes durante a pandemia, segundo o levantamento.


O Brasil concentra 40% de todo o conteúdo antivacina do continente latino-americano. É o que aponta estudo "Anti-vaccine Disinformation in Latin America and the Caribbean" (Desinformação antivacina na América Latina e no Caribe), que mapeou, pela primeira vez, 81 milhões de mensagens publicadas em 1.785 comunidades de teorias da conspiração no Telegram, distribuídas por 18 países, entre 2016 e 2025. O levantamento é coordenado por pesquisadores da Fundação Getúlio Vargas (FGV).


O estudo identificou 175 supostos danos atribuídos às vacinas e 80 falsos "antídotos" vendidos como "detox" para neutralizar seus efeitos. Segundo alerta dos pesquisadores, a desinformação se consolidou como mercado lucrativo e ameaça à saúde pública.


"A desinformação não é acaso, é um projeto daqueles que lucram com isso. Ela se organiza, se financia e se adapta porque há interesses por trás. O que o estudo mostra é que o antivacinismo virou um sistema de medo e lucro que mina a confiança social e fragiliza políticas públicas de saúde", explica Ergon Cugler, pesquisador do DesinfoPop/FGV e coordenador do estudo. [...]


"O Brasil virou o epicentro latino-americano da desinformação antivacina. Isso não acontece por acaso: temos um ambiente digital que ainda engatinha no debate da regulação, plataformas que lucram com o engajamento do medo e desafios estruturais que permitem que o discurso conspiratório floresça", diz Ergon Cugler.


 [...]


A pesquisa mapeou os 175 principais supostos danos causados pelas vacinas, divulgados nos grupos de desinformação. As alegações falsas mais comuns vão de morte súbita e alteração do DNA a envenenamento e câncer, seguidas por boatos sobre coágulos, infertilidade e problemas cardíacos.


[...] O estudo também identificou 80 falsos antídotos para supostamente "desfazer" vacinas. Os mais difundidos são o aterramento − ficar descalço no solo − (2,2%), que afirma "limpar energias do corpo"; o dióxido de cloro (1,5%), vendido como "solução milagrosa mineral" mas altamente tóxico; e produtos como alho, ivermectina e zeólita. [...]


"O antivacinismo é mais do que um discurso: é um mercado que transforma pânico em produto. Enfrentar isso exige ação coordenada entre governo, imprensa, plataformas e sociedade. Combater a desinformação é uma questão de soberania informacional e de saúde pública", conclui Ergon Cugler.


(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/brasil-lidera-a-desinformacao-antivacina/. Acesso em: 20 out. 2025. Adaptado.)

Analise as sentenças a seguir:



I.A palavra "latino-americano" é composta por justaposição e o hífen está adequadamente empregado porque o primeiro termo está representado por um substantivo.


II.São formadas por derivação parassintética, ou seja, há o acréscimo simultâneo de um prefixo e um sufixo ao radical da forma primitiva, as palavras "antivacinismo", "envenenamento" e "infertilidade".


III.As palavras "epicentro", "antivacina" e "altamente" são formadas pelo mesmo processo, o de derivação prefixal.



É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3744012 Português
O plural correto de "vírus" é:
Alternativas
Q3744008 Português
A palavra "endemias" é:
Alternativas
Respostas
2361: C
2362: A
2363: C
2364: A
2365: D
2366: C
2367: C
2368: C
2369: A
2370: B
2371: D
2372: A
2373: E
2374: D
2375: D
2376: D
2377: A
2378: B
2379: A
2380: B