Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia em português

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Q106879 Português
Com base na organização do texto acima, julgue os itens seguintes.

A supressão da preposição em “em que” Imagem 026.jpg desrespeitaria as regras gramaticais, pois, por meio dela, se indica que o pronome “que” retoma “subjetividade” Imagem 027.jpg.
Alternativas
Q105655 Português
Imagem 003.jpg

Julgue os itens de 16 a 20, relativos aos elementos linguísticos
apresentados no texto.

O autor usou o hífen com efeitos distintos nos seguintes casos: em “conhecimentos-conteúdos-acumulados” (L.5-6), foi criado um vocábulo composto por três palavras, o que conota amontoado, acúmulo; já em “re-forma” (L.12), o hífen atribui ênfase ao sentido do prefixo “re-” aposto à forma verbal “forma”.
Alternativas
Q105473 Português
Atenção: As questões de números 9 a 11 referem-se ao texto abaixo.

                                                   O corvo e o jarro

Um pobre corvo, quase morto de sede, avistou de repente um jarro de água. Aliviado e muito alegre, voou velozmente para o jarro. Mas, embora o jarro contivesse água, o nível estava tão baixo que, por mais que o corvo se esforçasse, não havia meio de alcançá-la. O corvo, então, tentou virá- lo, na esperança de pelo menos beber um pouco da água derramada. Mas o jarro era pesado demais para ele. Por fim, correndo os olhos à volta, viu pedrinhas ali perto. Foi, então, pegando-as uma a uma e atirando-as dentro do jarro. Lentamente a água foi subindo até a borda, e finalmente pôde matar a sede. (Fábulas de Esopo, recontadas por Robert Mathias, Círculo do Livro, p. 46) 
... viu pedrinhas ali perto. (3° parágrafo)
A passagem para a voz passiva da frase acima resulta na seguinte forma verbal:
Alternativas
Q105139 Português
Estamos submersos no mundo da informação, alvejados
continuamente por notícias ou torpedos numa rede comunica-
cional em que se projeta a prevalência da mídia, que passou a
conformar nosso modo de ser. O virtual assume papel relevante
na realidade, pois as formas de conhecer e avaliar deixaram de
ser fruto da leitura e da reflexão para se alicerçarem unicamente
na informação rápida, no conhecimento por tiras, retirado das
comunicações que são enviadas em processo contínuo de
transmissão durante todo dia, compartilhadas por todos.
Dessa forma a assunção de convicções individuais, bem
como o silêncio e a solidão cederam passo a uma posição
passiva de recepção contínua e coletiva de comunicações, com
aceitação indiscutida da informação urgente trazida pelos
órgãos da imprensa. E o grande meio de informação ainda é a
televisão, em especial no Brasil, malgrado o crescimento da
internet. Mas o que é a televisão?
A televisão pode ser uma via autoritária, na medida em
que penetra nossa existência em todos os instantes, de manhã
até a noite. Não há mais horário para ver televisão, vê-se
televisão a todo tempo. Não se escolhe um programa de
televisão, liga-se a televisão, cuja mensagem é recebida
enquanto se conversa ou durante o jantar. Assim, a televisão é
uma imposição de modos de ser, de pensar, que vão sendo
introjetados imperceptivelmente. Os programas de baixo nível,
nada educativos e exploradores de anseios de sucesso
segundo o modelo dos "famosos", são fenômenos graves, pois
hoje não têm mais força os emissores simbólicos tradicionais: a
religião, a escola, o sindicato, a família. Concentra-se a capaci-
dade de transmissão simbólica nos meios de comunicação, com
fácil penetração dos estereótipos forjados pela mídia em campo
aberto, dada a desavisada recepção. Assim, o rádio e a
televisão têm um impacto extraordinário porque expressam
manifestações de cunho valorativo, mesmo no campo político, e
modelam a opinião pública.
Em grande parte dos países democráticos há formas de
controle da mídia, porém prevalece a autorregulação, tal como
no Canadá, na Austrália, na Inglaterra. A autorregulação, a meu
ver, cabe ser exercida por um ombudsman, dotado de indepen-
dência e inamovibilidade durante seu mandato, que deverá
pautar sua ação em código de conduta do órgão de imprensa, a
ser registrado em conselho constituído segundo lei federal.
Desse modo, conciliam-se o direito de liberdade de expressão e
o direito de preservação dos valores éticos e sociais da pessoa
e da família, como expressa nossa Constituição. Faz-se, assim,
a conjugação e não a colisão de direitos.

(Trecho de artigo de Miguel Reale Júnior, com adaptações.
O Estado de S. Paulo, A2, Espaço aberto, 4 de dezembro
de 2010)

Faz-se, assim, a conjugação e não a colisão de direitos. (final do texto)

A noção de antonímia que se estabelece entre os dois segmentos da afirmativa acima está também presente no par reproduzido em:
Alternativas
Q104670 Português

Os habitantes das cidades não são necessariamente
mais inteligentes que outros seres humanos, mas a densidade
da ocupação espacial resulta na concentração de necessi-
dades. Assim, nas cidades surgem problemas que em outras
condições as pessoas nunca tiveram oportunidade de resolver.
Encarar tais problemas amplia a inventividade humana a um
nível sem precedentes. Isso, por sua vez, oferece uma oportu-
nidade tentadora para quem vive em lugares mais tranquilos,
porém menos promissores.
Ao migrarem para as cidades, as pessoas de fora ge-
ralmente trazem “novas maneiras de ver as coisas e talvez de
resolver antigos problemas”. Coisas familiares aos moradores
antigos e já estabelecidos exigem explicação quando vistas
pelos olhos de um estranho. Os recém-chegados são inimigos
da tranquilidade.
Essa talvez não seja uma situação agradável para os
nativos da cidade, mas é também sua grande vantagem. A ci-
dade está em sua melhor forma quando seus recursos são de-
safiados. Michael Storper, economista, geógrafo e projetista,
atribui a vivacidade intrínseca da densa vida urbana à incerteza
que advém dos relacionamentos pouco coordenados “entre as
peças das organizações complexas, entre os indivíduos e entre
estes e as organizações”.
Compartilhar o espaço com estranhos é uma condição
da qual os habitantes das cidades consideram difícil, talvez
impossível, fugir. A presença ubíqua de estranhos é fonte de
ansiedade, assim como de uma agressividade que volta e meia
pode emergir. Faz-se necessário experimentar, tentar, testar e
(espera-se) encontrar um modo de tornar a coabitação pala-
tável. Essa necessidade é “dada”, não-negociável. Mas o modo
como os habitantes de cada cidade se conduzem para
satisfazê-la é questão de escolha. E esta é feita diariamente.


(Adaptado de Zygmunt Bauman. Amor Líquido. Tradução:
Carlos Alberto Medeiros. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2004,
pp. 127-130)

... a densidade da ocupação espacial resulta na concentração de necessidades. Assim, nas cidades surgem problemas que em outras condições as pessoas nunca tiveram oportunidade de resolver. (1o parágrafo)

Identifica-se entre as frases acima, respectivamente, relação de
Alternativas
Q104540 Português
...... pessoas de fora, estranhas ...... cidade, a vida urbana exerce uma constante atração, apesar dos congestionamentos e dos altos índices de violência, inevitáveis sob ...... condições urbanas de alta densidade demográfica.

Preenchem corretamente as lacunas da frase acima, na ordem dada:
Alternativas
Q104345 Português
No que se refere à organização das ideias e a aspectos linguísticos e gramaticais do texto acima, julgue os itens subsequentes.

O sentido do texto seria mantido caso se substituísse a conjunção “quanto” Imagem 019.jpg por como.
Alternativas
Q95484 Português
Assinale a alternativa correta acerca do texto III.
Alternativas
Q90660 Português
Imagem 003.jpg

Imagem 004.jpg

Com base no texto acima, julgue os itens de 12 a 15.

O elemento que possui, em todas as suas ocorrências (L.7, 8, 13 e 14), a propriedade de retomar palavras ou expressões que o antecedem no texto.
Alternativas
Q90547 Português
Imagem 003.jpg

A respeito do texto apresentado acima, julgue os itens que se
seguem.

A inserção do artigo definido plural os imediatamente antes da palavra “policiais” (L.6) não alteraria o sentido original do período.
Alternativas
Q87350 Português
Aliás, o melhor para a democracia seria separar os fundos partidários dos destinados às campanhas eleitorais. (L.24-26)

A respeito do período acima, analise as afirmativas a seguir:

I. Há três preposições.

II. Há quatro artigos.

III. Há um pronome demonstrativo.

Assinale
Alternativas
Q86910 Português
Consolam-me as histórias que saltam de seus livros e, em especial, da memória de seus (e meus) amigos Linda e José Alberto Nemer, vinhetas que juntei na tentativa de iluminar ainda mais a personagem retratada por Marta Goes na peça Um Porto para Elizabeth. Algumas delas:

Levando em conta o trecho acima transcrito, é correto afirmar:
Alternativas
Q86813 Português
Na organização do texto, é apresentado como causa o seguinte segmento:
Alternativas
Q86811 Português
Atenção: As composições a seguir estão entre as “anotações” de Carlos Drummond de Andrade na mesma obra de que se extraiu
o texto anterior. Considera-as para responder às questões de números 7 e 8.

Imagem 001.jpg

Contribuem para que as “anotações” de Carlos Drummond enunciem observação de valor geral o emprego
Alternativas
Q86762 Português

I - Errata

• (ed, dc) 1. Lista de retificação de erros que saíram
impressos em uma publicação. A errata é geralmente
impressa em página separada (colada no início ou no fim
do exemplar, ou simplesmente encartada solta) e em
papel diferente do que foi usado na publicação. Traz a
indicação de erros, o número das páginas onde se en-
contram e as formas corrigidas. Alguns profissionais
distinguem errata de corrigenda: este último termo, no
caso, é aplicado para erros redacionais ou de conteúdo,
ao passo que errata diz respeito principalmente a erros de
composição ou de montagem, que escaparam aos
revisores e saíram impressos na publicação. 2. Cada um
dos erros relacionados nessa lista.


(Carlos Alberto Rabaça e Gustavo Guimarães Barbosa.
Dicionário de comunicação. 2. ed. rev. e atualizada.
Rio de Janeiro: Elsevier, 2001, p. 276)

II - O dicionário de onde foi extraído o verbete acima contém
uma página com o título CONVENÇÕES UTILIZADAS
NESTA OBRA, e nela se lê:


1. Áreas e acepções

Este dicionário inclui definições em 23 áreas, indicadas da
seguinte forma:
• (av) recursos audiovisuais
• (cn) cinema
• (co) teoria da comunicação
• (dc) documentação
• (ed) editoração, artes gráficas

etc.

Traz a indicação de erros, o número das páginas onde se encontram e as formas corrigidas.

No período acima, onde está empregado em conformidade com o padrão culto escrito, o que NÃO ocorre na frase:
Alternativas
Q86756 Português
O cenário é o luxuoso resort Four Seasons. Sua
decoração sofisticada, com colunas de mármore, lustres
monumentais de cristal e detalhes das escadarias em ouro,
atiça os olhos do turista. Câmera em punho, o ímpeto de
registrar o ambiente logo é interrompido por um dos
funcionários. “É proibido fotografar os homens vestindo roupas
brancas e as mulheres em trajes pretos”, exclamou. Restrições
desse tipo dentro de um hotel internacional são, no mínimo,
estranhas aos olhos ocidentais. No entanto, quando o resort em
questão está localizado em Doha, capital do Catar, ter cuidado
com as fotos é apenas uma das milhares de regras e imposições a serem respeitadas na cidade.

Nas ruas, nos museus ou nos shoppings de Doha,
sempre existe alguém para impedir os retratos. E se você
conseguir tirar uma foto escondido vai perceber as pessoas
cuidadosamente tampando o rosto. Isso porque o Catar, país
que acaba de ser eleito sede da Copa do Mundo de 2022, vive
sob os preceitos da religião muçulmana. Lá, as mulheres não
podem exibir seus rostos fora de suas residências e adotam as
burcas como traje. As menos tradicionais se escondem apenas
com lenços e véus
.


(Natália Mestre, “A cidade dos contrastes”. ISTOÉ PLATINUM,
n. 22, Dezembro/Janeiro 2011, p. 72)

Nas ruas, nos museus ou nos shoppings de Doha, sempre existe alguém para impedir os retratos. E se você conseguir tirar uma foto escondido vai perceber as pessoas cuidadosamente tampando o rosto. Isso porque o Catar, país que acaba de ser eleito sede da Copa do Mundo de 2022, vive sob os preceitos da religião muçulmana.

Considerado o trecho acima, é correto afirmar:
Alternativas
Q86706 Português
A frase correta é:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: CESGRANRIO Órgão: Petrobras Provas: CESGRANRIO - 2011 - Petrobrás - Técnico de Administração e Controle Júnior | CESGRANRIO - 2011 - Petrobrás - Técnico de Contabilidade | CESGRANRIO - 2011 - Petrobras - Técnico de enfermagem do trabalho | CESGRANRIO - 2011 - Petrobrás - Técnico de Manutenção Júnior - Elétrica | CESGRANRIO - 2011 - Petrobras - Técnico Ambiental Júnior | CESGRANRIO - 2011 - Petrobras - Técnico de Exploração de Petróleo I - Geologia | CESGRANRIO - 2011 - Petrobras - Técnico de Inspeção de Equipamentos e Instalações Júnior | CESGRANRIO - 2011 - Petrobras - Técnico de Exploração de Petróleo I - Geodésia | CESGRANRIO - 2011 - Petrobras - Técnico de Logística de Transporte Júnior - Controle | CESGRANRIO - 2011 - Petrobras - Técnico de Logística de Transporte Júnior - Operação | CESGRANRIO - 2011 - Petrobras - Técnico de Manutenção Júnior - Caldeiraria | CESGRANRIO - 2011 - Petrobrás - Técnico de Manutenção Júnior - Mecânica | CESGRANRIO - 2011 - Petrobras - Técnico de Operação Júnior | CESGRANRIO - 2011 - Petrobras - Técnico de Manutenção Júnior - Instrumentação | CESGRANRIO - 2011 - Petrobras - Técnico de Projetos, Construção e Montagem Júnior - Elétrica | CESGRANRIO - 2011 - Petrobras - Técnico de Manutenção Júnior - Eletrônica | CESGRANRIO - 2011 - Petrobras - Técnico de Projetos, Construção e Montagem Júnior - Estruturas Navais | CESGRANRIO - 2011 - Petrobras - Técnico de Comercialização Logística Júnior | CESGRANRIO - 2011 - Petrobras - Técnico de Projetos, Construção e Montagem Júnior - Instrumentação | CESGRANRIO - 2011 - Petrobras - Técnico de Projetos, Construção e Montagem Júnior - Mecânica | CESGRANRIO - 2011 - Petrobras - Técnico de Suprimentos de Bens e Serviços Júnior - Elétrica | CESGRANRIO - 2011 - Petrobras - Técnico de Suprimentos de Bens e Serviços Júnior - Administração | CESGRANRIO - 2011 - Petrobras - Técnico de Suprimentos de Bens e Serviços Júnior - Mecânica | CESGRANRIO - 2011 - Petrobras - Técnico de Projetos, Construção e Montagem Júnior - Edificações | CESGRANRIO - 2011 - Petrobras - Técnico de Telecomunicações Júnior | CESGRANRIO - 2011 - Petrobras - Técnico Químico de Petróleo Júnior |
Q86406 Português
                              O SER HUMANO DESTRÓI O QUE MAIS DIZ AMAR
                             As grandes perdas acontecem por pequenas decisões

Se leio a frase “O ser humano destrói o que mais diz amar”, pensando na loucura que a humanidade vive hoje, não me sinto assim tão mal. Mas se, ao repetir mentalmente a frase, me lembro da discussão que tive ontem com minha mulher porque não aceitei que não sei lidar com críticas, ou da forma bruta com que tratei um dos meus filhos porque não consegui negociar e apelei para o meu pátrio-poder, ou da forma como repreendo as pessoas que trabalham comigo quando não atingimos as metas da empresa, sinto que essa afirmação tem mais verdade do que eu gostaria de admitir. AYLMER, Roberto. Escolhas: algumas delas podem determinar o destino de uma pessoa, uma família ou uma nação. (Adaptado)
A flexão de número dos substantivos está correta em
Alternativas
Q85947 Português
Imagem associada para resolução da questão

Assinale a alternativa correta acerca das informações desse texto.
Alternativas
Q85497 Português
Existe uma longa tradição analítica que divide a economia
em três setores: primário (atividades agropecuárias), secundário
(indústrias extrativas, de transformação, construção civil e
utilidades públicas) e terciário (que inclui todos os tipos de serviços
públicos e privados). Até aí tudo bem. Entretanto, há também
uma tradição em associar as atividades primárias a baixa
produtividade, pouca tecnologia e reduzida interconexão com o
resto da economia, além de reduzida eficiência organizacional.
Ao mesmo tempo, associam-se à indústria qualidades opostas,
ou seja, elevada produtividade, maior nível tecnológico e sofisticada
organização.

Historicamente isso certamente é correto, pelo menos
até há pouco tempo, o que resultou em uma proposição ainda
hoje extraordinariamente difundida e aceita de que mais indústria
é bom e mais agricultura é ruim do ponto de vista do crescimento.
Um corolário imediato é também derivado na área de
comércio exterior: mais exportações agrícolas (e minerais) pouco
contribuem para o crescimento de longo prazo, pois provocam
valorização cambial e pouca expansão do emprego, prejudicando
a indústria, a chave do crescimento.

Essa dicotomia apresenta hoje muitos problemas para
ser usada sem cautela, por algumas razões. Uma parte crescente
das novidades tecnológicas não está na indústria, mas
sim nos serviços, onde se destacam a Tecnologia da Informação
(TI), as comunicações, os serviços criativos, etc. Esse fenômeno
é tão poderoso que se reconhece que vivemos uma revolução
de software, onde se gera a maior parte do valor, que coloca
o hardware (máquinas e equipamentos), como caudatários
do processo. Por outro lado, a TI permitiu uma ampla modificação
no sistema de produção, em que se busca cada vez mais
foco e especialização para a cadeia de produção. Como consequência,
as atividades produtivas se organizam de maneiras diferentes,
formando cadeias muito mais complexas do que no
passado e tornando, a meu juízo, envelhecidas as contraposições
do tipo agricultura versus indústria.

(Adaptado do artigo de José Roberto Mendonça de Barros. O
Estado de S. Paulo
, B6/Economia, 7 de março de 2010)

Esse fenômeno é tão poderoso que se reconhece que vivemos uma revolução de software... (3º parágrafo)

No segmento grifado acima identifica-se
Alternativas
Respostas
20821: E
20822: C
20823: C
20824: B
20825: B
20826: A
20827: C
20828: B
20829: E
20830: E
20831: A
20832: E
20833: A
20834: A
20835: E
20836: E
20837: D
20838: D
20839: E
20840: E