Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia - verbos em português

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Q2560953 Português
Escolas do futuro são escolas 'low tech'
Materiais físicos impulsionam habilidades motoras, criatividade e imaginação
2. mai. 2024 | José Ruy Lozano


        Chamou a atenção da imprensa, no ano passado, o fato de que o sistema público1 de educação da Suécia decidiu voltar a usar livros e cadernos físicos2, como material didático obrigatório, no lugar de tablets e laptops. As razões apresentadas pelos suecos3 são várias, mas passam pela aprendizagem da leitura e pela manutenção da capacidade de concentração dos estudantes4. Em ambos os casos, os materiais físicos apresentam resultados muito melhores.
        Os escandinavos não estão sozinhos. Já forma uma longa fileira a lista de países desenvolvidos que ________ [vem/vêm] progressivamente abandonando equipamentos digitais e retornando ao papel e a caneta. As autoridades educacionais desses países baseiam-se em pesquisas científicas recorrentes, que apontam não só a melhoria do rendimento acadêmico como também o desenvolvimento mais adequado de habilidades motoras e o impulso à criatividade e à imaginação, sempre mais bem estimuladas pelo uso de materiais físicos nas escolas.
        Não há que se imaginar a escola contemporânea totalmente desconectada do mundo digital. Evidentemente, salas de aulas com computador e conexão à internet, que permitam a exibição de materiais visuais diversos, além de espaços com equipamentos digitais para pesquisa online, mostram-se indispensáveis no mundo de hoje. A tecnologia digital, no entanto, não é fetiche ou panaceia. Ela não só não é capaz de solucionar problemas, como, por vezes, termina por ampliá-los.
        Jonathan Haidt, professor da Universidade de Nova York, publicou dados alarmantes em seu novo livro, "The Anxious Generation" ("A Geração Ansiosa"), que aborda a deterioração da saúde mental de crianças e adolescentes a partir de 2010. Quadros de depressão, ansiedade, automutilação e suicídio _________ [tem/têm] aumentado dramaticamente desde então. Não à toa, é justamente a partir de 2010 que se dá a generalização do uso das redes sociais, notadamente o Instagram, difundindo-se entre os mais jovens.
        Ao largo das pressões negativas do mundo virtual, que captura a atenção dos mais jovens, corrói sua capacidade de concentração e os transforma em objetos manipulados por algoritmos, educadores ________ [tem/têm] reiterado a necessidade da redescoberta das relações de proximidade e do mundo físico. Nas mais renomadas escolas do Vale do Silício, na Califórnia, onde estudam os filhos dos executivos das grandes corporações mundiais de tecnologia, há poucas telas de LED e muitas ferramentas. No lugar do computador, lápis e caneta, mas também martelo, chave de fenda, pincel. A educação "mão na massa", com objetos e materiais físicos, predomina em relação a dispositivos eletrônicos.
        Diante da revolução representada pelo Big Data e pelas inteligências artificiais, devemos nos manter firmes como educadores que visam produzir conhecimento, não apenas reproduzir o que está armazenado nas bases de dados de governos e de empresas. Afinal, a educação não é apenas dar acesso a informações, mas principalmente fazer refletir e questionar a partir das informações que acessamos.

        José Ruy Lozano - Sociólogo e educador, é autor de livros didáticos e membro da Comunidade Reinventando a Educação (Core).

        LOZANO, José Ruy. Escolas do futuro são escolas 'low tech'. Folha de São Paulo, 02 de maio de 2024. Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2024/06/escolas-do-futuro-sao-escolas-low-tech.shtml. Acesso em: 05 mai. 2024. Adaptado.


Assinale a alternativa que apresenta as formas verbais que preenchem corretamente os espaços inseridos no artigo.
Alternativas
Q2560725 Português
Em relação às noções de voz e aspecto verbal, analise as assertivas a seguir, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas, à luz do que preconizam Abaurre e Pontara.


( ) A voz verbal indica a relação que se estabelece entre o verbo e o sujeito sintático.
( ) Diz-se que o verbo está na voz ativa quando o processo verbal é visto como ação, atividade ou estado que, no enunciado, origina-se no sujeito sintático.

( ) Diz-se que o verbo está na voz passiva quando o sujeito é o paciente do processo expresso pelo verbo, ou seja, esse sujeito sintático sofre a ação verbal. Apenas os verbos transitivos diretos, que sintaticamente têm como complemento objetos diretos, podem expressar voz passiva.

( ) A voz passiva pronominal é expressa através de uma locução verbal formada pelo verbo “ser” acrescida pelo particípio passado do verbo principal.

( ) A voz reflexiva ocorre quando o sujeito é ao mesmo tempo agente e paciente do processo expresso pelo verbo. A ação verbal origina-se, portanto, no sujeito do verbo e sobre ele se reflete.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q2560724 Português
Sobre o emprego e o sentido de tempos verbais do modo subjuntivo, conforme Abaurre e Pontara, analise as assertivas a seguir, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) O presente do subjuntivo é utilizado em dois contextos básicos: associado ao tempo presente ou associado ao tempo futuro. Por exemplo, respectivamente: 1. É uma pena que poucos jovens saibam da importância da leitura. 2. Mudarei para um local em que não precise mais de roupas quentes.

( ) O pretérito imperfeito do subjuntivo pode ser associado a ações relacionadas a um momento presente, passado ou futuro. Por exemplo: 1. Se ela tivesse coragem, ligaria para ele. 2. Não havia nada que ele não comprasse. 3. Talvez a estada pudesse ser proveitosa, se ele não abandonasse seus objetivos.

( ) O futuro do subjuntivo é utilizado para indicar uma eventualidade (a possibilidade de realização de um fato) em um momento futuro. Por exemplo: Se eu correr todos os dias, vou ficar em forma.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q2560723 Português
Sobre o emprego e o sentido de tempos verbais do modo indicativo, conforme Abaurre e Pontara, analise as assertivas a seguir, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Quando se usa o presente do indicativo (o momento do evento corresponde ao momento da enunciação da fala), se dá a entender que a ação nomeada pelo verbo ocorre exatamente no momento em que é expressa. Por exemplo: “Maria escreve”.

( ) Pode-se usar o presente do indicativo para expressar ação habitual. Por exemplo: “Maria come, dorme, reclama”.

( ) O pretérito imperfeito refere-se a um ato inconcluso, que se prolonga por algum tempo no passado. Por exemplo: “Maria nadava na piscina nas férias”.

( ) O futuro do presente refere-se a um fato futuro, que pode ocorrer ou não, relacionado a um fato passado. Por exemplo: “Eu tinha certeza de que compraria um carro no ano passado, mas não consegui”.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q2560709 Português
Conforme Platão e Fiorin, a articulação temporal de um texto cria uma série de efeitos de sentido. Nesse sentido, analise as assertivas abaixo, conforme preconizam os referidos autores:


I. Se o narrador, por exemplo, conta os fatos no passado, pode produzir um efeito de subjetividade.
II. Se os fatos são narrados no presente, pode haver um efeito de sentido de subjetividade, porque o narrador está envolvido com o que acontece.
III. O uso dos três tempos fundamentais – o presente, o pretérito e o futuro – fazem referência exclusivamente ao momento da produção do texto.

Quais estão corretas? 
Alternativas
Q2560364 Português
Complete as lacunas com o verbo no tempo determinado:
I. Se eu ___________ (poder), ___________ (viajar) para a Europa. II. Quando ele ___________ (chegar), ___________ (ligar) para você. III. Se você ___________ (querer), ___________ (jantar) comigo. IV. Quando nós ___________ (terminar) o projeto, ___________ (comemorar).
Alternativas
Q2559611 Português
Assinale a alternativa que contém, no mesmo período, respectivamente, verbo no futuro do pretérito do indicativo e pretérito imperfeito do indicativo.
Alternativas
Q2559595 Português
“Mimosa cor de mulher, se a aveluda a pubescência juvenil, e a luz coa pelo fino tecido, e um sangue puro a escumilha de róseo matiz. A dela era assim”. (linhas 9 e 10)

Sem considerar possíveis locuções, assinale a alternativa que contém a correta quantificação dos adjetivos, verbos e substantivos presentes no excerto acima.
Alternativas
Q2559338 Português
    Notícias falsas costumam ser definidas como notícias, estórias, boatos, fofocas ou rumores que são deliberadamente criados para ludibriar ou fornecer informações enganadoras. Elas visam influenciar as crenças das pessoas, manipulá-las politicamente ou causar confusões em prol de interesses escusos.
     Muitos comentadores têm chamado a atenção para o fato de que a falsidade das notícias não é um fenômeno inteiramente novo, pois já existia no tempo dos gregos, e, mais recentemente, desde que o tema entrou em pauta, não têm faltado artigos sobre o histórico das notícias falsas ao longo do tempo.
     De fato, se a expressão significar a criação de informação falsa movida pelo propósito de enganar, o conceito está longe de ser novo. Basta pensar na longa história dos tabloides, das fofocas acerca da vida das celebridades, das táticas de estilo das revistas para fisgar seu público. Sabe-se também como as estratégias de sedução e persuasão das revistas sempre funcionaram. Em quaisquer dos casos, são mensagens de forte apelo visual cujas chamadas são tão inacreditáveis que se tornam irresistíveis.


Lucia Santaella. A pós-verdade é verdadeira ou falsa. Barueri: Estação de Letras e Cores, 2018 (com adaptações).
Considerando os sentidos do texto precedente e seus aspectos linguísticos, julgue o item que se segue.

No primeiro período do terceiro parágrafo, a forma verbal “significar” corresponde à terceira pessoa do singular do futuro do subjuntivo, cujo emprego, no caso, se deve ao uso do conectivo “se”.
Alternativas
Q2559276 Português
Julgue o item que se segue.


O pretérito mais-que-perfeito do indicativo é comumente usado na linguagem coloquial para expressar ações que foram concluídas no passado. 
Alternativas
Q2559266 Português
Julgue o item que se segue.


Os verbos impessoais, como "haver" no sentido de existir, "fazer" referindo-se a tempo decorrido, e verbos que indicam fenômenos da natureza, devem concordar na terceira pessoa do singular.
Alternativas
Q2559133 Português

Considerando-se a flexão do verbo “ser”, analisar os itens abaixo:


I. Duzentos dólares é suficiente para pagar as diárias daquele hotel.


II. Duas horas de estudo diário é pouco para quem quer concorrer a uma única vaga.


III. Quando o Papai Noel chegou, Ana e Marcos eram pura alegria.



Está(ão) CORRETO(S):

Alternativas
Q2558946 Português
Julgue o item subsequente.


O pretérito mais-que-perfeito do indicativo é comumente usado na linguagem coloquial para expressar ações que foram concluídas no passado.
Alternativas
Q2557435 Português
Na frase: "Comprei, paguei e doei uma boneca, para minha netinha”, encontramos:
Alternativas
Q2557433 Português
Assinale a frase em que o verbo esteja no futuro do presente do indicativo. 
Alternativas
Q2557360 Português
Considere as seguintes frases e escolha a opção correta que corresponde ao uso adequado do verbo destacado:
I. Professora, corrija a minha prova, por favor! II. Nós corrigimos todas as questões com a professora. III. Espero que ele corrija logo essa prova. 
Alternativas
Q2557015 Português
Leia o texto I abaixo para análise da questão.

3 Conselhos para poupar e ensinar seus filhos a lidar bem com o dinheiro


        Como mães e pais, as pessoas têm inúmeras preocupações com o futuro de nossos filhos. Entre elas, está a segurança financeira. No Brasil, oito em cada dez pais ou mães dizem conversar com seus filhos sobre finanças, segundo pesquisa realizada pela Serasa em parceria com o Instituto Opinion Box, publicada em outubro de 2023. O levantamento mostrou que 24% desses adultos disseram que começaram a falar com as crianças sobre o tema quando elas tinham até 5 anos. Outros 23% afirmaram que tiveram a primeira conversa quando os filhos tinham de seis a oito anos, e 16%, de nove a 11 anos. A pesquisa concluiu que os pais estão conversando cada vez mais sobre educação financeira com os filhos.
        Estudos mostram que, quanto mais cedo as crianças aprendem sobre finanças pessoais, mais preparadas elas ficam para lidar bem com o dinheiro. O podcast Money Box, da BBC, conversou com Kirsty Stone, planejadora financeira da consultoria The Private Office, e Stephanie Fitzgerald, diretora de programas para jovens da ONG britânica The Money Charity. As especialistas elencaram três dicas para ajudar os pais na tarefa de garantir um futuro financeiro mais tranquilo para os filhos. "O que realmente importa é dar-lhes a oportunidade de ter algum controle e tomar algumas das decisões em relação ao dinheiro, para que talvez possam cometer alguns erros, resume Fitzgerald.

1. Pense no longo prazo
        Como os filhos não precisam de dinheiro imediatamente e os produtos de poupança a longo prazo sempre oferecem benefícios maiores, o melhor é comparar as contas que são ofertadas pelos bancos e os juros de cada uma. "Existem contas infantis simples, e essa é uma excelente forma de começar a educar a criança sobre a entrada e a saída de dinheiro", acrescenta Fitzgerald.
        Em geral, com as contas de acesso instantâneo, você pode sacar ou depositar dinheiro a qualquer momento, mas normalmente tem acesso a uma taxa de juros mais baixa do que com contas ou aplicações de prazo fixo ou de prazo mais longo (que podem ficar presas por 12, 18 ou mais meses). Você também pode escolher uma conta que a criança só poderá acessar quando completar 18 anos. "Isso limita a possibilidade de alguém remover dinheiro desnecessariamente para cobrir um custo que não é uma necessidade essencial", disse Fitzgerald no podcast.

2. Dê um passo de cada vez
        Começar a poupança para uma criança hoje representa um grande presente para o futuro. Com essa quantia, os jovens adultos não apenas conseguem começar a vida independente com mais tranquilidade. Envolver as crianças no processo, desde cedo, também os ajuda a aprender lições importantes sobre dinheiro e economia.
        Porém, se você não puder economizar para eles devido à situação familiar ou à crise financeira, não há problema em postergar os planos por um tempo. O essencial é não se endividar, nem usar cartão de crédito sem condições de pagar o boleto no mês seguinte.

3. Lembre-se da magia dos juros compostos
        Tudo começa com uma conta poupança que rende juros. Vamos supor que você coloque US$ 100 (ou o equivalente em qualquer moeda) em uma conta que oferece uma taxa de juros de 5%. Observe atentamente os números: no final do primeiro ano, você terá US$ 105 na conta poupança. Ou seja: os US$ 100 que você tirou do bolso + os US$ 5 que o banco te deu por ser um bom cliente e não tocar naquele depósito durante um ano inteiro. O conceito-chave é: a magia dos juros compostos acontece enquanto você não faz movimentações com esse dinheiro.
        Vamos agora para o segundo ano. A poupança do filho agora tem US$ 105, mas este ano as finanças não permitem que você acrescente nada a mais. Ainda assim, o dinheiro continuará a crescer. Como? Porque no segundo ano você não vai ganhar US$ 5. No final deste segundo ano você terá mais. Com a mesma taxa de juros de 5%, o banco passa a dar uma remuneração superior. Os 5% que você ganha não são mais sobre os US$ 100 investidos no início. Os juros agora são aplicados ao total que sua conta possui no segundo ano (ou US$ 105). Os juros para o segundo ano são, portanto, de US$ 5,25. Quando ele completar 18 anos, graças à magia dos juros compostos, a poupança estará com US$ 240,66. Imagine que, em vez dos US$ 100 iniciais, você colocou US$ 1.000. Ao completar 18 anos, a conta estará com US$ 2.406,62. O recardo então é: economize aos poucos e deixe a matemática fazer o resto. Mas atenção sobre qual investimento fazer: o retorno tem que ser superior à inflação do período, caso contrário, apesar de nominalmente você ter mais dinheiro, como vimos no exemplo, ele pode não valer tanto assim.
        E, se você quer ensinar finanças ao filho, dê a ele um cofrinho. Essa é a dica dada pelo site Money Helper. "Essa é uma boa ideia para crianças muito pequenas. A principal coisa que elas precisam aprender é que o dinheiro não é um brinquedo e que deve ser guardado num lugar seguro".
        Um cofrinho ajuda as crianças a compreender o valor de diferentes moedas e notas. Além do que os pais poupam para os filhos, é importante que eles próprios desenvolvam uma compreensão de como funciona o dinheiro. Essa certamente é uma habilidade que os acompanhará pelo restante da vida.
Fonte: https//:www.bbc.com/portuguese/articles/c8428wzd574o.
Leia: “Como mães e pais, as pessoas têm inúmeras preocupações com o futuro de nossos filhos. Entre elas, está a segurança financeira.” Assinale a alternativa que apresenta um fragmento do texto cujo verbo em destaque se encontre conjugado nos mesmos tempo e modo que os destacados acima.
Alternativas
Q2556840 Português
Leia a tira:
Imagem associada para resolução da questão
Atentando-se para o quadrinho 1, tem-se a seguinte frase: “Mamãe está vindo nos visitar” – A VOZ VERBAL presente classifica-se como:
Alternativas
Q2556839 Português
Observe com atenção as seguintes frases:
I – A bela atriz foi aplaudida de pé por toda a plateia. II – Comentou-se o acontecido durante semanas.
A alternativa que classifica a VOZ VERBAL de cada item CORRETAMENTE é:
Alternativas
Q2556709 Português

Texto CB1A1-I


    A forma peculiar como se processou a independência da América portuguesa teve consequências fundamentais no seu subsequente desenvolvimento. Tendo-se transferido o governo português para o Brasil sob a proteção inglesa e tendo-se operado a independência da colônia sem descontinuidade na chefia do governo, os privilégios econômicos de que se beneficiava a Inglaterra em Portugal passaram automaticamente para o Brasil independente. Com efeito, se bem haja conseguido separar-se de Portugal em 1822, o Brasil necessitou de vários decênios mais para eliminar a tutela que, graças a sólidos acordos internacionais, mantinha sobre ele a Inglaterra. Esses acordos foram firmados em momentos difíceis e constituíam, na tradição das relações luso-inglesas, pagamentos em privilégios econômicos de importantes favores políticos. Os acordos de 1810 foram firmados contra a garantia da Inglaterra de que nenhum governo imposto por Napoleão em Portugal seria reconhecido. Por eles se transferiam para o Brasil todos os privilégios de que gozavam os ingleses em Portugal — inclusive os de extraterritorialidade — e se lhes reconhecia demais uma tarifa preferencial. Tudo indica que, negociando esses acordos, o governo português tinha estritamente em vista a continuidade da casa reinante em Portugal, enquanto os ingleses se preocupavam em firmar-se definitivamente na colônia, cujas perspectivas comerciais eram bem mais promissoras que as de Portugal.


Celso Furtado. Formação econômica do Brasil. São Paulo: Cia das Letras, 2007, p. 69 (com adaptações). 

Acerca de aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o seguinte item.


O tempo verbal em que se encontra flexionada a forma “seria” (antepenúltimo período) indica uma possibilidade futura vislumbrada a partir do passado.

Alternativas
Respostas
2801: A
2802: D
2803: A
2804: B
2805: B
2806: A
2807: C
2808: A
2809: C
2810: E
2811: C
2812: D
2813: E
2814: A
2815: C
2816: B
2817: C
2818: A
2819: D
2820: C