Questões de Concurso
Comentadas sobre morfologia - verbos em português
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Leia o texto a seguir para responder a questão.
Amor
A verdade é que devemos tudo aos amores infelizes, aos amores que não dão certo. A poesia se faz antes ou depois do amor, ninguém jamais fez um bom poema durante um amor feliz. Pois se o amor está tão bom, pra que interrompê-lo? O amor feliz não é assunto de poesia, o amor feliz é em vez de poesia. Literatura é quando o amor ainda não veio ou quando já acabou, literatura durante é mentira. Ou ela é empolgação ou é remorso, revolta, saudade, tédio, divagação desesperada — enfim, tudo que de bom texto. Desconfie de quem explica um estado de exaltação criativa dizendo que está amando. Algo deve estar errado.
— Você está amando, mas ela não está correspondendo, é isso?
— Não, não. Ela também me ama. … maravilhoso.
— É maravilhoso, mas você sabe que não pode durar, é isso? Seu poema é sobre a transitoriedade de todas as coisas, sobre o efêmero, sobre o fim inevitável da felicidade num mundo em que...
— Não! É sobre a felicidade sem fim!
— Não pode ser.
— Mas é. Acabei o poema e vou fazer uma canção. Depois, talvez, uma cantata. E estou pensando num romance. Tudo inspirado no nosso amor. Não posso parar de criar. Estou transbordando de amor e ideia. Crio dia e noite.
— E a mulher amada?
— Quem? Ah, ela. Bom, ela sabe que a atenção que não lhe dou, dou ao nosso amor perfeito.
Está explicado. Ele não canta a amada ou seu amor. Está fascinado por ele mesmo, amando. E o poema certamente é ruim. Porque o amor, para ser de verdade, tem de emburrecer. Só devem lhe ocorrer bobagens para dizer ou escrever durante um caso de amor. Ou é kitsch, de mau gosto, piegas ou copiado, ou não é amor. Qualquer sinal de originalidade pode até ser suspeito.
— Esses seus versos para mim... Estão ótimos.
— Obrigado.
— Essas juras de amor, essas rimas, essa métrica... De onde você tirou tudo isso?
— Eu mesmo inventei. Pensando em você.
— Seu falso!
— O quê?
— Só deixando de pensar em mim por algumas horas você faria uma coisa assim pensando em mim. Só tomando dist‚ncia, escrevendo ou reescrevendo, raciocinando e burilando você faria isso. Um verso plagiado do Vinicius eu entenderia. Um verso original, e bom desse jeito, é traição. Só não sendo sincero você seria tão inteligente!
— Mas...
— Não fale mais comigo.
Pronto. O amor acabou, agora você pode ser criativo sem remorso. Você está infeliz, mas console-se. Pense em como isso melhorar·o seu estilo.
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
“A Eternidade está longe (Menos longe que o estirão Que existe entre o meu desejo E a palma de minha mão).”
O verbo em negrito pode ser substituído por “há”. Assinale a alternativa em que o verbo haver, no sentido de existir, é usado corretamente.
“Sem sonhos, a vida não tem brilho. Sem metas, os sonhos não têm alicerces. Sem prioridades, os sonhos não se tornam reais. Sonhe, trace metas, estabeleça prioridades e corra riscos para executar seus sonhos. Melhor é errar por tentar do que errar por omitir.”
(Augusto Cury)
O verbo que sofre flexão de número, na 3a pessoa do plural, pelo mesmo motivo do verbo destacado no pensamento de Augusto Cury é:
Conjugando o verbo destacado no futuro do pretérito do indicativo, tem-se:
O verbo destacado na frase encontra-se conjugado no:
O verbo destacado na frase encontra-se conjugado no:
Conjugando o verbo destacado no pretérito mais que perfeito do indicativo, tem-se:
Leia o texto a seguir para responder à questão
O Brasil abriga um grande número de comunidades indígenas, muitas das quais vivem em áreas de grande importância ecológica, como a floresta Amazônica. Essas comunidades têm uma forte compreensão de seus ecossistemas circundantes, tendo desenvolvido relações complexas com plantas, animais e terra ao longo de milhares de anos. Como tal, eles possuem um conhecimento valioso sobre como gerenciar e proteger esses ambientes de forma sustentável, que tem sido transmitido por gerações.
Os territórios indígenas têm sido uma fronteira de resistência diante da ganância capitalista expressa em atividades como a mineração, extração de madeira, monocultura, pecuária, entre outras práticas de exploração predatórias.
O líder Yanomami Davi Kopenawa nos mostra como a cosmovisão de seu povo considera as árvores como colunas de sustentação do céu, logo, a destruição da floresta ocasionará a queda do céu e o fim da humanidade. É nessa perspectiva que os indígenas têm sido fundamentais para a preservação da natureza, tendo uma perspectiva singular sobre o meio ambiente, vendo-o como parte integrante de sua identidade cultural e meios de subsistência.
Eles veem a natureza como um ser vivo, com o qual mantêm uma relação recíproca, e reconhecem a importância de protegê-la para as gerações futuras. Esse entendimento os levou a desenvolver práticas que priorizam a conservação e restauração do ambiente natural. Respeitando e trabalhando com a natureza, os povos indígenas têm mostrado que é possível preservar a biodiversidade, manter os serviços ecossistêmicos e mitigar os efeitos das mudanças climáticas. No geral, suas contribuições são essenciais para o bem-estar contínuo dos ecossistemas brasileiros e para a luta global contra a degradação ambiental.
Wesley Kettle — UFPA
Publicado em 19/04/2023
https://www.gov.br/mast/pt-br/assuntos/noticias/2023/abril
"Esse entendimento os levou a desenvolver praticas que priorizam a conservação e restauração do ambiente natural." 5° paragrafo.
O verbo sublinhado está no seguinte tempo:
Texto II – O professor como instrumento de libertação (Filipe Queiroz de Campos*)
Chovia muito. A enorme sombrinha corde-rosa da minha mãe me envergonhava diante dos meus colegas… todos muito mais altos que eu. O uniforme era grande demais. O mundo era grande demais. Eu me perguntava: por que eu tenho que ir à escola? Eu tinha 18 anos… tantas dúvidas! Uma delas se destacava: como um nerd, baixinho, de óculos, tímido e desajeitado poderia fazer qualquer diferença em um mundo tão grande e tão ameaçador?
O medo e o desânimo tomavam conta de mim. Um senhor entrou em sala com seus óculos na ponta do nariz, barba branca, camisa antiga de botão para dentro das calças. Mal sabia eu que a aula daquele senhor despertaria em mim uma chama que nunca mais vacilaria. Aquela aula acendeu em mim uma vontade infinita de saborear o conhecimento e fazer dele uma ferramenta para a felicidade dos outros.
Ele começou a aula assim: “Vocês não são dispensáveis. Cada ser humano é irrepetível. As regras do jogo lá fora vão tentar te convencer de que você é só mais um. Cada um de vocês é representante da esperança de esse mundo ser um lugar melhor. Isso não é uma mensagem geral. É um chamado no particular”. A aula de inspiração e coragem teve fim às oito horas, mas nunca terminou no meu coração. Para o resto da minha vida, a vontade de valorizar a coragem, a ousadia intelectual e a diversidade de pensamentos passaram a arder forte no meu coração. Aquele professor exerceu sua capacidade de despertar em mim um ânimo absurdo pela vida.
No latim, a palavra animus está ligada ao conceito de anima, ou seja, a força vital que dá vida a todo ser. Em português, anima seria o próprio sopro de vida, aquilo que nos oferece propósito. Para mim, o professor tem uma missão transcendental: inspirar um ardente amor pela vida. O professor que se aventura a inspirar seus estudantes a serem alegres, fortes e felizes é um representante do Ruah, em hebraico, o Espírito Santo de Deus; é um instrumento do animus divino. Sendo assim, o professor faz, no mínimo, toda a diferença.
Para mim, aquela aula mudou minha vida e, hoje, entendo: o professor pode ser um representante do sopro divino. O professor provoca o animus na vida de seus estudantes. Uma aula não é apenas mais um momento. Ela pode ser o grande momento de que alguém precisava. A aula pode ser um instante que, paradoxalmente, dura para sempre.
O professor animado pelo amor à vida é condutor de uma eletricidade diferente. Ele pode conduzir o Espírito de Deus a todos que o escutam, eletrizando a alma, espantando todo desânimo e medo, por meio de um sorriso estampado no rosto, por meio de uma alegria incontida, de um desejo ardente pelo conhecimento ou de uma lição inspiradora. Cada um do seu jeito, cada professor pode interromper a inércia da desesperança ao provocar um inquieto amor pelo sentido da vida.
Um professor desconhece o alcance das suas palavras. Elas podem ecoar para sempre no coração de alguém. Por isso, se você é professor ou conhece um professor, valorize a oportunidade que uma aula representa. Quem sabe, talvez, quem o escuta possa ser despertado para um novo mundo de coragem e ânimo? Quem sabe as palavras ditas em uma sala de aula possam ressoar na mente de um próximo professor, na de um próximo médico, na de um próximo presidente… o professor mexe com a gente. Ele tem um amor diferente.
Disponível em: https://www.colegiodosjesuitas.com.br/oprofessor-como-instrumento-de-libertacao-cronica-de-memoriase-homenagem/. Acesso em: 17 dez.2023.
Texto I – Amnésia digital prejudica armazenamento natural de memórias
O rotineiro uso das telas proporciona facilidade e praticidade na vida de quem tem acesso a essas tecnologias. Mas o excesso desse uso causa diversos prejuízos sociais, biológicos e cognitivos aos seres humanos. Entre os males que esse constante uso causa está a amnésia digital – termo utilizado para denominar o esquecimento de informações que armazenamos em dispositivos digitais ou na Internet, a exemplo dos números telefônicos de contatos de emergência.
Em pesquisa internacional realizada pela Kaspersky Lab sobre esse fenômeno, 6 mil consumidores de dispositivos digitais e Internet foram entrevistados e, a partir desse estudo, foi constatado que 57% dos entrevistados a partir de 16 anos, ao serem apresentados a uma questão, buscaram por uma resposta sozinhos. E 36% deste grupo recorreu imediatamente à Internet. A pesquisa também aponta que essa taxa aumenta para 40% no grupo de pessoas com 45 anos ou mais e que quase um quarto dos entrevistados (24%) confessa esquecer uma informação após utilizá-la.
Segundo Raquel Pedrosa, psicóloga e docente do Centro Universitário Tiradentes (Unit/AL), isso acontece porque o cérebro não é exercitado quando um sujeito tem à disposição dispositivos que possam armazenar memórias. Ela ainda aponta que o constante uso de telas cria lapsos de atenção.
"Com o celular, nós não precisamos exercitar a memória. Está tudo a um clique das nossas mãos. Nossa agenda é digital, nossas senhas são memorizadas. Quanto menos a gente exercita a memória, mais prejudicada ela será, sobretudo, a longo prazo. Além disso, a memória também está vinculada ao processo psicológico básico da atenção. Quando focamos muito nas telas, criamos lapsos de atenção, o que reverbera na memória", conta a psicóloga.
Raquel explica como a nossa memória funciona. De acordo com a psicóloga, o processo de memorização ocorre por meio de conexões (chamadas de sinapses) entre os neurônios. E para que a memorização aconteça, o sujeito precisa prestar atenção no que escuta ou vê para permitir que ocorram as conexões que provoquem a assimilaridade.
"As crianças são as mais afetadas com o uso das telas porque estão em plena fase do desenvolvimento cerebral e cognitivo. Por exemplo, há estudos que indicam a relação entre o excesso de telas e a diminuição do QI infantil. Outro ponto fundamental é a estimulação que leva a falta de sono, o que também vai contribuir no desenvolvimento prejudicado", alerta.
Ela ainda aponta que há motivos para que as telas sejam tão atraentes. Segundo a docente, o uso em excesso das telas estimula a liberação do hormônio chamado dopamina, que está relacionado à sensação de prazer. E, com o tempo, o sujeito sente a necessidade de ter mais tempo em frente às telas para se satisfazer. Em alguns casos, o sujeito chega ao vício do uso desses dispositivos. Vício, este, denominado de nomofobia. "Esse tipo de vício, assim como qualquer outro, gera sintomas físicos, como taquicardia, sudorese e etc. O sujeito sente também os sintomas psíquicos como ansiedade, irritabilidade, entre outros", ressalta a psicóloga.
Para combater os malefícios, Raquel orienta que os usuários e pessoas ao redor observem se, ao ficar longe do uso das telas, o usuário demonstra inquietação, hiperatividade, irritação e, em alguns casos, pensamento obsessivo. Esses sinais demonstram que o uso provocou prejuízos. Como alternativa para substituir o constante uso de dispositivos digitais, a psicóloga aconselha ler livros, realizar atividades físicas e interagir com outras pessoas pessoalmente. Já para casos mais graves, como a suspeita de vício, a busca por um profissional de saúde mental também é recomendada.
"Sabemos que não podemos nos livrar totalmente desse contexto, mas podemos diminuir o uso da tela antes de dormir, fazer intervalos regulares, como por exemplo, durante a refeição, para se desligar mesmo desse mundo virtual. Tente controlar sempre o tempo, estipulando o máximo de tempo que pode permanecer na tela. Tais ações já ajudam bastante nesse processo de 'desintoxicação'”, reforça.
Para os casos que necessitem de acompanhamento psicológico, a Unit/AL disponibiliza uma clínica de psicologia com atendimento gratuito. As consultas ocorrem nos dias úteis da semana, com horários disponíveis pela manhã, tarde e noite e são realizadas por estudantes dos períodos finais do curso, com acompanhamento de professores. Para mais informações, basta entrar em contato com a clínica através do número (82) 3311-3139.
Disponível em: https://tribunahoje.com/noticias/saude/2022/11/08/111666-amnesia-digital-prejudica-armazenamento-natural-de-memorias. Acesso em: 28 dez.2023.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Resorts de esqui estocam neve para compensar falta no inverno
Na estação de esqui de Ruka, na Finlândia, a neve normalmente derrete em abril. No início de maio, seus vinte e dois teleféricos não funcionam temporariamente. E, como todos os anos, suas quarenta e uma pistas de esqui ficam verdes, transformando as encostas em um destino para apaixonados por trilhas e ciclistas de montanha, não para esquiadores.
Mas cinco das pistas são marcadas por dois montes de neve cobertos por mantas brancas de poliestireno. Cada monte contém cerca de trinta mil metros cúbicos de neve. Eles ficam lá durante todo o verão.
Quando estes montes forem descobertos em outubro, haverá ainda cerca de 80% a 90% da neve, o suficiente para ser espalhado por três ou quatro encostas, além do parque de neve.
Para uma estação de esqui de baixa altitude como Ruka, que não chega a atingir 500 metros, isso não é apenas conveniente. É um divisor de águas, especialmente no início da temporada de esqui, quando tanto a neve quanto as temperaturas variam bastante.
O fato de a neve ser armazenada o ano todo parece surpreendente, mas a prática remonta há séculos. Antes da refrigeração, as pessoas armazenavam gelo e neve no subsolo durante o verão, permitindo que conservassem os alimentos por exemplo.
Nas últimas décadas, à medida que a indústria do esqui testava maneiras de conservar a neve para permitir a realização de eventos no outono ou início do inverno, os resorts empilhavam a neve, e depois cobriam as pilhas com um material orgânico como serragem, lascas de madeira ou palha.
Estes métodos são surpreendentemente eficazes: uma pesquisa mostrou que eles preservam entre 72% e 85% da massa de neve durante o verão.
Hoje, no entanto, a tecnologia é muito mais avançada. O sistema da empresa finlandesa Snow Secure inclui mantas brancas de poliestireno, com 50mm ou 70 mm de espessura, projetadas para se ajustarem com precisão a montes de neve com formato geométrico.
De acordo com testes da própria empresa, o sistema funciona mesmo nas temperaturas mais altas. Ao longo de uma semana de junho de 2023 em Vihti, na Finlândia, a temperatura no topo da manta que cobre a neve armazenada chegou a 44°C, segundo as medições realizadas. E abaixo da manta? A temperatura atingiu apenas 2,5°C.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cg3lqg0vrpjo
E, como todos os anos, suas quarenta e uma pistas de esqui ficam verdes, transformando as encostas em um destino para apaixonados por trilhas e ciclistas de montanha, não para esquiadores.
Assinale a opção em que todos os vocábulos pertençam à mesma classe gramatical.
Cientistas descobrem que famoso fóssil nos alpes italianos é uma “farsa”
Durante décadas, espécime se destacou por supostamente ter tecidos moles fossilizados. Porém, novo artigo indica que partes do material são artificiais
Em 1931, pesquisadores encontraram um fóssil de 280 milhões de anos nos alpes italianos. Denominado Tridentinosaurus antiquus, o espécime de réptil ficou famoso por sua preservação: ao redor do corpo, havia um contorno escuro que corresponderia a tecidos moles. No entanto, um artigo publicado na revista Palaeontology na última quinta-feira (15) demonstra que o material é, em partes, uma farsa.
“Tecidos moles fossilizados são raros, mas, quando encontrados, podem revelar importantes informações biológicas – como a coloração externa, a anatomia interna e a fisiologia”, explica, em nota, Valentina Rossi, principal autora do estudo.
Apesar de chamar atenção, o Tridentinosaurus antiquus nunca tinha sido examinado em detalhes. Ele foi colocado no grupo de répteis Protorosauria, mas outros dados, como posição filogenética e detalhes sobre sua história geológica, não eram conhecidos e intrigaram paleontólogos por décadas.
Com o objetivo de obter informações paleobiológicas relevantes, a equipe liderada por Rossi conduziu uma série de análises do T. antiquus. Foram utilizadas técnicas que envolvem luz ultravioleta, microscopia, modelos 3D, entre outras ferramentas. Os cientistas descobriram, então, que a textura e a composição do material não correspondiam ‡quelas vistas em tecidos moles fossilizados. Eles concluíram que o contorno escuro ao redor do corpo do Tridentinosaurus antiquus não era tecido mole, mas um pigmento preto manufaturado. Ou seja, o contorno foi criado artificialmente.
“A preservação peculiar do Tridentinosaurus intrigou especialistas por décadas. Agora, tudo faz sentido”, comenta Evelyn Kustatscher, uma das autoras do estudo. “O que era descrito como pele carbonizada é apenas pintura”, afirma.
Diante disso, os cientistas defendem ser necessária uma maior cautela ao utilizar o T. antiquus em pesquisas futuras – o que pode ocorrer, já que o fóssil não È uma farsa completa. Ossos dos membros inferiores, principalmente os fêmures, parecem genuínos (apesar de não muito preservados). E há também pequenas escamas ósseas, similares às dos crocodilos, no que seriam as costas do animal.
Revista Galileu. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2024/02/cientistas-descobrem-que-famoso-fossil-nos-alpes-italianos-e-uma-farsa.ghtml>
No trecho acima, as formas verbais sublinhadas expressam: