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Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia - pronomes em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 10.458 questões

Q3550141 Português
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, a fala do personagem no quadrinho a seguir, considerando a norma-padrão e a imagem visual.

Imagem associada para resolução da questão


(Charles M. Schulz. Peanuts. Adaptado)
Alternativas
Q3549282 Português
TEXTO I 

Amor de viajante


    O rio de águas claras corria lentamente e o sol já ia se escondendo atrás das montanhas. Cansada, eu buscava algo além da realidade. Coisas como estrelas que falam, rosas que choram... A fantasia era pra mim um desvio da realidade bruta. Diante daquele sol, dos ventos e homens em verdadeira harmonia, parei. Sentei na relva úmida. Sentia a natureza, meu mundo borbulhando em latência plena.

    Percebi que a uns metros de mim repousava um homem de aparência rude. Cabelos despenteados, barba por fazer e uma sacola com roupas como um pesado fardo. Sentado, com os joelhos junto ao peito, parecia se proteger da dor. A noite caía e ele permanecia ali, quase imóvel. Assobiava como se cantasse uma canção de adeus para alguém. Olhei-o pelas costas. Havia uma mistura de sentimentos fechados no peito. Me aproximei.

   "Triste?" Me atrevi a perguntar. "Não sei", respondeu-me com a voz mansa. Não falei nada. Sentei ao seu lado e fiquei admirando sua fisionomia austera e amável ao mesmo tempo. O vento soprava doсе.

    "Sabe, há muitos anos eu vivi nesse lugar..." Começou a me dizer.

    "Do lado esquerdo do rio havia uma palmeira. Já me banhei aqui quando menino".

    De repente parou de falar, como se eu não fosse digna de tais confissões. Mas suas confusões pareciam ser maiores que as desconfianças. Então, prosseguiu:

    "Foi numa tarde como essa que eu, cansado de andar, parei aqui para descansar. Desse mesmo lugar onde estou agora, vi uma menina. Estava de costas. E eu só pude ver aqueles longos cabelos negros que lhe caíam nas costas, como um manto. Depois disso, corri mundo. Naveguei os sete mares. Conheci mulheres deslumbrantes. Cheguei a lutar numa guerra, apesar de achá-la ridícula. Fiz o diabo nesse mundo de Deus. Mas nem todas as loucuras, nem todos os bordéis de beira de estrada, nem os vinhos que me embebedaram, me fizeram esquecê-la. Aquela menina sempre viveu nos lugares mais bonitos de minha memória. Se ela existiu realmente, não sei. Alucinação, talvez."

   A essa altura o viajante não externava angústia. Era como se contasse mais uma de suas aventuras. Falava como se buscasse, num fundo qualquer, um jeito adocicado de me contar sua vida.

   "Talvez ela tenha se transformado numa estrela, ou esteja à beira de um outro rio, despedaçando outros corações. Quem sabe, esteja despertando outros amores. Mas viverá em mim até o fim dos meus dias."

   E nessa mistura de amor, aventura, ilusão e doçura, levantou, se despediu e seguiu viagem. Sem perceber que a mulher que tanto procurava estava ali, a seu lado.


SOUZA, Maria de Lourdes. Dicionário de Lembranças. Río de Janeiro: Editora Contemporânea, 1998.
Sobre o uso dos pronomes no 7º parágrafo do texto 1, analise as afirmativas abaixo.

I- "E eu só pude ver aqueles longos cabelos negros que Ihe caíam nas costas (...)"- "Ihe" pode ser substituído por "dela", sem alteração de significado.
II- "(...) me fizeram esquecê-la"- "la" retoma "uma
III- menina". "Cheguei a lutar numa guerra, apesar de achá-la ridícula." "la" pode ser substituído por "ela", respeitando a norma culta da língua.

Assinale a opção correta.
Alternativas
Q3548570 Português
TEXTO I 


Amor de viajante 


    O rio de águas claras corria lentamente e o sol já ia se escondendo atrás das montanhas. Cansada, eu buscava algo além da realidade. Coisas como estrelas que falam, rosas que choram... A fantasia era pra mim um desvio da realidade bruta. Diante daquele sol, dos ventos e homens em verdadeira harmonia, parei. Sentei na relva úmida. Sentia a natureza, meu mundo borbulhando em latência plena.

    Percebi que a uns metros de mim repousava um homem de aparência rude. Cabelos despenteados, barba por fazer e uma sacola com roupas como um pesado fardo. Sentado, com os joelhos junto ao peito, parecia se proteger da dor. A noite caía e ele permanecia ali, quase imóvel. Assobiava como se cantasse uma canção de adeus para alguém. Olhei-o pelas costas. Havia uma mistura de sentimentos fechados no peito. Me aproximei.

    "Triste?" Me atrevi a perguntar. "Não sei", respondeu-me com a voz mansa. Não falei nada. Sentei ao seu lado e fiquei admirando sua fisionomia austera e amável ao mesmo tempo. O vento soprava doce.

    "Sabe, há muitos anos eu vivi nesse lugar..." Começou a me dizer.

    "Do lado esquerdo do rio havia uma palmeira. Já me banhei aqui quando menino".

    De repente parou de falar, como se eu não fosse digna de tais confissões. Mas suas confusões pareciam ser maiores que as desconfianças. Então, prosseguiu:

    "Foi numa tarde como essa que eu, cansado de andar, parei aqui para descansar. Desse mesmo lugar onde estou agora, vi uma menina. Estava de costas. E eu só pude ver aqueles longos cabelos negros que lhe caíam nas costas, como um manto. Depois disso, corri mundo. Naveguei os sete mares. Conheci mulheres deslumbrantes. Cheguei a lutar numa guerra, apesar de achá-la ridícula. Fiz o diabo nesse mundo de Deus. Mas nem todas as loucuras, nem todos os bordéis de beira de estrada, nem os vinhos que me embebedaram, me fizeram esquecê-la. Aquela menina sempre viveu nos lugares mais bonitos de minha memória. Se ela existiu realmente, não sei. Alucinação, talvez."

     A essa altura o viajante não externava angústia. Era como se contasse mais uma de suas aventuras. Falava como se buscasse, num fundo qualquer, um jeito adocicado de me contar sua vida.

    "Talvez ela tenha se transformado numa estrela, ou esteja à beira de um outro rio, despedaçando outros corações. Quem sabe, esteja despertando outros amores. Mas viverá em mim até o fim dos meus dias."

    E nessa mistura de amor, aventura, ilusão е doçura, levantou, se despediu e seguiu viagem. Sem perceber que a mulher que tanto procurava estava ali, a seu lado.


SOUZA, Maria de Lourdes. Dicionário de Lembranças. Rio de Janeiro: Editora Contemporânea, 1998.
Sobre o uso dos pronomes no 7° parágrafo do texto 1, analise as afirmativas abaixо.

I- "E eu só pude ver aqueles longos cabelos negros que Ihe caíam nas costas (...)"- "Ihe" pode ser substituído por "dela", sem alteração de significado.
II- "(...) me fizeram esquecê-la" - "la" retoma "uma menina".
III- "Cheguei a lutar numa guerra, apesar de achá-la ridícula." - "la" pode ser substituído por "ela", respeitando a norma culta da língua.

Assinale a opção correta.
Alternativas
Q3548120 Português
LADAINHA


Por que o raciocínio,
Os músculos, os ossos?
A automação, ócio dourado,
O cérebro eletrônico, o músculo
mecânico
Mais fáceis que um sorriso.

Por que o coração?
O de metal não tornará o homem
mais cordial
Dando-lhe um ritmo extra-corporal?

Por que levantar o braço
para colher o fruto?
A máquina o fará por nós.
Por que labutar no campo, na cidade?
A máquina o fará por nós.
Por que pensar, imaginar?
A máquina o fará por nós.
Por que fazer um poema?
A máquina o fará por nós.
Por que subir a escada de Jacó?

A máquina o fará por nós.
Ó máquina, orai por nós.

(Cassiano Ricardo. Jeremias sem chorar.)
Na terceira estrofe, repete-se a construção “a máquina o fará por nós”. Nela, o pronome destacado equivale a 
Alternativas
Q3547940 Português
A secretária


           Procuro um documento de que preciso com urgência. Não o encontro, mas me demoro a decifrar minha própria letra nas notas de um caderno esquecido que os misteriosos movimentos da papelada pelas minhas gavetas fizeram vir à tona.

         Isso é que dá encanto ao costume de a gente ter tudo desarrumado. Tenho uma secretária que é um gênio nesse sentido. Perdeu, outro dia, cinquenta páginas de uma tradução.

        Tem um extraordinário senso divinatório, que a leva a mergulhar no fundo do baú do quarto da empregada os papéis mais urgentes; rasga apenas o que é estritamente necessário guardar, mas conserva com rigoroso carinho o recibo da prestação de um aparelho de rádio que comprei em 1941. Isso me fornece algumas emoções líricas inesperadas; quem não se comove de repente quando está procurando um aviso de banco e vê uma conta de hotel de Teresina de quatro anos atrás, com todos os vales das despesas extraordinárias, inclusive uma garrafa de água mineral?

         Não importa que ela faça sumir, por exemplo, minha carteira de identidade. Afinal, estou cansado de saber que sou eu mesmo; não me venham lembrar essa coisa, que entristece e desanima. Prefiro lembrar esse telefone de Buenos Aires que anotei, com letra nervosa, em um pedaço de maço de cigarros, ou guardar com a maior gravidade esse bilhete que diz: “Estive aqui e não te encontrei. Passo amanhã. S.” Quem é esse “S” ou essa “S” e por que, e onde e quando procurou minha humilde pessoa? Que sei?

        Há papéis de visão amarga, que eu deveria ter rasgado dez anos atrás; mas a mão caprichosa de minha jovem secretária, que preservou carinhosamente esse bilhete, não será a própria mão da consciência a me apontar esse remorso velho, a me dizer que devo lembrar o quanto posso ser inconsciente e egoísta?

      Meus arquivos, na sua desordem, não revelam apenas a imaginação desordenada e o capricho estranho da minha secretária. Revelam a desarrumação mais profunda, que não é de meus papéis, é de minha vida.


(Rubem Braga, O homem rouco. Adaptado)
Assinale a alternativa com o enunciado, baseado em informações do texto, que apresenta redação de acordo com a norma-padrão de concordância e de emprego do pronome relativo.
Alternativas
Q3547648 Português
Texto 2

    “O direito à cidade não pode ser concebido como um simples direito de visita ou de retorno às cidades tradicionais. Só pode ser formulado como direito à vida urbana […]
    Basta abrir os olhos para compreender a vida cotidiana daquele que corre de sua moradia para estação próxima ou distante, para o metrô superlotado, para o escritório ou para a fábrica, para retomar à tarde o mesmo caminho e voltar para casa a fim de recuperar as forças para recomeçar tudo no dia seguinte.
    O quadro dessa miséria generalizada não poderia deixar de se fazer acompanhar pelo quadro das satisfações que a dissimulam e que se tornam os meios de eludi-la e de evadir-se dela.”
(O direito à cidade. H Lefebvre. Centauro, 2001. 9788, 2001)
A forma pronominal em ‘eludi-la’ refere-se a:
Alternativas
Q3547643 Português
TEXTO 1

    Levantar-se da cama, tomar banho, se vestir, limpar a casa ou ir ao supermercado parece tarefas simples, mas que podem se tornar difíceis ao envelhecer. O desafio é ainda maior para quem sofre com a sarcopenia.
Isso porque, por suas condições, esses indivíduos acabam tendo baixo nível de mobilidade e atividade física, e baixa ingestão de nutrientes específicos, especialmente proteínas.
    O cantor Agnaldo Rayol morreu nesta segundafeira (04), aos 86 anos, no seu apartamento em São Paulo. De acordo com a família, sua morte ocorreu após uma queda durante a madrugada.
    É preciso destacar que a sarcopenia tem um impacto enorme na qualidade de vida dos idosos. Isso porque o paciente sarcopênico tem mais chance de desenvolver condições agudas, como infecções e traumas. Além disso, há mais risco de instabilizar o controle de doenças crônicas.
    “Como consequência, é maior a chance de hospitalização e incidência de complicações clínicas e cirúrgicas, com maior tempo de internação e mais dificuldades no processo de desospitalização e reabilitação funcional. A sarcopenia é a comorbidade mais frequente em idosos internados por qualquer causa”, ressalta o médico.
    Segundo o especialista, é normal com o envelhecimento que o idoso comece a impor mudanças a sua dieta e se interessar por alimentos fáceis de mastigar e digerir, comumente, os carboidratos. Isso ocorre, muitas vezes, por questões ligadas à dentição, diminuição de enzimas, dificuldades na digestão, desaceleração do ritmo intestinal, entre outras.
(https://www.metropoles.com/saude/agnaldo-rayol-quedaidosos-sarcopenia 04 nov. 2024 https://www.metropoles.com/saude/agnaldo-rayol-queda-idosossarcopeniaAcesso em 04 nov. 2024)
No trecho “O cantor Agnaldo Rayol morreu nesta segunda-feira (04), aos 86 anos, no seu apartamento em São Paulo. De acordo com a família, sua morte ocorreu após uma queda durante a madrugada.”, os pronomes destacados referem-se a quais termos respectivamente?
Alternativas
Q3547436 Português
Em 2023, a Terra passou por ondas de calor significativas e temperaturas extremas, especialmente no Hemisfério Norte. Durante a primeira semana de julho, a temperatura média global foi de cerca de 17°C – a mais alta já registrada pelos Centros Nacionais de Previsão Ambiental da ONU (Organização das Nações Unidas), que possui registros desde 1979.
O calor extremo é causado por uma série de fatores, mas o processo de aquecimento global está entre os principais. As Nações Unidas definem a mudança no clima como um processo de longo prazo que altera as temperaturas e os padrões climáticos ocorridos na Terra.
Mas este recorde de 2023 não deve ser o último. O aumento da temperatura no planeta pode ser ainda mais significativo – superando os 1,5°C previstos pelo Acordo de Paris (tratado internacional sobre mudanças climáticas) se a queima de combustíveis fósseis responsável pelo efeito estufa não for reduzida.


Adaptado de: https://www.nationalgeographicbrasil.com/meioambiente/2024/01/lugares-mais-quentes-da-terra-conheca-3-zonas-quebateram-recorde-de-calor. 
Na frase Mas este recorde de 2023 não deve ser o último, o vocábulo este é classificado, gramaticalmente, como pronome:  
Alternativas
Q3545758 Português

LEIA ATENTAMENTE O TEXTO A SEGUIR E RESPONDA À QUESTÃO


PROPOSTAS EM LÍNGUA PORTUGUESA DA BNCC FOCAM NA GRAMÁTICA E NOS GÊNEROS DIGITAIS


Na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), o foco da disciplina é formar para os diversos usos da linguagem e para a participação na sociedade de forma crítica e criativa.

Boa notícia para os professores de Português do Fundamental 1 e 2: a BNCC mantém muitos dos princípios adotados nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). Um deles é a centralidade do texto e dos gêneros textuais. Isso quer dizer que o ensino de português precisa continuar contextualizado, articulado ao uso social da língua. No entanto, entre as duas décadas que separam os dois documentos, os estudos de linguagens evoluíram bastante. Da mesma forma, a sociedade também passou por profundas alterações, sobretudo por conta da ampliação do uso da tecnologia. A BNCC reflete esse avanço, que se manifesta, principalmente, em dois aspectos: a presença de textos multimodais – popularizados pela democratização das tecnologias digitais – e as questões de multiculturalismo – uma demanda política da contemporaneidade. Confira a seguir as principais mudanças. 


As práticas de linguagem se mantêm, mas é inserida a semiótica

Nos PCNs, a disciplina se organizava em três grandes blocos de conteúdo: Língua Oral, Língua Escrita e Análise e Reflexão sobre a língua. A estrutura proposta pela BNCC se assemelha a essa organização. No novo documento, as habilidades estão agrupadas em quatro diferentes práticas de linguagem: Leitura, Produção de Textos, Oralidade e Análise Linguística/Semiótica. A diferença central refere-se à inserção da análise semiótica. Essa área se refere ao estudo de textos em múltiplas linguagens, incluindo as digitais: como os memes, os gifs, as produções de youtubers etc. Outra mudança é que, para cada um dos eixos, a BNCC propõe um quadro que explicita como se relacionam as práticas de uso e de reflexão. Ou seja: o documento avança na descrição de como podemos refletir sobre a língua, a fim de nos empoderarmos em seu próprio uso.


Os campos de atuação ganham destaque


Uma das maiores mudanças da BNCC para o componente, os Campos de Atuação têm, praticamente, a mesma importância dos eixos temáticos na organização dos objetivos e habilidades que devem ser desenvolvidos durante todo o Ensino Fundamental. De forma geral, sua principal contribuição ao documento é demandar protagonismo dos alunos, mesmo os de anos iniciais, deixando bem clara a necessidade de contextualizar as práticas de linguagem. Para isso, a base leva em conta os campos: 1) da vida cotidiana; 2) da vida pública; 3) das práticas de estudo e pesquisa e 4) artístico/literário.


Os campos de atuação são as áreas de uso da linguagem, na vida cotidiana. Por exemplo: no campo de atuação artístico-literário, temos o uso da língua voltado à produção e à leitura de contos, romances, peças de teatro, poemas. Nesse caso, trata-se de gêneros textuais e usos da linguagem com predominância da atuação artístico-literária. No campo de atuação jornalístico/midiático, encontramos os textos com outra tônica: a da transmissão de informações, da comunicação, da intenção de “vender” um produto/ideia etc.


As diferentes práticas aparecem mais conectadas

Outro avanço do novo documento é a articulação entre as práticas, a partir do entendimento de que a língua mobiliza os diferentes saberes. Assim, as habilidades de escrita constantemente aparecem integradas com práticas linguísticas como as de leitura e as de análise linguística/semiótica. Veja como exemplo a habilidade abaixo:

(EF01LP17) Planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, listas, agendas, calendários, avisos, convites, receitas, instruções de montagem e legendas para álbuns, fotos ou ilustrações (digitais ou impressos), dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/finalidade do texto.

A formulação se refere a duas atividades articuladas entre si: planejar e produzir a escrita. Os gêneros são indicados (listas, agendas, calendários etc.), assim como é explicitado o campo de atividade, a situação comunicativa, o tema e a finalidade da produção. Mas, para que o aluno desenvolva a habilidade proposta, o professor terá que planejar práticas de leitura/escrita e outras atividades didáticas em que esses fatores estejam envolvidos. E nas quais o aluno seja levado a reconhecê-los na leitura e a considerá-los na produção. Exemplo: que lista será produzida? Por que vamos produzi-la? Para que ela vai servir? Como ela pode facilitar nossa ação? Quem vai usá-la? Que linguagem devemos usar para que ela atinja seus objetivos? Vale destacar que, para esse trabalho, só o texto não basta, será preciso contextualizar o conhecimento escolar, a partir de situações sociais significativas para os estudantes.

(FONTE: PROPOSTAS EM LÍNGUA PORTUGUESA DA BNCC FOCAM NA GRAMÁTICA E NOS GÊNEROS DIGITAIS. [S. l.: s. n.], 2024. Disponível em: https://novaescola.org.br/bncc/conteudo/22/propostas-em-lingua-portuguesa-da-bncc-focam-na-gramatica-e-nos-generos-digitais. Acesso em: 1 jun. 2024.)

Em relação aos processos coesivos, analise a função do termo “esse” no trecho: “No entanto, entre as duas décadas que separam os dois documentos, os estudos de linguagens evoluíram bastante. Da mesma forma, a sociedade também passou por profundas alterações, sobretudo por conta da ampliação do uso da tecnologia. A BNCC reflete esse avanço, que se manifesta, principalmente, em dois aspectos: a presença de textos multimodais — popularizados pela democratização das tecnologias digitais — e as questões de multiculturalismo — uma demanda politica da contemporaneidade. Confira a seguir as principais mudangas.” 
Alternativas
Q3545756 Português

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PROPOSTAS EM LÍNGUA PORTUGUESA DA BNCC FOCAM NA GRAMÁTICA E NOS GÊNEROS DIGITAIS


Na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), o foco da disciplina é formar para os diversos usos da linguagem e para a participação na sociedade de forma crítica e criativa.

Boa notícia para os professores de Português do Fundamental 1 e 2: a BNCC mantém muitos dos princípios adotados nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). Um deles é a centralidade do texto e dos gêneros textuais. Isso quer dizer que o ensino de português precisa continuar contextualizado, articulado ao uso social da língua. No entanto, entre as duas décadas que separam os dois documentos, os estudos de linguagens evoluíram bastante. Da mesma forma, a sociedade também passou por profundas alterações, sobretudo por conta da ampliação do uso da tecnologia. A BNCC reflete esse avanço, que se manifesta, principalmente, em dois aspectos: a presença de textos multimodais – popularizados pela democratização das tecnologias digitais – e as questões de multiculturalismo – uma demanda política da contemporaneidade. Confira a seguir as principais mudanças. 


As práticas de linguagem se mantêm, mas é inserida a semiótica

Nos PCNs, a disciplina se organizava em três grandes blocos de conteúdo: Língua Oral, Língua Escrita e Análise e Reflexão sobre a língua. A estrutura proposta pela BNCC se assemelha a essa organização. No novo documento, as habilidades estão agrupadas em quatro diferentes práticas de linguagem: Leitura, Produção de Textos, Oralidade e Análise Linguística/Semiótica. A diferença central refere-se à inserção da análise semiótica. Essa área se refere ao estudo de textos em múltiplas linguagens, incluindo as digitais: como os memes, os gifs, as produções de youtubers etc. Outra mudança é que, para cada um dos eixos, a BNCC propõe um quadro que explicita como se relacionam as práticas de uso e de reflexão. Ou seja: o documento avança na descrição de como podemos refletir sobre a língua, a fim de nos empoderarmos em seu próprio uso.


Os campos de atuação ganham destaque


Uma das maiores mudanças da BNCC para o componente, os Campos de Atuação têm, praticamente, a mesma importância dos eixos temáticos na organização dos objetivos e habilidades que devem ser desenvolvidos durante todo o Ensino Fundamental. De forma geral, sua principal contribuição ao documento é demandar protagonismo dos alunos, mesmo os de anos iniciais, deixando bem clara a necessidade de contextualizar as práticas de linguagem. Para isso, a base leva em conta os campos: 1) da vida cotidiana; 2) da vida pública; 3) das práticas de estudo e pesquisa e 4) artístico/literário.


Os campos de atuação são as áreas de uso da linguagem, na vida cotidiana. Por exemplo: no campo de atuação artístico-literário, temos o uso da língua voltado à produção e à leitura de contos, romances, peças de teatro, poemas. Nesse caso, trata-se de gêneros textuais e usos da linguagem com predominância da atuação artístico-literária. No campo de atuação jornalístico/midiático, encontramos os textos com outra tônica: a da transmissão de informações, da comunicação, da intenção de “vender” um produto/ideia etc.


As diferentes práticas aparecem mais conectadas

Outro avanço do novo documento é a articulação entre as práticas, a partir do entendimento de que a língua mobiliza os diferentes saberes. Assim, as habilidades de escrita constantemente aparecem integradas com práticas linguísticas como as de leitura e as de análise linguística/semiótica. Veja como exemplo a habilidade abaixo:

(EF01LP17) Planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, listas, agendas, calendários, avisos, convites, receitas, instruções de montagem e legendas para álbuns, fotos ou ilustrações (digitais ou impressos), dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/finalidade do texto.

A formulação se refere a duas atividades articuladas entre si: planejar e produzir a escrita. Os gêneros são indicados (listas, agendas, calendários etc.), assim como é explicitado o campo de atividade, a situação comunicativa, o tema e a finalidade da produção. Mas, para que o aluno desenvolva a habilidade proposta, o professor terá que planejar práticas de leitura/escrita e outras atividades didáticas em que esses fatores estejam envolvidos. E nas quais o aluno seja levado a reconhecê-los na leitura e a considerá-los na produção. Exemplo: que lista será produzida? Por que vamos produzi-la? Para que ela vai servir? Como ela pode facilitar nossa ação? Quem vai usá-la? Que linguagem devemos usar para que ela atinja seus objetivos? Vale destacar que, para esse trabalho, só o texto não basta, será preciso contextualizar o conhecimento escolar, a partir de situações sociais significativas para os estudantes.

(FONTE: PROPOSTAS EM LÍNGUA PORTUGUESA DA BNCC FOCAM NA GRAMÁTICA E NOS GÊNEROS DIGITAIS. [S. l.: s. n.], 2024. Disponível em: https://novaescola.org.br/bncc/conteudo/22/propostas-em-lingua-portuguesa-da-bncc-focam-na-gramatica-e-nos-generos-digitais. Acesso em: 1 jun. 2024.)

A respeito dos processos coesivos na construção textual, analise o trecho a seguir: “No novo documento, as habilidades estão agrupadas em quatro diferentes práticas de linguagem: Leitura, Produção de Textos, Oralidade e Análise Linguística/Semiótica. A diferença central refere-se à inserção da análise semiótica. Essa drea se refere ao estudo de textos em múltiplas linguagens, incluindo as digitais: como os memes, os gifs, as produções de youtubers etc.” Quais recursos coesivos foram utilizados para garantir a continuidade do texto? 
Alternativas
Q3545702 Português
[...] permitiu descobrir que esses pássaros são territorialistas e mantêm relacionamentos por longos períodos.
Na frase em questão, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3545526 Português
As cidades que nos abrigam

Historicamente, se registra que a humanidade preferiu construir cidades litorâneas, do que resulta inúmeros centros urbanos próximo aos oceanos, mares e em estuários de rios importantes, muitos com portos movimentados, importantes. Por vezes, as cidades eram fortificadas para conter possíveis ataques por mar. Isso não evitou grandes batalhas entre povos inimigos, e o vencedor poderia se dar ao desfrute de paz durante anos. Mas como os romanos criaram o mote, "si vis pacem para bellum", ou "se quer a paz, prepara-te para a guerra", com isso, a humanidade viveu tranquilamente por anos e séculos.

Atualmente, há conflitos locais e uma preocupação enorme de que essas contendas possam se ampliar regionalmente, ou pior, que sejam usadas armas nucleares, conforme noticia a mídia televisada e escrita. O risco de guerra deixa de ser local ou regional e passa a ser mundial pela amplitude dos danos que poderiam ocasionar. Há temor quanto a essa possibilidade, o que restringe os donos dos botões vermelhos para conter essa insânia desumana incomparável de uso de armamento nuclear.

Afastado o perigo de hecatombe — que pouco tem a ver com o meio urbano, objeto deste escrito, e, sim, com políticas nacionais ou continentais —, as cidades em geral estão em seu cotidiano com seus habitantes e o meio urbano sentindo-se à vontade em suas atividades diárias. Com isso, entende-se que se alargam os territórios das cidades ou adensam seu espaço urbanizado, sobretudo nas áreas centrais. No caso de Brasília, alguns argumentam que o Plano Piloto não pode ficar "engessado". Traduzindo, o mercado imobiliário deseja construir empregando outra tipologia de edifícios, mais altos. O que não se entende é ter edifícios fora do padrão vigente no Plano Piloto.

Todavia, há em Brasília favelas, como Pôr do Sol e Sol Nascente, em que não há infraestrutura, são carentes de atenção por parte dos governadores do DF e de Goiás. As favelas deveriam receber mais atenção das autoridades porque sua população está submetida à falta de infraestruturas básicas, não contam com água tratada e o esgoto está a céu aberto. Por isso, o favelamento deve acabar ou receber água tratada e esgotamento sanitário, com o que se findarão as epidemias em que as vítimas são crianças e idosos. Sem favelas, haveria cidades em que a população está se ocupando em seus afazeres, sobretudo se tiver onde trabalhar e linhas de ônibus para os deslocamentos para o trabalho ou buscar serviços em outros pontos da cidade.

No DF, é desejável que os agentes imobiliários procurem outros espaços para construir, que não destruam o que foi imaginado para o Plano Piloto e para o DF desde os primórdios. Uma cidade deve ser mostrada como um espaço em que não haja edificações fora dos padrões urbanísticos, como Águas Claras. Essa região administrativa (RA) serve de exemplo de espaço repleto de edificações com muitos andares e onde o setor imobiliário esteve intensamente presente. Águas Claras é o núcleo urbano que difere das demais RAs. Nestas, há restrições para edificações elevadas.

Nos anos de 1960, outros países se interessaram no que foi feito na capital federal, sobretudo no que diz respeito à urbanização. Alguns preciosistas podem levantar a preocupação de que, em seus 5.800 quilômetros quadrados, o DF se consolidou com uma espacialização alargada e pouco recomendável. Todavia, com o passar dos anos verificou-se que cada núcleo urbano (RA) se organizou internamente de forma a evitar que seus respectivos habitantes tivessem que percorrer grandes distâncias para obter bens e serviços. Todos esses núcleos organizaram-se de modo a contar com os necessários equipamentos e instituições para servir seus habitantes.

Os serviços do alto poder Judiciário, do Executivo e do Legislativo federais são encontrados apenas no Plano Piloto, e isso não haverá de se modificar porque foi assim que o núcleo histórico se estruturou e consolidou, devendo permanecer assim por décadas à frente. Nada impede, todavia, que os demais núcleos urbanos desenvolvam atividades e organizem serviços voltados para as pessoas próximas em termos de comércio e pequenas indústrias, não poluentes ambientais.

Outros argumentarão que o território como está organizado exige deslocamentos diários dos trabalhadores que exercem atividades em outras localidades e dos que buscam serviços fora de seu local de moradia. Isso se acomodará, pois os ajustamentos urbanos realizados no DF nessas seis décadas podem se assemelhar aos de outras cidades brasileiras. Nelas, há intensos deslocamentos dos trabalhadores da periferia para o centro nas primeiras horas da manhã e, em sentido contrário, ao fim do dia. Essa mobilidade ininterrupta é uma das características das grandes cidades que nos acolhem. 

(Fonte: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. In: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. [S. l.], 11 abr. 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6835502-artigo-as-cidades-que-nos-abrigam.html).
Os pronomes são importantes elementos de coesão textual e atuam na manutenção temática, já que sua função referencial permite ao autor evitar a repetição desnecessária de palavras ou expressões.
Assinale a alternativa em que o referente do pronome destacado está corretamente indicado entre parênteses.
Alternativas
Q3543725 Português

 Assinalar a alternativa que corresponde ao pronome da frase abaixo:


Ela sempre organiza a casa aos sábados.

Alternativas
Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2024 - TJ-SP - Psicólogo Judiciário |
Q3543290 Português
Hora e vez da caatinga

        No semiárido nordestino se encontra o único bioma exclusivamente brasileiro. O Nordeste abriga a segunda maior população do país, metade em condição de pobreza. Secas e ondas de calor podem lhe causar ainda muito sofrimento e baixa na qualidade de vida.

        Não é apenas o El Niño deste ano que augura* uma estiagem grave. A mudança climática no planeta vai além dessa perturbação nas águas do Pacífico e apanha um sertão nordestino vulnerável.

        Estudos recentes cruzaram projeções sobre o aumento da aridez na região, em consequência do aquecimento global, com previsões sobre perda de fauna e flora sob aumento da temperatura e queda na precipitação. Concluíram que, em 2060, poderá ocorrer perda de espécies animais e vegetais em 90% da caatinga.

        Uma desertificação da região não será desastrosa só para pequenos mamíferos da caatinga, como prediz a pesquisa. A onipresença de caprinos dá boa ideia da importância para a segurança alimentar e a cultura dos sertanejos dessa criação que pasteja livre pelo bioma.

        Um incremento na perda de cobertura vegetal, acompanhada da homogeneização (poucas espécies) prevista pelos especialistas, trará impacto difícil de avaliar. A ele se somaria um processo de desmatamento já em aceleração, realimentando o vetor de aridificação.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 28.10.2023. Adaptado)
* augura: prenuncia
A colocação pronominal atende à norma-padrão em: 
Alternativas
Q3543221 Português
Calor, fogo e fumaça

        O desmatamento caiu 22% na Amazônia em 2023, porém as queimadas no país – mais da metade delas apenas nesse bioma – superam recordes. Cidades como Manaus estão cobertas de fumaça. Com a crise do clima na Terra, tudo parece fora de ordem.

        A onda de calor a escaldar o Brasil incinera as derradeiras dúvidas sobre o aquecimento global. Ela se encaixa à perfeição no conceito de eventos extremos para os quais cientistas vêm alertando, há décadas, às vezes para ouvidos moucos.

        A canícula* tem explicação. Está relacionada ao fenômeno El Niño, em que águas superficiais anormalmente aquecidas no Pacífico bagunçam o clima do globo e devem tornar este 2023 o mais quente em 125 mil anos.

        O descompasso entre redução no desmate e aumento de incêndios também conta com explicação, ainda que não intuitiva. A floresta amazônica enfrenta estiagem inaudita, outra consequência do El Niño. Além disso, há elevação incomum da temperatura das águas do oceano Atlântico, que pode estar agravando a situação.

        Nos últimos três anos houve predominância de fenômeno oposto, com La Niña, que incrementa precipitação na Amazônia. Se, em tempos normais, essa fisionomia florestal tipicamente chuvosa já se mostra fácil de incendiar, mais ainda nessa condição.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 14.11.2023. Adaptado)
* canícula: período de extremo calo
A colocação pronominal atende à norma-padrão em:
Alternativas
Q3541903 Português
Assinale a alternativa que apresenta o correto uso da ênclise, conforme a norma-padrão da Língua Portuguesa. 
Alternativas
Q3541897 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


Coisas jurídicas


     Este negócio de assassinatos perpetrados pelos maridos, por adultério da mulher, dá lugar a muitas reflexões. A estupidez desses matadores é evidente; a sua perversidade não é menos.

     Mas os jornais, no dever de forçar a publicidade e provocar a curiosidade, trazem à tona cousas bem interessantes.

     Não quero falar bobagens e quinquilharias da vida doméstica de um qualquer casal: não quero falar do caderno da venda nem das reclamações do vizinho; não quero falar do choro das crianças nem das palmadas paternas e maternas. Tudo isto é igual em todas as notícias desses casos tristes em que um bobo ou perverso marido mata a mulher porque adulterou.

    No último caso, porém, em que isso se deu, surgiu uma situação onde a bodega de lei dança uma dança macabra com a justiça e a razão. Relembro um pouco um sujeito qualquer que descobre a mulher em flagrante adultério. Tenta matá-la à faca; o amante se interpõe e o marido o mata. Bem. Até aí, nada de novo.

   O que de novo aparece é o código civil ou criminal ou lá que for. Qualquer de um desses famosos calhamaços diz que a essa pobre mulher que escapou de ser morta, e, se o não foi, deve-o à generosa coragem do seu amante; a essa pobre mulher o calhamaço dá direito, ao matador manqué, de processá-la e arranjar a sua condenação a um ano de prisão celular.

    Ora bolas! O que é mais grave é o adultério ou a tentativa de assassinato? Então o tipo que me mata ou tenta matar-me porque furtei um pão à sua padaria, pode processar-me por crime de furto?

   Então eu que atiro e firo o gatuno que me vai furtar as galinhas do quintal, posso processá-lo por crime de furto?

   Já se viu uma cousa dessas?

   Essa jurisprudência é uma coisa muito engraçada!


Lima Barreto
Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17281/coisas-
juridicas Acesso: 18/03/2024
Na sentença “Tenta matá-la à faca”, retirada do texto, o pronome em destaque é pessoal:  
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IF-MT Órgão: IF-MT Provas: IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Matemática | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Engenharia de Alimentos | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Engenharia Elétrica | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Engenharia de Produção | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Literatura | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Manutenção de Aeronaves | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Biotecnologia | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Física | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Língua Estrangeira (Espanhol) | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Informática | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Sociologia | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Educação Especial | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Educação Física | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Engenharia Cartográfica | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Engenharia da Computação |
Q3539765 Português
TEXTO IV 
Quando o inverno chegar
Eu quero estar junto a ti
Pode o outono voltar
Que eu quero estar junto a ti
Te amo (é primavera), meu amor
Tim Maia
[...]" 

Na canção, o compositor faz uso da linguagem coloquial quanto a colocação do pronome obliquo “te” (Te amo) . Assinale a única alternativa em que o pronome obliquo em destaque foi usado de acordo com o padrão culto da lingua portuguesa. 
Alternativas
Q3539527 Português
Instrução: Leia atentamente o conto popular a seguir e responda à questão.


A onça e o gato

    A onça pediu ao gato para lhe ensinar a pular e o gato prontamente lhe ensinou. Depois, indo juntos para a fonte beber água, fizeram uma aposta para ver quem pulava mais.
    Chegando à fonte, encontraram lá o calango, e então disse a onça para o gato: “Compadre, vamos ver quem de um só pulo pula o camarada calango?”
    — “Vamos”, disse o gato. “Só você pulando adiante”, disse a onça. O gato pulou em cima do calango, a onça pulou em cima do gato.     Então o gato pulou de banda e escapou.
    A onça ficou desapontada e disse: “Assim, compadre gato, é que você me ensinou?! Principiou e não acabou...”
    O gato respondeu: “Nem tudo os mestres ensinam aos seus aprendizes”.

(Disponível em: www.culturagenial.com/contos populares. Acesso em: 29/02/2021.)
Algumas palavras são usadas no texto para retomar o sentido de palavras já ditas anteriormente. Sobre esse fato, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Na primeira linha, o pronome lhe substitui a palavra onça.
( ) Na terceira linha, o advérbio substitui a palavra fonte.
( ) Na terceira linha o substantivo Compadre retoma a palavra onça.
( ) Na sétima linha, o pronome me substitui a palavra gato.
Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q3536791 Português
Assinale a alternativa que apresenta a correta colocação pronominal:
Alternativas
Respostas
1801: A
1802: D
1803: D
1804: D
1805: D
1806: A
1807: C
1808: D
1809: A
1810: D
1811: D
1812: C
1813: D
1814: C
1815: C
1816: E
1817: A
1818: E
1819: D
1820: C