Questões de Concurso
Comentadas sobre morfologia - pronomes em português
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Coluna 01:
(__)Alguns professores lhes darão péssimos conselhos.
(__)Convidá-lo-ei para as festividades de dezembro.
(__)Chamem-me sempre que for necessário.
(__)Já avisei que não o quero vindo aqui.
(__)Encantei-me com a beleza das cidades italianas.
Coluna 02:
I.Ênclise;
II.Mesóclise;
III.Próclise.
Correlacione as colunas acima de acordo com a posição dos pronomes átonos em relação ao verbo da oração. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta:
Coluna 01:
(__)Conforme lhes foi informado, não haverá folgas.
(__)Emocionei-me com o seu discurso.
(__)Antes de começarmos, levantem-se.
(__)Nunca o vi chegar cedo.
(__)Calar-me-ei se achar necessário.
Coluna 02:
I.Ênclise.
II.Mesóclise.
III.Próclise.
Correlacione as colunas acima de acordo com a posição dos pronomes átonos em relação ao verbo da oração. Após análise, assinale a alternativa que indica a sequência correta:
Considerando aspectos linguísticos do texto anterior e a leitura nos anos iniciais do ensino fundamental, julgue o próximo item.
O pronome ‘elas’, em ‘elas devem ser usadas’ (quarto período), retoma “palavras”, que aparece no período imediatamente anterior.
Julgue o item a seguir, com relação aos sentidos e aspectos linguísticos do texto apresentado.
Em “seus dotes urbanísticos” (segundo período do segundo parágrafo), a forma pronominal “seus” tem como referente a cidade de Curitiba.
Julgue o item subsequente, referente a construções linguísticas do texto apresentado.
Estaria mantida a correção gramatical do texto caso se empregasse a ênclise do pronome “se” no segundo e no terceiro períodos, haja vista a falta de critério impositivo da próclise pronominal nesses períodos.
Julgue o próximo item, acerca das ideias e de aspectos textuais e gramaticais do texto precedente.
O segmento ‘desespera ele’ (décimo segundo período) é exemplo de emprego de pronome do caso reto, em vez de pronome oblíquo átono, em posição de complemento verbal.
Em relação aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item que se segue.
No segmento “que vinha oferecer-me” (quarto período), também estaria correto o uso de próclise do pronome ao auxiliar — que me vinha oferecer.
Em relação ao texto 9A1 e a aspectos gramaticais a ele relacionados, julgue o item que se segue.
No último período do texto, a substituição de “se faz” por faz-se manteria a correção gramatical do texto.
Leia o texto a seguir para responder a questão.
Você é um número
Se você não tomar cuidado vira número até para si mesmo. Porque a partir do instante em que você nasce classificam-no com um número. Sua identidade no Félix Pacheco é um número. O registro civil é um número. Seu título de eleitor é um número. Profissionalmente falando você também é. Para ser motorista, tem carteira com número e chapa de carro. No Imposto de Renda, o contribuinte é identificado com um número. Seu prédio, seu telefone, seu número de apartamento – tudo é número.
Se é dos que abrem crediário, para eles você é um número. Se tem propriedade, também. Se é sócio de um clube, tem um número. Se é imortal da Academia Brasileira de Letras, tem o número da cadeira.
É por isso que vou tomar aulas particulares de matemática. Preciso saber das coisas. Ou aulas de física. Não estou brincando: vou mesmo tomar aulas de matemática, preciso saber alguma coisa sobre cálculo integral.
Se você é comerciante, seu alvará de localização o classifica também.
Se é contribuinte de qualquer obra de beneficência, também é solicitado por um número. Se faz viagem de passeio ou de turismo ou de negócio, recebe um número. Para tomar um avião, dão-lhe um número. Se possui ações, também recebe um, como acionista de uma companhia. É claro que você é um número no recenseamento. Se é católico, recebe número de batismo. No registro civil ou religioso você é numerado. Se possui personalidade jurídica, tem. E quando a gente morre, no jazigo, tem um número. E a certidão de óbito também.
Nós não somos ninguém? Protesto. Aliás é inútil o protesto. E vai ver meu protesto também é número. Uma amiga minha contou que no Alto Sertão de Pernambuco uma mulher estava com o filho doente, desidratado, foi ao posto de saúde. E recebeu a ficha de número dez. Mas dentro do horário previsto pelo médico a criança não pôde ser atendida porque só atenderam até o número nove. A criança morreu por causa de um número. Nós somos culpados.
Se há uma guerra, nós somos classificados por um número. Numa pulseira com placa metálica, se não me engano. Ou numa corrente de pescoço, metálica.
Nós vamos lutar contra isso. Cada um é um, sem número. O si-mesmo é apenas o si-mesmo.
E Deus não é número.
Vamos ser gente, por favor. Nossa sociedade está nos deixando secos como um número seco, como um osso branco seco posto ao sol. Meu número íntimo é nove. Só. Oito. Só. Sete. Só. Sem somá-los nem transformá-los em 987. Estou me classificando com um número? Não, a intimidade não deixa. Vejam, tentei várias vezes na vida não ter número e não escapei. O que faz com que precisemos de muito carinho, de nome próprio, de genuinidade. Vamos amar que amor não tem número. Ou tem?
LISPECTOR, C. Você é um número. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro, 1984, p. 572-573. Disponível em < https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/12336/vocee-um-numero>.
"Não me senti mal. Não me senti desvalorizado. Quem nunca se perguntou isso?"
Com base nas normas gramaticais da língua portuguesa, identifique a alternativa correta quanto ao uso da colocação pronominal:

Coluna 1
1. Adjetivo.
2. Advérbio.
3. Pronome.
4. Substantivo.
Coluna 2
( ) “demanda” (l. 01).
( ) “esta” (l. 02).
( ) “suficientes” (l. 03).
( ) “não” (l. 05).
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: