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Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia - pronomes em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 10.459 questões

Q3691374 Português
Sua excelência (______) dizer que não apresentará proposta para (_____) levar ao debate, pois não concorda com a parceria entre (____) e os outros participantes”. 

A alternativa que completa as lacunas entre parênteses, CORRETAMENTE E RESPECTIVAMENTE é:
Alternativas
Q3691023 Português
Analise os termos destacados na frase e relacione-os à sua correta classe gramatical na ordem em que aparecem:
Meu amigo resgatou dois vira-latas. Achei isso muito bacana da parte dele.”
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Quadrix Órgão: CORE-SE Prova: Quadrix - 2025 - CORE-SE - Contador |
Q3690487 Português
ESTÁ TUDO ACABADO
— Está tudo acabado.

        A frase foi dita em uma terça‑feira banal. Ele foi da fé ao desespero setenta vezes sete num curto período: correu, nadou, jejuou e orou, murmurou ao céu, ouviu a discografia de vários artistas, emagreceu de dieta e de má saúde, ceifou‑lhe a vida e também a de várias pessoas, suicidou‑se e renasceu, reinventou‑se. Quando voltou a si e à razão simples da vida, ela estava no mesmo lugar, convocando‑o à luta diária e incessante de não saber o que se quer e, mesmo assim, entender que está tudo bem.

Internet:<folhadabaixada.com.br>  (com adaptações). 
No trecho “ceifou‑lhe a vida e também a de várias pessoas”, o pronome oblíquo átono “lhe” possui valor
Alternativas
Q3690402 Português
Pistu, o menino do dedo vermelho

        Pistu desde criança vivia com um dom: tudo o que tocava ganhava sangue e vida. Tocou pássaros, gatos, cães, um bebê natimorto. Um dia, pôs o indicador sobre uma roseira e feriu‑se num espinho. Seu sangue tingiu o botão mais branco da mais bela rosa que já vira. E a roseira morreu.

Internet:<folhadabaixada.com.br>  (com adaptações).
No trecho “Pistu desde criança vivia com um dom: tudo o que tocava ganhava sangue e vida”, o termo “que” deve ser classificado como
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNCERN Órgão: IF-PE Prova: FUNCERN - 2025 - IF-PE - Assistente de Alunos |
Q3689566 Português
A questão refere-se ao texto a seguir.


Valorizar as culturas das infâncias é o primeiro passo contra a adultização


Ana Paula Yazbek e Miruna Kayano Genoino


    Agosto foi definido pelo governo federal como o mês da primeira infância, mas vivemos uma contradição. Enquanto iniciativas buscam valorizar os primeiros anos de vida, surgem denúncias de hiperexposição e exploração de crianças na internet. O termo que ganhou força é "adultização", quando meninas e meninos são pressionados a assumirem comportamentos e estéticas que não correspondem à sua idade. Como agir diante disso?

     Antes de tudo, para combater esse tipo de comportamento, para além da regulamentação das redes sociais que já está sendo discutida no Congresso Nacional e do compromisso de todos com o tema (famílias e escolas), é preciso que a sociedade reconheça a importância e o direito de ser criança.

    A infância é um período repleto de descobertas, imaginação e aprendizagens que não se resumem a conteúdos, mas à própria experiência de ser criança. Brincar livre, ouvir e contar histórias, mergulhar em jogos simbólicos e na curiosidade espontânea fazem parte do que chamamos de culturas das infâncias. E dizemos no plural por reconhecer a diversidade racial, social, de gênero, cultural e econômica das crianças em diferentes territórios e tempos históricos.

    É por meio dessas experiências da infância que a criança constrói sua identidade, desenvolve habilidades socioemocionais e aprende a se relacionar com o mundo ao seu redor. Quando respeitamos e incentivamos essa cultura, contribuímos para uma formação mais saudável e integral, onde há espaço para a ludicidade, para o erro como parte do processo de aprendizagem e para o tempo próprio de cada etapa do desenvolvimento.

    Por outro lado, a adultização impõe às crianças padrões estéticos, consumistas e comportamentais próprios do mundo adulto. Isso pode ser observado, por exemplo, na sexualização precoce em mídias e roupas, ainda mais forte nas meninas, na pressão por desempenho em excesso, e na substituição do brincar por agendas cheias de compromissos. Esses fatores podem gerar ansiedade, estresse e até dificuldades de socialização, além de comprometer o desenvolvimento emocional e cognitivo das crianças. O excesso de estímulos, a falta de tempo livre e o acesso irrestrito a mídias adultizantes corroem a espontaneidade, a criatividade e a liberdade de ser criança.

    Ou seja, a adultização precoce pode apagar a cultura das infâncias, diminuindo a importância do "aqui e agora" em prol de um "tornar-se" alguém. Esse é um lugar de exposição, de desamparo, já que a criança não tem mecanismos cognitivos, afetivos, emocionais, físicos, para lidar com o que representa essa adultização.

    A criança tem de estar no lugar de criança, vivendo experiências que ela só pode viver nessa fase, como a experimentação intensa das muitas oportunidades que lhe são apresentadas, fazendo muitas perguntas, ouvindo respostas, recebendo olhares e gestos que as acolhem. Por isso, valorizar a infância não significa impedir ou desvalorizar a presença e o comportamento dos adultos. Pelo contrário, os adultos são os responsáveis por oferecer às crianças condições, espaços e ambientes para que elas sejam produtoras dessa cultura. E devem participar desse desenvolvimento da infância, não só controlar e observar.

    Assim, ao estar com as crianças nos momentos de brincadeira livre, por exemplo, aprendemos o que está acontecendo com elas, observamos quais decisões tomam, quem consegue brincar bem, quem ainda está ficando sozinho. Nesse processo, nós, adultos, podemos ser um pouquinho mais crianças para termos trocas significativas. Se não formos, as crianças podem ter como experiência maior a entrada no mundo adulto, com todas as suas consequências.

   Mas quantas infâncias são desamparadas? Seja pelas políticas públicas, dentro de escolas que não conseguem cuidar efetivamente delas ou de famílias sem condições básicas. É urgente que famílias, educadores, instituições e a sociedade como um todo reflitam sobre o papel que estamos atribuindo às crianças.

   Educar contra a adultização é também um ato político e de cuidado: envolve garantir os direitos das crianças — brincar, conviver, aprender, se expressar —, assim como lutar por uma infância inclusiva, criativa e culturalmente rica. Valorizá-la é recuar da lógica produtiva e dar espaço ao afeto, à imaginação, à diversidade e à proteção de sua identidade própria. É compreender que a criança não é um "miniadulto", mas um indivíduo em desenvolvimento que precisa de apoio, cuidado e espaço para ser criança.


Disponível em: correiobraziliense.com.br. Acesso em: 02 set. de 2025. [Adaptado]

Considere o trecho a seguir.


A criança tem de estar no lugar de criança, vivendo experiências que ela[1] só pode viver nessa fase, como a experimentação intensa das muitas oportunidades que lhe[2] são apresentadas, fazendo muitas perguntas, ouvindo respostas, recebendo olhares e gestos que as[3] acolhem.


Sobre as palavras em destaque, é correto afirmar:

Alternativas
Q3688840 Português
Considere as seguintes sentenças, apresentadas a seguir:

I. Nós estamos felizes por recebê-la em casa.
II. Não há nenhum problema entre nós.
III. Pediu a nós que fizéssemos tudo por ele.

Tendo em vista as funções desempenhadas pela palavra “nós”, nas sentenças dadas, conclui-se que esse pronome pessoal é reto, e não oblíquo, apenas em:
Alternativas
Q3688836 Português
Maioridade


    Aos dez anos descobri o primeiro dos objetivos de minha vida: fazer 14 anos. 14 anos são calças compridas, colégio pela manhã, álgebra, certas penugens, centímetros a mais em minha altura, ver Folias de Chicago, deixar de fazer a preliminar nos jogos de futebol de praia; 14 anos, principalmente, era uma idade maior — só poderia ser melhor — que dez anos.

    Aos 14 anos descobri que o mundo é das pessoas de 18 anos. Ter 18 anos é rever Folias de Chicago, tomar cuba-libre com um sorriso de quem tem 19 anos, mandar adaptar o smoking do pai para a festa de formatura, tirar carteira de motorista, ficar na rua até o sol nascer, comprar gravatas amarelas, jogar fora uma coleção inteira do Suplemento Juvenil (1941-1945). 18 anos são quase 21.

    Aos 21 anos tem-se os documentos todos e uma vontade enorme de se perder. Deixar crescer o bigode, rever Folias de Chicago, falar um pouco depressa (um pouco alto) demais, apaixonar-se por uma mulher casada, rasgar alguns papéis, deixar crescer a barba, começar a escrever o nome com formalidade, raspar o bigode, descobrir bares, orgulhar-se dentro do corpo, raspar a barba, perceber tons intermediários, deixar crescer novamente o bigode: leva-se mais de 20 anos para se ter 21 anos.

    Às vezes eu pensava em coisas: achava que estava traçando o futuro. Não estava, era do passado que eu me lembrava, sem saber. Depois dos 21 anos não há mais idades, todo ano é ano, cada idade é legal. A não ser fazer 30 anos. 30 anos é tempo. Sofrer é tão diferente do que eu pensava que fosse.

    Mas nesse tempo — não sei direito onde nem quando — houve um tempo de terrível lucidez. Não dava para durar. Sobrevivi por muito tempo a mim mesmo. Sei que era um tempo com hora, minuto e ponteiro (como se fosse uma lança: a ferir e apontar), uma soma de relógios não o reviveria. Era de uma luminosidade palpável; palpável polpa — de fruta madura, pronta: úmida e à mostra, estourando de dentro da casca. Fruta que, olhando-se de fora, dizia-se ter semente ou não. Não dava para plantar ou pôr na boca. Era fruta de se deixar em cima das mesas e outros móveis. Fruta de se levar por aí, de se mostrar. De cera, não. Não cabia num prato, mas enchia a mão. E não alimentava: iluminava. Uma luminosidade que de mim se usava, eu não tinha nada com ela, eu era parte de um tempo — acidente feito gente.

    Eu sou quase uma coisa. Como é que é? Me perguntam. Mais ou menos, vou respondendo. Para tudo.


LESSA, I. Diário Carioca, 1965. Disponível em
<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/12761/maiorida
de>. 
Analise as sentenças a seguir, retiradas do texto, e assinale aquela em que ocorre pronome indefinido.
Alternativas
Q3688619 Português
A questão refere-se ao texto a seguir.


Além das leis, precisamos promover o desejo por bibliotecas


Leonardo Assis


    Nos últimos 30 anos, temos acompanhado a criação de leis relacionadas às bibliotecas públicas, passando pelas escolares e, mais recentemente, chegando àquelas previstas nos empreendimentos do programa Minha Casa, Minha Vida. Essas medidas buscam garantir espaços legítimos de existência e atuação para as bibliotecas. Esse crescimento do interesse pela instituição é fruto do trabalho de muitos profissionais que lutam para criar espaços de fruição da informação e, consequentemente, da cultura em nossa sociedade.

    Iniciativas como essas são fundamentais. Elas expressam posicionamentos estratégicos para assegurar que a população tenha acesso a ambientes propícios ao desenvolvimento pleno do ser. Esses guerreiros, como gosto de chamá-los, são aqueles que compreenderam e valorizam o poder transformador das bibliotecas na vida em sociedade.

    Neste momento, em que um mínimo legal foi e está sendo garantido, é necessário que a sociedade compreenda a importância das bibliotecas, ou melhor, da informação, para a sua vida, tanto no aspecto material quanto simbólico. Só esse espaço plural, onde diferentes discursos coexistem e o autoritarismo não encontra lugar, pode levar a sociedade à compreensão das desigualdades e à busca por uma prosperidade que, mesmo quando individual, tem reflexos coletivos. 

    O grande desafio atual, no processo de institucionalização das leis sobre bibliotecas, é tornar esses espaços relevantes e significativos para os contextos em que estão inseridos. E isso exige uma formação profissional na área de biblioteconomia e de estudos da informação que vá além da técnica e abrace o contexto social.

    Apenas um olhar atento às comunidades atendidas poderá transformar essa realidade, fazendo com que leis e decretos deixem de ser apenas formalidades para se tornarem ações concretas. É assim que as bibliotecas, especialmente as públicas e escolares, podem assumir um papel protagonista em nossa sociedade.

    Ao olharmos para a história da humanidade, da Mesopotâmia às redes de informação contemporâneas, percebemos que o desenvolvimento das nações sempre esteve ligado ao fortalecimento de suas instituições de informação. Esse ensinamento nos coloca diante de um momento ímpar. Se já temos leis que favorecem as bibliotecas, por que elas ainda não se tornaram plenamente efetivas?

    A resposta, ainda que parcial, é clara: falta engajamento. A atuação profissional no campo das bibliotecas ainda é falha em muitos contextos. É preciso reduzir o tempo, aqui entendido como o tempo de formação, que o profissional leva para encarar o cenário real de sua prática. E essa formação não pode se restringir a métodos e formas; ela precisa instigar o desejo. Um desejo que seja coletivo, que nasça da comunidade, e não apenas da atuação isolada de um profissional diante de um acervo que, por si só, não tem valor.

    Profissionais, é preciso buscar a instalação desse desejo por bibliotecas em nossas comunidades. E esse desejo vem a partir do momento em que a sociedade percebe que os ganhos, não apenas no sentido material, são muitos quando proporcionados por uma biblioteca.


Disponível em: https://jornal.usp.br/. Acesso em: 01 set. 2025.
Considerando a coesão e a progressão discursiva, a interligação
Alternativas
Q3688617 Português
A questão refere-se ao texto a seguir.


Além das leis, precisamos promover o desejo por bibliotecas


Leonardo Assis


    Nos últimos 30 anos, temos acompanhado a criação de leis relacionadas às bibliotecas públicas, passando pelas escolares e, mais recentemente, chegando àquelas previstas nos empreendimentos do programa Minha Casa, Minha Vida. Essas medidas buscam garantir espaços legítimos de existência e atuação para as bibliotecas. Esse crescimento do interesse pela instituição é fruto do trabalho de muitos profissionais que lutam para criar espaços de fruição da informação e, consequentemente, da cultura em nossa sociedade.

    Iniciativas como essas são fundamentais. Elas expressam posicionamentos estratégicos para assegurar que a população tenha acesso a ambientes propícios ao desenvolvimento pleno do ser. Esses guerreiros, como gosto de chamá-los, são aqueles que compreenderam e valorizam o poder transformador das bibliotecas na vida em sociedade.

    Neste momento, em que um mínimo legal foi e está sendo garantido, é necessário que a sociedade compreenda a importância das bibliotecas, ou melhor, da informação, para a sua vida, tanto no aspecto material quanto simbólico. Só esse espaço plural, onde diferentes discursos coexistem e o autoritarismo não encontra lugar, pode levar a sociedade à compreensão das desigualdades e à busca por uma prosperidade que, mesmo quando individual, tem reflexos coletivos. 

    O grande desafio atual, no processo de institucionalização das leis sobre bibliotecas, é tornar esses espaços relevantes e significativos para os contextos em que estão inseridos. E isso exige uma formação profissional na área de biblioteconomia e de estudos da informação que vá além da técnica e abrace o contexto social.

    Apenas um olhar atento às comunidades atendidas poderá transformar essa realidade, fazendo com que leis e decretos deixem de ser apenas formalidades para se tornarem ações concretas. É assim que as bibliotecas, especialmente as públicas e escolares, podem assumir um papel protagonista em nossa sociedade.

    Ao olharmos para a história da humanidade, da Mesopotâmia às redes de informação contemporâneas, percebemos que o desenvolvimento das nações sempre esteve ligado ao fortalecimento de suas instituições de informação. Esse ensinamento nos coloca diante de um momento ímpar. Se já temos leis que favorecem as bibliotecas, por que elas ainda não se tornaram plenamente efetivas?

    A resposta, ainda que parcial, é clara: falta engajamento. A atuação profissional no campo das bibliotecas ainda é falha em muitos contextos. É preciso reduzir o tempo, aqui entendido como o tempo de formação, que o profissional leva para encarar o cenário real de sua prática. E essa formação não pode se restringir a métodos e formas; ela precisa instigar o desejo. Um desejo que seja coletivo, que nasça da comunidade, e não apenas da atuação isolada de um profissional diante de um acervo que, por si só, não tem valor.

    Profissionais, é preciso buscar a instalação desse desejo por bibliotecas em nossas comunidades. E esse desejo vem a partir do momento em que a sociedade percebe que os ganhos, não apenas no sentido material, são muitos quando proporcionados por uma biblioteca.


Disponível em: https://jornal.usp.br/. Acesso em: 01 set. 2025.
Analise o parágrafo abaixo.

Neste momento, em que[1] um mínimo legal foi e está sendo garantido, é necessário que a sociedade compreenda a importância das bibliotecas, ou melhor, da informação, para a sua vida, tanto no aspecto material quanto simbólico. Só esse espaço plural, onde[2] diferentes discursos coexistem e o autoritarismo não encontra lugar, pode levar a sociedade à compreensão das desigualdades e à busca por uma prosperidade que, mesmo quando individual, tem reflexos coletivos.

Em relação ao termos em destaque, é correto afirmar:
Alternativas
Q3686569 Português
A colocação pronominal é um dos tópicos mais delicados da gramática normativa da língua portuguesa. Leia com atenção as afirmativas abaixo:

I.Ninguém me explicou o motivo daquela decisão repentina.
II.Ontem disseram-me que a reunião havia sido cancelada.
III.Quando te encontrei, percebi que não estavas bem.
IV.Os alunos que me auxiliaram foram devidamente reconhecidos.

Analise as afirmativas acima e identifique em quais delas o emprego da próclise está correto:
Alternativas
Q3683280 Português
O emprego de pronomes, sinônimos e elipses em um texto está diretamente vinculado ao mecanismo de:
Alternativas
Q3682873 Português


A construção da identidade profissional de professores de língua portuguesa em formação inicial 





(Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbedu/a/34PnHM45C5fv5qdgxvWRpZL/?lang=pt – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o emprego de recursos coesivos, analise as assertivas a seguir, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Na linha 11, o pronome possessivo “suas” relaciona “dificuldades” e “análises” (l. 10).
( ) Na linha 14-15, em “formação de professores”, a palavra “professores” é empregada como sinônimo de “docente” (l. 07).
( ) Na linha 15, em “voltaram-se desde então”, a expressão sublinhada garante um tipo de encadeamento que transmite a ideia de tempo inicial.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q3682269 Português
Analise os enunciados abaixo em relação ao emprego dos pronomes destacados junto às formas verbais. A seguir, assinale a alternativa que indica corretamente o número de enunciados que se encontram de acordo com a norma-padrão.

- Você jamais me faria uma desfeita daquelas.
- Eis o que lhe devo falar: conte comigo sempre que precisar.
- Aonde quer que faça-se necessário, estaremos lá.
- Nos mantendo unidos, seremos imbatíveis.
- Eu seria incapaz de fazê-los sofrerem. 
Alternativas
Q3682266 Português
Analise os enunciados abaixo, devidamente numerados, em relação ao uso dos elementos destacados. A seguir, assinale a alternativa que apresenta todos os que se encontram de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.

I – O convite foi feito para vocês virem à festa conosco mesmos.
II – As mulheres têm ocupado importantes posições no mercado por elas próprias.
III – Nós mesmo já quisemos fazer a denúncia, mas retiramos a queixa na última hora.
IV – Para mim, ler todos os dias é um hábito saudável e uma necessidade vital.
V – Entre elas e eu não havia mais nenhum resquício de saudade ou ternura.
Alternativas
Q3682197 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O bairro do centro de São Paulo eleito como terceiro mais atrativo do mundo

O guia britânico Time Out classificou a Barra Funda, na capital paulista, como o terceiro bairro mais atrativo do mundo, em publicação recente. A região paulistana ficou atrás apenas de Jimb?ch?, em Tóquio (Japão), e de Borgerhout, em Antuérpia (Bélgica). O resultado é elaborado com base em uma pesquisa realizada com uma rede global de especialistas — escritores e editores de diversas cidades ligados à revista — e leva em conta critérios como vida noturna, arte, cultura, gastronomia acessível, diversidade e presença de negócios independentes que preservam o caráter local e estimulam a criatividade urbana.

De acordo com a publicação, os bairros eleitos representam a alma das cidades, mantendo um perfil autêntico que atrai moradores e visitantes para viver, trabalhar e se divertir. A Time Out descreve a Barra Funda como a alma alternativa de São Paulo, um lugar onde a história industrial se mistura com uma atmosfera criativa e descolada. No mesmo quarteirão, convivem concreto, trilhos de trem e uma boate alternativa, antigos armazéns transformados em ateliês e cafés modernos instalados em antigas oficinas mecânicas, além de festas que acontecem atrás de portões de ferro.

Para os amantes da arte e da vida urbana, a revista recomenda a Barra Funda como um destino imperdível, citando a galeria Mendes Wood, as opções de compras exclusivas, a vida noturna vibrante e a culinária contemporânea. Restaurantes como Sururu, Caracol e Komah são destacados pelos ótimos cardápios, e a publicação propõe um roteiro ideal para um dia no bairro: começar com um passeio pelo Elevado Costa e Silva, o Minhocão, seguido de café da manhã na A Baianeira. Em seguida, visitar a galeria Mendes Wood e a loja Verniz, conhecida pelo mobiliário brasileiro moderno. Para o almoço, a sugestão é o restaurante Mescla, com seu arroz de camarão e o tradicional pudim como sobremesa. À noite, o roteiro inclui drinques no Mamãe Bar, ponto de encontro de um público jovem e animado, ou coquetéis no sofisticado bar Água e Biscoito.

Outro bairro brasileiro que aparece é Botafogo, no Rio de Janeiro, descrito como um lugar que nunca para. A Time Out destaca a efervescência cultural e gastronômica da região, com novos bares, restaurantes, galerias e cafés surgindo constantemente em casas reformadas e antigas garagens. À noite, as calçadas ficam cheias, e locais como Fala, Macuna, Tão Longe Tão Perto, Polvo e Quartinho se transformam até mesmo em pistas de dança. A publicação menciona cafés descolados como Dainer e Cirandaia, brunchs descontraídos e uma cena gastronômica de alto nível, que combina charme natural com influências culinárias variadas.

Para aproveitar um dia em Botafogo, a sugestão é começar com um pão de fermentação natural na The Slow Bakery, visitar exposições de arte contemporânea nas galerias Athena e Cavalo, almoçar no restaurante Sult — especializado em culinária brasileiro-italiana — e tomar um café no Chora à tarde. À noite, o roteiro ideal inclui bares como Botica, Tero e Chanchada, conhecidos por manter música, bebidas e boa energia até tarde da noite.

A presença de Barra Funda e Botafogo entre os bairros mais atrativos do mundo reafirma a relevância das cidades brasileiras no cenário urbano global, destacando sua capacidade de unir tradição e inovação, preservar a identidade local e criar espaços criativos que atraem diferentes públicos em busca de experiências culturais e gastronômicas autênticas.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgzdxxkl3mo.adaptado.
A presença de Barra Funda e Botafogo entre os bairros mais atrativos do mundo reafirma "a relevância das cidades brasileiras" no cenário urbano global.

De acordo com as regras de colocação pronominal, a forma culta do pronome oblíquo para substituir o termo destacado é:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Avança SP Órgão: Prefeitura de Varginha - MG Provas: Avança SP - 2025 - Prefeitura de Varginha - MG - Médico - Acupunturista | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Varginha - MG - Médico - Angiologista | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Varginha - MG - Arquiteto | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Varginha - MG - Assistente Social Escolar | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Varginha - MG - Médico - Pneumologista | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Varginha - MG - Médico - Psiquiatra | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Varginha - MG - Médico - Radiologista | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Varginha - MG - Médico - Urologista | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Varginha - MG - Médico do Trabalho | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Varginha - MG - Dentista - Odontopediatra | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Varginha - MG - Dentista - Ortodontista | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Varginha - MG - Educador Infantil | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Varginha - MG - Enfermeiro | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Varginha - MG - Médico - Alergologista Pediatra | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Varginha - MG - Médico - Cardiologista Pediatra | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Varginha - MG - Engenheiro Agrônomo | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Varginha - MG - Médico - Cardiologista | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Varginha - MG - Médico - Clínico Regulador | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Varginha - MG - Médico - Dermatologista | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Varginha - MG - Farmacêutico Bioquímico | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Varginha - MG - Médico - Endocrinologista | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Varginha - MG - Médico - Gastroenterologista Pediatra | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Varginha - MG - Médico - Gastroenterologista | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Varginha - MG - Médico - Geriatra | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Varginha - MG - Supervisor Pedagógico | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Varginha - MG - Médico - Hematologista | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Varginha - MG - Médico - Infectologista | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Varginha - MG - Médico - Neurologista | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Varginha - MG - Médico - Neuropediatra | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Varginha - MG - Médico - Ortopedista | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Varginha - MG - Médico - Otorrinolaringologista | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Varginha - MG - Médico - Pneumologista Pediatra |
Q3681981 Português
A colocação pronominal não está em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa apenas em:
Alternativas
Q3681952 Português

Em relação à coesão textual, analise a frase a seguir: "Joana preparou o lanche das crianças. Depois, ela as levou ao parque."


A frase apresenta coesão por meio de: 

Alternativas
Q3681796 Português

Dependência digital chega à terceira idade



    Atualmente, muito se discute sobre a necessidade de balizadores para os tempos de tela de crianças e adolescentes. Não faltam estudos que indicam os problemas gerados pelo excesso de exposição dos mais jovens aos apelos do mundo digital, sobretudo aos conteúdos breves e incessantes das redes sociais. No entanto, pouco se fala sobre como os celulares têm afetado o cotidiano de pessoas idosas.

    A pandemia acelerou a aproximação dos maiores de 60 anos ao mundo digital. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), divulgada em agosto de 2024, o número de idosos que acessam a internet no Brasil mais que dobrou entre 2016 e 2023.

    O contexto de distanciamento social pode ter aumentado o interesse desse grupo por ferramentas e mídias digitais, que permitiram a manutenção do contato com familiares e amigos, além de facilitar atividades cotidianas, como transações bancárias e serviços de entrega domiciliar.

    Se, por um lado, o interesse pelas plataformas digitais aproxima os idosos do seu direito à informação e de participar do complexo território que é a internet, por outro, pode também reforçar situações de isolamento social e quadros depressivos.

    Essa situação se agrava quando a pessoa idosa vive só, com pouca assistência familiar e escasso convívio social. Nesses casos, o tempo diante do celular pode representar uma forma de preencher lacunas ____________, o que, assim como ocorre entre crianças e adolescentes, pode prejudicar a cognição e a manutenção de laços significativos.

    Os jovens, contudo, contam com espaços formais de educação, onde há oportunidades de refletir sobre sua relação com as tecnologias, tema previsto nos currículos das redes de ensino.

    Já para os idosos, há escassez de espaços voltados à qualificação da experiência digital. Com isso, poucas pessoas com mais de 60 anos têm a chance de refletir sobre sua relação com o mundo digital e, principalmente, sobre o que certos hábitos, especialmente os mais compulsivos, podem estar encobrindo.

    É preciso, portanto, reconhecer não apenas os mais jovens como sujeitos de direito à tecnologia. Participar do mundo conectado vai além de estar presente nas ____________ digitais. Por isso, a qualificação da inclusão digital deve estar diretamente relacionada à expansão das ofertas de educação midiática e digital para todas as idades.



Fonte: Educamídia. Adaptado. 

No trecho “Com isso, poucas pessoas com mais de 60 anos têm a chance de refletir sobre sua relação com o mundo digital...” (7º parágrafo), a palavra destacada retoma o termo:
Alternativas
Q3681624 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Meu coração


          No fim, desculpe a literatura, é tudo entre nós e o nosso coração. Depois do dito e do feito, depois da paixão e da razão, depois da vida das células e da vida social e da vida cívica e das idas e das voltas, e da História e da biografia, e do que os outros fizeram conosco e nós fizemos com os outros, é tudo entre nós e ele. Segundos fora. Nós e ele. A única conversa que vale, a única intimidade que conta. O coração não tem nada a ver com nada, fora a sístole e a diástole e a sua fisiologia medíocre. Ele nem nos daria conversa, se não dependesse de nós, se não precisasse da embalagem, dos terminais e de alguém que cuide dele. Tudo que lhe atribuem, do mais romântico ao mais calhorda, é falso. Trata-se de um mero músculo, e de um músculo egoísta, que só quer saber da sua própria sobrevivência. Da qual, por uma cruel coincidência, depende a nossa.

        Fala-se do “time do coração”. Mentira. O coração não tem time. O coração não se interessa por futebol. Só hoje, por exemplo, o meu se deu conta de onde estava. Paris, Nantes, Marselha ou qualquer outra cidade, é tudo o mesmo para ele, desde que ele tenha um lugar seguro onde possa bater e cuidar da sua vidinha. Mas de repente ele se deu conta e pediu satisfações. Para onde eu o tinha trazido? Expliquei. A França, a Copa, o Brasil, os jogos, a beleza dos jogos...

       Meu coração não quis ouvir falar da beleza dos jogos. Ele não tem nenhum senso estético. Quis saber que história era aquela de morte súbita.

         — É uma maneira nova de decidir as partidas que acabam empatadas. Há uma prorrogação e quem marcar o primeiro gol ganha.

        Meu coração não quis acreditar.

        — Quer dizer que, se esse time pelo qual você torce, como é mesmo o nome?

        — Brasil.

     — Quer dizer que, se o Brasil empatar com algum outro time, tem prorrogação com morte súbita?

        — É...

        — Você sabia disso quando me trouxe para cá?

        — Sabia.

       — Você deliberadamente me trouxe a um evento em que eu posso parar de repente, mesmo não tendo nada a ver com isso? Não era para ser um campeonato de futebol, um esporte, um divertimento, enfim, nada que me dissesse respeito?

       — Desculpe. Eu tentei substituí-lo pelo distanciamento crítico, mas...

    — Só me diz uma coisa. Se a prorrogação terminar sem que ninguém marque gol, o que acontece?

       — Aí decidem nos pênaltis.

    — Me leva pra casa. Me leva pra casa imediatamente. E pare de me envolver nos seus divertimentos. Você parece que não tem coração.

       — Mas nada disso vai acontecer com o Brasil. Prorrogação, pênaltis, nada disso.

       — Quase aconteceu contra a Dinamarca!

       — É, mas...

       — Me tira daqui!


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Analise as sentenças a seguir, retiradas do texto:

I. Paris, Nantes, Marselha ou qualquer outra cidade, é tudo o mesmo para ele [...]
II. [...] desde que ele tenha um lugar seguro onde possa bater e cuidar da sua vidinha.
III. Mas de repente ele se deu conta e pediu satisfações.

O pronome pessoal “ele” é empregado como oblíquo apenas em:
Alternativas
Q3681565 Português
“A coesão textual é garantida, em grande parte, pelo uso adequado dos pronomes relativos, que permitem encadear argumentos e preservar clareza semântica” (Bechara, Moderna Gramática Portuguesa, 2009). Em artigos acadêmicos, essa prática reforça a consistência argumentativa.

Assinale a alternativa que apresenta uso adequado de pronome relativo.
Alternativas
Respostas
1061: C
1062: C
1063: E
1064: C
1065: B
1066: A
1067: B
1068: E
1069: E
1070: D
1071: C
1072: D
1073: C
1074: B
1075: C
1076: E
1077: C
1078: C
1079: A
1080: B