Questões de Concurso
Comentadas sobre morfologia - pronomes em português
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Esses dois pronomes se caracterizam pelos seguintes elementos:
Identifique a alternativa que apresenta corretamente a justificativa para a colocação pronominal, caso a expressão 'a ordem dos alunos' for substituída por um pronome oblíquo átono.
Caso o objeto direto do verbo 'levar' for substituído por pronome oblíquo átono a colocação pronominal adequada será:
Utilize o texto abaixo para responder a questão.
O genocídio armênio é a forma pela qual conhecemos o extermínio de populações armênias que habitavam o Império Otomano durante a Primeira Guerra Mundial. Esse genocídio foi conduzido pelo governo turco, sob o comando do Comitê de União e Progresso (CUP), entre 1915 e 1918, resultando na morte de cerca de um milhão de pessoas.
Algumas estimativas apontam que a quantidade de mortos pode ter chegado a 1,5 milhão, e estima-se que um milhão de armênios foram desalojados de suas terras. O genocídio ainda é um assunto bastante polêmico, pois não é reconhecido pela Turquia, país que surgiu como sucessor do Império Otomano, na década de 1920.
A questão é tão polêmica na Turquia que existe uma lei que pune com dois anos de prisão aqueles que reconhecerem publicamente o genocídio armênio. O genocídio armênio é o segundo mais estudado da história, ficando atrás apenas do Holocausto. Na época, o acontecimento gerou uma campanha internacional de apoio aos armênios.
(Adaptado de mundoeducacao.uol.com.br> Acesso em 19 de agosto de 2025).
I O trecho “e botei a ideia num papel” (segundo período do terceiro parágrafo) poderia ser reescrito, sem prejuízo da correção gramatical, como e botei-a num papel.
II No trecho “e anotei-a assim que acordei” (quarto período do terceiro parágrafo), caso se deslocasse o segmento “assim que acordei” para depois da conjunção “e”, com o devido ajuste na pontuação, o pronome “a” teria, obrigatoriamente, de ser colocado em posição proclítica, da seguinte forma: e, assim que acordei, a anotei.
III O trecho “a frase me faria lembrar” (primeiro período do último parágrafo) poderia ser reescrito como a frase faria me lembrar ou como a frase faria lembrar-me, sem prejuízo da correção gramatical do texto.
Assinale a opção correta.
I.Sempre se colocou à frente de seu tempo.
II.Quem me explicará as razões dessa decisão?
III.Ele queria lhe falar sobre as mudanças que promoveria no setor.
IV.Após a reunião, todos se recordarão das decisões tomadas democraticamente.
A colocação pronominal está correta em:


I. No trecho "[...] mas que o deixa mais apto a passar seus genes para a frente" (l. 11-12), о emprego da próclise (pronome antes do verbo) é uma exigência gramatical imposta pelo pronome relativo "que", que atua como fator de atração.
II. A regência nominal em "os maiores exemplos de dedicação à coletividade" (l. 03-04) exige o acento grave indicativo de crase.
III. No trecho "irmãs dessas espécies compartilham entre si 75% dos genes" (I. 23), se a frase fosse reescrita como "A maioria das irmãs [...]", o verbo "compartilhar" poderia ser flexionado no singular, para concordar com o núcleo do sujeito partitivo.
Quais estão corretas?
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
A IA como curadora do saber acadêmico
e o risco da superficialidade
Desde o conto A Biblioteca de Babel, escrito em 1941 por Jorge Luis Borges — escritor argentino que transformou labirintos, espelhos e bibliotecas em metáforas do infinito —, a ideia de uma biblioteca interminável vive como um fantasma luminoso na imaginação: corredores sem fim, estantes que se multiplicam até o horizonte, o murmúrio incessante de páginas que se respondem através dos séculos. Agora, esse sonho parece ter encontrado corpo — não em pedra, papel ou poeira, mas em linhas de código. A inteligência artificial generativa, com sua pressa eletrônica, atravessa em segundos o que equivaleria a anos de leitura. Não se limita a encontrar: seleciona, resume, organiza e até reescreve. O pesquisador, que antes percorria pacientemente rios de referências, tem diante de si um oceano que se deixa atravessar num sopro. Há algo de embriagante nessa promessa: conceitos densos surgem destilados, revisões bibliográficas se resolvem num clique e o labirinto do conhecimento se apresenta com um mapa pronto.
Mas mapas mentem. A bússola que a IA oferece aponta para direções já traçadas, não para territórios por descobrir. É um saber filtrado por modelos treinados em bases enviesadas, guiados por critérios invisíveis e pela lógica da predição — que não é a da compreensão. Ao assumir o papel de “curadora”, a IA decide o que merece ser visto. A seleção, antes fruto do olhar crítico do pesquisador, é terceirizada a um mecanismo que opera segundo estatísticas de co-ocorrência, padrões de popularidade e frequência de citações. O que não aparece nessa paisagem algorítmica evapora como se nunca tivesse existido. É um “epistemicídio” silencioso: não se queima o livro, apenas se apaga sua presença.
O perigo maior talvez seja a ilusão de completude. As respostas da IA, coesas e repletas de referências plausíveis, transmitem a sensação de que tudo foi coberto, que não resta brecha no campo investigado. Mas o que elas contêm não é o universo do saber, e sim o recorte que o capital digital lhes permitiu ver. Essa completude falsa é terreno fértil para uma ciência rasa, que replica consensos e esquece o que não cabe na moldura. A “biblioteca infinita” pode degenerar numa prateleira giratória de lugares-comuns.
[...]
A biblioteca infinita é sedutora, mas não inocente. Pode ser portal ou jaula, abertura ou repetição. A pesquisa como prática emancipadora exige desconfiar das respostas fáceis, recusar o conforto da completude e reivindicar o direito de errar de corredor, tropeçar em prateleiras invisíveis, surpreender-se pelo que não se procurava. Porque, no fim, o valor de uma biblioteca não está em caber inteira na palma da mão, mas em continuar sendo um território onde a busca transforma quem busca.
TELES, Gabriel. A IA como curadora do saber acadêmico e
o risco da superficialidade. Jornal da USP. Disponível em:
https://jornal.usp.br/?p=931123. Acesso em: 9 set. 2025.

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
À Descoberta do Amor
"Ensaia um sorriso
e oferece-o a quem não teve nenhum.
Agarra um raio de sol
e desprende-o onde houver noite.
Descobre uma nascente
e nela limpa quem vive na lama.
Toma uma lágrima
e pousa-a em quem nunca chorou.
Ganha coragem
e dá-a a quem não sabe lutar.
Inventa a vida
e conta-a a quem nada compreende.
Enche-te de esperança
e vive á sua luz.
Enriquece-te de bondade
e oferece-a a quem não sabe dar.
Vive com amor
e fá-lo conhecer ao Mundo."
(Mahatma Gandhi)
https://www2.unifap.br/borges/files/2011/03/Amor-em-Perspectiva-Cultu ral-Mahatma-Gandhi-Vladimir-Maiakovski.pdf
Considere o verso do poema "À Descoberta do Amor": "Inventa a vida / e conta-a a quem nada compreende." Com base nos princípios da análise sintática da norma-padrão, assinale a alternativa correta quanto à identificação dos termos da oração e à classificação da estrutura oracional.
(I) Eles nunca mais me farão tamanha desfeita.
(II) Disse-me que nunca mais faria tal coisa.
(III) Assim que você o achar, avise-me.
A alternativa que substitui os segmentos destacados acima, de acordo com a prescrição gramatical, com os necessários ajustes, é: