Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia - pronomes em português

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Q1718280 Português
TEXTO

Admirável chip novo

Pane no sistema, alguém me desconfigurou
Aonde estão meus olhos de robô?
Eu não sabia, eu não tinha percebido
Eu sempre achei que era vivo

Parafuso e fluido em lugar de articulação
Até achava que aqui batia um coração
Nada é orgânico, é tudo programado
E eu achando que tinha me libertado

Mas lá vêm eles novamente, eu sei o que vão fazer
Reinstalar o sistema

Pense, fale, compre, beba
Leia, vote, não se esqueça
Use, seja, ouça, diga
Tenha, more, gaste, viva
Pitty
No verso da letra de canção, “Mas lá vêm eles novamente, eu sei o que vão fazer”, o termo negritado assume função morfossintática de
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Q1718279 Português
TEXTO

Por que sou contra o estatuto do desarmamento

   Há, aproximadamente, dez anos, o povo brasileiro foi às urnas participar de um referendo que restringia o uso de armas de fogo. Com isso, acreditava que o índice de homicídio e a violência generalizada pelo uso de arma de fogo seriam sanados no país. No entanto, dados do Mapa da Violência (apresentado em maio deste ano) mostram que, entre 1980 e 2012, houve um aumento de 387% do número de mortes por armas de fogo. Neste mesmo período, a população brasileira cresceu 61%. Pelo menos 116 pessoas morreram por dia no Brasil em 2012 por disparos de armas de fogo. É o equivalente a impressionantes 4,8 mortes por hora, índice parecido ou superior ao registrado em países em guerra. Ou seja, ao longo dos anos, o Estatuto do Desarmamento mostrou ser um fracasso, quando restringe o cidadão de garantir sua própria defesa e, ao mesmo tempo, não desarmou aqueles que utilizam uma arma para vários tipos de crimes.
   (...)
   O Estatuto do Desarmamento não é solução para a violência. É preciso promover o fortalecimento das instituições do Estado, do sistema penitenciário e do sistema de segurança pública como um todo e realizar reformas do Código Penal. O Estatuto não tem eficácia, além de tirar o direito do cidadão comum de se defender da insegurança e concentrar as armas nas mãos dos bandidos, já que esses jamais entregarão seus armamentos.

Disponível em http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/politica/2015/11/15/inter na_politica,610442/porque-sou-contra-o-estatuto-do-desarmamento.shtml. Acesso em 25.mar.2020.
Analise os períodos e responda ao comando que segue.
“...o povo brasileiro foi às urnas participar de um referendo que¹ restringia o uso de armas de fogo.” “...dados do Mapa da Violência mostram que² houve um aumento de 387% do número de mortes por armas de fogo...”
Pode-se constatar que os elementos coesivos negritados são, respectivamente
Alternativas
Q1717303 Português
TEXTO

Trecho do livro Modernidade Líquida

         “Indivíduos frágeis”, destinados a conduzir suas vidas numa “realidade porosa”, sentem-se como que patinando sobre gelo fino; e “ao patinar sobre gelo fino”, observou Ralph Waldo Emerson em seu ensaio Prudence, “nossa segurança está em nossa velocidade”. Indivíduos, frágeis ou não, precisam de segurança, anseiam por segurança, buscam a segurança e assim tentam, ao máximo, fazer o que fazem com a máxima velocidade. Estando entre os corredores rápidos, diminuir a velocidade significa ser deixado para trás; ao patinar em gelo fino, diminuir a velocidade também significa a ameaça real de afogar-se. Portanto, a velocidade sobe para o topo da lista dos valores de sobrevivência.
         A velocidade, no entanto, não é propícia ao pensamento, pelo menos ao pensamento de longo prazo. O pensamento demanda pausa e descanso, “tomar seu tempo”, recapitular os passos já dados, examinar mais de perto o ponto alcançado e a sabedoria (ou imprudência, se for o caso) de o ter alcançado.
         Pensar tira nossa mente da tarefa em curso, que requer sempre a corrida e a manutenção da velocidade. E na falta do pensamento, o patinar sobre o gelo fino que é uma fatalidade para todos os indivíduos frágeis na realidade porosa pode ser equivocadamente tomado como seu destino.
         Tomar a fatalidade por destino, como insistia Max Scheler em sua Ordo amoris, é um erro grave: “O destino do homem não é uma fatalidade… A suposição de que fatalidade e destino são a mesma coisa merece ser chamada de fatalismo”. O fatalismo é um erro do juízo, pois de fato a fatalidade “tem origem natural e basicamente compreensível”. Além disso, embora não seja uma questão de livre escolha, e particularmente de livre escolha individual, a fatalidade “tem origem na vida de um homem ou de um povo”. Para ver tudo isso, para notar a diferença e a distância entre fatalidade e destino, e escapar à armadilha do fatalismo, são necessários recursos difíceis de obter quando se patina sobre gelo fino: tempo para pensar, e distanciamento para uma visão de conjunto.
          (…) Tomar distância, tomar tempo – a fim de separar o destino e a fatalidade, de emancipar o destino da fatalidade, de torná-lo livre para confrontar a fatalidade e desafiá-la: essa é a vocação da sociologia. E é o que os sociólogos podem fazer caso se esforcem consciente, deliberada e honestamente para refundir a vocação a que atendem – sua fatalidade – em seu destino.
Zygmunt Bauman

Disponível em https://colunastortas.com.br/zygmunt-bauman-frases/. Acesso
em 25/06/2020.
Tomar distância, tomar tempo – a fim de separar o destino e a fatalidade, de emancipar o destino da fatalidade, de torná-lo¹ livre para confrontar a fatalidade e desafiá-la²:...” A referenciação é uma estratégia de coesão muito importante para se construir a progressão temática de um texto, evitando a exaustiva repetição de palavras. No trecho em destaque, essa estratégia foi empregada, por exemplo, nos verbos “torná-lo” e “desafiá-la”. Sobre esses recursos coesivos empregados, pode-se afirmar que
I. Houve a substituição de nomes ditos anteriormente por seus respectivos sinônimos. II. A referenciação ocorreu por meio do uso de pronomes demonstrativos. III. A referenciação ocorreu por meio do uso de pronomes pessoais do caso reto. IV. Houve a substituição de nomes ditos anteriormente por meio de seus respectivos hiperônimos. V. A referenciação ocorreu por meio do uso de pronomes pessoais do caso oblíquo.
É correto o que se afirma
Alternativas
Q1715577 Português
De acordo com pronomes relativos, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa correta:
( ) Damos o nome de pronome relativo, ao pronome que se refere a nomes já mencionados e com os quais estabelece relação de sentido.
( ) Ao usarmos os pronomes relativos, evitamos a repetição dos termos nas orações, sendo compreensíveis as relações estabelecidas entre eles e a identificação dos termos que substituem.
( ) Os pronomes relativos constituem-se de formas variáveis e invariáveis e podem vir precedidos de conjunção, conforme a regência dos verbos da oração.
( ) Formas invariáveis dos pronomes relativos (que, quem, onde); formas variáveis (o qual, a qual, os quais, as quais, cujo, cuja, cujos, cujas, quanto, quanta, quantos, quantas).
Alternativas
Q1715474 Português

TEXTO III 


Solidariedade no Frio

Costurei um agasalho, com tecido de amor,

a linha da caridade foi o fio condutor.

Agulhas de compaixão, estampas de gratidão.

Fiz um bolso aqui no peito e enchi ele de bondade,

pra vestir a humanidade que no fundo ainda tem jeito.

Tem jeito pra se ajeitar, basta ser mais solidário.

Pra fazer um mundo novo, transformando esse cenário

olhe além da sua porta, pra vê se você suporta

assistir indiferente quem dorme no meio da rua,

coberto só pela lua sem ter um teto decente.

[...]

Tem jeito pra se ajeitar, basta tu compreender

que quando se ajuda alguém, o ajudado é você,

é você quem ganha paz, é você quem ganha mais,

mais amor, mais gratidão.

Doando um cobertor, derretendo o frio da dor

E aquecendo um coração. 


(In: Poesia com Rapadura de Bráulio Bessa, 1a ed., 2017)


O cordel acima, TEXTO III, faz uso de deslocamentos semânticos bem como de licença poética, propriedades inerentes à arte literária, com o propósito, entre outros, de assegurar o ritmo, característico do gênero. Para isso, encontramos junto ao texto usos linguísticos que, em outros gêneros, de natureza mais formais, como cartas comerciais, resenhas acadêmicas, não seriam apropriados. A questão versará sobre a adequação desses usos. 

Um desses usos encontra-se na quarta linha – enchi ele – e diz respeito à colocação pronominal e anáforas que, fora do contexto literário, ou seja, em situações que exigem maior formalidade, requer adequações. Vejamos:
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Q1713755 Português
Relacione as colunas sobre classes gramaticais e assinale a alternativa correta.
COLUNA I. A- Interjeição. B- Conjunção. C- Pronome. D- Preposição. E- Advérbio. F- Numeral. G- Artigo.
COLUNA II. (1) Uma espécie de “ponte” que une duas palavras entre si. (2) Palavra que antecede o substantivo, modificando-lhe o sentido. (3) Palavra que expressa estado de espírito, emoções, sentimentos, apelos. (4) Palavra que modifica o sentido de um verbo, de um adjetivo, ou de outro advérbio. (5) Palavra que tem a função de unir, de articular orações ou palavras de valor idêntico. (6) Palavra que indica quantidade, ordem, fração, múltiplo. (7) Palavra que substitui ou acompanha o substantivo.
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Q1713751 Português

Considere o seguinte texto para responder à próxima questão.



Ou isto ou aquilo: (Cecília Meireles).


Ou se tem chuva e não se tem sol,

ou se tem sol e não se tem chuva!


Ou se calça a luva e não se põe o anel,

ou se põe o anel e não se calça a luva!


Quem sobe nos ares não fica no chão,

quem fica no chão não sobe nos ares.


É uma grande pena que não se possa

estar ao mesmo tempo nos dois lugares!


Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,

ou compro o doce e gasto o dinheiro.


Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo…

e vivo escolhendo o dia inteiro!


Não sei se brinco, não sei se estudo,

se saio correndo ou fico tranquilo.


Mas não consegui entender ainda

qual é melhor: se é isto ou aquilo.


A classe de palavra está corretamente empregada, na alternativa:
Alternativas
Q1713721 Português
Analise as afirmativas a seguir:

I. Pronomes pessoais são aqueles que substituem os substantivos, indicando indiretamente as pessoas do discurso. Quem fala ou escreve assume os pronomes eu ou nós, usa os pronomes tu, vós, você ou vocês para designar a quem se dirige e ele, ela, eles ou elas para fazer referência à pessoa ou às pessoas de quem fala.

II. O acento circunflexo é utilizado no trecho “Precisou de muito tempo para pôr ordem no escritório” pelo mesmo motivo que no trecho “Ele viajou pôr países que não conhecia”.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713466 Português
Analise as afirmativas a seguir:

I. Os pronomes podem apresentar-se como adjuntos do núcleo - capazes de funcionar como núcleo de sintagma nominal, à maneira dos substantivos - ou como absolutos, à maneira dos adjetivos, dos artigos e dos numerais.

II. Verbos são palavras invariáveis que servem para conectar orações ou dois termos de mesma função sintática, estabelecendo, entre eles, uma relação de dependência. Assim, verbo é uma classe de palavras variável com que se designam ou se nomeiam os seres em geral ou são as palavras variáveis com que se designam os seres.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713093 Português
Analise as afirmativas a seguir:

I. As formas eu, tu, ele, ela, nós, vós, eles, elas, que funcionam como sujeito, se dizem retas. A cada um desses pronomes pessoais retos corresponde um pronome pessoal oblíquo que funciona como complemento e pode apresentar-se em forma átona ou forma tônica.

II. O adjetivo pertence a um inventário restrito, limitando as suas possibilidades de ser aumentado. Ou seja, essa classe gramatical indica as circunstâncias em que um processo se desenvolve.

Marque a alternativa CORRETA
Alternativas
Q1713091 Português
Analise as afirmativas a seguir:

I. Diz-se que um verbo é irregular quando se apresenta de acordo com o modelo de sua conjugação: cantar, vender, partir. No verbo irregular também o radical não varia.

II. Do ponto de vista da gramática normativa, o enunciado seguinte, com o pronome oblíquo, não é aceitável: “É fácil, para mim, realizar este trabalho”.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713090 Português
Analise as afirmativas a seguir:

I. O uso do tratamento “Digníssimo” é indicado para todos os tipos de autoridades, pois a dignidade é um pressuposto para que se ocupe qualquer cargo público, sendo, por isso, considerado um tipo de tratamento padrão.

II. Defectivo é o verbo que, na sua conjugação, não apresenta todas as formas: colorir, precaver-se, reaver etc. É preciso não o confundir com os verbos chamados impessoais e unipessoais, que só se usam nas terceiras pessoas.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1712604 Português

Leia o texto a seguir, no qual foi inserido, intencionalmente, um erro de grafia e responda à próxima questão.


A criança em primeiro lugar. (Câmara dos Deputados).


Logo na abertura do Estatuto da Criança e do Adolescente, há um resumão da lei. A conversa começa com a definição de quem é criança e quem é adolescente: a criança é a pessoa que tem até 12 anos de idade incompletos e o adolescente está na faixa entre 12 e 18 anos; o adulto tem mais de 18. Depois, o texto diz que as crianças e os adolescentes estão sempre em primeiro lugar. É isso aí! A família, a sociedade e o Estado têm o dever de garantir o seu bem-estar. Anote aí: você tem direito à vida, saúde, alimentação, educação, esporte, lazer, profissionalização, cultura, dignidade, respeito, liberdade e convivencia familiar e comunitária. A lista é grande!

As palavras do texto (logo, até, quem, comunitária) são respectivamente:
Alternativas
Q1712188 Português

Analise as afirmativas a seguir:


I. Conjugar um verbo é dizê-lo, de acordo com um sistema determinado, um paradigma, em todas as suas formas, nas diversas pessoas, números, tempos, modos e vozes.


II. O atual entendimento sobre os pronomes na Língua Portuguesa permite classificá-los em quatro categorias: pessoais (abarcando o artigo definido), demonstrativos (abarcando o artigo indefinido), interrogativos e relativos.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1712088 Português
No que se refere à colocação pronominal, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Ele não trouxe-me o carro. II – Traga-me o carro. III – Emprestou-me o carro.
Alternativas
Q1712087 Português
São considerados exemplos de pronomes indefinidos, EXCETO:
Alternativas
Q1712086 Português
São considerados exemplos de pronomes possessivos, EXCETO:
Alternativas
Q1712085 Português
Ainda com relação à oração “Essa habilidade com o fogo abriu caminho...), a palavra “essa” possui a seguinte classificação gramatical:
Alternativas
Q1711760 Português
Leia o excerto de um texto transcrito a seguir e responda a que classe gramatical pertencem, respectivamente, as palavras grifadas. “A ciência desvenda o mecanismo do cérebro que faz você se apavorar e prepara novos remédios para acabar com as fobias.”
Alternativas
Q1711419 Português

Analise as afirmativas a seguir:


I. Do ponto de vista da gramática normativa, o enunciado seguinte, com o pronome oblíquo, não aceitável: "É impossível, para mim, realizar este trabalho".


II. Os pronomes interrogativos, indefinidos e os demais pronomes têm por função principal apontar para as pessoas do discurso, ou se relacionar com elas, indicando-lhes sua situação no tempo ou no espaço. Em virtude dessa característica, os pronomes apresentam uma forma específica para cada pessoa do discurso.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Respostas
5621: D
5622: B
5623: D
5624: C
5625: B
5626: A
5627: C
5628: D
5629: D
5630: B
5631: D
5632: C
5633: D
5634: B
5635: D
5636: D
5637: C
5638: E
5639: A
5640: D