Questões de Concurso
Comentadas sobre morfologia - pronomes em português
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I. Utilizou-se corretamente a ênclise, visto que o verbo aparece após uma pausa sinalizada pela vírgula.
II. O pronome do caso oblíquo “as” deveria ser substituído pelo pronome do caso reto “elas”.
III. Como antes do verbo “tornar” há uma vírgula, o autor deveria ter utilizado a próclise, ou seja, o pronome antes do verbo.
Está correto o que se afirma em:
Na frase: "Preciso que alguém me ajude com esse projeto", as palavras destacadas (alguém - esse) são classificadas respectivamente como:
Assinale a alternativa que apresenta o estabelecimento da coesão textual por meio de próformas nominais:
Mas será esse consumo desenfreado a única alternativa evolucionária do ser humano? Será que o nosso caminho natural, da aurora dos tempos ao fim da espécie, passa, necessariamente, pelas Casas Bahia? Há menos intenção crítica de minha parte do que curiosidade antropológica na questão. Criticar o consumismo é chover no molhado, e é, de certa maneira, rejeitar a própria condição humana, já que parte ponderável do nosso tempo e da nossa energia são gastos com o consumo. Isso não impede que eu considere uma das grandes tragédias da nossa época, a apresentação do consumismo como cura para todos os males; mas essa é outra história.
O que me intriga é: o que faria o ser humano se não consumisse; e, onde ficam as fronteiras do consumo estritamente necessário para saber o que seria um hipotético humano não-consumista. E não, não adianta olhar para qualquer ponto de miséria extrema do planeta para obter a resposta, porque ela nunca está nos extremos. O que faria hoje um bípede médio em circunstâncias médias se, em algum momento ao longo dos últimos dois milhões de anos, nós não tivéssemos nos afastado dos demais animais inventando formas radicalmente novas de buscar comida, cobrir o corpo, fabricar utensílios e parcelar o pagamento?
Ouço analistas econômicos discorrendo sobre a necessidade de se “aquecer as vendas”; observo o governo empurrando taxas de juros para aumentar ou conter o consumo. De tudo, fica a impressão de que o mundo só está de pé, se é que está, porque as pessoas vão às compras. Será que essa é mesmo a nossa maior finalidade existencial, aquela que garante a sobrevivência da espécie?
Não estou descobrindo nenhuma novidade. Não falta quem estude o assunto, que já preocupava pensadores do século retrasado. Num nível mais simples, me basta uma única página do Aurélio, que traz tanto a definição de consumo, a “utilização de mercadorias e serviços para satisfação das necessidades humanas”, quanto a de consumismo, “sistema que favorece o consumo exagerado”. E o que é exagerado? Ah, aí preciso ir a outra página, onde, entre um verbete e outro, chego à conclusão de que não há definição possível para a essência da coisa, pelo simples motivo de que, embora qualquer um de nós saiba reconhecer um exagero quando o vê, o que é exagero para um pode ser necessidade básica para outro. E aí recomeçamos tudo do zero.
I. O termo “o” é empregado como referente textual sendo classificado como um conector.
II. Sua função sintática pode ser reconhecida como complemento da forma verbal “coloca”.
III. Sua função sintática está diretamente relacionada à classificação gramatical do pronome.
IV. A substituição por “lhe” não prejudicaria a correção gramatical do trecho, mas alteraria o nível de formalidade da linguagem utilizada.
Está correto o que se afirma apenas em
Texto para responder à questão.
A guerra das marcas
Há muito tempo que as guerras não se fazem apenas com armas, mas também com marcas. Esta a que agora assistimos é o exemplo deste novo tipo de combates.
Os consumidores não gostam de marcas agnósticas e têm exigido saber o que defendem as marcas, qual o seu propósito, quais os valores que defendem, para além dos produtos que vendem.
Neste contexto de pressão social das marcas, vimos marcas ativamente envolvidas na campanha Vidas Negras Importam, na preservação dos oceanos, na igualdade de gênero etc.
Mas um cenário de guerra é um contexto muito diferente e, no caso das marcas, funciona até como agente do “bem”. A condenação coletiva gera um efeito desneutralizador, colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal.
Os consumidores, pelo seu lado, alistam-se num exército planetário contra o consumo dessas marcas e algumas delas irão ficar feridas de morte.
As marcas responsáveis não querem relações negativas com outras marcas que estejam desalinhadas do que defendem, no caso de uma guerra. Não há valores que paguem a contaminação negativa que um país pode vir ater.
Por todo o mundo estão a nascer marcas do bem, talvez num movimento colaborativo nunca antes visto. Em Portugal destaco, entre outras igualmente meritórias, aquela em que estou envolvido, que é a WeHelpUkrain.org.
A reputação internacional da marca Rússia demorara décadas a recuperar, tal como demorou a marca Alemanha no caso de Hitler. A historia continuara, e no fundo todos queremos o melhor para o povo russo, tal como quisemos para o povo alemão.
As marcas-pais são resilientes, ficam feridas, mas não morrem, nem com uma guerra. É talvez esta uma forma de mostrar opoder efetivo das marcas e a força que tém para criar ou para vencer guerras, acreditando que o lado do bem sera sempre mais forte.
Carlos Coelho Adaptado de Diarios de Noticias (Lisboa), 03/03/2022
Arquitetura
Não quero construir nada.
Talvez uma letra de música
da mais vagabunda
para tocar na estrada.
Chegar no meio da vida
sem olhar para trás.
Não quero construir nada
que não, de mim, uma versão
cada dia renovada.
Moro num bairro que não me diz nada.
Para meus vizinhos
eu sou o vizinho que ainda liga o rádio.
Flores que não plantei
enfeiam a frente da casa alugada.
Julguei fizera tudo errado.
Chuva morte erva daninha:
se refaço a matemática,
é tudo dádiva.
Uma perversão, edificar a coisa edificada.
Eu não quero construir nada.
Só transformar em ruínas, todo dia, o que em mim se faz
parede erguida, nova morada.
(CARRIAS, Eleazar Venancio. Máquina. Urutau, 2021)
Assinale o excerto no qual a palavra destacada não é um pronome:
Leia atentamente o texto a seguir para responder à questão.
Mundo terá o dobro de idosos até 2050, diz ONU
O mundo está cada vez mais populoso. E também mais velho.
O número de pessoas com 65 anos ou mais no planeta, hoje de 761 milhões, deve mais que dobrar até a metade do século, chegando a 1,6 bilhão em 2050.
Os dados fazem parte de projeções da Organização das Nações Unidas – que, além de contabilizar 8 bilhões de pessoas no planeta, faz agora um alerta sobre a urgência do envelhecimento populacional.
Ter uma fatia maior de idosos, por um lado, é um bom indicador. O fato de que aqueles com mais de 65 são 9,6% do mundo de 8 bilhões e serão 16,5% dos 9,7 bilhões de 2050 reflete, entre outros fatores, sociedades bem-sucedidas no aumento da expectativa de vida.
Se o envelhecimento, porém, não vier acompanhado de políticas públicas consistentes – pensadas desde a infância, não somente na velhice –, o fenômeno será gatilho para sociedades mais desiguais e empobrecidas, afirma a ONU em relatório lançado nesta quinta-feira (12).
"Queremos deixar a mensagem de que oportunidades iguais têm de ser oferecidas desde o nascimento", diz a italiana Daniela Bas, diretora de desenvolvimento social inclusivo da ONU. "Aqueles que desde os estágios iniciais da vida têm acesso à saúde, educação e nutrição adequadas têm uma velhice muito mais saudável."
A análise dos dados traz ainda um alerta ao Brasil. Hoje os idosos (20,5 milhões) somam 9,5% da população brasileira. No meio do século, serão 22% do total – acima, portanto, da média global –, caso se confirmem as projeções da ONU.
O número não é tão expressivo quanto o observado em outras regiões, mas não deixa de chamar a atenção. Na Europa, por exemplo, onde a questão já é sensível, idosos representam 20% da população já em 2023. Daqui a 20 anos, serão quase 30% do todo, o que abre discussões que vão da aposentadoria à falta de mão de obra.
No guarda-chuva de preocupações expressas pelas Nações Unidas está o mercado de trabalho. Pessoas mais velhas continuam a contribuir economicamente – muitos permanecem em empregos remunerados, ou ajudam na família, com assistência aos filhos.
Ainda assim, estereótipos, como o preconceito etário, são empecilhos. Outro fenômeno, que cresce a galope no caso do Brasil, também preocupa: a informalidade. "A ampla propagação do emprego informal e de outras formas precárias de trabalho ameaçam o acesso à aposentadoria e a outros benefícios de proteção social, colocando em risco a segurança econômica de idosos", diz o relatório.
Shantanu Mukherjee, diretor de análise econômica da ONU, afirma que muitas vezes falta proatividade aos governos. "Políticas podem e devem ser criadas antecipadamente, levando em conta que o envelhecimento populacional é parte fundamental da economia de um país."
Idosos têm maior probabilidade de viver em domicílios com menor infraestrutura do que a população em idade produtiva, uma realidade ainda mais comum em países em desenvolvimento, nos quais sistemas de proteção social estão menos estabelecidos, afirma o relatório.
A situação é pior para as mulheres, que têm níveis de pobreza na velhice mais elevados. Os motivos? Níveis também menores de participação no mercado de trabalho formal, carreiras mais curtas e salários mais baixos em comparação com homens.
A ONU chama especial atenção para a distribuição desigual do trabalho doméstico, o que restringe a possibilidade de mulheres atuarem mais ativamente no mercado de trabalho e, por consequência, enxuga suas aposentadorias. Aponta ainda que elas a são maioria das empregadas na economia de cuidado, tida como área mal regulamentada, na qual trabalhadores normalmente ganham salários baixos.
"Dadas as expectativas de vida mais longas das mulheres, elas têm maior probabilidade do que os homens de ficarem viúvas, são menos propensas a se casar novamente e mais propensas a viver sozinhas – três características que podem exacerbar a insegurança econômica."
Além da seara econômica, o relatório destaca a necessidade de aprimorar sistemas de saúde. Segundo a ONU, muitas nações ainda se fiam à ideia de que idosos moram com filhos ou netos, realidade que tem mudado. "Modelos de cuidados que dependem exclusiva ou principalmente das famílias são cada vez mais inadequados."
E a pandemia de covid evidenciou as falhas no atendimento a idosos. "Sistemas de cuidado subfinanciados, condições precárias de trabalho das equipes de saúde e políticas insuficientes de cuidados em casa contribuíram para um alto número de mortes entre idosos", diz a ONU.
O desafio do envelhecimento populacional também atinge as regiões e continentes de diferentes formas. A maioria terá cerca de um quinto de suas populações com mais de 65 anos em 2050: América Latina e Caribe (19%), Oceania (18,5%), América do Norte (24%) e Ásia (19%). A exceção é a África: o continente mais desafiado por altos índices de natalidade terá somente 5,7% de seus habitantes nessa faixa etária.
Cenários como o africano, então, poderiam até ter facetas positivas, mas somente se houver ação estatal. "Se formos espertos o bastante para criar políticas que facilitem o caminho para os mais velhos, faremos com que essas pessoas não sofram na velhice", diz Daniela Bas.
(Mayara Paixão.
https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2023/01/populacao-idosa-nomundo-vai-dobrar-ate-metade-do-seculo-mostra-onu.shtml. 12.jan.2023)
O pronome sublinhado no período acima exerce papel
I. Queixamo-nos ao supervisor.
II. Me procuraram para a entrevista.
(__)No período "Eu não sei se você chegará a tempo", a oração "se você chegará a tempo" é uma oração subordinada substantiva objetiva direta, assim como na oração em destaque no período "Foi dito que o homem era inocente".
(__)A palavra Debate na frase "O debate acontecerá ainda nesta semana" é formada pelo processo de derivação regressiva.
(__)A palavra QUE em "O aluno que concluir a tarefa poderá sair mais cedo" é um pronome relativo.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
Texto.
AFINIDADE
Afinidade é um dos poucos sentimentos que resistem a todo e qualquer tempo. A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos.
É o mais independente. Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades.
Quando realmente há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação no exato ponto em que foi interrompido. Retoma também o diálogo, a conversa, o afeto.
Afinidade é não haver tempo mediando a vida.
É uma vitória do adivinhado sobre o real. Do subjetivo para o objetivo. Do permanente sobre o passageiro. Do básico sobre o superficial.
É muito raro ter afinidade.
Mas quando existe não se precisa de códigos verbais para se expressar.
Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois que as pessoas deixaram de estar juntas.
O que você tem dificuldade de expressar a um afim, sai simples e claro diante de alguém com quem você tem afinidade.
Afinidade é ficar longe pensando parecido a respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem ou mobilizam.
É ficar conversando sem trocar palavras.
Afinidade é jamais "sentir por".
Quem "sente por", confunde afinidade com masoquismo, mas quem "sente com", avalia sem se contaminar.
(...)
Compreende sem ocupar o lugar do outro.
Aceita para poder questionar.
Quem não tem afinidade, questiona por não aceitar.
Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais esperanças.
É conversar no silêncio, tanto nas possibilidades exercidas quanto das impossibilidades vividas.
Afinidade é retornar à relação no ponto em que parou sem lamentar o tempo de separação.
Porque tempo e separação nunca existiram.
Foram apenas oportunidades dadas ou tiradas pela vida, para que a maturação comum pudesse se dar.
E para que cada pessoa pudesse e possa ser, cada vez mais a expressão do outro sob a forma ampliada do eu individual aprimorado.
Do livro: "Alguém que já não fui" Artur da Távola, pseudônimo de Paulo Alberto Moretzsohn Monteiro de Barros - Adaptado Fonte: https://www.contandohistorias.com.br/cgi-bin/ch.cgi
Quanto à colocação pronominal em: “Mas quando existe não se precisa de códigos verbais para se expressar” pode-se afirmar que:
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
O mito da fênix e a combustão espontânea
A fênix é uma ave mitológica, dotada de diversos poderes e cercada por muitos mistérios e histórias. Bastante presente em nossa cultura atual, a fênix é conhecida por meio das histórias de ficção (livros, filmes, games e séries), mas não pense que esse pássaro é uma criação moderna.
Há cerca de 5 mil anos, a região que hoje é conhecida como Emirados Árabes Unidos abrigava a maior espécie de garça que já passou pela Terra: a garça de Heron (também chamada pelo nome científico de Ardea bennuides). Acredita-se que essa garça serviu de inspiração para o surgimento de Benu, um ser mitológico do Egito Antigo associado à alma do deus do Sol, Rá. Essa ave sagrada também era vista como símbolo do renascimento (o que a ligava ao deus Osíris), pois se acreditava que, a cada 500 anos, ela era capaz de se consumir em chamas e renascer das próprias cinzas.
Posteriormente, já na Grécia Antiga, surgiram histórias de um pássaro com propriedades muito semelhantes a Benu e que, na mitologia grega, recebeu o nome de fênix. Embora haja contestações sobre a real origem desse ser mitológico, foram muitas as civilizações que cultuaram animais análogos a essa ave - ou outros pássaros com habilidades mágicas -, como os chineses, os árabes e os persas.
Por meio das histórias orais e escritas, o mito da fênix foi se propagando ao longo dos séculos. E podemos dizer que, dentre todas as histórias de pássaros mágicos, essa foi o que mais criou raízes no imaginário popular ocidental.
O processo de queima - ou combustão - nada mais é do que uma reação química decorrente do encontro de três elementos: um combustível (qualquer material oxidável, ou seja, capaz de reagir com o oxigênio e pegar fogo); um comburente (geralmente, o oxigênio); e uma fonte de ignição (por exemplo, uma faísca, que fornece a energia necessária para a reação ocorrer). Se algum desses três elementos não está presente, a queima não ocorre.
A combustão é uma reação fundamental para a manutenção da vida humana no planeta e teve seu marco histórico de origem datado por pesquisas arqueológicas em cerca de 7 mil anos antes de Cristo, quando os povos antigos começaram a produzir fogo, possibilitando diversos avanços tecnológicos.
Você já acendeu uma fogueira ou viu alguém fazendo isso? Para esse processo, podemos usar um pedaço de madeira, que funcionará como combustível (ou seja, irá queimar). Para facilitar a queima, podemos jogar sobre a madeira um líquido inflamável (como o álcool). O oxigênio irá participar dessa reação química fazendo o papel de comburente. E você ainda precisa de uma fonte de energia, como a chama de um fósforo ou a faísca de um isqueiro. Se a madeira queimar por completo (ou seja, o combustível se esgotar), a combustão se interrompe. Se você cobrir essa fogueira, impedindo a entrada de mais oxigênio, a fogueira se apaga por falta de comburente.
A partir dessas informações, vamos pensar na combustão da fênix. O combustível dessa reação é a própria fênix (tanto que quando ela se torna somente cinzas, a chama acaba). O comburente dessa reação é o próprio oxigênio. Mas e a fonte de energia externa, a ignição? Como é possível um objeto pegar fogo sem receber nenhuma energia?
Apesar de parecer realmente mágica, a combustão espontânea é um fenômeno real. O fato de não haver uma fonte externa visível de energia não significa que ela não exista. A temperatura de um corpo está diretamente associada à energia que esse corpo tem. Isso significa que um corpo quente (em alta temperatura) é um corpo com mais energia do que um corpo mais frio. Portanto, embora não seja algo muito comum, alguns materiais podem pegar fogo espontaneamente, apenas com o seu próprio calor.
Existe uma propriedade denominada 'ponto de ignição', que é a temperatura mínima para a ocorrência de uma combustão espontânea, sem a presença de uma fonte externa de ignição (como uma faísca). O ponto de ignição do álcool, por exemplo, é 363 ºC. Isso significa que, se por alguma razão, o álcool for aquecido até essa temperatura, ele pegará fogo, mesmo sem uma faísca para acendê-lo.
Materiais como carvão, feno, algodão, filmes antigos, estrume de vaca e até grãos de pistache possuem pontos de ignição baixos o suficiente para sofrerem esse tipo de combustão. Um exemplo de combustão espontânea ocorre em alguns biomas, como o pantanal e o cerrado. Em períodos de seca, incêndios pontuais podem acontecer.
O que podemos concluir é que, se a fênix não for composta por feno ou outro material de baixo ponto de ignição, dificilmente ela seria capaz de entrar em combustão espontânea, mas podemos levantar uma hipótese final. Diferentemente dos répteis, anfíbios e peixes, as aves e os mamíferos são endotérmicos (também chamados de 'animais de sangue quente'), ou seja, são capazes de controlar a própria temperatura corporal e manter o corpo aquecido mesmo em ambientes mais frios. Talvez a fênix seja capaz de aquecer o próprio corpo a uma temperatura tão grande que a leve à combustão. Por se tratar de um pássaro mitológico, porém, não podemos encontrar um desses no mundo real e estudá-lo. Portanto, só nos resta fazer especulações e nos maravilharmos com suas belas aparições nos cinemas.
Retirado e adaptado de: WAGNER, Frans.; OPPE, Ingrid Gerdi.; MIRANDA, Lucas Mascarenhas de. O mito da fênix e a combustão espontânea. Ciência Hoje. Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/o-mito-da-fenix-e-a-combustao-espontanea/ Acesso em: 07. ago., 2022.
Considere o trecho, retirado do texto O mito da fênix e a combustão espontânea, apresentado a seguir:
"A fênix é uma ave mitológica, dotada de diversos poderes e cercada por muitos mistérios e histórias. Bastante presente em nossa cultura atual, a fênix é conhecida por meio das histórias de ficção (livros, filmes, games e séries), mas não pense que esse pássaro é uma criação moderna".
Considerando as relações coesivas do texto, assinale a alternativa que poderia substituir a expressão "esse pássaro" sem prejuízo na construção de sentido e na clareza de sua compreensão:
Sobre as regras de colocação pronominal, assinale a alternativa incorreta:
Atente para a colocação do pronome oblíquo no texto do seguinte cartaz.
Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=wdBGGim8hhU>.
Segundo Cegalla (2010, p. 538), “Conforme sua posição junto ao verbo, os pronomes oblíquos átonos podem ser: proclíticos (antepostos ao verbo); mesoclíticos (intercalados no verbo); enclíticos (pospostos ao verbo)”.
A esse respeito, analise as asserções e a relação proposta entre elas.
I – No texto do cartaz a colocação do pronome oblíquo átono “me” está de acordo com as regras da gramática normativa
PORQUE
II – a próclise é de rigor, nesse caso, por ser lícito iniciar a frase com pronome quando o verbo está no presente do indicativo.
Sobre as asserções é correto afirmar que