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Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia - pronomes em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 10.459 questões

Q2330519 Português
São exemplos de pronomes pessoais do caso oblíquo: eu, tu, ele, ela, nós, vós, eles, elas. 
Alternativas
Q2330516 Português
São classificados como pronomes possessivos as seguintes palavras: meu, minha, meus, minhas, teu, tua, teus e tuas. 
Alternativas
Q2330509 Português
Os pronomes de tratamento incluem termos como: senhor, você, vossa alteza e vossa excelência. 
Alternativas
Q2329237 Português

Julgue o item a seguir.


São exemplos de pronomes possessivos: quem, que, onde, o qual, os quais, a qual.

Alternativas
Q2329229 Português

Julgue o item a seguir.


São exemplos de pronomes pessoais do caso oblíquo: eu, tu, ele, ela, nós, vós, eles, elas.

Alternativas
Q2329226 Português

Julgue o item a seguir.


São classificados como pronomes possessivos as seguintes palavras: meu, minha, meus, minhas, teu, tua, teus e tuas. 

Alternativas
Q2329219 Português

Julgue o item a seguir.


Os pronomes de tratamento incluem termos como: senhor, você, vossa alteza e vossa excelência.

Alternativas
Q2329137 Português

Julgue o item subsequente.


São exemplos de pronomes possessivos: quem, que, onde, o qual, os quais, a qual.

Alternativas
Q2329129 Português

Julgue o item subsequente.


São exemplos de pronomes pessoais do caso oblíquo: eu, tu, ele, ela, nós, vós, eles, elas.

Alternativas
Q2329126 Português

Julgue o item subsequente.


São classificados como pronomes possessivos as seguintes palavras: meu, minha, meus, minhas, teu, tua, teus e tuas.

Alternativas
Q2329119 Português

Julgue o item subsequente.


Os pronomes de tratamento incluem termos como: senhor, você, vossa alteza e vossa excelência.

Alternativas
Q2329037 Português

Julgue o item que se segue.


São exemplos de pronomes possessivos: quem, que, onde, o qual, os quais, a qual.

Alternativas
Q2329026 Português

Julgue o item que se segue.


São classificados como pronomes possessivos as seguintes palavras: meu, minha, meus, minhas, teu, tua, teus e tuas.

Alternativas
Q2329019 Português

Julgue o item que se segue.


Os pronomes de tratamento incluem termos como: senhor, você, vossa alteza e vossa excelência.

Alternativas
Q2328929 Português

Julgue o item que se segue.


São exemplos de pronomes pessoais do caso oblíquo: eu, tu, ele, ela, nós, vós, eles, elas.

Alternativas
Q2327495 Português

Julgue o item subsequente.


À luz da norma culta da Língua Portuguesa, o enunciado seguinte, com o pronome oblíquo, não é aceitável: “Nós não concluiremos o projeto antes do prazo estabelecido”.

Alternativas
Q2325138 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.

Literatura indígena – a voz da ancestralidade

Tiago Hakiy

    A cultura dos povos indígenas, ao longo dos tempos, tem sido tratada com certo desdém – vivendo em um hiato de esquecimento abissal. Poucas pessoas despertam no meio da multidão para cantar e declamar a poucos ouvidos o universo multicultural dos povos da floresta. O Brasil necessita se conhecer, é impossível pensar em nossa história sem levar em consideração os povos aqui existentes, sem louvar a ancestralidade presente no canto dos pássaros e nas brisas do passado. Por isso, e muito mais, devemos encontrar mecanismos para a manutenção da cultura indígena, primordial para o surgimento da nação brasileira.
    Não podemos mais pensar em um indígena da época da invasão colonizadora, uma figura petrificada no tempo, que foi estereotipada ao longo de todo o processo de formação de nossa nação brasileira. O indígena de hoje deve também ser pensado como um indivíduo que está inserido no meio da sociedade – logicamente sem deslembrar que faz parte de uma cultura que tem sua singularidade –, que pode ser e agir como qualquer outro indivíduo, sem esquecer sua cultura originária. E sua cultura é riquíssima e esta deve ser preservada, usando também, quando possível, os mecanismos tecnológicos, pois somente assim estaremos criando profilaxias necessárias para a manutenção do legado indígena, legado este que muitas vezes, em noites de lua cheia, ao redor das fogueiras acesas, quando ouvia-se apenas o canto dos pássaros e o silêncio ensurdecedor da floresta, era repassado pelo contador de histórias.
    O contador de histórias sempre ocupou um papel primordial dentro do povo, era centro das atenções, ele era o portador do conhecimento, e cabia a ele a missão de transmitir às novas gerações o legado cultural dos seus ancestrais. Foi desta forma que parte do conhecimento dos nossos antepassados chegou até nós, mostrando-nos um caleidoscópio ímpar, fortalecendo em nós o sentido de ser indígena. Em sua essência o indígena brasileiro sempre usou a oralidade para transmitir seus saberes, e agora ele pode usar outras tecnologias como mecanismos de transmissão.Aí está o papel da literatura indígena, produzida por escritores indígenas, que nasceram dentro da tradição oral, que podem não viver mais em aldeias, mas que carregam em seu cerne criador um vasto sentido de pertencimento. Esta literatura tem contornos de oralidade, com ritos de grafismos e sons de floresta, que tem em suas entrelinhas um sentido de ancestralidade, que encontrou nas palavras escritas, transpostas em livros, não só um meio para sua perpetuação, mas também para servir de mecanismo para que os não indígenas conheçam um pouco mais da riqueza cultural dos povos originários.


HAKIY, Tiago. Literatura indígena – a voz da ancestralidade. DORRICO, Julie . (org.). In: et al Literatura indígena brasileira contemporânea: criação, crítica e recepção. Porto Alegre, RS: Editora Fi, 2018, p. 37-38. Disponível em: http://atempa.org.br/wp-content/uploads/2020/09/Literatura-ind%C3%ADgenacontempor%C3%A2nea-Livro-.pdf. Acesso em: 13 set. 2023. 
Analise gramaticalmente a frase abaixo.

“Foi desta forma que parte do conhecimento dos nossos antepassados chegou até nós, mostrando-nos um caleidoscópio ímpar, fortalecendo em nós o sentido de ser indígena.”

O elemento grifado possui valor: 
Alternativas
Q2324499 Português
Texto 1A1-I


           Machado de Assis viria a sofrer, no governo do presidente Prudente de Morais, o que considerou uma grave injustiça. Julgando lhe ser agradável e querendo deixar-lhe mais tempo livre para seus trabalhos literários, o novo ministro, Sebastião Eurico Gonçalves de Lacerda — pai do grande tribuno parlamentar Maurício de Lacerda e avô de Carlos Lacerda — resolveu substituir Machado de Assis na Diretoria de Viação, que então ocupava, deixando-o como simples adido à Secretaria de Estado, percebendo os vencimentos que lhe competissem. Machado ficou muito magoado, achando que o ministro o julgara um inútil. Queixou-se muito, em cartas aos amigos, não se conformando em ficar de braços cruzados, ganhando o dinheiro da nação sem trabalhar. Foi durante esse período que escreveu uma de suas obras-primas, Dom Casmurro; sempre demonstrara, em seus romances, contos e crônicas, profunda aversão aos parasitas. E era sincero. Não queria ser um deles. E não sossegou enquanto não voltou à atividade, embora diminuído funcionalmente: de diretor de um departamento, passou a ser simples secretário do ministro Severino Vieira. Quando este se demitiu, no governo de Campos Sales, para candidatar-se ao governo da Bahia, o ministro da justiça, Epitácio Pessoa, nomeado para substituir interinamente Severino Vieira, não se deu bem com Machado de Assis. Jovem, irrequieto, Epitácio estava então veraneando em Petrópolis. Pela manhã, atendia ao expediente da pasta da justiça. À tarde, ia para o outro ministério, onde Machado de Assis lhe fazia minuciosas exposições sobre cada assunto, apresentando-lhe em seguida as minutas dos despachos. Epitácio queria sempre abreviar as exposições, a fim de não perder a barca que saía da Prainha para Mauá, no fundo da baía, de onde, nos fins do século XIX, partia o trem para Petrópolis. Algumas vezes perdeu a barca, só tomando a segunda e chegando à casa já em plena noite. Por isso, um dia disse a respeito de Machado: “Grande escritor, mas péssimo secretário!”. Talvez Machado, sem o dizer, pensasse a mesma coisa de Epitácio: “Moço inteligente, mas muito afobado para ser um bom ministro!”.

        Machado passou vários anos constrangido e humilhado até encontrar, em Lauro Müller — o grande ministro da viação que iniciou as obras do Porto do Rio de Janeiro e fez construir a Avenida Central, hoje Avenida Rio Branco — quem lhe fizesse justiça. Lauro Müller fez Machado voltar a ser diretor.


Raymundo Magalhães Jr. Machado de Assis funcionário público. In: Revista do Serviço Público, Brasília, 56(2), abr. – jun./2005, p. 237-248 (com adaptações). 
A forma pronominal “lhe”, em “Julgando lhe ser agradável” (segundo período do primeiro parágrafo do texto 1A1-I), exerce a função de
Alternativas
Q2324252 Português

A seguir, são apresentadas frases modernas, com a utilização de pronomes átonos.


Assinale a única frase em que a colocação do pronome átono não é questionada pelos gramáticos em geral. 

Alternativas
Q2324240 Português

Os pronomes possessivos indicam, entre outros valores, o de posse ou propriedade de algo.


Assinale a frase em que o possessivo sublinhado indica esse valor. 

Alternativas
Respostas
3501: E
3502: C
3503: C
3504: E
3505: E
3506: C
3507: C
3508: E
3509: E
3510: C
3511: C
3512: E
3513: C
3514: C
3515: E
3516: E
3517: D
3518: C
3519: A
3520: B