Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia - pronomes em português

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Q2335174 Português
Assinale a frase em que a substituição do termo sublinhado por um pronome pessoal foi feita de forma correta.
Alternativas
Q2335031 Português
Em todas as frases a seguir foram empregados pronomes possessivos sublinhados. Assinale a frase em que, de fato, esse pronome indica posse.
Alternativas
Q2334837 Português

Julgue o item que se segue.


Os pronomes pessoais do caso reto são usados como sujeito da frase, enquanto os pronomes oblíquos são comumente usados como complemento verbal. 

Alternativas
Q2334690 Português

Julgue o item a seguir.


Há seis categorias de pronomes: os pessoais (incluindo retos, oblíquos e de tratamento), os possessivos, os demonstrativos, os interrogativos, os exclamativos e os indefinidos.

Alternativas
Q2334672 Português

Julgue o item a seguir.


Os pronomes pessoais oblíquos têm a finalidade de representar as pessoas envolvidas na comunicação. Eles são chamados de oblíquos devido ao seu papel predominante como complementos da oração, em vez de atuarem como sujeitos. 

Alternativas
Q2334668 Português

Julgue o item a seguir.


Os pronomes de tratamento constituem maneiras mais respeitosas e formais de nos referirmos à pessoa com quem estamos interagindo ou mencionando. Uma exceção notável é o uso atualmente informal do pronome “você”. 

Alternativas
Q2334537 Português

Julgue o item subsequente. 


Os pronomes pessoais do caso reto são usados como sujeito da frase, enquanto os pronomes oblíquos são comumente usados como complemento verbal. 

Alternativas
Q2334437 Português

Julgue o item a seguir.


Os pronomes pessoais do caso reto são usados como sujeito da frase, enquanto os pronomes oblíquos são comumente usados como complemento verbal. 

Alternativas
Q2333700 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda a questão, que a ele se refere.

Texto 01

Sou o que se chama de pessoa impulsiva. Como descrever? Acho que assim: vem-me uma ideia ou um sentimento e eu, em vez de refletir sobre o que me veio, ajo quase que imediatamente. O resultado tem sido meio a meio: às vezes acontece que agi sob uma intuição dessas que não falham, às vezes erro completamente, o que prova que não se tratava de intuição, mas de simples infantilidade. Trata-se de saber se devo prosseguir nos meus impulsos. E até que ponto posso controlá-los. [...] Deverei continuar a acertar e a errar, aceitando os resultados resignadamente? Ou devo lutar e tornar-me uma pessoa mais adulta? E também tenho medo de tornar-me adulta demais: eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil, do que tantas vezes é uma alegria pura. Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso. Não sou maduro bastante ainda. Ou nunca serei.

Disponível em: https://www.pensador.com/cronicas_de_clarice_lispector/. Acesso em: 9 out. 2023.
Considere as passagens a seguir:
I. “Sou o que se chama de pessoa impulsiva.”
II. “Acho que assim: vem-me uma ideia ou um sentimento [...].”
III. “[...] o que prova que não se tratava de intuição [...].”
IV. “Trata-se de saber se devo prosseguir nos meus impulsos.”
V. “Ou devo lutar e tornar-me uma pessoa mais adulta?”

Sobre essas passagens, é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q2332057 Português

 “Revista USP” discute o jornalismo na era da pós-verdade 


Publicação traz dossiê com artigos de especialistas que analisam modos de garantir a qualidade das informações. 



      Um dos maiores desafios da mídia contemporânea é conter a proliferação de notícias falsas, as chamadas “fake news”, que acabam fazendo da maneira de pensar atual uma reminiscência do modo de pensar de um camponês medieval, com base em fofocas, boatos e muita conversa. Com isso, o novo mundo se assemelha ao mundo de antes do período em que a imprensa criada por Gutemberg predominou na história da humanidade, entre o século 15 e o início do século 21, transformado então apenas numa “interrupção do fluxo normal da comunicação humana”.


      Essa análise, inspirada nas ideias do professor Thomas Pettitt, da Universidade do Sul da Dinamarca, está exposta no artigo “Verdades e mentiras no ecossistema digital”, do jornalista e professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) Caio Túlio Costa, publicado na edição número 116 da Revista USP, que acaba de ser lançada. Publicada trimestralmente pela Superintendência de Comunicação Social (SCS) da USP, a revista traz nesta edição o dossiê “Pós-Verdade e Jornalismo”, que inclui cinco artigos de pesquisadores e jornalistas, dedicados a analisar as formas de evitar as “fake news” e garantir a veiculação de informações de qualidade para a sociedade.


      Garantir essa qualidade está cada vez mais difícil na era da “pós-verdade” – expressão que designa a circunstância em que fatos objetivos são menos influentes para moldar a opinião pública do que apelos à emoção e às crenças pessoais, de acordo com a definição do Oxford Dictionary. É o que aponta o professor da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP Eugênio Bucci, no artigo “Pós-política e corrosão da verdade”, também publicado no dossiê da Revista USP.


      Bucci reitera que parte da responsabilidade pela desvalorização da verdade factual – aquela que se refere não a um valor transcendental, mas ao registro “precário” dos acontecimentos – se deve às redes sociais e à internet, “onde se acomodaram confortavelmente as forças dedicadas à produção das notícias fraudulentas”. Ressalvando o lado positivo dessas novas tecnologias, como a abertura de novos canais de diálogos, a facilidade de comunicação entre as pessoas e a exibição imediata de demandas públicas, Bucci destaca que o problema se encontra no fato de que, tendo se enraizado no mundo da vida e na esfera pública, elas não são públicas em seus controles e na sua propriedade. “Sob a malha tecnológica, elas promovem a tecnociência e o capital como substitutos da própria política.”


      Para Bucci, redes sociais como Facebook e Twitter e sites de busca como Google aceleraram e fortaleceram a pós-verdade. Isso se deu, de acordo com o professor, por pelo menos dois motivos. O primeiro se refere ao incremento da velocidade e do alcance proporcionado por esses novos recursos. “Vários levantamentos mostram que as notícias fraudulentas repercutem mais do que as verdadeiras. E mais rapidamente. E arrebatam as amplas massas de um modo acachapante, num grau jamais atingido pelos meios jornalísticos mais convencionais”, escreve Bucci, citando como exemplo a campanha de Donald Trump à Presidência dos Estados Unidos, em 2016, que em dois dias conseguiu fazer com que boa parte da população do país acreditasse que Barack Obama tinha nascido no Quênia.


      O segundo motivo por que as redes sociais e sites de busca favorecem a pós-verdade diz respeito ao fator econômico, continua o professor. “Notícias fraudulentas dão lucro. Dentro do ambiente virtual do Google e do Facebook, a fraude compensa. Quanto maior o número de cliques, mais o autor fatura. E, como a mentira é fácil de produzir (é barata) e desperta o furor das audiências, um dos melhores negócios da atualidade é noticiar acontecimentos que nunca aconteceram de verdade – e que, mesmo assim, despertam emoções fortes nos chamados internautas.”


[...]


(CASTRO, Roberto C. G. “Revista USP” discute o jornalismo na era da pós-verdade. Jornal da USP. Em: maio de 2018.

Algumas palavras podem ter a definição quanto à classe gramatical a que pertencem usualmente alterada; de acordo com o contexto da estrutura linguística em que foram empregadas, analise a frase a seguir: 



“Publicação traz dossiê com artigos de especialistas que analisam modos de garantir a qualidade das informações”. 



Os termos destacados estão corretamente identificados em: (Considere a sequência em que aparecem.

Alternativas
Q2331362 Português

Julgue o item que se segue. 


A ênclise é a colocação pronominal em que o pronome átono vem antes do verbo, como em “Me dê um tempo.”.
Alternativas
Q2331262 Português

Julgue o item a seguir. 


A ênclise é a colocação pronominal em que o pronome átono vem antes do verbo, como em “Me dê um tempo.”

Alternativas
Q2331038 Português
Julgue o item a seguir.

O pronome oblíquo átono “LHE” pode ser utilizado para indicar posse, como em “Cortem-lhe a cabeça”. 
Alternativas
Q2330527 Português
São exemplos de pronomes possessivos: quem, que, onde, o qual, os quais, a qual.
Alternativas
Q2330519 Português
São exemplos de pronomes pessoais do caso oblíquo: eu, tu, ele, ela, nós, vós, eles, elas. 
Alternativas
Q2330516 Português
São classificados como pronomes possessivos as seguintes palavras: meu, minha, meus, minhas, teu, tua, teus e tuas. 
Alternativas
Q2330509 Português
Os pronomes de tratamento incluem termos como: senhor, você, vossa alteza e vossa excelência. 
Alternativas
Q2329237 Português

Julgue o item a seguir.


São exemplos de pronomes possessivos: quem, que, onde, o qual, os quais, a qual.

Alternativas
Q2329229 Português

Julgue o item a seguir.


São exemplos de pronomes pessoais do caso oblíquo: eu, tu, ele, ela, nós, vós, eles, elas.

Alternativas
Q2329226 Português

Julgue o item a seguir.


São classificados como pronomes possessivos as seguintes palavras: meu, minha, meus, minhas, teu, tua, teus e tuas. 

Alternativas
Respostas
3501: D
3502: D
3503: C
3504: E
3505: C
3506: C
3507: C
3508: C
3509: C
3510: C
3511: E
3512: E
3513: C
3514: E
3515: E
3516: C
3517: C
3518: E
3519: E
3520: C