Questões de Concurso
Comentadas sobre morfologia - pronomes em português
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"Por fim, os resultados também expressam as estruturas desiguais da sociedade brasileira. Apenas 21,5% das pessoas entre 18 e 24 anos conseguem acessar o ensino superior, mesmo com a existência de políticas públicas como o FIES, o Prouni e a Lei de Cotas. Quando olhamos para os índices de evasão, o cenário é ainda mais preocupante: do último Censo para o de 2024, a taxa de evasão subiu de 11% para 17%, decorrência de diversos fatores como a ausência de políticas robustas de assistência e permanência estudantil (nas universidades públicas e privadas), a desconexão dos currículos com a realidade das e dos estudantes, as opressões dentro e fora das universidade e, em especial, o acirramento das contradições do mundo do trabalho e da precarização da vida da classe trabalhadora, que expulsa cotidianamente milhares de jovens do ensino superior."
O pronome relativo que , no contexto em que ele aparece, tem uma função sintática clara: ser sujeito da oração que o segue − expulsa cotidianamente milhares de jovens do ensino superior . Nesse caso, por se tratar de um período composto, o pronome substitui o verdadeiro sujeito, evitando sua repetição desnecessária. Analise todo o contexto e assinale a alternativa que indica corretamente o sujeito do verbo "expulsar", o qual é substituído pelo pronome relativo que:
Primeira coluna: classes gramaticais
1.Adjetivo (locução)
2.Advérbio
3.Pronome indefinido
Segunda coluna: expressões
(__)Fale com os demais antes de tomar qualquer decisão.
(__)Que pessoa legal, ela acolhe demais!
(__)Como há candidatos de mais e poucas vagas, o processo de seleção será mais longo.
(__)Vírgulas de mais atrapalham a coesão textual.
(__)Fuja de pessoas que falam demais e ouvem de menos.
(__)Trouxe as demais para devolver. Não precisarei dessas fotografias.
Assinale a alternativa que indica a correta associação entre as colunas:
I. Em A quietude do instante me abraça, o pronome oblíquo átono me exerce função de objeto direto da forma verbal.
II. Em Ao visitar a biblioteca, abro um livro de poesia, a expressão Ao visitar a biblioteca indica circunstância temporal e apresenta verbo em forma nominal.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
Algumas técnicas incluem observar a origem da ansiedade com curiosidade e "direcioná-la" para objetivos construtivos.
Assinale a alternativa CORRETA quanto à colocação do pronome oblíquo átono no termo destacado.
Qual é a melhor maneira de aprender uma nova língua?
Por Krupa Padhy

(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyv4vznzk2o – texto adaptado especialmente para
esta prova).
Coluna 1
1. Verbo.
2. Substantivo.
3. Pronome.
4. Advérbio.
Coluna 2
( ) “As tarefas basicamente simulam o que faríamos se fôssemos deixados em um país estrangeiro”.
( ) “Estudei francês por oito semestres e passei um ano em Paris”.
( ) “e só pudéssemos usar nossas habilidades inatas para decifrar os novos e misteriosos sons à nossa volta”.
( ) “Os benefícios do aprendizado de idiomas para a nossa felicidade, bem-estar e saúde do cérebro ___ longo prazo já foram bem estabelecidos”.
( ) “eu me reuni com dois pesquisadores do Laboratório de Aprendizado de Idiomas da Universidade de Lancaster”.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Para responder à questão.
MEC Livros: biblioteca digital já tem mais de meio milhão de usuários
Mais de 566 mil pessoas já se cadastraram na plataforma literária disponibilizada pelo Ministério da Educação (MEC), o MEC Livros. Cerca de 263 mil obras já foram alugadas desde o lançamento, no dia 6 de abril.
O aplicativo disponibiliza mais de oito mil títulos de autores nacionais e internacionais que podem ser alugados gratuitamente por qualquer pessoa que tenha uma conta Gov.br.
"A iniciativa contribui para preservar o patrimônio literário, ao mesmo tempo em que democratiza o acesso à literatura, incentiva o hábito de leitura, promove a integração de novas tecnologias na educação e apoia as práticas pedagógicas", diz o MEC.
Os cinco livros mais lidos na plataforma são, nesta ordem:
- Crime e Castigo, de Fiódor Dostoiévski;
- A Cabeça do Santo, de Socorro Acioli;
- Sem Despedidas, de Han Kang;
- A Vegetariana, da mesma autora e
- Harry Potter e a Pedra Filosofal, de J.K. Rowling.
Para ler os livros disponíveis, basta acessar o site ou o aplicativo do MEC Livros e fazer o login com a conta do Gov.br.
O aplicativo está disponível para Android, computadores e também tem integração com o portal gov.br.
Na primeira página, já aparece uma lista de livros disponíveis, sendo organizados por categorias como "Em Alta", "Best-Sellers", "Autores Clássicos Brasileiros", entre outras.
Ao clicar na capa da obra que deseja pegar emprestada, há a opção de ler o resumo sobre a obra no botão "Mais informações". Após clicar nesse botão, abrirá uma nova página que possui o botão "Emprestar e Ler". Basta selecioná-lo, e o livro estará à disposição para leitura.
Os livros devem ser devolvidos em '14 dias, quando o usuário pode optar pela renovação do empréstimo pelo mesmo período ou pela devolução do título.
Segundo o MEC, estão sendo implementadas melhorias para permitir a devolução a qualquer tempo, além da possibilidade de habilitar essa função a partir de 90% da leitura, ampliando a autonomia do usuário na gestão dos empréstimos.
Fonte: https://a genci abrasi l.ebc.com. brled uc acao / nolicia / 2026 - 04lmec- livros-biblioteca -d ig ita l-ja-tem-mais-d e- meio-milhao-deuarios (adaptado)
O texto utiliza pronomes para evitar a repetição de palavras e deixar o texto mais dinâmico. Considerando a passagem que contém o botão Emprestar e Ler, basta selecioná-lo, analise as assertivas abaixo sobre os elementos de referência estruturados nessa frase:
I. O pronome lo retoma a palavra botão, evitando que ela seja repetida de forma desnecessária na oração.
II. A palavra lo substitui a ideia de que o usuário precisa ler a obra inteira rapidamente no mesmo dia.
III. O pronome lo faz referência direta à palavra página, que foi escrita no trecho imediatamente anterior.
Está CORRETO o que se afirma em:
Leia o texto:
MISOGINIA OU RACISMO
Em uma sociedade marcada por desigualdades históricas, as formas de discriminação frequentemente se entrelaçam, produzindo fenômenos complexos que desafiam análises simplistas. Entre esses fenômenos, destacam-se a misoginia e o racismo, que, embora possuam raízes distintas, podem coexistir e reforçar-se mutuamente, sobretudo quando direcionados a mulheres negras.
A misoginia, entendida como o desprezo ou aversão às mulheres, manifesta-se em práticas culturais, sociais e institucionais que limitam a participação feminina em diversos espaços. Já o racismo, estruturado historicamente, estabelece hierarquias baseadas em características étnico-raciais, perpetuando desigualdades e exclusões.
Quando essas duas formas de opressão se cruzam, surge uma realidade ainda mais severa. A mulher negra, por exemplo, enfrenta não apenas preconceitos de gênero, mas também discriminações raciais, o que a coloca em uma posição de vulnerabilidade ampliada. Esse fenômeno é frequentemente analisado sob a perspectiva da interseccionalidade, conceito que busca compreender como diferentes formas de opressão se articulam.
Além disso, a linguagem desempenha um papel crucial na manutenção ou no combate a essas práticas. Expressões aparentemente inofensivas podem carregar significados discriminatórios, reforçando estereótipos e naturalizando desigualdades. Por outro lado, a conscientização linguística pode contribuir para a transformação social.
Portanto, compreender as nuances entre misoginia e racismo, bem como suas intersecções, é fundamental para a construção de uma sociedade mais justa. Tal compreensão exige não apenas conhecimento teórico, mas também uma postura crítica diante das práticas cotidianas.
Em “que limitam a participação”, o termo “que” é:
TEXTO 1
Em tempos de fórmulas, roteiros e dicas demais sobre como conquistar alguém, vou na direção contrária e evito qualquer coisa que pregue joguinhos, métodos baseados em frieza e desinteresse, chá de sumiço e essa baboseira toda.
Sou dos que simplificam tudo, mesmo as relações humanas sendo tão complexas.
Digo com todas as letras o que sinto.
Demonstro com todas as atitudes necessárias.
Mostro, comprovo, deixo completamente entendido.
Vai soar emocionado demais? Não ligo.
Vai parecer que sou fraco e vão tentar se aproveitar do que sinto?
Amadureci o bastante para saber identificar sinais e me proteger.
Vão fugir de mim, porque, hoje em dia, muita gente não sabe lidar com essa coragem? Livramento meu.
Ou vivo algo bacana, ou me poupo de viver algo que não vai me trazer o que mereço.
Ser fiel àquilo que sou é sempre um excelente jeito de resolver as coisas. Recomendo.
Fernandes, Victor. Pra você que é emocionado. São Paulo: Planeta do Brasil, 2024.
During a conference on education, a researcher said, “Teachers need to guide students in the responsible use of artificial intelligence.” Later, the researcher added that teachers should understand its limitations as well as its benefits.
Com base no trecho, analise as afirmativas a seguir.
I. No primeiro período, a fala do pesquisador é apresentada em discurso direto.
II. No segundo período, a informação é apresentada em discurso indireto, introduzida pela conjunção that.
III. O pronome its estabelece referência contextual ao termo artificial intelligence.
IV. A repetição lexical de the researcher e teachers contribui para a clareza da referência textual.
V. A expressão that teachers should understand its limitations constitui uma oração subordinada que integra o discurso indireto.
Após análise, conclui-se que estão corretas:
A conduta no Serviço Público
A conduta ética do servidor público não é apenas uma questão de comportar-se de acordo com o que é permitido. O essencial da conduta é a orientação interna que ele dá a suas ações: a motivação, o esmero. o gosto com que realiza seu ofício para cumprir seus deveres ou para fazer mais do que a função lhe prescreve.
Há certos aspectos do serviço público que não se medem pelo simples cumprimento exterior das normas, mas pela qualidade com que as regras são observadas. Quantas vezes nossas leis são cumpridas "na letra" mas não no seu "espírito"? A conduta, portanto, leva em conta a escolha consciente do agente.
Porém, não se trata de qualquer regra ou procedimento. Na verdade, devemos estar atentos a dois tipos diferentes de regras de conduta.
As regras imperativas são regras que simplesmente proíbem ou ordenam, pressupondo que o sujeito saiba Íazer o que se ordena e conheça as condutas proibidas.
Já as regras constitutivas são regras que instruem as pessoas afazer algo. Elas orientam o sujeito ético a realizar ou construir o que se deseja. Como toda regra, elas limitam o leque de coisas que poderiam ser feitas. Contudo, ao contrário das regras imperativas, as regras constitutivas mais orientam a ação do indivíduo do que a ordenam ou a proíbem.
Ao passo que o serviço público envolve relacionamentos humanos que podem se chocar com nossos gostos e preferências pessoais - políticas, ideológicas, religiosas ou o que for. Às vezes simpatizamos muito com certas pessoas e detestamos outras, apoiamos um partido ou corrente política e não outra, essa igreja e não aquela etc. É claro que o exercício correto de qualquer ofício não pode deixar que esses gostos e preferências interfiram no que deve ser feito.
O Estado é a instituição de mais alto poder na sociedade e suas decisões afetam profundamente a vida dos cidadãos. É por isso que, para o Estado, convergem forças que representam interesses diversos e conflitantes da comunidade. Além disso, o Estado reclama para si o monopólio de certas atividades e decisões as quais acarretam, na maioria das vezes, o embate de setores sociais com interesses divergentes.
O Servidor público, em maior ou menor escala, com frequência depara-se com o problema da condução correta dessas pressões e conflitos. Não há por certo receitas prontas nesse caso. Mas há, sim, uma postura geral que deve ser observada com zelo.
Essa postura é o decoro. O decoro compreende não apenas a retidão de uma ação, mas também a visão que a sociedade tem dessa ação como sendo correta.
Adaptado do Curso de "Ética e Serviço Público" da Escola Nacional de Administração Pública. Brasília, 2016.
Para responder à questão, leia a crônica abaixo.
Quem deve ser condenado por nossos vícios?
Comemoro e aplaudo a decisão do tribunal americano de responsabilizar a Meta e o Google por danos à saúde mental de uma jovem. Não absolvo as big techs. Mas nem tudo e culpa delas. Kaley começou a usar o Youtube aos 6 anos para assistir a videos sobre brilho labial. Aos 9 driblou o bloqueio ativado pela mãe para entrar no Instagram.
O uso constante das redes afetou sua autoestima. E a isolou, em vez de estimular o convívio social. Ela postou centenas de fotos e desenvolveu dismorfia corporal, uma doença mental. A menina passa a ter preocupação obsessiva com a aparência. Acredita ser feia. Distorce sua imagem. Olha no espelho toda hora. Sofre. Quantas meninas se parecem com Kaley?
Essa condenação inedita salvará vidas de crianças e adolescentes ansiosos e deprimidos? A decisão abre um precedente. Otimistas acreditam que as big techs, para evitar multas e indenizações, mudarão o desenho das plataformas, os conteúdos e os algoritmos que liberam dopamina. Não acredito que tv4eta e Google façam autocrítica e privilegiem as crianças, em vez dos lucros estratosféricos.
Não é tudo culpa das big techs. A sociedade precisa acordar. Pode ter faltado conversa e atenção na casa da Kaley. E isso e compreensível. É muito difícil, para pais que trabalham fora, manter esse controle diário. Melhor nem ter YouTube na TV, porque ate o infantil tem desenhos e games estúpidos, violentos e viciantes. Um horror.
Mas o vício e proprio do ser humano. Tenho amiga viciada em Coca-Cola. Em caÍe. Chocolate. Em cigarro. Jovens se viciam em vape. Já fui viciada em Rivotril e, depois, Frontal, livrei-me com oleo de cannabis. Há os alcoolatras, mais e menos assumidos. Os workaholícs. As drogas pesadas. E o vício da moda, canetas emagrecedoras. Vícios são tambem nossas escolhas.
Falta, no caso das redes sociais, a consciência de que podem causar ansiedade, depressão e morte. Falta a Justiça se impor. Faltam os alertas oficiais do Ministério da Saúde, como no cigarro. Redes agem em nós como drogas. Está claro que a rolagem (scroll) infinita, a reprodução automática de vídeos, as notificações e os líkes criam dependência. Uso compulsivo. E tedio.
Quantas vezes somos sugados pela rolagem de bobagens e paramos de escutar tudo a nossa volta, presos numa bolha? A interação humana tornou-se um desafio. Infinitamente mais com crianças. Sabemos que a competição com as redes e desleal. Filhos e netos escapam para o celular ou o iPad sempre que podem.
Então. As big techs precisam mesmo ser responsabilizadas por negligência e crueldade com as crianças. São predadoras e gananciosas sim. Os executivos premeditaram. Conheciam os eíeitos negativos de seus produtos. Mas todo empresário cobiça produzir algo que vicie o consumidor. Quanto se Íalou da formula da CocaCola? A primeira versão tinha cocaína. Hoje, açúcar e cafeína.
O que distingue remedio de droga e a quantidade. Overdose de um bom remedio pode matar. Esse criterio e objetivo: o tempo nas redes, É preciso estar no controle e não ser controlado. So adulto consegue - e nem todos. Outro critério, mais subjetivo, e identificar o conteúdo nocivo, o irrelevante e o construtivo. Gosto muito do meu feed.
Kaley está com 20 anos e vai ganhar l.JS$ 3 milhôes de indenização - caso o recurso das big techs seja negado pela Justiça. O TikTok e o Snapchat fizeram acordos extrajudiciais. As multas são merreca para a lv'leta e o Google. As mães que perderam filhos apos bullyings virtuais comemoram a condenação. O caminho é pedregoso.
Uma alegação de Kaley era que ficava no Instagram até pegar no sono. Você faz isso? Conhece alguma criança assim? Eu uso um app de relaxamento e meditação: o Calm. Também é um (bom) vício.
Autora: Ruth de Aquino
(1ª parte): No trecho Não absolvo as big techs- Mas nem tudo é culpa delas, o pronome pessoal desse trecho desempenha uma nítída função anafórica, substiturndo e retomando estritamente o antecedente composto pelas corporações de tecnologia do parágrafo. (2ª parte): No fragmento Ela postou centenas de fotos e desenvolveu dismorfia corporal, o pronome pessoal sublinhado atua como um forte elemento catafórico, antecipando para o leitor um nome novo que será revelado apenas futuramente no último período.
Acerca das partes, pode-se afirmar que:
I- Os pronomes átonos o, a, os, as, lhe, lhes, me, te, se, nos, vos apoiam-se na tonicidade de outra palavra. No tocante ao verbo, eles podem ser enclíticos, proclíticos e mesoclíticos.
II- Em geral, ocorre a ênclise, quando o verbo está no início da frase, no imperativo afirmativo, no gerúndio, no infinitivo impessoal.
III- Ocorre a próclise quando, antes do verbo, vier uma palavra que atraia o pronome, como: palavras de sentido negativo, pronome indefinido, advérbio, conjunção subordinativa, pronome relativo, palavras interrogativas ou exclamativas.
IV- Há mesóclise com o verbo no futuro do presente ou no futuro do pretérito. Quando houver palavra que atraia o pronome antes do verbo, deverá ser dada preferência à próclise.
A finalidade da sociedade e o bem comum
Por Gazeta do Povo

(Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao – texto adaptado especialmente para esta prova).
( ) Na frase “como critério para avaliar o bem comum”, o termo sublinhado poderia ser substituído por “lo”, desde que o verbo “avaliar” assumisse a forma “avaliá-”.
( ) Na frase “como defendem os utilitaristas”, o termo sublinhado poderia ser substituído por “los”, mantendo-se a mesma forma do verbo “defendem”.
( ) Na frase “na miséria que impede suas vítimas”, o termo sublinhado poderia ser substituído por “nas”, desde que o verbo “impede” assumisse a forma “impedem”.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
A finalidade da sociedade e o bem comum
Por Gazeta do Povo

(Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao – texto adaptado especialmente para esta prova).
“Essa mentalidade justificaria até desrespeitos aos direitos básicos de alguns, se isso viesse a beneficiar um grupo maior”.
Em relação aos pronomes “Essa” e “isso”, analise as assertivas a seguir:
I. Ambos têm o mesmo referente.
II. O primeiro é um pronome adjetivo, visto que acompanha um substantivo.
III. O segundo é um pronome substantivo, visto que retoma um termo que o antecede.
Quais estão corretas?
