Questões de Concurso
Comentadas sobre morfologia - pronomes em português
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“Ele, o pai, beijou a filha dos outros. Disse-lhe, com ciúme, o nome feio. E torceu-lhe o braço, até doer. Nunca pensou que sua namorada fosse filha de ninguém. Ele, o pai, humanamente lamentável, lamentavelmente humano.”
Assinale a alternativa que indica, respectivamente, a classe gramatical dos termos HUMANAMENTE LAMENTÁVEL, LAMENTAVELMENTE e HUMANO:
Julgue o item subsequente.
Na frase "Meu eu sempre está em busca de algo", o termo
"eu" é um exemplo de substantivação, transformando-se
de um pronome pessoal do caso reto em um substantivo.
Julgue o item subsequente.
Em "João fez o bolo e o comeu inteiro", a palavra "o" é um
pronome oblíquo átono que funciona como objeto direto,
substituindo "bolo".
Não tomem nenhuma atitude sem ........... saber! Quando você confiará em ............. ? Para ............. , sua persistência fará toda a diferença. Para ........... conseguir estudar, preciso de silêncio!
Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas das frases.
1. Não o fiz por ganância!
2. Diga-me o que ficou resolvido.
3. Te quero convidar para a minha formatura.
Assinale a alternativa que indica todas as orações corretas.
Aquela pessoa,_________ propósito era viver sem nunca _________com o amanhã, certamente___________ às voltas com dificuldades. E ________sempre_________ a arrepender-se.
Os pronomes oblíquos átonos, como "me", "te" e "se", devem ser utilizados após o verbo em todas as construções verbais, seguindo a norma culta da língua portuguesa.
Os pronomes oblíquos átonos, como "me", "te" e "se", devem ser utilizados após o verbo em todas as construções verbais, seguindo a norma culta da língua portuguesa.
Os pronomes relativos "cujo" e "cuja" concordam em gênero e número com o substantivo que antecedem, indicando posse.
Leia o texto para responder à questão.
No começo de novembro de 1985, um estudante brasileiro de pós-graduação na prestigiosa Universidade de Yale e um escritor português de fama crescente, mas ainda muito longe do ícone literário que acabaria por se tornar, passaram algumas horas agradáveis em uma conversa-entrevista na ilha de Manhattan. Havia apenas nove anos que o escritor lusitano tinha começado sua carreira temporã e, naquele dia frio do outono nova-iorquino, já com 63 anos, ele começava a enveredar por um caminho de reconhecimento internacional e ficou encantado com o interesse do jovem pesquisador brasileiro, de apenas 30 anos, em sua obra emergente. Trinta e sete anos depois, aquele encontro entre José Saramago, que 13 anos mais tarde ganharia o Nobel de Literatura, e o poeta, tradutor e professor da Universidade de São Paulo (USP) Horácio Costa finalmente virou livro.
Mas por que a entrevista demorou tanto a ser publicada? A explicação é do próprio Costa, em sua apresentação: “Porque esteve perdida entre muitas caixas de papéis e livros que vieram do México, quando regressei ao Brasil em 1997 e 2001, nas duas mudanças que trouxe de lá por via marítima”, explica ele, que viveu cerca de duas décadas no México. E havia mais duas explicações adicionais. A primeira: Horácio Costa não queria publicar a entrevista antes de finalizar sua tese. A outra, mais prosaica: ele acreditava piamente que as duas fitas cassetes com a entrevista saramaguiana tinham se perdido para sempre em meio a tantas mudanças. Até que em 2020, durante a pandemia, numa velha caixa preta de sapatos, encontrou as tais fitas.
“Esse diálogo assimétrico entre um pós-graduando, obviamente feliz com a perspectiva de estudo que descortinava, e um escritor tardio que se confessava surpreso com a sua recente ascensão ao teatro internacional da literatura é possivelmente, e para lá dos conteúdos nele desenvolvidos, o que de mais característico têm essas páginas”, afirma Costa em sua apresentação.
Ao longo de toda a conversa, José Saramago vai revelando suas influências, a composição de seu estilo, a forma de elaborar seus livros – uma ourivesaria que só se faria sofisticar pelos anos seguintes.
(Marcello Rollemberg. Quando Saramago se preparava para ser Saramago. https://jornal.usp.br, 18.11.2022. Adaptado)
“Como uma ladra sorrateira, a procrastinação rouba tempo, energia e potencial. Se disfarça de preguiça ou distração [...].”
Respeitadas as regras de colocação pronominal, o trecho pode ser reescrito, sem alteração no seu sentido, como:
• Os filhos raramente visitam os pais. (5o parágrafo)
• Vou gravar os seus roncos. (6o parágrafo)
De acordo com a norma-padrão de emprego de pronomes e colocação pronominal, as passagens admitem, respectivamente, as reescritas:
Considere o trecho a seguir.

Sobre o pronome relativo presente nesse trecho, é correto afirmar