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Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia - pronomes em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 10.460 questões

Q2630162 Português

Conforme Basílio (2003) e Silva e Silva (2008), a divisão de palavras em classes gramaticais, ou classe de palavras, pode levar em consideração diferentes critérios conforme a perspectiva linguística adotada, sobretudo critérios morfológicos, sintáticos e semânticos. Considerando essa afirmação, qual das alternativas a seguir contém um trecho de definição de alguma classe gramatical abaixo contemplando apenas critérios semânticos?


Fontes: BRASÍLIO, M. Teoria lexical. São Paulo: Editora Ática S.A, 2003.

CIPRO NETO, P.; INFANTE, U. Gramática da Língua Portuguesa. São Paulo: Scipione, 2008.

SILVA, M. L. C.; SILVA, L. L. C. Os diferentes critérios utilizados para classificação de palavras em gramáticas escolares. Anais do V CONEDU – Congresso Nacional de Educação. 2018. Disponível em: https://editorarealize.com.br/editora/anais/conedu/2018/TRABALHO_EV117_MD4_ SA8_ID4438_10092018101127.pdf. Acesso em: 1 fev. 2023.

Alternativas
Q2629610 Português

Texto para responder às questões de 06 a 10. Leia-o atentamente.


Celular é o novo cigarro: como o cérebro reage às notificações de apps e por que elas viciam tanto


Conferir notificações, curtidas e o feed de redes sociais já são hábitos comuns para quem tem um smartphone na mão. O simples som de uma notificação pode trazer uma sensação boa, mas, ao mesmo tempo, afetar o controle dos nossos impulsos. E, assim como o cigarro ou outros vícios, o uso constante do celular também pode se tornar uma dependência.

Tudo isso é um processo químico, que ocorre dentro do nosso cérebro através da dopamina. Estimulado por comentários e curtidas, o neurotransmissor é liberado, provocando prazer e satisfação.

Só que a dopamina vicia. Checar o celular o tempo todo, clicar em notificações, ficar rolando infinitamente as timelines sem buscar algo determinado, pode gerar um looping altamente perigoso para a saúde.

Julia Khoury, que fez mestrado e doutorado em dependência digital, afirma que o mundo digital é uma fonte inesgotável de estímulos rápidos, capaz de nos dar pequenas doses de alívio frente à vida real. “As pessoas vão em busca desses estímulos rápidos que geram prazer para se livrar de sentimentos ruins ou para ter pequenos prazeres ao longo do dia”, diz a médica psiquiatra.

Você pode não perceber, mas, ao receber uma mensagem do “crush” ou um elogio inesperado em uma foto postada, um neurotransmissor começa a correr dentro do cérebro: é a dopamina.

A dopamina, então, se desloca até a parte central do cérebro e, ao ser liberada ali, causa imediatamente sensações como prazer e satisfação na pessoa.

Mas ela também vai até a parte da frente do cérebro. Liberada, inibe as funções dessa região, chamada de córtex pré-frontal e responsável pelo controle dos impulsos, moderação do comportamento e tomada de decisões.

Com isso, pode causar impulsividade e afetar o controle do uso – nesse caso, uso do celular.

O processo é o mesmo em outros tipos de vícios, como em jogos ou drogas.

“O vício em smartphones é causado por causa desse tipo de recompensa rápida”, afirma a psiquiatra. “Como temos estímulos rápidos no celular, o cérebro não treina mais para se concentrar por um tempo maior. E isso diminui a capacidade de concentração”, diz Julia.


(Disponível em: https://g1.globo.com/saude/noticia/. Acesso em: 08/12/2023.)

A função sintática da palavra “que” em “As pessoas vão em busca desses estímulos rápidos que geram prazer para se livrar de sentimentos ruins ou para ter pequenos prazeres ao longo do dia [...]” (4º§) é:

Alternativas
Q2629568 Português

Luta


Eram duas mulheres brigando – e depois não houve nada. Embolaram-se por qualquer motivo e não queriam desprender-se uma da outra. Não havendo superioridade física acentuada de uma das partes, as duas se fundiram num corpo confuso e sacudido de vibrações, que ia e vinha pela calçada, lento e brusco, nervoso e rítmico. O instinto de dança subsistia no íntimo das contendoras, prevalecendo sobre as tentativas dos corpos para se abaterem mutuamente. E tudo se fazia em silêncio, como se baila, mesmo porque nenhuma palavra adiantaria à cólera das mulheres, que só o jogo de músculos e nervos saberia exprimir numa linguagem dinâmica e cheia de consequências.

Brigaram bem cinco minutos, é uma eternidade para entreveros. Não tinham pressa de acabar. Brigavam com fúria e ao mesmo tempo com método. O fato de uma não ser bastante vigorosa para decidir imediatamente a peleja não impediu que ela dominasse a outra. Dominava, mas a outra não se rendia. Tão rentes as duas, tão grudadas, que o mesmo gesto agressor era gesto de apoio. A mais fraca empenhava-se em salvar o rosto do agravo de unhas e dentes e, de cabeça baixa, olhos cerrados, fazia pressão sobre o pescoço da competidora, enquanto lhe apertava a cintura com a mão esquerda e com a direita atacava na medida do possível. Mas a segunda lhe ministrava pequenos tapas enérgicos nas faces sempre que podia reeguer-lhe a cabeça; e quando deixava de fazê-lo, era para ir dilacerando a blusa, que não resistiu ao assalto e logo se esfarinhou em trapos. Sem descuidar-se da defesa, atacou em seguida o soutien, e um seio negro saltou, assustado. A mais fraca estava demasiado absorvida em equilibrar-se e fisgar uma orelha da mais forte e não se afligiu com esse pormenor. Percebia-se que, se a luta durasse, a mais forte poria nua a mais fraca, mas botar nu o adversário não é vencê-lo, e estava longe o momento da exaustão absoluta de uma, ou de ambas.

Continuaram rodando e oscilando numa área limitada, até que a de maior poder ofensivo entreviu o partido a tirar da rampa da garagem subterrânea, e foi conduzindo o balé nessa direção. No empenho de não cair, a outra se deixava empurrar e ia recuando de costas, sem esperança, mas sem pânico. Ambas tinham posto demasiada alma naquela briga para dar-lhe final prematuro, e a obstinação de uma em bater não era menor que a da outra em apanhar, evidenciando igual têmpera nas duas, sem embargo da vitória física já pendida para um lado. Sumiram lá dentro, lentamente.

O escuro da garagem reteve-as por alguns momentos, até que a vencedora emergiu, vagarosa, arquejante. Os lábios tremiam, o rosto expunha sinais de combate, os olhos esgazeados não se voltavam para nenhum ponto. Inclinou-se para apanhar na calçada da rua elegante a marmita que ali deixara. Depois, andou um pouco, às tontas, até firmar rumo, e seguiu para o trabalho.

O grupo que se formara ao iniciar-se a peleja foi se dispersando, alegremente. Eram pessoas de vários tipos e condições, e nenhuma pensara em intervir, como se faz em briga de homem. Ou se alguém pensou, foi travado pela perspectiva do ridículo. Costumes. Briga de mulher é motivo de curiosidade divertida, apenas. No máximo, as pessoas distintas olham com reprovação desdenhosa. Ônibus, lotações e automóveis, parados para apreciar o espetáculo, puseram-se em movimento. A outra mulher, a derrotada, subiu afinal a rampa, também digna, com o busto envolto num jornal.


(ANDRADE, Carlos Drummond de. Luta. In: – Fala, amendoeira. Rio de Janeiro, José Olympio, 1973. p. 141-3. Adaptado.)

As classes de palavras ou classes gramaticais são categorias nas quais as palavras são distribuídas de acordo com a sua natureza e função gramatical no enunciado. As expressões destacadas pertencem à mesma classe gramatical, EXCETO em:

Alternativas
Q2629465 Português

Leia a letra da música a seguir e responda as questões de 01 a 07.


Mais uma vez


Renato Russo


Mas é claro que o sol

Vai voltar amanhã

Mais uma vez, eu sei

Escuridão já vi pior

De endoidecer gente sã

Espera que o sol já vem


Tem gente que está do mesmo lado que você

Mas deveria estar do lado de lá

Tem gente que machuca os outros

Tem gente que não sabe amar


Tem gente enganando a gente

Veja a nossa vida como está

Mas eu sei que um dia a gente aprende

Se você quiser alguém em quem confiar

Confie em si mesmo

Quem acredita sempre alcança


[...]


Nunca deixe que lhe digam que não vale a pena

Acreditar no sonho que se tem

Ou que seus planos nunca vão dar certo

Ou que você nunca vai ser alguém


Tem gente que machuca os outros

Tem gente que não sabe amar

Mas eu sei que um dia a gente aprende

Se você quiser alguém em quem confiar

Confie em si mesmo

Quem acredita sempre alcança

Na expressão “gente sã”, o termo “” está exercendo função de:

Alternativas
Q2629423 Português

Analise a frase abaixo:


Vossas Senhorias ........................ ter a certeza de que ........................ avisos serão transmitidos a todos os que .................... devem obediência.


Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas da frase.

Alternativas
Q2629378 Português

Assinale a frase que está de acordo com a norma padrão.

Alternativas
Q2629181 Português

No fragmento “E que somos capazes de abreviar a brutalidade cotidiana, sendo mais gentis e razoáveis uns com os outros”, o termo sublinhado é classificado como:

Alternativas
Ano: 2024 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2024 - UEPB - Nutricionista |
Q2629162 Português

Após a leitura do texto abaixo, excerto do depoimento do cantor Djavan à Veja, de 23/08/2023, responda às questões 4, 5 e 6.


“Ainda não é hora de parar”

Aos 74 anos, Djavan luta para manter sob controle um distúrbio que afeta os movimentos


Costumo dizer que já nasci músico. Amúsica era o meu destino e sempre foi a minha vida. Imagine então, de repente, receber o diagnóstico de um distúrbio neurológico que afeta os movimentos. Aconteceu no fim do ano passado, quando soube sofrer de tremor essencial, um mal que, embora comum, eu não conhecia. Alguns sentem o efeito nas mãos, outros, nas pernas. O meu foi na cabeça, uma agonia. No início, a tremedeira era bastante aparente. Me preocupei com que isso comprometesse minha performance nos estúdios, nos palcos. Aos 74 anos, continuo ativo. Acabo de voltar de uma turnê na Europa e nos Estados Unidos, onde divulguei meu novo álbum, D, e passei por dezessete cidades. Com uma vida assim, preciso estar bem e sigo lutando, de forma disciplinada. Houve muita especulação sobre a doença e surgiram até boatos infundados de que seria Parkinson. Não é. Desde o momento em que ouvi aquelas palavras do médico — tremor essencial —, fiquei confiante em que poderia lidar com a situação. E iniciei imediatamente o tratamento para frear os sintomas.

O médico recomendou um medicamento diário e mudança de hábitos, já que a condição, no meu caso, não é genética. Ela está associada a falta de sono e estresse. Passei a cultivar uma rotina mais regrada, à base de alimentação saudável, muita água e, no mínimo, oito horas de sono à noite. Foi uma transformação radical. Sempre dormi de madrugada. [...] Hoje, brinco que a madrugada não é mais a senhora do meu destino. Não cometo mais loucuras que tragam prejuízo à saúde. [...] Nunca me deixei paralisar — muito menos agora, com o tremor essencial. Me empenho como posso para mantê-lo sob controle. Hoje, reconheço que estou bem graças à minha obstinação em ficar saudável. Agradeço todos os dias por poder seguir trabalhando com o que me faz feliz.


Fonte: https://veja.abril.com.br/cultura/djavan-ainda-nao-e-hora-de-parar. Acessado em 25 Ago 2023 (Adaptado).

Assinale a alternativa que contém uma frase, na qual ocorre o uso do pronome relativo:

Alternativas
Q2628955 Português

Texto para responder às questões de 1 a 9.


Contato de povos da Amazônia com idioma espanhol mudou concepção de cores


Muitos membros da sociedade indígena Tsimane, moradora da Amazônia boliviana, aprenderam o espanhol como segunda língua. Com isso, eles começaram a classificar as cores usando mais palavras, segundo revela uma pesquisa publicada em 31 de outubro na revista Psychological Science.

O estudo conduzido por pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, sugere que aprender uma segunda língua pode influenciar nosso idioma materno, aprimorando as descrições que damos às cores que enxergamos na natureza. A população Tsimane que aprendeu espanhol, por exemplo, começou a distinguir cores que não são usadas nos diálogos dos membros monolíngues de sua comunidade.

Gibson destaca que os indígenas bilíngues começaram a usar seus próprios termos da língua Tsimane para começar a dividir o espaço de cores de maneira mais semelhante ao espanhol. Eles adotaram, por exemplo, palavras de seu idioma nativo para descrever azul e verde, em vez de usarem palavras hispânicas para essas duas cores. Além disso, os Tsimanes bilíngues se tornaram mais precisos na descrição do amarelo e vermelho. Os falantes monolíngues tendem a descrever essas cores englobando-as em muitos tons além do que um falante de espanhol ou inglês incluiria.


O “surgimento” do verde e azul


Há alguns anos, em um estudo com mais de 100 línguas, incluindo a língua Tsimane, Gibson e colegas perceberam que os falantes tendem a dividir a parte “quente” do espectro de cores em mais palavras do que as regiões “frias”, que incluem azul e verde. Na língua Tsimane, isso é um pouco diferente. São usadas apenas três palavras de cores, que correspondem a preto, branco e vermelho. Enquanto isso, somente dois termos (“shandyes” e “yushñus”) são aplicados de forma intercambiável para qualquer matiz que se enquadre em azul ou verde.

Como parte do novo estudo, os pesquisadores pediram que indígenas Tsimane realizassem duas tarefas: na primeira, eles mostraram aos participantes 84 fichas de diferentes cores, uma a uma, e perguntaram qual palavra eles usariam para descrever a cor; na segunda, os voluntários viram o conjunto completo de fichas e foram convidados a agrupá-las por palavras de cores. Os indivíduos bilíngues tiveram que fazer as tarefas duas vezes, sendo uma vez em Tsimane e outra em espanhol. Com isso, os pesquisadores descobriram que, ao realizarem a tarefa nesse outro idioma, os indígenas classificavam as fichas coloridas nas palavras de cores tradicionais da língua espanhola.

Já ao fazerem isso em sua língua nativa, os indígenas bilíngues foram muito mais precisos do que os monolíngues: de forma surpreendente, eles começaram a usar palavras separadas para azul e verde, mesmo que sua língua não faça essa distinção. O grupo começou a aplicar exclusivamente “yushñus” para descrever azul e “shandyes” para a cor verde. Embora os pesquisadores tenham observado que as distinções entre azul e verde apareceram apenas nos Tsimane que aprenderam espanhol, eles dizem que é possível que esse uso se espalhe na população monolíngue.

Outra possibilidade, essa mais provável, é que mais pessoas se tornem bilíngues à medida que têm mais contato com as aldeias de fala espanhola próximas.

Os pesquisadores agora esperam estudar se outros conceitos, como referências temporais, podem se espalhar do espanhol para os falantes de Tsimane que se tornam bilíngues. MalikMoraleda espera ver se os resultados poderão ser replicados em outras populações remotas, especificamente no caso dos Gujjar, uma comunidade nômade que vive nas montanhas do Himalaia.


Revista Galileu. (Adaptado).

(https://revistagalileu.globo.com/sociedade/noticia/2023/11/contato-de-povos-da-amazoniacom-idioma-espanhol-mudou-concepcao-de-cores.ghtml)

Considere o excerto: “Como parte do novo estudo, os pesquisadores pediram que indígenas Tsimane realizassem duas tarefas: na primeira, eles mostraram aos participantes 84 fichas de diferentes cores, uma a uma, e perguntaram qual palavra eles usariam para descrever a cor; na segunda, os voluntários viram o conjunto completo de fichas e foram convidados a agrupá-las por palavras de cores.” Nesse contexto, o pronome em posição enclítica se justifica pois:

Alternativas
Q2628951 Português

Texto para responder às questões de 1 a 9.


Contato de povos da Amazônia com idioma espanhol mudou concepção de cores


Muitos membros da sociedade indígena Tsimane, moradora da Amazônia boliviana, aprenderam o espanhol como segunda língua. Com isso, eles começaram a classificar as cores usando mais palavras, segundo revela uma pesquisa publicada em 31 de outubro na revista Psychological Science.

O estudo conduzido por pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, sugere que aprender uma segunda língua pode influenciar nosso idioma materno, aprimorando as descrições que damos às cores que enxergamos na natureza. A população Tsimane que aprendeu espanhol, por exemplo, começou a distinguir cores que não são usadas nos diálogos dos membros monolíngues de sua comunidade.

Gibson destaca que os indígenas bilíngues começaram a usar seus próprios termos da língua Tsimane para começar a dividir o espaço de cores de maneira mais semelhante ao espanhol. Eles adotaram, por exemplo, palavras de seu idioma nativo para descrever azul e verde, em vez de usarem palavras hispânicas para essas duas cores. Além disso, os Tsimanes bilíngues se tornaram mais precisos na descrição do amarelo e vermelho. Os falantes monolíngues tendem a descrever essas cores englobando-as em muitos tons além do que um falante de espanhol ou inglês incluiria.


O “surgimento” do verde e azul


Há alguns anos, em um estudo com mais de 100 línguas, incluindo a língua Tsimane, Gibson e colegas perceberam que os falantes tendem a dividir a parte “quente” do espectro de cores em mais palavras do que as regiões “frias”, que incluem azul e verde. Na língua Tsimane, isso é um pouco diferente. São usadas apenas três palavras de cores, que correspondem a preto, branco e vermelho. Enquanto isso, somente dois termos (“shandyes” e “yushñus”) são aplicados de forma intercambiável para qualquer matiz que se enquadre em azul ou verde.

Como parte do novo estudo, os pesquisadores pediram que indígenas Tsimane realizassem duas tarefas: na primeira, eles mostraram aos participantes 84 fichas de diferentes cores, uma a uma, e perguntaram qual palavra eles usariam para descrever a cor; na segunda, os voluntários viram o conjunto completo de fichas e foram convidados a agrupá-las por palavras de cores. Os indivíduos bilíngues tiveram que fazer as tarefas duas vezes, sendo uma vez em Tsimane e outra em espanhol. Com isso, os pesquisadores descobriram que, ao realizarem a tarefa nesse outro idioma, os indígenas classificavam as fichas coloridas nas palavras de cores tradicionais da língua espanhola.

Já ao fazerem isso em sua língua nativa, os indígenas bilíngues foram muito mais precisos do que os monolíngues: de forma surpreendente, eles começaram a usar palavras separadas para azul e verde, mesmo que sua língua não faça essa distinção. O grupo começou a aplicar exclusivamente “yushñus” para descrever azul e “shandyes” para a cor verde. Embora os pesquisadores tenham observado que as distinções entre azul e verde apareceram apenas nos Tsimane que aprenderam espanhol, eles dizem que é possível que esse uso se espalhe na população monolíngue.

Outra possibilidade, essa mais provável, é que mais pessoas se tornem bilíngues à medida que têm mais contato com as aldeias de fala espanhola próximas.

Os pesquisadores agora esperam estudar se outros conceitos, como referências temporais, podem se espalhar do espanhol para os falantes de Tsimane que se tornam bilíngues. MalikMoraleda espera ver se os resultados poderão ser replicados em outras populações remotas, especificamente no caso dos Gujjar, uma comunidade nômade que vive nas montanhas do Himalaia.


Revista Galileu. (Adaptado).

(https://revistagalileu.globo.com/sociedade/noticia/2023/11/contato-de-povos-da-amazoniacom-idioma-espanhol-mudou-concepcao-de-cores.ghtml)

Considere o excerto: “Eles adotaram, por exemplo, palavras de seu idioma nativo para descrever azul e verde, em vez de usarem palavras hispânicas para essas duas cores.” No contexto apresentado, os pronomes “eles”, “seu” e “essas” são, respectivamente, dos tipos:

Alternativas
Q2628747 Português

Texto para responder às questões de 1 a 10.


Fones a todo volume prejudicam para sempre sua audição


Uma jovem vai de metrô para o trabalho. Em suas mãos, um celular reproduz sua playlist favorita pelos fones de ouvido. O vagão se enche de gente e ela aumenta o volume para abafar o barulho. Então a música se espalha pelo vagão e retumba em seu ouvido interno, produzindo um dano irreversível que ela não percebe. Essa jovem representa o “ouvinte médio” dos dispositivos de reprodução de música, segundo a análise mais recente da Organização Mundial da Saúde (OMS): uma pessoa acostumada a ouvir música pelos fones de ouvido com um volume entre 75 e 100 decibéis. Esta prática se tornou um problema global de saúde pública, alertam os especialistas, porque um volume a partir dos 80 decibéis é perigoso.

Segundo a OMS, aproximadamente 50% dos jovens (entre 12 e 35 anos) corre o risco de perder audição por seus hábitos de escuta com fones de ouvido: pouco mais de um bilhão de pessoas, principalmente de países desenvolvidos. Além disso, aproximadamente 40% se expõem a ruídos muito altos em locais de entretenimento, como bares e discotecas. A menos que sejam implementadas políticas eficazes de saúde pública, a organização estima que uma de cada dez pessoas sofrerá de perda auditiva incapacitante até o ano 2050, o dobro de agora.

Os sons fortes podem causar surdez ou perda de audição porque danificam células especializadas da cóclea, uma parte muito sensível do ouvido interno. “Cada um de nós nasce com um total de 20.000 a 30.000 células receptoras do som, e com essas temos de viver a vida inteira”, explica Isabel Varela-Nieto, especialista em neurobiologia da audição do Instituto Alberto Sols (CSIC-UAM) e líder de grupo do centro de pesquisa Ciberer, dedicado a doenças raras.

Quanto mais alto estiver o volume e maior for a duração do som, pior será a deterioração. Por isso, os especialistas recomendam limitar tanto a intensidade como o tempo de escuta. “Quem ouve 15 minutos de música a 100 decibéis por um reprodutor pessoal sofre uma exposição semelhante à de um trabalhador industrial que escuta 85 decibéis durante uma jornada de oito horas”, explica o documento da OMS. Em fevereiro, a mesma organização emitiu, juntamente com a União Internacional de Telecomunicações, novas diretrizes para os fabricantes de reprodutores de música, destinadas a proteger os usuários.

“Recomendamos que sejam incorporadas a celulares e dispositivos funções que informem ao usuário sobre os decibéis que ele está escutando e quanto som consumiu no dia e na semana”, explica Shelly Chadha, otorrinolaringologista e responsável pelo programa da OMS para a prevenção de surdez e perda auditiva. (...)

Existe, no entanto, um problema de percepção de risco: os ouvintes de música geralmente não têm noção do perigo. (...) O doutor Luís Lassaletta, chefe do serviço de otorrinolaringologia do Hospital Universitário La Paz, vive essa realidade: “Quando jovens vêm se consultar, é porque foram a uma discoteca ou a um show e ouvem um apito que vai e vem, não repercute no teste de audiometria”. Esses incidentes isolados e reversíveis dão uma falsa sensação de segurança, mas deveriam ser “um sinal de alarme”, diz Lassaletta. Se essa exposição se repete, costuma ter consequências a longo prazo.

Proteção e prevenção

As análises epidemiológicas são escassas e não encontram fortes correlações entre a perda auditiva em jovens e sua exposição à música alta. Isso porque os sintomas podem demorar para aparecer e porque a perda de audição depende de outros fatores, como a genética. Os especialistas concordam que o risco é real e está aumentando. (...) Há opções para se proteger. Vários especialistas citam a regra 60-60: não ouvir música com fones de ouvido por mais de uma hora em volumes acima de 60% — os reprodutores costumam chegar a 105 decibéis. É fácil seguir essa regra em casa e em lugares tranquilos, mas não em ambientes barulhentos. Nestas situações, Chadha recomenda headphones com cancelamento de ruído. Embora os fones intra-auriculares não sejam intrinsecamente piores para a saúde auditiva do que os que cobrem toda a orelha, eles proporcionam um isolamento acústico menor, e por isso o especialista desaconselha seu uso.


El País. (Adaptado).

https://brasil.elpais.com/brasil/2019/09/07/actualida d/1567883413_452359.html

No excerto “Esta prática se tornou um problema global de saúde pública, alertam os especialistas, porque um volume a partir dos 80 decibéis é perigoso.”, verificam-se as seguintes palavras atuando como pronomes:

Alternativas
Q2628724 Português

Em se tratando de número do adjetivo, coloque (V) verdadeiro ou (F) falso e marque a alternativa devida.


( ) De modo geral, o plural dos adjetivos simples se faz com o acréscimo de “s” ao singular. Exemplos: pobre/pobres; rico/ricos.

( ) Se o adjetivo no singular termina em “r”, “s”, ou “z”, acrescenta-se “es” no plural. Exemplos: anterior/anteriores, cortês/corteses, feroz/ferozes.

( ) Os adjetivos que terminam em “il” tônico no singular, fazem o plural com a troca dessa terminação por “is”, enquanto os que terminam por “il” átono, trocam o “il” por “eis”. Exemplos: gentil/gentis, fácil/fáceis.

( ) Se o adjetivo no singular termina em “al”, “el”,”ol”,”ul”, troca-se o “l” por “is”, no plural. Exemplos: geral/gerais, cruel/cruéis, espanho/espanhóis, azul/azuis.

Alternativas
Q2628723 Português

Numeral é a palavra que, essencialmente, dá ideia de número (um, dois, três, mil, etc), ou de ordem numérica (primeiro, segundo, terceiro, milésimo, etc).


Então, o numeral arábico 700, tem como cardinal e ordinal, respectivamente:

Alternativas
Q2628721 Português

Interjeição é toda palavra invariável que indica emoção, ou sentimento repentino. Assinale a alternativa, onde não temos uma interjeição.

Alternativas
Q2628572 Português

Assinale a alternativa cujos termos em destaque são pronomes:

Alternativas
Q2628488 Português

Por que o olho treme de maneira involuntária?


1_____Sabe aquela sensação incômoda de que o olho está tremendo involuntariamente? Essa

2_contração ocular, em termos médicos, é conhecida como blefaroespasmo essencial ou

3_mioquimia.

4_____Embora o tremor cause preocupação, a psiquiatra dra. Maria Fernanda Caliani, especialista

5_em terapia cognitivo-comportamental, explica que, na maioria dos casos, não é nada grave.

6_Chamado de “mioquimia facial”, o tremor acontece quando a musculatura da pálpebra é

7_altamente exi...ida ao longo do dia, quando passamos muito tempo de olhos abertos. Por conta

8_desse esforço, ela se torna muito sen...ível à fadiga, o que faz com que “trema”.

9_____De acordo com especialistas, o uso excessivo de dispositivos eletrônicos pode deixar essa

10_área mais cansada e piorar o tremor. Além disso, o estresse e a ansiedade também podem

11_contribuir para isso, porque o sistema nervoso reage a essas emoções, causando espasmos

12_musculares, incluindo o tremor no olho.

13_____Outro fator associado ao tremor é o consumo excessivo de cafeína e outros estimulantes,

14_que podem levar à irritação dos músculos oculares, causando blefaroespasmo temporário. Mais

15_um fator é a privação de sono, que interfere no funcionamento adequado dos músculos, incluindo

16_os responsáveis pelos movimentos oculares.

17_____Outra causa possível é a deficiência nutricional. Certas deficiências de nutrientes, como

18_magnésio e vitamina B12, podem contribuir para o aparecimento de espasmos oculares.

19_____As medidas para minimizar o problema são: dormir o sufi__iente para permitir que os

20_músculos e o sistema nervoso se recuperem; procurar reduzir o estresse; adotar práticas como

21_meditação, ioga e exercícios de respiração; limitar a ingestão de cafeína e outros estimulantes;

22_manter-se bem hidratado e seguir uma dieta equilibrada para suprir o corpo com os nutrientes

23_nece__ários; fazer pausas frequentes para descansar os olhos, especialmente após muito tempo

24_em frente a telas de computador ou dispositivos móveis.

25_____Contudo, embora o tremor no olho seja geralmente temporário e benigno, é importante

26_procurar um médico se os sintomas persistirem, para descartar quaisquer preocupações.


(Disponível em: https://catracalivre.com.br/saude-bem-estar/ – texto adaptado especialmente para esta prova).


Considerando o fragmento “Outro fator associado ao tremor é o consumo excessivo de cafeína e outros estimulantes”, assinale a alternativa que apresenta respectivamente um pronome e um adjetivo.

Alternativas
Q2628487 Português

Por que o olho treme de maneira involuntária?


1_____Sabe aquela sensação incômoda de que o olho está tremendo involuntariamente? Essa

2_contração ocular, em termos médicos, é conhecida como blefaroespasmo essencial ou

3_mioquimia.

4_____Embora o tremor cause preocupação, a psiquiatra dra. Maria Fernanda Caliani, especialista

5_em terapia cognitivo-comportamental, explica que, na maioria dos casos, não é nada grave.

6_Chamado de “mioquimia facial”, o tremor acontece quando a musculatura da pálpebra é

7_altamente exi...ida ao longo do dia, quando passamos muito tempo de olhos abertos. Por conta

8_desse esforço, ela se torna muito sen...ível à fadiga, o que faz com que “trema”.

9_____De acordo com especialistas, o uso excessivo de dispositivos eletrônicos pode deixar essa

10_área mais cansada e piorar o tremor. Além disso, o estresse e a ansiedade também podem

11_contribuir para isso, porque o sistema nervoso reage a essas emoções, causando espasmos

12_musculares, incluindo o tremor no olho.

13_____Outro fator associado ao tremor é o consumo excessivo de cafeína e outros estimulantes,

14_que podem levar à irritação dos músculos oculares, causando blefaroespasmo temporário. Mais

15_um fator é a privação de sono, que interfere no funcionamento adequado dos músculos, incluindo

16_os responsáveis pelos movimentos oculares.

17_____Outra causa possível é a deficiência nutricional. Certas deficiências de nutrientes, como

18_magnésio e vitamina B12, podem contribuir para o aparecimento de espasmos oculares.

19_____As medidas para minimizar o problema são: dormir o sufi__iente para permitir que os

20_músculos e o sistema nervoso se recuperem; procurar reduzir o estresse; adotar práticas como

21_meditação, ioga e exercícios de respiração; limitar a ingestão de cafeína e outros estimulantes;

22_manter-se bem hidratado e seguir uma dieta equilibrada para suprir o corpo com os nutrientes

23_nece__ários; fazer pausas frequentes para descansar os olhos, especialmente após muito tempo

24_em frente a telas de computador ou dispositivos móveis.

25_____Contudo, embora o tremor no olho seja geralmente temporário e benigno, é importante

26_procurar um médico se os sintomas persistirem, para descartar quaisquer preocupações.


(Disponível em: https://catracalivre.com.br/saude-bem-estar/ – texto adaptado especialmente para esta prova).


Considerando o fragmento adaptado “O tremor acontece quando a musculatura da pálpebra é altamente utilizada”, assinale a alternativa que apresenta um advérbio.

Alternativas
Q2628486 Português

Por que o olho treme de maneira involuntária?


1_____Sabe aquela sensação incômoda de que o olho está tremendo involuntariamente? Essa

2_contração ocular, em termos médicos, é conhecida como blefaroespasmo essencial ou

3_mioquimia.

4_____Embora o tremor cause preocupação, a psiquiatra dra. Maria Fernanda Caliani, especialista

5_em terapia cognitivo-comportamental, explica que, na maioria dos casos, não é nada grave.

6_Chamado de “mioquimia facial”, o tremor acontece quando a musculatura da pálpebra é

7_altamente exi...ida ao longo do dia, quando passamos muito tempo de olhos abertos. Por conta

8_desse esforço, ela se torna muito sen...ível à fadiga, o que faz com que “trema”.

9_____De acordo com especialistas, o uso excessivo de dispositivos eletrônicos pode deixar essa

10_área mais cansada e piorar o tremor. Além disso, o estresse e a ansiedade também podem

11_contribuir para isso, porque o sistema nervoso reage a essas emoções, causando espasmos

12_musculares, incluindo o tremor no olho.

13_____Outro fator associado ao tremor é o consumo excessivo de cafeína e outros estimulantes,

14_que podem levar à irritação dos músculos oculares, causando blefaroespasmo temporário. Mais

15_um fator é a privação de sono, que interfere no funcionamento adequado dos músculos, incluindo

16_os responsáveis pelos movimentos oculares.

17_____Outra causa possível é a deficiência nutricional. Certas deficiências de nutrientes, como

18_magnésio e vitamina B12, podem contribuir para o aparecimento de espasmos oculares.

19_____As medidas para minimizar o problema são: dormir o sufi__iente para permitir que os

20_músculos e o sistema nervoso se recuperem; procurar reduzir o estresse; adotar práticas como

21_meditação, ioga e exercícios de respiração; limitar a ingestão de cafeína e outros estimulantes;

22_manter-se bem hidratado e seguir uma dieta equilibrada para suprir o corpo com os nutrientes

23_nece__ários; fazer pausas frequentes para descansar os olhos, especialmente após muito tempo

24_em frente a telas de computador ou dispositivos móveis.

25_____Contudo, embora o tremor no olho seja geralmente temporário e benigno, é importante

26_procurar um médico se os sintomas persistirem, para descartar quaisquer preocupações.


(Disponível em: https://catracalivre.com.br/saude-bem-estar/ – texto adaptado especialmente para esta prova).


Assinale a alternativa que indica respectivamente a correta classe gramatical das palavras sublinhadas no trecho a seguir: “Sabe aquela sensação incômoda de que o olho está tremendo involuntariamente?”.

Alternativas
Q2628362 Português

Expectativa de vida do brasileiro sobe para 75,5 anos, mostra Censo


  1. A expectativa de vida do brasileiro ao nascer subiu para 75,5 anos, segundo dados do
  2. Censo 2022, divulgados nesta quarta-feira (29/12/2023) pelo IBGE. Na comparação com o
  3. último _________, realizado em 2010, os brasileiros ganharam pouco mais de 2 anos de
  4. expectativa de vida.
  5. Na comparação com 2021, ano anterior ao da pesquisa atual, o ganho foi ainda maior,
  6. efeito da pandemia, que levou .... morte de muitos brasileiros. Em 2021, a expectativa de vida
  7. ao nascer era de 72,8 anos.
  8. A esperança de vida ao nascer é determinada com base na taxa de mortalidade em todas
  9. as idades. Ao nascer, a estimativa é que um brasileiro viva, em média, até os 75 anos. No
  10. entanto, isso não quer dizer que, para quem chegou até os 70 anos, restam apenas cinco anos
  11. de vida.
  12. De acordo com o IBGE, aqueles que alcançaram essa idade têm uma expectativa de vida
  13. adicional de 14,7 anos. Colocando de outro modo, se um adulto conseguiu chegar aos 70 anos,
  14. suas chances de ultrapassar o patamar esperado ao nascer são maiores.
  15. Outro destaque é que as mulheres viveram sete anos a mais do que os homens em 2022.
  16. Entre elas, a esperança de vida ao nascer é de 79 anos. Para eles, é de apenas 72 anos.
  17. De acordo com especialistas em demografia, isso acontece porque, durante a adolescência
  18. e a idade jovem adulta, a mortalidade dos homens se acentua, por estarem mais expostos ....
  19. violência, principalmente homicídios, e .... acidentes de trânsito ou no trabalho.
  20. Além disso, a mortalidade da pandemia entre idosos pode ter contribuído para uma base
  21. fraca de comparação nos anos de 2020 e 2021, quando a esperança de vida ao nascer caiu
  22. depois de décadas avançando.
  23. Em 2020, primeiro ano da pandemia, foram computados 1,556 milhão de mortes no Brasil,
  24. chegando a 1,832 milhão de mortes em 2021. Ano passado, esse patamar caiu para 1,542
  25. milhão, mas ainda se encontra elevado, considerando a tendência de queda observada antes da
  26. pandemia.
  27. Os próximos anos devem ser marcados pela diminuição do _________ de mortes entre os
  28. idosos, à medida que a pandemia é superada. Ao mesmo tempo, na comparação com os anos
  29. precedentes ao de 2019, deve haver aumento da mortalidade devido ao envelhecimento
  30. populacional.


(Disponível em: https://exame.com/brasil/expectativa-de-vida-do-brasileiro-sobe-para-755-anos-mostra-censo/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

A palavra “próximos” (l. 27) é classificada como:

Alternativas
Q2628361 Português

Expectativa de vida do brasileiro sobe para 75,5 anos, mostra Censo


  1. A expectativa de vida do brasileiro ao nascer subiu para 75,5 anos, segundo dados do
  2. Censo 2022, divulgados nesta quarta-feira (29/12/2023) pelo IBGE. Na comparação com o
  3. último _________, realizado em 2010, os brasileiros ganharam pouco mais de 2 anos de
  4. expectativa de vida.
  5. Na comparação com 2021, ano anterior ao da pesquisa atual, o ganho foi ainda maior,
  6. efeito da pandemia, que levou .... morte de muitos brasileiros. Em 2021, a expectativa de vida
  7. ao nascer era de 72,8 anos.
  8. A esperança de vida ao nascer é determinada com base na taxa de mortalidade em todas
  9. as idades. Ao nascer, a estimativa é que um brasileiro viva, em média, até os 75 anos. No
  10. entanto, isso não quer dizer que, para quem chegou até os 70 anos, restam apenas cinco anos
  11. de vida.
  12. De acordo com o IBGE, aqueles que alcançaram essa idade têm uma expectativa de vida
  13. adicional de 14,7 anos. Colocando de outro modo, se um adulto conseguiu chegar aos 70 anos,
  14. suas chances de ultrapassar o patamar esperado ao nascer são maiores.
  15. Outro destaque é que as mulheres viveram sete anos a mais do que os homens em 2022.
  16. Entre elas, a esperança de vida ao nascer é de 79 anos. Para eles, é de apenas 72 anos.
  17. De acordo com especialistas em demografia, isso acontece porque, durante a adolescência
  18. e a idade jovem adulta, a mortalidade dos homens se acentua, por estarem mais expostos ....
  19. violência, principalmente homicídios, e .... acidentes de trânsito ou no trabalho.
  20. Além disso, a mortalidade da pandemia entre idosos pode ter contribuído para uma base
  21. fraca de comparação nos anos de 2020 e 2021, quando a esperança de vida ao nascer caiu
  22. depois de décadas avançando.
  23. Em 2020, primeiro ano da pandemia, foram computados 1,556 milhão de mortes no Brasil,
  24. chegando a 1,832 milhão de mortes em 2021. Ano passado, esse patamar caiu para 1,542
  25. milhão, mas ainda se encontra elevado, considerando a tendência de queda observada antes da
  26. pandemia.
  27. Os próximos anos devem ser marcados pela diminuição do _________ de mortes entre os
  28. idosos, à medida que a pandemia é superada. Ao mesmo tempo, na comparação com os anos
  29. precedentes ao de 2019, deve haver aumento da mortalidade devido ao envelhecimento
  30. populacional.


(Disponível em: https://exame.com/brasil/expectativa-de-vida-do-brasileiro-sobe-para-755-anos-mostra-censo/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

As palavras “não” (l. 10), “porque” (l. 17) e “esse” (l. 24) são classificadas, respectivamente, como:

Alternativas
Respostas
2501: A
2502: A
2503: B
2504: A
2505: A
2506: C
2507: E
2508: A
2509: C
2510: C
2511: B
2512: C
2513: D
2514: A
2515: A
2516: C
2517: E
2518: A
2519: B
2520: A