Questões de Concurso Comentadas sobre intertextualidade em português

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Q1705800 Português

Existem fatores de textualização que funcionam como contextualizadores do evento comunicativo. Eles agem juntos, a fim de manter o entendimento e situar o leitor no espaço em que se dá a comunicação. Diante disso, “os fatores de contextualização desempenham um papel muito importante no estabelecimento da coerência”. (KOCH e TRAVAGLIA, 2015, p.84).


Assinale o que for correto quanto ao que se afirma a respeito desses fatores.

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Q1682487 Português
O verão da inteligência artificial

     Panaceia ou armadilha diabólica são as posições extremas no espectro de quem discute Inteligência Artificial (IA) e as consequências de sua aplicação. Provavelmente a verdade (mas, o que é “verdade?”) deve localizar-se em algum ponto intermediário. E tanto os apologéticos como os apocalípticos obtém apoio de peso: o próprio Stephen Hawking teria declarado que “conseguir sucesso na criação real de IA poderá ser o maior evento da história da nossa civilização. Ou o pior. Não sabemos...”
      O que ajuda a carrear tanta atenção à IA é que, talvez levianamente, grudamos o rótulo de IA em muitas coisas que seriam, apenas, sofisticada tecnologia, tratamentos estatísticos e exame de correlação de dados.
       Reconhecimento facial, por exemplo, é um tema de pesquisa desde os anos 60, e até recentemente não relacionado a IA. O mesmo se pode dizer das eficientíssimas máquinas de busca de que dispomos da internet de hoje. Foi o rápido e contínuo desenvolvimento do poder computacional que, aplicado a algoritmos, permitiu que usássemos a impressão digital, ou imagem da íris, ou reconhecimento facial como identificadores pessoais de acesso. Processamento, associado a capacidade quase ilimitada de armazenamento e intercomunicação em rede, gerou ferramentas de busca e de localização.
       Parece vontade de “dourar a pílula” da IA – por si já muito poderosa – colocar tudo sob o mesmo guarda-chuva. Aliás, cunha-se a sigla IA (Inteligência Artificial) para designar essa simplificação matreira e oportunista.
     Os exemplos citados podem ser muito potencializados com a introdução da IA. Algoritmos fixos usados tornam-se dinâmicos: “aprendem” com seus próprios erros e resultados e buscam refinar sua ação. Não se trata mais, apenas, de identificar uma face, mas de detectar o estado de espírito do indivíduo e, se possível, inferir suas intenções. Não estamos simplesmente encontrando coisas na rede, mas recebendo resultados personalizados que, além de ter maior sintonia com o que procuramos, procuram causar mais impacto no que faremos depois. O céu (ou o inferno...) é o limite do que se pode conseguir quando sistemas evoluem a partir da sua própria experiência, afastam-se do seu funcionamento original e chegam a obter autonomia de difícil predição ou controle.
        Há, assim, um efeito “moda” sobreposto a um real e afetivo progresso rumo a uma IA exuberante. Se previsões alarmantes, como 1984, de George Orwell ou Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, parecem estar se concretizando rapidamente, outras mais otimistas e animadoras, como robôs domésticos, viagens interplanetárias e carros totalmente autônomos ainda situam-se no campo das possibilidades. A história da IA começa nos anos 60 e apresenta uma “ciclotimia”: passa-se de momentos de euforia para momentos de retração, que ficaram conhecidos como os “invernos da IA”.
      Estamos claramente num pleno verão, um pouco forçado, mas indiscutível. Há também alguns indícios de reconhecimento: levantam-se dúvidas sobre “carros automáticos”, se chegaremos mesmo à singularidade de Ray Kurzweil etc.. Há quem prenuncie um novo inverno pela frente. Se esse inverno vier, que seja na forma de oportunidades para avaliar riscos e benefícios, o uso ética e controle de tecnologias críticas que representam a ameaças à civilização.
        Ou seja, que esse inverno traga um renascimento auspicioso como Shakespeare coloca na boca de Ricardo III: “... o inverno do nosso descontentamento converte-se agora em glorioso verão... e todas as nuvens que ameaçavam nossa casa estão enterradas no mais profundo dos oceanos”.

(Disponível em: https://link.estadao.com.br/noticias/geral,o-verao-dainteligencia-artificial,70003166362. Demi Getschko.)
“Parece vontade de ‘dourar a pílula’ da IA – por si já muito poderosa – colocar tudo sob o mesmo guarda-chuva [...].” (4º§). Nesse trecho, como recurso expressivo foi utilizada a:
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Q1675348 Português
        Os produtos derivados de soja sempre foram conhecidos por duas características. A primeira é a fama de que fazem bem à saúde. Essa fama é justificada pelos nutricionistas. Eles dizem que bebidas ou alimentos feitos a partir da soja aumentam o colesterol bom no sangue e são indicados como fonte de cálcio, entre outros nutrientes. A segunda característica é bem menos lisonjeira para o grão, nativo da China. Pelo menos no Brasil, a soja sempre foi tida como um alimento de sabor desagradável. E é por isso que as bebidas derivadas de soja nunca fizeram muito sucesso por aqui.
        Então como se explica que as vendas de sucos de soja tenham crescido em torno de 25% ao ano desde 2002? É uma taxa oito vezes maior que a dos refrigerantes comuns, segundo o instituto A/C Nielsen, especializado em pesquisas de mercado. A explicação está nos pesados investimentos que a indústria de bebidas fez na soja, nos últimos cinco anos. O que moveu os grandes fabricantes foi o crescente mercado de produtos saudáveis no mundo inteiro. Além disso, as bebidas derivadas de soja são mais elaboradas e podem ser vendidas por um preço maior que os sucos comuns – e dar mais lucro.


(Disponível em:< http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDR80476- 8056,00.html>. Acesso em: 15 fev 2020.)
Os produtos derivados de soja sempre foram conhecidos por duas características.” Na reconstrução dessa ideia, tem-se:

“É de conhecimento de todos que, os produtos extraídos dos grãos de soja são possuidores de pelo menos duas características bastante pecuriares”.

Na retextualização foi utilizado um recurso intertextual conhecido como:
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Q1293676 Português
De acordo com Beaugrande e Dressler, a intertextualidade compreende diversas maneiras pelas quais a produção e recepção de dado texto depende
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Q3106616 Português

Sobre a Charge abaixo é incorreto afirmar:




Imagem associada para resolução da questão

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Q2702099 Português

Canto de regresso à pátria

Minha terra tem palmares

onde gorjeia o mar

os passarinhos daqui

não cantam como os de lá


(Disponível em: http://www.horizonte.unam.mx/brasil/oswald6a. html. Acesso em: 23/09/ 2019.)


Os versos da primeira estrofe do poema “Canto de regresso à pátria”, de Oswald de Andrade, promovem um jogo intertextual com o texto-fonte “A canção do exílio”, de Gonçalves Dias. A criação literária do escritor modernista constitui um exemplo de:

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Q1999774 Português

TEXTO 3


A leitura é um processo de interlocução entre leitor/autor, mediado pelo texto. Encontro com o autor, ausente, que se dá pela sua palavra escrita. Como o leitor, nesse processo, não é passivo, mas agente que busca significações, “o sentido de um texto não é jamais interrompido, já que ele se produz nas situações dialógicas ilimitadas que constituem suas leituras possíveis” (Authier-Revuz, 1982, p. 104).


GERALDI, J. W. (Org.). O texto na sala de aula. 3ª ed. São Paulo: Ática, 2002, p. 91


No Texto 3, identificamos um caso de intertextualidade explícita, que se revela por: 

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Q1999773 Português

TEXTO 3


A leitura é um processo de interlocução entre leitor/autor, mediado pelo texto. Encontro com o autor, ausente, que se dá pela sua palavra escrita. Como o leitor, nesse processo, não é passivo, mas agente que busca significações, “o sentido de um texto não é jamais interrompido, já que ele se produz nas situações dialógicas ilimitadas que constituem suas leituras possíveis” (Authier-Revuz, 1982, p. 104).


GERALDI, J. W. (Org.). O texto na sala de aula. 3ª ed. São Paulo: Ática, 2002, p. 91


Vários autores defendem que a intertextualidade é uma das mais relevantes propriedades textuais. No que se refere à atividade de leitura, o diálogo intertextual se efetiva quando:

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Q1834174 Português
Considere-se os enunciados da canção Bom conselho, de Chico Buarque: “Eu semeio o vento; Na minha cidade; Vou pra rua e bebo a tempestade”. Na canção, o compositor remete ao provérbio que diz: “quem semeia vento, colhe tempestade”. Sobre a intertextualidade que se estabelece entre os enunciados da canção e do provérbio, é correto afirmar que
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Q1758677 Português

Correlacionado o texto apresentado às conceituações propostas está correto o exposto em:


João joga um palitinho de sorvete na

rua de Teresa que joga uma latinha de

refrigerante na rua de Raimundo que

joga um saquinho plástico na rua de

Joaquim que joga uma garrafinha

velha na rua de Lili.

Lili joga um pedacinho de isopor

na rua de João que joga uma embalagenzinha

de não sei o que na rua de Teresa que

joga um lencinho de papel na rua de

Raimundo que joga uma tampinha de

refrigerante na rua de Joaquim que joga

um papelzinho de bala na rua de J. Pinto 

Fernandes que ainda nem

tinha entrado na história.


Poema de Ricardo Azevedo (extraído do livro Você Diz que Sabe Muito, Borboleta Sabe

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Q1755319 Português

Observe:

Texto 1:

Era a Chapeuzinho Amarelo. Amarelada de medo. Tinha medo de tudo, aquela Chapeuzinho.

Já não ria. Em festa, não aparecia. Não subia escada, nem descia. Não estava resfriada, mas tossia.(...)

(Holanda, Chico Buarque de. Chapeuzinho Amarelo. 36p. Ilustrações de Ziraldo. José Olympio Editora, RJ, 2004.)

Texto 2

Imagem associada para resolução da questão

I - Quanto aos textos apresentados pode-se concluir que ambos foram construídos utilizando-se do recurso da intertextualidade.

II - Quanto ao gênero o Texto I pode ser classificado como paródia, pois Chico Buarque trabalha com a desconstrução de imagens e o deslocamento dos sentidos e, justamente, pelo rompimento do anteriormente construído há uma clara alteração da abordagem original.

III- O gênero paródia (marca dos textos em análise) se caracteriza como uma forma de intertextualidade, implícita, ou seja, cabe ao interlocutor recuperar em sua memória social os elementos que darão sentido ao texto.

IV – Ambos os textos utilizam-se da intertextualidade para recuperar elementos primordiais para a construção de novos sentidos,

V- Pela utilização de ideias de textos já existentes e pelo diálogo que os textos em análise realizam com outros textos-fonte é possível concluir que há, em ambos, uma explícita forma de plágio.

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Q1748634 Português
Sobre a intertextualidade assinale a alternativa INCORRETA.
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Q1744674 Português

Leia o texto abaixo:


Luz no fim do túnel


Graças a Ricão, minhas dúvidas sobre ser "igual ou diferente", "original ou copiado" viraram secundárias. Num minuto súbito, deixei de me sentir perdido, foi incrível! Tinha agora um rumo na vida, enxergava luz no fim do túnel.

A meta era ser escritor de comediante, aprender a ser engraçado, bolar monte de frases espertas e situações hilárias para Rogério apresentar em espetáculos de ventríloquo pelo país, operando um boneco de mão.

Agente estrearia na tevê, num show de talento. Faria o maior sucesso. Seria convidado para outros programas.

Ganharia uma grana firme e alcançaria fama - talvez até mesmo antes dos 15 anos.

Com o primeiro dinheiro firme que entrasse, eu compraria um barraco para o Ricão. Ou melhor, barraco não, casinha decente. Depois mandaria pôr dessas mãos postiças supermaneiras no braço dele. Ricão trabalharia com a gente de secretário, colaborador, cobrador, sei lá, até ator, em certos números. Quem sabe se, um dia, além de Ricão, não seria ricaço também.

Planejar como gastar altas granas era mais gostoso do que decidir como usar os caraminguás do aumento da mamãe. E se alguém, naquele instante, me perguntasse na bucha: "Ser gêmeo idêntico é bom ou é ruim?", ouviria de resposta certa: "É ótimo! Ótimo para criar confusão no palco e botar o auditório rindo."

As ideias foram tantas, que mal guardei metade delas.

Uma das boas, que retive, era Rogério comandar, em vez de um boneco, um dinossauro chamado Grumbs. Imaginei o nome da dupla: Roger and Grumbs. Em inglês soava bem, o que era meio caminho andado. Aí, nosso programa de televisão se chamaria Planeta Grumbs e o título do primeiro filme nacional que a gente faria, poderia ser "Rogério e Grumbs na Bogúncia." Enfim, na possibilidade de ser em breve rico e famoso, todos os meus problemas pareceram resolvidos.


Na questão acima, o avaliador deseja averiguar se o aluno conhece o conceito de:

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Q1744660 Português
“A palavra é o produto da relação recíproca entre falante e ouvinte, emissor e receptor. Cada palavra expressa o ‘um’ em relação ao outro. Eu me dou forma verbal a partir do ponto de vista da comunidade a que pertenço. O ‘eu’ se constrói construindo o ‘eu’ do outro e por ele é constituído.” O trecho de Bahktin conceitua:
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Q1740027 Português
“Não se deixa de admitir que a língua seja um sistema simbólico (ela é sistemática e constitui-se de um conjunto de símbolos ordenados), contudo ela é tomada como uma atividade sociointerativa desenvolvida em contextos comunicativos historicamente situados.” (MARCUSCHI, 2008, p.61).
“Processo no qual um texto revela a existência de outras obras em seu interior, as quais lhe causam inspiração ou algum influxo.”
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Q1730704 Português
Leia o texto abaixo para responder a próxima questão

“(...) Sério, quieto, feito ele mesmo, só igual a ele mesmo nesta vida. Tinha notado minha ideia de fugir, tinha me rastreado, me encontrado. Não sorriu, não falou nada. Eu também não falei. O calor do dia abrandava. Naqueles olhos e tanto de Diadorim, o verde mudava sempre, como a água de todos os rios em seus lugares ensombrados. Aquele verde, arenoso, mas tão moço, tinha muita velhice, muita velhice, querendo me contar coisas que a ideia da gente não dá para se entender - e acho que é por isso que a gente morre. (...)”
João Guimarães Rosa, citação do livro “Grande Sertão: Veredas”. Nova Aguilar, 1994, p. 405
Uma das principais características da prosa de Guimarães Rosa é a criação de vocábulos inexistentes na língua portuguesa, como a palavra “ensombrados”. A esse recurso dá-se o nome de:
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Q1729997 Português
Para que serve a linguagem?

    A linguagem é uma atividade tão trivial, que se torna compatível ao andar, por exemplo. A maioria das pessoas pertencentes a culturas bem diferentes sabe da real importância da linguagem para a vida de todos nós. Pelo menos, da necessidade de sua prática para conversarmos, para lermos e escrevermos; mesmo aqueles que não têm acesso à escrita, longe de serem poucos, espalhados pelo nosso universo humano, têm, no entanto, esta noção. Mas a maior parte dos indivíduos de qualquer comunidade, que fala uma dada língua, ainda que dotados de certo nível cultural, não têm um alcance maior da transcendência da linguagem verbal para a vida de todos nós.
     Prevalece, em geral, a noção limitada, embora essencial, da linguagem verbal como o principal modo de comunicação. “Quem não se comunica, se trumbica”, um refrão utilizado pelo famoso homem de rádio e de TV, o Chacrinha, significava precisamente isto e apenas isto: aquele que não se faz entender, por se valer de expressão verbal a que falte clareza ou adequação a uma situação concreta, fica prejudicado em seu intento de transmitir algo a alguém.
    A Linguística, porém, com sua fundamentação científica, nos ensina que a linguagem verbal, atividade livre, por isso mesmo criativa, não é meramente um modo de realização, o principal de os indivíduos se comunicarem. Ela é também – e a compreensão desta verdade é essencial para se alcançar a plena importância da linguagem articulada – forma de conhecer, ou seja, de o sujeito pensante apreender os objetos (no seu sentido filosófico de tudo o que é passível de conhecimento), que a rigor, só ganham existência para os homens quando recebem um nome.
    A função para que as palavras foram inventadas é de uma transbordante beleza: nada menos que nomear o mundo. Uma criança entra no mundo por elas. Quando uma pergunta “que é isso?” (é a pergunta da filosofia), respondemos com o nome da coisa. Depois ela irá saber que coisa é esse nome. Nomes são as coisas que sabemos.
    Logo, a linguagem tem duas funções essenciais, sendo, pois, reiterando, uma atividade livre finalística: uma forma de conhecer (função interna e cognoscitiva) e um modo de realização (função externa ou manifestativa, ou comunicativa).
[...]
UCHÔA, Carlos Eduardo Falcão. Iniciação à Linguística: fundamentos essenciais. 1. ed. Rio de Janeiro, Lexikon, 2019. p. 42-43. 
No trecho, “‘Quem não se comunica, se trumbica’”, o autor faz uso de um recurso intertextual conhecido como
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Q1652884 Português
É possível dizer que o trecho que segue, retirado do conto “A Moça Tecelã”, de Marina Colasanti, faz intertextualidade com:
“Assim, jogando a lançadeira de um lado para outro e batendo os grandes pentes do tear para frente e para trás, a moça passava os seus dias.”
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Q1638849 Português

Segundo KOCH e ELIAS, em relação à intertextualidade, analisar a sentença abaixo:


Nas produções textuais marcadas pela intertextualidade implícita, o autor apresenta a fonte, porque pressupõe que não faça parte do conhecimento textual do leitor (1ª parte). Na intertextualidade implícita, considera-se a manipulação que o produtor do texto opera sobre texto alheio ou mesmo próprio, com o fim de produzir determinados efeitos de sentido (2ª parte).


A sentença está:

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Q1285784 Português
A obra de Machado de Assis é vasta e compreende crônicas, cartas e romances. Na obra “Esaú e Jacó”, por exemplo, temos a história de Pedro e Paulo, dois irmãos que possuem muitos desafetos tanto na vida pessoal quanto na vida política. O título da obra é uma alusão, ou seja, faz referência aos elementos presentes em outros textos. Neste caso, personagens bíblicos. Assinale a alternativa que apresenta o nome que damos ao uso deste recurso na língua.
Alternativas
Respostas
241: A
242: B
243: C
244: B
245: C
246: A
247: D
248: E
249: D
250: E
251: D
252: C
253: A
254: B
255: B
256: E
257: E
258: C
259: C
260: A