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Questões de Concurso Comentadas sobre intertextualidade em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 393 questões

Q2702099 Português

Canto de regresso à pátria

Minha terra tem palmares

onde gorjeia o mar

os passarinhos daqui

não cantam como os de lá


(Disponível em: http://www.horizonte.unam.mx/brasil/oswald6a. html. Acesso em: 23/09/ 2019.)


Os versos da primeira estrofe do poema “Canto de regresso à pátria”, de Oswald de Andrade, promovem um jogo intertextual com o texto-fonte “A canção do exílio”, de Gonçalves Dias. A criação literária do escritor modernista constitui um exemplo de:

Alternativas
Q1999774 Português

TEXTO 3


A leitura é um processo de interlocução entre leitor/autor, mediado pelo texto. Encontro com o autor, ausente, que se dá pela sua palavra escrita. Como o leitor, nesse processo, não é passivo, mas agente que busca significações, “o sentido de um texto não é jamais interrompido, já que ele se produz nas situações dialógicas ilimitadas que constituem suas leituras possíveis” (Authier-Revuz, 1982, p. 104).


GERALDI, J. W. (Org.). O texto na sala de aula. 3ª ed. São Paulo: Ática, 2002, p. 91


No Texto 3, identificamos um caso de intertextualidade explícita, que se revela por: 

Alternativas
Q1999773 Português

TEXTO 3


A leitura é um processo de interlocução entre leitor/autor, mediado pelo texto. Encontro com o autor, ausente, que se dá pela sua palavra escrita. Como o leitor, nesse processo, não é passivo, mas agente que busca significações, “o sentido de um texto não é jamais interrompido, já que ele se produz nas situações dialógicas ilimitadas que constituem suas leituras possíveis” (Authier-Revuz, 1982, p. 104).


GERALDI, J. W. (Org.). O texto na sala de aula. 3ª ed. São Paulo: Ática, 2002, p. 91


Vários autores defendem que a intertextualidade é uma das mais relevantes propriedades textuais. No que se refere à atividade de leitura, o diálogo intertextual se efetiva quando:

Alternativas
Q1834174 Português
Considere-se os enunciados da canção Bom conselho, de Chico Buarque: “Eu semeio o vento; Na minha cidade; Vou pra rua e bebo a tempestade”. Na canção, o compositor remete ao provérbio que diz: “quem semeia vento, colhe tempestade”. Sobre a intertextualidade que se estabelece entre os enunciados da canção e do provérbio, é correto afirmar que
Alternativas
Q1758677 Português

Correlacionado o texto apresentado às conceituações propostas está correto o exposto em:


João joga um palitinho de sorvete na

rua de Teresa que joga uma latinha de

refrigerante na rua de Raimundo que

joga um saquinho plástico na rua de

Joaquim que joga uma garrafinha

velha na rua de Lili.

Lili joga um pedacinho de isopor

na rua de João que joga uma embalagenzinha

de não sei o que na rua de Teresa que

joga um lencinho de papel na rua de

Raimundo que joga uma tampinha de

refrigerante na rua de Joaquim que joga

um papelzinho de bala na rua de J. Pinto 

Fernandes que ainda nem

tinha entrado na história.


Poema de Ricardo Azevedo (extraído do livro Você Diz que Sabe Muito, Borboleta Sabe

Alternativas
Q1755319 Português

Observe:

Texto 1:

Era a Chapeuzinho Amarelo. Amarelada de medo. Tinha medo de tudo, aquela Chapeuzinho.

Já não ria. Em festa, não aparecia. Não subia escada, nem descia. Não estava resfriada, mas tossia.(...)

(Holanda, Chico Buarque de. Chapeuzinho Amarelo. 36p. Ilustrações de Ziraldo. José Olympio Editora, RJ, 2004.)

Texto 2

Imagem associada para resolução da questão

I - Quanto aos textos apresentados pode-se concluir que ambos foram construídos utilizando-se do recurso da intertextualidade.

II - Quanto ao gênero o Texto I pode ser classificado como paródia, pois Chico Buarque trabalha com a desconstrução de imagens e o deslocamento dos sentidos e, justamente, pelo rompimento do anteriormente construído há uma clara alteração da abordagem original.

III- O gênero paródia (marca dos textos em análise) se caracteriza como uma forma de intertextualidade, implícita, ou seja, cabe ao interlocutor recuperar em sua memória social os elementos que darão sentido ao texto.

IV – Ambos os textos utilizam-se da intertextualidade para recuperar elementos primordiais para a construção de novos sentidos,

V- Pela utilização de ideias de textos já existentes e pelo diálogo que os textos em análise realizam com outros textos-fonte é possível concluir que há, em ambos, uma explícita forma de plágio.

Alternativas
Q1748634 Português
Sobre a intertextualidade assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1744674 Português

Leia o texto abaixo:


Luz no fim do túnel


Graças a Ricão, minhas dúvidas sobre ser "igual ou diferente", "original ou copiado" viraram secundárias. Num minuto súbito, deixei de me sentir perdido, foi incrível! Tinha agora um rumo na vida, enxergava luz no fim do túnel.

A meta era ser escritor de comediante, aprender a ser engraçado, bolar monte de frases espertas e situações hilárias para Rogério apresentar em espetáculos de ventríloquo pelo país, operando um boneco de mão.

Agente estrearia na tevê, num show de talento. Faria o maior sucesso. Seria convidado para outros programas.

Ganharia uma grana firme e alcançaria fama - talvez até mesmo antes dos 15 anos.

Com o primeiro dinheiro firme que entrasse, eu compraria um barraco para o Ricão. Ou melhor, barraco não, casinha decente. Depois mandaria pôr dessas mãos postiças supermaneiras no braço dele. Ricão trabalharia com a gente de secretário, colaborador, cobrador, sei lá, até ator, em certos números. Quem sabe se, um dia, além de Ricão, não seria ricaço também.

Planejar como gastar altas granas era mais gostoso do que decidir como usar os caraminguás do aumento da mamãe. E se alguém, naquele instante, me perguntasse na bucha: "Ser gêmeo idêntico é bom ou é ruim?", ouviria de resposta certa: "É ótimo! Ótimo para criar confusão no palco e botar o auditório rindo."

As ideias foram tantas, que mal guardei metade delas.

Uma das boas, que retive, era Rogério comandar, em vez de um boneco, um dinossauro chamado Grumbs. Imaginei o nome da dupla: Roger and Grumbs. Em inglês soava bem, o que era meio caminho andado. Aí, nosso programa de televisão se chamaria Planeta Grumbs e o título do primeiro filme nacional que a gente faria, poderia ser "Rogério e Grumbs na Bogúncia." Enfim, na possibilidade de ser em breve rico e famoso, todos os meus problemas pareceram resolvidos.


Na questão acima, o avaliador deseja averiguar se o aluno conhece o conceito de:

Alternativas
Q1744660 Português
“A palavra é o produto da relação recíproca entre falante e ouvinte, emissor e receptor. Cada palavra expressa o ‘um’ em relação ao outro. Eu me dou forma verbal a partir do ponto de vista da comunidade a que pertenço. O ‘eu’ se constrói construindo o ‘eu’ do outro e por ele é constituído.” O trecho de Bahktin conceitua:
Alternativas
Q1740027 Português
“Não se deixa de admitir que a língua seja um sistema simbólico (ela é sistemática e constitui-se de um conjunto de símbolos ordenados), contudo ela é tomada como uma atividade sociointerativa desenvolvida em contextos comunicativos historicamente situados.” (MARCUSCHI, 2008, p.61).
“Processo no qual um texto revela a existência de outras obras em seu interior, as quais lhe causam inspiração ou algum influxo.”
Alternativas
Q1730704 Português
Leia o texto abaixo para responder a próxima questão

“(...) Sério, quieto, feito ele mesmo, só igual a ele mesmo nesta vida. Tinha notado minha ideia de fugir, tinha me rastreado, me encontrado. Não sorriu, não falou nada. Eu também não falei. O calor do dia abrandava. Naqueles olhos e tanto de Diadorim, o verde mudava sempre, como a água de todos os rios em seus lugares ensombrados. Aquele verde, arenoso, mas tão moço, tinha muita velhice, muita velhice, querendo me contar coisas que a ideia da gente não dá para se entender - e acho que é por isso que a gente morre. (...)”
João Guimarães Rosa, citação do livro “Grande Sertão: Veredas”. Nova Aguilar, 1994, p. 405
Uma das principais características da prosa de Guimarães Rosa é a criação de vocábulos inexistentes na língua portuguesa, como a palavra “ensombrados”. A esse recurso dá-se o nome de:
Alternativas
Q1729997 Português
Para que serve a linguagem?

    A linguagem é uma atividade tão trivial, que se torna compatível ao andar, por exemplo. A maioria das pessoas pertencentes a culturas bem diferentes sabe da real importância da linguagem para a vida de todos nós. Pelo menos, da necessidade de sua prática para conversarmos, para lermos e escrevermos; mesmo aqueles que não têm acesso à escrita, longe de serem poucos, espalhados pelo nosso universo humano, têm, no entanto, esta noção. Mas a maior parte dos indivíduos de qualquer comunidade, que fala uma dada língua, ainda que dotados de certo nível cultural, não têm um alcance maior da transcendência da linguagem verbal para a vida de todos nós.
     Prevalece, em geral, a noção limitada, embora essencial, da linguagem verbal como o principal modo de comunicação. “Quem não se comunica, se trumbica”, um refrão utilizado pelo famoso homem de rádio e de TV, o Chacrinha, significava precisamente isto e apenas isto: aquele que não se faz entender, por se valer de expressão verbal a que falte clareza ou adequação a uma situação concreta, fica prejudicado em seu intento de transmitir algo a alguém.
    A Linguística, porém, com sua fundamentação científica, nos ensina que a linguagem verbal, atividade livre, por isso mesmo criativa, não é meramente um modo de realização, o principal de os indivíduos se comunicarem. Ela é também – e a compreensão desta verdade é essencial para se alcançar a plena importância da linguagem articulada – forma de conhecer, ou seja, de o sujeito pensante apreender os objetos (no seu sentido filosófico de tudo o que é passível de conhecimento), que a rigor, só ganham existência para os homens quando recebem um nome.
    A função para que as palavras foram inventadas é de uma transbordante beleza: nada menos que nomear o mundo. Uma criança entra no mundo por elas. Quando uma pergunta “que é isso?” (é a pergunta da filosofia), respondemos com o nome da coisa. Depois ela irá saber que coisa é esse nome. Nomes são as coisas que sabemos.
    Logo, a linguagem tem duas funções essenciais, sendo, pois, reiterando, uma atividade livre finalística: uma forma de conhecer (função interna e cognoscitiva) e um modo de realização (função externa ou manifestativa, ou comunicativa).
[...]
UCHÔA, Carlos Eduardo Falcão. Iniciação à Linguística: fundamentos essenciais. 1. ed. Rio de Janeiro, Lexikon, 2019. p. 42-43. 
No trecho, “‘Quem não se comunica, se trumbica’”, o autor faz uso de um recurso intertextual conhecido como
Alternativas
Q1652884 Português
É possível dizer que o trecho que segue, retirado do conto “A Moça Tecelã”, de Marina Colasanti, faz intertextualidade com:
“Assim, jogando a lançadeira de um lado para outro e batendo os grandes pentes do tear para frente e para trás, a moça passava os seus dias.”
Alternativas
Q1638849 Português

Segundo KOCH e ELIAS, em relação à intertextualidade, analisar a sentença abaixo:


Nas produções textuais marcadas pela intertextualidade implícita, o autor apresenta a fonte, porque pressupõe que não faça parte do conhecimento textual do leitor (1ª parte). Na intertextualidade implícita, considera-se a manipulação que o produtor do texto opera sobre texto alheio ou mesmo próprio, com o fim de produzir determinados efeitos de sentido (2ª parte).


A sentença está:

Alternativas
Q1285784 Português
A obra de Machado de Assis é vasta e compreende crônicas, cartas e romances. Na obra “Esaú e Jacó”, por exemplo, temos a história de Pedro e Paulo, dois irmãos que possuem muitos desafetos tanto na vida pessoal quanto na vida política. O título da obra é uma alusão, ou seja, faz referência aos elementos presentes em outros textos. Neste caso, personagens bíblicos. Assinale a alternativa que apresenta o nome que damos ao uso deste recurso na língua.
Alternativas
Q1279593 Português

A fada sensata sem defeitos

Não basta elogiar, a bajulação nas redes sociais exige uma hipérbole.

Manuela Cantuária*


      1. O espelho da madrasta adverte: existe alguém mais belo, mais próspero e mais feliz do que você. A vida no Instagram é um conto de fadas, e isso não é necessariamente uma coisa boa. Na Internet, a rede social é a que mais prejudica a saúde mental de seus usuários, especialmente mulheres, segundo pesquisas que chocaram um total de zero pessoas.

      2. Ironicamente, nossa interação pelo aplicativo é marcada por uma intensa troca de elogios. E põe intensa nisso. No Instagram, não basta dizer: "Bela foto". A bajulação virtual exige uma hipérbole: "Socorro, alguém chama o Samu, tragam desfibriladores, pois estou enfartando perante tamanha beleza" (seguido por uma rabiola de emojis de corações e palminhas).

      3. A intenção pode ser das melhores – um shiatsu na autoestima da próxima –, mas a sensação é a de que os elogios estão ali para serem vistos pelos outros e viraram um espetáculo à parte, vazio de sentido. Todas nós já ouvimos pelo menos um desses elogios genéricos, que não nos representam em nenhuma instância. Entre os mais absurdos que já recebi, estão:

      4. “Perfeita”" ou “Com um total de zero defeitos”. Caramba! Seria mais razoável me chamar de Pé Grande, chupa-cabra ou ET Bilu. Se existisse mesmo uma pessoa isenta de defeitos, ela não daria motivos para os outros falarem mal dela, e eu jamais negaria esse prazer aos meus amigos.

      5. “Aquela que nunca errou”. Não se deixe levar por fake news! Eu já errava no útero da minha mãe. Fiquei de cócoras quando era para ficar em posição fetal. Respeita a minha história!

      6. “Rainha”. O que fiz para merecer a alcunha de tirana e sanguessuga do povo? Peço que não me chamem de monarca e deem preferência a elogios mais democráticos.

      7. “Gostosa”. Não frequento a academia para ser chamada de perspicaz – mas, se você for homem, por favor, mantenha seus pensamentos para você, assim como eu quero manter meu almoço no estômago. Já as amigas podem me objetificar à vontade.

      8. “Deusa”. Se eu fosse uma deusa, já tinha erradicado a fome, o câncer e a acne na idade adulta.

      9. No mais, obrigada pelo carinho. E não se esqueçam de elogiar com moderação.

*Roteirista e escritora.

Folha de São Paulo. Ilustrada, 11 jun. 2019, p.C7. Adaptado.

"Os elementos da textualidade representam as conexões e articulações que tornam um texto um todo compreensível e encadeado, e não um conjunto de frases sem sentido." (SARMENTO, 2013, p.66).

Com base no conceito apresentado, é correto afirmar que, no primeiro parágrafo, identifica-se um elemento da textualidade responsável pela relação e o diálogo entre textos denominado

Alternativas
Q1250637 Português
Considerando aspectos da dialogia e relação entre textos, assim como, reconstrução da textualidade na base nacional comum, considera-se que:
I - Identificar e refletir sobre as similares perspectivas ou homogeneidades presentes nos textos, considerando a impossibilidade de vozes múltiplas, e sobre os efeitos de sentido do uso do discurso direto, indireto, indireto livre, citações etc; II - Estabelecer relações de intertextualidade e interdiscursividade que permitam a identificação e compreensão dos diferentes posicionamentos e/ou perspectivas em jogo, do papel da paráfrase e de produções como as paródias e a estilizações; III - Estabelecer relações entre as partes do texto, identificando repetições, substituições e os elementos coesivos que contribuem para a continuidade do texto e sua progressão temática.
Identifique a alternativa CORRETA quanto ao contexto apresentado.
Alternativas
Q1153602 Português

As boas lições do meu pai



    Um dia, numa visita ao meu pai, notei que ele me olhava longamente, daquele jeito que fazia quando tinha uma questão na cabeça. E veio o comentário, “sua calça está rasgada.” Era o começo da tendência dos jeans detonados. “Sim, pai, está”, eu respondi. Naquela época eu já há muito tinha uma profissão e pagava minhas próprias contas. Ele me deu então aquele olhar apertado e o sorriso de canto de boca que eu conheço tanto. Era uma aprovação.

    Me lembrei de quando tinha nove ou dez anos de idade e ia com ele para os botecos onde uma rodinha de homens tomava cerveja e todos falavam de política. A menina que prestava muita atenção na conversa ganhava aquele meio sorriso do pai. Alguns anos mais tarde bati o carro dele e trabalhei três meses seguidos para pagar a conta do conserto. A família criticava o pé pesado da jovem ao volante. Meu pai devolvia os comentários com aquele mesmo sorriso de ironia e um certo orgulho.

    Minha profissão me levou a muitas viagens arriscadas. Guerras, desastres naturais, acidentes nucleares. Nunca ouvi de meu pai o tradicional “Mas minha filha, isso é muito perigoso!”, compreensível vindo de um homem da geração dele. Alguns amigos diziam que ele me criou para agir como um menino. Prefiro achar que ele me educou para que eu tivesse coragem de ser aquilo que eu quisesse.

    Essa semana acompanhei com prazer a sequência de posts nas redes sociais com fotos de magistradas, atletas, astronautas, acompanhadas da hashtag #dresslikeawoman (vista-se como uma mulher). Meu pai, muito velhinho, já não consegue expressar com clareza as suas opiniões. Mas sei que em algum lugar ali ainda está acesa a chama de intelectual da esquerda que abominaria um presidente - qualquer que seja seu viés político - que se meta com a maneira como uma mulher deve se vestir.

    Meu pai me ensinou, sem nunca ter dito uma palavra sobre isso, que conhecimento, seriedade e trabalho bem feito são bens que não têm gênero e que quem os acumula pode se vestir e se comportar da maneira que achar melhor. Homens e mulheres só devem satisfação a si mesmos e à coerência no caminho que escolheram.

    Eu teria muito a dizer a um homem que tivesse a pretensão de criticar a maneira como uma mulher se veste. Mas meu pai me ensinou a não perder tempo com a vida dos outros. Esse texto é uma homenagem a ele. Meu pai. Agora com licença que preciso me vestir para o trabalho.



Padrão, Ana Paula. As boas lições do meu pai. Isto é, 2017. Disponível em: <https://istoe.com.br/as-boas-licoes-do-meu-pai/>. Acesso em: 20 de fev. 2019.


No segundo parágrafo do texto, a autora descreve a visão de sua família em relação a sua habilidade em dirigir, utilizando imagens construídas pela:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Vilhena - RO Provas: IBADE - 2019 - Prefeitura de Vilhena - RO - Técnico em Edificações | IBADE - 2019 - Prefeitura de Vilhena - RO - Fiscal de Obras e Posturas | IBADE - 2019 - Prefeitura de Vilhena - RO - Técnico em Enfermagem | IBADE - 2019 - Prefeitura de Vilhena - RO - Técnico de Laboratório - Análises Clínicas | IBADE - 2019 - Prefeitura de Vilhena - RO - Técnico em Agropecuária | IBADE - 2019 - Prefeitura de Vilhena - RO - Técnico de Laboratório - Ciências Agrárias | IBADE - 2019 - Prefeitura de Vilhena - RO - Técnico em Meio Ambiente | IBADE - 2019 - Prefeitura de Vilhena - RO - Técnico em Saúde Bucal | IBADE - 2019 - Prefeitura de Vilhena - RO - Técnico em Imobilização Ortopédica | IBADE - 2019 - Prefeitura de Vilhena - RO - Técnico de Segurança do Trabalho | IBADE - 2019 - Prefeitura de Vilhena - RO - Topógrafo | IBADE - 2019 - Prefeitura de Vilhena - RO - Agente Administrativo | IBADE - 2019 - Prefeitura de Vilhena - RO - Cuidador de Alunos | IBADE - 2019 - Prefeitura de Vilhena - RO - Secretário Escolar | IBADE - 2019 - Prefeitura de Vilhena - RO - Fiscal de ITBI | IBADE - 2019 - Prefeitura de Vilhena - RO - Fiscal Tributário | IBADE - 2019 - Prefeitura de Vilhena - RO - Fiscal de Vigilância Sanitária | IBADE - 2019 - Prefeitura de Vilhena - RO - Fiscal de Meio Ambiente | IBADE - 2019 - Prefeitura de Vilhena - RO - Técnico em Radiologia | IBADE - 2019 - Prefeitura de Vilhena - RO - Técnico de Laboratório - Solos |
Q1139012 Português

Tendo em vista o trecho abaixo, indique a alternativa que melhor define o tipo de intertextualidade utilizado.

Segundo Bechara (2015, p.276), "o verbo se diz pronominal quando o pronome oblíquo se refere ao pronome reto".

Alternativas
Q1128270 Português
A intertextualidade explícita ocorre quando:
Alternativas
Respostas
241: A
242: D
243: E
244: D
245: E
246: D
247: C
248: A
249: B
250: B
251: E
252: E
253: C
254: C
255: A
256: D
257: C
258: D
259: A
260: E