Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3649254 Português
Leia o texto e responda à questão.


O cortiço: cidade em miniatura


    No cortiço, a cidade cabe em poucos metros: comércio, vizinhança, disputas e alianças dividem o mesmo corredor. João Romão, figura empreendedora e implacável, lê oportunidades onde outros veem apenas ruína. Empilha tijolos, coleta aluguel, investe cada moeda. À sua volta, o cortiço cresce como organismo que se alimenta de trabalho barato e sonhos urgentes, atraindo gente que chega de todos os cantos em busca de sossego e sustento.

    A convivência apertada produz regras próprias. A fofoca viaja mais rápido que a luz do pátio; a solidariedade aparece no remendo de uma roupa, na guarda das crianças, na partilha do sal. Mas a proximidade também acende ciúmes, ressentimentos e tragédias domésticas. As paredes finas não escondem conflitos, e a falta de privacidade mistura dramas individuais em um coro permanente, onde cada voz tenta se fazer ouvir.

    O ambiente urbano, retratado sem enfeites, revela mecanismos de ascensão e queda. Há quem avance negociando favor por favor; há quem despenque por uma escolha precipitada ou por pura falta de chance. A moral, quando aparece, dialoga com a necessidade: a virtude tem pouco espaço quando o aluguel aperta e a comida escasseia. Ao mesmo tempo, há lampejos de beleza no cotidiano duro — uma canção ao entardecer, um cheiro de café, a risada que atravessa o beco.

    Como microcosmo, o cortiço expõe desigualdades e ambições de uma sociedade em formação. O dinheiro mede lealdades, o boato governa reputações, e o progresso material convive com o empobrecimento de afetos. Ao final, a pergunta que ecoa é se a cidade, ao crescer, melhora a vida de todos ou apenas alarga os limites do lucro para alguns. Ler esse retrato é encarar a gênese de muitos dilemas urbanos que ainda nos desafiam.


Fonte: Aluísio Azevedo, O Cortiço (1890), adaptado. 
No segundo parágrafo do texto, a função composicional evidencia-se em:
Alternativas
Q3649253 Português
Leia o texto e responda à questão.


O cortiço: cidade em miniatura


    No cortiço, a cidade cabe em poucos metros: comércio, vizinhança, disputas e alianças dividem o mesmo corredor. João Romão, figura empreendedora e implacável, lê oportunidades onde outros veem apenas ruína. Empilha tijolos, coleta aluguel, investe cada moeda. À sua volta, o cortiço cresce como organismo que se alimenta de trabalho barato e sonhos urgentes, atraindo gente que chega de todos os cantos em busca de sossego e sustento.

    A convivência apertada produz regras próprias. A fofoca viaja mais rápido que a luz do pátio; a solidariedade aparece no remendo de uma roupa, na guarda das crianças, na partilha do sal. Mas a proximidade também acende ciúmes, ressentimentos e tragédias domésticas. As paredes finas não escondem conflitos, e a falta de privacidade mistura dramas individuais em um coro permanente, onde cada voz tenta se fazer ouvir.

    O ambiente urbano, retratado sem enfeites, revela mecanismos de ascensão e queda. Há quem avance negociando favor por favor; há quem despenque por uma escolha precipitada ou por pura falta de chance. A moral, quando aparece, dialoga com a necessidade: a virtude tem pouco espaço quando o aluguel aperta e a comida escasseia. Ao mesmo tempo, há lampejos de beleza no cotidiano duro — uma canção ao entardecer, um cheiro de café, a risada que atravessa o beco.

    Como microcosmo, o cortiço expõe desigualdades e ambições de uma sociedade em formação. O dinheiro mede lealdades, o boato governa reputações, e o progresso material convive com o empobrecimento de afetos. Ao final, a pergunta que ecoa é se a cidade, ao crescer, melhora a vida de todos ou apenas alarga os limites do lucro para alguns. Ler esse retrato é encarar a gênese de muitos dilemas urbanos que ainda nos desafiam.


Fonte: Aluísio Azevedo, O Cortiço (1890), adaptado. 
Marque a opção da afirmação CORRETA. Quanto às funções da linguagem, identifica-se no texto a predominância de função
Alternativas
Q3649252 Português
Leia o texto e responda à questão.


O cortiço: cidade em miniatura


    No cortiço, a cidade cabe em poucos metros: comércio, vizinhança, disputas e alianças dividem o mesmo corredor. João Romão, figura empreendedora e implacável, lê oportunidades onde outros veem apenas ruína. Empilha tijolos, coleta aluguel, investe cada moeda. À sua volta, o cortiço cresce como organismo que se alimenta de trabalho barato e sonhos urgentes, atraindo gente que chega de todos os cantos em busca de sossego e sustento.

    A convivência apertada produz regras próprias. A fofoca viaja mais rápido que a luz do pátio; a solidariedade aparece no remendo de uma roupa, na guarda das crianças, na partilha do sal. Mas a proximidade também acende ciúmes, ressentimentos e tragédias domésticas. As paredes finas não escondem conflitos, e a falta de privacidade mistura dramas individuais em um coro permanente, onde cada voz tenta se fazer ouvir.

    O ambiente urbano, retratado sem enfeites, revela mecanismos de ascensão e queda. Há quem avance negociando favor por favor; há quem despenque por uma escolha precipitada ou por pura falta de chance. A moral, quando aparece, dialoga com a necessidade: a virtude tem pouco espaço quando o aluguel aperta e a comida escasseia. Ao mesmo tempo, há lampejos de beleza no cotidiano duro — uma canção ao entardecer, um cheiro de café, a risada que atravessa o beco.

    Como microcosmo, o cortiço expõe desigualdades e ambições de uma sociedade em formação. O dinheiro mede lealdades, o boato governa reputações, e o progresso material convive com o empobrecimento de afetos. Ao final, a pergunta que ecoa é se a cidade, ao crescer, melhora a vida de todos ou apenas alarga os limites do lucro para alguns. Ler esse retrato é encarar a gênese de muitos dilemas urbanos que ainda nos desafiam.


Fonte: Aluísio Azevedo, O Cortiço (1890), adaptado. 
A progressão temática organiza-se, do 1º ao 4º parágrafo, na seguinte afirmação:
Alternativas
Q3649251 Português
Leia o texto e responda à questão.


O cortiço: cidade em miniatura


    No cortiço, a cidade cabe em poucos metros: comércio, vizinhança, disputas e alianças dividem o mesmo corredor. João Romão, figura empreendedora e implacável, lê oportunidades onde outros veem apenas ruína. Empilha tijolos, coleta aluguel, investe cada moeda. À sua volta, o cortiço cresce como organismo que se alimenta de trabalho barato e sonhos urgentes, atraindo gente que chega de todos os cantos em busca de sossego e sustento.

    A convivência apertada produz regras próprias. A fofoca viaja mais rápido que a luz do pátio; a solidariedade aparece no remendo de uma roupa, na guarda das crianças, na partilha do sal. Mas a proximidade também acende ciúmes, ressentimentos e tragédias domésticas. As paredes finas não escondem conflitos, e a falta de privacidade mistura dramas individuais em um coro permanente, onde cada voz tenta se fazer ouvir.

    O ambiente urbano, retratado sem enfeites, revela mecanismos de ascensão e queda. Há quem avance negociando favor por favor; há quem despenque por uma escolha precipitada ou por pura falta de chance. A moral, quando aparece, dialoga com a necessidade: a virtude tem pouco espaço quando o aluguel aperta e a comida escasseia. Ao mesmo tempo, há lampejos de beleza no cotidiano duro — uma canção ao entardecer, um cheiro de café, a risada que atravessa o beco.

    Como microcosmo, o cortiço expõe desigualdades e ambições de uma sociedade em formação. O dinheiro mede lealdades, o boato governa reputações, e o progresso material convive com o empobrecimento de afetos. Ao final, a pergunta que ecoa é se a cidade, ao crescer, melhora a vida de todos ou apenas alarga os limites do lucro para alguns. Ler esse retrato é encarar a gênese de muitos dilemas urbanos que ainda nos desafiam.


Fonte: Aluísio Azevedo, O Cortiço (1890), adaptado. 
Analise as afirmações relacionadas para marcar a resposta CORRETA. O emprego de léxico de biologia (“organismo”, “alimenta-se”) sugere qual efeito interdiscursivo?
Alternativas
Q3649249 Português
Leia o texto e responda à questão.


O cortiço: cidade em miniatura


    No cortiço, a cidade cabe em poucos metros: comércio, vizinhança, disputas e alianças dividem o mesmo corredor. João Romão, figura empreendedora e implacável, lê oportunidades onde outros veem apenas ruína. Empilha tijolos, coleta aluguel, investe cada moeda. À sua volta, o cortiço cresce como organismo que se alimenta de trabalho barato e sonhos urgentes, atraindo gente que chega de todos os cantos em busca de sossego e sustento.

    A convivência apertada produz regras próprias. A fofoca viaja mais rápido que a luz do pátio; a solidariedade aparece no remendo de uma roupa, na guarda das crianças, na partilha do sal. Mas a proximidade também acende ciúmes, ressentimentos e tragédias domésticas. As paredes finas não escondem conflitos, e a falta de privacidade mistura dramas individuais em um coro permanente, onde cada voz tenta se fazer ouvir.

    O ambiente urbano, retratado sem enfeites, revela mecanismos de ascensão e queda. Há quem avance negociando favor por favor; há quem despenque por uma escolha precipitada ou por pura falta de chance. A moral, quando aparece, dialoga com a necessidade: a virtude tem pouco espaço quando o aluguel aperta e a comida escasseia. Ao mesmo tempo, há lampejos de beleza no cotidiano duro — uma canção ao entardecer, um cheiro de café, a risada que atravessa o beco.

    Como microcosmo, o cortiço expõe desigualdades e ambições de uma sociedade em formação. O dinheiro mede lealdades, o boato governa reputações, e o progresso material convive com o empobrecimento de afetos. Ao final, a pergunta que ecoa é se a cidade, ao crescer, melhora a vida de todos ou apenas alarga os limites do lucro para alguns. Ler esse retrato é encarar a gênese de muitos dilemas urbanos que ainda nos desafiam.


Fonte: Aluísio Azevedo, O Cortiço (1890), adaptado. 
Do trecho “a virtude tem pouco espaço quando o aluguel aperta e a comida escasseia”, infere-se que
Alternativas
Q3649248 Português
Leia o texto e responda à questão.


O cortiço: cidade em miniatura


    No cortiço, a cidade cabe em poucos metros: comércio, vizinhança, disputas e alianças dividem o mesmo corredor. João Romão, figura empreendedora e implacável, lê oportunidades onde outros veem apenas ruína. Empilha tijolos, coleta aluguel, investe cada moeda. À sua volta, o cortiço cresce como organismo que se alimenta de trabalho barato e sonhos urgentes, atraindo gente que chega de todos os cantos em busca de sossego e sustento.

    A convivência apertada produz regras próprias. A fofoca viaja mais rápido que a luz do pátio; a solidariedade aparece no remendo de uma roupa, na guarda das crianças, na partilha do sal. Mas a proximidade também acende ciúmes, ressentimentos e tragédias domésticas. As paredes finas não escondem conflitos, e a falta de privacidade mistura dramas individuais em um coro permanente, onde cada voz tenta se fazer ouvir.

    O ambiente urbano, retratado sem enfeites, revela mecanismos de ascensão e queda. Há quem avance negociando favor por favor; há quem despenque por uma escolha precipitada ou por pura falta de chance. A moral, quando aparece, dialoga com a necessidade: a virtude tem pouco espaço quando o aluguel aperta e a comida escasseia. Ao mesmo tempo, há lampejos de beleza no cotidiano duro — uma canção ao entardecer, um cheiro de café, a risada que atravessa o beco.

    Como microcosmo, o cortiço expõe desigualdades e ambições de uma sociedade em formação. O dinheiro mede lealdades, o boato governa reputações, e o progresso material convive com o empobrecimento de afetos. Ao final, a pergunta que ecoa é se a cidade, ao crescer, melhora a vida de todos ou apenas alarga os limites do lucro para alguns. Ler esse retrato é encarar a gênese de muitos dilemas urbanos que ainda nos desafiam.


Fonte: Aluísio Azevedo, O Cortiço (1890), adaptado. 
No recorte: “organismo que se alimenta de trabalho barato e sonhos urgentes”, marque a opção que expressa um pressuposto: 
Alternativas
Q3649247 Português
Leia o texto e responda à questão.


O cortiço: cidade em miniatura


    No cortiço, a cidade cabe em poucos metros: comércio, vizinhança, disputas e alianças dividem o mesmo corredor. João Romão, figura empreendedora e implacável, lê oportunidades onde outros veem apenas ruína. Empilha tijolos, coleta aluguel, investe cada moeda. À sua volta, o cortiço cresce como organismo que se alimenta de trabalho barato e sonhos urgentes, atraindo gente que chega de todos os cantos em busca de sossego e sustento.

    A convivência apertada produz regras próprias. A fofoca viaja mais rápido que a luz do pátio; a solidariedade aparece no remendo de uma roupa, na guarda das crianças, na partilha do sal. Mas a proximidade também acende ciúmes, ressentimentos e tragédias domésticas. As paredes finas não escondem conflitos, e a falta de privacidade mistura dramas individuais em um coro permanente, onde cada voz tenta se fazer ouvir.

    O ambiente urbano, retratado sem enfeites, revela mecanismos de ascensão e queda. Há quem avance negociando favor por favor; há quem despenque por uma escolha precipitada ou por pura falta de chance. A moral, quando aparece, dialoga com a necessidade: a virtude tem pouco espaço quando o aluguel aperta e a comida escasseia. Ao mesmo tempo, há lampejos de beleza no cotidiano duro — uma canção ao entardecer, um cheiro de café, a risada que atravessa o beco.

    Como microcosmo, o cortiço expõe desigualdades e ambições de uma sociedade em formação. O dinheiro mede lealdades, o boato governa reputações, e o progresso material convive com o empobrecimento de afetos. Ao final, a pergunta que ecoa é se a cidade, ao crescer, melhora a vida de todos ou apenas alarga os limites do lucro para alguns. Ler esse retrato é encarar a gênese de muitos dilemas urbanos que ainda nos desafiam.


Fonte: Aluísio Azevedo, O Cortiço (1890), adaptado. 
Observe com atenção o que se apresenta em cada opção. Considerando a situação comunicativa, que caracterização é mais precisa?
Alternativas
Q3649246 Português
Leia o texto e responda à questão.


O cortiço: cidade em miniatura


    No cortiço, a cidade cabe em poucos metros: comércio, vizinhança, disputas e alianças dividem o mesmo corredor. João Romão, figura empreendedora e implacável, lê oportunidades onde outros veem apenas ruína. Empilha tijolos, coleta aluguel, investe cada moeda. À sua volta, o cortiço cresce como organismo que se alimenta de trabalho barato e sonhos urgentes, atraindo gente que chega de todos os cantos em busca de sossego e sustento.

    A convivência apertada produz regras próprias. A fofoca viaja mais rápido que a luz do pátio; a solidariedade aparece no remendo de uma roupa, na guarda das crianças, na partilha do sal. Mas a proximidade também acende ciúmes, ressentimentos e tragédias domésticas. As paredes finas não escondem conflitos, e a falta de privacidade mistura dramas individuais em um coro permanente, onde cada voz tenta se fazer ouvir.

    O ambiente urbano, retratado sem enfeites, revela mecanismos de ascensão e queda. Há quem avance negociando favor por favor; há quem despenque por uma escolha precipitada ou por pura falta de chance. A moral, quando aparece, dialoga com a necessidade: a virtude tem pouco espaço quando o aluguel aperta e a comida escasseia. Ao mesmo tempo, há lampejos de beleza no cotidiano duro — uma canção ao entardecer, um cheiro de café, a risada que atravessa o beco.

    Como microcosmo, o cortiço expõe desigualdades e ambições de uma sociedade em formação. O dinheiro mede lealdades, o boato governa reputações, e o progresso material convive com o empobrecimento de afetos. Ao final, a pergunta que ecoa é se a cidade, ao crescer, melhora a vida de todos ou apenas alarga os limites do lucro para alguns. Ler esse retrato é encarar a gênese de muitos dilemas urbanos que ainda nos desafiam.


Fonte: Aluísio Azevedo, O Cortiço (1890), adaptado. 
Qual opção que apresenta a classificação do gênero e da função predominante do texto?
Alternativas
Q3649245 Português
Leia o texto e responda à questão.


O cortiço: cidade em miniatura


    No cortiço, a cidade cabe em poucos metros: comércio, vizinhança, disputas e alianças dividem o mesmo corredor. João Romão, figura empreendedora e implacável, lê oportunidades onde outros veem apenas ruína. Empilha tijolos, coleta aluguel, investe cada moeda. À sua volta, o cortiço cresce como organismo que se alimenta de trabalho barato e sonhos urgentes, atraindo gente que chega de todos os cantos em busca de sossego e sustento.

    A convivência apertada produz regras próprias. A fofoca viaja mais rápido que a luz do pátio; a solidariedade aparece no remendo de uma roupa, na guarda das crianças, na partilha do sal. Mas a proximidade também acende ciúmes, ressentimentos e tragédias domésticas. As paredes finas não escondem conflitos, e a falta de privacidade mistura dramas individuais em um coro permanente, onde cada voz tenta se fazer ouvir.

    O ambiente urbano, retratado sem enfeites, revela mecanismos de ascensão e queda. Há quem avance negociando favor por favor; há quem despenque por uma escolha precipitada ou por pura falta de chance. A moral, quando aparece, dialoga com a necessidade: a virtude tem pouco espaço quando o aluguel aperta e a comida escasseia. Ao mesmo tempo, há lampejos de beleza no cotidiano duro — uma canção ao entardecer, um cheiro de café, a risada que atravessa o beco.

    Como microcosmo, o cortiço expõe desigualdades e ambições de uma sociedade em formação. O dinheiro mede lealdades, o boato governa reputações, e o progresso material convive com o empobrecimento de afetos. Ao final, a pergunta que ecoa é se a cidade, ao crescer, melhora a vida de todos ou apenas alarga os limites do lucro para alguns. Ler esse retrato é encarar a gênese de muitos dilemas urbanos que ainda nos desafiam.


Fonte: Aluísio Azevedo, O Cortiço (1890), adaptado. 
No plano global, como o texto constrói a ideia de que o cortiço condensa a cidade?
Alternativas
Q3649152 Português
Leia o texto e responda à questão.


Comer bem no dia a dia: um prato colorido, simples e saudável


   Planejar a refeição pode parecer complicado, mas algumas escolhas simples tornam o prato mais nutritivo e saboroso. A primeira ideia é olhar para as cores: quando há verduras verdes, legumes alaranjados ou vermelhos e algum alimento rico em energia, como arroz ou mandioca, o corpo recebe vitaminas, fibras e força para as atividades do dia. Outra dica é organizar horários. Comer com atenção, em lugar tranquilo e sem pressa, ajuda a perceber a saciedade e evita exageros. Ninguém precisa de receitas difíceis para começar; pequenas mudanças, repetidas todos os dias, fazem diferença para a saúde.

  Para montar o prato, pense em três partes. A maior delas deve ser de alimentos in natura ou minimamente processados, como feijão, arroz, abóbora, cenoura, alface, tomate e frutas da estação. Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos. A segunda parte reúne as proteínas, que podem vir do feijão, da lentilha, dos ovos, do frango ou do peixe. A terceira parte traz os carboidratos que dão energia, como arroz, batata, mandioca ou macarrão simples. Quando o orçamento permitir, variar as preparações ao longo da semana garante mais sabor e evita a monotonia. Temperos frescos, como alho, cebola, ervas e um fio de óleo em pequena quantidade, já deixam tudo gostoso.

   Outra escolha importante é olhar os rótulos. Produtos com muitos ingredientes, nomes estranhos e muito sódio, açúcar ou gordura costumam ser ultraprocessados, feitos para durar muito tempo e serem muito palatáveis. Eles podem substituir refeições caseiras e levar ao consumo maior de calorias sem que a pessoa perceba. Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou refrigerantes, mas que o ideal é evitar o consumo frequente e dar preferência às comidas preparadas em casa. Um lanche rápido pode ser pão com ovo e tomate; uma sobremesa pode ser uma fruta madura, que já vem doce por natureza.

   Organizar a compra também ajuda a cuidar do bolso. Planeje as refeições da semana e faça uma lista antes de ir ao mercado ou à feira. Observe os preços das frutas e verduras da época, que costumam ser mais baratas e saborosas. Reaproveite sobras: o feijão de ontem vira tutu; o arroz pode virar bolinho com cenoura ralada; as cascas de certos legumes rendem caldo. Se a família não tem muito tempo para cozinhar, vale preparar uma quantidade maior de comida e guardar porções na geladeira ou no congelador, sempre com higiene e atenção ao prazo de consumo. Comer junto, na mesa, sem televisão ou celular, fortalece os vínculos e torna a refeição um momento de cuidado.

  Cuidar da alimentação é um ato de saúde e cidadania. Ao preferir alimentos frescos, valorizar a culinária do dia a dia e reduzir os ultraprocessados, a família melhora a disposição, protege o coração e controla melhor o peso. Não é preciso perfeição, e sim constância: escolher o que há de melhor dentro da realidade de cada casa, um passo de cada vez. Com um prato colorido, água ao alcance e rotina organizada, comer bem deixa de ser um desafio e vira parte natural da vida.


Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-parapromocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf - Adaptado
Segundo o último parágrafo, qual a consequência para quem “prefere alimentos frescos” e “reduz ultraprocessados”?
Alternativas
Q3649151 Português
Leia o texto e responda à questão.


Comer bem no dia a dia: um prato colorido, simples e saudável


   Planejar a refeição pode parecer complicado, mas algumas escolhas simples tornam o prato mais nutritivo e saboroso. A primeira ideia é olhar para as cores: quando há verduras verdes, legumes alaranjados ou vermelhos e algum alimento rico em energia, como arroz ou mandioca, o corpo recebe vitaminas, fibras e força para as atividades do dia. Outra dica é organizar horários. Comer com atenção, em lugar tranquilo e sem pressa, ajuda a perceber a saciedade e evita exageros. Ninguém precisa de receitas difíceis para começar; pequenas mudanças, repetidas todos os dias, fazem diferença para a saúde.

  Para montar o prato, pense em três partes. A maior delas deve ser de alimentos in natura ou minimamente processados, como feijão, arroz, abóbora, cenoura, alface, tomate e frutas da estação. Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos. A segunda parte reúne as proteínas, que podem vir do feijão, da lentilha, dos ovos, do frango ou do peixe. A terceira parte traz os carboidratos que dão energia, como arroz, batata, mandioca ou macarrão simples. Quando o orçamento permitir, variar as preparações ao longo da semana garante mais sabor e evita a monotonia. Temperos frescos, como alho, cebola, ervas e um fio de óleo em pequena quantidade, já deixam tudo gostoso.

   Outra escolha importante é olhar os rótulos. Produtos com muitos ingredientes, nomes estranhos e muito sódio, açúcar ou gordura costumam ser ultraprocessados, feitos para durar muito tempo e serem muito palatáveis. Eles podem substituir refeições caseiras e levar ao consumo maior de calorias sem que a pessoa perceba. Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou refrigerantes, mas que o ideal é evitar o consumo frequente e dar preferência às comidas preparadas em casa. Um lanche rápido pode ser pão com ovo e tomate; uma sobremesa pode ser uma fruta madura, que já vem doce por natureza.

   Organizar a compra também ajuda a cuidar do bolso. Planeje as refeições da semana e faça uma lista antes de ir ao mercado ou à feira. Observe os preços das frutas e verduras da época, que costumam ser mais baratas e saborosas. Reaproveite sobras: o feijão de ontem vira tutu; o arroz pode virar bolinho com cenoura ralada; as cascas de certos legumes rendem caldo. Se a família não tem muito tempo para cozinhar, vale preparar uma quantidade maior de comida e guardar porções na geladeira ou no congelador, sempre com higiene e atenção ao prazo de consumo. Comer junto, na mesa, sem televisão ou celular, fortalece os vínculos e torna a refeição um momento de cuidado.

  Cuidar da alimentação é um ato de saúde e cidadania. Ao preferir alimentos frescos, valorizar a culinária do dia a dia e reduzir os ultraprocessados, a família melhora a disposição, protege o coração e controla melhor o peso. Não é preciso perfeição, e sim constância: escolher o que há de melhor dentro da realidade de cada casa, um passo de cada vez. Com um prato colorido, água ao alcance e rotina organizada, comer bem deixa de ser um desafio e vira parte natural da vida.


Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-parapromocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf - Adaptado
No contexto em que aparece, o adjetivo “palatáveis” sugere que ultraprocessados são produtos
Alternativas
Q3649150 Português
Leia o texto e responda à questão.


Comer bem no dia a dia: um prato colorido, simples e saudável


   Planejar a refeição pode parecer complicado, mas algumas escolhas simples tornam o prato mais nutritivo e saboroso. A primeira ideia é olhar para as cores: quando há verduras verdes, legumes alaranjados ou vermelhos e algum alimento rico em energia, como arroz ou mandioca, o corpo recebe vitaminas, fibras e força para as atividades do dia. Outra dica é organizar horários. Comer com atenção, em lugar tranquilo e sem pressa, ajuda a perceber a saciedade e evita exageros. Ninguém precisa de receitas difíceis para começar; pequenas mudanças, repetidas todos os dias, fazem diferença para a saúde.

  Para montar o prato, pense em três partes. A maior delas deve ser de alimentos in natura ou minimamente processados, como feijão, arroz, abóbora, cenoura, alface, tomate e frutas da estação. Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos. A segunda parte reúne as proteínas, que podem vir do feijão, da lentilha, dos ovos, do frango ou do peixe. A terceira parte traz os carboidratos que dão energia, como arroz, batata, mandioca ou macarrão simples. Quando o orçamento permitir, variar as preparações ao longo da semana garante mais sabor e evita a monotonia. Temperos frescos, como alho, cebola, ervas e um fio de óleo em pequena quantidade, já deixam tudo gostoso.

   Outra escolha importante é olhar os rótulos. Produtos com muitos ingredientes, nomes estranhos e muito sódio, açúcar ou gordura costumam ser ultraprocessados, feitos para durar muito tempo e serem muito palatáveis. Eles podem substituir refeições caseiras e levar ao consumo maior de calorias sem que a pessoa perceba. Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou refrigerantes, mas que o ideal é evitar o consumo frequente e dar preferência às comidas preparadas em casa. Um lanche rápido pode ser pão com ovo e tomate; uma sobremesa pode ser uma fruta madura, que já vem doce por natureza.

   Organizar a compra também ajuda a cuidar do bolso. Planeje as refeições da semana e faça uma lista antes de ir ao mercado ou à feira. Observe os preços das frutas e verduras da época, que costumam ser mais baratas e saborosas. Reaproveite sobras: o feijão de ontem vira tutu; o arroz pode virar bolinho com cenoura ralada; as cascas de certos legumes rendem caldo. Se a família não tem muito tempo para cozinhar, vale preparar uma quantidade maior de comida e guardar porções na geladeira ou no congelador, sempre com higiene e atenção ao prazo de consumo. Comer junto, na mesa, sem televisão ou celular, fortalece os vínculos e torna a refeição um momento de cuidado.

  Cuidar da alimentação é um ato de saúde e cidadania. Ao preferir alimentos frescos, valorizar a culinária do dia a dia e reduzir os ultraprocessados, a família melhora a disposição, protege o coração e controla melhor o peso. Não é preciso perfeição, e sim constância: escolher o que há de melhor dentro da realidade de cada casa, um passo de cada vez. Com um prato colorido, água ao alcance e rotina organizada, comer bem deixa de ser um desafio e vira parte natural da vida.


Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-parapromocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf - Adaptado
Qual prática a seguir contraria as orientações do texto?
Alternativas
Q3649149 Português
Leia o texto e responda à questão.


Comer bem no dia a dia: um prato colorido, simples e saudável


   Planejar a refeição pode parecer complicado, mas algumas escolhas simples tornam o prato mais nutritivo e saboroso. A primeira ideia é olhar para as cores: quando há verduras verdes, legumes alaranjados ou vermelhos e algum alimento rico em energia, como arroz ou mandioca, o corpo recebe vitaminas, fibras e força para as atividades do dia. Outra dica é organizar horários. Comer com atenção, em lugar tranquilo e sem pressa, ajuda a perceber a saciedade e evita exageros. Ninguém precisa de receitas difíceis para começar; pequenas mudanças, repetidas todos os dias, fazem diferença para a saúde.

  Para montar o prato, pense em três partes. A maior delas deve ser de alimentos in natura ou minimamente processados, como feijão, arroz, abóbora, cenoura, alface, tomate e frutas da estação. Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos. A segunda parte reúne as proteínas, que podem vir do feijão, da lentilha, dos ovos, do frango ou do peixe. A terceira parte traz os carboidratos que dão energia, como arroz, batata, mandioca ou macarrão simples. Quando o orçamento permitir, variar as preparações ao longo da semana garante mais sabor e evita a monotonia. Temperos frescos, como alho, cebola, ervas e um fio de óleo em pequena quantidade, já deixam tudo gostoso.

   Outra escolha importante é olhar os rótulos. Produtos com muitos ingredientes, nomes estranhos e muito sódio, açúcar ou gordura costumam ser ultraprocessados, feitos para durar muito tempo e serem muito palatáveis. Eles podem substituir refeições caseiras e levar ao consumo maior de calorias sem que a pessoa perceba. Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou refrigerantes, mas que o ideal é evitar o consumo frequente e dar preferência às comidas preparadas em casa. Um lanche rápido pode ser pão com ovo e tomate; uma sobremesa pode ser uma fruta madura, que já vem doce por natureza.

   Organizar a compra também ajuda a cuidar do bolso. Planeje as refeições da semana e faça uma lista antes de ir ao mercado ou à feira. Observe os preços das frutas e verduras da época, que costumam ser mais baratas e saborosas. Reaproveite sobras: o feijão de ontem vira tutu; o arroz pode virar bolinho com cenoura ralada; as cascas de certos legumes rendem caldo. Se a família não tem muito tempo para cozinhar, vale preparar uma quantidade maior de comida e guardar porções na geladeira ou no congelador, sempre com higiene e atenção ao prazo de consumo. Comer junto, na mesa, sem televisão ou celular, fortalece os vínculos e torna a refeição um momento de cuidado.

  Cuidar da alimentação é um ato de saúde e cidadania. Ao preferir alimentos frescos, valorizar a culinária do dia a dia e reduzir os ultraprocessados, a família melhora a disposição, protege o coração e controla melhor o peso. Não é preciso perfeição, e sim constância: escolher o que há de melhor dentro da realidade de cada casa, um passo de cada vez. Com um prato colorido, água ao alcance e rotina organizada, comer bem deixa de ser um desafio e vira parte natural da vida.


Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-parapromocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf - Adaptado
Segundo o texto, variar as preparações ao longo da semana serve para
Alternativas
Q3649148 Português
Leia o texto e responda à questão.


Comer bem no dia a dia: um prato colorido, simples e saudável


   Planejar a refeição pode parecer complicado, mas algumas escolhas simples tornam o prato mais nutritivo e saboroso. A primeira ideia é olhar para as cores: quando há verduras verdes, legumes alaranjados ou vermelhos e algum alimento rico em energia, como arroz ou mandioca, o corpo recebe vitaminas, fibras e força para as atividades do dia. Outra dica é organizar horários. Comer com atenção, em lugar tranquilo e sem pressa, ajuda a perceber a saciedade e evita exageros. Ninguém precisa de receitas difíceis para começar; pequenas mudanças, repetidas todos os dias, fazem diferença para a saúde.

  Para montar o prato, pense em três partes. A maior delas deve ser de alimentos in natura ou minimamente processados, como feijão, arroz, abóbora, cenoura, alface, tomate e frutas da estação. Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos. A segunda parte reúne as proteínas, que podem vir do feijão, da lentilha, dos ovos, do frango ou do peixe. A terceira parte traz os carboidratos que dão energia, como arroz, batata, mandioca ou macarrão simples. Quando o orçamento permitir, variar as preparações ao longo da semana garante mais sabor e evita a monotonia. Temperos frescos, como alho, cebola, ervas e um fio de óleo em pequena quantidade, já deixam tudo gostoso.

   Outra escolha importante é olhar os rótulos. Produtos com muitos ingredientes, nomes estranhos e muito sódio, açúcar ou gordura costumam ser ultraprocessados, feitos para durar muito tempo e serem muito palatáveis. Eles podem substituir refeições caseiras e levar ao consumo maior de calorias sem que a pessoa perceba. Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou refrigerantes, mas que o ideal é evitar o consumo frequente e dar preferência às comidas preparadas em casa. Um lanche rápido pode ser pão com ovo e tomate; uma sobremesa pode ser uma fruta madura, que já vem doce por natureza.

   Organizar a compra também ajuda a cuidar do bolso. Planeje as refeições da semana e faça uma lista antes de ir ao mercado ou à feira. Observe os preços das frutas e verduras da época, que costumam ser mais baratas e saborosas. Reaproveite sobras: o feijão de ontem vira tutu; o arroz pode virar bolinho com cenoura ralada; as cascas de certos legumes rendem caldo. Se a família não tem muito tempo para cozinhar, vale preparar uma quantidade maior de comida e guardar porções na geladeira ou no congelador, sempre com higiene e atenção ao prazo de consumo. Comer junto, na mesa, sem televisão ou celular, fortalece os vínculos e torna a refeição um momento de cuidado.

  Cuidar da alimentação é um ato de saúde e cidadania. Ao preferir alimentos frescos, valorizar a culinária do dia a dia e reduzir os ultraprocessados, a família melhora a disposição, protege o coração e controla melhor o peso. Não é preciso perfeição, e sim constância: escolher o que há de melhor dentro da realidade de cada casa, um passo de cada vez. Com um prato colorido, água ao alcance e rotina organizada, comer bem deixa de ser um desafio e vira parte natural da vida.


Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-parapromocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf - Adaptado
No trecho “Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos”, o pronome “Eles” refere-se a qual elemento citado antes?
Alternativas
Q3649147 Português
Leia o texto e responda à questão.


Comer bem no dia a dia: um prato colorido, simples e saudável


   Planejar a refeição pode parecer complicado, mas algumas escolhas simples tornam o prato mais nutritivo e saboroso. A primeira ideia é olhar para as cores: quando há verduras verdes, legumes alaranjados ou vermelhos e algum alimento rico em energia, como arroz ou mandioca, o corpo recebe vitaminas, fibras e força para as atividades do dia. Outra dica é organizar horários. Comer com atenção, em lugar tranquilo e sem pressa, ajuda a perceber a saciedade e evita exageros. Ninguém precisa de receitas difíceis para começar; pequenas mudanças, repetidas todos os dias, fazem diferença para a saúde.

  Para montar o prato, pense em três partes. A maior delas deve ser de alimentos in natura ou minimamente processados, como feijão, arroz, abóbora, cenoura, alface, tomate e frutas da estação. Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos. A segunda parte reúne as proteínas, que podem vir do feijão, da lentilha, dos ovos, do frango ou do peixe. A terceira parte traz os carboidratos que dão energia, como arroz, batata, mandioca ou macarrão simples. Quando o orçamento permitir, variar as preparações ao longo da semana garante mais sabor e evita a monotonia. Temperos frescos, como alho, cebola, ervas e um fio de óleo em pequena quantidade, já deixam tudo gostoso.

   Outra escolha importante é olhar os rótulos. Produtos com muitos ingredientes, nomes estranhos e muito sódio, açúcar ou gordura costumam ser ultraprocessados, feitos para durar muito tempo e serem muito palatáveis. Eles podem substituir refeições caseiras e levar ao consumo maior de calorias sem que a pessoa perceba. Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou refrigerantes, mas que o ideal é evitar o consumo frequente e dar preferência às comidas preparadas em casa. Um lanche rápido pode ser pão com ovo e tomate; uma sobremesa pode ser uma fruta madura, que já vem doce por natureza.

   Organizar a compra também ajuda a cuidar do bolso. Planeje as refeições da semana e faça uma lista antes de ir ao mercado ou à feira. Observe os preços das frutas e verduras da época, que costumam ser mais baratas e saborosas. Reaproveite sobras: o feijão de ontem vira tutu; o arroz pode virar bolinho com cenoura ralada; as cascas de certos legumes rendem caldo. Se a família não tem muito tempo para cozinhar, vale preparar uma quantidade maior de comida e guardar porções na geladeira ou no congelador, sempre com higiene e atenção ao prazo de consumo. Comer junto, na mesa, sem televisão ou celular, fortalece os vínculos e torna a refeição um momento de cuidado.

  Cuidar da alimentação é um ato de saúde e cidadania. Ao preferir alimentos frescos, valorizar a culinária do dia a dia e reduzir os ultraprocessados, a família melhora a disposição, protege o coração e controla melhor o peso. Não é preciso perfeição, e sim constância: escolher o que há de melhor dentro da realidade de cada casa, um passo de cada vez. Com um prato colorido, água ao alcance e rotina organizada, comer bem deixa de ser um desafio e vira parte natural da vida.


Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-parapromocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf - Adaptado
No trecho “Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou refrigerantes”, qual o argumento dessa frase no texto?
Alternativas
Q3649146 Português
Leia o texto e responda à questão.


Comer bem no dia a dia: um prato colorido, simples e saudável


   Planejar a refeição pode parecer complicado, mas algumas escolhas simples tornam o prato mais nutritivo e saboroso. A primeira ideia é olhar para as cores: quando há verduras verdes, legumes alaranjados ou vermelhos e algum alimento rico em energia, como arroz ou mandioca, o corpo recebe vitaminas, fibras e força para as atividades do dia. Outra dica é organizar horários. Comer com atenção, em lugar tranquilo e sem pressa, ajuda a perceber a saciedade e evita exageros. Ninguém precisa de receitas difíceis para começar; pequenas mudanças, repetidas todos os dias, fazem diferença para a saúde.

  Para montar o prato, pense em três partes. A maior delas deve ser de alimentos in natura ou minimamente processados, como feijão, arroz, abóbora, cenoura, alface, tomate e frutas da estação. Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos. A segunda parte reúne as proteínas, que podem vir do feijão, da lentilha, dos ovos, do frango ou do peixe. A terceira parte traz os carboidratos que dão energia, como arroz, batata, mandioca ou macarrão simples. Quando o orçamento permitir, variar as preparações ao longo da semana garante mais sabor e evita a monotonia. Temperos frescos, como alho, cebola, ervas e um fio de óleo em pequena quantidade, já deixam tudo gostoso.

   Outra escolha importante é olhar os rótulos. Produtos com muitos ingredientes, nomes estranhos e muito sódio, açúcar ou gordura costumam ser ultraprocessados, feitos para durar muito tempo e serem muito palatáveis. Eles podem substituir refeições caseiras e levar ao consumo maior de calorias sem que a pessoa perceba. Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou refrigerantes, mas que o ideal é evitar o consumo frequente e dar preferência às comidas preparadas em casa. Um lanche rápido pode ser pão com ovo e tomate; uma sobremesa pode ser uma fruta madura, que já vem doce por natureza.

   Organizar a compra também ajuda a cuidar do bolso. Planeje as refeições da semana e faça uma lista antes de ir ao mercado ou à feira. Observe os preços das frutas e verduras da época, que costumam ser mais baratas e saborosas. Reaproveite sobras: o feijão de ontem vira tutu; o arroz pode virar bolinho com cenoura ralada; as cascas de certos legumes rendem caldo. Se a família não tem muito tempo para cozinhar, vale preparar uma quantidade maior de comida e guardar porções na geladeira ou no congelador, sempre com higiene e atenção ao prazo de consumo. Comer junto, na mesa, sem televisão ou celular, fortalece os vínculos e torna a refeição um momento de cuidado.

  Cuidar da alimentação é um ato de saúde e cidadania. Ao preferir alimentos frescos, valorizar a culinária do dia a dia e reduzir os ultraprocessados, a família melhora a disposição, protege o coração e controla melhor o peso. Não é preciso perfeição, e sim constância: escolher o que há de melhor dentro da realidade de cada casa, um passo de cada vez. Com um prato colorido, água ao alcance e rotina organizada, comer bem deixa de ser um desafio e vira parte natural da vida.


Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-parapromocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf - Adaptado
Em termos de organização, o segundo parágrafo cumpre a função de
Alternativas
Q3649145 Português
Leia o texto e responda à questão.


Comer bem no dia a dia: um prato colorido, simples e saudável


   Planejar a refeição pode parecer complicado, mas algumas escolhas simples tornam o prato mais nutritivo e saboroso. A primeira ideia é olhar para as cores: quando há verduras verdes, legumes alaranjados ou vermelhos e algum alimento rico em energia, como arroz ou mandioca, o corpo recebe vitaminas, fibras e força para as atividades do dia. Outra dica é organizar horários. Comer com atenção, em lugar tranquilo e sem pressa, ajuda a perceber a saciedade e evita exageros. Ninguém precisa de receitas difíceis para começar; pequenas mudanças, repetidas todos os dias, fazem diferença para a saúde.

  Para montar o prato, pense em três partes. A maior delas deve ser de alimentos in natura ou minimamente processados, como feijão, arroz, abóbora, cenoura, alface, tomate e frutas da estação. Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos. A segunda parte reúne as proteínas, que podem vir do feijão, da lentilha, dos ovos, do frango ou do peixe. A terceira parte traz os carboidratos que dão energia, como arroz, batata, mandioca ou macarrão simples. Quando o orçamento permitir, variar as preparações ao longo da semana garante mais sabor e evita a monotonia. Temperos frescos, como alho, cebola, ervas e um fio de óleo em pequena quantidade, já deixam tudo gostoso.

   Outra escolha importante é olhar os rótulos. Produtos com muitos ingredientes, nomes estranhos e muito sódio, açúcar ou gordura costumam ser ultraprocessados, feitos para durar muito tempo e serem muito palatáveis. Eles podem substituir refeições caseiras e levar ao consumo maior de calorias sem que a pessoa perceba. Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou refrigerantes, mas que o ideal é evitar o consumo frequente e dar preferência às comidas preparadas em casa. Um lanche rápido pode ser pão com ovo e tomate; uma sobremesa pode ser uma fruta madura, que já vem doce por natureza.

   Organizar a compra também ajuda a cuidar do bolso. Planeje as refeições da semana e faça uma lista antes de ir ao mercado ou à feira. Observe os preços das frutas e verduras da época, que costumam ser mais baratas e saborosas. Reaproveite sobras: o feijão de ontem vira tutu; o arroz pode virar bolinho com cenoura ralada; as cascas de certos legumes rendem caldo. Se a família não tem muito tempo para cozinhar, vale preparar uma quantidade maior de comida e guardar porções na geladeira ou no congelador, sempre com higiene e atenção ao prazo de consumo. Comer junto, na mesa, sem televisão ou celular, fortalece os vínculos e torna a refeição um momento de cuidado.

  Cuidar da alimentação é um ato de saúde e cidadania. Ao preferir alimentos frescos, valorizar a culinária do dia a dia e reduzir os ultraprocessados, a família melhora a disposição, protege o coração e controla melhor o peso. Não é preciso perfeição, e sim constância: escolher o que há de melhor dentro da realidade de cada casa, um passo de cada vez. Com um prato colorido, água ao alcance e rotina organizada, comer bem deixa de ser um desafio e vira parte natural da vida.


Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-parapromocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf - Adaptado
No texto, argumentos do autor pretendem
Alternativas
Q3649069 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


A visita da borboleta


Discorram meus colegas sobre assuntos graúdos, nacionais e internacionais, que hoje eu fico com as borboletas. Pela manhã, uma delas, de espécie comum, branca e pequena, entrou pela janela e veio tomar café comigo. Mais propriamente, visitar-me na hora do café. Não pousou na xícara nem nos biscoitos nem na margarina. Limitou-se a dar uns voleios em torno da mesa, e retirou-se, deixando a lembrança agradável de sua visita. Embora cordial, estava apressada. Todas as borboletas são apressadas por natureza. Vivem um momento breve e não podem perder tempo com um cronista fútil, se bem que parecesse dizer, com seus volteios: “Adoro a futilidade”.


Naturalmente, fiquei todo concho com a visita: não é qualquer cronista que recebe agrados dessa ordem. Satisfeito com a minha importância, pois até as borboletas me consideram, retomei o mau hábito de ler jornal tomando café. Então deparei com a notícia de que ia realizar-se no bairro do Grajaú uma vigília ecológica em defesa das borboletas ameaçadas de extinção. Compreendi: a visita não fora gratuita, vinha chamar-me atenção para o fato. Mesmo assim, continuei apreciando a delicadeza. O lepidóptero (permitam-me chamálo pelo seu nome livresco) era meu leitor, imaginem. [...]



O pessoal do Grajaú está certo. Vejo representado nas borboletas um interesse global da vida, que se tece de infindáveis articulações entre elementos da natureza, ligando a existência do homem a um quadro onde tudo tem sua função e, portanto, sua explicação. O fato de a borboleta encerrar beleza já seria bastante para justificá-la a nossos olhos. [...]


Como toda beleza, esta é contingente, e não adianta querer perenizá-la em forma estática, nos cruéis arranjos decorativos imaginados pelo homem visando a fins de lucro. Os objetos que  utilizam asas de borboleta são horrendos, por mais que se pretenda convencer aos turistas do contrário. Já a atividade prefixada da borboleta em proveito do equilíbrio ecológico, esta é uma noção fácil de transmitir aos meninos, na escola de primeiro grau, em vez de tolerar que eles se transformem em pequenos e, amanhã, grandes caçadores, por prazer ou negócio.


A vigília do Grajaú não tinha intenção de somente defender borboletas. Pensou também nas aves e vegetais de toda sorte, que, mesmo localizados no Parque Nacional da Tijuca, sofrem a ameaça geral contra a natureza, que é uma das características da vida de hoje. Mas a particularização em benefício das borboletas dá à gente a segurança de que a consciência ecológica vai-se acentuando e distribuindo entre nós de maneira confortadora. O tema pequeno alia-se ao grande. Por outra, não há temas pequenos, em se tratando do meio natural. Uma folha de erva rasteira resume o universo.


Meu Deus, fiz uma frase de efeito, e não sou sequer vereador com direito de fazê-las. A borboleta que me visitou não gostaria disso. Caso falasse nossa linguagem, diria coisas simples, graciosas, sem afetação. E aquela era tão simples, tão sem azuis, vermelhos e verdes para exibir. Certamente não lerá estas linhas e mais certamente ainda não existirá mais, à hora em que o jornal estiver circulando. Faz mal não. Ela deu o seu recado, eu dei o meu. Borboleta, rosa e jornal vivem horas curtas, mas renascem e documentam a permanência da vida. Outra frase? Bem, desculpem, e já vou eu, na próxima, borboleteando entre assuntos vários, neste ofício de juntar sílabas sobre o cotidiano, que é meu velho ofício. Amiga borboleta, obrigado pela visita. Volte, sem compromisso.


ANDRADE, C. D. A visita da borboleta. In: ANDRADE, C. D. O gato solteiro e outros bichos. Record, 2022, p. 189-192. Disponível em

O emprego do verbo “haver” em “Por outra, não há temas pequenos” é o mesmo, em termos de pessoalidade e sentido, que ocorre em: 
Alternativas
Q3649065 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


A visita da borboleta


Discorram meus colegas sobre assuntos graúdos, nacionais e internacionais, que hoje eu fico com as borboletas. Pela manhã, uma delas, de espécie comum, branca e pequena, entrou pela janela e veio tomar café comigo. Mais propriamente, visitar-me na hora do café. Não pousou na xícara nem nos biscoitos nem na margarina. Limitou-se a dar uns voleios em torno da mesa, e retirou-se, deixando a lembrança agradável de sua visita. Embora cordial, estava apressada. Todas as borboletas são apressadas por natureza. Vivem um momento breve e não podem perder tempo com um cronista fútil, se bem que parecesse dizer, com seus volteios: “Adoro a futilidade”.


Naturalmente, fiquei todo concho com a visita: não é qualquer cronista que recebe agrados dessa ordem. Satisfeito com a minha importância, pois até as borboletas me consideram, retomei o mau hábito de ler jornal tomando café. Então deparei com a notícia de que ia realizar-se no bairro do Grajaú uma vigília ecológica em defesa das borboletas ameaçadas de extinção. Compreendi: a visita não fora gratuita, vinha chamar-me atenção para o fato. Mesmo assim, continuei apreciando a delicadeza. O lepidóptero (permitam-me chamálo pelo seu nome livresco) era meu leitor, imaginem. [...]



O pessoal do Grajaú está certo. Vejo representado nas borboletas um interesse global da vida, que se tece de infindáveis articulações entre elementos da natureza, ligando a existência do homem a um quadro onde tudo tem sua função e, portanto, sua explicação. O fato de a borboleta encerrar beleza já seria bastante para justificá-la a nossos olhos. [...]


Como toda beleza, esta é contingente, e não adianta querer perenizá-la em forma estática, nos cruéis arranjos decorativos imaginados pelo homem visando a fins de lucro. Os objetos que  utilizam asas de borboleta são horrendos, por mais que se pretenda convencer aos turistas do contrário. Já a atividade prefixada da borboleta em proveito do equilíbrio ecológico, esta é uma noção fácil de transmitir aos meninos, na escola de primeiro grau, em vez de tolerar que eles se transformem em pequenos e, amanhã, grandes caçadores, por prazer ou negócio.


A vigília do Grajaú não tinha intenção de somente defender borboletas. Pensou também nas aves e vegetais de toda sorte, que, mesmo localizados no Parque Nacional da Tijuca, sofrem a ameaça geral contra a natureza, que é uma das características da vida de hoje. Mas a particularização em benefício das borboletas dá à gente a segurança de que a consciência ecológica vai-se acentuando e distribuindo entre nós de maneira confortadora. O tema pequeno alia-se ao grande. Por outra, não há temas pequenos, em se tratando do meio natural. Uma folha de erva rasteira resume o universo.


Meu Deus, fiz uma frase de efeito, e não sou sequer vereador com direito de fazê-las. A borboleta que me visitou não gostaria disso. Caso falasse nossa linguagem, diria coisas simples, graciosas, sem afetação. E aquela era tão simples, tão sem azuis, vermelhos e verdes para exibir. Certamente não lerá estas linhas e mais certamente ainda não existirá mais, à hora em que o jornal estiver circulando. Faz mal não. Ela deu o seu recado, eu dei o meu. Borboleta, rosa e jornal vivem horas curtas, mas renascem e documentam a permanência da vida. Outra frase? Bem, desculpem, e já vou eu, na próxima, borboleteando entre assuntos vários, neste ofício de juntar sílabas sobre o cotidiano, que é meu velho ofício. Amiga borboleta, obrigado pela visita. Volte, sem compromisso.


ANDRADE, C. D. A visita da borboleta. In: ANDRADE, C. D. O gato solteiro e outros bichos. Record, 2022, p. 189-192. Disponível em

Na concepção do narrador, as borboletas: 
Alternativas
Q3648781 Português

Texto para a questão.




CAMPOS, Augusto de. Viva Vaia. São Paulo Brasiliense, 1986.

O poema de Augusto de Campos enfatiza uma crítica social e estética por meio, especialmente, de figuras como
Alternativas
Respostas
16841: E
16842: B
16843: A
16844: C
16845: B
16846: E
16847: B
16848: D
16849: C
16850: C
16851: E
16852: D
16853: B
16854: A
16855: B
16856: C
16857: E
16858: C
16859: B
16860: A