Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q4169816 Português
A sofisticação das línguas indígenas

        Você provavelmente já encontrou pelas redes sociais o famigerado #sqn, aquele jeito telegráfico de dizer que tal coisa é muito legal, “só que não”. Agora, imagine uma língua totalmente diferente do português que conta com um conceito parecido na própria estrutura das palavras, o que os linguistas apelidaram de “sufixo frustrativo” – um #sqn que faz parte da própria história do idioma.

        É exatamente assim que funciona no kotiria, um idioma da família linguística tukano que é falado por indígenas do Alto Rio Negro, na fronteira do Brasil com a Colômbia. Para exprimir a função frustrativa, o kotiria usa um sufixo com a forma -ma. Quando se quer dizer que foi até um lugar sem conseguir o que queria indo até lá, basta pegar o verbo “ir”, que é wa’a em kotiria, e acrescentar o sufixo - ma: wa’ama, “ir em vão”.

        Outra propriedade presente em diversas línguas indígenas, que aparece no kotiria, mas também na língua hup, sem parentesco direto com ela e membro de uma pequena família de idiomas do Alto Rio Negro, é a serialização verbal – ou seja, a capacidade de transformar vários verbos numa coisa só, que ajuda a descrever uma ação complexa. Talvez o mais fascinante é perceber como as palavras do cotidiano abrem uma janela para o modo de vida desses povos.

        Na língua hup, alguns advérbios tão comuns como os nossos “aqui”, “ali” e “lá” são mét’ah, “rio abaixo”, e wá’ah, “do outro lado do rio”. Entre os verbos, temos hi, que significa “seguir rio abaixo”, mas também “descer de um lugar elevado”, e sop, que é tanto “se afastar do rio”, quanto “subir uma colina”.

        No entanto, é nos substantivos que esse lado metafórico da língua hup realmente brilha. Algumas das palavras mais comuns de quem vive na floresta tropical são k’et (folha), tëg (tronco), tat (fruta) e tít (cipó), mas dá para combinar tít com a palavra para “barriga”, e formar tok-tít, “cipó-de-barriga”, ou seja, “intestino”. Ou tëg com pih para formar “tronco de música” ou “flauta”.

        É como se cada parte das árvores se tornasse uma porta para conceitos novos, maiores que a soma das palavras individuais. E isso pode ser tudo, menos “primitivo”.  

(Fonte: Superinteressante – adaptado.)
A palavra sublinhada em “Dizia que seus poemas eram efêmeros.” pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:
Alternativas
Q4168823 Português
A sofisticação das línguas indígenas

    Você provavelmente já encontrou pelas redes sociais o famigerado #sqn, aquele jeito telegráfico de dizer que tal coisa é muito legal, “só que não”. Agora, imagine uma língua totalmente diferente do português que conta com um conceito parecido na própria estrutura das palavras, o que os linguistas apelidaram de “sufixo frustrativo” – um #sqn que faz parte da própria história do idioma.
    É exatamente assim que funciona no kotiria, um idioma da família linguística tukano que é falado por indígenas do Alto Rio Negro, na fronteira do Brasil com a Colômbia. Para exprimir a função frustrativa, o kotiria usa um sufixo com a forma -ma. Quando se quer dizer que foi até um lugar sem conseguir o que queria indo até lá, basta pegar o verbo “ir”, que é wa’a em kotiria, e acrescentar o sufixo - ma: wa’ama, “ir em vão”.
    Outra propriedade presente em diversas línguas indígenas, que aparece no kotiria, mas também na língua hup, sem parentesco direto com ela e membro de uma pequena família de idiomas do Alto Rio Negro, é a serialização verbal – ou seja, a capacidade de transformar vários verbos numa coisa só, que ajuda a descrever uma ação complexa. Talvez o mais fascinante é perceber como as palavras do cotidiano abrem uma janela para o modo de vida desses povos.
    Na língua hup, alguns advérbios tão comuns como os nossos “aqui”, “ali” e “lá” são mét’ah, “rio abaixo”, e wá’ah, “do outro lado do rio”. Entre os verbos, temos hi, que significa “seguir rio abaixo”, mas também “descer de um lugar elevado”, e sop, que é tanto “se afastar do rio”, quanto “subir uma colina”.
     No entanto, é nos substantivos que esse lado metafórico da língua hup realmente brilha. Algumas das palavras mais comuns de quem vive na floresta tropical são k’et (folha), tëg (tronco), tat (fruta) e tít (cipó), mas dá para combinar tít com a palavra para “barriga”, e formar tok-tít, “cipó-de-barriga”, ou seja, “intestino”. Ou tëg com pih para formar “tronco de música” ou “flauta”. É como se cada parte das árvores se tornasse uma porta para conceitos novos, maiores que a soma das palavras individuais. E isso pode ser tudo, menos “primitivo”.

(Fonte: Superinteressante – adaptado.)
No período “Algumas das palavras mais comuns de quem vive na floresta tropical são k’et (folha), tëg (tronco), tat (fruta) e tít (cipó), mas dá para combinar tít com a palavra para ‘barriga’, e formar tok-tít, ‘cipó-de-barriga’, ou seja, ‘intestino’.”, a expressão sublinhada é utilizada em sentido metafórico. Considerando-se essa afirmação, assinalar a alternativa que também contém metáfora na expressão sublinhada: 
Alternativas
Q4168821 Português
A sofisticação das línguas indígenas

    Você provavelmente já encontrou pelas redes sociais o famigerado #sqn, aquele jeito telegráfico de dizer que tal coisa é muito legal, “só que não”. Agora, imagine uma língua totalmente diferente do português que conta com um conceito parecido na própria estrutura das palavras, o que os linguistas apelidaram de “sufixo frustrativo” – um #sqn que faz parte da própria história do idioma.
    É exatamente assim que funciona no kotiria, um idioma da família linguística tukano que é falado por indígenas do Alto Rio Negro, na fronteira do Brasil com a Colômbia. Para exprimir a função frustrativa, o kotiria usa um sufixo com a forma -ma. Quando se quer dizer que foi até um lugar sem conseguir o que queria indo até lá, basta pegar o verbo “ir”, que é wa’a em kotiria, e acrescentar o sufixo - ma: wa’ama, “ir em vão”.
    Outra propriedade presente em diversas línguas indígenas, que aparece no kotiria, mas também na língua hup, sem parentesco direto com ela e membro de uma pequena família de idiomas do Alto Rio Negro, é a serialização verbal – ou seja, a capacidade de transformar vários verbos numa coisa só, que ajuda a descrever uma ação complexa. Talvez o mais fascinante é perceber como as palavras do cotidiano abrem uma janela para o modo de vida desses povos.
    Na língua hup, alguns advérbios tão comuns como os nossos “aqui”, “ali” e “lá” são mét’ah, “rio abaixo”, e wá’ah, “do outro lado do rio”. Entre os verbos, temos hi, que significa “seguir rio abaixo”, mas também “descer de um lugar elevado”, e sop, que é tanto “se afastar do rio”, quanto “subir uma colina”.
     No entanto, é nos substantivos que esse lado metafórico da língua hup realmente brilha. Algumas das palavras mais comuns de quem vive na floresta tropical são k’et (folha), tëg (tronco), tat (fruta) e tít (cipó), mas dá para combinar tít com a palavra para “barriga”, e formar tok-tít, “cipó-de-barriga”, ou seja, “intestino”. Ou tëg com pih para formar “tronco de música” ou “flauta”. É como se cada parte das árvores se tornasse uma porta para conceitos novos, maiores que a soma das palavras individuais. E isso pode ser tudo, menos “primitivo”.

(Fonte: Superinteressante – adaptado.)
Com base no texto, analisar os itens abaixo:
I. Os falantes da língua kotiria passaram a usar o sufixo - ma apenas para traduzir a expressão frustrativa “só que não”, muito usada nas redes sociais por falantes de português.
II. Na língua hup, combinaram-se as palavras tít (cipó) e tok (barriga) para formar o conceito de “intestino”.
III. O lado metafórico da língua hup não costuma ficar evidente nos substantivos.
Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q4168783 Português
Uma caneta esferográfica funcionaria em Marte?

    Ninguém nunca foi lá para testar, é óbvio, mas é bem provável que não. Você já deve ter ouvido que as canetas esferográficas comuns não funcionam no espaço por conta da baixa gravidade. E é verdade. A gravidade é responsável por empurrar a tinta para baixo, fazendo a caneta funcionar. Porém, o próprio movimento de bolinha da caneta consegue “puxar” a tinta e fazer a caneta funcionar por um tempo – mesmo contra a gravidade.
    É difícil saber qual é a gravidade mínima para fazê-la funcionar. Marte tem pouco mais de um terço da gravidade terrestre, então é provável que você consiga usar a caneta no início. Logo, porém, ela começaria a falhar.
    No entanto, esse nem é o principal problema. Sabe aquele furinho presente na lateral da caneta? Pois é. Ele permite que o ar entre no tubo e evita que se forme um vácuo à medida que a tinta sai. Sem ele, a caneta começaria a vazar.
    Isso só acontece porque a pressão ______________ da Terra é grande o suficiente para fazer o ar preencher o tubo. Em Marte, a pressão do ar é quase 170 vezes menor do que na Terra. Mesmo que fosse possível escrever com a caneta normal, ela causaria uma bela lambança.

(Fonte: Abril - adaptado.)
Na frase “(...) ela causaria uma bela lambança.”, a palavra sublinhada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:
Alternativas
Q4168782 Português
Uma caneta esferográfica funcionaria em Marte?

    Ninguém nunca foi lá para testar, é óbvio, mas é bem provável que não. Você já deve ter ouvido que as canetas esferográficas comuns não funcionam no espaço por conta da baixa gravidade. E é verdade. A gravidade é responsável por empurrar a tinta para baixo, fazendo a caneta funcionar. Porém, o próprio movimento de bolinha da caneta consegue “puxar” a tinta e fazer a caneta funcionar por um tempo – mesmo contra a gravidade.
    É difícil saber qual é a gravidade mínima para fazê-la funcionar. Marte tem pouco mais de um terço da gravidade terrestre, então é provável que você consiga usar a caneta no início. Logo, porém, ela começaria a falhar.
    No entanto, esse nem é o principal problema. Sabe aquele furinho presente na lateral da caneta? Pois é. Ele permite que o ar entre no tubo e evita que se forme um vácuo à medida que a tinta sai. Sem ele, a caneta começaria a vazar.
    Isso só acontece porque a pressão ______________ da Terra é grande o suficiente para fazer o ar preencher o tubo. Em Marte, a pressão do ar é quase 170 vezes menor do que na Terra. Mesmo que fosse possível escrever com a caneta normal, ela causaria uma bela lambança.

(Fonte: Abril - adaptado.)
Em conformidade com o texto, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(_) Por conta da baixa gravidade, as canetas esferográficas comuns tendem a não funcionar por muito tempo no espaço.
(_) A pressão do ar na Terra é 170 vezes menor que em Marte.
Alternativas
Q4168469 Português
Por que o telefone com fio funciona mesmo quando estamos sem luz?


    Porque ele não precisa da energia elétrica da sua casa para funcionar. Nas centrais telefônicas, há baterias – geralmente de 48V – que são utilizadas como fonte de energia para os aparelhos dos ________ (pelo menos no caso dos modelos mais simples, que consomem pouca energia).
    A alimentação vem direto na linha telefônica – ou seja, chega pelos mesmos fios que transmitem sua voz. Dependendo do tamanho e da localização da central telefônica, podem existir também geradores, que mantêm as baterias carregadas caso ___________ apagões muito prolongados. Mas isso raramente é necessário, porque telefones com fio consomem pouco.
    Já o telefone sem fio exige uma potência maior, que não pode ser fornecida pela central telefônica. Portanto, precisa ser alimentado pela rede elétrica da própria casa.

Fonte: Super Interessante - adaptado.
 Em conformidade com o texto, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

(_) Diferentemente do telefone fixo, o telefone sem fio exige uma potência maior, que não pode ser fornecida pela central telefônica.
(_) Chegando por fios diferentes dos que transmitem sua voz, a alimentação vem indiretamente na linha telefônica
Alternativas
Q4168333 Português
__________ o ato de abanar gera um vento mais fresco que a temperatura ambiente?


   O ar em si não muda de temperatura. O vento só acelera a troca de calor entre você e o ambiente. É por isso que, quando está ventando, a sensação térmica fica menor que a temperatura ambiente – o ar em si não está mais frio, ele só parece estar __________ estamos perdendo calor mais rápido.
    A temperatura de uma coisa é o grau de agitação microscópica das moléculas que a compõem. O calor, por sua vez, é a energia que uma coisa transfere para agitar as moléculas de outra coisa, aumentando sua temperatura.
     Nós perdemos calor para o ar ao nosso redor o tempo todo. O vento – seja uma brisa ao ar livre ou o abano de um leque – faz com que mais moléculas de ar entrem em contato com o nosso corpo a cada segundo, acelerando a doação de energia para o ambiente.
    Isso dá a falsa impressão de que o ar em movimento é mais fresco, quando, na verdade, ele está na mesma temperatura que o ar parado. Tipo uma ilusão de ótica – só que na pele. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) considera que a sensação térmica diminui 1°C cada vez que a velocidade do vento aumenta 7km/h.

Fonte: Abril - adaptado.
No período “O advogado buscava solucionar a dissidência.”, a palavra sublinhada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:
Alternativas
Q4168330 Português
__________ o ato de abanar gera um vento mais fresco que a temperatura ambiente?


   O ar em si não muda de temperatura. O vento só acelera a troca de calor entre você e o ambiente. É por isso que, quando está ventando, a sensação térmica fica menor que a temperatura ambiente – o ar em si não está mais frio, ele só parece estar __________ estamos perdendo calor mais rápido.
    A temperatura de uma coisa é o grau de agitação microscópica das moléculas que a compõem. O calor, por sua vez, é a energia que uma coisa transfere para agitar as moléculas de outra coisa, aumentando sua temperatura.
     Nós perdemos calor para o ar ao nosso redor o tempo todo. O vento – seja uma brisa ao ar livre ou o abano de um leque – faz com que mais moléculas de ar entrem em contato com o nosso corpo a cada segundo, acelerando a doação de energia para o ambiente.
    Isso dá a falsa impressão de que o ar em movimento é mais fresco, quando, na verdade, ele está na mesma temperatura que o ar parado. Tipo uma ilusão de ótica – só que na pele. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) considera que a sensação térmica diminui 1°C cada vez que a velocidade do vento aumenta 7km/h.

Fonte: Abril - adaptado.
Marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência correta:

(_) No período “É por isso que, quando está ventando, a sensação térmica fica menor que a temperatura ambiente.”, a expressão sublinhada pode ser substituída por “venta”, sem alterar o significado da frase.

(_) No período “Isso dá a falsa impressão de que o ar em movimento é mais fresco, quando, na verdade, ele está na mesma temperatura que o ar parado.”, a palavra sublinhada pode ser substituída por “momento em que” sem alterar o significado da frase.

(_) No período “O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) considera que a sensação térmica diminui 1°C cada vez que a velocidade do vento aumenta 7km/h”, o verbo sublinhado pode ser substituído por “invalida”, sem alterar o significado da frase.
Alternativas
Q4168329 Português
__________ o ato de abanar gera um vento mais fresco que a temperatura ambiente?


   O ar em si não muda de temperatura. O vento só acelera a troca de calor entre você e o ambiente. É por isso que, quando está ventando, a sensação térmica fica menor que a temperatura ambiente – o ar em si não está mais frio, ele só parece estar __________ estamos perdendo calor mais rápido.
    A temperatura de uma coisa é o grau de agitação microscópica das moléculas que a compõem. O calor, por sua vez, é a energia que uma coisa transfere para agitar as moléculas de outra coisa, aumentando sua temperatura.
     Nós perdemos calor para o ar ao nosso redor o tempo todo. O vento – seja uma brisa ao ar livre ou o abano de um leque – faz com que mais moléculas de ar entrem em contato com o nosso corpo a cada segundo, acelerando a doação de energia para o ambiente.
    Isso dá a falsa impressão de que o ar em movimento é mais fresco, quando, na verdade, ele está na mesma temperatura que o ar parado. Tipo uma ilusão de ótica – só que na pele. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) considera que a sensação térmica diminui 1°C cada vez que a velocidade do vento aumenta 7km/h.

Fonte: Abril - adaptado.
Em conformidade com o texto, analisar os itens abaixo:

I. Quando está ventando, o que sofre alteração é a sensação térmica, não a temperatura ambiente.
II. O abano do leque faz com que a velocidade do ar aumente e as moléculas de ar aceleram a doação de energia para o ambiente.
III. O calor é uma energia transferida de uma coisa a outra; ele faz com que as moléculas se agitem e, por isso, provoca o aumento da temperatura.


Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q4168290 Português
Projetos estimulam a produção de mandioca por mulheres da agricultura familiar em Barcarena, no Pará.


Com apoio das iniciativas, as agricultoras já produziram quase meia tonelada de derivados da mandioca, como a farinha.




(Fonte: Por g1 PA / TV Liberal — Belém, 26/03/2022, 15h36. Atualizado há 3 semanas)
Em “...a produção de mandioca e derivados...” (linha 1), o termo “e” expressa
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Q4168289 Português
Projetos estimulam a produção de mandioca por mulheres da agricultura familiar em Barcarena, no Pará.


Com apoio das iniciativas, as agricultoras já produziram quase meia tonelada de derivados da mandioca, como a farinha.




(Fonte: Por g1 PA / TV Liberal — Belém, 26/03/2022, 15h36. Atualizado há 3 semanas)
Na frase “Duas iniciativas têm estimulado a produção de mandioca e derivados em Barcarena, no Pará.” (linhas 1 e 2), a expressão “em Barcarena” indica 
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Q4168288 Português
Projetos estimulam a produção de mandioca por mulheres da agricultura familiar em Barcarena, no Pará.


Com apoio das iniciativas, as agricultoras já produziram quase meia tonelada de derivados da mandioca, como a farinha.




(Fonte: Por g1 PA / TV Liberal — Belém, 26/03/2022, 15h36. Atualizado há 3 semanas)
No trecho “...as agricultoras já produziram quase meia tonelada de derivados da mandioca, como a farinha.” (linhas 4 e 5), o termo “quase” expressa
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Q4168287 Português
Projetos estimulam a produção de mandioca por mulheres da agricultura familiar em Barcarena, no Pará.


Com apoio das iniciativas, as agricultoras já produziram quase meia tonelada de derivados da mandioca, como a farinha.




(Fonte: Por g1 PA / TV Liberal — Belém, 26/03/2022, 15h36. Atualizado há 3 semanas)
Em “De acordo com o IBGE, a estimativa para 2022 é de mais de 4 milhões de toneladas.” (linhas 8 e 9), o termo “estimativa” significa
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Q4168286 Português
Projetos estimulam a produção de mandioca por mulheres da agricultura familiar em Barcarena, no Pará.


Com apoio das iniciativas, as agricultoras já produziram quase meia tonelada de derivados da mandioca, como a farinha.




(Fonte: Por g1 PA / TV Liberal — Belém, 26/03/2022, 15h36. Atualizado há 3 semanas)
No texto, predomina a denotação porque a linguagem é
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Q4168285 Português
Projetos estimulam a produção de mandioca por mulheres da agricultura familiar em Barcarena, no Pará.


Com apoio das iniciativas, as agricultoras já produziram quase meia tonelada de derivados da mandioca, como a farinha.




(Fonte: Por g1 PA / TV Liberal — Belém, 26/03/2022, 15h36. Atualizado há 3 semanas)
No enunciado “As técnicas tradicionais de cultivo ajudam a manter o Pará no topo da produção nacional de mandioca...” (linhas 6 e 7), entende-se que o Pará
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Q4168284 Português
Projetos estimulam a produção de mandioca por mulheres da agricultura familiar em Barcarena, no Pará.


Com apoio das iniciativas, as agricultoras já produziram quase meia tonelada de derivados da mandioca, como a farinha.




(Fonte: Por g1 PA / TV Liberal — Belém, 26/03/2022, 15h36. Atualizado há 3 semanas)
Os projetos 'Ativa Barcarena' e 'Tipitix' ajudam os(as)
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Q4168283 Português
Projetos estimulam a produção de mandioca por mulheres da agricultura familiar em Barcarena, no Pará.


Com apoio das iniciativas, as agricultoras já produziram quase meia tonelada de derivados da mandioca, como a farinha.




(Fonte: Por g1 PA / TV Liberal — Belém, 26/03/2022, 15h36. Atualizado há 3 semanas)
O texto
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Q4168082 Português
Vencedor do prêmio Educador Nota 10 leva música para a sala de aula


Q1_15.png (640×181)


(http:g1.globo.com/como-sera/noticia/2018/10) 
O enunciado “O vencedor do prêmio Educador Nota 10 de 2018, José Marcos Couto Júnior, fala sobre o seu projeto ‘Caravanas, limites da visibilidade’" (linhas 1 e 2), apresenta
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Q4168079 Português
Vencedor do prêmio Educador Nota 10 leva música para a sala de aula


Q1_15.png (640×181)


(http:g1.globo.com/como-sera/noticia/2018/10) 
Em “... ampliar o mundo dos alunos do 8º e 9º ano, levando-os a conhecer outros territórios e culturas...” (linhas 7 e 8 ), o termo “os” retoma
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Q4168078 Português
Vencedor do prêmio Educador Nota 10 leva música para a sala de aula


Q1_15.png (640×181)


(http:g1.globo.com/como-sera/noticia/2018/10) 
A linguagem empregada no texto é predominantemente
Alternativas
Respostas
124541: B
124542: D
124543: B
124544: D
124545: C
124546: A
124547: C
124548: D
124549: D
124550: D
124551: C
124552: D
124553: A
124554: C
124555: B
124556: A
124557: D
124558: D
124559: A
124560: D