Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q4085433 Português
Os desafios contemporâneos para educar crianças

    A pesquisa sobre percepções, opiniões, valores e atitudes da população brasileira a respeito das formas de educar e das práticas de maus-tratos e de violência contra crianças recentemente realizada pela Ipsos, a pedido de Fundação José Luiz Egydio Setubal e Instituto Galo da Manhã, ilumina uma temática urgente, de grande relevância pública. Precisamos não só de um maior número de pesquisas que abordem as questões e números de violências e maus-tratos contra crianças no Brasil, como também há uma necessidade de que essa temática ganhe maior centralidade no debate público no país. Enquanto sociedade democrática, não podemos aceitar que crianças e adolescentes tenham seus direitos básicos violados, o que ocorre ao sofrerem alguma forma de violência – seja ela física, psicológica ou sexual – ou negligência. Não podemos continuar a tolerar que a violência e o desrespeito aos direitos civis, característica estrutural da democracia no Brasil, também se perpetue nas relações cotidianas das crianças. A garantia dos direitos das crianças e adolescentes – tal como preconiza a Doutrina da Proteção Integral – é uma prioridade absoluta, sendo responsabilidade da família, da sociedade e do Estado. 
    Em um primeiro momento, a pesquisa buscou identificar quais são os entendimentos compartilhados pela população brasileira sobre infância e adolescência. A maior parte dos entrevistados afirmaram que o término da infância está temporalmente associado aos 14 anos de idade, enquanto a adolescência se inicia nos 15 e se encerra aos 18 anos. Para a população, as demarcações da infância são as mesmas para meninas e meninos. Já no que diz respeito às principais atividades a serem realizadas na infância, uma esmagadora maioria de respondentes (mais de 90%) considerou que estudar, praticar esportes e atividades de lazer, como também auxiliar em tarefas do lar, devem ser as atividades principais desempenhadas por crianças.
    Contudo, embora o Brasil tenha um legado constitucional e de programas sociais com mais de três décadas de proibição e combate ao trabalho infantil, persiste no país uma grande aceitação de uma iniciação laboral precoce. Cerca de 46% dos entrevistados consideram certo que crianças ou adolescentes tenham um trabalho de meio período fora de casa. Quando exploramos as justificativas para essa aceitação, em se tratando especificamente de crianças (que segundo os próprios entrevistados seriam menores de 14 anos), espantosamente o argumento com maior adesão é aquele que aponta o trabalho como estratégia conveniente para ocupar o tempo ocioso, evitando que crianças fiquem na rua (esta é considerada uma razão aceitável para o trabalho infantil por 46% dos entrevistados), pretexto que supera largamente as justificativas econômicas, como a necessidade de trabalhar para complementar a renda familiar (considerada aceitável por aproximadamente 26% dos entrevistados). Essas respostas nos permitem identificar a existência de uma concepção cultural, entre os brasileiros, do trabalho como uma atividade disciplinadora, que tem uma função importante no processo de formação, que prepara para a vida adulta ao mesmo tempo em que previne a delinquência. Esta forte narrativa ignora os riscos do trabalho precoce para o desenvolvimento físico e educacional das crianças, não protegendo, mas aumentando sua vulnerabilidade a violações. Em se tratando de adolescentes, o apoio a atividades laborais é massivo, seja em razão de escolha pessoal (considerado aceitável por 89% dos entrevistados), para não ficar na rua (84%) ou para ajudar na renda da família (83%). É evidente que para a maior parte dos brasileiros o trabalho na adolescência é menos um problema e mais uma solução.
    Quando passamos para as formas de educar, a maioria dos entrevistados se manifesta favorável a um modelo de educação mais baseado no diálogo do que no castigo, com pouco apoio à punição corporal. Um achado, que expressa a existência de atitudes congruentes à Doutrina da Proteção Integral, diz respeito à que grande maioria da população não compactua com formas de educação distintas para meninos e para meninas. Cerca de 60% dos entrevistados defendem a educação de crianças baseada principalmente no diálogo, sejam elas meninos ou meninas. Esta adesão se traduz em uma grande discordância com a aplicação de castigos corporais (entre 70% e 80% da amostra rejeitam totalmente ou em parte bater com objetos, beliscar ou dar tapas), humilhação e agressão verbal (92% rejeitam), ameaças (70% rejeitam), negligência e violência psicológica (86% rejeitam). Em um primeiro olhar, essas percepções, opiniões e atitudes estão difundidas no país, não diferindo significativamente por região geográfica.
    Entretanto, embora a violência em si seja rejeitada, ainda vigora entre a população uma concepção de educação tradicional baseada na manutenção de uma forte hierarquia dentro das famílias, de forma que uma boa criação deve se pautar pela disciplina, obediência, ausência de questionamento, reconhecimento da importância de castigos e um certo receio de conceder liberdades e autonomia aos filhos, o que fica manifesto na ampla concordância dos entrevistados com frases como “crianças sempre devem obedecer, sem questionar os mais velhos” (mais de 81% concorda totalmente ou em parte) e “melhor bater hoje do que o filho virar um bandido” (mais de 62% concorda totalmente ou em parte). Mais do que isso, os entrevistados reconhecem que parte significativa da população faz uso de violências psicológicas e mesmo físicas, como modo de educar. No entanto, 63% da população afirma que não reagiria ao presenciar cenas de maus-tratos contra uma criança em uma rua.
    Iniciativas que alterem a nossa tolerância e aceitação do uso de violências como forma de educar é um grande desafio contemporâneo, que precisa ser enfrentado com urgência. A garantia de direitos de crianças e adolescentes precisa ser a prioridade absoluta se desejamos assegurar que todos em nossa sociedade vivam vidas que mereçam ser vividas.

(NATAL, Ariadne; VASSELAI, Fabricio; LUCCA-SILVEIRA, Marcos de; OLIVEIRA, Thiago. Os desafios contemporâneos para educar crianças. Nexo Jornal, 2021. Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/ ensaio/debate/2021/Os-desafios-contempor%C3%A2neos-para-educarcrian%C3%A7as Acesso em: 12/11/22. Adaptado.)
A respeito das informações veiculadas, é correto afirmar, segundo o texto, que
Alternativas
Q4085432 Português
Os desafios contemporâneos para educar crianças

    A pesquisa sobre percepções, opiniões, valores e atitudes da população brasileira a respeito das formas de educar e das práticas de maus-tratos e de violência contra crianças recentemente realizada pela Ipsos, a pedido de Fundação José Luiz Egydio Setubal e Instituto Galo da Manhã, ilumina uma temática urgente, de grande relevância pública. Precisamos não só de um maior número de pesquisas que abordem as questões e números de violências e maus-tratos contra crianças no Brasil, como também há uma necessidade de que essa temática ganhe maior centralidade no debate público no país. Enquanto sociedade democrática, não podemos aceitar que crianças e adolescentes tenham seus direitos básicos violados, o que ocorre ao sofrerem alguma forma de violência – seja ela física, psicológica ou sexual – ou negligência. Não podemos continuar a tolerar que a violência e o desrespeito aos direitos civis, característica estrutural da democracia no Brasil, também se perpetue nas relações cotidianas das crianças. A garantia dos direitos das crianças e adolescentes – tal como preconiza a Doutrina da Proteção Integral – é uma prioridade absoluta, sendo responsabilidade da família, da sociedade e do Estado. 
    Em um primeiro momento, a pesquisa buscou identificar quais são os entendimentos compartilhados pela população brasileira sobre infância e adolescência. A maior parte dos entrevistados afirmaram que o término da infância está temporalmente associado aos 14 anos de idade, enquanto a adolescência se inicia nos 15 e se encerra aos 18 anos. Para a população, as demarcações da infância são as mesmas para meninas e meninos. Já no que diz respeito às principais atividades a serem realizadas na infância, uma esmagadora maioria de respondentes (mais de 90%) considerou que estudar, praticar esportes e atividades de lazer, como também auxiliar em tarefas do lar, devem ser as atividades principais desempenhadas por crianças.
    Contudo, embora o Brasil tenha um legado constitucional e de programas sociais com mais de três décadas de proibição e combate ao trabalho infantil, persiste no país uma grande aceitação de uma iniciação laboral precoce. Cerca de 46% dos entrevistados consideram certo que crianças ou adolescentes tenham um trabalho de meio período fora de casa. Quando exploramos as justificativas para essa aceitação, em se tratando especificamente de crianças (que segundo os próprios entrevistados seriam menores de 14 anos), espantosamente o argumento com maior adesão é aquele que aponta o trabalho como estratégia conveniente para ocupar o tempo ocioso, evitando que crianças fiquem na rua (esta é considerada uma razão aceitável para o trabalho infantil por 46% dos entrevistados), pretexto que supera largamente as justificativas econômicas, como a necessidade de trabalhar para complementar a renda familiar (considerada aceitável por aproximadamente 26% dos entrevistados). Essas respostas nos permitem identificar a existência de uma concepção cultural, entre os brasileiros, do trabalho como uma atividade disciplinadora, que tem uma função importante no processo de formação, que prepara para a vida adulta ao mesmo tempo em que previne a delinquência. Esta forte narrativa ignora os riscos do trabalho precoce para o desenvolvimento físico e educacional das crianças, não protegendo, mas aumentando sua vulnerabilidade a violações. Em se tratando de adolescentes, o apoio a atividades laborais é massivo, seja em razão de escolha pessoal (considerado aceitável por 89% dos entrevistados), para não ficar na rua (84%) ou para ajudar na renda da família (83%). É evidente que para a maior parte dos brasileiros o trabalho na adolescência é menos um problema e mais uma solução.
    Quando passamos para as formas de educar, a maioria dos entrevistados se manifesta favorável a um modelo de educação mais baseado no diálogo do que no castigo, com pouco apoio à punição corporal. Um achado, que expressa a existência de atitudes congruentes à Doutrina da Proteção Integral, diz respeito à que grande maioria da população não compactua com formas de educação distintas para meninos e para meninas. Cerca de 60% dos entrevistados defendem a educação de crianças baseada principalmente no diálogo, sejam elas meninos ou meninas. Esta adesão se traduz em uma grande discordância com a aplicação de castigos corporais (entre 70% e 80% da amostra rejeitam totalmente ou em parte bater com objetos, beliscar ou dar tapas), humilhação e agressão verbal (92% rejeitam), ameaças (70% rejeitam), negligência e violência psicológica (86% rejeitam). Em um primeiro olhar, essas percepções, opiniões e atitudes estão difundidas no país, não diferindo significativamente por região geográfica.
    Entretanto, embora a violência em si seja rejeitada, ainda vigora entre a população uma concepção de educação tradicional baseada na manutenção de uma forte hierarquia dentro das famílias, de forma que uma boa criação deve se pautar pela disciplina, obediência, ausência de questionamento, reconhecimento da importância de castigos e um certo receio de conceder liberdades e autonomia aos filhos, o que fica manifesto na ampla concordância dos entrevistados com frases como “crianças sempre devem obedecer, sem questionar os mais velhos” (mais de 81% concorda totalmente ou em parte) e “melhor bater hoje do que o filho virar um bandido” (mais de 62% concorda totalmente ou em parte). Mais do que isso, os entrevistados reconhecem que parte significativa da população faz uso de violências psicológicas e mesmo físicas, como modo de educar. No entanto, 63% da população afirma que não reagiria ao presenciar cenas de maus-tratos contra uma criança em uma rua.
    Iniciativas que alterem a nossa tolerância e aceitação do uso de violências como forma de educar é um grande desafio contemporâneo, que precisa ser enfrentado com urgência. A garantia de direitos de crianças e adolescentes precisa ser a prioridade absoluta se desejamos assegurar que todos em nossa sociedade vivam vidas que mereçam ser vividas.

(NATAL, Ariadne; VASSELAI, Fabricio; LUCCA-SILVEIRA, Marcos de; OLIVEIRA, Thiago. Os desafios contemporâneos para educar crianças. Nexo Jornal, 2021. Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/ ensaio/debate/2021/Os-desafios-contempor%C3%A2neos-para-educarcrian%C3%A7as Acesso em: 12/11/22. Adaptado.)
Apesar de o texto ser predominantemente expositivo, há passagens de teor argumentativo. Assinale a alternativa que apresenta marcas de argumentação.
Alternativas
Q4085431 Português
Os desafios contemporâneos para educar crianças

    A pesquisa sobre percepções, opiniões, valores e atitudes da população brasileira a respeito das formas de educar e das práticas de maus-tratos e de violência contra crianças recentemente realizada pela Ipsos, a pedido de Fundação José Luiz Egydio Setubal e Instituto Galo da Manhã, ilumina uma temática urgente, de grande relevância pública. Precisamos não só de um maior número de pesquisas que abordem as questões e números de violências e maus-tratos contra crianças no Brasil, como também há uma necessidade de que essa temática ganhe maior centralidade no debate público no país. Enquanto sociedade democrática, não podemos aceitar que crianças e adolescentes tenham seus direitos básicos violados, o que ocorre ao sofrerem alguma forma de violência – seja ela física, psicológica ou sexual – ou negligência. Não podemos continuar a tolerar que a violência e o desrespeito aos direitos civis, característica estrutural da democracia no Brasil, também se perpetue nas relações cotidianas das crianças. A garantia dos direitos das crianças e adolescentes – tal como preconiza a Doutrina da Proteção Integral – é uma prioridade absoluta, sendo responsabilidade da família, da sociedade e do Estado. 
    Em um primeiro momento, a pesquisa buscou identificar quais são os entendimentos compartilhados pela população brasileira sobre infância e adolescência. A maior parte dos entrevistados afirmaram que o término da infância está temporalmente associado aos 14 anos de idade, enquanto a adolescência se inicia nos 15 e se encerra aos 18 anos. Para a população, as demarcações da infância são as mesmas para meninas e meninos. Já no que diz respeito às principais atividades a serem realizadas na infância, uma esmagadora maioria de respondentes (mais de 90%) considerou que estudar, praticar esportes e atividades de lazer, como também auxiliar em tarefas do lar, devem ser as atividades principais desempenhadas por crianças.
    Contudo, embora o Brasil tenha um legado constitucional e de programas sociais com mais de três décadas de proibição e combate ao trabalho infantil, persiste no país uma grande aceitação de uma iniciação laboral precoce. Cerca de 46% dos entrevistados consideram certo que crianças ou adolescentes tenham um trabalho de meio período fora de casa. Quando exploramos as justificativas para essa aceitação, em se tratando especificamente de crianças (que segundo os próprios entrevistados seriam menores de 14 anos), espantosamente o argumento com maior adesão é aquele que aponta o trabalho como estratégia conveniente para ocupar o tempo ocioso, evitando que crianças fiquem na rua (esta é considerada uma razão aceitável para o trabalho infantil por 46% dos entrevistados), pretexto que supera largamente as justificativas econômicas, como a necessidade de trabalhar para complementar a renda familiar (considerada aceitável por aproximadamente 26% dos entrevistados). Essas respostas nos permitem identificar a existência de uma concepção cultural, entre os brasileiros, do trabalho como uma atividade disciplinadora, que tem uma função importante no processo de formação, que prepara para a vida adulta ao mesmo tempo em que previne a delinquência. Esta forte narrativa ignora os riscos do trabalho precoce para o desenvolvimento físico e educacional das crianças, não protegendo, mas aumentando sua vulnerabilidade a violações. Em se tratando de adolescentes, o apoio a atividades laborais é massivo, seja em razão de escolha pessoal (considerado aceitável por 89% dos entrevistados), para não ficar na rua (84%) ou para ajudar na renda da família (83%). É evidente que para a maior parte dos brasileiros o trabalho na adolescência é menos um problema e mais uma solução.
    Quando passamos para as formas de educar, a maioria dos entrevistados se manifesta favorável a um modelo de educação mais baseado no diálogo do que no castigo, com pouco apoio à punição corporal. Um achado, que expressa a existência de atitudes congruentes à Doutrina da Proteção Integral, diz respeito à que grande maioria da população não compactua com formas de educação distintas para meninos e para meninas. Cerca de 60% dos entrevistados defendem a educação de crianças baseada principalmente no diálogo, sejam elas meninos ou meninas. Esta adesão se traduz em uma grande discordância com a aplicação de castigos corporais (entre 70% e 80% da amostra rejeitam totalmente ou em parte bater com objetos, beliscar ou dar tapas), humilhação e agressão verbal (92% rejeitam), ameaças (70% rejeitam), negligência e violência psicológica (86% rejeitam). Em um primeiro olhar, essas percepções, opiniões e atitudes estão difundidas no país, não diferindo significativamente por região geográfica.
    Entretanto, embora a violência em si seja rejeitada, ainda vigora entre a população uma concepção de educação tradicional baseada na manutenção de uma forte hierarquia dentro das famílias, de forma que uma boa criação deve se pautar pela disciplina, obediência, ausência de questionamento, reconhecimento da importância de castigos e um certo receio de conceder liberdades e autonomia aos filhos, o que fica manifesto na ampla concordância dos entrevistados com frases como “crianças sempre devem obedecer, sem questionar os mais velhos” (mais de 81% concorda totalmente ou em parte) e “melhor bater hoje do que o filho virar um bandido” (mais de 62% concorda totalmente ou em parte). Mais do que isso, os entrevistados reconhecem que parte significativa da população faz uso de violências psicológicas e mesmo físicas, como modo de educar. No entanto, 63% da população afirma que não reagiria ao presenciar cenas de maus-tratos contra uma criança em uma rua.
    Iniciativas que alterem a nossa tolerância e aceitação do uso de violências como forma de educar é um grande desafio contemporâneo, que precisa ser enfrentado com urgência. A garantia de direitos de crianças e adolescentes precisa ser a prioridade absoluta se desejamos assegurar que todos em nossa sociedade vivam vidas que mereçam ser vividas.

(NATAL, Ariadne; VASSELAI, Fabricio; LUCCA-SILVEIRA, Marcos de; OLIVEIRA, Thiago. Os desafios contemporâneos para educar crianças. Nexo Jornal, 2021. Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/ ensaio/debate/2021/Os-desafios-contempor%C3%A2neos-para-educarcrian%C3%A7as Acesso em: 12/11/22. Adaptado.)
O texto lido é predominantemente expositivo porque: 
Alternativas
Q4085355 Português
O jeito mineiro e a arte de se relacionar

“Minas Gerais é o único estado brasileiro a figurar entre as dez regiões mais acolhedoras do planeta segundo o 1444444 de uma premiação realizada por uma respeitada plataforma de reservas online, divulgado em janeiro de 2021. O reconhecimento internacional reforça a famosa ______________ mineira que tem a ver, claro, com o jeito único de ser do povo das Gerais, que carrega consigo um talento natural para lidar e conviver com as pessoas. Simpático, extrovertido, ______________ e sempre disposto a ouvir o outro, o mineiro, por natureza, é um verdadeiro especialista na arte de se relacionar.”
(Disponível em: https://g1.globo.com/mg/minasgerais/especial publicitario/bem-viver-em-minas/noticia/2021/01/29/ o-jeito-mineiro-e-a-arte-de-se-relacionar.ghtml.)

Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.
Alternativas
Q4085354 Português
Sobre a gastronomia, analise as afirmativas a seguir. 

I. Envolve aspectos relacionados à cultura, técnicas de preparo, formas de serviços e degustação de todo um universo permeado pelo sabor. Nesse sentido, trabalhar a gastronomia no âmbito do turismo exige explorar todas as nuances e matizes que envolvem a temática. Seja como atrativo ou como elemento integrador da experiência turística, vários locais turísticos têm cada vez mais investido na gastronomia como um produto de diferenciação.
II. O segmento de turismo gastronômico utiliza-se da gastronomia como elemento para a vivência da cultura de um local (também denominado destino turístico ou turismo receptivo desse local). Isso acontece a partir da articulação da atividade turística com a oferta gastronômica do destino, na qual a principal motivação é a de conhecer o patrimônio gastronômico em suas diferentes manifestações como, por exemplo, pratos e produtos típicos, locais de produção artesanal, escolas de culinária, museus, passeios de trem associados à degustação.
III. Há diversas maneiras de articular a gastronomia dentro do turismo, podendo ela configurar como uma oferta técnica (serviço de apoio); oferta diferencial ou complementar (como agregador de valor a outros serviços/produtos turísticos); ou oferta principal de um destino (a gastronomia como atrativo turístico).

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q4084895 Português

Ubuntu


    Um antropólogo visitou um povoado africano. Ele quis conhecer a sua cultura e averiguar quais eram os seus valores fundamentais. Assim, ocorreu-lhe propor uma brincadeira para as crianças. Ele colocou um cesto de frutas perto de uma árvore e disse o seguinte:

– A primeira que chegar à árvore ficará com o cesto de frutas

    Mas, quando o homem deu o sinal para que começasse a corrida em direção ao cesto, aconteceu algo inusitado: as crianças deram as mãos umas às outras e começaram a correr juntas. Ao chegarem ao mesmo tempo todas desfrutaram do prêmio. Elas se sentaram e repartiram as frutas.

    O antropólogo lhes perguntou por que tinham feito isso, quando somente uma poderia ter ficado com todo o cesto. Uma das crianças respondeu:

– ‘Ubuntu’. Como um de nós poderia ficar feliz se o resto estivesse triste?  

    O homem ficou impressionado pela resposta sensata do menino. Ubuntu é uma antiga palavra africana que na cultura Zulu e Xhosa significa ‘Sou quem sou porque somos todos nós’. É uma filosofia que consiste em acreditar que cooperando se consegue a harmonia, já que se consegue a felicidade de todos.

No trecho “A primeira que chegar à árvore ficará com o cesto de frutas”, o numeral primeira faz referência:
Alternativas
Q4084893 Português

Ubuntu


    Um antropólogo visitou um povoado africano. Ele quis conhecer a sua cultura e averiguar quais eram os seus valores fundamentais. Assim, ocorreu-lhe propor uma brincadeira para as crianças. Ele colocou um cesto de frutas perto de uma árvore e disse o seguinte:

– A primeira que chegar à árvore ficará com o cesto de frutas

    Mas, quando o homem deu o sinal para que começasse a corrida em direção ao cesto, aconteceu algo inusitado: as crianças deram as mãos umas às outras e começaram a correr juntas. Ao chegarem ao mesmo tempo todas desfrutaram do prêmio. Elas se sentaram e repartiram as frutas.

    O antropólogo lhes perguntou por que tinham feito isso, quando somente uma poderia ter ficado com todo o cesto. Uma das crianças respondeu:

– ‘Ubuntu’. Como um de nós poderia ficar feliz se o resto estivesse triste?  

    O homem ficou impressionado pela resposta sensata do menino. Ubuntu é uma antiga palavra africana que na cultura Zulu e Xhosa significa ‘Sou quem sou porque somos todos nós’. É uma filosofia que consiste em acreditar que cooperando se consegue a harmonia, já que se consegue a felicidade de todos.

No trecho “Assim, ocorreu-lhe propor uma brincadeira para as crianças”, o pronome lhe refere-se:
Alternativas
Q4084892 Português

Ubuntu


    Um antropólogo visitou um povoado africano. Ele quis conhecer a sua cultura e averiguar quais eram os seus valores fundamentais. Assim, ocorreu-lhe propor uma brincadeira para as crianças. Ele colocou um cesto de frutas perto de uma árvore e disse o seguinte:

– A primeira que chegar à árvore ficará com o cesto de frutas

    Mas, quando o homem deu o sinal para que começasse a corrida em direção ao cesto, aconteceu algo inusitado: as crianças deram as mãos umas às outras e começaram a correr juntas. Ao chegarem ao mesmo tempo todas desfrutaram do prêmio. Elas se sentaram e repartiram as frutas.

    O antropólogo lhes perguntou por que tinham feito isso, quando somente uma poderia ter ficado com todo o cesto. Uma das crianças respondeu:

– ‘Ubuntu’. Como um de nós poderia ficar feliz se o resto estivesse triste?  

    O homem ficou impressionado pela resposta sensata do menino. Ubuntu é uma antiga palavra africana que na cultura Zulu e Xhosa significa ‘Sou quem sou porque somos todos nós’. É uma filosofia que consiste em acreditar que cooperando se consegue a harmonia, já que se consegue a felicidade de todos.

No trecho “Ele colocou um cesto de frutas perto de uma árvore”, o advérbio destacado possui sentido de: 
Alternativas
Q4084891 Português

Ubuntu


    Um antropólogo visitou um povoado africano. Ele quis conhecer a sua cultura e averiguar quais eram os seus valores fundamentais. Assim, ocorreu-lhe propor uma brincadeira para as crianças. Ele colocou um cesto de frutas perto de uma árvore e disse o seguinte:

– A primeira que chegar à árvore ficará com o cesto de frutas

    Mas, quando o homem deu o sinal para que começasse a corrida em direção ao cesto, aconteceu algo inusitado: as crianças deram as mãos umas às outras e começaram a correr juntas. Ao chegarem ao mesmo tempo todas desfrutaram do prêmio. Elas se sentaram e repartiram as frutas.

    O antropólogo lhes perguntou por que tinham feito isso, quando somente uma poderia ter ficado com todo o cesto. Uma das crianças respondeu:

– ‘Ubuntu’. Como um de nós poderia ficar feliz se o resto estivesse triste?  

    O homem ficou impressionado pela resposta sensata do menino. Ubuntu é uma antiga palavra africana que na cultura Zulu e Xhosa significa ‘Sou quem sou porque somos todos nós’. É uma filosofia que consiste em acreditar que cooperando se consegue a harmonia, já que se consegue a felicidade de todos.

De acordo com o texto, por qual motivo o homem ficou impressionado? 
Alternativas
Q4084580 Português
Monitorar a coerência dos nossos entendimentos numa leitura, perguntando-se se eles são coerentes e se fazem sentido dentro do sentido geral do texto, é uma estratégia de grande importância durante uma leitura.
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre o monitoramento da coerência da leitura.

( ) É sempre conveniente se perguntar se o que está sendo lido (e compreendido) faz sentido.
( ) O monitoramento de coerência da leitura pode ocorrer no nível da palavra, da locução, do parágrafo, da coesão entre parágrafos.
( ) Um leitor estratégico lê de forma rígida, ele não  contempla novos caminhos, idas e vindas do texto, “pulos” do texto, paradas para reflexão.
( ) Os alunos devem sempre continuar lendo para verificar os seus entendimentos e nunca voltar ao início do texto se acharem necessário para fazer mais verificações.
( ) Um leitor estratégico procura formas de continuar a leitura de maneira que ela seja coerente e cumpra seus objetivos (de entreter, dar informações, instruir, o que for o caso).


De acordo com as afirmações, a sequência correta é
Alternativas
Q4084576 Português
Existem elementos que garantem a coesão entre as sentenças e entre os parágrafos do texto.
Preencha corretamente as lacunas do texto a seguir sobre marcadores discursivos – conectores lógicos.

Words of transition, words of connection, logical connectors, transition devices, cohesive devices, linking words/devices, discourse markers ou connective adjuncts, são algumas das muitas ________________ usadas para identificar este aspecto de grande relevância, não só do inglês, como de todas as línguas. São conjunções, advérbios, preposições, locuções etc., que servem para estabelecer uma ________________ lógica entre frases e elementos da ideia. Esses marcadores discursivos têm a função de ligar as ________________ umas às outras, de indicar ideias similares ou opostas, de estabelecer relações de causa e efeito, entre outras.

A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é
Alternativas
Q4084571 Português
Avalie as afirmações sobre a configuração, dinamicidade e circulação dos gêneros textuais.

I - O estudo dos gêneros textuais é uma fértil área interdisciplinar, com atenção especial para o funcionamento da língua e para as atividades culturais e sociais.

II - Os gêneros devem ser concebidos como modelos estanques e catalogados de maneira rígida, tendo em vista que podemos tomá-los como se fossem peças que se sobrepõem às estruturas sociais.

III - Todas as nossas manifestações verbais mediante a língua se dão como textos e não como elementos linguísticos isolados, os quais são enunciados no plano das ações sociais situadas e históricas.

IV - Os gêneros são superestruturas canônicas e deterministas, que independem de fatores tais como as práticas sociais, os aspectos cognitivos, os interesses, as relações de poder, as tecnologias e as atividades discursivas.

V - Existe uma grande variedade de teorias de gêneros no momento atual, mas pode-se dizer que as teorias de gênero que privilegiam a forma ou a estrutura estão hoje em crise, tendo-se em vista que o gênero é essencialmente flexível e variável.


Está correto apenas o que se afirma em
Alternativas
Ano: 2022 Banca: FCM Órgão: IF-AM Prova: FCM - 2022 - IF-AM - Professor PEBTT - Pedagogia |
Q4084521 Português
Os profissionais da educação vivenciam uma nova realidade dentro da formação que está atrelada à importância da área de atuação. Vasconcelos (2019) descreve que o drama da realidade escolar faz com que os professores se coloquem cada vez mais fortemente: O que fazer amanhã em sala? Nesse sentido, analise o texto a seguir.

“Paralelamente à propagação do novo coronavírus, o Sars-CoV-2, a Organização Mundial da Saúde (OMS) chamou a atenção para outro tipo de surto que também apresenta risco potencial à saúde pública e foi batizado por ela de infodemia. Trata-se da difusão massiva de desinformação, mentiras e rumores sobre a pandemia, comprometendo o acesso a dados com respaldo de cientistas e autoridades sanitárias. Além das notícias falsas, hoje conhecidas como fake news, o crescimento vertiginoso no volume de informações nem sempre precisas, divulgadas diariamente pelos meios de comunicação, também pode desnortear as pessoas. ‘Informações imprecisas sobre a Covid-19, a doença respiratória causada pelo coronavírus, estão se espalhando mais rapidamente do que o próprio vírus’, disse Aleksandra Kuzmanovic, gerente de mídias sociais da OMS, em entrevista à rede de televisão CNN, no início de março. De acordo com Kuzmanovic, a organização está trabalhando todos os dias com empresas como Facebook, Twitter, Pinterest e Google, para garantir que os usuários sejam direcionados a fontes de comunicação confiáveis. O objetivo é fazer com que as pessoas tenham acesso a informações oficiais da OMS, dos centros de controle de doenças ou dos ministérios da Saúde dos países quando pesquisarem por ‘coronavírus’ nas plataformas digitais. No site da OMS, foram disponibilizados infográficos que desmentem os principais boatos que circulam na internet, como uma recomendação de que banhos quentes matam o coronavírus ou que a doença pode ser transmitida por mosquitos.”
Fonte: https://revistapesquisa.fapesp.br/2020/04/07/epidemia-de-fake-news/.

  De acordo com o texto sobre a infodemia em tempos de coronavírus está correto o que se afirma em
Alternativas
Q4083664 Português
No Currículo da Educação Básica do Sistema Municipal de Ensino de Blumenau (2021), o objeto de estudo da Língua Portuguesa é a linguagem, o texto-discurso, em perspectiva de atividades linguísticas (praticadas nas interações entre os sujeitos), epilinguística (reflexão que toma os próprios recursos expressivos como seu objeto, também realizadas nos processos interacionais) e metalinguística, que está relacionada à:
Alternativas
Q4082385 Português

Leia:


“O câncer do colo do útero é o terceiro mais frequente entre as brasileiras, atrás apenas do câncer de mama e do colorretal, e a quarta causa de morte de mulheres por câncer no país. Segundo o Atlas de Mortalidade por Câncer, disponibilizado pelo SIM (Sistema de Informações sobre Mortalidade), em 2019, foram 6.596 vítimas fatais de uma doença que, na maioria dos casos, é evitável com exame de rastreamento e uma medida simples e acessível: a vacina contra o HPV.”


Fonte: https://drauziovarella.uol.com.br/coluna-2/desinformacao-gera-baixa-adesaoa-vacinacao-contra-o-hpv-coluna/

No trecho “Segundo o Atlas de Mortalidade por Câncer, disponibilizado pelo SIM”, qual das palavras abaixo pode substituir a destacada sem alterar o entendimento? 
Alternativas
Q4082384 Português

Leia:


“O câncer do colo do útero é o terceiro mais frequente entre as brasileiras, atrás apenas do câncer de mama e do colorretal, e a quarta causa de morte de mulheres por câncer no país. Segundo o Atlas de Mortalidade por Câncer, disponibilizado pelo SIM (Sistema de Informações sobre Mortalidade), em 2019, foram 6.596 vítimas fatais de uma doença que, na maioria dos casos, é evitável com exame de rastreamento e uma medida simples e acessível: a vacina contra o HPV.”


Fonte: https://drauziovarella.uol.com.br/coluna-2/desinformacao-gera-baixa-adesaoa-vacinacao-contra-o-hpv-coluna/

Com base na leitura, considere a alternativa incorreta:
Alternativas
Q4082304 Português
A coesão textual depende de algumas categorias de procedimento. Assim, na perspectiva das concatenações frásicas lineares, preencha corretamente as lacunas do texto.

A ____________ omite um item lexical recuperável pelo contexto, ou seja, a substituição por zero (0). Ela pode ocorrer por meio de elementos nominais, verbais e oracionais; a ____________ é função pela qual um signo linguístico se relaciona a um objeto extralinguístico. Ela pode ser situacional ou exofórica (isto é, extratextual) e textual ou endofórica; a ____________ pode ser nominal (feita por meio de pronomes pessoais, numerais, indefinidos, nomes genéricos como coisa, gente, pessoa) e verbal (o verbo “fazer” é substituto dos causativos, “ser” é o substituto existencial). Por último, a ____________ tem natureza diferente das outras relações coesivas por não se tratar simplesmente de uma relação anafórica. Os elementos são coesivos não por si mesmos, mas indiretamente, em virtude das relações específicas que se estabelecem entre as orações, períodos e parágrafos.

A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é
Alternativas
Q4082302 Português
É importante trabalhar as relações entre as partes do texto, tanto na produção como na leitura/escuta, na escrita, considerando-se a construção composicional e o estilo do gênero, usando/reconhecendo adequadamente os recursos coesivos diversos.
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre a coesão como fator preponderante da textualidade.

( ) A coesão é obtida integralmente através da gramática e, do mesmo modo, através do léxico.

( ) A coesão refere-se aos modos como os componentes do universo textual estão ligados entre si dentro de uma sequência.

( ) As relações de sentido entre os enunciados que compõem o texto são relativas, por isso a interpretação de um elemento não depende da interpretação de outro.

( ) Pode haver textos destituídos de coesão, mas cuja textualidade se dá ao nível da coerência, assim a retomada de elementos não é o único meio para a sua compreensão.


De acordo com as afirmações, a sequência correta é
Alternativas
Q4082297 Português
Em decorrência do avanço e da multiplicação das tecnologias de informação e comunicação e do crescente acesso a elas pela maior disponibilidade de computadores, telefones celulares, tablets e afins, os estudantes estão dinamicamente inseridos nessa cultura.
A esse respeito, leia o texto a seguir.
“Para trabalhar a Educação 4.0 nas unidades da rede municipal de ensino, a Prefeitura de Manaus vai implantar em 225 escolas da Secretaria Municipal de Educação (Semed), Centros de Tecnologias Educacionais (CTEs). Os espaços terão computadores, kits, legos e arduinos, que contribuirão para a educação digital dos mais de 250 mil alunos da rede. O espaço é alinhado com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e o Plano Municipal de Educação (PME), que permitem desenvolver tecnologias educacionais e práticas pedagógicas inovadoras, além de promover espaços adequados à realização de oficinas, projetos pedagógicos, empreendedorismo educacional e atividades socioeducativas com uso das Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC).”
Disponível em: <https://informemanaus.com/2021/prefeitura-de-manaus -aposta-na-educacao-4-0-e-vai-implantar-225-centros-de-tecnologias-educacionais-em-escolas/. Adaptado.



Tendo por base a importância da Educação 4.0 em Manaus, alinhada aos princípios da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a cultura midiática e digital nas escolas deve priorizar sempre
Alternativas
Q4082291 Português
O eixo “Leitura” do componente Língua Portuguesa da BNCC compreende “a circulação dos gêneros do discurso nos diferentes campos de atividade, seus usos e funções relacionados com as atividades típicas do campo, seus diferentes agentes, os interesses em jogo e as práticas de linguagem em circulação e as relações de determinação desses elementos sobre a construção composicional, as marcas linguísticas ligadas ao estilo e o conteúdo temático dos gêneros.” (BRASIL, 2018, p. 72)
A esse respeito, associe corretamente o tipo de gênero discursivo ao seu respectivo conteúdo temático.

TIPOS
1 - Debate 2 - Notícia 3 - Crônica 4 - Ensaio 5 - Entrevista

CONTEÚDOS
( ) apresenta diferentes pontos de vista sobre um determinado tema e, normalmente, pertence à comunicação oral.
( ) apresenta opiniões e experiências de um especialista ou de uma pessoa de destaque a respeito de certo assunto.
( ) caracteriza-se como um relato não literário e informa ao leitor fatos de interesse público, com simplicidade, concisão e precisão.
( ) apresenta fatos do cotidiano a partir do ponto de vista do autor, elaborado com a intenção de divertir, emocionar ou de fazer o leitor refletir.
( ) caracteriza-se pelo rigor das argumentações e apresenta uma abordagem crítica e interpretativa de um assunto quase sempre polêmico.

A sequência correta dessa associação é
Alternativas
Respostas
96581: D
96582: B
96583: B
96584: D
96585: A
96586: B
96587: D
96588: A
96589: C
96590: A
96591: E
96592: B
96593: E
96594: C
96595: B
96596: D
96597: A
96598: B
96599: B
96600: B