Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q2122128 Português
      A língua que falamos molda a forma como enxergamos as coisas. Cada idioma tem seus recursos e expressões, e isso tudo pode contribuir para que uma mesma situação ganhe interpretações diferentes. Ao comentar sobre o pouco tempo que tem de almoço, por exemplo, uma pessoa que fala inglês ou sueco provavelmente utilizaria o termo “pausa curta”. Para falantes de espanhol e grego, porém, o momento seria descrito como uma “pequena pausa”.
    Essas variações na linguagem podem influenciar a percepção que cada pessoa tem sobre o tempo. E o caso mais interessante vem daqueles que falam mais de um idioma. Quem é bilíngue tem uma “chavinha” no cérebro, alterada de acordo com a língua que será utilizada.
     Para determinar essa relação, alguns pesquisadores analisaram um grupo de 80 voluntários, composto metade por espanhóis e metade por suecos, que foram submetidos a alguns experimentos psicológicos.
       No primeiro, eles tinham de assistir a uma animação de computador que mostrava duas linhas, que cresciam a partir de um ponto. Uma delas levava três segundos para atingir o tamanho de quatro polegadas. A outra crescia até atingir seis polegadas, no mesmo tempo. Após acompanharem as cenas, os voluntários eram orientados a manifestar suas impressões, estimando quanto tempo as linhas levaram para atingir seus tamanhos finais.
       Os pesquisadores esperavam que os suecos tivessem mais dificuldade em acertar esse tempo. E foi exatamente o que aconteceu: para eles, a linha maior teria demorado mais que a outra para chegar às seis polegadas. Enquanto isso, espanhóis indicaram a duração do experimento com mais precisão — independentemente do tamanho de cada linha.
      De acordo com os cientistas, o observado tem relação direta com a maneira como ambas as culturas quantificam o tempo.
         O que tudo isso sugere é que, sob certas condições, a linguagem pode ter um peso maior que a rapidez de pensamento. Isso quer dizer que somente o fato de os pensamentos serem em certo idioma já pode ser responsável por uma desvantagem em determinada tarefa.
       A boa notícia é que aprender novas línguas significa quebrar essa barreira, nos tornando capazes de perceber nuances que não conseguiríamos antes. 

Internet: <www.super.abril.com.br> (com adaptações).

Considerando as ideias e aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item a seguir.


Em alguns trechos do texto, o autor utiliza a linguagem informal como estratégia de aproximação do leitor.

Alternativas
Q2122127 Português
      A língua que falamos molda a forma como enxergamos as coisas. Cada idioma tem seus recursos e expressões, e isso tudo pode contribuir para que uma mesma situação ganhe interpretações diferentes. Ao comentar sobre o pouco tempo que tem de almoço, por exemplo, uma pessoa que fala inglês ou sueco provavelmente utilizaria o termo “pausa curta”. Para falantes de espanhol e grego, porém, o momento seria descrito como uma “pequena pausa”.
    Essas variações na linguagem podem influenciar a percepção que cada pessoa tem sobre o tempo. E o caso mais interessante vem daqueles que falam mais de um idioma. Quem é bilíngue tem uma “chavinha” no cérebro, alterada de acordo com a língua que será utilizada.
     Para determinar essa relação, alguns pesquisadores analisaram um grupo de 80 voluntários, composto metade por espanhóis e metade por suecos, que foram submetidos a alguns experimentos psicológicos.
       No primeiro, eles tinham de assistir a uma animação de computador que mostrava duas linhas, que cresciam a partir de um ponto. Uma delas levava três segundos para atingir o tamanho de quatro polegadas. A outra crescia até atingir seis polegadas, no mesmo tempo. Após acompanharem as cenas, os voluntários eram orientados a manifestar suas impressões, estimando quanto tempo as linhas levaram para atingir seus tamanhos finais.
       Os pesquisadores esperavam que os suecos tivessem mais dificuldade em acertar esse tempo. E foi exatamente o que aconteceu: para eles, a linha maior teria demorado mais que a outra para chegar às seis polegadas. Enquanto isso, espanhóis indicaram a duração do experimento com mais precisão — independentemente do tamanho de cada linha.
      De acordo com os cientistas, o observado tem relação direta com a maneira como ambas as culturas quantificam o tempo.
         O que tudo isso sugere é que, sob certas condições, a linguagem pode ter um peso maior que a rapidez de pensamento. Isso quer dizer que somente o fato de os pensamentos serem em certo idioma já pode ser responsável por uma desvantagem em determinada tarefa.
       A boa notícia é que aprender novas línguas significa quebrar essa barreira, nos tornando capazes de perceber nuances que não conseguiríamos antes. 

Internet: <www.super.abril.com.br> (com adaptações).

Considerando as ideias e aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item a seguir.


As expressões “Uma delas” (segundo período do quarto parágrafo) e “A outra” (terceiro período do quarto parágrafo) remetem, respectivamente, a “animação de computador” e a “duas linhas” (ambas no primeiro período do quarto parágrafo).

Alternativas
Q2122126 Português
      A língua que falamos molda a forma como enxergamos as coisas. Cada idioma tem seus recursos e expressões, e isso tudo pode contribuir para que uma mesma situação ganhe interpretações diferentes. Ao comentar sobre o pouco tempo que tem de almoço, por exemplo, uma pessoa que fala inglês ou sueco provavelmente utilizaria o termo “pausa curta”. Para falantes de espanhol e grego, porém, o momento seria descrito como uma “pequena pausa”.
    Essas variações na linguagem podem influenciar a percepção que cada pessoa tem sobre o tempo. E o caso mais interessante vem daqueles que falam mais de um idioma. Quem é bilíngue tem uma “chavinha” no cérebro, alterada de acordo com a língua que será utilizada.
     Para determinar essa relação, alguns pesquisadores analisaram um grupo de 80 voluntários, composto metade por espanhóis e metade por suecos, que foram submetidos a alguns experimentos psicológicos.
       No primeiro, eles tinham de assistir a uma animação de computador que mostrava duas linhas, que cresciam a partir de um ponto. Uma delas levava três segundos para atingir o tamanho de quatro polegadas. A outra crescia até atingir seis polegadas, no mesmo tempo. Após acompanharem as cenas, os voluntários eram orientados a manifestar suas impressões, estimando quanto tempo as linhas levaram para atingir seus tamanhos finais.
       Os pesquisadores esperavam que os suecos tivessem mais dificuldade em acertar esse tempo. E foi exatamente o que aconteceu: para eles, a linha maior teria demorado mais que a outra para chegar às seis polegadas. Enquanto isso, espanhóis indicaram a duração do experimento com mais precisão — independentemente do tamanho de cada linha.
      De acordo com os cientistas, o observado tem relação direta com a maneira como ambas as culturas quantificam o tempo.
         O que tudo isso sugere é que, sob certas condições, a linguagem pode ter um peso maior que a rapidez de pensamento. Isso quer dizer que somente o fato de os pensamentos serem em certo idioma já pode ser responsável por uma desvantagem em determinada tarefa.
       A boa notícia é que aprender novas línguas significa quebrar essa barreira, nos tornando capazes de perceber nuances que não conseguiríamos antes. 

Internet: <www.super.abril.com.br> (com adaptações).

Considerando as ideias e aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item a seguir.


Embora o texto se caracterize como dissertativo-informativo, há, nele, trechos característicos do tipo textual narrativo. 


Alternativas
Q2122125 Português
      A língua que falamos molda a forma como enxergamos as coisas. Cada idioma tem seus recursos e expressões, e isso tudo pode contribuir para que uma mesma situação ganhe interpretações diferentes. Ao comentar sobre o pouco tempo que tem de almoço, por exemplo, uma pessoa que fala inglês ou sueco provavelmente utilizaria o termo “pausa curta”. Para falantes de espanhol e grego, porém, o momento seria descrito como uma “pequena pausa”.
    Essas variações na linguagem podem influenciar a percepção que cada pessoa tem sobre o tempo. E o caso mais interessante vem daqueles que falam mais de um idioma. Quem é bilíngue tem uma “chavinha” no cérebro, alterada de acordo com a língua que será utilizada.
     Para determinar essa relação, alguns pesquisadores analisaram um grupo de 80 voluntários, composto metade por espanhóis e metade por suecos, que foram submetidos a alguns experimentos psicológicos.
       No primeiro, eles tinham de assistir a uma animação de computador que mostrava duas linhas, que cresciam a partir de um ponto. Uma delas levava três segundos para atingir o tamanho de quatro polegadas. A outra crescia até atingir seis polegadas, no mesmo tempo. Após acompanharem as cenas, os voluntários eram orientados a manifestar suas impressões, estimando quanto tempo as linhas levaram para atingir seus tamanhos finais.
       Os pesquisadores esperavam que os suecos tivessem mais dificuldade em acertar esse tempo. E foi exatamente o que aconteceu: para eles, a linha maior teria demorado mais que a outra para chegar às seis polegadas. Enquanto isso, espanhóis indicaram a duração do experimento com mais precisão — independentemente do tamanho de cada linha.
      De acordo com os cientistas, o observado tem relação direta com a maneira como ambas as culturas quantificam o tempo.
         O que tudo isso sugere é que, sob certas condições, a linguagem pode ter um peso maior que a rapidez de pensamento. Isso quer dizer que somente o fato de os pensamentos serem em certo idioma já pode ser responsável por uma desvantagem em determinada tarefa.
       A boa notícia é que aprender novas línguas significa quebrar essa barreira, nos tornando capazes de perceber nuances que não conseguiríamos antes. 

Internet: <www.super.abril.com.br> (com adaptações).

Considerando as ideias e aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item a seguir.


A palavra ‘chavinha’ (terceiro período do segundo parágrafo) é empregada no texto em sentido denotativo, como sinônima de meio de acesso, a despeito do valor afetivo que o uso do diminutivo adquire no contexto. 

Alternativas
Q2122124 Português
      A língua que falamos molda a forma como enxergamos as coisas. Cada idioma tem seus recursos e expressões, e isso tudo pode contribuir para que uma mesma situação ganhe interpretações diferentes. Ao comentar sobre o pouco tempo que tem de almoço, por exemplo, uma pessoa que fala inglês ou sueco provavelmente utilizaria o termo “pausa curta”. Para falantes de espanhol e grego, porém, o momento seria descrito como uma “pequena pausa”.
    Essas variações na linguagem podem influenciar a percepção que cada pessoa tem sobre o tempo. E o caso mais interessante vem daqueles que falam mais de um idioma. Quem é bilíngue tem uma “chavinha” no cérebro, alterada de acordo com a língua que será utilizada.
     Para determinar essa relação, alguns pesquisadores analisaram um grupo de 80 voluntários, composto metade por espanhóis e metade por suecos, que foram submetidos a alguns experimentos psicológicos.
       No primeiro, eles tinham de assistir a uma animação de computador que mostrava duas linhas, que cresciam a partir de um ponto. Uma delas levava três segundos para atingir o tamanho de quatro polegadas. A outra crescia até atingir seis polegadas, no mesmo tempo. Após acompanharem as cenas, os voluntários eram orientados a manifestar suas impressões, estimando quanto tempo as linhas levaram para atingir seus tamanhos finais.
       Os pesquisadores esperavam que os suecos tivessem mais dificuldade em acertar esse tempo. E foi exatamente o que aconteceu: para eles, a linha maior teria demorado mais que a outra para chegar às seis polegadas. Enquanto isso, espanhóis indicaram a duração do experimento com mais precisão — independentemente do tamanho de cada linha.
      De acordo com os cientistas, o observado tem relação direta com a maneira como ambas as culturas quantificam o tempo.
         O que tudo isso sugere é que, sob certas condições, a linguagem pode ter um peso maior que a rapidez de pensamento. Isso quer dizer que somente o fato de os pensamentos serem em certo idioma já pode ser responsável por uma desvantagem em determinada tarefa.
       A boa notícia é que aprender novas línguas significa quebrar essa barreira, nos tornando capazes de perceber nuances que não conseguiríamos antes. 

Internet: <www.super.abril.com.br> (com adaptações).

Considerando as ideias e aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item a seguir.


No texto, os trechos que tratam das línguas e das variações linguísticas evidenciam a presença da função metalinguística da linguagem.

Alternativas
Q2122109 Português
Texto 10A1-I

    A discussão sobre um gênero neutro na linguagem deriva do uso do gênero gramatical masculino para denotar homens e mulheres (Todos nessa sala de aula devem entregar o trabalho.) e do feminino específico (Clarice Lispector é incluída pela crítica especializada entre os principais autores brasileiros do século 20.).
     Na gramática, o uso do masculino genérico é visto como gênero não marcado, ou seja, usá-lo não dá a entender que todos os sujeitos sejam homens ou mulheres — ele é inespecífico. Por ser algo cotidiano, é difícil pensar nas implicações políticas de empregar o masculino genérico, mas o tema foi amplamente discutido por especialistas como uma forma de marcar a hierarquização de gêneros na sociedade, priorizando o homem e invisibilizando a mulher. O masculino genérico é chamado, inclusive, de falso neutro.
    Entretanto, essa abordagem não é unânime no campo da linguística. Para muitos estudiosos, a interpretação sexista do masculino genérico ignora as origens latinas da língua portuguesa.
     No latim havia três designações: feminina, masculina e neutra. As formas neutras de adjetivos e substantivos no latim acabaram absorvidas por palavras de gênero masculino. A única marcação de gênero no português é o feminino. O neutro estaria, portanto, junto ao masculino.
    O Brasil não é o único país onde a linguagem neutra é discutida. Alguns setores acadêmicos, instituições de ensino e ativistas estadunidenses já consideram usar pronome neutro para se referir a todos, em vez de recorrer à demarcação de gênero binário.
    Especialistas avaliam que a modificação gramatical em línguas latinas pode ser muito mais complexa e custosa do que no inglês ou no alemão, em que já está em uso o gênero neutro, porque as línguas anglo-saxônicas em si já oferecem essa opção.
     Segundo especialistas, esse tipo de inovação é mais fácil de ocorrer no inglês, em que, com exceção daquelas palavras herdadas do latim, como actor (ator) e actress (atriz), a flexão de gênero não altera os substantivos e adjetivos. No caso do português, essa transformação não depende apenas da alteração de um pronome, porque a flexão de gênero afeta todo o sintagma nominal. Assim, a flexão de gênero é demarcada pela vogal temática a ou o (como em pesquisadoras brasileiras) e(ou) por meio do artigo a ou o (como em a intérprete).
     Mesmo com os desafios morfológicos, linguistas afirmam que não é impossível pensar em proposições mais inclusivas, e que isso não necessariamente significa que haja uma tentativa de destruição do português. Segundo explicam esses especialistas, a história de uma língua sempre conta muito sobre a história de seus falantes, de modo que as coisas que falamos hoje em dia não brotaram da terra nem vieram prontas, mas dependem da nossa história como humanidade. Nesse sentido, as propostas já existentes seriam os primeiros passos nesse movimento, e não uma forma final a ser imposta a todos os falantes.  

 Internet: <https://tab.uol.com.br> (com adaptações).

Acerca de aspectos linguísticos do texto 10A1-I, julgue o item que se segue.


Estariam mantidas a correção gramatical e a coerência das ideias do texto caso o primeiro período do terceiro parágrafo fosse reescrito da seguinte forma: No entanto, com relação à essa abordagem, não há unânimidade no campo da lingüística. 


Alternativas
Q2122104 Português
Texto 10A1-I

    A discussão sobre um gênero neutro na linguagem deriva do uso do gênero gramatical masculino para denotar homens e mulheres (Todos nessa sala de aula devem entregar o trabalho.) e do feminino específico (Clarice Lispector é incluída pela crítica especializada entre os principais autores brasileiros do século 20.).
     Na gramática, o uso do masculino genérico é visto como gênero não marcado, ou seja, usá-lo não dá a entender que todos os sujeitos sejam homens ou mulheres — ele é inespecífico. Por ser algo cotidiano, é difícil pensar nas implicações políticas de empregar o masculino genérico, mas o tema foi amplamente discutido por especialistas como uma forma de marcar a hierarquização de gêneros na sociedade, priorizando o homem e invisibilizando a mulher. O masculino genérico é chamado, inclusive, de falso neutro.
    Entretanto, essa abordagem não é unânime no campo da linguística. Para muitos estudiosos, a interpretação sexista do masculino genérico ignora as origens latinas da língua portuguesa.
     No latim havia três designações: feminina, masculina e neutra. As formas neutras de adjetivos e substantivos no latim acabaram absorvidas por palavras de gênero masculino. A única marcação de gênero no português é o feminino. O neutro estaria, portanto, junto ao masculino.
    O Brasil não é o único país onde a linguagem neutra é discutida. Alguns setores acadêmicos, instituições de ensino e ativistas estadunidenses já consideram usar pronome neutro para se referir a todos, em vez de recorrer à demarcação de gênero binário.
    Especialistas avaliam que a modificação gramatical em línguas latinas pode ser muito mais complexa e custosa do que no inglês ou no alemão, em que já está em uso o gênero neutro, porque as línguas anglo-saxônicas em si já oferecem essa opção.
     Segundo especialistas, esse tipo de inovação é mais fácil de ocorrer no inglês, em que, com exceção daquelas palavras herdadas do latim, como actor (ator) e actress (atriz), a flexão de gênero não altera os substantivos e adjetivos. No caso do português, essa transformação não depende apenas da alteração de um pronome, porque a flexão de gênero afeta todo o sintagma nominal. Assim, a flexão de gênero é demarcada pela vogal temática a ou o (como em pesquisadoras brasileiras) e(ou) por meio do artigo a ou o (como em a intérprete).
     Mesmo com os desafios morfológicos, linguistas afirmam que não é impossível pensar em proposições mais inclusivas, e que isso não necessariamente significa que haja uma tentativa de destruição do português. Segundo explicam esses especialistas, a história de uma língua sempre conta muito sobre a história de seus falantes, de modo que as coisas que falamos hoje em dia não brotaram da terra nem vieram prontas, mas dependem da nossa história como humanidade. Nesse sentido, as propostas já existentes seriam os primeiros passos nesse movimento, e não uma forma final a ser imposta a todos os falantes.  

 Internet: <https://tab.uol.com.br> (com adaptações).

Acerca de aspectos linguísticos do texto 10A1-I, julgue o item que se segue.


Caso o primeiro parágrafo fosse reescrito sem os trechos entre parênteses, ele passaria a ser constituído por um período composto por apenas duas orações.

Alternativas
Q2121388 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

Os donos da língua Por

Alexandre Carvalho


(Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/o-bem-e-o-mal-do-estrangeirismo/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica a correta relação de sentido transmitida pela expressão sublinhada no trecho a seguir, retirado do texto: “Pois é. O BTS, maior boy band do país, é tão popular globalmente quanto Elvis Presley foi nos anos 1950 e os Beatles nos 1960”.
Alternativas
Q2121387 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

Os donos da língua Por

Alexandre Carvalho


(Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/o-bem-e-o-mal-do-estrangeirismo/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:
I. Por conta das invasões militares francesas a Portugal, a Língua Portuguesa herdou inúmeras palavras do francês.
II. Caso a região onde hoje fica Portugal não tivesse sido invadida pelos romanos, a Língua Portuguesa seria diferente.
III. O autor afirma categoricamente que o português incorporará o vocabulário coreano em alguns anos.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q2121386 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

Os donos da língua Por

Alexandre Carvalho


(Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/o-bem-e-o-mal-do-estrangeirismo/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Em relação à palavra “imunes” (l. 10), assinale a alternativa que indica a palavra que poderia substituí-la sem causar alterações significativas ao sentido do texto. Desconsidere adaptações gramaticais necessárias decorrentes da substituição.
Alternativas
Q2121349 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

Velhice é doença?


(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/sociedade/velhice-e-doenca-entenda-a-polemica/ – texto adaptado especialmente para esta prova). 

Assinale a alternativa que indica palavra ou expressão que NÃO poderia substituir o vocábulo “Também” (l. 30) por alterar a relação semântica estabelecida entre os períodos do texto em que ocorre. Desconsidere eventuais alterações na estrutura da frase decorrentes da substituição. 
Alternativas
Q2121347 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

Velhice é doença?


(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/sociedade/velhice-e-doenca-entenda-a-polemica/ – texto adaptado especialmente para esta prova). 

Assinale a alternativa que apresenta palavra que poderia substituir corretamente a palavra “pitoresca” (l. 18) sem causar alterações significativas ao sentido original do trecho em que ocorre. 
Alternativas
Q2121345 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

Velhice é doença?


(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/sociedade/velhice-e-doenca-entenda-a-polemica/ – texto adaptado especialmente para esta prova). 

Analise a charge a seguir e as proposições que se fazem sobre ela e o texto anterior:

Imagem associada para resolução da questão

Fonte: https://www.facebook.com/terceiraidadeconectada/posts/3589903227740773/



I. As perspectivas do gerontólogo Alexandre Kalache, apresentadas no texto, e da charge são negativas.


PORQUE


II. Ambas encaram a velhice de acordo com a classificação da CID, uma doença.

Alternativas
Q2121344 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

Velhice é doença?


(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/sociedade/velhice-e-doenca-entenda-a-polemica/ – texto adaptado especialmente para esta prova). 

Assinale a alternativa que indica o assunto principal discutido pelo texto.
Alternativas
Q2120923 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.





Disponível em: https://bit.ly/3MDFwKh.

Acesso em: 17 out. 2022. 

De acordo com o cartum, analise as afirmativas a seguir.
I. Pode-se afirmar que desmatamento e aquecimento global são causas do aumento da conta de luz.
II. Os dois tópicos, desmatamento e aquecimento global, estão travestidos de morte por ameaçarem a vida do homem.
III. As representações gráficas do desmatamento e do aquecimento global sugerem que as situações ocorrem juntas.
Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q2120919 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

A inspeção sanitária se tornou fundamental em todas as ações relacionadas aos serviços de saúde por permitir a possibilidade de inferir a realidade in loco, identificar fontes potenciais de danos à saúde, com informações dos sistemas de monitoramento, numa estratégia de proteção ao cidadão. Entretanto, necessita-se requalificar essa tecnologia, com a modificação e melhoria de seus instrumentos, que atualmente são as normas e os roteiros de inspeção (LEITE apud SILVA, 2014)a . Os serviços de saúde vem agregando tecnologias mais recentes lançadas no mercado de saúde, acentuando a probabilidade de erros, exigindo da Vigilância Sanitária a “esperteza” necessária para o controle dos produtos, processos e serviços assistenciais realizados no seu ambiente (COSTA, 2014). A utilização de roteiros se trata de apenas uma recomendação do Manual de Procedimentos Técnicos em Vigilância Sanitária, portanto, a não obrigatoriedade do seu uso e a falta de roteiros que contemplem todas as atividades inspecionadas, não favorecem a padronização das ações (PEDREIRA; LIMA; BASTOS, 2005).

[...]

Disponível em: https://bityli.com/KtbymHMF.
Acesso em: 16 out. 2022 (adaptado).
Esse texto é um
Alternativas
Q2120917 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

A inspeção sanitária se tornou fundamental em todas as ações relacionadas aos serviços de saúde por permitir a possibilidade de inferir a realidade in loco, identificar fontes potenciais de danos à saúde, com informações dos sistemas de monitoramento, numa estratégia de proteção ao cidadão. Entretanto, necessita-se requalificar essa tecnologia, com a modificação e melhoria de seus instrumentos, que atualmente são as normas e os roteiros de inspeção (LEITE apud SILVA, 2014)a . Os serviços de saúde vem agregando tecnologias mais recentes lançadas no mercado de saúde, acentuando a probabilidade de erros, exigindo da Vigilância Sanitária a “esperteza” necessária para o controle dos produtos, processos e serviços assistenciais realizados no seu ambiente (COSTA, 2014). A utilização de roteiros se trata de apenas uma recomendação do Manual de Procedimentos Técnicos em Vigilância Sanitária, portanto, a não obrigatoriedade do seu uso e a falta de roteiros que contemplem todas as atividades inspecionadas, não favorecem a padronização das ações (PEDREIRA; LIMA; BASTOS, 2005).

[...]

Disponível em: https://bityli.com/KtbymHMF.
Acesso em: 16 out. 2022 (adaptado).
Releia o trecho a seguir.
“Entretanto, necessita-se requalificar essa tecnologia, com a modificação e melhoria de seus instrumentos [...].”
Assinale a alternativa em que a reescrita desse trecho altera seu sentido original.
Alternativas
Q2120916 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

A inspeção sanitária se tornou fundamental em todas as ações relacionadas aos serviços de saúde por permitir a possibilidade de inferir a realidade in loco, identificar fontes potenciais de danos à saúde, com informações dos sistemas de monitoramento, numa estratégia de proteção ao cidadão. Entretanto, necessita-se requalificar essa tecnologia, com a modificação e melhoria de seus instrumentos, que atualmente são as normas e os roteiros de inspeção (LEITE apud SILVA, 2014)a . Os serviços de saúde vem agregando tecnologias mais recentes lançadas no mercado de saúde, acentuando a probabilidade de erros, exigindo da Vigilância Sanitária a “esperteza” necessária para o controle dos produtos, processos e serviços assistenciais realizados no seu ambiente (COSTA, 2014). A utilização de roteiros se trata de apenas uma recomendação do Manual de Procedimentos Técnicos em Vigilância Sanitária, portanto, a não obrigatoriedade do seu uso e a falta de roteiros que contemplem todas as atividades inspecionadas, não favorecem a padronização das ações (PEDREIRA; LIMA; BASTOS, 2005).

[...]

Disponível em: https://bityli.com/KtbymHMF.
Acesso em: 16 out. 2022 (adaptado).
Releia o trecho a seguir.
“[...] não favorecem a padronização das ações [...].”
De acordo com as definições a seguir retiradas do dicionário Caldas Aulete Digital, assinale aquela que corresponde à palavra destacada nesse trecho
Alternativas
Q2120915 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

A inspeção sanitária se tornou fundamental em todas as ações relacionadas aos serviços de saúde por permitir a possibilidade de inferir a realidade in loco, identificar fontes potenciais de danos à saúde, com informações dos sistemas de monitoramento, numa estratégia de proteção ao cidadão. Entretanto, necessita-se requalificar essa tecnologia, com a modificação e melhoria de seus instrumentos, que atualmente são as normas e os roteiros de inspeção (LEITE apud SILVA, 2014)a . Os serviços de saúde vem agregando tecnologias mais recentes lançadas no mercado de saúde, acentuando a probabilidade de erros, exigindo da Vigilância Sanitária a “esperteza” necessária para o controle dos produtos, processos e serviços assistenciais realizados no seu ambiente (COSTA, 2014). A utilização de roteiros se trata de apenas uma recomendação do Manual de Procedimentos Técnicos em Vigilância Sanitária, portanto, a não obrigatoriedade do seu uso e a falta de roteiros que contemplem todas as atividades inspecionadas, não favorecem a padronização das ações (PEDREIRA; LIMA; BASTOS, 2005).

[...]

Disponível em: https://bityli.com/KtbymHMF.
Acesso em: 16 out. 2022 (adaptado).
Nesse texto, o itálico foi utilizado para
Alternativas
Q2120914 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

A inspeção sanitária se tornou fundamental em todas as ações relacionadas aos serviços de saúde por permitir a possibilidade de inferir a realidade in loco, identificar fontes potenciais de danos à saúde, com informações dos sistemas de monitoramento, numa estratégia de proteção ao cidadão. Entretanto, necessita-se requalificar essa tecnologia, com a modificação e melhoria de seus instrumentos, que atualmente são as normas e os roteiros de inspeção (LEITE apud SILVA, 2014)a . Os serviços de saúde vem agregando tecnologias mais recentes lançadas no mercado de saúde, acentuando a probabilidade de erros, exigindo da Vigilância Sanitária a “esperteza” necessária para o controle dos produtos, processos e serviços assistenciais realizados no seu ambiente (COSTA, 2014). A utilização de roteiros se trata de apenas uma recomendação do Manual de Procedimentos Técnicos em Vigilância Sanitária, portanto, a não obrigatoriedade do seu uso e a falta de roteiros que contemplem todas as atividades inspecionadas, não favorecem a padronização das ações (PEDREIRA; LIMA; BASTOS, 2005).

[...]

Disponível em: https://bityli.com/KtbymHMF.
Acesso em: 16 out. 2022 (adaptado).
De acordo com o texto, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Respostas
58721: C
58722: E
58723: C
58724: E
58725: C
58726: E
58727: C
58728: E
58729: B
58730: A
58731: A
58732: D
58733: E
58734: B
58735: D
58736: C
58737: B
58738: A
58739: C
58740: B