Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q2847703 Português
Leia um fragmento do livro “Os Sete Saberes Necessários à Educação do Futuro”. Nesse trecho, o autor discute o saber relacionado à identidade humana.
“É curioso que nossa identidade seja completamente ignorada pelos programas de instrução. Podemos perceber alguns aspectos do homem biológico em Biologia, alguns aspectos psicológicos em Psicologia, mas a realidade humana é indecifrável. Somos indivíduos de uma sociedade e fazemos parte de uma espécie. Mas estamos em uma sociedade, e a sociedade está em nós, pois desde o nosso nascimento a cultura se imprime em nós. [...] A Literatura é para os adolescentes uma escola de vida e meio para se adquirir conhecimentos. A Literatura, como nos grandes romances de Tolstoi, aborda o meio social, o familiar, o histórico e o concreto das relações humanas com uma força extraordinária.”
MORIN, Edgar. Os Sete Saberes Necessários à Educação do Futuro. São Paulo: Cortez, 2000.
Considerando o exposto no texto, a Literatura se relaciona ao saber da identidade humana por promover 
Alternativas
Q2847595 Português
Observe o trecho do texto “Cuidado! Bebidas energéticas podem desencadear arritmias cardíacas graves”, reproduzido a seguir, para responder a questão.


        Se a gente for pensar, a quantidade de cafeína em uma latinha de energético, embora alta, nem é tão assustadora assim: a maioria das marcas contém de 80 a 300 miligramas da substância, ou seja, algo entre uma a três xícaras de um cafezinho coado. Tudo bem que a experiência pode ser como engolir essas xícaras uma atrás de outra.
        Mas a questão é que a cafeína não está sozinha nesses goles. "A composição de um energético inclui taurina, guaraná e outros ingredientes estimulantes. E parece haver uma boa sinergia entre eles, em que um poderia potencializar a ação de outro", desconfia o doutor Michael Ackerman, cardiologista geneticista da Mayo Clinic, em Rochester, nos Estados Unidos. Ele é o líder de um estudo recém-publicado na revista da Heart Rhythm Society, que reúne os especialistas em arritmias cardíacas americanos.
        De acordo com o trabalho, cuidado! Em pessoas geneticamente mais sensíveis, abrir uma dessas latinhas pode desencadear uma arritmia potencialmente grave e até mesmo uma parada cardíaca pouco tempo depois do consumo da bebida. (...) 
        Não é preciso ter idade. Até mesmo jovens em uma balada ou pessoas na faixa dos 30 anos que buscam uns goles de energia para terminar um trabalho na madrugada - quem nunca? - podem desenvolver uma extrassístole depois de sorver uma dose de energético. Ou seja, na hora de se contrair para bombear o sangue para o corpo, é como se, antes de relaxar, o coração desse mais uma pequena contraída. E, daí, festa que segue, tarefa que continua. Nada demais para a maioria de nós.
        Porém, em pessoas que por algum motivo genético são mais vulneráveis, o coração pode apressar demais o seu passo. Ou melhor, é capaz de perder o compasso batendo umas 400 vezes por minuto. Aliás, nesse ritmo acelerado, já nem bate - tremelica. Ou fibrila, como preferem dizer os médicos. E, às vezes, de tanto tremer em vez de bater, ele chega a parar. (...)
        Foi justamente para um grupo de 144 pessoas que sofreram uma parada cardíaca do nada que Ackerman e seus colegas de Mayo Clinic resolveram olhar. É claro que eles investigaram outros fatores que poderiam ter colaborado para o piripaque repentino, como o uso de determinados medicamentos, a prática de exercício extenuante, a exposição a substâncias tóxicas, a vivência de uma situação de extremo estresse ou a privação de sono - cá entre nós, difícil separar o consumo de energéticos desta última.
        No entanto, o que chamou a atenção do cardiologista foi que sete dessas pessoas, ou 5% do grupo, tinham consumido energéticos pouco tempo antes de passarem mal. Seis precisaram tomar um choque de desfibrilador para o coração voltar a bater e uma delas foi ressuscitada por socorristas com massagem cardíaca manual. A maioria era mulher - seis das vítimas. E a idade média, impressionantemente baixa: 29 anos.
(...) 
Cuidado! Bebidas energéticas podem desencadear arritmias cardíacas graves,
Lúcia Helena,
Disponível em: https://www.uol.com.br/vivabem/colunas/lucia-helena/2024/06/27/cuidado-bebidas-energeticas-podem-desencadear-arritmias-cardiacas-graves.htm
De acordo com o texto, o consumo de bebidas energéticas:
Alternativas
Q2847551 Português

Leia o texto para responder à questão.


                        Extraordinário


        Extraordinário é um livro tocante e profundo que aborda questões como bullying, aceitação, amor e superação e nos ensina que, acima de tudo, devemos amar a nós mesmos e lutar para construir um mundo melhor.
        Conforme avançamos na trama, visualizamos o seguinte panorama: de um lado temos Auggie, que com todas as suas complicações e empecilhos, luta para viver como um garoto normal da sua idade, e do outro, crianças e adultos, que de modo preconceituoso, o excluem do meio social apenas por ser diferente. Acompanhamos gradativamente a família e os únicos amigos que o menino possui, nos impressionamos com a bondade, pureza de seu coração que abraça e acolhe aqueles que querem fazer o bem. [...]
        Extraordinário é ao mesmo um tempo uma obra bela e triste, pois consegue nos passar de modo extremamente delicado e bonito uma realidade que muitas vezes é negligenciada, aquela que fundamenta o preconceito; mas que ensina diversos valores como respeito, compaixão e humanidade.
        A jornada do menino começa propriamente quando os pais decidem colocá-lo na escola, pois agora com 10 anos, não podem mais ficar ensinando lições apenas dentro de casa. Num primeiro momento Auggie se torna relutante e argumenta que os alunos não gostariam dele, mas com a insistência dos pais, ele logo se dá uma chance.
Infelizmente os piores medos de Auggie se tornam realidade. Não que ele já não esperasse tudo aquilo, mas os olhares tortos e a ignorância machucam mais de que podemos imaginar.
        Diversos acontecimentos permeiam a história, porém o que torna este livro realmente brilhante é o fato de que é trazido pra realidade do leitor, a valorização da vida, que muitos se queixam por razões egocêntricas e que são tão “pequenas” perante as reais dificuldades passadas por outros trazendo assim, uma espécie de autorreflexão para aquele que o está lendo.
        Extraordinário é uma obra que mescla crítica e humor de uma forma fluida e gentil, que vai te conquistar logo no primeiro parágrafo! 

https://deolhonaestante.wordpress.com/2015/08/11/resenha-do-livro-extraordinario-de-r-j-palacio/adaptado

“Diversos acontecimentos permeiam a história, porém o que torna este livro realmente brilhante...” A palavra destacada poderia ser substituída, sem alterar o sentido do texto, por:
Alternativas
Q2847548 Português

Leia o texto para responder à questão.


                        Extraordinário


        Extraordinário é um livro tocante e profundo que aborda questões como bullying, aceitação, amor e superação e nos ensina que, acima de tudo, devemos amar a nós mesmos e lutar para construir um mundo melhor.
        Conforme avançamos na trama, visualizamos o seguinte panorama: de um lado temos Auggie, que com todas as suas complicações e empecilhos, luta para viver como um garoto normal da sua idade, e do outro, crianças e adultos, que de modo preconceituoso, o excluem do meio social apenas por ser diferente. Acompanhamos gradativamente a família e os únicos amigos que o menino possui, nos impressionamos com a bondade, pureza de seu coração que abraça e acolhe aqueles que querem fazer o bem. [...]
        Extraordinário é ao mesmo um tempo uma obra bela e triste, pois consegue nos passar de modo extremamente delicado e bonito uma realidade que muitas vezes é negligenciada, aquela que fundamenta o preconceito; mas que ensina diversos valores como respeito, compaixão e humanidade.
        A jornada do menino começa propriamente quando os pais decidem colocá-lo na escola, pois agora com 10 anos, não podem mais ficar ensinando lições apenas dentro de casa. Num primeiro momento Auggie se torna relutante e argumenta que os alunos não gostariam dele, mas com a insistência dos pais, ele logo se dá uma chance.
Infelizmente os piores medos de Auggie se tornam realidade. Não que ele já não esperasse tudo aquilo, mas os olhares tortos e a ignorância machucam mais de que podemos imaginar.
        Diversos acontecimentos permeiam a história, porém o que torna este livro realmente brilhante é o fato de que é trazido pra realidade do leitor, a valorização da vida, que muitos se queixam por razões egocêntricas e que são tão “pequenas” perante as reais dificuldades passadas por outros trazendo assim, uma espécie de autorreflexão para aquele que o está lendo.
        Extraordinário é uma obra que mescla crítica e humor de uma forma fluida e gentil, que vai te conquistar logo no primeiro parágrafo! 

https://deolhonaestante.wordpress.com/2015/08/11/resenha-do-livro-extraordinario-de-r-j-palacio/adaptado

No decorrer da história, podemos acompanhar os dramas vividos por Auggie, como:

I. A luta para viver uma vida normal de um garoto de sua idade, apesar das adversidades encontradas.
II. O sofrimento pelo preconceito de crianças e adultos por ser diferente.
III. Revolta, pois sente-se excluído por sua aparência.


Está CORRETA a alternativa: 
Alternativas
Q2847547 Português

Leia o texto para responder à questão.


                        Extraordinário


        Extraordinário é um livro tocante e profundo que aborda questões como bullying, aceitação, amor e superação e nos ensina que, acima de tudo, devemos amar a nós mesmos e lutar para construir um mundo melhor.
        Conforme avançamos na trama, visualizamos o seguinte panorama: de um lado temos Auggie, que com todas as suas complicações e empecilhos, luta para viver como um garoto normal da sua idade, e do outro, crianças e adultos, que de modo preconceituoso, o excluem do meio social apenas por ser diferente. Acompanhamos gradativamente a família e os únicos amigos que o menino possui, nos impressionamos com a bondade, pureza de seu coração que abraça e acolhe aqueles que querem fazer o bem. [...]
        Extraordinário é ao mesmo um tempo uma obra bela e triste, pois consegue nos passar de modo extremamente delicado e bonito uma realidade que muitas vezes é negligenciada, aquela que fundamenta o preconceito; mas que ensina diversos valores como respeito, compaixão e humanidade.
        A jornada do menino começa propriamente quando os pais decidem colocá-lo na escola, pois agora com 10 anos, não podem mais ficar ensinando lições apenas dentro de casa. Num primeiro momento Auggie se torna relutante e argumenta que os alunos não gostariam dele, mas com a insistência dos pais, ele logo se dá uma chance.
Infelizmente os piores medos de Auggie se tornam realidade. Não que ele já não esperasse tudo aquilo, mas os olhares tortos e a ignorância machucam mais de que podemos imaginar.
        Diversos acontecimentos permeiam a história, porém o que torna este livro realmente brilhante é o fato de que é trazido pra realidade do leitor, a valorização da vida, que muitos se queixam por razões egocêntricas e que são tão “pequenas” perante as reais dificuldades passadas por outros trazendo assim, uma espécie de autorreflexão para aquele que o está lendo.
        Extraordinário é uma obra que mescla crítica e humor de uma forma fluida e gentil, que vai te conquistar logo no primeiro parágrafo! 

https://deolhonaestante.wordpress.com/2015/08/11/resenha-do-livro-extraordinario-de-r-j-palacio/adaptado

No primeiro parágrafo do texto temos as palavras “extraordinário” e “tocante”, esses termos podem ser substituídos, mantendo o sentido da frase, em:
Alternativas
Q2847546 Português

Leia o texto para responder à questão.


                        Extraordinário


        Extraordinário é um livro tocante e profundo que aborda questões como bullying, aceitação, amor e superação e nos ensina que, acima de tudo, devemos amar a nós mesmos e lutar para construir um mundo melhor.
        Conforme avançamos na trama, visualizamos o seguinte panorama: de um lado temos Auggie, que com todas as suas complicações e empecilhos, luta para viver como um garoto normal da sua idade, e do outro, crianças e adultos, que de modo preconceituoso, o excluem do meio social apenas por ser diferente. Acompanhamos gradativamente a família e os únicos amigos que o menino possui, nos impressionamos com a bondade, pureza de seu coração que abraça e acolhe aqueles que querem fazer o bem. [...]
        Extraordinário é ao mesmo um tempo uma obra bela e triste, pois consegue nos passar de modo extremamente delicado e bonito uma realidade que muitas vezes é negligenciada, aquela que fundamenta o preconceito; mas que ensina diversos valores como respeito, compaixão e humanidade.
        A jornada do menino começa propriamente quando os pais decidem colocá-lo na escola, pois agora com 10 anos, não podem mais ficar ensinando lições apenas dentro de casa. Num primeiro momento Auggie se torna relutante e argumenta que os alunos não gostariam dele, mas com a insistência dos pais, ele logo se dá uma chance.
Infelizmente os piores medos de Auggie se tornam realidade. Não que ele já não esperasse tudo aquilo, mas os olhares tortos e a ignorância machucam mais de que podemos imaginar.
        Diversos acontecimentos permeiam a história, porém o que torna este livro realmente brilhante é o fato de que é trazido pra realidade do leitor, a valorização da vida, que muitos se queixam por razões egocêntricas e que são tão “pequenas” perante as reais dificuldades passadas por outros trazendo assim, uma espécie de autorreflexão para aquele que o está lendo.
        Extraordinário é uma obra que mescla crítica e humor de uma forma fluida e gentil, que vai te conquistar logo no primeiro parágrafo! 

https://deolhonaestante.wordpress.com/2015/08/11/resenha-do-livro-extraordinario-de-r-j-palacio/adaptado

O texto “Extraordinário” é uma resenha e pertence à tipologia textual:
Alternativas
Q2847489 Português
Ventos de furacão: cidade do RS registra rajadas de 142 km/h durante tempestade.


        Choveu forte no estado do Rio Grande do Sul na madrugada desta quinta-feira (21). Três alertas estão em vigor no estado: chuva e ventos intensos; alagamentos; chuva e vento pontualmente fortes com descargas elétricas e eventual queda de granizo.

        Dados do Instituto Nacional de Meteorologia, apontam que, na cidade de Soledade, no norte do Rio Grande do Sul, os ventos chegaram a 142 km/h, velocidade compatível com as rajadas de um furacão da categoria 1, segundo a escala de SaffirSimpson. 

        Outros municípios também registraram rajadas de ventos acima de 100km/h, é o caso de Cruz Alta (140 km/h), Jaguarão (125 km/h), Rio Grande (114 km/h), Pelotas (111 km/h) e São Borja (108 km/h). Já em relação aos acumulados de chuva registrados nas últimas 24 horas, Jaguarão, município no sul do Rio Grande do Sul, computou 131,2 milímetros de chuva.

        Segundo a Defesa Civil estadual, as equipes receberam muitas informações de vendaval, chuvas intensas, casas destelhadas, árvores caídas e alguns bloqueios de rodovias. Um levantamento do órgão aponta que duas rodovias estaduais foram totalmente bloqueadas. Outras sete tiveram bloqueios parciais.



Fonte: Ventos de furacão: cidade do RS registra rajadas de 142 km/h durante tempestade | CNN Brasil
Assinale a alternativa cuja palavra possa substituir a palavra em destaque no período, mantendo as mesmas relações de sentido no texto: “Segundo a Defesa Civil estadual, as equipes receberam muitas informações de vendaval, chuvas intensas, casas destelhadas, árvores caídas e alguns bloqueios de rodovias”.
Alternativas
Q2847486 Português
Ventos de furacão: cidade do RS registra rajadas de 142 km/h durante tempestade.


        Choveu forte no estado do Rio Grande do Sul na madrugada desta quinta-feira (21). Três alertas estão em vigor no estado: chuva e ventos intensos; alagamentos; chuva e vento pontualmente fortes com descargas elétricas e eventual queda de granizo.

        Dados do Instituto Nacional de Meteorologia, apontam que, na cidade de Soledade, no norte do Rio Grande do Sul, os ventos chegaram a 142 km/h, velocidade compatível com as rajadas de um furacão da categoria 1, segundo a escala de SaffirSimpson. 

        Outros municípios também registraram rajadas de ventos acima de 100km/h, é o caso de Cruz Alta (140 km/h), Jaguarão (125 km/h), Rio Grande (114 km/h), Pelotas (111 km/h) e São Borja (108 km/h). Já em relação aos acumulados de chuva registrados nas últimas 24 horas, Jaguarão, município no sul do Rio Grande do Sul, computou 131,2 milímetros de chuva.

        Segundo a Defesa Civil estadual, as equipes receberam muitas informações de vendaval, chuvas intensas, casas destelhadas, árvores caídas e alguns bloqueios de rodovias. Um levantamento do órgão aponta que duas rodovias estaduais foram totalmente bloqueadas. Outras sete tiveram bloqueios parciais.



Fonte: Ventos de furacão: cidade do RS registra rajadas de 142 km/h durante tempestade | CNN Brasil
Assinale a alternativa que apresente um sinônimo adequado, considerando o contexto do texto, para a palavra em destaque no período: “Dados do Instituto Nacional de Meteorologia, apontam que, na cidade de Soledade, no norte do Rio Grande do Sul, os  ventos chegaram a 142 km/h, velocidade compatível com as rajadas de um furacão da categoria 1, segundo a escala de SaffirSimpson”.
Alternativas
Q2847485 Português
Ventos de furacão: cidade do RS registra rajadas de 142 km/h durante tempestade.


        Choveu forte no estado do Rio Grande do Sul na madrugada desta quinta-feira (21). Três alertas estão em vigor no estado: chuva e ventos intensos; alagamentos; chuva e vento pontualmente fortes com descargas elétricas e eventual queda de granizo.

        Dados do Instituto Nacional de Meteorologia, apontam que, na cidade de Soledade, no norte do Rio Grande do Sul, os ventos chegaram a 142 km/h, velocidade compatível com as rajadas de um furacão da categoria 1, segundo a escala de SaffirSimpson. 

        Outros municípios também registraram rajadas de ventos acima de 100km/h, é o caso de Cruz Alta (140 km/h), Jaguarão (125 km/h), Rio Grande (114 km/h), Pelotas (111 km/h) e São Borja (108 km/h). Já em relação aos acumulados de chuva registrados nas últimas 24 horas, Jaguarão, município no sul do Rio Grande do Sul, computou 131,2 milímetros de chuva.

        Segundo a Defesa Civil estadual, as equipes receberam muitas informações de vendaval, chuvas intensas, casas destelhadas, árvores caídas e alguns bloqueios de rodovias. Um levantamento do órgão aponta que duas rodovias estaduais foram totalmente bloqueadas. Outras sete tiveram bloqueios parciais.



Fonte: Ventos de furacão: cidade do RS registra rajadas de 142 km/h durante tempestade | CNN Brasil
Assinale a alternativa INCORRETA de acordo com o texto:
Alternativas
Q2764784 Português
As frases a seguir mostram a presença do advérbio não e todas elas foram reescritas de modo a eliminá-lo.

Assinale a opção em que a mudança mudou o sentido original da frase.
Alternativas
Q2764783 Português
Em todas as frases a seguir, que foram retiradas do romance O Cortiço, foi empregado o vocábulo coisa em lugar de outro de significado mais específico.
Assinale a opção que apresenta a frase em que a substituição por um outro vocábulo mais específico foi feita de forma inadequada.
Alternativas
Q2764779 Português
Assinale a opção que apresenta a frase em que o pronome sublinhado refere-se a um termo anterior.
Alternativas
Q2764776 Português
Assinale a opção que indica a frase em que o vocábulo mostra antecedente expresso.
Alternativas
Q2764775 Português

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Sobre a charge acima, assinale a afirmativa incorreta.

Alternativas
Q2762316 Português

Considere a tirinha Bichinhos de jardim.



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(Disponível em: https:bichinhosdejardim.com)


O futuro do pretérito, no contexto apresentado, foi usado para referir

Alternativas
Q2762315 Português

O texto abaixo é uma resposta produzida por inteligência artificial a uma pergunta.



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(Disponivel em: https:lfchat.openal.com)


É INCORRETO afirmar que o texto 

Alternativas
Q2762312 Português

Enterro televisivo


“Uns olham para a televisão. Outros olham pela televisão.“

(Dito de Sicrano)


1.Estranharam quando, no funeral do avô Sicrano, a viúva Entrelua proclamou: 

— Uma televisão!

— Uma televisão o qué, avó?

— Quero que me comprem uma televisão.

5. Aquilo, assim, de rompante, em plenas orações. Dela se esperava mais ajustado desejo, um ensejo solene de tristeza, um suspiro anunciador do fim. Mas não, ela queria naquele mesmo dia receber um aparelho novo. 

— Mas o aparelho que vocês tinham avariou?

— Não. Já não existe.

— Como é isso, então? Foi roubado?

— Não, foi enterrado.

10. — Enterrado?

— Sim, foi junto com o copo do vosso falecido pai.

Tudo havia sido congeminado junto com o coveiro. À televisão, desmontada nas suas quantas peças, tinha sido embalada no caixão. Era um requisito de quem ficava, selando a vontade de quem estava indo.

Na cerimônia, todos se entreolharam. O pedido era estranho, mas ninguém podia negar. O tio Ricardote ainda teve a lucidez de inquirir:

— E a antena?

15. Esperassem, fez ela com a mão. Tudo estava arquitetado. O coveiro estava instruído para, após a cerimônia, colocar a antena sobre a lápide, amarrada na ponta da cruz, em espreitação dos céus. Aquela mesma antena, feita de tampas de panela, ampliaria as eletrônicas nos sentidos do falecido. O velho Sicrano, lá em baixo, captaria os canais. É um simples risco a diferença entre a alma e a onda magnética. Por razão disso, a viúva Entrelua pediu que não cavassem fundo, deixassem o defunto à superfície.

— Para apanhar bem o sinal — explicou a velha.

O Padre Luciano se esforçou por disciplinar a multidão, ele que representava a ordem de uma só voz divina. Com uns tantos berros E ameaças ele reconduziu a multidão ao silêncio. Mas foi sossego de pouca dura. Logo, Entrelua espreitou em volta, E foi inquirindo os condoidos presentes:

— E o Bibito? onde está?
— O Bibito? — se interrogaram os familiares.

20. Ninguém conhecia. Foi o bisneto que esclareceu: Bibito era O personagem da novela brasileira. A das seis, acrescentou ele, feliz por lustrar conhecimento.

— E a Carmenzita que todas as noites nos visita E agora não comparece!

De novo, o bisneto fez luz: mais uma figura de uma telenovela. Só que mexicana. O filho mais velho tentou apaziguar as visões da avó. Mas qual Bibito, qual Carmen?! Então os filhos de osso e alma estavam ali, lágrima empenhada, e ela só queria saber de personagem noveleira?

— Sim, mas esses ao menos nos visitam. Porque a vocês nunca mais os vimos.

Esses que os demais teimavam em chamar de personagens, eram esses que adormeciam o casal de velhotes, noite após noite. Verdade seja escrita que a tarefa se tornava cada vez mais fácil. Bastava um repassar de cores e sonos para que as pestanas ganhassem peso. Até que era só ligar e já adormeciam.

25. — Quem vai ligar o aparelho hoje?

— É melhor não ser você, marido, porque noutro dia adormeceu de pé.

De novo, o padre invocou a urgência de um silêncio. Que ali havia tanto filho e mais tanto neto e ninguém conseguia apaziguar a viva? Os filhos descansaram o padre. Que sim, que iam conduzia dali para o resguardo da casa. Entrelua bem merecia o reparo de uma solidão. E prometeram à velha que não precisava de um outro aparelho, que eles iriam passar a visitá-la, nunca mais a deixariam só. À avó sorriu, triste. E assim a conduziram para casa.

Aquela noite, ainda viram a avó Entrelua atravessar o escuro da noite para se sentar sobre a campa de Sicrano. Deu um jeito na antena como a orientá-la rumo à lua. Depois passou o dedo pelos olhos a roubar uma lágrima. Passou essa aguinha pela tampa da panela como se repuxasse. De si para si murmurou; é para captar melhor. Ninguém a escutou, porém, quando se inclinou sobre a terra e disse baixinho:

— Hoje é você a ligar, Sicrano. Você ligue que eu já vou adormecendo.


(Adaptado de: COUTO, Mia. O fio das missangas. São Paulo: Companhia das Letras, 2008)
Na citação de Sicrano Uns olham para a televisão. Outros olham pela televisão..., os termos sublinhados expressam, respectivamente, os seguintes sentidos:
Alternativas
Q2762310 Português

Enterro televisivo


“Uns olham para a televisão. Outros olham pela televisão.“

(Dito de Sicrano)


1.Estranharam quando, no funeral do avô Sicrano, a viúva Entrelua proclamou: 

— Uma televisão!

— Uma televisão o qué, avó?

— Quero que me comprem uma televisão.

5. Aquilo, assim, de rompante, em plenas orações. Dela se esperava mais ajustado desejo, um ensejo solene de tristeza, um suspiro anunciador do fim. Mas não, ela queria naquele mesmo dia receber um aparelho novo. 

— Mas o aparelho que vocês tinham avariou?

— Não. Já não existe.

— Como é isso, então? Foi roubado?

— Não, foi enterrado.

10. — Enterrado?

— Sim, foi junto com o copo do vosso falecido pai.

Tudo havia sido congeminado junto com o coveiro. À televisão, desmontada nas suas quantas peças, tinha sido embalada no caixão. Era um requisito de quem ficava, selando a vontade de quem estava indo.

Na cerimônia, todos se entreolharam. O pedido era estranho, mas ninguém podia negar. O tio Ricardote ainda teve a lucidez de inquirir:

— E a antena?

15. Esperassem, fez ela com a mão. Tudo estava arquitetado. O coveiro estava instruído para, após a cerimônia, colocar a antena sobre a lápide, amarrada na ponta da cruz, em espreitação dos céus. Aquela mesma antena, feita de tampas de panela, ampliaria as eletrônicas nos sentidos do falecido. O velho Sicrano, lá em baixo, captaria os canais. É um simples risco a diferença entre a alma e a onda magnética. Por razão disso, a viúva Entrelua pediu que não cavassem fundo, deixassem o defunto à superfície.

— Para apanhar bem o sinal — explicou a velha.

O Padre Luciano se esforçou por disciplinar a multidão, ele que representava a ordem de uma só voz divina. Com uns tantos berros E ameaças ele reconduziu a multidão ao silêncio. Mas foi sossego de pouca dura. Logo, Entrelua espreitou em volta, E foi inquirindo os condoidos presentes:

— E o Bibito? onde está?
— O Bibito? — se interrogaram os familiares.

20. Ninguém conhecia. Foi o bisneto que esclareceu: Bibito era O personagem da novela brasileira. A das seis, acrescentou ele, feliz por lustrar conhecimento.

— E a Carmenzita que todas as noites nos visita E agora não comparece!

De novo, o bisneto fez luz: mais uma figura de uma telenovela. Só que mexicana. O filho mais velho tentou apaziguar as visões da avó. Mas qual Bibito, qual Carmen?! Então os filhos de osso e alma estavam ali, lágrima empenhada, e ela só queria saber de personagem noveleira?

— Sim, mas esses ao menos nos visitam. Porque a vocês nunca mais os vimos.

Esses que os demais teimavam em chamar de personagens, eram esses que adormeciam o casal de velhotes, noite após noite. Verdade seja escrita que a tarefa se tornava cada vez mais fácil. Bastava um repassar de cores e sonos para que as pestanas ganhassem peso. Até que era só ligar e já adormeciam.

25. — Quem vai ligar o aparelho hoje?

— É melhor não ser você, marido, porque noutro dia adormeceu de pé.

De novo, o padre invocou a urgência de um silêncio. Que ali havia tanto filho e mais tanto neto e ninguém conseguia apaziguar a viva? Os filhos descansaram o padre. Que sim, que iam conduzia dali para o resguardo da casa. Entrelua bem merecia o reparo de uma solidão. E prometeram à velha que não precisava de um outro aparelho, que eles iriam passar a visitá-la, nunca mais a deixariam só. À avó sorriu, triste. E assim a conduziram para casa.

Aquela noite, ainda viram a avó Entrelua atravessar o escuro da noite para se sentar sobre a campa de Sicrano. Deu um jeito na antena como a orientá-la rumo à lua. Depois passou o dedo pelos olhos a roubar uma lágrima. Passou essa aguinha pela tampa da panela como se repuxasse. De si para si murmurou; é para captar melhor. Ninguém a escutou, porém, quando se inclinou sobre a terra e disse baixinho:

— Hoje é você a ligar, Sicrano. Você ligue que eu já vou adormecendo.


(Adaptado de: COUTO, Mia. O fio das missangas. São Paulo: Companhia das Letras, 2008)
De acordo com o final do conto:
Alternativas
Q2762308 Português

Enterro televisivo


“Uns olham para a televisão. Outros olham pela televisão.“

(Dito de Sicrano)


1.Estranharam quando, no funeral do avô Sicrano, a viúva Entrelua proclamou: 

— Uma televisão!

— Uma televisão o qué, avó?

— Quero que me comprem uma televisão.

5. Aquilo, assim, de rompante, em plenas orações. Dela se esperava mais ajustado desejo, um ensejo solene de tristeza, um suspiro anunciador do fim. Mas não, ela queria naquele mesmo dia receber um aparelho novo. 

— Mas o aparelho que vocês tinham avariou?

— Não. Já não existe.

— Como é isso, então? Foi roubado?

— Não, foi enterrado.

10. — Enterrado?

— Sim, foi junto com o copo do vosso falecido pai.

Tudo havia sido congeminado junto com o coveiro. À televisão, desmontada nas suas quantas peças, tinha sido embalada no caixão. Era um requisito de quem ficava, selando a vontade de quem estava indo.

Na cerimônia, todos se entreolharam. O pedido era estranho, mas ninguém podia negar. O tio Ricardote ainda teve a lucidez de inquirir:

— E a antena?

15. Esperassem, fez ela com a mão. Tudo estava arquitetado. O coveiro estava instruído para, após a cerimônia, colocar a antena sobre a lápide, amarrada na ponta da cruz, em espreitação dos céus. Aquela mesma antena, feita de tampas de panela, ampliaria as eletrônicas nos sentidos do falecido. O velho Sicrano, lá em baixo, captaria os canais. É um simples risco a diferença entre a alma e a onda magnética. Por razão disso, a viúva Entrelua pediu que não cavassem fundo, deixassem o defunto à superfície.

— Para apanhar bem o sinal — explicou a velha.

O Padre Luciano se esforçou por disciplinar a multidão, ele que representava a ordem de uma só voz divina. Com uns tantos berros E ameaças ele reconduziu a multidão ao silêncio. Mas foi sossego de pouca dura. Logo, Entrelua espreitou em volta, E foi inquirindo os condoidos presentes:

— E o Bibito? onde está?
— O Bibito? — se interrogaram os familiares.

20. Ninguém conhecia. Foi o bisneto que esclareceu: Bibito era O personagem da novela brasileira. A das seis, acrescentou ele, feliz por lustrar conhecimento.

— E a Carmenzita que todas as noites nos visita E agora não comparece!

De novo, o bisneto fez luz: mais uma figura de uma telenovela. Só que mexicana. O filho mais velho tentou apaziguar as visões da avó. Mas qual Bibito, qual Carmen?! Então os filhos de osso e alma estavam ali, lágrima empenhada, e ela só queria saber de personagem noveleira?

— Sim, mas esses ao menos nos visitam. Porque a vocês nunca mais os vimos.

Esses que os demais teimavam em chamar de personagens, eram esses que adormeciam o casal de velhotes, noite após noite. Verdade seja escrita que a tarefa se tornava cada vez mais fácil. Bastava um repassar de cores e sonos para que as pestanas ganhassem peso. Até que era só ligar e já adormeciam.

25. — Quem vai ligar o aparelho hoje?

— É melhor não ser você, marido, porque noutro dia adormeceu de pé.

De novo, o padre invocou a urgência de um silêncio. Que ali havia tanto filho e mais tanto neto e ninguém conseguia apaziguar a viva? Os filhos descansaram o padre. Que sim, que iam conduzia dali para o resguardo da casa. Entrelua bem merecia o reparo de uma solidão. E prometeram à velha que não precisava de um outro aparelho, que eles iriam passar a visitá-la, nunca mais a deixariam só. À avó sorriu, triste. E assim a conduziram para casa.

Aquela noite, ainda viram a avó Entrelua atravessar o escuro da noite para se sentar sobre a campa de Sicrano. Deu um jeito na antena como a orientá-la rumo à lua. Depois passou o dedo pelos olhos a roubar uma lágrima. Passou essa aguinha pela tampa da panela como se repuxasse. De si para si murmurou; é para captar melhor. Ninguém a escutou, porém, quando se inclinou sobre a terra e disse baixinho:

— Hoje é você a ligar, Sicrano. Você ligue que eu já vou adormecendo.


(Adaptado de: COUTO, Mia. O fio das missangas. São Paulo: Companhia das Letras, 2008)
Sobre o parágrafo 15 e levando em consideração o contexto que o precede. é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q2762307 Português

Enterro televisivo


“Uns olham para a televisão. Outros olham pela televisão.“

(Dito de Sicrano)


1.Estranharam quando, no funeral do avô Sicrano, a viúva Entrelua proclamou: 

— Uma televisão!

— Uma televisão o qué, avó?

— Quero que me comprem uma televisão.

5. Aquilo, assim, de rompante, em plenas orações. Dela se esperava mais ajustado desejo, um ensejo solene de tristeza, um suspiro anunciador do fim. Mas não, ela queria naquele mesmo dia receber um aparelho novo. 

— Mas o aparelho que vocês tinham avariou?

— Não. Já não existe.

— Como é isso, então? Foi roubado?

— Não, foi enterrado.

10. — Enterrado?

— Sim, foi junto com o copo do vosso falecido pai.

Tudo havia sido congeminado junto com o coveiro. À televisão, desmontada nas suas quantas peças, tinha sido embalada no caixão. Era um requisito de quem ficava, selando a vontade de quem estava indo.

Na cerimônia, todos se entreolharam. O pedido era estranho, mas ninguém podia negar. O tio Ricardote ainda teve a lucidez de inquirir:

— E a antena?

15. Esperassem, fez ela com a mão. Tudo estava arquitetado. O coveiro estava instruído para, após a cerimônia, colocar a antena sobre a lápide, amarrada na ponta da cruz, em espreitação dos céus. Aquela mesma antena, feita de tampas de panela, ampliaria as eletrônicas nos sentidos do falecido. O velho Sicrano, lá em baixo, captaria os canais. É um simples risco a diferença entre a alma e a onda magnética. Por razão disso, a viúva Entrelua pediu que não cavassem fundo, deixassem o defunto à superfície.

— Para apanhar bem o sinal — explicou a velha.

O Padre Luciano se esforçou por disciplinar a multidão, ele que representava a ordem de uma só voz divina. Com uns tantos berros E ameaças ele reconduziu a multidão ao silêncio. Mas foi sossego de pouca dura. Logo, Entrelua espreitou em volta, E foi inquirindo os condoidos presentes:

— E o Bibito? onde está?
— O Bibito? — se interrogaram os familiares.

20. Ninguém conhecia. Foi o bisneto que esclareceu: Bibito era O personagem da novela brasileira. A das seis, acrescentou ele, feliz por lustrar conhecimento.

— E a Carmenzita que todas as noites nos visita E agora não comparece!

De novo, o bisneto fez luz: mais uma figura de uma telenovela. Só que mexicana. O filho mais velho tentou apaziguar as visões da avó. Mas qual Bibito, qual Carmen?! Então os filhos de osso e alma estavam ali, lágrima empenhada, e ela só queria saber de personagem noveleira?

— Sim, mas esses ao menos nos visitam. Porque a vocês nunca mais os vimos.

Esses que os demais teimavam em chamar de personagens, eram esses que adormeciam o casal de velhotes, noite após noite. Verdade seja escrita que a tarefa se tornava cada vez mais fácil. Bastava um repassar de cores e sonos para que as pestanas ganhassem peso. Até que era só ligar e já adormeciam.

25. — Quem vai ligar o aparelho hoje?

— É melhor não ser você, marido, porque noutro dia adormeceu de pé.

De novo, o padre invocou a urgência de um silêncio. Que ali havia tanto filho e mais tanto neto e ninguém conseguia apaziguar a viva? Os filhos descansaram o padre. Que sim, que iam conduzia dali para o resguardo da casa. Entrelua bem merecia o reparo de uma solidão. E prometeram à velha que não precisava de um outro aparelho, que eles iriam passar a visitá-la, nunca mais a deixariam só. À avó sorriu, triste. E assim a conduziram para casa.

Aquela noite, ainda viram a avó Entrelua atravessar o escuro da noite para se sentar sobre a campa de Sicrano. Deu um jeito na antena como a orientá-la rumo à lua. Depois passou o dedo pelos olhos a roubar uma lágrima. Passou essa aguinha pela tampa da panela como se repuxasse. De si para si murmurou; é para captar melhor. Ninguém a escutou, porém, quando se inclinou sobre a terra e disse baixinho:

— Hoje é você a ligar, Sicrano. Você ligue que eu já vou adormecendo.


(Adaptado de: COUTO, Mia. O fio das missangas. São Paulo: Companhia das Letras, 2008)
No trecho Tudo havia sido congeminado junto com o coveiro. (parágrafo 12), o significado da palavra congeminado no contexto é:
Alternativas
Respostas
33781: D
33782: D
33783: B
33784: C
33785: A
33786: D
33787: C
33788: E
33789: C
33790: D
33791: D
33792: A
33793: A
33794: C
33795: A
33796: E
33797: B
33798: D
33799: E
33800: E