Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
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Considere o fragmento de texto a seguir para a questão
1º § - A obsolescência é uma estratégia utilizada pelos fabricantes para reduzir a vida útil dos produtos. Dessa forma, o consumo é promovido e maiores ganhos econômicos são obtidos.
2º § - Essa estratégia se originou no início do século XX, com o desenvolvimento da Revolução Industrial. Seu conceito foi mais claramente definido pelo americano Bernarda London em 1932, que propôs implementá-lo como uma lei.
3º § - Dois tipos básicos de obsolescência programada foram definidos. Na obsolescência técnica, o equipamento é projetado para ter uma curta duração. A obsolescência percebida manipula a mente do consumidor através da publicidade, de forma que considera objetos obsoletos porque não estão na moda.
4º § - A obsolescência programada tem consequências ambientais e sociais. No nível ambiental, o estímulo ao consumo gera uma grande quantidade de resíduos que afeta pessoas e ecossistemas. Do ponto de vista social, aumentam as desigualdades entre os países de maior renda e os menos desenvolvidos.
5º § - Para evitar a obsolescência planejada, devem ser geradas leis que proíbem essa prática e promovam a reciclagem e a produção de bens duradouros. Além disso, a conscientização do consumidor deve ser criada para tornar o consumo responsável.
6º § - As vantagens da obsolescência programada são percebidas pelas empresas, uma vez que essa prática estimula o consumo, gera lucros e gera empregos. Embora suas desvantagens sejam sofridas por todo o planeta, contribuindo para a crise ambiental global e exigindo mão-de-obra barata sem proteção ao trabalhador.
7º § - Entre alguns exemplos, estão as meias de nylon que vêm perdendo qualidade desde sua origem em 1940, passando de um produto durável para descartável atualmente. No campo tecnológico, algumas empresas como a Apple projetam seus produtos com um prazo de validade muito curto e promovem a atualização contínua de seu software.
Fonte: https://maestrovirtuale.com/obsolescencia-programada-historia-tipos-consequencias/(com alterações)
Assinale a alternativa que apresenta corretamente os parágrafos, conforme a ordem da descrição a seguir:
→ No ___ parágrafo, apresentam-se vantagens e desvantagens da obsolescência programada.
→ No ___ parágrafo, apresentam-se as consequências negativas da obsolescência programada.
→ No ___ parágrafo, apresenta-se uma definição, contextualizando o leitor a respeito da temática dotexto.
→ No ___ parágrafo, apresenta-se uma subdivisão do conceito de obsolescência.
→ No ___ parágrafo, apresentam-se exemplos de produtos que são criados para terem vida útil curta.
→ No ___ parágrafo, apresenta-se um breve histórico do conceito de obsolescência.
→ No ___ parágrafo, apresentam-se ações necessárias para evitar a obsolescência programada.
Considere o fragmento de texto a seguir para a questão
1º § - A obsolescência é uma estratégia utilizada pelos fabricantes para reduzir a vida útil dos produtos. Dessa forma, o consumo é promovido e maiores ganhos econômicos são obtidos.
2º § - Essa estratégia se originou no início do século XX, com o desenvolvimento da Revolução Industrial. Seu conceito foi mais claramente definido pelo americano Bernarda London em 1932, que propôs implementá-lo como uma lei.
3º § - Dois tipos básicos de obsolescência programada foram definidos. Na obsolescência técnica, o equipamento é projetado para ter uma curta duração. A obsolescência percebida manipula a mente do consumidor através da publicidade, de forma que considera objetos obsoletos porque não estão na moda.
4º § - A obsolescência programada tem consequências ambientais e sociais. No nível ambiental, o estímulo ao consumo gera uma grande quantidade de resíduos que afeta pessoas e ecossistemas. Do ponto de vista social, aumentam as desigualdades entre os países de maior renda e os menos desenvolvidos.
5º § - Para evitar a obsolescência planejada, devem ser geradas leis que proíbem essa prática e promovam a reciclagem e a produção de bens duradouros. Além disso, a conscientização do consumidor deve ser criada para tornar o consumo responsável.
6º § - As vantagens da obsolescência programada são percebidas pelas empresas, uma vez que essa prática estimula o consumo, gera lucros e gera empregos. Embora suas desvantagens sejam sofridas por todo o planeta, contribuindo para a crise ambiental global e exigindo mão-de-obra barata sem proteção ao trabalhador.
7º § - Entre alguns exemplos, estão as meias de nylon que vêm perdendo qualidade desde sua origem em 1940, passando de um produto durável para descartável atualmente. No campo tecnológico, algumas empresas como a Apple projetam seus produtos com um prazo de validade muito curto e promovem a atualização contínua de seu software.
Fonte: https://maestrovirtuale.com/obsolescencia-programada-historia-tipos-consequencias/(com alterações)
Considere o fragmento de texto a seguir para a questão
1º § - A obsolescência é uma estratégia utilizada pelos fabricantes para reduzir a vida útil dos produtos. Dessa forma, o consumo é promovido e maiores ganhos econômicos são obtidos.
2º § - Essa estratégia se originou no início do século XX, com o desenvolvimento da Revolução Industrial. Seu conceito foi mais claramente definido pelo americano Bernarda London em 1932, que propôs implementá-lo como uma lei.
3º § - Dois tipos básicos de obsolescência programada foram definidos. Na obsolescência técnica, o equipamento é projetado para ter uma curta duração. A obsolescência percebida manipula a mente do consumidor através da publicidade, de forma que considera objetos obsoletos porque não estão na moda.
4º § - A obsolescência programada tem consequências ambientais e sociais. No nível ambiental, o estímulo ao consumo gera uma grande quantidade de resíduos que afeta pessoas e ecossistemas. Do ponto de vista social, aumentam as desigualdades entre os países de maior renda e os menos desenvolvidos.
5º § - Para evitar a obsolescência planejada, devem ser geradas leis que proíbem essa prática e promovam a reciclagem e a produção de bens duradouros. Além disso, a conscientização do consumidor deve ser criada para tornar o consumo responsável.
6º § - As vantagens da obsolescência programada são percebidas pelas empresas, uma vez que essa prática estimula o consumo, gera lucros e gera empregos. Embora suas desvantagens sejam sofridas por todo o planeta, contribuindo para a crise ambiental global e exigindo mão-de-obra barata sem proteção ao trabalhador.
7º § - Entre alguns exemplos, estão as meias de nylon que vêm perdendo qualidade desde sua origem em 1940, passando de um produto durável para descartável atualmente. No campo tecnológico, algumas empresas como a Apple projetam seus produtos com um prazo de validade muito curto e promovem a atualização contínua de seu software.
Fonte: https://maestrovirtuale.com/obsolescencia-programada-historia-tipos-consequencias/(com alterações)
Leia o texto abaixo, Furto de flor, Carlos Drummond de Andrande, para responder a questão.
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumiria a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
- Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
Disponível em: https://www.culturagenial.com/cronicas-curtas-com-interpretacao/155Acesso em: 08 de jan. 2024.
Leia o Texto 6 para responder à questão.

ISTOÉ, 1720, 18/09/2002. [Adaptado].
Leia o Texto 5 a seguir.

Disponível em: https://www.tumblr.com/tirasarmandinho/115851539709/ontem-foi-dia-dado-jornalista-por-um-jornalismo Acesso em: 17 dez. 2023.Acesso em: 17 dez. 2023.
No Texto 5, o personagem com chapéu concluiu antecipadamente uma informação dada pelo outro personagem. A conclusão precipitada é causada por uma expressão que costuma ser usada em nosso cotidiano. No contexto da tirinha, a expressão encontra-se no sentido
Leia o Texto 4 para responder à questão.

Disponível em:
Leia os Textos 2 e 3 para responder à questão.

Disponível em: http://www.ccsp.com.br. Acesso em: 16 dez. 2023. [Adaptado]

Disponível em:
Leia os Textos 2 e 3 para responder à questão.

Disponível em: http://www.ccsp.com.br. Acesso em: 16 dez. 2023. [Adaptado]

Disponível em:
Leia o Texto 1 para responder à questão.

Leia o Texto 1 para responder à questão.

As nossas relações interpessoais e o contexto em que estamos inseridos influenciam no modo como nos comunicamos com as pessoas. No texto acima, a gerente do banco modificou a forma de se comunicar com o cliente em virtude
As frases abaixo expressam:
Estudou tanto, que ficou em último lugar!
Chegou cedo, hein?
Estou de recuperação na escola, parabéns
para mim!
Felicidade é trabalhar muito e receber pouco.
Analise as frases abaixo e assinale a alternativa que corresponde ao que estas frases tratam:
"As mulheres apanham porque gostam ou porque provocam."
"É melhor continuar na relação, mesmo sofrendo agressões, do que se separar e criar o filho sem o pai."
"Em briga de marido e mulher não se
Leia a tirinha a seguir para responder à questão.

WATTERSON, B. Calvin e Haroldo, 2010.
Leia o texto para responder à questão.
O arteiro e o tempo
Se o Tempo tivesse uma cara, como seria? Para começar, não seria uma cara. Seriam várias. A cara do Tempo mudaria a toda hora. Bem, não a toda hora. Mas certamente a todo o ano.
A cara do Tempo ao nascer seria igual à cara de qualquer recém-nascido. Meio amassada, como um papel de embrulho que não se consegue alisar. Alguém poderia dizer “É a cara do pai” mas só estaria sendo delicado. Ao nascer, ninguém é a cara de ninguém.
Aliás, os dois ou três dias depois do nascimento são os únicos dias da vida em que a nossa cara é só nossa. Depois começa a ficar parecida.
Com o tempo, a cara do Tempo iria mudando. Na infância, a cara da gente muda mais depressa. Sempre tem aquela tia que passa um ou dois meses sem nos ver e quando vê faz um escândalo.
— Não pode ser, como ele mudou! Ou então não acredita.
— É mentira. Esse não é ele!
E a gente não sabe se fica orgulhoso por ter crescido tanto e estar ali enganando a tia ou finge que acha engraçado. Mesmo que por dentro esteja pensando: “Saco”.
Depois, a nossa cara muda mais devagar. A cara de quem tem quinze anos é muito diferente da cara de quem tem dez. Mas a cara de quem tem 35 não é muito diferente da cara de quem tem trinta. Pelo menos não o bastante para enganar uma tia.
Depois de um certo tempo, o Tempo muda de cara devagar. Mas muda. Vai ficando enrugado, encurvado... Mas é engraçado: quanto mais velho fica o Tempo, mais rápido ele passa.
Quando ele é moço, o Tempo parece que nem anda. Você fica torcendo para ele passar depressa — principalmente no começo do ano escolar, quando as férias estão lá longe e cada dia leva uma semana para terminar e cada semana leva um mês — e ele passa arrastando os pés, como um velho.
Quando fica velho, passa correndo, como um moço. E um moço atleta. Por isso os adultos não falam com o Tempo. Não conseguem. Ele não fica quieto. Criança, sim, pode conversar com o Tempo. Pedir coisas:
— Passa depressa, pô!
— Pra quê?
— Pro verão chegar logo. Pro meu aniversário chegar logo. Pro Natal chegar logo.
— Calma... — Anda! — Tem tempo...
E o Tempo se espreguiça. E é capaz até de tirar uma soneca na sua cara. Afinal, ele tem todo o tempo do mundo. Ele é todo o tempo do mundo.
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Leia o texto para responder à questão.
O arteiro e o tempo
Se o Tempo tivesse uma cara, como seria? Para começar, não seria uma cara. Seriam várias. A cara do Tempo mudaria a toda hora. Bem, não a toda hora. Mas certamente a todo o ano.
A cara do Tempo ao nascer seria igual à cara de qualquer recém-nascido. Meio amassada, como um papel de embrulho que não se consegue alisar. Alguém poderia dizer “É a cara do pai” mas só estaria sendo delicado. Ao nascer, ninguém é a cara de ninguém.
Aliás, os dois ou três dias depois do nascimento são os únicos dias da vida em que a nossa cara é só nossa. Depois começa a ficar parecida.
Com o tempo, a cara do Tempo iria mudando. Na infância, a cara da gente muda mais depressa. Sempre tem aquela tia que passa um ou dois meses sem nos ver e quando vê faz um escândalo.
— Não pode ser, como ele mudou! Ou então não acredita.
— É mentira. Esse não é ele!
E a gente não sabe se fica orgulhoso por ter crescido tanto e estar ali enganando a tia ou finge que acha engraçado. Mesmo que por dentro esteja pensando: “Saco”.
Depois, a nossa cara muda mais devagar. A cara de quem tem quinze anos é muito diferente da cara de quem tem dez. Mas a cara de quem tem 35 não é muito diferente da cara de quem tem trinta. Pelo menos não o bastante para enganar uma tia.
Depois de um certo tempo, o Tempo muda de cara devagar. Mas muda. Vai ficando enrugado, encurvado... Mas é engraçado: quanto mais velho fica o Tempo, mais rápido ele passa.
Quando ele é moço, o Tempo parece que nem anda. Você fica torcendo para ele passar depressa — principalmente no começo do ano escolar, quando as férias estão lá longe e cada dia leva uma semana para terminar e cada semana leva um mês — e ele passa arrastando os pés, como um velho.
Quando fica velho, passa correndo, como um moço. E um moço atleta. Por isso os adultos não falam com o Tempo. Não conseguem. Ele não fica quieto. Criança, sim, pode conversar com o Tempo. Pedir coisas:
— Passa depressa, pô!
— Pra quê?
— Pro verão chegar logo. Pro meu aniversário chegar logo. Pro Natal chegar logo.
— Calma... — Anda! — Tem tempo...
E o Tempo se espreguiça. E é capaz até de tirar uma soneca na sua cara. Afinal, ele tem todo o tempo do mundo. Ele é todo o tempo do mundo.
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.