Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
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Devido à sua relutância em reagir com outros elementos químicos, ganharam fama de 'inertes'.
Podemos afirmar que há, no trecho, uma figura de linguagem conhecida como:
I. A lista de elementos, que antes era constituída por apenas quatro deles, hoje, sob novas perspectivas, já soma mais de uma centena de elementos.
II. Os elementos apresentados pela Grécia Antiga constituem tudo o que vemos, tocamos e experimentamos.
III. Gases nobres recebem esse nome justamente porque sua constituição é superior à dos outros, o que lhes dá esse título, como as famílias nobres entre os seres humanos.
IV. As linhas espectrais, que consistem na forma como os elementos reagem à luz, funcionam como "impressões digitais" dos gases.
V. Cada elemento reage de uma forma específica e característica à energia que absorve.
É correto o que se afirma em:
Primeira coluna: figura de linguagem
(1) Apóstrofe. (2) Gradação. (3) Hipérbato. (4) Silepse.
Segunda coluna: exemplo de emprego
(__) São inspiradores os caminhos da literatura.
(__) A maioria dos alunos não queriam que lhes fosse cerceado o direito de escolher qual livro leriam.
(__) Comecei fazendo algumas buscas, em seguida li muitas coisas e, quando dei por mim, já estava obcecado pelo tema.
(__) Oh céus, o que mais eu preciso fazer para conseguir finalizar este livro?
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Mediadores de leitura
Autora: Yolanda Reyes (Tradução de Elizabeth Guzzo de Almeida)
Instituição: Projeto Espantapájaros. Colômbia.
Os mediadores de leitura são aquelas pessoas que estendem pontes entre os livros e os leitores, ou seja, que criam as condições para fazer com que seja possível que um livro e um leitor se encontrem. A experiência de encontrar os livros certos nos momentos certos da vida, esses livros que nos fascinam e que nos vão transformando em leitores paulatinamente, não têm uma rota única nem uma metodologia específica; por isto os mediadores de leitura não são fáceis de definir. No entanto, basta lembrar como descobrimos, nos primeiros anos da vida, esses livros que deixaram rastros em nossa infância e, talvez, aparecerão nítidas algumas figuras que foram nossos mediadores de leitura: esses adultos íntimos que deram vida às páginas de um livro, essas vozes que liam para nós, essas mãos e esses rostos que nos apresentavam os mundos possíveis e as emoções dos livros.
Os mediadores de leitura, consequentemente, não estão somente na escola, mas no lar, nas bibliotecas e nos espaços não convencionais como os parques, os hospitais e as ludotecas, entre outros. Durante a primeira infância, quando a criança não lê sozinha, a leitura é um trabalho em parceria e o adulto é quem vai dando sentido a essas páginas que para o bebê não seriam nada, sem sua presença e sua voz. Por isso, os primeiros mediadores de leitura são os pais, as mães, os avós e os educadores da primeira infância e, paulatinamente, à medida que as crianças se aproximam da língua escrita, vão se somando outros professores, bibliotecários, livreiros e diversos adultos que acompanham a leitura das crianças.
O trabalho do mediador de leitura não é fácil de reduzir a um manual de funções. Seu ofício essencial é ler de muitas formas possíveis: em primeiro lugar para si mesmo, porque um mediador de leitura é um leitor sensível e perspicaz, que se deixa tocar pelos livros, que desfruta e que sonha em compartilhá-los com outras pessoas. Em segundo lugar, um mediador cria rituais, momentos e atmosferas propícias para facilitar os encontros entre livros e leitores. Às vezes, pode fazer a Hora do Conto e ler em voz alta uma ou várias histórias a um grupo, mas, outras vezes, propicia leituras íntimas e solitárias ou encontros em pequenos grupos. Assim, em certas ocasiões, conversa ou recomenda algum livro; em outras permanece em silêncio ou se oculta para deixar que livro e leitor conversem.
Por isso, além de livros, um mediador de leitura lê seus leitores: quem são, o que sonham e o que temem, e quais são esses livros que podem criar pontes com suas perguntas, com seus momentos vitais e com essa necessidade de construir sentido que nos impulsiona a ler, desde o começo e ao longo da vida.
Retirado e adaptado de: Glossário Ceale. Disponível em: https://www.ceale.fae.ufmg.br Acesso em: 12 mar., 2024.
I. essas páginas (segundo parágrafo)
a. um trabalho em parceria
b. a leitura
II. Por isso (segundo parágrafo)
a. essas páginas que para o bebê não seriam nada, sem sua presença e sua voz.
b. Durante a primeira infância, quando a criança não lê sozinha, a leitura é um trabalho em parceria e o adulto é quem vai dando sentido a essas páginas
III. Seu ofício (terceiro parágrafo)
a. do mediador de leitura
b. um manual de funções
IV. Por isso (quarto parágrafo)
a. Em segundo lugar, um mediador cria rituais, momentos e atmosferas propícias para facilitar os encontros entre livros e leitores. Às vezes, pode fazer a Hora do Conto e ler em voz alta uma ou várias histórias a um grupo, mas, outras vezes, propicia leituras íntimas e solitárias ou encontros em pequenos grupos. Assim, em certas ocasiões, conversa ou recomenda algum livro; em outras permanece em silêncio ou se oculta para deixar que livro e leitor conversem.
b. além de livros, um mediador de leitura lê seus leitores: quem são, o que sonham e o que temem, e quais são esses livros que podem criar pontes com suas perguntas, com seus momentos vitais e com essa necessidade de construir sentido que nos impulsiona a ler, desde o começo e ao longo da vida.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Mediadores de leitura
Autora: Yolanda Reyes (Tradução de Elizabeth Guzzo de Almeida)
Instituição: Projeto Espantapájaros. Colômbia.
Os mediadores de leitura são aquelas pessoas que estendem pontes entre os livros e os leitores, ou seja, que criam as condições para fazer com que seja possível que um livro e um leitor se encontrem. A experiência de encontrar os livros certos nos momentos certos da vida, esses livros que nos fascinam e que nos vão transformando em leitores paulatinamente, não têm uma rota única nem uma metodologia específica; por isto os mediadores de leitura não são fáceis de definir. No entanto, basta lembrar como descobrimos, nos primeiros anos da vida, esses livros que deixaram rastros em nossa infância e, talvez, aparecerão nítidas algumas figuras que foram nossos mediadores de leitura: esses adultos íntimos que deram vida às páginas de um livro, essas vozes que liam para nós, essas mãos e esses rostos que nos apresentavam os mundos possíveis e as emoções dos livros.
Os mediadores de leitura, consequentemente, não estão somente na escola, mas no lar, nas bibliotecas e nos espaços não convencionais como os parques, os hospitais e as ludotecas, entre outros. Durante a primeira infância, quando a criança não lê sozinha, a leitura é um trabalho em parceria e o adulto é quem vai dando sentido a essas páginas que para o bebê não seriam nada, sem sua presença e sua voz. Por isso, os primeiros mediadores de leitura são os pais, as mães, os avós e os educadores da primeira infância e, paulatinamente, à medida que as crianças se aproximam da língua escrita, vão se somando outros professores, bibliotecários, livreiros e diversos adultos que acompanham a leitura das crianças.
O trabalho do mediador de leitura não é fácil de reduzir a um manual de funções. Seu ofício essencial é ler de muitas formas possíveis: em primeiro lugar para si mesmo, porque um mediador de leitura é um leitor sensível e perspicaz, que se deixa tocar pelos livros, que desfruta e que sonha em compartilhá-los com outras pessoas. Em segundo lugar, um mediador cria rituais, momentos e atmosferas propícias para facilitar os encontros entre livros e leitores. Às vezes, pode fazer a Hora do Conto e ler em voz alta uma ou várias histórias a um grupo, mas, outras vezes, propicia leituras íntimas e solitárias ou encontros em pequenos grupos. Assim, em certas ocasiões, conversa ou recomenda algum livro; em outras permanece em silêncio ou se oculta para deixar que livro e leitor conversem.
Por isso, além de livros, um mediador de leitura lê seus leitores: quem são, o que sonham e o que temem, e quais são esses livros que podem criar pontes com suas perguntas, com seus momentos vitais e com essa necessidade de construir sentido que nos impulsiona a ler, desde o começo e ao longo da vida.
Retirado e adaptado de: Glossário Ceale. Disponível em: https://www.ceale.fae.ufmg.br Acesso em: 12 mar., 2024.
I. Aproximar livros e leitores.
II. Oferecer meios pelos quais crianças, mesmo que ainda não leiam, possam se aproximar do livro.
III. Oferecer e limitar para o leitor o sentido do livro, interpretando-o para a criança/adolescente.
IV. Ser um leitor experiente, que mostra entusiasmo e se deixa encantar pelos livros, transparecendo este encantamento aos leitores em formação.
V. Fazer leituras coletivas, em voz alta.
VI. Promover encontros individuais entre leitores e livros.
VII. Atuar em espaços institucionais de leitura especificamente, visto que são estes espaços que se constituem como meios de formação de leitores.
É correto o que se afirma em:
Mediadores de leitura
Autora: Yolanda Reyes (Tradução de Elizabeth Guzzo de Almeida)
Instituição: Projeto Espantapájaros. Colômbia.
Os mediadores de leitura são aquelas pessoas que estendem pontes entre os livros e os leitores, ou seja, que criam as condições para fazer com que seja possível que um livro e um leitor se encontrem. A experiência de encontrar os livros certos nos momentos certos da vida, esses livros que nos fascinam e que nos vão transformando em leitores paulatinamente, não têm uma rota única nem uma metodologia específica; por isto os mediadores de leitura não são fáceis de definir. No entanto, basta lembrar como descobrimos, nos primeiros anos da vida, esses livros que deixaram rastros em nossa infância e, talvez, aparecerão nítidas algumas figuras que foram nossos mediadores de leitura: esses adultos íntimos que deram vida às páginas de um livro, essas vozes que liam para nós, essas mãos e esses rostos que nos apresentavam os mundos possíveis e as emoções dos livros.
Os mediadores de leitura, consequentemente, não estão somente na escola, mas no lar, nas bibliotecas e nos espaços não convencionais como os parques, os hospitais e as ludotecas, entre outros. Durante a primeira infância, quando a criança não lê sozinha, a leitura é um trabalho em parceria e o adulto é quem vai dando sentido a essas páginas que para o bebê não seriam nada, sem sua presença e sua voz. Por isso, os primeiros mediadores de leitura são os pais, as mães, os avós e os educadores da primeira infância e, paulatinamente, à medida que as crianças se aproximam da língua escrita, vão se somando outros professores, bibliotecários, livreiros e diversos adultos que acompanham a leitura das crianças.
O trabalho do mediador de leitura não é fácil de reduzir a um manual de funções. Seu ofício essencial é ler de muitas formas possíveis: em primeiro lugar para si mesmo, porque um mediador de leitura é um leitor sensível e perspicaz, que se deixa tocar pelos livros, que desfruta e que sonha em compartilhá-los com outras pessoas. Em segundo lugar, um mediador cria rituais, momentos e atmosferas propícias para facilitar os encontros entre livros e leitores. Às vezes, pode fazer a Hora do Conto e ler em voz alta uma ou várias histórias a um grupo, mas, outras vezes, propicia leituras íntimas e solitárias ou encontros em pequenos grupos. Assim, em certas ocasiões, conversa ou recomenda algum livro; em outras permanece em silêncio ou se oculta para deixar que livro e leitor conversem.
Por isso, além de livros, um mediador de leitura lê seus leitores: quem são, o que sonham e o que temem, e quais são esses livros que podem criar pontes com suas perguntas, com seus momentos vitais e com essa necessidade de construir sentido que nos impulsiona a ler, desde o começo e ao longo da vida.
Retirado e adaptado de: Glossário Ceale. Disponível em: https://www.ceale.fae.ufmg.br Acesso em: 12 mar., 2024.
(__) A leitura é um processo passivo no qual o leitor recebe os sentidos construídos pelo autor do texto.
(__) Toda leitura parte de um objetivo, o qual irá desencadear a seleção de um gênero e um comportamento estratégico específico por parte do leitor.
(__) A leitura é uma competência, um conjunto de habilidades complexas, que guarda em si vários outros processos de ordem oculomotora, perceptual e de compreensão.
(__) Para que a leitura faça sentido, ela precisa estar associada a alguma atividade de produção de textos, pois é só assim que o professor saberá como o estudante leu e o que compreendeu do que foi lido.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: