Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
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A respeito das ideias do poema, analise as assertivas que seguem:
I. O eu lírico acredita que ser uma coisa implica que ela não tem nenhum valor.
II. O eu lírico defende que a busca por significados profundos é a melhor maneira de se relacionar com a realidade.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
Texto CG1A1-I
Investir em educação na primeira infância representa, além de vantagens para o desenvolvimento individual, retorno social e econômico. O economista norte-americano James Heckman, um dos ganhadores do prêmio Nobel na área econômica no ano 2000, conduziu pesquisa que acompanhou, ao longo do tempo, várias crianças com e sem acesso a ensino de qualidade. O objetivo era conferir os impactos da educação no curto, no médio e no longo prazo.
“Os resultados desse trabalho mostram que cada dólar investido traz um retorno social de sete dólares”, aponta Karina Fasson, da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, organização da sociedade civil que trabalha pela causa da primeira infância. Ela afirma que “as ações educativas voltadas para o começo da vida têm o poder de minimizar a carga que as demais políticas públicas carregam”. Isso quer dizer que investir em educação na primeira infância é uma estratégia eficaz para reduzir os custos sociais no futuro.
Segundo Fasson, quando se pensa em políticas públicas, o retorno é mais significativo na fase pré-escolar que em qualquer outra etapa da vida. “No longo prazo, quem é mais estimulado tem maior aprendizado e maior progressão escolar, e isso tem reflexos na inserção no mercado de trabalho e nos salários, além de favorecer menor envolvimento em situações de vulnerabilidade, como a criminalidade e o uso de drogas, e tem consequências também na saúde das pessoas”, ressalta. Tudo isso, a especialista afirma, não só tem efeito na trajetória educacional, mas também repercute ao longo da vida do indivíduo e impacta a sociedade como um todo.
Internet: <novaescola.org.br> (com adaptações).
A forma verbal ‘minimizar’ (segundo período do segundo parágrafo) está empregada no texto com o sentido de subestimar.
Texto CG1A1-I
Investir em educação na primeira infância representa, além de vantagens para o desenvolvimento individual, retorno social e econômico. O economista norte-americano James Heckman, um dos ganhadores do prêmio Nobel na área econômica no ano 2000, conduziu pesquisa que acompanhou, ao longo do tempo, várias crianças com e sem acesso a ensino de qualidade. O objetivo era conferir os impactos da educação no curto, no médio e no longo prazo.
“Os resultados desse trabalho mostram que cada dólar investido traz um retorno social de sete dólares”, aponta Karina Fasson, da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, organização da sociedade civil que trabalha pela causa da primeira infância. Ela afirma que “as ações educativas voltadas para o começo da vida têm o poder de minimizar a carga que as demais políticas públicas carregam”. Isso quer dizer que investir em educação na primeira infância é uma estratégia eficaz para reduzir os custos sociais no futuro.
Segundo Fasson, quando se pensa em políticas públicas, o retorno é mais significativo na fase pré-escolar que em qualquer outra etapa da vida. “No longo prazo, quem é mais estimulado tem maior aprendizado e maior progressão escolar, e isso tem reflexos na inserção no mercado de trabalho e nos salários, além de favorecer menor envolvimento em situações de vulnerabilidade, como a criminalidade e o uso de drogas, e tem consequências também na saúde das pessoas”, ressalta. Tudo isso, a especialista afirma, não só tem efeito na trajetória educacional, mas também repercute ao longo da vida do indivíduo e impacta a sociedade como um todo.
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O segundo período do primeiro parágrafo poderia ser reescrito, mantendo-se a correção gramatical e os sentidos originais do texto, da seguinte forma: No ano 2000, o economista norte-americano James Heckman (um dos ganhadores do prêmio Nobel na área econômica), conduziu uma pesquisa que acompanhou, ao longo do tempo, várias crianças, com e sem acesso à educação de qualidade.
Texto CG1A1-I
Investir em educação na primeira infância representa, além de vantagens para o desenvolvimento individual, retorno social e econômico. O economista norte-americano James Heckman, um dos ganhadores do prêmio Nobel na área econômica no ano 2000, conduziu pesquisa que acompanhou, ao longo do tempo, várias crianças com e sem acesso a ensino de qualidade. O objetivo era conferir os impactos da educação no curto, no médio e no longo prazo.
“Os resultados desse trabalho mostram que cada dólar investido traz um retorno social de sete dólares”, aponta Karina Fasson, da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, organização da sociedade civil que trabalha pela causa da primeira infância. Ela afirma que “as ações educativas voltadas para o começo da vida têm o poder de minimizar a carga que as demais políticas públicas carregam”. Isso quer dizer que investir em educação na primeira infância é uma estratégia eficaz para reduzir os custos sociais no futuro.
Segundo Fasson, quando se pensa em políticas públicas, o retorno é mais significativo na fase pré-escolar que em qualquer outra etapa da vida. “No longo prazo, quem é mais estimulado tem maior aprendizado e maior progressão escolar, e isso tem reflexos na inserção no mercado de trabalho e nos salários, além de favorecer menor envolvimento em situações de vulnerabilidade, como a criminalidade e o uso de drogas, e tem consequências também na saúde das pessoas”, ressalta. Tudo isso, a especialista afirma, não só tem efeito na trajetória educacional, mas também repercute ao longo da vida do indivíduo e impacta a sociedade como um todo.
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Com base nas ideias veiculadas no texto CG1A1-I, julgue o item a seguir.
Segundo a especialista Karina Fasson, os indivíduos que recebem estímulos em longo prazo, independentemente da etapa da vida, são os que têm as maiores chances de inserção no mercado de trabalho e acesso aos melhores salários, além de mínimo envolvimento com a criminalidade.
Texto CG1A1-I
Investir em educação na primeira infância representa, além de vantagens para o desenvolvimento individual, retorno social e econômico. O economista norte-americano James Heckman, um dos ganhadores do prêmio Nobel na área econômica no ano 2000, conduziu pesquisa que acompanhou, ao longo do tempo, várias crianças com e sem acesso a ensino de qualidade. O objetivo era conferir os impactos da educação no curto, no médio e no longo prazo.
“Os resultados desse trabalho mostram que cada dólar investido traz um retorno social de sete dólares”, aponta Karina Fasson, da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, organização da sociedade civil que trabalha pela causa da primeira infância. Ela afirma que “as ações educativas voltadas para o começo da vida têm o poder de minimizar a carga que as demais políticas públicas carregam”. Isso quer dizer que investir em educação na primeira infância é uma estratégia eficaz para reduzir os custos sociais no futuro.
Segundo Fasson, quando se pensa em políticas públicas, o retorno é mais significativo na fase pré-escolar que em qualquer outra etapa da vida. “No longo prazo, quem é mais estimulado tem maior aprendizado e maior progressão escolar, e isso tem reflexos na inserção no mercado de trabalho e nos salários, além de favorecer menor envolvimento em situações de vulnerabilidade, como a criminalidade e o uso de drogas, e tem consequências também na saúde das pessoas”, ressalta. Tudo isso, a especialista afirma, não só tem efeito na trajetória educacional, mas também repercute ao longo da vida do indivíduo e impacta a sociedade como um todo.
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Com base nas ideias veiculadas no texto CG1A1-I, julgue o item a seguir.
Conclui-se das falas de Karina Fasson que o investimento em política pública de educação voltada para o desenvolvimento dos primeiros anos de vida das crianças está relacionado com o resultado alcançado em outras áreas associadas a políticas públicas de Estado.
Texto CG1A1-I
Investir em educação na primeira infância representa, além de vantagens para o desenvolvimento individual, retorno social e econômico. O economista norte-americano James Heckman, um dos ganhadores do prêmio Nobel na área econômica no ano 2000, conduziu pesquisa que acompanhou, ao longo do tempo, várias crianças com e sem acesso a ensino de qualidade. O objetivo era conferir os impactos da educação no curto, no médio e no longo prazo.
“Os resultados desse trabalho mostram que cada dólar investido traz um retorno social de sete dólares”, aponta Karina Fasson, da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, organização da sociedade civil que trabalha pela causa da primeira infância. Ela afirma que “as ações educativas voltadas para o começo da vida têm o poder de minimizar a carga que as demais políticas públicas carregam”. Isso quer dizer que investir em educação na primeira infância é uma estratégia eficaz para reduzir os custos sociais no futuro.
Segundo Fasson, quando se pensa em políticas públicas, o retorno é mais significativo na fase pré-escolar que em qualquer outra etapa da vida. “No longo prazo, quem é mais estimulado tem maior aprendizado e maior progressão escolar, e isso tem reflexos na inserção no mercado de trabalho e nos salários, além de favorecer menor envolvimento em situações de vulnerabilidade, como a criminalidade e o uso de drogas, e tem consequências também na saúde das pessoas”, ressalta. Tudo isso, a especialista afirma, não só tem efeito na trajetória educacional, mas também repercute ao longo da vida do indivíduo e impacta a sociedade como um todo.
Internet: <novaescola.org.br> (com adaptações).
Com base nas ideias veiculadas no texto CG1A1-I, julgue o item a seguir.
De acordo com o texto, o maior retorno do investimento em educação escolar na primeira infância é observado nos campos social e econômico.
Texto CG1A1-I
Investir em educação na primeira infância representa, além de vantagens para o desenvolvimento individual, retorno social e econômico. O economista norte-americano James Heckman, um dos ganhadores do prêmio Nobel na área econômica no ano 2000, conduziu pesquisa que acompanhou, ao longo do tempo, várias crianças com e sem acesso a ensino de qualidade. O objetivo era conferir os impactos da educação no curto, no médio e no longo prazo.
“Os resultados desse trabalho mostram que cada dólar investido traz um retorno social de sete dólares”, aponta Karina Fasson, da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, organização da sociedade civil que trabalha pela causa da primeira infância. Ela afirma que “as ações educativas voltadas para o começo da vida têm o poder de minimizar a carga que as demais políticas públicas carregam”. Isso quer dizer que investir em educação na primeira infância é uma estratégia eficaz para reduzir os custos sociais no futuro.
Segundo Fasson, quando se pensa em políticas públicas, o retorno é mais significativo na fase pré-escolar que em qualquer outra etapa da vida. “No longo prazo, quem é mais estimulado tem maior aprendizado e maior progressão escolar, e isso tem reflexos na inserção no mercado de trabalho e nos salários, além de favorecer menor envolvimento em situações de vulnerabilidade, como a criminalidade e o uso de drogas, e tem consequências também na saúde das pessoas”, ressalta. Tudo isso, a especialista afirma, não só tem efeito na trajetória educacional, mas também repercute ao longo da vida do indivíduo e impacta a sociedade como um todo.
Internet: <novaescola.org.br> (com adaptações).
Com base nas ideias veiculadas no texto CG1A1-I, julgue o item a seguir.
Os resultados do trabalho conduzido por James Heckman indicam, de forma imprecisa, o retorno socioeconômico do investimento realizado nos anos escolares iniciais.
Leia o texto a seguir.
JOVEM DE 26 ANOS MORRE DEVIDO A “CARGA DE TRABALHO EXTENUANTE” Morte de contadora levanta debate sobre cultura de trabalho desgastante, ninguém da empresa compareceu ao funeral
Anna Sebastian Perayil, de 26 anos, passou quatro meses no cargo de contadora da SR Batliboi, empresa membro da Ernst & Young (EY), multinacional do ramo de auditoria, na Índia. Até que ela faleceu, no último mês de julho. Desde então, sua história tem levantado debates em todo o mundo. Isso porque, segundo sua família, a morte foi causada por uma carga extenuante de trabalho.
O pai da jovem, Siby Joseph, disse que a filha morreu em consequência da combinação de “vários problemas, incluindo refluxo ácido, estresse no trabalho, [e] pressão no trabalho”. Em uma carta enviada à Ernst & Young, Anita Augustine, mãe de Anna, contou que a mulher começou a trabalhar na empresa em março, mas “a carga de trabalho, o novo ambiente e as longas horas afetaram-na física, emocional e mentalmente”.
Segundo a mãe, no último mês de julho, Anna precisou consultar um médico por sentir uma “pressão no peito” por uma semana. O médico prescreveu antiácidos e apontou que ela “não estava dormindo o suficiente e estava comendo muito tarde”. Mesmo com o alerta, a filha continuou a trabalhar “até tarde da noite, mesmo nos fins de semana, sem oportunidade de recuperar o fôlego”.
“A experiência de Anna lança luz sobre uma cultura de trabalho que parece glorificar o excesso de trabalho enquanto negligencia os seres humanos por trás das funções. Não se trata apenas da minha filha, mas de cada jovem profissional que se junta à EY cheio de esperanças e sonhos, apenas para ser esmagado sob o peso de expectativas irrealistas”, diz um trecho da carta. Anita destacou que a morte de Anna deveria servir de alerta para a empresa. No entanto, em entrevista a um jornal indiano, ela contou que ninguém da Ernst & Young compareceu ao funeral de sua filha e sequer obteve alguma resposta da empresa.
Disponível em:
<https://www.correiobraziliense.com.br/economia/2024/09/6948581-jovemde-26-anos-morre-devido-a-carga-de-trabalho-extenuante.html>. Acesso
em: 02 out. 2024. [Adaptado].
A partir da leitura da reportagem do jornal Correio Braziliense, podemos inferir que
Observe a imagem a seguir.

Disponível em: <www.ivancabral.com>. Acesso em: 20 set. 2024.
A expressão “rede social” pode se referir tanto a um site ou aplicativo quanto à rede ocupada pelos integrantes daquela família. Trata-se de um mecanismo de produção de sentidos em textos denominado de
Uma janela para o inferno — foi esse o cenário com que o agricultor Jorge Barbosa, 70 anos, se deparou em sua propriedade em Boa Esperança do Sul, a 280 quilômetros de São Paulo, no centro do estado, no fim de agosto. Naquela tarde, um paredão de fogo com origem na mata avançou sobre sua plantação de banana, devorando mais de 120 pés em questão de minutos.
Disponível em: <https://veja.abril.com.br/brasil/estiagem-recorde-castiga-obrasil-e-expoe-despreparo-do-governo-diante-da-crise>. Acesso em: 02 out. 2024.
Qual é a sequência textual predominante no texto acima?
Leia o texto a seguir.
Saúde mental: trabalhadores da geração z são os que mais sofrem burnout
Juliana Sousa
A Síndrome do Esgotamento Profissional é um distúrbio emocional com sintomas de exaustão extrema, estresse e esgotamento físico. Recém-formada em publicidade e propaganda, Maria* (*nome fictício) foi contratada em uma renomada empresa do ramo com apenas 23 anos. Certa de que a carreira daria espaço para sua criatividade, a jovem acreditou que a oportunidade seria um divisor de águas em sua vida profissional, até que a rotina de trabalho mudou drasticamente em 2020, com a chegada da pandemia da covid-19. Muitos de seus colegas foram demitidos para cortar gastos, a pressão em seu trabalho aumentou. O home office, prazos apertados, reuniões virtuais intermináveis e a urgência de criar campanhas que ressoassem com um público isolado tornaram-se a nova realidade.
Em meio ao caos, a agência exigia resultados, Maria se sentiu obrigada a se comprometer ainda mais com medo de perder a tão sonhada chance. “Eu acordava preocupada e ia dormir sempre muito tarde. Eu nem tinha tempo para pensar se estava cansada, recebia ligações intermináveis a quase qualquer hora do dia. Eu só pensava em trabalhar, em fazer bem feito e tentar não estragar tudo”, contou a jovem que não sabia, mas já apresentava os primeiros sintomas de algo que a acompanharia por muito tempo: a Síndrome de Burnout.
Declarada doença ocupacional desde 2022 pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a Síndrome do Esgotamento Profissional é um distúrbio emocional com sintomas de exaustão extrema, estresse e esgotamento físico que pode ser resultante de situações de trabalho desgastante que demanda muita competitividade ou responsabilidade.
Segundo uma pesquisa da Harvard Business Review (2022), 50% dos trabalhadores da Geração Z (nascidos entre 1995 e 2010) relataram que suas experiências de trabalho estão afetando sua saúde mental, e 75% disseram que desejam ver mais apoio de suas organizações em relação à saúde mental.
O relatório da Pew Research Center, publicado no mesmo ano, reforça esse resultado. O estudo destacou que a faixa etária enfrenta pressões significativas relacionadas a expectativas de desempenho, segurança financeira e questões sociais, que são fatores que podem contribuir para o burnout.
Disponível em:
<https://www.correiobraziliense.com.br/brasil/2024/09/6947751-
trabalhadores-da-geracao-z-sao-os-que-mais-sofrem-burnout.html>.
Acesso em: 01 out. 2024. [Adaptado].
A partir da interpretação textual da reportagem do jornal Correio Braziliense e do contexto abordado, qual trecho que resume a reportagem do jornal Correio Braziliense?
Leia o texto a seguir.

Disponível em:
<https://www.facebook.com/CafeteriaDaFazenda/posts/b%C3%A3o-diacunvers%C3%A1-%C3%A9-cun-n%C3%B3is-diminas/2642152552496234/>. Acesso em: 06 out. 2024.
As variações linguísticas procuram estabelecer uma comunicação em relação a um contexto. Proporcionam relacionar maneiras de como os indivíduos apresentam formas em utilizar essa mesma língua no seu dia a dia. Como é classificada a variação linguística presente no texto supramencionado?
Leia a charge a seguir.

Disponível em:
<https://www.facebook.com/photo.php?fbid=4636459549766813&id=8009
56409983832&set=a.1158925690853567>. Acesso em: 06 out. 2024.
De acordo com a norma gramatical culta, qual frase foi adaptada adequadamente a partir das frases da charge acima?
Leia o trecho a seguir.
“BR-153 – EM DIREÇÃO A SÃO PAULO E CALDAS NOVAS, VIRE À DIREITA.”
O trecho acima refere-se à qual tipologia narrativa?
Leia o texto a seguir.
PARATODOS
Chico Buarque
O meu pai era paulista
Meu avô, pernambucano
O meu bisavô, mineiro
Meu tataravô, baiano
Meu maestro soberano
Foi Antonio Brasileiro
(...)
O meu pai era paulista
Meu avô, pernambucano
O meu bisavô, mineiro
Meu tataravô, baiano
Vou na estrada há muitos anos
Sou um artista brasileiro
Nos excertos da canção do compositor e cantor Chico Buarque de Holanda (primeira e última estrofes), nota-se a presença de figuras de sintaxe denominadas de