Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

Foram encontradas 91.770 questões

Q3149103 Português
A IMPORTÂNCIA DA RECICLAGEM E OS BENEFÍCIOS PARA O CIDADÃO E O MEIO AMBIENTE


Importante tanto para o meio ambiente quanto para as pessoas, a reciclagem trata-se de uma ação continuada de coleta e processamento de resíduos quais seriam jogados como lixo, mas que podem ser reaproveitados e transformados em novos produtos.


Reciclar ajuda na conservação de recursos naturais, como madeira, água e minerais, reduzindo a necessidade de extração de novas matérias-primas. Os materiais de reciclagem não requerem muita energia para serem remanufaturados em comparação com a conversão de novas matérias-primas em produtos utilizáveis, gerando, portanto, economia.


Quanto maior o índice de reciclagem, menores serão os custos com limpeza urbana, além da redução na emissão de gases de efeito estufa (que provocam a mudança climática global), uma vez que a produção de alguns materiais resulta em grande soltura de poluentes que contaminam o ar, a água e o solo.


O processo reciclagem também promove educação ambiental, envolvendo a coleta, a triagem e o processamento dos resíduos. Exemplos de coisas que podem ser recicladas incluem jornais, revistas, caixas de leite, latas de aço, alumínio, garrafas, vidros, frascos plásticos etc.


Além de favorecer uma atividade rentável gerando novos empregos, a reciclagem reduz a quantidade de resíduos (lixo não reciclável) enviados para aterros sanitários ou depósitos de lixo, prolongando a vida útil desses locais. Lembrando que os aterros também são fiscalizados e tributados; portanto, se multas por excesso de capacidade de armazenamento forem aplicadas, serão pagas pelos próprios contribuintes.


Adotar ações diárias de reciclagem não requer mudanças de estilo de vida tão drásticas. Geralmente, em uma casa ou empresa, há mais resíduos recicláveis do que não recicláveis. É importante que a comunidade participe da coleta seletiva e de toda ação que contribua para uma melhor sustentabilidade.


Faça a sua parte: recicle!

Após leitura do texto, assinale a alternativa contendo afirmação INCORRETA com base no ponto de vista defendido pelo autor.
Alternativas
Q3149045 Português

"O gênero narrativo refere-se aos textos que contam uma história. Para isso, é necessário um narrador ou narradora, personagem, enredo, tempo, e espaço. O narrador pode ser onisciente, observador ou personagem da narrativa, que pode conter um discurso direto, indireto ou indireto livre."


(brasilescola.uol.com.br/literatura/genero-narrativo.htm)


Os subgêneros do narrativo são os identificados nas alternativas abaixo, EXCETO:

Alternativas
Q3148854 Português
De médio e louco todo mundo tem um pouco – por Alisson Henrique Moretti


-


Você já se perguntou se existe uma forma de delimitar o campo daquilo que se entende por loucura? Quais comportamentos seriam indicativos de insanidade mental? Que fazer com os reconhecidamente "desajustados"?


Um dos contos mais admiráveis de Machado de Assis, O alienista, é uma sátira acerca da inviabilidade de se definir a esfera da loucura, sob pena de incorrer numa generalização. Afinal, como diz o ditado popular: "de médico e louco todo mundo tem um pouco".


Machado de Assis conta a história de um médico, o Dr. Simão Bacamarte, obcecado por detectar enfermidades psíquicas, passa a recolher os supostos enfermos num asilo por ele criado, a chamada "Casa Verde", com o propósito de tratá-los, assim como de desenvolver suas teorias científicas.


No decorrer da narrativa, é apresentado ao leitor um fato inusitado: "quatro quintos da população da vila estavam aposentados naquele estabelecimento", ou seja, na Casa Verde. A conclusão do Dr. Bacamarte é que diante desse fato estatístico, a verdade é que não era a maioria da população constituída por loucos, mas o oposto, e, portanto, que se devia admitir como normal e exemplar o desequilíbrio das faculdades, e como hipóteses patológicas todos os casos em que aquele equilíbrio fosse ininterrupto.


Com isso, o protagonista resolve dar liberdade aos reclusos da Casa Verde, que já representavam a esmagadora maioria da população local.


De acordo com o filósofo francês Michel Foucault (1926-1984) o saber sobre a loucura, que se encerra no discurso psiquiátrico, é extraído a partir de seu Sitz in Leben (expressão alemã utilizada na exegese de textos bíblicos. Traduz-se comumente por "contexto vital"), o lugar de existência, a saber: as instituições de controle do louco que são: família, igreja, justiça, hospital, etc., os saberes a elas relacionados e as estruturas econômicas e culturais da época. Este lugar de existência é o que constitui para Foucault a episteme de uma época.


Dito de maneira mais simples, o que Foucault expressa é que a sociedade possui "instituições de controle" (família, igreja, justiça etc.), são essas instituições que dizem como devemos agir, falar, nos vestir, enfim, como ser "normal". Se você não se ajusta aos padrões impostos por essas instituições, logo, você é louco, desajustado.


A sociedade usa para avaliar a saúde mental dos indivíduos os mesmos critérios de avaliação da "saúde" de uma peça pertencente a uma máquina. Peça "saudável" é aquela que não exige reparos e funciona sempre.


Para que isso aconteça é preciso que a peça esteja totalmente ajustada à ideia da máquina. Sendo assim, o indivíduo saudável, ou seja, que não é louco é aquele que cuja alma está ajustada à alma da sociedade. Ajustamento produz contentamento.


Rubem Alves, outro grande gigante da literatura brasileira, tratando sobre o mesmo tema diz em um dos seus livros que ao longo da história sempre houve pessoas consideradas "desajustadas", mas que também eram dotadas de uma genialidade singular.


As pessoas ajustadas são indispensáveis para fazer a máquina funcionar. Mas só as desajustadas pensam outros mundos. A criatividade vem do desajustamento.


Agora imaginem que nossa sociedade é louca, as evidências apontam para esse diagnóstico. Estar ajustado a essa sociedade é estar ajustado a sua loucura, logo, o que é padrão de sanidade na verdade é loucura, pois, a sociedade que impõem esses padrões é louca.


Mas aqueles que possuem sensibilidade para perceber a loucura da sociedade e consequentemente sofrer com isso, serão tidos como loucos, pois, serão "peças desajustadas" impedindo o funcionamento normal da máquina. Talvez o Dr. Bacamarte estava certo na sua ideia inicial: são todos loucos.



Fonte: https://jornalnoroeste.com/pagina/penso-logo-existo/de-medico-e-louco-todo-mundo-tem-um-pouco
No texto, o autor cita a obra O Alienista, de Machado de Assis. Essa obra está inserida em qual movimento literário brasileiro? 
Alternativas
Q3148853 Português
De médio e louco todo mundo tem um pouco – por Alisson Henrique Moretti


-


Você já se perguntou se existe uma forma de delimitar o campo daquilo que se entende por loucura? Quais comportamentos seriam indicativos de insanidade mental? Que fazer com os reconhecidamente "desajustados"?


Um dos contos mais admiráveis de Machado de Assis, O alienista, é uma sátira acerca da inviabilidade de se definir a esfera da loucura, sob pena de incorrer numa generalização. Afinal, como diz o ditado popular: "de médico e louco todo mundo tem um pouco".


Machado de Assis conta a história de um médico, o Dr. Simão Bacamarte, obcecado por detectar enfermidades psíquicas, passa a recolher os supostos enfermos num asilo por ele criado, a chamada "Casa Verde", com o propósito de tratá-los, assim como de desenvolver suas teorias científicas.


No decorrer da narrativa, é apresentado ao leitor um fato inusitado: "quatro quintos da população da vila estavam aposentados naquele estabelecimento", ou seja, na Casa Verde. A conclusão do Dr. Bacamarte é que diante desse fato estatístico, a verdade é que não era a maioria da população constituída por loucos, mas o oposto, e, portanto, que se devia admitir como normal e exemplar o desequilíbrio das faculdades, e como hipóteses patológicas todos os casos em que aquele equilíbrio fosse ininterrupto.


Com isso, o protagonista resolve dar liberdade aos reclusos da Casa Verde, que já representavam a esmagadora maioria da população local.


De acordo com o filósofo francês Michel Foucault (1926-1984) o saber sobre a loucura, que se encerra no discurso psiquiátrico, é extraído a partir de seu Sitz in Leben (expressão alemã utilizada na exegese de textos bíblicos. Traduz-se comumente por "contexto vital"), o lugar de existência, a saber: as instituições de controle do louco que são: família, igreja, justiça, hospital, etc., os saberes a elas relacionados e as estruturas econômicas e culturais da época. Este lugar de existência é o que constitui para Foucault a episteme de uma época.


Dito de maneira mais simples, o que Foucault expressa é que a sociedade possui "instituições de controle" (família, igreja, justiça etc.), são essas instituições que dizem como devemos agir, falar, nos vestir, enfim, como ser "normal". Se você não se ajusta aos padrões impostos por essas instituições, logo, você é louco, desajustado.


A sociedade usa para avaliar a saúde mental dos indivíduos os mesmos critérios de avaliação da "saúde" de uma peça pertencente a uma máquina. Peça "saudável" é aquela que não exige reparos e funciona sempre.


Para que isso aconteça é preciso que a peça esteja totalmente ajustada à ideia da máquina. Sendo assim, o indivíduo saudável, ou seja, que não é louco é aquele que cuja alma está ajustada à alma da sociedade. Ajustamento produz contentamento.


Rubem Alves, outro grande gigante da literatura brasileira, tratando sobre o mesmo tema diz em um dos seus livros que ao longo da história sempre houve pessoas consideradas "desajustadas", mas que também eram dotadas de uma genialidade singular.


As pessoas ajustadas são indispensáveis para fazer a máquina funcionar. Mas só as desajustadas pensam outros mundos. A criatividade vem do desajustamento.


Agora imaginem que nossa sociedade é louca, as evidências apontam para esse diagnóstico. Estar ajustado a essa sociedade é estar ajustado a sua loucura, logo, o que é padrão de sanidade na verdade é loucura, pois, a sociedade que impõem esses padrões é louca.


Mas aqueles que possuem sensibilidade para perceber a loucura da sociedade e consequentemente sofrer com isso, serão tidos como loucos, pois, serão "peças desajustadas" impedindo o funcionamento normal da máquina. Talvez o Dr. Bacamarte estava certo na sua ideia inicial: são todos loucos.



Fonte: https://jornalnoroeste.com/pagina/penso-logo-existo/de-medico-e-louco-todo-mundo-tem-um-pouco
A partir do texto, infere-se que a visão de Michel Foucault sobre a loucura pode ser descrita como: 
Alternativas
Q3148199 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


Verde-paris: o pigmento do séc. 19 que começou como moda e virou inseticida


    Em 2 de abril de 1894, Jordan foi buscar um balde d’água no poço da pensão em que morava em Buena Vista, uma cidadezinha de 1,2 mil habitantes no estado de Wisconsin, nos EUA. No fundo do recipiente, percebeu uma borra esverdeada suspeita. Calhou que, no dia anterior, um criminoso havia despejado um saco de 1kg de verde-paris na água – o que explicava o mal-estar repentino que havia acometido os moradores do casarão no dia anterior. 

    O verde-paris, ou verde de Schweinfurt, foi inventado em 1814 na Alemanha pelos fabricantes de tintas Wilhelm Sattler e Friedrich Russ, e começou sua trajetória como uma inovação promissora na indústria. A dupla de inventores buscava um verde mais estável do que o pigmento mais usado até então – o chamado verde de Scheele –, e encontrou um composto químico inorgânico que rapidamente se tornou popular por sua cor intensa e relativa durabilidade.

    O verde-paris virou febre: foi amplamente utilizado em pinturas, encadernação de livros e papéis de parede. Artistas famosos do século 19, como Claude Monet, Vincent van Gogh e Paul Gauguin ficaram encantados com a cor – que era difícil de se replicar misturando outros pigmentos. Livros com capas e lombadas decoradas com o pigmento tornaram-se populares no Ocidente.  

    A lua de mel não durou muito, porém. O acetoarsenito de cobre, como o nome já diz, leva arsênico na receita, que o torna tóxico. O nome “verde-paris” não se refere à presença da cor nas paredes e pôsteres da capital francesa, e sim ao fato de que ele passou a ser usado como veneno de rato nos esgotos da cidade luz.

    Mais tarde, descobriu-se que o pó também era um poderoso inseticida, que foi usado para controlar pragas agrícolas como o besouro da batata e o bicho-da-seda. O pigmento chegou a ser lançado de aviões durante a 2° Guerra Mundial para matar mosquitos e, assim, combater a malária na Itália. 

    Ao longo do século 19, a consciência crescente sobre a toxicidade do arsênico – famílias inteiras acabaram mortas por papéis de parede que continham verde-paris e outros pigmentos com esse elemento – levou a uma queda progressiva no uso de corantes desse tipo, que foram sendo substituídos por alternativas mais seguras.

    Em fevereiro de 2024, bibliotecas na Alemanha começaram a restringir o acesso a livros com capas verde-paris, monitorando o risco de envenenamento de cada exemplar. Pesquisadores da Universidade de Delaware, nos EUA, também criaram um projeto para identificar e isolar esses livros em bibliotecas ao redor do globo (até maio de 2024, haviam sido identificados 313 volumes). 


MOURÃO, M. Verde-paris: o pigmento do séc. 19 que começou como moda e virou inseticida. Revista Superinteressante. (Adaptado). Disponível em.

O emprego da expressão “virou febre” no texto — “0 verde-paris virou febre: foi amplamente utilizado em pinturas, encadernação de livros e papéis de parede” —consiste em uma figura de linguagem, que corresponde à:
Alternativas
Q3148175 Português
Analise novamente a charge, o trecho: “o sinal mais evidente”; a seguir, foram destacados alguns sinônimos da palavra em negrito. No entanto, uma alternativa não corresponde a um sinônimo de “evidente”, dentro da proposta da charge, assinale-a:
Alternativas
Q3148174 Português

Analise o enunciado da charge abaixo, assinale, posteriormente, a ideia central nela contida. 



Imagem associada para resolução da questão


Alternativas
Q3147877 Português
Nota do Conselho Federal de Medicina aos médicos e à população
    O Conselho Federal de Medicina (CFM) é uma autarquia federal de direito público que tem como principal competência garantir à população boas condições de assistência em saúde, e não um órgão corporativo da categoria médica. É a instituição reguladora da Medicina no Brasil e suas resoluções devem, obrigatoriamente, ser cumpridas por todos os médicos brasileiros. O CFM é a instituição que tem a competência legal de autorizar qual o tratamento que pode ou não ser feito no País.
Disponível em: <https://portal.cfm.org.br/wp-content/uploads/2021/03/ notaoficialcfmcovid.25.03.2021.pdf>. Acesso em: 22 set. 2024, com adaptações.
Assinale a alternativa que reproduz a mensagem mais compatível com o texto.
Alternativas
Q3147873 Português
Demografia Médica
    A Demografia Médica 2023, lançada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), mostra que o Brasil possui médicos ativos, com registro nos Conselhos Regionais de Medicina (CRM), em número absoluto suficiente para atender às necessidades da população. Mas, apesar do significativo contingente, um dos maiores do mundo, ainda há um cenário de desigualdade na distribuição, na fixação e no acesso aos profissionais. As distorções acontecem sob diferentes ângulos.
Disponível em: <https://portal.cfm.org.br/noticias/brasil-possui-medicos-em-quantidade-suficiente-para-atender-demandas-da-populacao>. Acesso em: 22 set. 2024, com adaptações.
Considerando o modo de organização das sequências linguísticas do texto, é correto afirmar que nele predomina a
Alternativas
Q3147715 Português
Observe as figuras de linguagem destacadas abaixo. Assinale a alternativa que a figura de linguagem foi definida de forma incorreta.
Alternativas
Q3147714 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

A primavera é conhecida como a estação das flores, no entanto, essa é uma característica da primavera apenas em algumas regiões do planeta. No Brasil, as estações do ano não são bem definidas e o período de floração das plantas ocorre em épocas distintas, não apenas na primavera, variando de acordo com as espécies. No Cerrado, por exemplo, os ipês florescem no inverno, trazendo um colorido especial à paisagem seca.
A primavera no Brasil é mais caracterizada como uma estação de transição entre o inverno e o verão. Na primavera, após o fim do inverno seco, iniciam-se as chuvas que são mais frequentes com a chegada do verão. As temperaturas também são mais amenas, embora, em muitas regiões do país, o inverno não seja necessariamente uma estação de frio excessivo.
A incidência solar varia de forma mais acentuada à medida em que nos afastamos da linha do Equador e as diferenças entre as estações também são mais acentuadas. Há quatro estações do ano: (a) primavera: caracterizada pela presença das flores na vegetação; (b) verão: caracterizado pelas temperaturas mais altas; (c) outono: caracterizado pela queda das folhas na vegetação; e (d) inverno: caracterizado pelas temperaturas mais baixas. É importante lembrar que essas características distintas das estações são melhor observadas em regiões distantes do Equador. No Brasil, por exemplo, são observadas apenas uma estação chuvosa (verão) e uma estação seca (inverno) [...]”.
Fonte: Portal Mundo Educação. Primavera. Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/datas-comemorativas/primavera.htm
Releia o trecho a seguir: “As temperaturas também são mais amenas [...]”. Assinale a alternativa, em que a substituição do termo em negrito alterou o sentido proposto pelo texto. Ratifica-se que todos os termos realmente são sinônimos do termo destacado, porém um deles possui outro contexto que não condiz com a proposta apresentada pelo autor.
Alternativas
Q3147713 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

A primavera é conhecida como a estação das flores, no entanto, essa é uma característica da primavera apenas em algumas regiões do planeta. No Brasil, as estações do ano não são bem definidas e o período de floração das plantas ocorre em épocas distintas, não apenas na primavera, variando de acordo com as espécies. No Cerrado, por exemplo, os ipês florescem no inverno, trazendo um colorido especial à paisagem seca.
A primavera no Brasil é mais caracterizada como uma estação de transição entre o inverno e o verão. Na primavera, após o fim do inverno seco, iniciam-se as chuvas que são mais frequentes com a chegada do verão. As temperaturas também são mais amenas, embora, em muitas regiões do país, o inverno não seja necessariamente uma estação de frio excessivo.
A incidência solar varia de forma mais acentuada à medida em que nos afastamos da linha do Equador e as diferenças entre as estações também são mais acentuadas. Há quatro estações do ano: (a) primavera: caracterizada pela presença das flores na vegetação; (b) verão: caracterizado pelas temperaturas mais altas; (c) outono: caracterizado pela queda das folhas na vegetação; e (d) inverno: caracterizado pelas temperaturas mais baixas. É importante lembrar que essas características distintas das estações são melhor observadas em regiões distantes do Equador. No Brasil, por exemplo, são observadas apenas uma estação chuvosa (verão) e uma estação seca (inverno) [...]”.
Fonte: Portal Mundo Educação. Primavera. Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/datas-comemorativas/primavera.htm
Embasado no texto anterior, sobre a primavera, é correto afirmar apenas:
Alternativas
Q3147622 Português
Marque a alternativa que traz um exemplo de antônimo.
Alternativas
Q3147615 Português
        A temperatura dos oceanos está subindo e, em 2023, registrou as temperaturas mais altas da história. O resultado era ruim e já alertava o mundo. Porém, o ano de 2024 não foi melhor e a temperatura continua subindo, ligando todos os sinais de alerta da sociedade. Em apenas um ano, a temperatura subiu mais do que no consolidado dos últimos 10 anos, conforme aponta relatório da Unesco.

    Quanto mais quente as águas do oceano ficam, mais mudanças climáticas são sentidas. Enchentes, ondas de calor, falta de chuvas, furacões e derretimento das calotas polares são os desastres naturais mais percebidos, mas não únicos. Se os oceanos continuarem aumentando a temperatura, especialistas alertam para um caminho perigoso para o planeta. Contudo, por que os oceanos estão com a temperatura elevada?

    Os oceanos são os principais reguladores do clima do planeta, porque têm a capacidade de absorção de um quarto dos gases de efeito estufa globais. Como o acúmulo de gases atingiu níveis muito significativos, o aquecimento global deixou de ser uma previsão para ser uma realidade. Agora, é necessário conviver com o desequilíbrio no sistema climático global, com temperaturas médias mais altas em toda a Terra. 


Fonte: Pequenas atitudes individuais que salvam o planeta: entenda seu papel no combate ao aquecimento global. Cogecom, 2024. Disponível em: https://g1.globo.com/pr/parana/especialpublicitario/cogecom/energia-sustentavel-e-mais-barata-paratodos/noticia/2024/09/24/pequenas-atitudes-individuais-que-salvam-oplaneta-entenda-seu-papel-no-combate-ao-aquecimento-global.ghtml
Analise o trecho a seguir, extraído do texto trabalhado: “Em apenas um ano, a temperatura subiu mais do que no consolidado dos últimos 10 anos, conforme aponta relatório da Unesco”.
A substituição da palavra em negrito alterou o sentido proposto pelo texto, em qual alternativa? (Atenção: todas as palavras são realmente sinônimas de consolidado. No entanto, uma delas possui um sentido diferente do proposto pelo texto). 
Alternativas
Q3147613 Português
        A temperatura dos oceanos está subindo e, em 2023, registrou as temperaturas mais altas da história. O resultado era ruim e já alertava o mundo. Porém, o ano de 2024 não foi melhor e a temperatura continua subindo, ligando todos os sinais de alerta da sociedade. Em apenas um ano, a temperatura subiu mais do que no consolidado dos últimos 10 anos, conforme aponta relatório da Unesco.

    Quanto mais quente as águas do oceano ficam, mais mudanças climáticas são sentidas. Enchentes, ondas de calor, falta de chuvas, furacões e derretimento das calotas polares são os desastres naturais mais percebidos, mas não únicos. Se os oceanos continuarem aumentando a temperatura, especialistas alertam para um caminho perigoso para o planeta. Contudo, por que os oceanos estão com a temperatura elevada?

    Os oceanos são os principais reguladores do clima do planeta, porque têm a capacidade de absorção de um quarto dos gases de efeito estufa globais. Como o acúmulo de gases atingiu níveis muito significativos, o aquecimento global deixou de ser uma previsão para ser uma realidade. Agora, é necessário conviver com o desequilíbrio no sistema climático global, com temperaturas médias mais altas em toda a Terra. 


Fonte: Pequenas atitudes individuais que salvam o planeta: entenda seu papel no combate ao aquecimento global. Cogecom, 2024. Disponível em: https://g1.globo.com/pr/parana/especialpublicitario/cogecom/energia-sustentavel-e-mais-barata-paratodos/noticia/2024/09/24/pequenas-atitudes-individuais-que-salvam-oplaneta-entenda-seu-papel-no-combate-ao-aquecimento-global.ghtml
Quando o aquecimento global realmente se consolidou? 
Alternativas
Q3147376 Português
Púrpura tíria: o pigmento que fedia peixe
podre e custava seu peso em ouro


         A púrpura tíria foi um pigmento roxo criado na Fenícia há 3,5 mil anos e usado por fenícios, gregos e romanos – bem como por outras civilizações que vieram depois no Meditarrâneo – até o século 15. Apesar de ter se tornado a marca registrada da nobreza, tem uma origem pouco glamourosa.

       Para os padrões da época, sua fabricação exigia conhecimentos avançados de química e biologia, e uma matéria-prima exótica: o muco de moluscos chamados búzios. A extração de 1,4 g de pigmento – quantidade suficiente para tingir apenas o acabamento de uma única peça de roupa –, exigia 12 mil búzios.

     Na hora de coletar o muco, havia duas opções: “ordenhar” o bicho, uma opção trabalhosa, mas sustentável – porque era possível reaproveitá-los –, ou simplesmente esmagá-los. O líquido obtido inicialmente é transparente. Mas, ao ser exposto ao Sol, chega a uma cor arroxeada.

      A tonalidade final da púrpura tíria variava entre violeta e vinho, a depender da espécie de búzio, de variações no processo de produção e do número de vezes que se tingia o tecido. Depois de prontas, as peças não desbotavam facilmente – na verdade, conta-se que ficavam mais brilhantes com o tempo. Até existiam imitações de baixo custo, mas as peculiaridades do pigmento original tornavam fácil reconhecê-las.

     Uma dessas peculiaridades era o cheiro insuportável de peixe podre, que impregnava as vestes por anos. Mesmo as regiões litorâneas onde a púrpura tíria era produzida acabavam infestadas pelo fedor dos moluscos macerados apodrecendo em tanques – não ajudava que alguns preparos levassem também urina e fungos.

     Mesmo com todo esse processo desagradável – ou, na verdade, justamente por causa dele – o pigmento entrou para história como o mais caro já fabricado: chegou a valer mais do que seu peso em ouro.

      Qualquer coisa tingida de púrpura era um grande marcador de riqueza. Aliás, é por isso que não existem bandeiras antigas com essa cor: uma bandeira precisa, por definição, ser facilmente replicável – coisa que é impossível se você depende do pigmento mais caro do mundo.


LOBATO, B. Púrpura tíria: o pigmento que fedia peixe podre e custava seu peso em ouro. Revista Superinteressante (Adaptado). Disponível em <https://super.abril.com.br/historia/purpura-tiria-opigmento-que-fedia-peixe-podre-e-custava-seu-peso-emouro/>


O vocábulo ‘aliás’, que ocorre no excerto “Aliás, é por isso que não existem bandeiras antigas com essa cor”, atua como uma expressão denotadora de:
Alternativas
Q3147323 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Púrpura tíria: o pigmento que fedia peixe podre e custava seu peso em ouro

    A púrpura tíria foi um pigmento roxo criado na Fenícia há 3,5 mil anos e usado por fenícios, gregos e romanos – bem como por outras civilizações que vieram depois no Meditarrâneo – até o século 15. Apesar de ter se tornado a marca registrada da nobreza, tem uma origem pouco glamourosa.    
    Para os padrões da época, sua fabricação exigia conhecimentos avançados de química e biologia, e uma matéria-prima exótica: o muco de moluscos chamados búzios. A extração de 1,4 g de pigmento – quantidade suficiente para tingir apenas o acabamento de uma única peça de roupa –, exigia 12 mil búzios.  
    Na hora de coletar o muco, havia duas opções: “ordenhar” o bicho, uma opção trabalhosa, mas sustentável – porque era possível reaproveitá-los –, ou simplesmente esmagá-los. O líquido obtido inicialmente é transparente. Mas, ao ser exposto ao Sol, chega a uma cor arroxeada.
    A tonalidade final da púrpura tíria variava entre violeta e vinho, a depender da espécie de búzio, de variações no processo de produção e do número de vezes que se tingia o tecido. Depois de prontas, as peças não desbotavam facilmente – na verdade, conta-se que ficavam mais brilhantes com o tempo. Até existiam imitações de baixo custo, mas as peculiaridades do pigmento original tornavam fácil reconhecê-las.    
    Uma dessas peculiaridades era o cheiro insuportável de peixe podre, que impregnava as vestes por anos. Mesmo as regiões litorâneas onde a púrpura tíria era produzida acabavam infestadas pelo fedor dos moluscos macerados apodrecendo em tanques – não ajudava que alguns preparos levassem também urina e fungos.
    Mesmo com todo esse processo desagradável – ou, na verdade, justamente por causa dele – o pigmento entrou para história como o mais caro já fabricado: chegou a valer mais do que seu peso em ouro.
    Qualquer coisa tingida de púrpura era um grande marcador de riqueza. Aliás, é por isso que não existem bandeiras antigas com essa cor: uma bandeira precisa, por definição, ser facilmente replicável – coisa que é impossível se você depende do pigmento mais caro do mundo.

LOBATO, B. Púrpura tíria: o pigmento que fedia peixe podre e custava seu peso em ouro. Revista Superinteressante (Adaptado). Disponível em <https://super.abril.com.br/historia/purpura-tiria-o-pigmento-que-fedia-peixe-podre-e-custava-seu-peso-em-ouro/>

As alternativas a seguir apresentam informações a respeito do pigmento púrpura tíria, de acordo com o texto. Todas são verdadeiras, exceto:

Alternativas
Q3147047 Português
   Eu sei, muito pouca gente lê nos dias de hoje. Eu sei; dentro dos poucos que leem, pouquíssimos dão valor a textos de humor. Sim, eu sei, o autor sofrer de incontinência verbal e ficar lançando livros como quem cospe sementes de melancia na terra não é nada positivo para sua carreira.

    Eu sei disso tudo e mais: sou um sujeito que produz material “perigoso”. Ou seja, não concorro a prêmios, não sou congregado de nenhuma academia ou igrejinha, e tenho uma enorme preguiça de dar entrevistas. Pior: não tenho TikTok e nem faço ideia de como usar o celular para gravar vídeos promocionais.

    Em outras palavras, eu sei que meu 78º livro, se vender alguma coisa, não vai dar para pagar nem o revisor, quanto mais meu aluguel. Então, por que ficar insistindo no erro desde 1996, quando estreei no mundão das letras com “Aqui jaz — o livro dos epitáfios"? Masoquismo é a primeira palavra que vem à cabeça. Obsessão é a segunda. Vaidade, a terceira. Não creio, entretanto, que elas expliquem claramente o que acontece comigo — o buraco na camada de teimosia é mais embaixo.


(Adaptado de: CASTELO, Carlos. Disponível em: In: https:/www estadao.com.br)

Masoquismo é a primeira palavra que vem à cabeça. Obsessão é a segunda. Vaidade, a terceira.


Observa-se uma elipse verbal similar à utilizada no trecho acima:

Alternativas
Q3147046 Português
   Eu sei, muito pouca gente lê nos dias de hoje. Eu sei; dentro dos poucos que leem, pouquíssimos dão valor a textos de humor. Sim, eu sei, o autor sofrer de incontinência verbal e ficar lançando livros como quem cospe sementes de melancia na terra não é nada positivo para sua carreira.

    Eu sei disso tudo e mais: sou um sujeito que produz material “perigoso”. Ou seja, não concorro a prêmios, não sou congregado de nenhuma academia ou igrejinha, e tenho uma enorme preguiça de dar entrevistas. Pior: não tenho TikTok e nem faço ideia de como usar o celular para gravar vídeos promocionais.

    Em outras palavras, eu sei que meu 78º livro, se vender alguma coisa, não vai dar para pagar nem o revisor, quanto mais meu aluguel. Então, por que ficar insistindo no erro desde 1996, quando estreei no mundão das letras com “Aqui jaz — o livro dos epitáfios"? Masoquismo é a primeira palavra que vem à cabeça. Obsessão é a segunda. Vaidade, a terceira. Não creio, entretanto, que elas expliquem claramente o que acontece comigo — o buraco na camada de teimosia é mais embaixo.


(Adaptado de: CASTELO, Carlos. Disponível em: In: https:/www estadao.com.br)
De acordo com o texto, o sentido da expressão cospe sementes de melancia na terra está explicitado em:
Alternativas
Q3147045 Português
   Eu sei, muito pouca gente lê nos dias de hoje. Eu sei; dentro dos poucos que leem, pouquíssimos dão valor a textos de humor. Sim, eu sei, o autor sofrer de incontinência verbal e ficar lançando livros como quem cospe sementes de melancia na terra não é nada positivo para sua carreira.

    Eu sei disso tudo e mais: sou um sujeito que produz material “perigoso”. Ou seja, não concorro a prêmios, não sou congregado de nenhuma academia ou igrejinha, e tenho uma enorme preguiça de dar entrevistas. Pior: não tenho TikTok e nem faço ideia de como usar o celular para gravar vídeos promocionais.

    Em outras palavras, eu sei que meu 78º livro, se vender alguma coisa, não vai dar para pagar nem o revisor, quanto mais meu aluguel. Então, por que ficar insistindo no erro desde 1996, quando estreei no mundão das letras com “Aqui jaz — o livro dos epitáfios"? Masoquismo é a primeira palavra que vem à cabeça. Obsessão é a segunda. Vaidade, a terceira. Não creio, entretanto, que elas expliquem claramente o que acontece comigo — o buraco na camada de teimosia é mais embaixo.


(Adaptado de: CASTELO, Carlos. Disponível em: In: https:/www estadao.com.br)
Com base no texto, em relação ao mercado literário e à sua própria carreira, o autor
Alternativas
Respostas
18641: B
18642: A
18643: C
18644: D
18645: A
18646: E
18647: E
18648: A
18649: D
18650: A
18651: E
18652: E
18653: E
18654: E
18655: D
18656: B
18657: D
18658: B
18659: D
18660: B