Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q3442085 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão.

Machado de Assis terá edição digital

No ano do centenário de sua morte, Machado de Assis será homenageado com a publicação de uma edição especial de suas obras em formato digital. Preparada pela equipe do Portal Domínio Público, em conjunto com a Universidade Federal de Santa Catarina, a edição contará com 42 títulos da obra machadiana e poderá ser baixada gratuitamente pela Internet. O lançamento está previsto para o dia 29 de setembro, data do centenário de falecimento do escritor. Considerado um dos maiores nomes da literatura brasileira, o autor carioca deixou um legado de importância cultural incontestável. Frases emblemáticas como “Ao vencedor, as batatas" nos remetem imediatamente a Quincas Borba que, ao lado de Dom Casmurro e Memórias Póstumas de Brás Cubas, figura entre as obras-primas machadianas. As três já estão previstas na composição da edição digital. Além dessas, o Especial Machado de Assis contará também com livros dos mais diversos gêneros literários explorados pelo autor: crônicas, contos, poesias, romances e críticas. Segundo o coordenador do Portal Domínio Público, Marco Antônio Rodrigues, o objetivo é digitalizar as melhores edições críticas disponíveis. “Queremos fazer com que esta edição se torne uma referência em termos de reprodução de obras machadianas em formato digital”, explicou. Ele ressaltou que, apesar de já estarem disponíveis no portal 322 arquivos do escritor, não há ainda uma coleção organizada em volumes, que obedeça a critérios explícitos e que disponha de uma preparação didática.
Ainda segundo a leitura do texto: Machado de Assis terá edição digital, responda à pergunta a seguir:
O que o coordenador do Portal Domínio Público aponta como objetivo da edição especial das obras de Machado de Assis?
Alternativas
Q3442084 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão.

Machado de Assis terá edição digital

No ano do centenário de sua morte, Machado de Assis será homenageado com a publicação de uma edição especial de suas obras em formato digital. Preparada pela equipe do Portal Domínio Público, em conjunto com a Universidade Federal de Santa Catarina, a edição contará com 42 títulos da obra machadiana e poderá ser baixada gratuitamente pela Internet. O lançamento está previsto para o dia 29 de setembro, data do centenário de falecimento do escritor. Considerado um dos maiores nomes da literatura brasileira, o autor carioca deixou um legado de importância cultural incontestável. Frases emblemáticas como “Ao vencedor, as batatas" nos remetem imediatamente a Quincas Borba que, ao lado de Dom Casmurro e Memórias Póstumas de Brás Cubas, figura entre as obras-primas machadianas. As três já estão previstas na composição da edição digital. Além dessas, o Especial Machado de Assis contará também com livros dos mais diversos gêneros literários explorados pelo autor: crônicas, contos, poesias, romances e críticas. Segundo o coordenador do Portal Domínio Público, Marco Antônio Rodrigues, o objetivo é digitalizar as melhores edições críticas disponíveis. “Queremos fazer com que esta edição se torne uma referência em termos de reprodução de obras machadianas em formato digital”, explicou. Ele ressaltou que, apesar de já estarem disponíveis no portal 322 arquivos do escritor, não há ainda uma coleção organizada em volumes, que obedeça a critérios explícitos e que disponha de uma preparação didática.
Qual é o motivo da edição especial das obras de Machado de Assis?
Alternativas
Q3441824 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.


Texto 01


Valorize as boas memórias: nenhuma tecnologia supera a conexão humana


    Despertador, buzina, trânsito, aviso de mensagem, relógio girando, café esfriando, agenda cheia, semana correndo. Vivemos uma verdadeira maratona a cada dia do calendário, com cada vez menos oportunidades de construir boas memórias. Momentos guiados pelo imediatismo, pelas urgências. Em meio a esse ritmo frenético, uma fresta de pausa.


    Aquele guardanapo bordado, o cachecol tricotado, o cheiro de bolo invadindo a tarde, música boa. O que esses dois mundos têm em comum? Muitas coisas!


    Existem gostosas e preciosas histórias nessa estrada. Se não a observarmos dando o devido valor, corremos o risco de que fiquem amareladas e esquecidas dentro de uma caixa de camisa. Ou enfiadas no fundo de uma gaveta, com as roldanas enferrujadas.


    Nessa costura de movimentos, há um caminho aliando o tecnológico com o manual, que traz calma, refresca a alma, aquece as boas memórias.


    A realidade é que há um forte vínculo entre passado e presente; há uma busca às simples e boas coisas da vida, como sentar ao redor de uma mesa, e com tempo, calma e amigos, saborear o que de melhor uma refeição pode nos proporcionar.


     Atualmente questionamos o consumo, nos permitimos misturar o que há de diferente e essa talvez seja a maior herança que tenhamos do século passado. A máquina de café expresso, por exemplo, tão fast e fashion, tem seu valor e praticidade, mas não dá pra esquecer a magia do bom e velho café passado no filtro de pano. Momento e movimentos totalmente diversos e igualmente gostosos.


    O mundo vive um momento crítico. Queremos pausas para quebrar as regras e encontrar novas (ou velhas) alternativas. Buscamos nossas memórias e experiências que reconectam à nossa essência.


    Eu sei, você sabe, todo mundo sabe, a tecnologia nos proporciona ações em velocidade tão rápida que já não deixamos pegadas. Não guardamos comprovantes físicos nem imprimimos fotografias. Com enxurrada de conteúdos, a rede mundial de computadores nos demanda ações práticas, porém, contudo, todavia, há muito amor para se manter no espaço físico e real.


    Muitas vezes, simples recordações nos parecem bobas, escassas de qualquer valor. Que tal permitir que elas contribuam como um vínculo entre o que fomos e o que nos tornamos? Entre o que a pressa do cotidiano apresenta e o que importa a nossos particulares desejos e necessidades? Respeite as suas lembranças [...].


Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/. Acesso em: 31 mar. 2024. Adaptado

Analise os itens a seguir, tendo em vista os aspectos que se buscam resgatar com as lembranças do passado.
I- Simplicidade.
II- Praticidade.
III- Essencialidade.
IV- Consumismo.
V- Serenidade.
Estão CORRETOS os itens
Alternativas
Q3441822 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.


Texto 01


Valorize as boas memórias: nenhuma tecnologia supera a conexão humana


    Despertador, buzina, trânsito, aviso de mensagem, relógio girando, café esfriando, agenda cheia, semana correndo. Vivemos uma verdadeira maratona a cada dia do calendário, com cada vez menos oportunidades de construir boas memórias. Momentos guiados pelo imediatismo, pelas urgências. Em meio a esse ritmo frenético, uma fresta de pausa.


    Aquele guardanapo bordado, o cachecol tricotado, o cheiro de bolo invadindo a tarde, música boa. O que esses dois mundos têm em comum? Muitas coisas!


    Existem gostosas e preciosas histórias nessa estrada. Se não a observarmos dando o devido valor, corremos o risco de que fiquem amareladas e esquecidas dentro de uma caixa de camisa. Ou enfiadas no fundo de uma gaveta, com as roldanas enferrujadas.


    Nessa costura de movimentos, há um caminho aliando o tecnológico com o manual, que traz calma, refresca a alma, aquece as boas memórias.


    A realidade é que há um forte vínculo entre passado e presente; há uma busca às simples e boas coisas da vida, como sentar ao redor de uma mesa, e com tempo, calma e amigos, saborear o que de melhor uma refeição pode nos proporcionar.


     Atualmente questionamos o consumo, nos permitimos misturar o que há de diferente e essa talvez seja a maior herança que tenhamos do século passado. A máquina de café expresso, por exemplo, tão fast e fashion, tem seu valor e praticidade, mas não dá pra esquecer a magia do bom e velho café passado no filtro de pano. Momento e movimentos totalmente diversos e igualmente gostosos.


    O mundo vive um momento crítico. Queremos pausas para quebrar as regras e encontrar novas (ou velhas) alternativas. Buscamos nossas memórias e experiências que reconectam à nossa essência.


    Eu sei, você sabe, todo mundo sabe, a tecnologia nos proporciona ações em velocidade tão rápida que já não deixamos pegadas. Não guardamos comprovantes físicos nem imprimimos fotografias. Com enxurrada de conteúdos, a rede mundial de computadores nos demanda ações práticas, porém, contudo, todavia, há muito amor para se manter no espaço físico e real.


    Muitas vezes, simples recordações nos parecem bobas, escassas de qualquer valor. Que tal permitir que elas contribuam como um vínculo entre o que fomos e o que nos tornamos? Entre o que a pressa do cotidiano apresenta e o que importa a nossos particulares desejos e necessidades? Respeite as suas lembranças [...].


Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/. Acesso em: 31 mar. 2024. Adaptado

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias que se podem inferir do texto.
I- O ritmo da vida moderna não pode ser impedimento para se trazer de volta as boas lembranças do passado.
II- O passado deve ser esquecido, pois, ao se apegar a ele, emergem-se lembranças que trazem somente sofrimento.
III- A vida no presente é o que realmente importa, porque se deve evitar reviver aquilo que foi experienciado no passado.
IV- As novas tecnologias facilitam a vida moderna e não constituem empecilho para que se possam apreciar hábitos do passado.
V- As lembranças devem ser valorizadas, pois trazem de volta os momentos prazerosos vividos no passado.
Estão CORRETAS as afirmativas 
Alternativas
Q3441772 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.


Texto 01


Valorize as boas memórias: nenhuma tecnologia supera a conexão humana


    Despertador, buzina, trânsito, aviso de mensagem, relógio girando, café esfriando, agenda cheia, semana correndo. Vivemos uma verdadeira maratona a cada dia do calendário, com cada vez menos oportunidades de construir boas memórias. Momentos guiados pelo imediatismo, pelas urgências. Em meio a esse ritmo frenético, uma fresta de pausa.


    Aquele guardanapo bordado, o cachecol tricotado, o cheiro de bolo invadindo a tarde, música boa. O que esses dois mundos têm em comum? Muitas coisas!


    Existem gostosas e preciosas histórias nessa estrada. Se não a observarmos dando o devido valor, corremos o risco de que fiquem amareladas e esquecidas dentro de uma caixa de camisa. Ou enfiadas no fundo de uma gaveta, com as roldanas enferrujadas.


    Nessa costura de movimentos, há um caminho aliando o tecnológico com o manual, que traz calma, refresca a alma, aquece as boas memórias.


    A realidade é que há um forte vínculo entre passado e presente; há uma busca às simples e boas coisas da vida, como sentar ao redor de uma mesa, e com tempo, calma e amigos, saborear o que de melhor uma refeição pode nos proporcionar.


     Atualmente questionamos o consumo, nos permitimos misturar o que há de diferente e essa talvez seja a maior herança que tenhamos do século passado. A máquina de café expresso, por exemplo, tão fast e fashion, tem seu valor e praticidade, mas não dá pra esquecer a magia do bom e velho café passado no filtro de pano. Momento e movimentos totalmente diversos e igualmente gostosos.


    O mundo vive um momento crítico. Queremos pausas para quebrar as regras e encontrar novas (ou velhas) alternativas. Buscamos nossas memórias e experiências que reconectam à nossa essência.


    Eu sei, você sabe, todo mundo sabe, a tecnologia nos proporciona ações em velocidade tão rápida que já não deixamos pegadas. Não guardamos comprovantes físicos nem imprimimos fotografias. Com enxurrada de conteúdos, a rede mundial de computadores nos demanda ações práticas, porém, contudo, todavia, há muito amor para se manter no espaço físico e real.


    Muitas vezes, simples recordações nos parecem bobas, escassas de qualquer valor. Que tal permitir que elas contribuam como um vínculo entre o que fomos e o que nos tornamos? Entre o que a pressa do cotidiano apresenta e o que importa a nossos particulares desejos e necessidades? Respeite as suas lembranças [...].


Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/. Acesso em: 31 mar. 2024. Adaptado

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias que se podem inferir do texto.
I- O ritmo da vida moderna não pode ser impedimento para se trazer de volta as boas lembranças do passado.
I- O passado deve ser esquecido, pois, ao se apegar a ele, emergem-se lembranças que trazem somente sofrimento.
III- A vida no presente é o que realmente importa, porque se deve evitar reviver aquilo que foi experienciado no passado.
IV- As novas tecnologias facilitam a vida moderna e não constituem empecilho para que se possam apreciar hábitos do passado.
V- As lembranças devem ser valorizadas, pois trazem de volta os momentos prazerosos vividos no passado.
Estão CORRETAS as afirmativas 
Alternativas
Q3441451 Português

Leia o texto a seguir.


    “Treze horas. Horário de almoço. Hora da sesta. Já se passa de meiodia. ________ tarde está iniciando já com o reflexo do outono espalhado pelo chão, e sentindo o perfume da estação trazido pelo o sopro do vento. E aqui estou eu ________ parque, em meio ao centro urbano, observando as árvores, escutando a melodia passarinhando por entre os galhos, esperando o tempo dizer a hora de voltar. _______ manhã, o trabalho foi pesado, pois tive de dar conta de muitas encomendas para despachar.     Gosto de sempre vir aqui no horário da sesta. Traz-me nostalgia de minha infância já encaixotada. Interessante, pois, estar aqui, não dá nem pra perceber que, lá fora, estamos rodeados de arranha-céus.”


(Tulius Mendonça)

Para o narrador, a ida ao parque, no horário de almoço, é prazeroso porque:
Alternativas
Q3441371 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.


Texto 01


Valorize as boas memórias: nenhuma tecnologia supera a conexão humana


    Despertador, buzina, trânsito, aviso de mensagem, relógio girando, café esfriando, agenda cheia, semana correndo. Vivemos uma verdadeira maratona a cada dia do calendário, com cada vez menos oportunidades de construir boas memórias. Momentos guiados pelo imediatismo, pelas urgências. Em meio a esse ritmo frenético, uma fresta de pausa.


    Aquele guardanapo bordado, o cachecol tricotado, o cheiro de bolo invadindo a tarde, música boa. O que esses dois mundos têm em comum? Muitas coisas!


    Existem gostosas e preciosas histórias nessa estrada. Se não a observarmos dando o devido valor, corremos o risco de que fiquem amareladas e esquecidas dentro de uma caixa de camisa. Ou enfiadas no fundo de uma gaveta, com as roldanas enferrujadas.


    Nessa costura de movimentos, há um caminho aliando o tecnológico com o manual, que traz calma, refresca a alma, aquece as boas memórias.


    A realidade é que há um forte vínculo entre passado e presente; há uma busca às simples e boas coisas da vida, como sentar ao redor de uma mesa, e com tempo, calma e amigos, saborear o que de melhor uma refeição pode nos proporcionar.


     Atualmente questionamos o consumo, nos permitimos misturar o que há de diferente e essa talvez seja a maior herança que tenhamos do século passado. A máquina de café expresso, por exemplo, tão fast e fashion, tem seu valor e praticidade, mas não dá pra esquecer a magia do bom e velho café passado no filtro de pano. Momento e movimentos totalmente diversos e igualmente gostosos.


    O mundo vive um momento crítico. Queremos pausas para quebrar as regras e encontrar novas (ou velhas) alternativas. Buscamos nossas memórias e experiências que reconectam à nossa essência.


    Eu sei, você sabe, todo mundo sabe, a tecnologia nos proporciona ações em velocidade tão rápida que já não deixamos pegadas. Não guardamos comprovantes físicos nem imprimimos fotografias. Com enxurrada de conteúdos, a rede mundial de computadores nos demanda ações práticas, porém, contudo, todavia, há muito amor para se manter no espaço físico e real.


    Muitas vezes, simples recordações nos parecem bobas, escassas de qualquer valor. Que tal permitir que elas contribuam como um vínculo entre o que fomos e o que nos tornamos? Entre o que a pressa do cotidiano apresenta e o que importa a nossos particulares desejos e necessidades? Respeite as suas lembranças [...].



Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/. Acesso em: 31 mar. 2024. Adaptado

De acordo com o texto, em relação à qualidade de vida, passado e presente devem estar 
Alternativas
Q3441259 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A importância dos povos indígenas para a preservação da natureza

         Os povos indígenas desempenham um papel crucial na preservação ambiental no Brasil, devido à sua profunda conexão e conhecimento tradicional da fauna e flora.

         O Brasil abriga um grande número de comunidades indígenas, muitas das quais vivem em áreas de grande importância ecológica, como a Floresta Amazônica. Essas comunidades têm uma forte compreensão de seus ecossistemas circundantes, tendo desenvolvido relações complexas com plantas, animais e a terra ao longo de milhares de anos. Como tal, elas possuem um conhecimento valioso sobre como gerenciar e proteger esses ambientes de forma sustentável, que tem sido transmitido por gerações.

         Os territórios indígenas têm sido uma fronteira de resistência diante da ganância capitalista expressa em atividades como a mineração, extração de madeira, monocultura, pecuária, entre outras práticas de exploração predatórias.

         O líder Yanomami Davi Kopenawa nos mostra como a cosmovisão de seu povo considera as árvores como colunas de sustentação do céu; logo, a destruição da floresta ocasionará a queda do céu e o fim da humanidade. É nessa perspectiva que os indígenas têm sido fundamentais para a preservação da natureza, tendo uma visão singular sobre o meio ambiente, vendo-o como parte integrante de sua identidade cultural e meios de subsistência.

         Eles veem a natureza como um ser vivo, com o qual mantêm uma relação recíproca, e reconhecem a importância de protegê-la para as gerações futuras. Esse entendimento os levou a desenvolver práticas que priorizam a conservação e restauração do ambiente natural. Respeitando e trabalhando com a natureza, os povos indígenas têm mostrado que é possível preservar a biodiversidade, manter os serviços ecossistêmicos e mitigar os efeitos das mudanças climáticas. No geral, suas contribuições são essenciais para o bem-estar contínuo dos ecossistemas brasileiros e para a luta global contra a degradação ambiental.

Wesley Kettle — UFPA
Publicado em 19/04/2023
https://www.gov.br/mast/pt-br/assuntos/noticias/2023/abril
“O líder Yanomami Davi Kopenawa nos mostra como a cosmovisão de seu povo considera as árvores […]” 4º parágrafo
A palavra sublinhada nessa frase significa:
Alternativas
Q3441187 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.


A importância dos povos indígenas para a preservação da natureza.

        Os povos indígenas desempenham um papel crucial na preservação ambiental no Brasil, devido à sua profunda conexão e conhecimento tradicional da fauna e flora

        O Brasil abriga um grande número de comunidades indígenas, muitas das quais vivem em áreas de grande importância ecológica, como a floresta amazônica. Essas comunidades têm uma forte compreensão de seus ecossistemas circundantes, tendo desenvolvido relações complexas com plantas, animais e terra ao longo de milhares de anos. Como tal, eles possuem um conhecimento valioso sobre como gerenciar e proteger esses ambientes de forma sustentável, que tem sido transmitido por gerações.

        Os territórios indígenas têm sido uma fronteira de resistência diante da ganância capitalista expressa em atividades como a mineração, extração de madeira, monocultura, pecuária entre outras práticas de exploração predatórias.

        O líder Yanomami Davi Kopenawa nos mostra como a cosmovisão de seu povo considera as árvores como colunas de sustentação do céu, logo, a destruição da floresta ocasionará a queda do céu e o fim da humanidade. É nessa perspectiva que os indígenas têm sido fundamentais para a preservação da natureza, tendo uma perspectiva singular sobre o meio ambiente, vendo-o como parte integrante de sua identidade cultural e meios de subsistência.

        Eles veem a natureza como um ser vivo, com o qual mantêm uma relação recíproca, e reconhecem a importância de protegê-la para as gerações futuras. Esse entendimento os levou a desenvolver práticas que priorizam a conservação e restauração do ambiente natural. Respeitando e trabalhando com a natureza, os povos indígenas têm mostrado que é possível preservar a biodiversidade, manter os serviços ecossistêmicos e mitigar os efeitos das mudanças climáticas. No geral, suas contribuições são essenciais para o bem-estar contínuo dos ecossistemas brasileiros e para a luta global contra a degradação ambiental.

Wesley Kettle — UFPA
Publicado em 19/04/2023
[https://www.gov.br/mast/pt-br/assuntos/noticias/2023/abril](https://www.gov.br/mast/pt-br/assuntos/noticias/2023/abril)
“É nessa perspectiva que os indígenas têm sido fundamentais para a preservação da natureza, tendo uma perspectiva singular sobre o meio ambiente, vendo-o como parte integrante [...]." 4° parágrafo
A palavra “o” sublinhada nessa frase faz uma referência a:
Alternativas
Q3441118 Português
Filhote de naja que tinha desparecido no Instituto Butantan é encontrado.


    Um filhote de serpente naja, que estava desaparecido há mais de um mês, foi encontrado no Instituto Butantan nesta quinta-feira (06). O Instituto já tinha aberto uma investigação para apurar o caso e informou à CNN, em nota, que o animal foi localizado em um duto do Laboratório de Herpetologia do Instituto, na zona oeste de São Paulo.

    O local é frequentado apenas por profissionais e pesquisadores, portanto o fato não colocou visitantes em risco, de acordo com a instituição. Quando a cobra havia sumido, a fundação acreditava que a serpente tinha escapado pelo ralo interno do laboratório e, nos encanamentos, morrido. De qualquer forma, armadilhas foram colocadas para possível captura da fugitiva.

  A entidade também disponibilizou soro contra o veneno da serpente, caso fosse necessário. A substância liberada pelo animal pode levar à morte, caso não tratada imediatamente após a picada.

   A cobra foi encontrada viva e está recebendo os devidos cuidados pela equipe de pesquisadores do Butantan.


Fonte: Filhote de naja que tinha desparecido no Instituto Butantan é encontrado | CNN Brasil 
Assinale a alternativa que apresente o tipo textual predominante no texto: 
Alternativas
Q3441032 Português
Leia com atenção a afirmativa abaixo:
Vende-se ventiladores e ares-condicionados a preços módicos.
Qual é o vício de linguagem presente na afirmativa lida?
Alternativas
Q3440980 Português
Morre o campeão olímpico de vôlei Pampa, aos 59 anos.


     Morreu nesta sexta-feira (7) o campeão olímpico de vôlei André Felippe Falbo Ferreira, conhecido como “Pampa”, medalhista de ouro com a Seleção Brasileira masculina em Barcelona 1992. O ex-atleta tinha 59 anos e tratava um câncer.

     A notícia da morte de Pampa foi confirmada pela Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), que emitiu uma nota de pesar. “Com pesar e grande tristeza, a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) recebeu a notícia do falecimento do campeão olímpico Pampa nesta sexta-feira”, diz a nota da CBV.

     Além de campeão na Olimpíada de Barcelona, o ex-atleta conquistou a Liga Mundial em 1993 e foi prata nos Jogos Pan-Americanos de 1991, em Havana, com a Seleção Brasileira. “Pampa era um jogador de extremo talento e fez parte da geração que levou o vôlei brasileiro pela primeira vez ao alto do pódio olímpico. Será para sempre referência. É um dia muito triste para todo o voleibol brasileiro. A CBV se solidariza com a família e os amigos deste grande jogador, que escreveu seu nome para sempre na história do esporte mundial”, afirmou o presidente da CBV, Radamés Lattati.

    Nascido em 24 de novembro de 1964, André Felippe Falbo Ferreira conquistou a medalha de ouro nos Jogos de Barcelona, pela Seleção Brasileira de Vôlei, em 1992. Natural de Recife, Pampa também foi medalhista de prata, nos Jogos Pan-Americanos de 1991. Além disso, foi ouro na Liga Mundial de 1993, em São Paulo.

  Fora das quadras, o ex-jogador atuou no Ministério do Esporte, de 2000 a 2002. Posteriormente, também foi Secretário de Esportes da cidade de Suzano, em São Paulo. Em 2013, Pampa foi nomeado com Secretário de Esportes da cidade de Campos dos Goytacazes-RJ. O ex-atleta conciliava o cargo com a Pampa Sports, sua empresa de marketing esportivo, cultural e de entretenimento.


Fonte: Morre o campeão olímpico de vôlei Pampa, aos 59 anos | CNN Brasil
Assinale a alternativa que apresente um sinônimo para o termo em destaque no período: “É um dia muito triste para todo o voleibol brasileiro. A CBV se solidariza com a família e os amigos deste grande jogador, que escreveu seu nome para sempre na história do esporte mundial”, afirmou o presidente da CBV, Radamés Lattati”.
Alternativas
Q3440978 Português
Morre o campeão olímpico de vôlei Pampa, aos 59 anos.


     Morreu nesta sexta-feira (7) o campeão olímpico de vôlei André Felippe Falbo Ferreira, conhecido como “Pampa”, medalhista de ouro com a Seleção Brasileira masculina em Barcelona 1992. O ex-atleta tinha 59 anos e tratava um câncer.

     A notícia da morte de Pampa foi confirmada pela Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), que emitiu uma nota de pesar. “Com pesar e grande tristeza, a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) recebeu a notícia do falecimento do campeão olímpico Pampa nesta sexta-feira”, diz a nota da CBV.

     Além de campeão na Olimpíada de Barcelona, o ex-atleta conquistou a Liga Mundial em 1993 e foi prata nos Jogos Pan-Americanos de 1991, em Havana, com a Seleção Brasileira. “Pampa era um jogador de extremo talento e fez parte da geração que levou o vôlei brasileiro pela primeira vez ao alto do pódio olímpico. Será para sempre referência. É um dia muito triste para todo o voleibol brasileiro. A CBV se solidariza com a família e os amigos deste grande jogador, que escreveu seu nome para sempre na história do esporte mundial”, afirmou o presidente da CBV, Radamés Lattati.

    Nascido em 24 de novembro de 1964, André Felippe Falbo Ferreira conquistou a medalha de ouro nos Jogos de Barcelona, pela Seleção Brasileira de Vôlei, em 1992. Natural de Recife, Pampa também foi medalhista de prata, nos Jogos Pan-Americanos de 1991. Além disso, foi ouro na Liga Mundial de 1993, em São Paulo.

  Fora das quadras, o ex-jogador atuou no Ministério do Esporte, de 2000 a 2002. Posteriormente, também foi Secretário de Esportes da cidade de Suzano, em São Paulo. Em 2013, Pampa foi nomeado com Secretário de Esportes da cidade de Campos dos Goytacazes-RJ. O ex-atleta conciliava o cargo com a Pampa Sports, sua empresa de marketing esportivo, cultural e de entretenimento.


Fonte: Morre o campeão olímpico de vôlei Pampa, aos 59 anos | CNN Brasil
Assinale a alternativa INCORRETA de acordo com o texto: 
Alternativas
Q3440923 Português
O Festival de Parintins acontece desde o ano de 1965, no Amazonas. São três dias consecutivos de desfiles e competição entre dois bois-bumbás rivais, que representam a festa: o Boi Garantido e o Boi Caprichoso.
Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/folclore/festival-de-parintins.htm. Acesso em: 5 abr. 2024. Adaptado.
Sobre esse assunto, leia o texto que segue:
“Esse festival é uma __________ folclórica que ocorre anualmente na cidade de Parintins, no estado do Amazonas, e se baseia na ____________ do boi-bumbá, apresentando __________ como música, ritual, e o emblemático auto do boi.”

As palavras que completam corretamente as lacunas do fragmento de texto apresentado são, na ordem:  
Alternativas
Q3440920 Português

Leia o trecho a seguir para responder a esta questão. 


Os dados censitários brasileiros de 2022, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), incluíram pela primeira vez a população quilombola, com 1.327.802 registros, concentrados no Nordeste (68,2%).


Disponível em: https://www.gov.br/planejamento/pt-br/assuntos/noticias/2023/julho/censo-do-ibge-revela-que-ha-1-3-milhao-de-quilombolasem-1-7-mil-municipios-de-todo-o-pais. Acesso em: 5 abr. 2024. Adaptado. 


Assinale a alternativa que apresenta o comprometimento do IBGE com a população quilombola do Brasil. 

Alternativas
Q3440842 Português
    Uma data especial para celebrar a maior floresta tropical do mundo. O dia 5 de setembro é o Dia da Amazônia, um marco para alertar a sociedade a respeito das necessidades de preservação do bioma, um dos mais valiosos patrimônios naturais da humanidade.
Disponível em: <https://agenciagov.ebc.com.br/>. Acesso em: 21 abr. 2024, com adaptações.

Assinale a alternativa que substitui a palavra sublinhada no texto, mantendo o mesmo sentido da informação.
Alternativas
Q3440486 Português

Leia o texto e responda à questão.


O Leão e o Rato



    O Leão era orgulhoso e forte, o rei da selva. Um dia, enquanto dormia, um minúsculo rato correu pelo seu rosto. O grande Leão despertou com um rugido. Pegou o ratinho com uma de suas patas e levantou a outra para esmagar a débil criatura que o incomodara.

    O Rato amedrontado começou a chorar, implorando:

    – Oh, por favor, poderoso Leão, não me mate, por favor! Se o senhor me soltar, eu prometo que um dia irei retribuir este favor.

    Isso foi, para o felino, uma grande diversão. A ideia de uma criatura tão pequena e assustada ser capaz de ajudar o rei da selva era tão engraçada que ele caiu na gargalhada. E disse:

    – Ridículo! Eu sou o maioral, sou o rei da floresta, não preciso de ninguém! Vá-se embora, antes que eu mude de ideia…

    Dias depois, um grupo de caçadores entrou na selva para capturar o Leão. Os homens subiram em duas árvores, uma de cada lado do caminho e fizeram a armadilha com uma rede. Mais tarde, o Leão estava andando distraído pelo lugar, quando pisou na armadilha e ficou preso na rede dos caçadores, que se fechou sobre ele.

    O Leão rugiu e lutou muito, mas não conseguiu escapar, a rede estava bem forte e apertada e ele ficou incapaz de se mover. Irritado, o Leão rugia cada vez mais alto, mas ninguém se atrevia a aproximar-se dele.

    – Ai de mim! Ficarei aqui até os caçadores voltarem para me matar!

    Lá longe na selva, estava o Rato que o Leão libertara. Ele ouviu os rugidos e veio ver o que estava acontecendo. Ele foi a única criatura que resolveu ajudar o Leão. Silenciosamente, subiu na árvore e começou a roer a corda com seus dentinhos afiados. Demorou um pouco, mas conseguiu cortar e libertar o rei da selva. Já livre no chão, o Leão viu o ratinho.

    – Oh… É você?!

    – O senhor riu da ideia de que eu teria capacidade de ajudá-lo um dia. Nunca esperava receber de mim qualquer favor em troca do seu. Mas, agora sabe que, mesmo uma pequena criatura como eu, é capaz de retribuir um favor a um poderoso Leão como o senhor.


    Moral da história: Os pequenos amigos podem se revelar como os melhores aliados.



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Em “... levantou a outra para esmagar a débil criatura...”, a palavra destacada pode ser substituída dentro do contexto por: 
Alternativas
Q3440485 Português

Leia o texto e responda à questão.


O Leão e o Rato



    O Leão era orgulhoso e forte, o rei da selva. Um dia, enquanto dormia, um minúsculo rato correu pelo seu rosto. O grande Leão despertou com um rugido. Pegou o ratinho com uma de suas patas e levantou a outra para esmagar a débil criatura que o incomodara.

    O Rato amedrontado começou a chorar, implorando:

    – Oh, por favor, poderoso Leão, não me mate, por favor! Se o senhor me soltar, eu prometo que um dia irei retribuir este favor.

    Isso foi, para o felino, uma grande diversão. A ideia de uma criatura tão pequena e assustada ser capaz de ajudar o rei da selva era tão engraçada que ele caiu na gargalhada. E disse:

    – Ridículo! Eu sou o maioral, sou o rei da floresta, não preciso de ninguém! Vá-se embora, antes que eu mude de ideia…

    Dias depois, um grupo de caçadores entrou na selva para capturar o Leão. Os homens subiram em duas árvores, uma de cada lado do caminho e fizeram a armadilha com uma rede. Mais tarde, o Leão estava andando distraído pelo lugar, quando pisou na armadilha e ficou preso na rede dos caçadores, que se fechou sobre ele.

    O Leão rugiu e lutou muito, mas não conseguiu escapar, a rede estava bem forte e apertada e ele ficou incapaz de se mover. Irritado, o Leão rugia cada vez mais alto, mas ninguém se atrevia a aproximar-se dele.

    – Ai de mim! Ficarei aqui até os caçadores voltarem para me matar!

    Lá longe na selva, estava o Rato que o Leão libertara. Ele ouviu os rugidos e veio ver o que estava acontecendo. Ele foi a única criatura que resolveu ajudar o Leão. Silenciosamente, subiu na árvore e começou a roer a corda com seus dentinhos afiados. Demorou um pouco, mas conseguiu cortar e libertar o rei da selva. Já livre no chão, o Leão viu o ratinho.

    – Oh… É você?!

    – O senhor riu da ideia de que eu teria capacidade de ajudá-lo um dia. Nunca esperava receber de mim qualquer favor em troca do seu. Mas, agora sabe que, mesmo uma pequena criatura como eu, é capaz de retribuir um favor a um poderoso Leão como o senhor.


    Moral da história: Os pequenos amigos podem se revelar como os melhores aliados.



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O texto traz ao leitor um ensinamento que pode ser traduzido no ditado popular
Alternativas
Q3440484 Português

Leia o texto e responda à questão.


O Leão e o Rato



    O Leão era orgulhoso e forte, o rei da selva. Um dia, enquanto dormia, um minúsculo rato correu pelo seu rosto. O grande Leão despertou com um rugido. Pegou o ratinho com uma de suas patas e levantou a outra para esmagar a débil criatura que o incomodara.

    O Rato amedrontado começou a chorar, implorando:

    – Oh, por favor, poderoso Leão, não me mate, por favor! Se o senhor me soltar, eu prometo que um dia irei retribuir este favor.

    Isso foi, para o felino, uma grande diversão. A ideia de uma criatura tão pequena e assustada ser capaz de ajudar o rei da selva era tão engraçada que ele caiu na gargalhada. E disse:

    – Ridículo! Eu sou o maioral, sou o rei da floresta, não preciso de ninguém! Vá-se embora, antes que eu mude de ideia…

    Dias depois, um grupo de caçadores entrou na selva para capturar o Leão. Os homens subiram em duas árvores, uma de cada lado do caminho e fizeram a armadilha com uma rede. Mais tarde, o Leão estava andando distraído pelo lugar, quando pisou na armadilha e ficou preso na rede dos caçadores, que se fechou sobre ele.

    O Leão rugiu e lutou muito, mas não conseguiu escapar, a rede estava bem forte e apertada e ele ficou incapaz de se mover. Irritado, o Leão rugia cada vez mais alto, mas ninguém se atrevia a aproximar-se dele.

    – Ai de mim! Ficarei aqui até os caçadores voltarem para me matar!

    Lá longe na selva, estava o Rato que o Leão libertara. Ele ouviu os rugidos e veio ver o que estava acontecendo. Ele foi a única criatura que resolveu ajudar o Leão. Silenciosamente, subiu na árvore e começou a roer a corda com seus dentinhos afiados. Demorou um pouco, mas conseguiu cortar e libertar o rei da selva. Já livre no chão, o Leão viu o ratinho.

    – Oh… É você?!

    – O senhor riu da ideia de que eu teria capacidade de ajudá-lo um dia. Nunca esperava receber de mim qualquer favor em troca do seu. Mas, agora sabe que, mesmo uma pequena criatura como eu, é capaz de retribuir um favor a um poderoso Leão como o senhor.


    Moral da história: Os pequenos amigos podem se revelar como os melhores aliados.



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Em “– Ridículo! Eu sou o maioral, sou o rei da floresta, não preciso de ninguém!”, o Leão revela, EXCETO:
Alternativas
Q3440483 Português

Leia o texto e responda à questão.


O Leão e o Rato



    O Leão era orgulhoso e forte, o rei da selva. Um dia, enquanto dormia, um minúsculo rato correu pelo seu rosto. O grande Leão despertou com um rugido. Pegou o ratinho com uma de suas patas e levantou a outra para esmagar a débil criatura que o incomodara.

    O Rato amedrontado começou a chorar, implorando:

    – Oh, por favor, poderoso Leão, não me mate, por favor! Se o senhor me soltar, eu prometo que um dia irei retribuir este favor.

    Isso foi, para o felino, uma grande diversão. A ideia de uma criatura tão pequena e assustada ser capaz de ajudar o rei da selva era tão engraçada que ele caiu na gargalhada. E disse:

    – Ridículo! Eu sou o maioral, sou o rei da floresta, não preciso de ninguém! Vá-se embora, antes que eu mude de ideia…

    Dias depois, um grupo de caçadores entrou na selva para capturar o Leão. Os homens subiram em duas árvores, uma de cada lado do caminho e fizeram a armadilha com uma rede. Mais tarde, o Leão estava andando distraído pelo lugar, quando pisou na armadilha e ficou preso na rede dos caçadores, que se fechou sobre ele.

    O Leão rugiu e lutou muito, mas não conseguiu escapar, a rede estava bem forte e apertada e ele ficou incapaz de se mover. Irritado, o Leão rugia cada vez mais alto, mas ninguém se atrevia a aproximar-se dele.

    – Ai de mim! Ficarei aqui até os caçadores voltarem para me matar!

    Lá longe na selva, estava o Rato que o Leão libertara. Ele ouviu os rugidos e veio ver o que estava acontecendo. Ele foi a única criatura que resolveu ajudar o Leão. Silenciosamente, subiu na árvore e começou a roer a corda com seus dentinhos afiados. Demorou um pouco, mas conseguiu cortar e libertar o rei da selva. Já livre no chão, o Leão viu o ratinho.

    – Oh… É você?!

    – O senhor riu da ideia de que eu teria capacidade de ajudá-lo um dia. Nunca esperava receber de mim qualquer favor em troca do seu. Mas, agora sabe que, mesmo uma pequena criatura como eu, é capaz de retribuir um favor a um poderoso Leão como o senhor.


    Moral da história: Os pequenos amigos podem se revelar como os melhores aliados.



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Sobre o texto, é correto afirmar que é 
Alternativas
Respostas
18361: D
18362: D
18363: A
18364: B
18365: B
18366: C
18367: E
18368: A
18369: C
18370: C
18371: A
18372: A
18373: D
18374: C
18375: A
18376: E
18377: A
18378: C
18379: B
18380: E