Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q3268176 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Dois Cometas Brilhantes Iluminarão o Céu em Outubro

O telescópio de pesquisa ATLAS detectou um cometa se aproximando do Sol ao mesmo tempo em que astrônomos e observadores do céu estão se preparando para ver e fotografar o cometa C/2023 A3, que será visível a olho nu após o pôr do sol por algumas semanas, começando por volta de 9 de outubro.

O novo cometa, inicialmente nomeado A11bP7I — agora chamado de C/2024 S1 —, parece ser incomumente grande e pode se tornar um "objeto significativo a olho nu até o final de outubro", segundo o site SpaceWeather.com.

Espera-se que o cometa C/2024 S1 faça sua aproximação em 23 de outubro e atinja seu periélio — ponto mais próximo ao Sol — cinco dias depois, em 28 de outubro. Esta última data parece ser o melhor momento para observá-lo, pois ele pode alcançar um brilho de magnitude -8,3, o que significa: mais brilhante do que Vênus, o objeto mais luminoso do céu, exceto pelo Sol e a Lua.

De 24 a 28 de outubro, o C/2024 S1 poderá ser visto do Hemisfério Sul e de regiões próximas ao equador, antes do nascer do sol. Durante este período, ele pode se tornar visível a olho nu, segundo o aplicativo StarWalk. A cada manhã, ele se aproximará ainda mais do Sol.

No entanto, há uma advertência importante. Cometas são imprevisíveis e podem se desintegrar ao se aproximarem do Sol. A data crítica para o C/2024 S1 é 28 de outubro, seu periélio.

O cometa C/2023 A3 (Tsuchinshan-ATLAS) — também conhecido como cometa A3 — já passou pelo seu periélio no dia 27 de setembro e fará sua maior aproximação da Terra em 12 de outubro. O melhor momento para observá-lo pode ser no dia 10 ou 11 de outubro, quando ele pode brilhar o suficiente para ser visto a olho nu.

Em 12 de outubro, o cometa C/2023 A3 (Tsuchinshan-ATLAS) deverá ser melhor observado do Hemisfério Norte e de regiões próximas ao equador após o pôr do sol. Ele brilhará próximo a uma Lua minguante com apenas 9% de iluminação e à estrela Regulus, a mais brilhante da constelação de Leão, antes de começar a perder brilho gradualmente enquanto se afasta da Terra nas dez noites seguintes.

As chances de observação do C/2023 A3 (Tsuchinshan-ATLAS) são mais garantidas, pois ele já sobreviveu ao seu periélio. Sua posição favorável significa que sua cauda poeirenta provavelmente refletirá a luz solar devido a um fenômeno chamado "dispersão para frente", que direciona a luz refletida na direção da Terra.

https://forbes.com.br/forbes-tech/2024/10/dois-cometas-brilhantes-ilumi narao-o-ceu-em-outubro/
Quando será o melhor momento para observar o cometa C/2023 A3 a olho nu? 
Alternativas
Q3268120 Português
Leia com atenção as colunas abaixo:

Coluna 01:

(__)O desmatamento reduz a quantidade de árvores na floresta.
(__)A floresta é o pulmão do planeta, respirando vida para a Terra.
(__)A poluição do ar afeta a saúde das pessoas e dos animais.
(__)O plástico no oceano é uma ferida aberta que fere a beleza do mundo marinho.

Coluna 02:

I.Conotação;
II.Denotação.

Correlacione ambas as colunas de acordo com o tipo de sentido empregado nas sentenças da Coluna 01. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta:
Alternativas
Q3268118 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Pessoas que vivem com HIV podem não transmitir o vírus



Após décadas de combate e conscientização sobre o vírus HIV e a Aids, a ciência já fez importantes avanços na prevenção e tratamento. O uso de medicamentos antirretrovirais, inclusive, torna possível que o vírus deixe de ser transmissível através de relações sexuais.


O lema I = I, que significa indetectável = intransmissível foi criado para popularizar a informação de que o vírus pode ser suprimido no corpo a ponto de deixar de ser transmitido, mesmo através de relações sexuais desprotegidas.


A discussão envolvendo o vírus e a doença voltou à tona com as investigações do caso envolvendo o laboratório PCS Lab, no Rio de Janeiro, onde seis pacientes contraíram o vírus HIV após passarem por transplantes de órgãos por conta de uma falha operacional nos testes de exames de sangue.


Embora os avanços da ciência já permitam que portadores do vírus HIV vivam de maneira saudável, a informação é uma ferramenta essencial para garantir que as pessoas se testem e busquem acompanhamento médico e tratamento − ambos disponíveis na rede pública de saúde, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) − caso recebam resultado positivo para o HIV.


O vírus da imunodeficiência humana, mais conhecido como HIV, ataca o sistema imunológico alterando o DNA das células linfócitos T CD4+, responsáveis por defender o organismo de doenças. Quando o vírus não é combatido por meio do uso de medicamentos, ele pode evoluir para a síndrome da imunodeficiência adquirida, a Aids.


Ou seja, existem pessoas que vivem anos com o vírus HIV sem apresentar nenhum sintoma ou desenvolver a Aids. As pessoas que desenvolvem a doença, geralmente, são as que não recebem diagnóstico precoce e não fazem o tratamento adequadamente.


Quando uma pessoa portadora de HIV fazendo uso da terapia antirretroviral consegue reduzir a quantidade de vírus no sangue a um nível indetectável pelos testes laboratoriais padrões por ao menos seis meses, o vírus deixa de ser transmissível por via sexual.


A possibilidade de viver com HIV sem transmiti-lo através das relações sexuais permite que as pessoas portadoras do vírus recuperem uma maior qualidade de vida e possam escolher, junto a seus parceiros, a possibilidade de ter relações sexuais sem proteção.


No entanto, é importante notar que não há dados definitivos sobre por quanto tempo uma pessoa precisa tomar os remédios antirretrovirais para que o vírus seja suprimido a esse ponto. A única maneira de saber se a carga viral está suprimida ou não no sangue é através de testes de carga viral.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/pessoas-que-vivem-com-hiv-pode m-nao-transmitir-o-virus-entenda/ 

Qual é a consequência mencionada no texto quando o HIV não é tratado adequadamente?
Alternativas
Q3268117 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Pessoas que vivem com HIV podem não transmitir o vírus



Após décadas de combate e conscientização sobre o vírus HIV e a Aids, a ciência já fez importantes avanços na prevenção e tratamento. O uso de medicamentos antirretrovirais, inclusive, torna possível que o vírus deixe de ser transmissível através de relações sexuais.


O lema I = I, que significa indetectável = intransmissível foi criado para popularizar a informação de que o vírus pode ser suprimido no corpo a ponto de deixar de ser transmitido, mesmo através de relações sexuais desprotegidas.


A discussão envolvendo o vírus e a doença voltou à tona com as investigações do caso envolvendo o laboratório PCS Lab, no Rio de Janeiro, onde seis pacientes contraíram o vírus HIV após passarem por transplantes de órgãos por conta de uma falha operacional nos testes de exames de sangue.


Embora os avanços da ciência já permitam que portadores do vírus HIV vivam de maneira saudável, a informação é uma ferramenta essencial para garantir que as pessoas se testem e busquem acompanhamento médico e tratamento − ambos disponíveis na rede pública de saúde, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) − caso recebam resultado positivo para o HIV.


O vírus da imunodeficiência humana, mais conhecido como HIV, ataca o sistema imunológico alterando o DNA das células linfócitos T CD4+, responsáveis por defender o organismo de doenças. Quando o vírus não é combatido por meio do uso de medicamentos, ele pode evoluir para a síndrome da imunodeficiência adquirida, a Aids.


Ou seja, existem pessoas que vivem anos com o vírus HIV sem apresentar nenhum sintoma ou desenvolver a Aids. As pessoas que desenvolvem a doença, geralmente, são as que não recebem diagnóstico precoce e não fazem o tratamento adequadamente.


Quando uma pessoa portadora de HIV fazendo uso da terapia antirretroviral consegue reduzir a quantidade de vírus no sangue a um nível indetectável pelos testes laboratoriais padrões por ao menos seis meses, o vírus deixa de ser transmissível por via sexual.


A possibilidade de viver com HIV sem transmiti-lo através das relações sexuais permite que as pessoas portadoras do vírus recuperem uma maior qualidade de vida e possam escolher, junto a seus parceiros, a possibilidade de ter relações sexuais sem proteção.


No entanto, é importante notar que não há dados definitivos sobre por quanto tempo uma pessoa precisa tomar os remédios antirretrovirais para que o vírus seja suprimido a esse ponto. A única maneira de saber se a carga viral está suprimida ou não no sangue é através de testes de carga viral.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/pessoas-que-vivem-com-hiv-pode m-nao-transmitir-o-virus-entenda/ 

Qual é uma das principais conquistas mencionadas no texto em relação ao combate ao vírus HIV e à Aids?
Alternativas
Q3268116 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Pessoas que vivem com HIV podem não transmitir o vírus



Após décadas de combate e conscientização sobre o vírus HIV e a Aids, a ciência já fez importantes avanços na prevenção e tratamento. O uso de medicamentos antirretrovirais, inclusive, torna possível que o vírus deixe de ser transmissível através de relações sexuais.


O lema I = I, que significa indetectável = intransmissível foi criado para popularizar a informação de que o vírus pode ser suprimido no corpo a ponto de deixar de ser transmitido, mesmo através de relações sexuais desprotegidas.


A discussão envolvendo o vírus e a doença voltou à tona com as investigações do caso envolvendo o laboratório PCS Lab, no Rio de Janeiro, onde seis pacientes contraíram o vírus HIV após passarem por transplantes de órgãos por conta de uma falha operacional nos testes de exames de sangue.


Embora os avanços da ciência já permitam que portadores do vírus HIV vivam de maneira saudável, a informação é uma ferramenta essencial para garantir que as pessoas se testem e busquem acompanhamento médico e tratamento − ambos disponíveis na rede pública de saúde, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) − caso recebam resultado positivo para o HIV.


O vírus da imunodeficiência humana, mais conhecido como HIV, ataca o sistema imunológico alterando o DNA das células linfócitos T CD4+, responsáveis por defender o organismo de doenças. Quando o vírus não é combatido por meio do uso de medicamentos, ele pode evoluir para a síndrome da imunodeficiência adquirida, a Aids.


Ou seja, existem pessoas que vivem anos com o vírus HIV sem apresentar nenhum sintoma ou desenvolver a Aids. As pessoas que desenvolvem a doença, geralmente, são as que não recebem diagnóstico precoce e não fazem o tratamento adequadamente.


Quando uma pessoa portadora de HIV fazendo uso da terapia antirretroviral consegue reduzir a quantidade de vírus no sangue a um nível indetectável pelos testes laboratoriais padrões por ao menos seis meses, o vírus deixa de ser transmissível por via sexual.


A possibilidade de viver com HIV sem transmiti-lo através das relações sexuais permite que as pessoas portadoras do vírus recuperem uma maior qualidade de vida e possam escolher, junto a seus parceiros, a possibilidade de ter relações sexuais sem proteção.


No entanto, é importante notar que não há dados definitivos sobre por quanto tempo uma pessoa precisa tomar os remédios antirretrovirais para que o vírus seja suprimido a esse ponto. A única maneira de saber se a carga viral está suprimida ou não no sangue é através de testes de carga viral.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/pessoas-que-vivem-com-hiv-pode m-nao-transmitir-o-virus-entenda/ 

O que o lema "I = I" busca comunicar sobre o vírus HIV?
Alternativas
Q3268114 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Pessoas que vivem com HIV podem não transmitir o vírus



Após décadas de combate e conscientização sobre o vírus HIV e a Aids, a ciência já fez importantes avanços na prevenção e tratamento. O uso de medicamentos antirretrovirais, inclusive, torna possível que o vírus deixe de ser transmissível através de relações sexuais.


O lema I = I, que significa indetectável = intransmissível foi criado para popularizar a informação de que o vírus pode ser suprimido no corpo a ponto de deixar de ser transmitido, mesmo através de relações sexuais desprotegidas.


A discussão envolvendo o vírus e a doença voltou à tona com as investigações do caso envolvendo o laboratório PCS Lab, no Rio de Janeiro, onde seis pacientes contraíram o vírus HIV após passarem por transplantes de órgãos por conta de uma falha operacional nos testes de exames de sangue.


Embora os avanços da ciência já permitam que portadores do vírus HIV vivam de maneira saudável, a informação é uma ferramenta essencial para garantir que as pessoas se testem e busquem acompanhamento médico e tratamento − ambos disponíveis na rede pública de saúde, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) − caso recebam resultado positivo para o HIV.


O vírus da imunodeficiência humana, mais conhecido como HIV, ataca o sistema imunológico alterando o DNA das células linfócitos T CD4+, responsáveis por defender o organismo de doenças. Quando o vírus não é combatido por meio do uso de medicamentos, ele pode evoluir para a síndrome da imunodeficiência adquirida, a Aids.


Ou seja, existem pessoas que vivem anos com o vírus HIV sem apresentar nenhum sintoma ou desenvolver a Aids. As pessoas que desenvolvem a doença, geralmente, são as que não recebem diagnóstico precoce e não fazem o tratamento adequadamente.


Quando uma pessoa portadora de HIV fazendo uso da terapia antirretroviral consegue reduzir a quantidade de vírus no sangue a um nível indetectável pelos testes laboratoriais padrões por ao menos seis meses, o vírus deixa de ser transmissível por via sexual.


A possibilidade de viver com HIV sem transmiti-lo através das relações sexuais permite que as pessoas portadoras do vírus recuperem uma maior qualidade de vida e possam escolher, junto a seus parceiros, a possibilidade de ter relações sexuais sem proteção.


No entanto, é importante notar que não há dados definitivos sobre por quanto tempo uma pessoa precisa tomar os remédios antirretrovirais para que o vírus seja suprimido a esse ponto. A única maneira de saber se a carga viral está suprimida ou não no sangue é através de testes de carga viral.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/pessoas-que-vivem-com-hiv-pode m-nao-transmitir-o-virus-entenda/ 

Qual afirmação sobre a relação entre o tratamento do HIV e a transmissão do vírus está correta de acordo com o texto?
Alternativas
Q3268058 Português
O épico


        O gênero épico é provavelmente a mais antiga das manifestações literárias. Surgiu quando os homens primitivos sentiram a necessidade de relatar suas experiências, centradas na dura batalha pela sobrevivência em um mundo caótico, hostil e ameaçador. Pode-se imaginar os demais membros da tribo, em torno de uma roda de fogo, ouvindo esses narradores, que talvez mais gesticulassem e emitissem grunhidos do que articulassem verbalmente as suas histórias. Pode-se conceber também que alguns desses ancestrais dos grandes escritores tivessem maior capacidade para contar suas aventuras do que seus companheiros. Talvez selecionassem melhor os fatos interessantes, concatenassem de maneira mais ordenada os acontecimentos ou conseguissem descrever com maior realismo os animais ferozes que haviam caçado.
       É possível também que — em função da resposta do auditório — esses contadores primitivos de histórias acabassem aumentando o número e a intensidade de suas façanhas. É de supor, por fim, que, em busca do aplauso do clã, eles não se restringissem apenas às situações vividas, mas acrescentassem pormenores inexistentes e inventassem ações heroicas. Ou seja, é bem provável que produzissem ficção. Estava nascendo o gênero épico, a narrativa.

Sergius Gonzaga — Curso de Literatura Brasileira. Adaptado.


A metáfora é uma figura de linguagem que se utiliza de certos termos para produzir sentidos figurados, por meio de comparações. Qual alternativa apresenta essa figura de linguagem?
Alternativas
Q3268055 Português
O épico


        O gênero épico é provavelmente a mais antiga das manifestações literárias. Surgiu quando os homens primitivos sentiram a necessidade de relatar suas experiências, centradas na dura batalha pela sobrevivência em um mundo caótico, hostil e ameaçador. Pode-se imaginar os demais membros da tribo, em torno de uma roda de fogo, ouvindo esses narradores, que talvez mais gesticulassem e emitissem grunhidos do que articulassem verbalmente as suas histórias. Pode-se conceber também que alguns desses ancestrais dos grandes escritores tivessem maior capacidade para contar suas aventuras do que seus companheiros. Talvez selecionassem melhor os fatos interessantes, concatenassem de maneira mais ordenada os acontecimentos ou conseguissem descrever com maior realismo os animais ferozes que haviam caçado.
       É possível também que — em função da resposta do auditório — esses contadores primitivos de histórias acabassem aumentando o número e a intensidade de suas façanhas. É de supor, por fim, que, em busca do aplauso do clã, eles não se restringissem apenas às situações vividas, mas acrescentassem pormenores inexistentes e inventassem ações heroicas. Ou seja, é bem provável que produzissem ficção. Estava nascendo o gênero épico, a narrativa.

Sergius Gonzaga — Curso de Literatura Brasileira. Adaptado.


O texto demonstra que o surgimento do gênero épico está atrelado à vontade das pessoas de:
Alternativas
Q3268054 Português
O épico


        O gênero épico é provavelmente a mais antiga das manifestações literárias. Surgiu quando os homens primitivos sentiram a necessidade de relatar suas experiências, centradas na dura batalha pela sobrevivência em um mundo caótico, hostil e ameaçador. Pode-se imaginar os demais membros da tribo, em torno de uma roda de fogo, ouvindo esses narradores, que talvez mais gesticulassem e emitissem grunhidos do que articulassem verbalmente as suas histórias. Pode-se conceber também que alguns desses ancestrais dos grandes escritores tivessem maior capacidade para contar suas aventuras do que seus companheiros. Talvez selecionassem melhor os fatos interessantes, concatenassem de maneira mais ordenada os acontecimentos ou conseguissem descrever com maior realismo os animais ferozes que haviam caçado.
       É possível também que — em função da resposta do auditório — esses contadores primitivos de histórias acabassem aumentando o número e a intensidade de suas façanhas. É de supor, por fim, que, em busca do aplauso do clã, eles não se restringissem apenas às situações vividas, mas acrescentassem pormenores inexistentes e inventassem ações heroicas. Ou seja, é bem provável que produzissem ficção. Estava nascendo o gênero épico, a narrativa.

Sergius Gonzaga — Curso de Literatura Brasileira. Adaptado.


Algumas das palavras utilizadas no texto, como “provavelmente”, “talvez” e “provável”, entre outras, expressam a ideia de que o autor:
Alternativas
Q3268053 Português
O épico


        O gênero épico é provavelmente a mais antiga das manifestações literárias. Surgiu quando os homens primitivos sentiram a necessidade de relatar suas experiências, centradas na dura batalha pela sobrevivência em um mundo caótico, hostil e ameaçador. Pode-se imaginar os demais membros da tribo, em torno de uma roda de fogo, ouvindo esses narradores, que talvez mais gesticulassem e emitissem grunhidos do que articulassem verbalmente as suas histórias. Pode-se conceber também que alguns desses ancestrais dos grandes escritores tivessem maior capacidade para contar suas aventuras do que seus companheiros. Talvez selecionassem melhor os fatos interessantes, concatenassem de maneira mais ordenada os acontecimentos ou conseguissem descrever com maior realismo os animais ferozes que haviam caçado.
       É possível também que — em função da resposta do auditório — esses contadores primitivos de histórias acabassem aumentando o número e a intensidade de suas façanhas. É de supor, por fim, que, em busca do aplauso do clã, eles não se restringissem apenas às situações vividas, mas acrescentassem pormenores inexistentes e inventassem ações heroicas. Ou seja, é bem provável que produzissem ficção. Estava nascendo o gênero épico, a narrativa.

Sergius Gonzaga — Curso de Literatura Brasileira. Adaptado.


Com base nas informações contidas no texto, analisar os itens.

I. O épico surgiu assim que os homens desenvolveram a escrita, pois assim podiam contar melhor suas histórias.
II. As histórias eram contadas somente por meio de grunhidos.
III. É possível que os contadores de histórias aumentassem a intensidade de seus relatos.

Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3267788 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Mortes por câncer já ocupam primeiro lugar em algumas regiões do Brasil



O câncer já é a primeira causa de morte em algumas regiões do Brasil, ocupando o lugar das doenças cardiovasculares. Um estudo inédito revela uma transição epidemiológica no país, tendência que já vem sendo observada em nações ricas.


O trabalho, conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e outras instituições, como Fundação Getúlio Vargas e Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais, acaba de ser publicado no The Lancet Regional Health − Americas.


Para chegar ao resultado, os autores analisaram dados de 5.570 municípios brasileiros fornecidos pelo Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) entre os anos de 2000 e 2019. Também foram avaliadas as mortes prematuras, aquelas que ocorrem na faixa dos 30 aos 69 anos, que não são atribuídas ao envelhecimento.


Nesse período, as taxas de mortalidade por doenças cardiovasculares caíram em 25 dos 27 estados, enquanto as de câncer cresceram em 15. O número de municípios em que o câncer é a principal causa de morte quase dobrou, passando de 7% para 13%. E, enquanto a mortalidade por problemas cardiovasculares caiu drasticamente, quase 40%, a de câncer reduziu apenas 10%.


Embora as doenças cardiovasculares ainda liderem as mortes, alguns fatores explicam essa transição. "Os avanços no diagnóstico e no tratamento, bem como as campanhas antitabagismo, por exemplo, tiveram grande impacto na queda da mortalidade cardiovascular. O câncer, por outro lado, engloba mais de cem doenças com diferentes causas e alguns são mais fáceis de prevenir, outros mais limitados", analisa Leandro Rezende, um dos autores do estudo e coordenador do programa de pós-graduação em Saúde Coletiva da Escola Paulista de Medicina, da Unifesp.


Já as doenças cardiovasculares, segundo Rezende, são mais sensíveis a hábitos e medidas terapêuticas. "O resultado mostra que, quanto maior o acesso a tratamento e prevenção, menor a mortalidade", observa o pesquisador. Apesar de o câncer e as doenças cardiovasculares compartilharem muitos fatores de risco — como tabagismo, sedentarismo, obesidade e má alimentação —, as particularidades de cada tipo de tumor dificultam a prevenção e o tratamento.


Além disso, enquanto o tratamento das doenças cardiovasculares sempre envolve mudanças no estilo de vida, no câncer o foco acaba sendo erradicar a doença de forma localizada. Assim, é possível reduzir as mortes por infartos e derrames cuidando da pressão alta, do colesterol alto e do diabetes, por exemplo, mas o prognóstico dos tumores acaba prejudicado com diagnósticos tardios e dificuldade de acesso a tratamentos sofisticados.


Para os autores do novo estudo, é preciso desenvolver políticas específicas para cada região, capazes de melhorar o acesso à saúde nos municípios menores e mais vulneráveis e, é claro, atuar na prevenção primária. "Isso envolve políticas públicas, incluindo campanhas antitabaco, controle do álcool e o grande desafio da obesidade, que é um fator de risco para vários tumores. Sabe-se que o estilo de vida está associado a cerca de 20 tipos de câncer, e um terço das mortes poderia ser evitado com mudanças nos hábitos de vida", destaca Rezende.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mortes-por-cancer-ja-ocupam-primeiro-lugar-em-algumas-regioes-do-brasil/ 

De acordo com o texto, qual é a principal recomendação dos autores do estudo para melhorar a saúde nas regiões mais vulneráveis?
Alternativas
Q3267453 Português
A escola Nova Era tem uma biblioteca muito popular entre os alunos, que são incentivados a ler diversos tipos de livros como parte de suas atividades educacionais. Para promover a leitura, a escola criou um Clube de Leitura onde os alunos podem discutir suas leituras favoritas. Durante uma reunião do clube, a bibliotecária Carla quis ajudar os alunos a entender melhor os diferentes tipos de leitura e como formar conclusões lógicas a partir de informações dadas.
Nesse contexto, se "todos os alunos são leitores" e "alguns leitores gostam de ficção", qual das seguintes afirmações é verdadeira? 
Alternativas
Q3267446 Português
Leia com atenção as afirmativas abaixo:

I.Cada árvore que cai é um lamento da natureza, clamando por proteção.
II.A biodiversidade é um tesouro escondido que devemos proteger para as futuras gerações.
III.A água é um recurso essencial para a sobrevivência de todos os seres vivos.
IV.O planeta é nossa casa, e cada ação positiva em prol da ecologia é uma pequena semente de esperança.
V.A reciclagem ajuda a diminuir a quantidade de resíduos nos aterros sanitários.

Em quais das afirmativas lidas há a presença de sentido conotativo?
Alternativas
Q3267444 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Mortes por câncer já ocupam primeiro lugar em algumas regiões do Brasil



O câncer já é a primeira causa de morte em algumas regiões do Brasil, ocupando o lugar das doenças cardiovasculares. Um estudo inédito revela uma transição epidemiológica no país, tendência que já vem sendo observada em nações ricas.


O trabalho, conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e outras instituições, como Fundação Getúlio Vargas e Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais, acaba de ser publicado no The Lancet Regional Health − Americas.


Para chegar ao resultado, os autores analisaram dados de 5.570 municípios brasileiros fornecidos pelo Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) entre os anos de 2000 e 2019. Também foram avaliadas as mortes prematuras, aquelas que ocorrem na faixa dos 30 aos 69 anos, que não são atribuídas ao envelhecimento.


Nesse período, as taxas de mortalidade por doenças cardiovasculares caíram em 25 dos 27 estados, enquanto as de câncer cresceram em 15. O número de municípios em que o câncer é a principal causa de morte quase dobrou, passando de 7% para 13%. E, enquanto a mortalidade por problemas cardiovasculares caiu drasticamente, quase 40%, a de câncer reduziu apenas 10%.


Embora as doenças cardiovasculares ainda liderem as mortes, alguns fatores explicam essa transição. "Os avanços no diagnóstico e no tratamento, bem como as campanhas antitabagismo, por exemplo, tiveram grande impacto na queda da mortalidade cardiovascular. O câncer, por outro lado, engloba mais de cem doenças com diferentes causas e alguns são mais fáceis de prevenir, outros mais limitados", analisa Leandro Rezende, um dos autores do estudo e coordenador do programa de pós-graduação em Saúde Coletiva da Escola Paulista de Medicina, da Unifesp.


Já as doenças cardiovasculares, segundo Rezende, são mais sensíveis a hábitos e medidas terapêuticas. "O resultado mostra que, quanto maior o acesso a tratamento e prevenção, menor a mortalidade", observa o pesquisador. Apesar de o câncer e as doenças cardiovasculares compartilharem muitos fatores de risco — como tabagismo, sedentarismo, obesidade e má alimentação —, as particularidades de cada tipo de tumor dificultam a prevenção e o tratamento.


Além disso, enquanto o tratamento das doenças cardiovasculares sempre envolve mudanças no estilo de vida, no câncer o foco acaba sendo erradicar a doença de forma localizada. Assim, é possível reduzir as mortes por infartos e derrames cuidando da pressão alta, do colesterol alto e do diabetes, por exemplo, mas o prognóstico dos tumores acaba prejudicado com diagnósticos tardios e dificuldade de acesso a tratamentos sofisticados.


Para os autores do novo estudo, é preciso desenvolver políticas específicas para cada região, capazes de melhorar o acesso à saúde nos municípios menores e mais vulneráveis e, é claro, atuar na prevenção primária. "Isso envolve políticas públicas, incluindo campanhas antitabaco, controle do álcool e o grande desafio da obesidade, que é um fator de risco para vários tumores. Sabe-se que o estilo de vida está associado a cerca de 20 tipos de câncer, e um terço das mortes poderia ser evitado com mudanças nos hábitos de vida", destaca Rezende.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mortes-por-cancer-ja-ocupam-primeiro-lugar-em-algumas-regioes-do-brasil/ 

De acordo com o texto, qual é a principal conclusão do estudo mencionado sobre a situação do câncer no Brasil?
Alternativas
Q3267438 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Mortes por câncer já ocupam primeiro lugar em algumas regiões do Brasil



O câncer já é a primeira causa de morte em algumas regiões do Brasil, ocupando o lugar das doenças cardiovasculares. Um estudo inédito revela uma transição epidemiológica no país, tendência que já vem sendo observada em nações ricas.


O trabalho, conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e outras instituições, como Fundação Getúlio Vargas e Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais, acaba de ser publicado no The Lancet Regional Health − Americas.


Para chegar ao resultado, os autores analisaram dados de 5.570 municípios brasileiros fornecidos pelo Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) entre os anos de 2000 e 2019. Também foram avaliadas as mortes prematuras, aquelas que ocorrem na faixa dos 30 aos 69 anos, que não são atribuídas ao envelhecimento.


Nesse período, as taxas de mortalidade por doenças cardiovasculares caíram em 25 dos 27 estados, enquanto as de câncer cresceram em 15. O número de municípios em que o câncer é a principal causa de morte quase dobrou, passando de 7% para 13%. E, enquanto a mortalidade por problemas cardiovasculares caiu drasticamente, quase 40%, a de câncer reduziu apenas 10%.


Embora as doenças cardiovasculares ainda liderem as mortes, alguns fatores explicam essa transição. "Os avanços no diagnóstico e no tratamento, bem como as campanhas antitabagismo, por exemplo, tiveram grande impacto na queda da mortalidade cardiovascular. O câncer, por outro lado, engloba mais de cem doenças com diferentes causas e alguns são mais fáceis de prevenir, outros mais limitados", analisa Leandro Rezende, um dos autores do estudo e coordenador do programa de pós-graduação em Saúde Coletiva da Escola Paulista de Medicina, da Unifesp.


Já as doenças cardiovasculares, segundo Rezende, são mais sensíveis a hábitos e medidas terapêuticas. "O resultado mostra que, quanto maior o acesso a tratamento e prevenção, menor a mortalidade", observa o pesquisador. Apesar de o câncer e as doenças cardiovasculares compartilharem muitos fatores de risco — como tabagismo, sedentarismo, obesidade e má alimentação —, as particularidades de cada tipo de tumor dificultam a prevenção e o tratamento.


Além disso, enquanto o tratamento das doenças cardiovasculares sempre envolve mudanças no estilo de vida, no câncer o foco acaba sendo erradicar a doença de forma localizada. Assim, é possível reduzir as mortes por infartos e derrames cuidando da pressão alta, do colesterol alto e do diabetes, por exemplo, mas o prognóstico dos tumores acaba prejudicado com diagnósticos tardios e dificuldade de acesso a tratamentos sofisticados.


Para os autores do novo estudo, é preciso desenvolver políticas específicas para cada região, capazes de melhorar o acesso à saúde nos municípios menores e mais vulneráveis e, é claro, atuar na prevenção primária. "Isso envolve políticas públicas, incluindo campanhas antitabaco, controle do álcool e o grande desafio da obesidade, que é um fator de risco para vários tumores. Sabe-se que o estilo de vida está associado a cerca de 20 tipos de câncer, e um terço das mortes poderia ser evitado com mudanças nos hábitos de vida", destaca Rezende.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mortes-por-cancer-ja-ocupam-primeiro-lugar-em-algumas-regioes-do-brasil/ 

De acordo com o texto, qual é a relação entre o acesso a tratamento e prevenção e a mortalidade por doenças cardiovasculares?
Alternativas
Q3265972 Português

O medicamento que pode retardar envelhecimento


Um estudo científico recente descobriu que um medicamento aumentou a esperança de vida dos animais de laboratório em quase 25%, resultado que os cientistas esperam que também possa retardar o envelhecimento humano.


Os ratos que utilizaram a droga eram conhecidos como "vovós supermodelos" no laboratório devido à sua aparência jovem.


Eles eram mais saudáveis, mais fortes e desenvolveram menos câncer do que os seus pares não medicados.


O medicamento já é testado em pessoas, mas não se sabe se teria o mesmo efeito antienvelhecimento.


(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/czd94gdn2 70o.adaptado)


Com base no texto apresentado, qual das seguintes afirmações está correta?

Alternativas
Q3265703 Português
A grama do vizinho

(Martha Medeiros) 


    Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma.

    Estamos todos no mesmo barco.

    Há no ar certo queixume sem razões muito claras.

    Converso com mulheres que estão entre os 40 e 50 anos, todas com profissão, marido, filhos, saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-o-quê perturbador, algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem.

    De onde vem isso? Anos atrás, a cantora Marina Lima compôs com o seu irmão, o poeta Antônio Cícero, uma música que dizia: “Eu espero / acontecimentos / só que quando anoitece / é festa no outro apartamento”.

    Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinha convite. É uma das características da juventude: considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são, ou aparentam ser. Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na grama do vizinho.

    As festas em outros apartamentos são fruto da nossa imaginação, que é infectada por falsos holofotes, falsos sorrisos e falsas notícias. Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias, revelam pouco suas aflições, não dão bandeira das suas fraquezas, então fica parecendo que todos estão comemorando grandes paixões e fortunas, quando na verdade a festa lá fora não está tão animada assim. Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco, com motivos pra dançar pela sala e também motivos pra se refugiar no escuro, alternadamente.

    Só que os motivos pra se refugiar no escuro raramente são divulgados.

    Pra consumo externo, todos são belos, sexys, lúcidos, íntegros, ricos, sedutores.

    “Nunca conheci quem tivesse levado porrada/ todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo”.

    Fernando Pessoa também já se sentiu abafado pela perfeição alheia, e olha que na época em que ele escreveu estes versos não havia esta overdose de revistas que há hoje, vendendo um mundo de faz-de-conta. Nesta era de exaltação de celebridades – reais e inventadas – fica difícil mesmo achar que a vida da gente tem graça. Mas, tem. Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros, fantasias, desilusões e recomeços, tudo isso vale ser incluído na nossa biografia. Ou será que é tão divertido passar dois dias na Ilha de Caras fotografando junto a todos os produtos dos patrocinadores? Compensa passar a vida comendo alface para ter o corpo que a profissão de modelo exige? Será tão gratificante ter um paparazzo na sua cola cada vez que você sai de casa? Estarão mesmo todos realizando um milhão de coisas interessantes enquanto só você está sentada no sofá pintando as unhas do pé? Favor não confundir uma vida sensacional com uma vida sensacionalista.

    As melhores festas acontecem dentro do nosso próprio apartamento.
Aquilo que busca convencer as pessoas através de representações imagéticas. 
Alternativas
Q3264902 Português
Focar numa pegada com resiliência (Ruy Castro)
Mas só se você 'subir o sarrafo', for 'assertivo' e tiver uma visão 'imersiva' da coisa 

        Já reparou que, a todo momento, lê-se ou se escuta que alguém "bateu o martelo"? Um desavisado achará que, pela quantidade de gente que "bate o martelo", vivemos sob uma sinfonia de marteladas. Mas é claro que, ao "bater o martelo", o sujeito apenas se decidiu por isto ou aquilo. É um martelo simbólico. E quando se diz que fulano "apostou todas as suas fichas" em alguma coisa? Significa somente que o cidadão botou suas esperanças nessa alguma coisa. Não é como no tempo dos cassinos, em que se garantia que eles tinham uma sala dos suicidas, um lugar discreto onde o jogador que perdera de verdade suas últimas fichas podia dar um tiro no ouvido sem ser incomodado. "Apostar as fichas" sem meter a mão no bolso é mole. 

        E "subir o sarrafo"? Até há pouco, usava-se "baixar o sarrafo" — ou seja, dar uma surra em alguém. O sarrafo podia ser um porrete, uma vara, um relho, quem sabe até uma cadeira. Hoje, ao contrário, o normal é "subir o sarrafo", ou seja, estabelecer uma meta mais difícil do que a que se vinha praticando. O curioso é que, quando se "sobe o sarrafo" numa prova de salto em altura, e o atleta não consegue saltá-lo, o sarrafo cai lá de cima e ninguém diz que ele "baixou o sarrafo". [...]

(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2024/10/focar numa-pegada-com-resiliencia.shtml. Acesso em 09/10/2024) 
Embora não possua uma estrutura muito explícita, é possível inferir que o texto possui um caráter ______. Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna. 
Alternativas
Q3264901 Português
Focar numa pegada com resiliência (Ruy Castro)
Mas só se você 'subir o sarrafo', for 'assertivo' e tiver uma visão 'imersiva' da coisa 

        Já reparou que, a todo momento, lê-se ou se escuta que alguém "bateu o martelo"? Um desavisado achará que, pela quantidade de gente que "bate o martelo", vivemos sob uma sinfonia de marteladas. Mas é claro que, ao "bater o martelo", o sujeito apenas se decidiu por isto ou aquilo. É um martelo simbólico. E quando se diz que fulano "apostou todas as suas fichas" em alguma coisa? Significa somente que o cidadão botou suas esperanças nessa alguma coisa. Não é como no tempo dos cassinos, em que se garantia que eles tinham uma sala dos suicidas, um lugar discreto onde o jogador que perdera de verdade suas últimas fichas podia dar um tiro no ouvido sem ser incomodado. "Apostar as fichas" sem meter a mão no bolso é mole. 

        E "subir o sarrafo"? Até há pouco, usava-se "baixar o sarrafo" — ou seja, dar uma surra em alguém. O sarrafo podia ser um porrete, uma vara, um relho, quem sabe até uma cadeira. Hoje, ao contrário, o normal é "subir o sarrafo", ou seja, estabelecer uma meta mais difícil do que a que se vinha praticando. O curioso é que, quando se "sobe o sarrafo" numa prova de salto em altura, e o atleta não consegue saltá-lo, o sarrafo cai lá de cima e ninguém diz que ele "baixou o sarrafo". [...]

(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2024/10/focar numa-pegada-com-resiliencia.shtml. Acesso em 09/10/2024) 
De acordo com o texto, ao considerar as expressões “subir o sarrafo” e “baixar o sarrafo” (2º§), nota-se que possuem sentidos:
Alternativas
Q3259680 Português


(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/06/sobreorquideas-e-pessoas-html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Leia a charge e as asserções a seguir, e analise a relação proposta entre elas:


Imagem associada para resolução da questão


I. Tanto a charge quanto o texto abordam a questão da efemeridade das flores.


MAS


II. Somente o texto apresenta um aspecto positivo desse tipo de planta. A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Respostas
18021: A
18022: A
18023: D
18024: A
18025: D
18026: A
18027: B
18028: D
18029: C
18030: B
18031: A
18032: A
18033: B
18034: C
18035: C
18036: C
18037: C
18038: B
18039: C
18040: C