Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
Foram encontradas 98.939 questões
É uma doença silenciosa, mas que pode ser prevenida com atitudes simples. (4º parágrafo)
( ) A nova faixa de hipertensão está abaixo da antiga de 12/8.
( ) Não controlar a hipertensão é a principal causa de mortes no mundo.
( ) É recomendado medir a pressão ao menos uma vez por ano e ter acompanhamento médico regular.
Texto 01
Leia o texto e responda à questão
O segundo dia da Cúpula de Líderes da pré-COP30, em Belém (PA), começou nesta sexta-feira (7) com a tradicional “foto de família”, que reuniu mais de 40 chefes de Estado e de governo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ocupou o centro da imagem, ladeado por líderes de países parceiros na Conferência do Clima da ONU, que será realizada oficialmente entre 10 e 21 de novembro.
A foto simboliza o início da fase política da conferência. O encontro, organizado pela Presidência brasileira, reúne representantes de cerca de 140 países e busca dar “direção política” aos debates que ocorrerão na COP30.
Após o registro oficial, Lula seguiu a agenda de reuniões bilaterais com líderes europeus e africanos. O presidente também reafirmou, em conversa com Emmanuel Macron, a prioridade do combate ao desmatamento e à crise climática, e manifestou a expectativa de concluir ainda neste ano o Acordo Mercosul-União Europeia.
Adaptado (Barros, Paulo. https://www.infomoney.com.br/politica/lideres-mundiais-posam-para-foto-de-familia-na-cop30-em-belem/)
Texto 01
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O segundo dia da Cúpula de Líderes da pré-COP30, em Belém (PA), começou nesta sexta-feira (7) com a tradicional “foto de família”, que reuniu mais de 40 chefes de Estado e de governo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ocupou o centro da imagem, ladeado por líderes de países parceiros na Conferência do Clima da ONU, que será realizada oficialmente entre 10 e 21 de novembro.
A foto simboliza o início da fase política da conferência. O encontro, organizado pela Presidência brasileira, reúne representantes de cerca de 140 países e busca dar “direção política” aos debates que ocorrerão na COP30.
Após o registro oficial, Lula seguiu a agenda de reuniões bilaterais com líderes europeus e africanos. O presidente também reafirmou, em conversa com Emmanuel Macron, a prioridade do combate ao desmatamento e à crise climática, e manifestou a expectativa de concluir ainda neste ano o Acordo Mercosul-União Europeia.
Adaptado (Barros, Paulo. https://www.infomoney.com.br/politica/lideres-mundiais-posam-para-foto-de-familia-na-cop30-em-belem/)
Texto 01
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O segundo dia da Cúpula de Líderes da pré-COP30, em Belém (PA), começou nesta sexta-feira (7) com a tradicional “foto de família”, que reuniu mais de 40 chefes de Estado e de governo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ocupou o centro da imagem, ladeado por líderes de países parceiros na Conferência do Clima da ONU, que será realizada oficialmente entre 10 e 21 de novembro.
A foto simboliza o início da fase política da conferência. O encontro, organizado pela Presidência brasileira, reúne representantes de cerca de 140 países e busca dar “direção política” aos debates que ocorrerão na COP30.
Após o registro oficial, Lula seguiu a agenda de reuniões bilaterais com líderes europeus e africanos. O presidente também reafirmou, em conversa com Emmanuel Macron, a prioridade do combate ao desmatamento e à crise climática, e manifestou a expectativa de concluir ainda neste ano o Acordo Mercosul-União Europeia.
Adaptado (Barros, Paulo. https://www.infomoney.com.br/politica/lideres-mundiais-posam-para-foto-de-familia-na-cop30-em-belem/)
Texto 01
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O segundo dia da Cúpula de Líderes da pré-COP30, em Belém (PA), começou nesta sexta-feira (7) com a tradicional “foto de família”, que reuniu mais de 40 chefes de Estado e de governo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ocupou o centro da imagem, ladeado por líderes de países parceiros na Conferência do Clima da ONU, que será realizada oficialmente entre 10 e 21 de novembro.
A foto simboliza o início da fase política da conferência. O encontro, organizado pela Presidência brasileira, reúne representantes de cerca de 140 países e busca dar “direção política” aos debates que ocorrerão na COP30.
Após o registro oficial, Lula seguiu a agenda de reuniões bilaterais com líderes europeus e africanos. O presidente também reafirmou, em conversa com Emmanuel Macron, a prioridade do combate ao desmatamento e à crise climática, e manifestou a expectativa de concluir ainda neste ano o Acordo Mercosul-União Europeia.
Adaptado (Barros, Paulo. https://www.infomoney.com.br/politica/lideres-mundiais-posam-para-foto-de-familia-na-cop30-em-belem/)
Texto 01
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O segundo dia da Cúpula de Líderes da pré-COP30, em Belém (PA), começou nesta sexta-feira (7) com a tradicional “foto de família”, que reuniu mais de 40 chefes de Estado e de governo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ocupou o centro da imagem, ladeado por líderes de países parceiros na Conferência do Clima da ONU, que será realizada oficialmente entre 10 e 21 de novembro.
A foto simboliza o início da fase política da conferência. O encontro, organizado pela Presidência brasileira, reúne representantes de cerca de 140 países e busca dar “direção política” aos debates que ocorrerão na COP30.
Após o registro oficial, Lula seguiu a agenda de reuniões bilaterais com líderes europeus e africanos. O presidente também reafirmou, em conversa com Emmanuel Macron, a prioridade do combate ao desmatamento e à crise climática, e manifestou a expectativa de concluir ainda neste ano o Acordo Mercosul-União Europeia.
Adaptado (Barros, Paulo. https://www.infomoney.com.br/politica/lideres-mundiais-posam-para-foto-de-familia-na-cop30-em-belem/)
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Texto 02
De Passarinhos
Para compor um tratado de passarinhos
É preciso por primeiro que haja um rio com árvores
e palmeiras nas margens.
E dentro dos quintais das casas que haja pelo menos
goiabeiras.
E que haja por perto brejos e iguarias de brejos.
É preciso que haja insetos para os passarinhos.
Insetos de pau sobretudo que são os mais palatáveis.
A presença de libélulas seria uma boa.
O azul é muito importante na vida dos passarinhos
Porque os passarinhos precisam antes de belos ser
eternos.
Eternos que nem uma fuga de Bach.
(De passarinhos. Manoel de Barros)
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Texto 02
De Passarinhos
Para compor um tratado de passarinhos
É preciso por primeiro que haja um rio com árvores
e palmeiras nas margens.
E dentro dos quintais das casas que haja pelo menos
goiabeiras.
E que haja por perto brejos e iguarias de brejos.
É preciso que haja insetos para os passarinhos.
Insetos de pau sobretudo que são os mais palatáveis.
A presença de libélulas seria uma boa.
O azul é muito importante na vida dos passarinhos
Porque os passarinhos precisam antes de belos ser
eternos.
Eternos que nem uma fuga de Bach.
(De passarinhos. Manoel de Barros)
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Texto 02
De Passarinhos
Para compor um tratado de passarinhos
É preciso por primeiro que haja um rio com árvores
e palmeiras nas margens.
E dentro dos quintais das casas que haja pelo menos
goiabeiras.
E que haja por perto brejos e iguarias de brejos.
É preciso que haja insetos para os passarinhos.
Insetos de pau sobretudo que são os mais palatáveis.
A presença de libélulas seria uma boa.
O azul é muito importante na vida dos passarinhos
Porque os passarinhos precisam antes de belos ser
eternos.
Eternos que nem uma fuga de Bach.
(De passarinhos. Manoel de Barros)
Leia o texto e responda à questão.
Texto 02
De Passarinhos
Para compor um tratado de passarinhos
É preciso por primeiro que haja um rio com árvores
e palmeiras nas margens.
E dentro dos quintais das casas que haja pelo menos
goiabeiras.
E que haja por perto brejos e iguarias de brejos.
É preciso que haja insetos para os passarinhos.
Insetos de pau sobretudo que são os mais palatáveis.
A presença de libélulas seria uma boa.
O azul é muito importante na vida dos passarinhos
Porque os passarinhos precisam antes de belos ser
eternos.
Eternos que nem uma fuga de Bach.
(De passarinhos. Manoel de Barros)
Texto 01
O Brasil tem capacidade de zerar emissões até 2040. Conheça dois caminhos possíveis.
A conclusão é de um relatório publicado hoje (5) Instituto Amazônia 4.0. Ele propõe alternativas baseadas em reflorestamento e transição energética.
Por Maria Clara Rossini - 5 nov 2025, 16h00
O Brasil tem capacidade de atingir a neutralidade de carbono até 2040, dez anos antes do proposto na meta oficial do governo federal. Essa é a conclusão do relatório “Brazil NetZero by 2024”, que contou com a participação de pesquisadores notáveis da área: Mercedes Bustamante (UnB), Carlos Nobre (USP), Nathalia Nascimento (USP), Eduardo Assad (FGV) e Roberto Schaeffer (UFRJ).
O objetivo da pesquisa foi apresentar ao governo brasileiro opções para antecipar a meta de neutralidade, que atualmente está prevista para 2050. Na Cúpula do G20 no Rio de Janeiro, em novembro de 2024, o presidente Lula convocou as nações desenvolvidas a adiantar os compromissos climáticos em cinco ou dez anos.
Atingir a neutralidade de carbono (ou “Net Zero”) não significa parar completamente de usar combustíveis fósseis. Ela implica uma soma de resultado zero. Todo o carbono emitido por automóveis, casas e indústria brasileiras seria reabsorvido pelas melhores máquinas de limpeza da atmosfera já criadas: as árvores. Dessa forma, é possível frear o aquecimento do planeta. A questão é que, atualmente, nós emitimos mais gases do efeito estufa do que absorvemos.
Existem duas maneiras de mudar isso: intensificar a captura de carbono ou reduzir as emissões. É por esses dois caminhos que o relatório apresenta os planos para atingir a neutralidade até 2040. O primeiro se chama AFOLU - 2040, e foca na redução do desmatamento e mudanças no uso do solo. O segundo é o Energy - 2040, voltado à transição energética.
Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/o-brasil-tem-capacidade-de-zerar-emissoes-ate-2040-conheca-dois- caminhos-possiveis/. Acesso em: 05 nov. 2025
Texto 01
O Brasil tem capacidade de zerar emissões até 2040. Conheça dois caminhos possíveis.
A conclusão é de um relatório publicado hoje (5) Instituto Amazônia 4.0. Ele propõe alternativas baseadas em reflorestamento e transição energética.
Por Maria Clara Rossini - 5 nov 2025, 16h00
O Brasil tem capacidade de atingir a neutralidade de carbono até 2040, dez anos antes do proposto na meta oficial do governo federal. Essa é a conclusão do relatório “Brazil NetZero by 2024”, que contou com a participação de pesquisadores notáveis da área: Mercedes Bustamante (UnB), Carlos Nobre (USP), Nathalia Nascimento (USP), Eduardo Assad (FGV) e Roberto Schaeffer (UFRJ).
O objetivo da pesquisa foi apresentar ao governo brasileiro opções para antecipar a meta de neutralidade, que atualmente está prevista para 2050. Na Cúpula do G20 no Rio de Janeiro, em novembro de 2024, o presidente Lula convocou as nações desenvolvidas a adiantar os compromissos climáticos em cinco ou dez anos.
Atingir a neutralidade de carbono (ou “Net Zero”) não significa parar completamente de usar combustíveis fósseis. Ela implica uma soma de resultado zero. Todo o carbono emitido por automóveis, casas e indústria brasileiras seria reabsorvido pelas melhores máquinas de limpeza da atmosfera já criadas: as árvores. Dessa forma, é possível frear o aquecimento do planeta. A questão é que, atualmente, nós emitimos mais gases do efeito estufa do que absorvemos.
Existem duas maneiras de mudar isso: intensificar a captura de carbono ou reduzir as emissões. É por esses dois caminhos que o relatório apresenta os planos para atingir a neutralidade até 2040. O primeiro se chama AFOLU - 2040, e foca na redução do desmatamento e mudanças no uso do solo. O segundo é o Energy - 2040, voltado à transição energética.
Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/o-brasil-tem-capacidade-de-zerar-emissoes-ate-2040-conheca-dois- caminhos-possiveis/. Acesso em: 05 nov. 2025
Texto 01
O Brasil tem capacidade de zerar emissões até 2040. Conheça dois caminhos possíveis.
A conclusão é de um relatório publicado hoje (5) Instituto Amazônia 4.0. Ele propõe alternativas baseadas em reflorestamento e transição energética.
Por Maria Clara Rossini - 5 nov 2025, 16h00
O Brasil tem capacidade de atingir a neutralidade de carbono até 2040, dez anos antes do proposto na meta oficial do governo federal. Essa é a conclusão do relatório “Brazil NetZero by 2024”, que contou com a participação de pesquisadores notáveis da área: Mercedes Bustamante (UnB), Carlos Nobre (USP), Nathalia Nascimento (USP), Eduardo Assad (FGV) e Roberto Schaeffer (UFRJ).
O objetivo da pesquisa foi apresentar ao governo brasileiro opções para antecipar a meta de neutralidade, que atualmente está prevista para 2050. Na Cúpula do G20 no Rio de Janeiro, em novembro de 2024, o presidente Lula convocou as nações desenvolvidas a adiantar os compromissos climáticos em cinco ou dez anos.
Atingir a neutralidade de carbono (ou “Net Zero”) não significa parar completamente de usar combustíveis fósseis. Ela implica uma soma de resultado zero. Todo o carbono emitido por automóveis, casas e indústria brasileiras seria reabsorvido pelas melhores máquinas de limpeza da atmosfera já criadas: as árvores. Dessa forma, é possível frear o aquecimento do planeta. A questão é que, atualmente, nós emitimos mais gases do efeito estufa do que absorvemos.
Existem duas maneiras de mudar isso: intensificar a captura de carbono ou reduzir as emissões. É por esses dois caminhos que o relatório apresenta os planos para atingir a neutralidade até 2040. O primeiro se chama AFOLU - 2040, e foca na redução do desmatamento e mudanças no uso do solo. O segundo é o Energy - 2040, voltado à transição energética.
Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/o-brasil-tem-capacidade-de-zerar-emissoes-ate-2040-conheca-dois- caminhos-possiveis/. Acesso em: 05 nov. 2025
Texto 01
O Brasil tem capacidade de zerar emissões até 2040. Conheça dois caminhos possíveis.
A conclusão é de um relatório publicado hoje (5) Instituto Amazônia 4.0. Ele propõe alternativas baseadas em reflorestamento e transição energética.
Por Maria Clara Rossini - 5 nov 2025, 16h00
O Brasil tem capacidade de atingir a neutralidade de carbono até 2040, dez anos antes do proposto na meta oficial do governo federal. Essa é a conclusão do relatório “Brazil NetZero by 2024”, que contou com a participação de pesquisadores notáveis da área: Mercedes Bustamante (UnB), Carlos Nobre (USP), Nathalia Nascimento (USP), Eduardo Assad (FGV) e Roberto Schaeffer (UFRJ).
O objetivo da pesquisa foi apresentar ao governo brasileiro opções para antecipar a meta de neutralidade, que atualmente está prevista para 2050. Na Cúpula do G20 no Rio de Janeiro, em novembro de 2024, o presidente Lula convocou as nações desenvolvidas a adiantar os compromissos climáticos em cinco ou dez anos.
Atingir a neutralidade de carbono (ou “Net Zero”) não significa parar completamente de usar combustíveis fósseis. Ela implica uma soma de resultado zero. Todo o carbono emitido por automóveis, casas e indústria brasileiras seria reabsorvido pelas melhores máquinas de limpeza da atmosfera já criadas: as árvores. Dessa forma, é possível frear o aquecimento do planeta. A questão é que, atualmente, nós emitimos mais gases do efeito estufa do que absorvemos.
Existem duas maneiras de mudar isso: intensificar a captura de carbono ou reduzir as emissões. É por esses dois caminhos que o relatório apresenta os planos para atingir a neutralidade até 2040. O primeiro se chama AFOLU - 2040, e foca na redução do desmatamento e mudanças no uso do solo. O segundo é o Energy - 2040, voltado à transição energética.
Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/o-brasil-tem-capacidade-de-zerar-emissoes-ate-2040-conheca-dois- caminhos-possiveis/. Acesso em: 05 nov. 2025
Texto 01
O Brasil tem capacidade de zerar emissões até 2040. Conheça dois caminhos possíveis.
A conclusão é de um relatório publicado hoje (5) Instituto Amazônia 4.0. Ele propõe alternativas baseadas em reflorestamento e transição energética.
Por Maria Clara Rossini - 5 nov 2025, 16h00
O Brasil tem capacidade de atingir a neutralidade de carbono até 2040, dez anos antes do proposto na meta oficial do governo federal. Essa é a conclusão do relatório “Brazil NetZero by 2024”, que contou com a participação de pesquisadores notáveis da área: Mercedes Bustamante (UnB), Carlos Nobre (USP), Nathalia Nascimento (USP), Eduardo Assad (FGV) e Roberto Schaeffer (UFRJ).
O objetivo da pesquisa foi apresentar ao governo brasileiro opções para antecipar a meta de neutralidade, que atualmente está prevista para 2050. Na Cúpula do G20 no Rio de Janeiro, em novembro de 2024, o presidente Lula convocou as nações desenvolvidas a adiantar os compromissos climáticos em cinco ou dez anos.
Atingir a neutralidade de carbono (ou “Net Zero”) não significa parar completamente de usar combustíveis fósseis. Ela implica uma soma de resultado zero. Todo o carbono emitido por automóveis, casas e indústria brasileiras seria reabsorvido pelas melhores máquinas de limpeza da atmosfera já criadas: as árvores. Dessa forma, é possível frear o aquecimento do planeta. A questão é que, atualmente, nós emitimos mais gases do efeito estufa do que absorvemos.
Existem duas maneiras de mudar isso: intensificar a captura de carbono ou reduzir as emissões. É por esses dois caminhos que o relatório apresenta os planos para atingir a neutralidade até 2040. O primeiro se chama AFOLU - 2040, e foca na redução do desmatamento e mudanças no uso do solo. O segundo é o Energy - 2040, voltado à transição energética.
Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/o-brasil-tem-capacidade-de-zerar-emissoes-ate-2040-conheca-dois- caminhos-possiveis/. Acesso em: 05 nov. 2025
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão.
Texto 01
A vida em “fogo baixo”
Os dias parecem todos iguais. Até mesmo as coisas que antes encantavam ou entristeciam, agora já não afetam mais. Acordar, trabalhar, comer e dormir. Tudo no modo automático. Você está ali, mas parece que não. Funciona, mas não sente. É como se uma névoa tivesse se instalado diante do mundo. Esse sentimento, quando prolongado, tem nome: anestesia emocional.
Essa condição é mais discreta que outros transtornos, como a depressão. Ela não nos impede de viver, mas suga o sentido da vida. É nesse momento que muitas pessoas se veem presas em uma rotina que “dá certo”, mas não satisfaz. O relacionamento está ok. O trabalho, estável. A família, bem. Mas algo por dentro parece gritar em silêncio. Às vezes, é bom não colocar tanto peso em tudo, mas se anestesiar emocionalmente do mundo ao seu redor é um quadro sensível.
Mestre em psicologia clínica pela PUC-SP, Marcos Torati explica que um dos indicadores da anestesia emocional é a ausência do sentido de vida. “Há a sensação de que ela não vale a pena e parece uma repetição eterna”, diz. “A pessoa perde a dimensão profunda dos seus erros e acertos, então se torna funcional, vivendo em ‘fogo baixo’. Não há tanta alegria, mas também não há grande tristeza ao ponto de incapacitar a vida, como na depressão”, complementa.
Existe uma diferença sutil, mas importante, entre uma apatia passageira e uma anestesia emocional profunda. A primeira costuma estar associada a um evento reconhecível, como o fim de relacionamento, uma demissão no trabalho ou o estresse da rotina. A segunda, por sua vez, parece surgir “do nada”. “Na apatia pontual é mais fácil identificar uma relação de causalidade. Já a anestesia prolongada tem uma base inconsciente que a pessoa não consegue reconhecer tão prontamente”, explica o psicólogo.
Além disso, nem sempre os sinais de anestesia emocional são óbvios. Em muitos casos, esse sentimento se manifesta de forma silenciosa, disfarçado em rotinas que funcionam, mas não preenchem. Para Torati, essa sensação pode ser resultado de um mecanismo de defesa comum, mas perigoso. “A pessoa pode entrar em um estado emocional apático para se defender contra a possibilidade de se frustrar. Porém, é justamente essa defesa contra a dor que pode levar à depressão”, afirma. Ele ressalta um tipo de paradoxo dessa postura: “É como se a pessoa colocasse a vida no modo econômico para evitar o sofrimento, mas isso também a impede de viver com intensidade.”
No fim das contas, a anestesia emocional pode ser um pedido silencioso de ajuda. Não para voltar a ser como antes, mas para descobrir um novo jeito de sentir. [...]
BRITO, Diego. A vida em “fogo baixo”. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/. Acesso em: 22 jan. 2026. Adaptado