Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q3372263 Português
Assinale a alternativa correta que exemplifica o uso de conotação. 
Alternativas
Q3372262 Português
A Lebre e a Tartaruga


Era uma vez… uma lebre e uma tartaruga. A lebre vivia caçoando da lerdeza da tartaruga. Certa vez, a tartaruga já muito cansada por ser alvo de gozações, desafiou a lebre para uma corrida. A lebre muito segura de si, aceitou prontamente. Não perdendo tempo, a tartaruga pois-se a caminhar, com seus passinhos lentos, porém, firmes. Logo a lebre ultrapassou a adversária, e vendo que ganharia fácil, parou e resolveu cochilar um pouco. Quando acordou, não viu a tartaruga e começou a correr. Já na reta final, viu finalmente a sua adversária cruzando a linha de chegada, toda sorridente.


(https://projetoabelha.com.br/?page_id=4503.
Acesso 10/02/2024)

As fábulas são histórias curtas, geralmente com animais como personagens, que transmitem uma lição de moral ou um ensinamento ético. A moral de uma fábula é a lição que se pode aprender com a história, destinada a orientar o comportamento humano para o bem. Nesse sentido, baseando-se no texto, assinale a alternativa que apresenta a moral da fábula.
Alternativas
Q3372261 Português
A Lebre e a Tartaruga


Era uma vez… uma lebre e uma tartaruga. A lebre vivia caçoando da lerdeza da tartaruga. Certa vez, a tartaruga já muito cansada por ser alvo de gozações, desafiou a lebre para uma corrida. A lebre muito segura de si, aceitou prontamente. Não perdendo tempo, a tartaruga pois-se a caminhar, com seus passinhos lentos, porém, firmes. Logo a lebre ultrapassou a adversária, e vendo que ganharia fácil, parou e resolveu cochilar um pouco. Quando acordou, não viu a tartaruga e começou a correr. Já na reta final, viu finalmente a sua adversária cruzando a linha de chegada, toda sorridente.


(https://projetoabelha.com.br/?page_id=4503.
Acesso 10/02/2024)

Segundo o texto, é CORRETO afirmar quanto ao desafio proposto pela tartaruga que a lebre 
Alternativas
Q3372260 Português
A Lebre e a Tartaruga


Era uma vez… uma lebre e uma tartaruga. A lebre vivia caçoando da lerdeza da tartaruga. Certa vez, a tartaruga já muito cansada por ser alvo de gozações, desafiou a lebre para uma corrida. A lebre muito segura de si, aceitou prontamente. Não perdendo tempo, a tartaruga pois-se a caminhar, com seus passinhos lentos, porém, firmes. Logo a lebre ultrapassou a adversária, e vendo que ganharia fácil, parou e resolveu cochilar um pouco. Quando acordou, não viu a tartaruga e começou a correr. Já na reta final, viu finalmente a sua adversária cruzando a linha de chegada, toda sorridente.


(https://projetoabelha.com.br/?page_id=4503.
Acesso 10/02/2024)

De acordo com o texto, o que motivou a tartaruga a desafiar a lebre para uma corrida foi 
Alternativas
Q3371490 Português
 Obesidade abdominal associada à fraqueza muscular eleva risco de síndrome metabólica


        Estudo conduzido por pesquisadores das universidades Federal de São Carlos (UFSCar) e College London (Reino Unido) mostrou que a combinação de acúmulo de gordura na região abdominal com fraqueza muscular (dinapenia) é a condição que mais aumenta o risco de desenvolver síndrome metabólica em pessoas com mais de 50 anos de idade.

       “Indivíduos com obesidade abdominal dinapênica tinham 234% mais risco de desenvolver síndrome metabólica em comparação com aqueles que não tinham nenhuma das duas condições. Isso é quase o dobro do que encontramos para os que tinham apenas obesidade [126%]. Dessa forma, demonstramos que ter as duas condições simultaneamente representa maiores alterações metabólicas”, explica Tiago da Silva Alexandre, professor do Departamento de Gerontologia da UFSCar e orientador do estudo apoiado pela Fapesp.

     Com base nos resultados do trabalho, divulgados no Journal of Nutrition, Health and Aging, os pesquisadores alertam para a importância da prática de exercício físico – tanto aeróbico quanto resistido – para o ganho e a manutenção da força muscular durante o envelhecimento. A prática de exercício físico é também uma maneira de prevenção da síndrome metabólica.

    Principal fator de risco para doenças cardiovasculares, a síndrome metabólica compreende cinco condições: obesidade, elevação dos níveis de triglicérides circulantes, hiperglicemia, redução do bom colesterol (HDL) e aumento da pressão arterial. O diagnóstico clínico é feito pela presença de três ou mais dessas alterações.

      De acordo com os pesquisadores, são as disfunções no metabolismo do músculo, associadas à perda de força, que explicam o grande impacto da fraqueza muscular no risco aumentado de síndrome metabólica. “Nos casos de fraqueza muscular há uma infiltração de gordura no músculo. Esse fenômeno, além de ser responsável pela perda de força, provoca uma série de alterações metabólicas no tecido que reduzem a sinalização de insulina, levando a uma maior resistência a esse hormônio, além de alterações no metabolismo da glicose e aumento da gordura no sangue [dislipidemia]”, explica Alexandre.

       Paula Camila Ramírez, primeira autora do trabalho, ressalta que não é só a fraqueza que provoca essas alterações. “A fraqueza também é produto da alteração do músculo – que perdeu massa, sofreu infiltração de gordura e, consequentemente, está inflamado. Isso significa que o músculo está tendo dificuldade de realizar o seu próprio metabolismo e, por isso, prejudica o metabolismo dos carboidratos, dos lipídios e o controle da pressão arterial, ou seja, fatores relacionados à síndrome metabólica”, diz.

       A inflamação provocada pela gordura infiltrada no músculo é só mais uma peça de todo um quebra cabeça. Faz parte do processo natural de envelhecimento o aumento do tecido adiposo, o que pode desencadear uma inflamação crônica de baixo grau. Além disso, a obesidade por si só pode causar inflamação permanente de baixo grau e alterar o metabolismo.

     Os pesquisadores ressaltam que as alterações que caracterizam a síndrome metabólica em grande parte vêm sendo atribuídas a obesidade. “No entanto, há evidências, e o nosso estudo contribui para isso, de que o problema é mais complexo. A obesidade e a fraqueza muscular contribuem para o ganho de gordura e para a infiltração de gordura no músculo. Esses dois fatores desencadeiam alterações no metabolismo do sistema musculoesquelético e podem influenciar outras alterações metabólicas”, relata Alexandre.

       Estudo anterior do mesmo grupo mostrou que a obesidade abdominal e a fraqueza muscular, quando associadas, aumentam em 85% o risco de morte por doenças cardiovasculares em pessoas com mais de 50 anos. Nesse trabalho, a fraqueza muscular em si só aumentou em 62% o risco de morte por doença cardiovascular. Curiosamente, as pessoas analisadas que tinham apenas gordura abdominal não apresentaram um aumento significativo no risco de morte cardiovascular.

    “Na ocasião identificamos o impacto da combinação de fraqueza muscular e obesidade na incidência de doenças cardiovasculares. Agora, buscamos entender o mecanismo por trás disso. E entendemos que é o metabolismo do próprio músculo que, quando alterado, pode contribuir para uma série de alterações metabólicas que culminam ____ síndrome metabólica”, completa.


Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/saude/obesidade-abdominalassociada-a-fraqueza-muscular-eleva-risco-de-sindrome-metabolica/ (com alterações). Acesso 07/08/2024.

Analise as asserções abaixo.

I. O acúmulo de gordura na região abdominal associado à fraqueza muscular aumenta o risco de desenvolvimento de síndrome metabólica.
II. Indivíduos com obesidade abdominal não associada à fraqueza muscular não apresentam riscos de síndrome metabólica.
III. Ocorre aumento de doenças cardiovasculares e síndrome metabólica somente quando as condições de fraqueza muscular e de gordura abdominal estão combinadas.

Com base no texto, está correto o que se apresenta em: 
Alternativas
Q3370750 Português

Mudanças no clima atingem a saúde neurológica, diz estudo 


Em um artigo publicado na revista The Lancet Neurology, os cientistas enfatizam a necessidade urgente de se compreender o impacto das alterações nos padrões de temperatura e umidade em pacientes com enfermidades como Alzheimer, enxaqueca e epilepsia


      As mudanças climáticas podem afetar negativamente a saúde das pessoas com diagnósticos de doenças neurológicas, argumenta uma equipe de pesquisadores liderada pela Universidade College London (UCL), no Reino Unido. Em um artigo publicado na revista The Lancet Neurology, os cientistas enfatizam a necessidade urgente de se compreender o impacto das alterações nos padrões de temperatura e umidade em pacientes com enfermidades como Alzheimer, enxaqueca e epilepsia, entre outras que afetam o sistema nervoso central.

        Após uma revisão de 332 artigos publicados em todo o mundo entre 1968 e 2023, a equipe, liderada por Sanjay Sisodiya, da UCL, disse esperar que a escala dos efeitos potenciais das mudanças climáticas nas doenças neurológicas seja substancial. Recentemente, enfermidades do sistema nervoso central ultrapassaram as cardiovasculares como mais frequente no globo.

       Distúrbios diversos

     Os pesquisadores consideram 19 condições diferentes, com base no estudo Global Burden of Disease 2016. Eles também avaliaram o impacto das alterações climáticas em distúrbios psiquiátricos crônicos e agudos, incluindo ansiedade, depressão e esquizofrenia.

    “Há evidências claras do impacto do clima em algumas doenças cerebrais, especialmente acidentes vasculares cerebrais e infecções do sistema nervoso”, argumenta Sisodiya, que também é diretor de Genômica na Sociedade de Epilepsia. “A variação climática que demonstrou ter efeito nas doenças cerebrais incluía extremos de temperatura (baixa e alta) e maior variação de temperatura ao longo do dia — especialmente quando essas medidas eram sazonalmente incomuns”, diz.

    Segundo o pesquisador, as temperaturas noturnas podem ser particularmente importantes. “Temperaturas mais elevadas durante a noite podem perturbar o sono. Sabe-se que o sono insatisfatório agrava uma série de problemas cerebrais”.

    Entre as constatações dos pesquisadores foi o aumento nas internações, incapacidades ou mortalidade como resultado de um acidente vascular cerebral em temperaturas ambientes mais altas ou ondas de calor. Além disso, pessoas com demência mostraram-se mais suscetíveis aos danos de extremos climáticos e eventos associados, como inundações.

      “Essa suscetibilidade é agravada pela fragilidade, multimorbidade e medicamentos psicotrópicos”, escreveram os autores do estudo. “Consequentemente, maior variação de temperatura, dias mais quentes e ondas de calor levam ao aumento de internações hospitalares e mortalidade associadas à demência”.


Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/ciencia-esaude/2024/05/6857965-mudancas-no-clima-atingem-a-saude-neurologicadiz-estudo.html 


De acordo com o texto, assinale a alternativa que apresenta a importância atribuída pelos pesquisadores ao sono em relação aos distúrbios neurológicos.  
Alternativas
Q3368473 Português
Humanos viverão por mais tempo até 2050, mas qualidade
de vida vai diminuir



Até 2050, as pessoas viverão mais tempo. Porém, a perspectiva de anos de boa vida não acompanhará esse crescimento, pois há tendência de elevação dos casos de doenças metabólicas, como sobrepeso


         As conclusões do Estudo sobre a Carga Global de Doenças, Lesões e Fatores de Risco (GBD) revelam uma previsão de aumento na expectativa de vida global. Entre 2022 e 2050, é esperado que homens vivam 4,9 anos a mais e mulheres 4,2, com uma redução nas disparidades regionais. Esse crescimento é impulsionado por melhorias nas taxas de sobrevivência de doenças cardiovasculares, covid-19 e várias patologias transmissíveis, maternas, neonatais e nutricionais (CMNNs). Na contramão, problemas metabólicos, como pressão e colesterol alto, aumentaram quase 50% nas duas últimas décadas.

        No entanto, há uma mudança nas taxas de CMNNs, que estão se tornando menos comuns, e de condições não transmissíveis (DNTs), que fazem mais vítimas a cada dia, como câncer, doença pulmonar obstrutiva crônica e diabetes. Esse deslocamento reflete um aumento na incidência de fatores de risco comportamentais e metabólicos, como obesidade, hipertensão, dieta inadequada e tabagismo. Essas condições mudarão os índices de anos de vida perdidos para anos vividos com incapacidade, ou seja, mais pessoas viverão mais tempo, mas com problemas de saúde.

        Segundo o estudo, detalhado na revista The Lancet, a expectativa de vida global deve aumentar de 73,6 anos em 2022 para 78,1 anos em 2050. Paralelamente, a perspectiva de vida saudável deve subir de 64,8 anos para 67,4 anos. Isso indica que,
embora a população mundial viva mais tempo, os anos com boa saúde não aumentarão na mesma proporção.

       As regiões com menor expectativa de vida atual, como a África Subsariana, viverão elevações, graças a intervenções de saúde pública pontuais.

      “Há imensas oportunidades pela frente para influenciarmos o futuro da saúde global, superando esses fatores de risco metabólicos e dietéticos crescentes, particularmente aqueles relacionados com fatores comportamentais e de estilo de vida, como açúcar elevado no sangue, índice de massa corporal elevado e pressão arterial elevada”, reforçou Amanda E. Smith, diretora assistente de Previsão do Instituto Izzy Colindres de Métricas e Avaliação em Saúde (IHME), que participou do trabalho.

       Carol Sarmento, médica intensivista e paliativista e idealizadora do Cuida — projeto que estimula o autocuidado — detalha que com mais pessoas envelhecendo é fundamental melhorar a qualidade de serviços e de atenção na sociedade. “De maneira que as pessoas vivam isso com qualidade, mantendo a autonomia e sendo funcionais. Tudo isso faz bem às famílias e à sociedade também. Envelhecer com saúde e evitando doenças crônicas degenerativas da terceira idade”.

         Fernanda Carvalho Oliveira, médica especialista em longevidade e bem-estar, da clínica Viva Mais, em Brasília, destaca que doenças crônicas e inflamatórias passarão a ser não apenas as principais causas de morte, mas também responsáveis por sequelas e incapacidade. “Trazendo um paradoxo para o momento atual, onde se vive cada vez mais, mas não necessariamente melhor. Essa realidade tende a se agravar e tem grande impacto em como as pessoas viverão seus últimos anos, inclusive há repercussões sociais e econômicas, impactando a Previdência e os custos com saúde”.


Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/ciencia-esaude/2024/05/6858735-humanos-viverao-por-mais-tempo-ate-2050-masqualidade-de-vida-vai-diminuir.html. Adaptado.

Assinale a alternativa que apresenta a afirmativa que melhor reflete a previsão dos especialistas sobre as mudanças nos padrões de saúde global até 2050.
Alternativas
Q3368472 Português
Humanos viverão por mais tempo até 2050, mas qualidade
de vida vai diminuir



Até 2050, as pessoas viverão mais tempo. Porém, a perspectiva de anos de boa vida não acompanhará esse crescimento, pois há tendência de elevação dos casos de doenças metabólicas, como sobrepeso


         As conclusões do Estudo sobre a Carga Global de Doenças, Lesões e Fatores de Risco (GBD) revelam uma previsão de aumento na expectativa de vida global. Entre 2022 e 2050, é esperado que homens vivam 4,9 anos a mais e mulheres 4,2, com uma redução nas disparidades regionais. Esse crescimento é impulsionado por melhorias nas taxas de sobrevivência de doenças cardiovasculares, covid-19 e várias patologias transmissíveis, maternas, neonatais e nutricionais (CMNNs). Na contramão, problemas metabólicos, como pressão e colesterol alto, aumentaram quase 50% nas duas últimas décadas.

        No entanto, há uma mudança nas taxas de CMNNs, que estão se tornando menos comuns, e de condições não transmissíveis (DNTs), que fazem mais vítimas a cada dia, como câncer, doença pulmonar obstrutiva crônica e diabetes. Esse deslocamento reflete um aumento na incidência de fatores de risco comportamentais e metabólicos, como obesidade, hipertensão, dieta inadequada e tabagismo. Essas condições mudarão os índices de anos de vida perdidos para anos vividos com incapacidade, ou seja, mais pessoas viverão mais tempo, mas com problemas de saúde.

        Segundo o estudo, detalhado na revista The Lancet, a expectativa de vida global deve aumentar de 73,6 anos em 2022 para 78,1 anos em 2050. Paralelamente, a perspectiva de vida saudável deve subir de 64,8 anos para 67,4 anos. Isso indica que,
embora a população mundial viva mais tempo, os anos com boa saúde não aumentarão na mesma proporção.

       As regiões com menor expectativa de vida atual, como a África Subsariana, viverão elevações, graças a intervenções de saúde pública pontuais.

      “Há imensas oportunidades pela frente para influenciarmos o futuro da saúde global, superando esses fatores de risco metabólicos e dietéticos crescentes, particularmente aqueles relacionados com fatores comportamentais e de estilo de vida, como açúcar elevado no sangue, índice de massa corporal elevado e pressão arterial elevada”, reforçou Amanda E. Smith, diretora assistente de Previsão do Instituto Izzy Colindres de Métricas e Avaliação em Saúde (IHME), que participou do trabalho.

       Carol Sarmento, médica intensivista e paliativista e idealizadora do Cuida — projeto que estimula o autocuidado — detalha que com mais pessoas envelhecendo é fundamental melhorar a qualidade de serviços e de atenção na sociedade. “De maneira que as pessoas vivam isso com qualidade, mantendo a autonomia e sendo funcionais. Tudo isso faz bem às famílias e à sociedade também. Envelhecer com saúde e evitando doenças crônicas degenerativas da terceira idade”.

         Fernanda Carvalho Oliveira, médica especialista em longevidade e bem-estar, da clínica Viva Mais, em Brasília, destaca que doenças crônicas e inflamatórias passarão a ser não apenas as principais causas de morte, mas também responsáveis por sequelas e incapacidade. “Trazendo um paradoxo para o momento atual, onde se vive cada vez mais, mas não necessariamente melhor. Essa realidade tende a se agravar e tem grande impacto em como as pessoas viverão seus últimos anos, inclusive há repercussões sociais e econômicas, impactando a Previdência e os custos com saúde”.


Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/ciencia-esaude/2024/05/6858735-humanos-viverao-por-mais-tempo-ate-2050-masqualidade-de-vida-vai-diminuir.html. Adaptado.

Assinale a alternativa que apresenta o principal paradoxo apresentado no texto sobre a expectativa de vida global até 2050.
Alternativas
Q3368016 Português
O poder dos pets para a nossa saúde mental


Dados apontam que o Brasil já alcançou a incrível marca de 168 milhões de pets (a maioria cães e gatos) para uma população de 215 milhões de pessoas. Isso ajuda a nos ter uma ideia do quanto eles passaram a fazer parte do dia a dia da maioria das pessoas, mesmo quando essas pessoas não têm um lugar para morar.

Por que será que amamos tanto os nossos animais de estimação? Muitos estudos vêm se debruçando nisso e no poder dos pets sobre a nossa saúde mental.

Descobriu-se, por exemplo, que só de olharmos os nossos animais, o nosso corpo responde com a liberação do chamado hormônio do amor (a ocitocina), aquele que nos ajuda a nos sentirmos bem. Ou seja, olhar para os nossos pets nos traz grande bem-estar emocional.

Verificou-se também que, na presença de seus pets, os tutores ficam mais relaxados frente a uma situação de estresse ao ponto de até a pressão arterial cair. O benefício também vale para o animal: perto de seu tutor, os animais sentem-se mais seguros e brincam mais.

Há muito tempo, presenciamos o fenômeno do crescimento da população das cidades e do aumento acelerado do espaço urbano. A solidão nos grandes centros é uma realidade e tem grande impacto na saúde mental.

E é aí que entra o animal de estimação. Não só ele costuma ser um motivador para uma pessoa sair de casa e ainda se exercitar como, de alguma forma, ele é capaz de reativar em nós a capacidade de nos relacionarmos com um outro. Muitas pessoas que são sozinhas dizem que seus bichinhos as fizeram redescobrir o que é amar e ser amado. E isso é sinal de boa saúde mental.

Os animais de estimação também são um apoio importante em momentos de luto, quando perdemos alguém ou algo que é importante para nós.

Por fim, algo que acho muito bonito: nossos pets nos fazem voltar a ser crianças e a descobrir novamente a capacidade de brincar, uma das habilidades mais importantes para o cuidado da saúde mental de adultos e de crianças.



https://forbes.com.br/forbessaude/2024/05/arthur-guerra-o-poder-dos-p ets-para-a-nossa-saude-mental/
Qual é um benefício mencionado para os tutores na presença de animais, de acordo com o texto?
Alternativas
Q3368015 Português
O poder dos pets para a nossa saúde mental


Dados apontam que o Brasil já alcançou a incrível marca de 168 milhões de pets (a maioria cães e gatos) para uma população de 215 milhões de pessoas. Isso ajuda a nos ter uma ideia do quanto eles passaram a fazer parte do dia a dia da maioria das pessoas, mesmo quando essas pessoas não têm um lugar para morar.

Por que será que amamos tanto os nossos animais de estimação? Muitos estudos vêm se debruçando nisso e no poder dos pets sobre a nossa saúde mental.

Descobriu-se, por exemplo, que só de olharmos os nossos animais, o nosso corpo responde com a liberação do chamado hormônio do amor (a ocitocina), aquele que nos ajuda a nos sentirmos bem. Ou seja, olhar para os nossos pets nos traz grande bem-estar emocional.

Verificou-se também que, na presença de seus pets, os tutores ficam mais relaxados frente a uma situação de estresse ao ponto de até a pressão arterial cair. O benefício também vale para o animal: perto de seu tutor, os animais sentem-se mais seguros e brincam mais.

Há muito tempo, presenciamos o fenômeno do crescimento da população das cidades e do aumento acelerado do espaço urbano. A solidão nos grandes centros é uma realidade e tem grande impacto na saúde mental.

E é aí que entra o animal de estimação. Não só ele costuma ser um motivador para uma pessoa sair de casa e ainda se exercitar como, de alguma forma, ele é capaz de reativar em nós a capacidade de nos relacionarmos com um outro. Muitas pessoas que são sozinhas dizem que seus bichinhos as fizeram redescobrir o que é amar e ser amado. E isso é sinal de boa saúde mental.

Os animais de estimação também são um apoio importante em momentos de luto, quando perdemos alguém ou algo que é importante para nós.

Por fim, algo que acho muito bonito: nossos pets nos fazem voltar a ser crianças e a descobrir novamente a capacidade de brincar, uma das habilidades mais importantes para o cuidado da saúde mental de adultos e de crianças.



https://forbes.com.br/forbessaude/2024/05/arthur-guerra-o-poder-dos-p ets-para-a-nossa-saude-mental/
Qual é o papel dos animais de estimação mencionado no texto em relação ao luto?
Alternativas
Q3368012 Português
O poder dos pets para a nossa saúde mental


Dados apontam que o Brasil já alcançou a incrível marca de 168 milhões de pets (a maioria cães e gatos) para uma população de 215 milhões de pessoas. Isso ajuda a nos ter uma ideia do quanto eles passaram a fazer parte do dia a dia da maioria das pessoas, mesmo quando essas pessoas não têm um lugar para morar.

Por que será que amamos tanto os nossos animais de estimação? Muitos estudos vêm se debruçando nisso e no poder dos pets sobre a nossa saúde mental.

Descobriu-se, por exemplo, que só de olharmos os nossos animais, o nosso corpo responde com a liberação do chamado hormônio do amor (a ocitocina), aquele que nos ajuda a nos sentirmos bem. Ou seja, olhar para os nossos pets nos traz grande bem-estar emocional.

Verificou-se também que, na presença de seus pets, os tutores ficam mais relaxados frente a uma situação de estresse ao ponto de até a pressão arterial cair. O benefício também vale para o animal: perto de seu tutor, os animais sentem-se mais seguros e brincam mais.

Há muito tempo, presenciamos o fenômeno do crescimento da população das cidades e do aumento acelerado do espaço urbano. A solidão nos grandes centros é uma realidade e tem grande impacto na saúde mental.

E é aí que entra o animal de estimação. Não só ele costuma ser um motivador para uma pessoa sair de casa e ainda se exercitar como, de alguma forma, ele é capaz de reativar em nós a capacidade de nos relacionarmos com um outro. Muitas pessoas que são sozinhas dizem que seus bichinhos as fizeram redescobrir o que é amar e ser amado. E isso é sinal de boa saúde mental.

Os animais de estimação também são um apoio importante em momentos de luto, quando perdemos alguém ou algo que é importante para nós.

Por fim, algo que acho muito bonito: nossos pets nos fazem voltar a ser crianças e a descobrir novamente a capacidade de brincar, uma das habilidades mais importantes para o cuidado da saúde mental de adultos e de crianças.



https://forbes.com.br/forbessaude/2024/05/arthur-guerra-o-poder-dos-p ets-para-a-nossa-saude-mental/
Qual é a relação entre a população de pets e a população humana no Brasil, conforme descrito no texto?
Alternativas
Q3365242 Português
O português, como outras línguas, apresenta normas textuais para nos referirmos no enunciado às palavras ou aos pensamentos de responsabilidade do nosso interlocutor, mediante os chamados discurso direto, discurso indireto e discurso indireto livre.

Em relação a essa temática, analise as afirmações que seguem:
I.No discurso direto reproduzimos ou supomos reproduzir fiel e textualmente as nossas palavras e as do nosso interlocutor, em diálogo, com a ajuda explícita ou não de verbos como disse, respondeu, perguntou, retrucou ou sinônimos.
II.No discurso indireto os verbos se inserem na oração principal de uma oração complexa tendo por subordinada as porções do enunciado que reproduzem as palavras próprias ou do nosso interlocutor. Introduzem-se pelo transpositor que, pela dubitativa se e pelos pronomes e advérbios de natureza pronominal quem, qual, onde, como, por que, quando, etc.
III.O discurso indireto livre consiste em, conservando os enunciados próprios do nosso interlocutor, não fazer-lhe referência direta. Uma particularidade do estilo indireto livre é a permanência das interrogações e exclamações da forma oracional originária, ao contrário do caráter declarativo do estilo indireto.
Moderna gramática portuguesa / Evanildo Bechara. − 37. ed. rev., ampl. e atual. conforme o novo Acordo Ortográfico. − Rio de Janeiro : Nova Fronteira, 2009.
Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3364599 Português

Imagem associada para resolução da questão


As linguagens verbal e não-verbal se complementam, tornando mais rica, compreensível e acessível a comunicação humana. Considerando a imagem da tirinha, infere-se que:

Alternativas
Q3360639 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



As armas psicológicas que os golpistas usam em vítimas despercebidas


Não passa um dia sem que haja uma notícia sobre uma vítima sendo enganada e perdendo dinheiro. Somos constantemente alertados sobre novos golpes e sobre como nos mantermos seguros contra os criminosos cibernéticos.
Então, por que as pessoas ainda são enganadas e, às vezes, de forma dramática?
Os golpistas usam técnicas psicológicas sofisticadas. Eles exploram nossas vulnerabilidades humanas mais profundas e ignoram o pensamento racional para explorar nossas respostas emocionais.
Essa guerra psicológica coage as vítimas a tomar decisões impulsivas. Às vezes, os golpistas espalham seus métodos entre muitas vítimas em potencial para ver quem é vulnerável. Outras vezes, os criminosos se concentram em uma pessoa específica.
Em ligações aleatórias, eles começam com pequenas solicitações para estabelecer um sentimento de compromisso. Depois de concordar com esses pequenos pedidos, é mais provável que atendamos a demandas maiores, motivados por um desejo de agir de forma consistente.
A chamada não virá de um número da sua agenda ou de um número que você reconheça, mas o golpista finge ser alguém que você contratou para trabalhar em sua casa, ou talvez um de seus filhos usando o telefone de um amigo para ligar para você.
Se for um golpista, talvez mantê-lo ao telefone por muito tempo dê a ele a oportunidade de descobrir coisas sobre você ou sobre as pessoas que você conhece.
Os criminosos fabricam cenários que exigem ação imediata, como alegar que uma conta bancária está em risco ou que uma oferta está prestes a expirar.
Essa tática visa impedir que as vítimas avaliem a situação de forma lógica ou busquem aconselhamento, pressionando-as a tomar decisões precipitadas.
Ele cria uma situação artificial na qual você se sente amedrontado e levado a fazer algo que normalmente não faria.
Chamadas de golpes alegando ser da Receita Federal são um exemplo. Aparentemente, você tem uma dívida a pagar e as coisas ficarão ruins se você não pagar agora mesmo.
Eles se aproveitam das emoções para provocar reações que ofuscam o julgamento, podendo ameaçar com problemas na Justiça para colocar medo, prometer altos retornos de investimento para explorar a ganância ou compartilhar histórias angustiantes, mas falsas, para obter simpatia e bens financeiros.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn4nv22p6rlo.adaptado.

Essa guerra psicológica é para 'coagir' as vítimas a tomar decisões impulsivas.
O antônimo do vocábulo destacado é:
Alternativas
Q3360265 Português
O mundo precisa investir em tecnologia climática na era da inteligência artificial


As tecnologias transformacionais estão convergindo para criar oportunidades sem precedentes para os investidores que pretendem garantir retornos financeiros significativos, apoiando simultaneamente a implementação de soluções para as alterações climáticas.

O panorama de potenciais investimentos no espaço é vasto, variando desde startups empreendedoras até algumas das maiores e mais valiosas empresas do mundo. A inteligência artificial (IA) tem o potencial de ajudar a determinar as empresas que estão fazendo uma diferença genuína, ao mesmo tempo que impulsionam a formação de capital.

Uma das principais vantagens da utilização da IA ??no investimento em tecnologia climática é a sua capacidade de processar grandes quantidades de dados com rapidez e precisão. Os investimentos em tecnologia climática podem ser particularmente complexos, envolvendo conhecimentos científicos e técnicos sofisticados, bem como conjuntos de dados muito grandes.

A inteligência artificial pode analisar dados de muitos tipos e fontes diferentes, incluindo imagens de satélite, dados de sensores da Internet das Coisas (IoT) de ativos de energia renovável, modelos climáticos e estatísticas operacionais, para fornecer informações que os analistas podem perder.

Para os investidores, isto significa que a IA pode identificar tendências e padrões que indicam o potencial de crescimento ou os riscos associados a determinadas tecnologias ou empresas. Por exemplo, os modelos de aprendizagem automática podem prever as taxas de adoção e a economia incremental de tecnologias renováveis, como a energia solar ou eólica, em mercados específicos e avaliar o impacto das alterações regulamentares nas políticas de redução de emissões em indústrias específicas.

A análise preditiva baseada em IA pode ser extremamente valiosa para os investidores, fornecendo insights sobre ganhos históricos e futuros com base em uma infinidade de fatores internos e externos à empresa.

Por exemplo, a IA pode analisar dados de redes sociais, análises online e interações com clientes para prever a popularidade futura dos produtos e as exigências do mercado. Também pode avaliar as emissões de gases com efeito de estufa de toda a cadeia de valor para compreender o impacto das iniciativas na fábrica e o impacto correspondente nos "resultados finais". Isto permite aos investidores antecipar quais os segmentos que provavelmente serão rentáveis ??e ajustar as suas estratégias de investimento em conformidade.

A inteligência artificial melhora a gestão de riscos, fornecendo perfis detalhados com base em uma série de variáveis, incluindo condições de mercado, fatores geopolíticos e riscos específicos do setor. Modelos avançados de IA podem simular vários cenários de risco e seus impactos nos investimentos em negócios operacionais. Isto pode ser particularmente útil em setores como os de produtos de consumo, serviços financeiros ou imobiliário, onde os investimentos são fortemente influenciados por mudanças políticas.

A IA pode monitorar e analisar continuamente o desempenho de cada negócio em uma carteira de investimentos em relação aos benchmarks de mercado. Também pode sugerir a realocação de recursos entre as empresas, a fim de otimizar o desempenho geral. Este reequilíbrio dinâmico, impulsionado por dados em tempo real, ajuda a manter um portfólio alinhado com os objetivos estratégicos e as oportunidades de mercado.

Para os investidores, é crucial compreender o sentimento público em relação a setores ou produtos específicos. A IA pode analisar feeds de notícias, publicações em redes sociais, preconceitos da mídia e outros conteúdos digitais para avaliar a percepção do público. A análise de sentimento pode então ser aplicada ao processo de tomada de decisão de potenciais clientes e decisores políticos para avaliar o provável curso de ação que irão tomar ao longo do tempo.

A IA pode gerar melhorias significativas na eficiência operacional, automatizando tarefas rotineiras, otimizando a logística e melhorando a gestão de recursos. Os investidores podem trabalhar para compreender o quão cedo e amplamente uma empresa está adotando o aprendizado de máquina e ferramentas generativas de IA que podem fazer uma diferença significativa.

Por exemplo, os sistemas alimentados por inteligência artificial podem prever condições de falha antes que ocorram em turbinas eólicas, reduzindo o tempo de inatividade e os custos de manutenção e, assim, aumentando diretamente os lucros em relação aos concorrentes.

Ao analisar os dados dos clientes, a IA pode ajudar a identificar novas oportunidades de mercado ou regiões carentes. Também permite que as empresas adaptem os produtos mais de acordo com as necessidades dos clientes, muitas vezes levando a uma maior satisfação e fidelidade.

Além disso, a IA melhora a tomada de decisões financeiras, fornecendo previsões detalhadas que consideram cenários econômicos multivariados. Estas ferramentas ajudam os gestores a desenvolver estratégias financeiras mais eficazes, orçamentar com mais precisão e planejar investimentos que se alinhem tanto com as necessidades de curto prazo como com os objetivos de longo prazo.


https://forbes.com.br/forbesesg/2024/05/o-mundo-precisa-investir-em-te cnologia-climatica-na-era-da-inteligencia-artificial/
De que forma a inteligência artificial pode beneficiar a gestão de riscos, de acordo com o texto?
Alternativas
Q3360086 Português
A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul aprovou na terça (14/05/2024) um projeto de decreto legislativo que libera o governo estadual de cumprir metas fiscais e outras limitações orçamentárias nos próximos dois anos por causa das enchentes dos últimos dias. A sessão foi realizada por videoconferência.
Fonte: Saulo Pereira Guimarães. UOL. 14/05/2024.

De acordo com esse projeto foi definido qual das opções abaixo? Marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3360076 Português
O poder dos pets para a nossa saúde mental


Dados apontam que o Brasil já alcançou a incrível marca de 168 milhões de pets (a maioria cães e gatos) para uma população de 215 milhões de pessoas. Isso ajuda a nos ter uma ideia do quanto eles passaram a fazer parte do dia a dia da maioria das pessoas, mesmo quando essas pessoas não têm um lugar para morar.

Por que será que amamos tanto os nossos animais de estimação? Muitos estudos vêm se debruçando nisso e no poder dos pets sobre a nossa saúde mental.

Descobriu-se, por exemplo, que só de olharmos os nossos animais, o nosso corpo responde com a liberação do chamado hormônio do amor (a ocitocina), aquele que nos ajuda a nos sentirmos bem. Ou seja, olhar para os nossos pets nos traz grande bem-estar emocional.

Verificou-se também que, na presença de seus pets, os tutores ficam mais relaxados frente a uma situação de estresse ao ponto de até a pressão arterial cair. O benefício também vale para o animal: perto de seu tutor, os animais sentem-se mais seguros e brincam mais.

Há muito tempo, presenciamos o fenômeno do crescimento da população das cidades e do aumento acelerado do espaço urbano. A solidão nos grandes centros é uma realidade e tem grande impacto na saúde mental.

E é aí que entra o animal de estimação. Não só ele costuma ser um motivador para uma pessoa sair de casa e ainda se exercitar como, de alguma forma, ele é capaz de reativar em nós a capacidade de nos relacionarmos com um outro. Muitas pessoas que são sozinhas dizem que seus bichinhos as fizeram redescobrir o que é amar e ser amado. E isso é sinal de boa saúde mental.

Os animais de estimação também são um apoio importante em momentos de luto, quando perdemos alguém ou algo que é importante para nós.

Por fim, algo que acho muito bonito: nossos pets nos fazem voltar a ser crianças e a descobrir novamente a capacidade de brincar, uma das habilidades mais importantes para o cuidado da saúde mental de adultos e de crianças.


https://forbes.com.br/forbessaude/2024/05/arthur-guerra-o-poder-dos-p ets-para-a-nossa-saude-mental/
Qual é o papel destacado dos animais de estimação, de acordo com o texto?
Alternativas
Q3360072 Português
O poder dos pets para a nossa saúde mental


Dados apontam que o Brasil já alcançou a incrível marca de 168 milhões de pets (a maioria cães e gatos) para uma população de 215 milhões de pessoas. Isso ajuda a nos ter uma ideia do quanto eles passaram a fazer parte do dia a dia da maioria das pessoas, mesmo quando essas pessoas não têm um lugar para morar.

Por que será que amamos tanto os nossos animais de estimação? Muitos estudos vêm se debruçando nisso e no poder dos pets sobre a nossa saúde mental.

Descobriu-se, por exemplo, que só de olharmos os nossos animais, o nosso corpo responde com a liberação do chamado hormônio do amor (a ocitocina), aquele que nos ajuda a nos sentirmos bem. Ou seja, olhar para os nossos pets nos traz grande bem-estar emocional.

Verificou-se também que, na presença de seus pets, os tutores ficam mais relaxados frente a uma situação de estresse ao ponto de até a pressão arterial cair. O benefício também vale para o animal: perto de seu tutor, os animais sentem-se mais seguros e brincam mais.

Há muito tempo, presenciamos o fenômeno do crescimento da população das cidades e do aumento acelerado do espaço urbano. A solidão nos grandes centros é uma realidade e tem grande impacto na saúde mental.

E é aí que entra o animal de estimação. Não só ele costuma ser um motivador para uma pessoa sair de casa e ainda se exercitar como, de alguma forma, ele é capaz de reativar em nós a capacidade de nos relacionarmos com um outro. Muitas pessoas que são sozinhas dizem que seus bichinhos as fizeram redescobrir o que é amar e ser amado. E isso é sinal de boa saúde mental.

Os animais de estimação também são um apoio importante em momentos de luto, quando perdemos alguém ou algo que é importante para nós.

Por fim, algo que acho muito bonito: nossos pets nos fazem voltar a ser crianças e a descobrir novamente a capacidade de brincar, uma das habilidades mais importantes para o cuidado da saúde mental de adultos e de crianças.


https://forbes.com.br/forbessaude/2024/05/arthur-guerra-o-poder-dos-p ets-para-a-nossa-saude-mental/
Qual é o efeito mencionado no texto ao olharmos para nossos animais de estimação?
Alternativas
Q3358947 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Ar poluído afeta seu corpo e sua mente



Em algumas partes do mundo, a qualidade do ar melhorou rapidamente com políticas destinadas a limitar a poluição. Mas outros lugares correm o risco de perder essa melhoria alcançada.


Nos Estados Unidos, mais de 25% da população está exposta a ar considerado não saudável pela Agência de Proteção Ambiental do país, segundo um relatório de uma organização climática.


Estima-se que o número de pessoas expostas a dias não saudáveis aumente em mais da metade até 2050. E os piores dias de poluição do ar, os chamados dias perigosos ou marrons, aumentarão em 27%.


Para contextualizar melhor esta situação, existe um tipo de poluição do ar chamado PM2.5. Ele é composto de material particulado que mede trinta vezes menos que a espessura de um fio de cabelo humano.


Essas partículas minúsculas são formadas por uma mistura de substâncias líquidas e sólidas. Sua composição química é variável e inclui carbono, metais e compostos orgânicos.


Esses grupos de poeira, fuligem e outras substâncias suspensas no ar causam inflamações e elas geram lesões neurais do cérebro.


Um estudo concluiu que 25% da poluição causada por PM2.5 nos Estados Unidos vem da fumaça de incêndios florestais. Este índice chegou à metade no oeste do país.


Em 2023, grandes partes dos Estados Unidos sofreram queda significativa da visibilidade e da qualidade do ar, quando a fumaça dos incêndios florestais ao norte da fronteira com o Canadá se espalhou pelo continente.


As pessoas portadoras de condições respiratórias preexistentes e os recém-nascidos com os pulmões em desenvolvimento são os mais prejudicados pela fumaça dos incêndios florestais.


Como as mudanças climáticas aumentam o risco de incêndios florestais em todo o mundo, a qualidade do ar piorará ainda mais. E, enquanto os incêndios florestais se intensificam, a poluição afeta nossos corpos de maneiras profundas e inesperadas.


Os riscos à saúde causados pela poluição do ar gerada pelos incêndios florestais dependem do tipo de material consumido pelo fogo.


Em 2020, na Sibéria, havia turfa e resina da floresta boreal. O incêndio liberou um volume recorde de poluição, incluindo altas quantidades de mercúrio.


Já se descobriu que a fumaça dos incêndios florestais é prejudicial para certas células imunológicas dos pulmões. Sua toxicidade é quatro vezes maior que outras fontes de poluição.


À medida que a fumaça envelhece, a situação piora. Um estudo demonstrou que a toxicidade da fumaça dobra nas horas que se seguem à sua emissão, atingindo um pico de quatro vezes a sua toxicidade inicial.


"Mesmo alguém que esteja longe de uma fonte de incêndio tem sua saúde prejudicada pela inalação de fumaça oxidada e altamente diluída", afirmou o químico atmosférico Athanasios Nenes, do Instituto Federal de Tecnologia de Lausanne, na Suíça.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8vn304r633o. adaptado.

O ar de 99% da população mundial não é saudável e excede os limites de poluentes determinados pela Organização Mundial da Saúde.
Qual das seguintes afirmações é verdadeira de acordo com o texto base?
Alternativas
Q3358945 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Ar poluído afeta seu corpo e sua mente



Em algumas partes do mundo, a qualidade do ar melhorou rapidamente com políticas destinadas a limitar a poluição. Mas outros lugares correm o risco de perder essa melhoria alcançada.


Nos Estados Unidos, mais de 25% da população está exposta a ar considerado não saudável pela Agência de Proteção Ambiental do país, segundo um relatório de uma organização climática.


Estima-se que o número de pessoas expostas a dias não saudáveis aumente em mais da metade até 2050. E os piores dias de poluição do ar, os chamados dias perigosos ou marrons, aumentarão em 27%.


Para contextualizar melhor esta situação, existe um tipo de poluição do ar chamado PM2.5. Ele é composto de material particulado que mede trinta vezes menos que a espessura de um fio de cabelo humano.


Essas partículas minúsculas são formadas por uma mistura de substâncias líquidas e sólidas. Sua composição química é variável e inclui carbono, metais e compostos orgânicos.


Esses grupos de poeira, fuligem e outras substâncias suspensas no ar causam inflamações e elas geram lesões neurais do cérebro.


Um estudo concluiu que 25% da poluição causada por PM2.5 nos Estados Unidos vem da fumaça de incêndios florestais. Este índice chegou à metade no oeste do país.


Em 2023, grandes partes dos Estados Unidos sofreram queda significativa da visibilidade e da qualidade do ar, quando a fumaça dos incêndios florestais ao norte da fronteira com o Canadá se espalhou pelo continente.


As pessoas portadoras de condições respiratórias preexistentes e os recém-nascidos com os pulmões em desenvolvimento são os mais prejudicados pela fumaça dos incêndios florestais.


Como as mudanças climáticas aumentam o risco de incêndios florestais em todo o mundo, a qualidade do ar piorará ainda mais. E, enquanto os incêndios florestais se intensificam, a poluição afeta nossos corpos de maneiras profundas e inesperadas.


Os riscos à saúde causados pela poluição do ar gerada pelos incêndios florestais dependem do tipo de material consumido pelo fogo.


Em 2020, na Sibéria, havia turfa e resina da floresta boreal. O incêndio liberou um volume recorde de poluição, incluindo altas quantidades de mercúrio.


Já se descobriu que a fumaça dos incêndios florestais é prejudicial para certas células imunológicas dos pulmões. Sua toxicidade é quatro vezes maior que outras fontes de poluição.


À medida que a fumaça envelhece, a situação piora. Um estudo demonstrou que a toxicidade da fumaça dobra nas horas que se seguem à sua emissão, atingindo um pico de quatro vezes a sua toxicidade inicial.


"Mesmo alguém que esteja longe de uma fonte de incêndio tem sua saúde prejudicada pela inalação de fumaça oxidada e altamente diluída", afirmou o químico atmosférico Athanasios Nenes, do Instituto Federal de Tecnologia de Lausanne, na Suíça.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8vn304r633o. adaptado.

A fumaça dos incêndios florestais é responsável por uma grande parte da poluição por PM2.5 em Nova York, nos Estados Unidos.
Qual das seguintes afirmações é verdadeira de acordo com o texto base?
Alternativas
Respostas
17301: C
17302: A
17303: B
17304: C
17305: A
17306: C
17307: E
17308: A
17309: A
17310: C
17311: B
17312: C
17313: D
17314: C
17315: D
17316: B
17317: C
17318: B
17319: B
17320: B