Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q3148434 Português
    Retardei o passo. A tarde estava brilhante, mas o calor era o do inferno, os transeuntes a desfilarem pela fornalha com uma expressão de condenados, os rostos lustrosos, o olhar pesado. Um homem de terno branco esbarrou em mim. Caiu-lhe a pasta. Resmungou enquanto se inclinava para apanhá-la. A culpa fora minha e por isso pensei em voltar-me para pedir-lhe desculpas, mas prossegui preguiçosamente pela rua afora. Para que desculpas? Fazia calor e era cansativo ser amável num calor assim. A vontade queria o ócio. O corpo queria nudez. Voltei a cara para o céu ardente. Havia poucas nuvens, mas a tempestade já conspirava no ar. Melhor escolher um outro dia, não? Afinal, tio Samuel não me esperava mesmo, talvez fosse até aborrecê-lo com a minha presença, os loucos estranham às vezes a invasão nos seus mundos.


Lygia Fagundes Telles. Verão no Aquário. Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora, 1978, p. 100 (com adaptações). 
Considerando os sentidos e aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item subsecutivo. 

A forma pronominal “lhe”, em “Caiu-lhe a pasta” (quarto período), refere-se ao termo “homem” (terceiro período). 
Alternativas
Q3148433 Português
    Retardei o passo. A tarde estava brilhante, mas o calor era o do inferno, os transeuntes a desfilarem pela fornalha com uma expressão de condenados, os rostos lustrosos, o olhar pesado. Um homem de terno branco esbarrou em mim. Caiu-lhe a pasta. Resmungou enquanto se inclinava para apanhá-la. A culpa fora minha e por isso pensei em voltar-me para pedir-lhe desculpas, mas prossegui preguiçosamente pela rua afora. Para que desculpas? Fazia calor e era cansativo ser amável num calor assim. A vontade queria o ócio. O corpo queria nudez. Voltei a cara para o céu ardente. Havia poucas nuvens, mas a tempestade já conspirava no ar. Melhor escolher um outro dia, não? Afinal, tio Samuel não me esperava mesmo, talvez fosse até aborrecê-lo com a minha presença, os loucos estranham às vezes a invasão nos seus mundos.


Lygia Fagundes Telles. Verão no Aquário. Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora, 1978, p. 100 (com adaptações). 
Considerando os sentidos e aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item subsecutivo. 

O texto, que se classifica como narrativo, relata episódio em que a personagem segue pelas ruas da cidade, sob forte calor, cuja intensidade afeta o comportamento das pessoas e da personagem, particularmente na decisão sobre a visita que faria ao tio.
Alternativas
Q3148424 Português
    O híbrido tem por finalidade nomear algo ou alguém cuja formação é múltipla, derivada de fontes heterogêneas. Tal termo passa a ser empregado nos estudos da cultura a partir dos deslocamentos e das migrações acentuadas do século XX. Na literatura, com mais propriedade nos estudos pós-coloniais, é abordado por Homi Bhabha, que, por sua vez, o trouxe da concepção de Bakhtin de “hibridismo linguístico”. O híbrido constitui a identidade do duplo, dinâmica, flexível, plurivocal e multimodal em contraposição à concepção hierárquica da identidade pura, única, autêntica, univocal, monolítica e uniforme que, além de infecunda, é anticomunitária. Como termo amplamente usado por vários críticos e estudiosos, gera polêmica e controvérsias, atingindo patamares de significação positiva ou negativa de acordo com a nuança que lhe seja empregada. Stelamaris Coser afirma que, ao se reverter “o movimento do centro para a periferia que caracterizou a era colonial e fez das colônias ‘o local dos sincretismos e hibridismos’, os grandes ‘centros globais’ são agora internacionalizados e hibridizados neste novo momento histórico pós-(neo)colonial”.

    Nesse caso, não se trata de enaltecer ideologicamente os encontros culturais, tampouco de anular os conflitos e choques que resultam das diferenças, mas, acima de tudo, de perceber o hibridismo que forma a realidade interamericana e a força criativa que dele resulta. Ainda segundo Coser, “uma inevitável transformação cultural é resultante da entrada, circulação e crescente poder dessa multiplicidade de vozes, visões e estilos que renovam e modificam a face da nação”. Igualmente, para Stuart Hall, a ocorrência do hibridismo (cultural, linguístico e literário) permite que o “novo” entre no mundo inscrito pelas forças hegemônicas e as modifique, passando a ser uma condição necessária à modernidade das comunidades construídas entre os impasses de perdas e ganhos sócio-históricos.


Leoné Astride Barzotto. Deslocamento e memória em “La mano em la tierra”, de Josefina Plá. In: Elena Palmero González e Stelamaris Coser (orgs.). Entre traços e rasuras: intervenções da memória na escrita das Américas. Rio de Janeiro: 7Letras; FAPERJ, 2013, p. 52 (com adaptações). 

Em relação às ideias e propriedades linguísticas do texto precedente, julgue o item seguinte.  



As citações a outros autores no texto demonstram que sua autora tem conhecimento de reflexões já feitas sobre o assunto tratado.

Alternativas
Q3148421 Português
    O híbrido tem por finalidade nomear algo ou alguém cuja formação é múltipla, derivada de fontes heterogêneas. Tal termo passa a ser empregado nos estudos da cultura a partir dos deslocamentos e das migrações acentuadas do século XX. Na literatura, com mais propriedade nos estudos pós-coloniais, é abordado por Homi Bhabha, que, por sua vez, o trouxe da concepção de Bakhtin de “hibridismo linguístico”. O híbrido constitui a identidade do duplo, dinâmica, flexível, plurivocal e multimodal em contraposição à concepção hierárquica da identidade pura, única, autêntica, univocal, monolítica e uniforme que, além de infecunda, é anticomunitária. Como termo amplamente usado por vários críticos e estudiosos, gera polêmica e controvérsias, atingindo patamares de significação positiva ou negativa de acordo com a nuança que lhe seja empregada. Stelamaris Coser afirma que, ao se reverter “o movimento do centro para a periferia que caracterizou a era colonial e fez das colônias ‘o local dos sincretismos e hibridismos’, os grandes ‘centros globais’ são agora internacionalizados e hibridizados neste novo momento histórico pós-(neo)colonial”.

    Nesse caso, não se trata de enaltecer ideologicamente os encontros culturais, tampouco de anular os conflitos e choques que resultam das diferenças, mas, acima de tudo, de perceber o hibridismo que forma a realidade interamericana e a força criativa que dele resulta. Ainda segundo Coser, “uma inevitável transformação cultural é resultante da entrada, circulação e crescente poder dessa multiplicidade de vozes, visões e estilos que renovam e modificam a face da nação”. Igualmente, para Stuart Hall, a ocorrência do hibridismo (cultural, linguístico e literário) permite que o “novo” entre no mundo inscrito pelas forças hegemônicas e as modifique, passando a ser uma condição necessária à modernidade das comunidades construídas entre os impasses de perdas e ganhos sócio-históricos.


Leoné Astride Barzotto. Deslocamento e memória em “La mano em la tierra”, de Josefina Plá. In: Elena Palmero González e Stelamaris Coser (orgs.). Entre traços e rasuras: intervenções da memória na escrita das Américas. Rio de Janeiro: 7Letras; FAPERJ, 2013, p. 52 (com adaptações). 

Em relação às ideias e propriedades linguísticas do texto precedente, julgue o item seguinte.  



No quarto período do primeiro parágrafo, a autora julga “infecunda” e “anticomunitária” a identidade cujas características são contrapostas à dita “identidade do duplo”. 

Alternativas
Q3148420 Português
    O híbrido tem por finalidade nomear algo ou alguém cuja formação é múltipla, derivada de fontes heterogêneas. Tal termo passa a ser empregado nos estudos da cultura a partir dos deslocamentos e das migrações acentuadas do século XX. Na literatura, com mais propriedade nos estudos pós-coloniais, é abordado por Homi Bhabha, que, por sua vez, o trouxe da concepção de Bakhtin de “hibridismo linguístico”. O híbrido constitui a identidade do duplo, dinâmica, flexível, plurivocal e multimodal em contraposição à concepção hierárquica da identidade pura, única, autêntica, univocal, monolítica e uniforme que, além de infecunda, é anticomunitária. Como termo amplamente usado por vários críticos e estudiosos, gera polêmica e controvérsias, atingindo patamares de significação positiva ou negativa de acordo com a nuança que lhe seja empregada. Stelamaris Coser afirma que, ao se reverter “o movimento do centro para a periferia que caracterizou a era colonial e fez das colônias ‘o local dos sincretismos e hibridismos’, os grandes ‘centros globais’ são agora internacionalizados e hibridizados neste novo momento histórico pós-(neo)colonial”.

    Nesse caso, não se trata de enaltecer ideologicamente os encontros culturais, tampouco de anular os conflitos e choques que resultam das diferenças, mas, acima de tudo, de perceber o hibridismo que forma a realidade interamericana e a força criativa que dele resulta. Ainda segundo Coser, “uma inevitável transformação cultural é resultante da entrada, circulação e crescente poder dessa multiplicidade de vozes, visões e estilos que renovam e modificam a face da nação”. Igualmente, para Stuart Hall, a ocorrência do hibridismo (cultural, linguístico e literário) permite que o “novo” entre no mundo inscrito pelas forças hegemônicas e as modifique, passando a ser uma condição necessária à modernidade das comunidades construídas entre os impasses de perdas e ganhos sócio-históricos.


Leoné Astride Barzotto. Deslocamento e memória em “La mano em la tierra”, de Josefina Plá. In: Elena Palmero González e Stelamaris Coser (orgs.). Entre traços e rasuras: intervenções da memória na escrita das Américas. Rio de Janeiro: 7Letras; FAPERJ, 2013, p. 52 (com adaptações). 

Em relação às ideias e propriedades linguísticas do texto precedente, julgue o item seguinte.  



No texto, que se classifica, quanto ao gênero, como acadêmico, a autora defende o estilo híbrido por ser ele capaz de gerar encontros entre culturas, não havendo que se falar em pontos negativos trazidos por esses contatos.

Alternativas
Q3148419 Português
    O híbrido tem por finalidade nomear algo ou alguém cuja formação é múltipla, derivada de fontes heterogêneas. Tal termo passa a ser empregado nos estudos da cultura a partir dos deslocamentos e das migrações acentuadas do século XX. Na literatura, com mais propriedade nos estudos pós-coloniais, é abordado por Homi Bhabha, que, por sua vez, o trouxe da concepção de Bakhtin de “hibridismo linguístico”. O híbrido constitui a identidade do duplo, dinâmica, flexível, plurivocal e multimodal em contraposição à concepção hierárquica da identidade pura, única, autêntica, univocal, monolítica e uniforme que, além de infecunda, é anticomunitária. Como termo amplamente usado por vários críticos e estudiosos, gera polêmica e controvérsias, atingindo patamares de significação positiva ou negativa de acordo com a nuança que lhe seja empregada. Stelamaris Coser afirma que, ao se reverter “o movimento do centro para a periferia que caracterizou a era colonial e fez das colônias ‘o local dos sincretismos e hibridismos’, os grandes ‘centros globais’ são agora internacionalizados e hibridizados neste novo momento histórico pós-(neo)colonial”.

    Nesse caso, não se trata de enaltecer ideologicamente os encontros culturais, tampouco de anular os conflitos e choques que resultam das diferenças, mas, acima de tudo, de perceber o hibridismo que forma a realidade interamericana e a força criativa que dele resulta. Ainda segundo Coser, “uma inevitável transformação cultural é resultante da entrada, circulação e crescente poder dessa multiplicidade de vozes, visões e estilos que renovam e modificam a face da nação”. Igualmente, para Stuart Hall, a ocorrência do hibridismo (cultural, linguístico e literário) permite que o “novo” entre no mundo inscrito pelas forças hegemônicas e as modifique, passando a ser uma condição necessária à modernidade das comunidades construídas entre os impasses de perdas e ganhos sócio-históricos.


Leoné Astride Barzotto. Deslocamento e memória em “La mano em la tierra”, de Josefina Plá. In: Elena Palmero González e Stelamaris Coser (orgs.). Entre traços e rasuras: intervenções da memória na escrita das Américas. Rio de Janeiro: 7Letras; FAPERJ, 2013, p. 52 (com adaptações). 

Em relação às ideias e propriedades linguísticas do texto precedente, julgue o item seguinte.  



A correção gramatical e a coerência das ideias do último período do texto seriam mantidas se o trecho “passando a ser” fosse substituído por tornando-se

Alternativas
Q3148418 Português
    A principal pesquisa internacional sobre educação, feita pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), mostrou que, no período de 2012 a 2022, houve um aumento acentuado no nível de ansiedade em relação à matemática entre os alunos da grande maioria dos 81 países avaliados, especialmente no Brasil.

     Na média dos países da OCDE e parceiros, 65% dos estudantes têm ansiedade em relação às suas notas em matemática e cerca de 40% dos estudantes se sentem nervosos, tensos ou desamparados ao resolverem problemas matemáticos. No Brasil, esses índices são ainda mais altos: 79,5% e 62,3%, respectivamente. 

    Na maioria dos países houve um aumento nesses índices de ansiedade em relação à matemática em comparação com 2012. Coreia do Sul, Singapura e Tailândia foram os únicos países onde os índices de ansiedade caíram entre 2012 e 2022.

     Segundo a OCDE, esses resultados são preocupantes. “Isso pode impactar não apenas desempenho, mas sua prontidão para o aprendizado ao longo da vida”, diz o relatório.

     A cada edição, o PISA escolhe um tema para fazer um aprofundamento — em 2022, o estudo se dedicou a entender como os alunos lidam com estratégias de aprendizado e quais suas posturas em relação à vida.


Letícia Mori. A epidemia de ansiedade com matemática no Brasil e no mundo revelada por estudo da OCDE. Internet: (com adaptações). 

Julgue o item que se segue, relativos às ideias e a aspectos linguísticos do texto precedente.



Entende-se, pelos sentidos do texto, que o vocábulo ‘sua’ (segundo período do quarto parágrafo) remete a estudantes.

Alternativas
Q3148417 Português
    A principal pesquisa internacional sobre educação, feita pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), mostrou que, no período de 2012 a 2022, houve um aumento acentuado no nível de ansiedade em relação à matemática entre os alunos da grande maioria dos 81 países avaliados, especialmente no Brasil.

     Na média dos países da OCDE e parceiros, 65% dos estudantes têm ansiedade em relação às suas notas em matemática e cerca de 40% dos estudantes se sentem nervosos, tensos ou desamparados ao resolverem problemas matemáticos. No Brasil, esses índices são ainda mais altos: 79,5% e 62,3%, respectivamente. 

    Na maioria dos países houve um aumento nesses índices de ansiedade em relação à matemática em comparação com 2012. Coreia do Sul, Singapura e Tailândia foram os únicos países onde os índices de ansiedade caíram entre 2012 e 2022.

     Segundo a OCDE, esses resultados são preocupantes. “Isso pode impactar não apenas desempenho, mas sua prontidão para o aprendizado ao longo da vida”, diz o relatório.

     A cada edição, o PISA escolhe um tema para fazer um aprofundamento — em 2022, o estudo se dedicou a entender como os alunos lidam com estratégias de aprendizado e quais suas posturas em relação à vida.


Letícia Mori. A epidemia de ansiedade com matemática no Brasil e no mundo revelada por estudo da OCDE. Internet: (com adaptações). 

Julgue o item que se segue, relativos às ideias e a aspectos linguísticos do texto precedente.



No Brasil, o número de estudantes ansiosos com relação à matemática é 79,5% maior que a média dos países da OCDE e parceiros, segundo as informações do texto.

Alternativas
Q3148414 Português
    A principal pesquisa internacional sobre educação, feita pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), mostrou que, no período de 2012 a 2022, houve um aumento acentuado no nível de ansiedade em relação à matemática entre os alunos da grande maioria dos 81 países avaliados, especialmente no Brasil.

     Na média dos países da OCDE e parceiros, 65% dos estudantes têm ansiedade em relação às suas notas em matemática e cerca de 40% dos estudantes se sentem nervosos, tensos ou desamparados ao resolverem problemas matemáticos. No Brasil, esses índices são ainda mais altos: 79,5% e 62,3%, respectivamente. 

    Na maioria dos países houve um aumento nesses índices de ansiedade em relação à matemática em comparação com 2012. Coreia do Sul, Singapura e Tailândia foram os únicos países onde os índices de ansiedade caíram entre 2012 e 2022.

     Segundo a OCDE, esses resultados são preocupantes. “Isso pode impactar não apenas desempenho, mas sua prontidão para o aprendizado ao longo da vida”, diz o relatório.

     A cada edição, o PISA escolhe um tema para fazer um aprofundamento — em 2022, o estudo se dedicou a entender como os alunos lidam com estratégias de aprendizado e quais suas posturas em relação à vida.


Letícia Mori. A epidemia de ansiedade com matemática no Brasil e no mundo revelada por estudo da OCDE. Internet: (com adaptações). 

Julgue o item que se segue, relativos às ideias e a aspectos linguísticos do texto precedente.



O texto configura-se como texto jornalístico no qual a autora argumenta a favor da implementação de políticas públicas que melhorem o desempenho dos alunos brasileiros em matemática.  

Alternativas
Q3148413 Português
    A principal pesquisa internacional sobre educação, feita pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), mostrou que, no período de 2012 a 2022, houve um aumento acentuado no nível de ansiedade em relação à matemática entre os alunos da grande maioria dos 81 países avaliados, especialmente no Brasil.

     Na média dos países da OCDE e parceiros, 65% dos estudantes têm ansiedade em relação às suas notas em matemática e cerca de 40% dos estudantes se sentem nervosos, tensos ou desamparados ao resolverem problemas matemáticos. No Brasil, esses índices são ainda mais altos: 79,5% e 62,3%, respectivamente. 

    Na maioria dos países houve um aumento nesses índices de ansiedade em relação à matemática em comparação com 2012. Coreia do Sul, Singapura e Tailândia foram os únicos países onde os índices de ansiedade caíram entre 2012 e 2022.

     Segundo a OCDE, esses resultados são preocupantes. “Isso pode impactar não apenas desempenho, mas sua prontidão para o aprendizado ao longo da vida”, diz o relatório.

     A cada edição, o PISA escolhe um tema para fazer um aprofundamento — em 2022, o estudo se dedicou a entender como os alunos lidam com estratégias de aprendizado e quais suas posturas em relação à vida.


Letícia Mori. A epidemia de ansiedade com matemática no Brasil e no mundo revelada por estudo da OCDE. Internet: (com adaptações). 

Julgue o item que se segue, relativos às ideias e a aspectos linguísticos do texto precedente.



No último parágrafo, o trecho introduzido pelo travessão permaneceria coerente e correto caso fosse reescrito da seguinte forma: no ano de 2022, estudo focou na compreensão das formas como os estudantes abordam as estratégias de aprendizagem e em como vêem a vida.

Alternativas
Q3148411 Português
    Recordou-se do que lhe sucedera anos atrás, antes da seca, longe. Num dia de apuro recorrera ao porco magro que não queria engordar no chiqueiro e estava reservado às despesas do Natal: matara-o antes do tempo e fora vendê-lo na cidade. Mas o cobrador da prefeitura chegara com o recibo e atrapalhara-o. Fabiano fingira-se desentendido: não compreendia nada, era bruto. Como o outro lhe explicasse que, para vender o porco, devia pagar imposto, tentara convencê-lo de que ali não havia porco, havia quartos de porco, pedaços de carne. O agente se aborrecera, insultara-o, e Fabiano se encolhera. Bem, bem, Deus o livrasse de história com o governo. Julgava que podia dispor de seus troços. Não entendia de imposto. — Um bruto, está percebendo? Supunha que o cevado era dele. Agora se a prefeitura tinha uma parte, estava acabado. Pois ia voltar para casa e comer a carne. Podia comer a carne? Podia ou não podia? O funcionário batera o pé agastado e Fabiano se desculpara, o chapéu de couro na mão, o espinhaço curvo: — Quem foi que disse que eu ia brigar? O melhor é a gente acabar com isso. Despedira-se, metera a carne no saco e fora vendê-la noutra rua, escondido. Mas, atracado pelo cobrador, gemera no imposto e na multa. Daquele dia em diante não criara mais porcos. Era perigoso criá-los.


Graciliano Ramos. Vidas secas. Rio de Janeiro: Record, 1977, p. 100-101.

A respeito dos sentidos e de aspectos linguísticos do texto anterior, julgue o seguinte item.



Conclui-se do texto que o comportamento do personagem Fabiano diante da injustiça foi totalmente submisso e resignado. 

Alternativas
Q3148410 Português
    Recordou-se do que lhe sucedera anos atrás, antes da seca, longe. Num dia de apuro recorrera ao porco magro que não queria engordar no chiqueiro e estava reservado às despesas do Natal: matara-o antes do tempo e fora vendê-lo na cidade. Mas o cobrador da prefeitura chegara com o recibo e atrapalhara-o. Fabiano fingira-se desentendido: não compreendia nada, era bruto. Como o outro lhe explicasse que, para vender o porco, devia pagar imposto, tentara convencê-lo de que ali não havia porco, havia quartos de porco, pedaços de carne. O agente se aborrecera, insultara-o, e Fabiano se encolhera. Bem, bem, Deus o livrasse de história com o governo. Julgava que podia dispor de seus troços. Não entendia de imposto. — Um bruto, está percebendo? Supunha que o cevado era dele. Agora se a prefeitura tinha uma parte, estava acabado. Pois ia voltar para casa e comer a carne. Podia comer a carne? Podia ou não podia? O funcionário batera o pé agastado e Fabiano se desculpara, o chapéu de couro na mão, o espinhaço curvo: — Quem foi que disse que eu ia brigar? O melhor é a gente acabar com isso. Despedira-se, metera a carne no saco e fora vendê-la noutra rua, escondido. Mas, atracado pelo cobrador, gemera no imposto e na multa. Daquele dia em diante não criara mais porcos. Era perigoso criá-los.


Graciliano Ramos. Vidas secas. Rio de Janeiro: Record, 1977, p. 100-101.

A respeito dos sentidos e de aspectos linguísticos do texto anterior, julgue o seguinte item.



São distintos os referentes das formas pronominais “lhe” (primeiro período) e “o” (segundo período).

Alternativas
Q3148409 Português
    Recordou-se do que lhe sucedera anos atrás, antes da seca, longe. Num dia de apuro recorrera ao porco magro que não queria engordar no chiqueiro e estava reservado às despesas do Natal: matara-o antes do tempo e fora vendê-lo na cidade. Mas o cobrador da prefeitura chegara com o recibo e atrapalhara-o. Fabiano fingira-se desentendido: não compreendia nada, era bruto. Como o outro lhe explicasse que, para vender o porco, devia pagar imposto, tentara convencê-lo de que ali não havia porco, havia quartos de porco, pedaços de carne. O agente se aborrecera, insultara-o, e Fabiano se encolhera. Bem, bem, Deus o livrasse de história com o governo. Julgava que podia dispor de seus troços. Não entendia de imposto. — Um bruto, está percebendo? Supunha que o cevado era dele. Agora se a prefeitura tinha uma parte, estava acabado. Pois ia voltar para casa e comer a carne. Podia comer a carne? Podia ou não podia? O funcionário batera o pé agastado e Fabiano se desculpara, o chapéu de couro na mão, o espinhaço curvo: — Quem foi que disse que eu ia brigar? O melhor é a gente acabar com isso. Despedira-se, metera a carne no saco e fora vendê-la noutra rua, escondido. Mas, atracado pelo cobrador, gemera no imposto e na multa. Daquele dia em diante não criara mais porcos. Era perigoso criá-los.


Graciliano Ramos. Vidas secas. Rio de Janeiro: Record, 1977, p. 100-101.

A respeito dos sentidos e de aspectos linguísticos do texto anterior, julgue o seguinte item.



Predomina no texto o tipo textual narrativo.

Alternativas
Q3148408 Português
    Recordou-se do que lhe sucedera anos atrás, antes da seca, longe. Num dia de apuro recorrera ao porco magro que não queria engordar no chiqueiro e estava reservado às despesas do Natal: matara-o antes do tempo e fora vendê-lo na cidade. Mas o cobrador da prefeitura chegara com o recibo e atrapalhara-o. Fabiano fingira-se desentendido: não compreendia nada, era bruto. Como o outro lhe explicasse que, para vender o porco, devia pagar imposto, tentara convencê-lo de que ali não havia porco, havia quartos de porco, pedaços de carne. O agente se aborrecera, insultara-o, e Fabiano se encolhera. Bem, bem, Deus o livrasse de história com o governo. Julgava que podia dispor de seus troços. Não entendia de imposto. — Um bruto, está percebendo? Supunha que o cevado era dele. Agora se a prefeitura tinha uma parte, estava acabado. Pois ia voltar para casa e comer a carne. Podia comer a carne? Podia ou não podia? O funcionário batera o pé agastado e Fabiano se desculpara, o chapéu de couro na mão, o espinhaço curvo: — Quem foi que disse que eu ia brigar? O melhor é a gente acabar com isso. Despedira-se, metera a carne no saco e fora vendê-la noutra rua, escondido. Mas, atracado pelo cobrador, gemera no imposto e na multa. Daquele dia em diante não criara mais porcos. Era perigoso criá-los.


Graciliano Ramos. Vidas secas. Rio de Janeiro: Record, 1977, p. 100-101.

A respeito dos sentidos e de aspectos linguísticos do texto anterior, julgue o seguinte item.



Entende-se da leitura dos dois últimos períodos do texto que, devido à proibição legal da criação de porcos para venda, tal empreendimento tornou-se uma atividade comercial de alta periculosidade. 

Alternativas
Q3148406 Português
    No Brasil, pode dizer-se que só excepcionalmente tivemos um sistema administrativo e um corpo de funcionários puramente dedicados a interesses objetivos e fundados nesses interesses. Ao contrário, é possível acompanhar, ao longo de nossa história, o predomínio constante das vontades particulares que encontram seu ambiente próprio em círculos fechados e pouco acessíveis a uma ordenação impessoal. Dentre esses círculos, foi sem dúvida o da família aquele que se exprimiu com mais força e desenvoltura em nossa sociedade. E um dos efeitos decisivos da supremacia incontestável, absorvente, do núcleo familiar — a esfera, por excelência, dos chamados “contatos primários”, dos laços de sangue e de coração — está em que as relações que se criam na vida doméstica sempre forneceram o modelo obrigatório de qualquer composição social entre nós. Isso ocorre mesmo onde as instituições democráticas, fundadas em princípios neutros e abstratos, pretendem assentar a sociedade em normas antiparticularistas.


Sérgio Buarque de Holanda. Raízes do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 146.  
Em relação às propriedades linguísticas e semânticas do texto precedente, julgue o item seguinte.

Sem prejuízo da correção gramatical, das relações de coesão e dos sentidos do texto, a forma verbal “encontram” (segundo período) poderia ser flexionada na terceira pessoa do singular — encontra.  
Alternativas
Q3148402 Português
    Seja qual for o caminho que nos faça regressar ao princípio, sempre chegaremos à mesma conclusão: que o pacto social estabelece entre os cidadãos uma tal igualdade que todos ficam obrigados às mesmas condições e todos devem gozar dos mesmos direitos. E assim, pela natureza do pacto, todo ato de soberania, isto é, todo autêntico ato de uma vontade geral, obriga ou favorece igualmente todos os cidadãos; de tal modo que o soberano apenas conhece a nação e não distingue ninguém entre aqueles que a compõem. O que é isto, senão um ato de soberania? Não é um acordo entre o superior e o inferior, mas um pacto entre o todo e cada um dos seus membros: pacto legítimo, pois tem por base o contrato social; equitativo, por ser comum a todos; útil, porque só pode ter como finalidade o bem geral; e sólido, uma vez que tem por garantia a força pública e o poder supremo.


Jean-Jacques Rousseau. O contrato social. Tradução de Mário Franco de Sousa. Oeiras, Portugal: Editorial Presença, 2010, p. 46 (com adaptações). 

Julgue o item a seguir, referentes a aspectos linguísticos e aos sentidos do texto apresentado.



No segundo período, o emprego dos elementos coesivos “E assim”, “isto é”, “de tal modo que” forma uma sequência textual que se conclui com a noção de que, para o soberano, todos são iguais no conjunto da nação. 

Alternativas
Q3148401 Português
    Seja qual for o caminho que nos faça regressar ao princípio, sempre chegaremos à mesma conclusão: que o pacto social estabelece entre os cidadãos uma tal igualdade que todos ficam obrigados às mesmas condições e todos devem gozar dos mesmos direitos. E assim, pela natureza do pacto, todo ato de soberania, isto é, todo autêntico ato de uma vontade geral, obriga ou favorece igualmente todos os cidadãos; de tal modo que o soberano apenas conhece a nação e não distingue ninguém entre aqueles que a compõem. O que é isto, senão um ato de soberania? Não é um acordo entre o superior e o inferior, mas um pacto entre o todo e cada um dos seus membros: pacto legítimo, pois tem por base o contrato social; equitativo, por ser comum a todos; útil, porque só pode ter como finalidade o bem geral; e sólido, uma vez que tem por garantia a força pública e o poder supremo.


Jean-Jacques Rousseau. O contrato social. Tradução de Mário Franco de Sousa. Oeiras, Portugal: Editorial Presença, 2010, p. 46 (com adaptações). 

Julgue o item a seguir, referentes a aspectos linguísticos e aos sentidos do texto apresentado.



O período subsequente à pergunta “O que é isto, senão um ato de soberania?” constitui-se de uma definição sobre o pacto social seguida da enumeração de suas qualidades.

Alternativas
Q3148398 Português
    Seja qual for o caminho que nos faça regressar ao princípio, sempre chegaremos à mesma conclusão: que o pacto social estabelece entre os cidadãos uma tal igualdade que todos ficam obrigados às mesmas condições e todos devem gozar dos mesmos direitos. E assim, pela natureza do pacto, todo ato de soberania, isto é, todo autêntico ato de uma vontade geral, obriga ou favorece igualmente todos os cidadãos; de tal modo que o soberano apenas conhece a nação e não distingue ninguém entre aqueles que a compõem. O que é isto, senão um ato de soberania? Não é um acordo entre o superior e o inferior, mas um pacto entre o todo e cada um dos seus membros: pacto legítimo, pois tem por base o contrato social; equitativo, por ser comum a todos; útil, porque só pode ter como finalidade o bem geral; e sólido, uma vez que tem por garantia a força pública e o poder supremo.


Jean-Jacques Rousseau. O contrato social. Tradução de Mário Franco de Sousa. Oeiras, Portugal: Editorial Presença, 2010, p. 46 (com adaptações). 

Julgue o item a seguir, referentes a aspectos linguísticos e aos sentidos do texto apresentado.



Conclui-se da leitura do último período do texto que, consoante às ideias apresentadas, a palavra “pacto” tem o mesmo significado de “acordo”. 

Alternativas
Q3148342 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Ansiedade: como exercício físico pode ajudar a combatê-la


A prática de atividade física pode ser uma forte aliada no controle da ansiedade, ajudando a reduzir os sintomas e a melhorar o bem-estar geral. Embora a ansiedade seja uma reação natural do corpo ao estresse, em algumas pessoas, ela pode evoluir para Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG), uma condição crônica e debilitante que requer cuidados específicos com acompanhamento de um profissional de saúde mental e, muitas vezes, com medicamentos. Em ambos os casos, escolher a atividade física certa pode fazer a diferença no combate à condição.

Isso porque o exercício físico estimula a liberação de neurotransmissores como serotonina e endorfina, que estão diretamente associados ao aumento da sensação de prazer e relaxamento. Assim, os níveis de cortisol, o "hormônio do estresse" tendem a diminuir, resultando em uma resposta positiva ao controle da ansiedade.

Além disso, exercitar-se regularmente também melhora a qualidade do sono e ajuda a manter a mente mais focada e estável.

"A prática regular de exercícios físicos é uma intervenção não farmacológica amplamente reconhecida e eficaz no combate a quadros de ansiedade e depressão. Os exercícios físicos têm a capacidade de modular a atividade de neurotransmissores — moléculas químicas essenciais no funcionamento do sistema nervoso central — ajudando a aliviar e, em alguns casos, até reverter esses transtornos", diz Raphael Afonso de Matos, educador físico.

Não existe um único exercício que seja o "melhor" para combater a ansiedade. A escolha da atividade ideal varia de acordo com as preferências e necessidades de cada um. Especialistas recomendam, no entanto, modalidades que combinem aspectos de movimentação, respiração e relaxamento, proporcionando maior controle sobre o corpo e a mente.

"Segundo estudos, a prática de exercícios aeróbicos, como corrida e natação, estimula a liberação dos neurotransmissores serotonina e endorfina, que possuem um efeito analgésico natural e contribuem para a melhora do humor", explica Danilo Figueiredo, educado físico.

"É indicado de forma geral um treinamento aeróbio, em que se utiliza o sistema oxidativo, uma prática que se gasta um maior tempo realizando os exercícios com baixa a moderada intensidade. Dessa forma, irá trabalhar os benefícios oferecidos pelo treinamento. Tudo depende do nível e da individualidade da ansiedade da pessoa", acrescenta Henrique Sacramento, educador físico.

Como não há um exercício em específico que é melhor do que o outro é essencial experimentar e perceber as próprias respostas físicas e emocionais.

Comece com atividades que despertem o seu interesse e veja como você se sente ao praticá-las: existe uma sensação de alívio ou leveza após a prática? A prática ajuda a focar e a afastar os pensamentos negativos?

Manter um diário de treino, anotando as sensações após cada sessão, pode ajudar a identificar o que melhor funciona.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/ansiedade-como-exercicio-fisico-po de-ajudar-a-combate-la/
De acordo com o texto, qual é a recomendação dos especialistas para a escolha de um exercício que combata a ansiedade?
Alternativas
Q3148341 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Ansiedade: como exercício físico pode ajudar a combatê-la


A prática de atividade física pode ser uma forte aliada no controle da ansiedade, ajudando a reduzir os sintomas e a melhorar o bem-estar geral. Embora a ansiedade seja uma reação natural do corpo ao estresse, em algumas pessoas, ela pode evoluir para Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG), uma condição crônica e debilitante que requer cuidados específicos com acompanhamento de um profissional de saúde mental e, muitas vezes, com medicamentos. Em ambos os casos, escolher a atividade física certa pode fazer a diferença no combate à condição.

Isso porque o exercício físico estimula a liberação de neurotransmissores como serotonina e endorfina, que estão diretamente associados ao aumento da sensação de prazer e relaxamento. Assim, os níveis de cortisol, o "hormônio do estresse" tendem a diminuir, resultando em uma resposta positiva ao controle da ansiedade.

Além disso, exercitar-se regularmente também melhora a qualidade do sono e ajuda a manter a mente mais focada e estável.

"A prática regular de exercícios físicos é uma intervenção não farmacológica amplamente reconhecida e eficaz no combate a quadros de ansiedade e depressão. Os exercícios físicos têm a capacidade de modular a atividade de neurotransmissores — moléculas químicas essenciais no funcionamento do sistema nervoso central — ajudando a aliviar e, em alguns casos, até reverter esses transtornos", diz Raphael Afonso de Matos, educador físico.

Não existe um único exercício que seja o "melhor" para combater a ansiedade. A escolha da atividade ideal varia de acordo com as preferências e necessidades de cada um. Especialistas recomendam, no entanto, modalidades que combinem aspectos de movimentação, respiração e relaxamento, proporcionando maior controle sobre o corpo e a mente.

"Segundo estudos, a prática de exercícios aeróbicos, como corrida e natação, estimula a liberação dos neurotransmissores serotonina e endorfina, que possuem um efeito analgésico natural e contribuem para a melhora do humor", explica Danilo Figueiredo, educado físico.

"É indicado de forma geral um treinamento aeróbio, em que se utiliza o sistema oxidativo, uma prática que se gasta um maior tempo realizando os exercícios com baixa a moderada intensidade. Dessa forma, irá trabalhar os benefícios oferecidos pelo treinamento. Tudo depende do nível e da individualidade da ansiedade da pessoa", acrescenta Henrique Sacramento, educador físico.

Como não há um exercício em específico que é melhor do que o outro é essencial experimentar e perceber as próprias respostas físicas e emocionais.

Comece com atividades que despertem o seu interesse e veja como você se sente ao praticá-las: existe uma sensação de alívio ou leveza após a prática? A prática ajuda a focar e a afastar os pensamentos negativos?

Manter um diário de treino, anotando as sensações após cada sessão, pode ajudar a identificar o que melhor funciona.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/ansiedade-como-exercicio-fisico-po de-ajudar-a-combate-la/
De acordo com o texto, qual é a abordagem recomendada para escolher um exercício físico no combate à ansiedade?
Alternativas
Respostas
16781: C
16782: C
16783: C
16784: C
16785: E
16786: C
16787: C
16788: E
16789: E
16790: E
16791: E
16792: C
16793: C
16794: E
16795: E
16796: C
16797: C
16798: E
16799: D
16800: D