Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
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Qual a situação da imigração brasileira para o Reino Unido, segundo o texto?
No texto intitulado 'Novas regras dificultam imigração para o Reino Unido', a linguagem expressa é:
“Vem, ó anjo de candura, Fazer a dita, a ventura De minh’alma, sem vigor; Donzela, vem dar-lhe alento, Dá-lhe um suspiro de amor!”
No contexto dado, as palavras “dita” e “ventura” são sinônimas. O sentido expresso por ambas é similar ao de:
Naquela cidade, as diferenças linguísticas eram evidentes. Os moradores mais antigos preservavam expressões e palavras que remontavam a tempos passados, enquanto os jovens, influenciados pela cultura digital, incorporavam gírias e neologismos em seu vocabulário. Além disso, as classes sociais também se refletiam na linguagem, com algumas áreas adotando um discurso mais formal e outras mantendo uma linguagem coloquial característica.
Qual aspecto da variação linguística é evidenciado no texto?
Leia com atenção as colunas abaixo:
Coluna 01:
( )Ele tem um coração de pedra.
( )Ele é a ovelha negra da família.
( )A escola fica a duas quadras daqui.
( )O tempo voa quando estamos nos divertindo.
( )Ela comprou um livro novo na livraria.
Coluna 02:
I. Conotativo.
II. Denotativo.
Correlacione ambas as colunas de acordo com o tipo de sentido empregado nas afirmativas da Coluna 01. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta:
Leia o texto para responder à questão.
Cinema: Quando a posse é poder e prisão
“Propriedade”, o mais recente lançamento do cinema brasileiro pelas mãos de Daniel Bandeira, encerra o ano cinematográfico de maneira marcante. O filme, caracterizado por sua intensidade, violência e representação impiedosa da disparidade social, mergulha os espectadores em um mundo conturbado desde as primeiras cenas.
A trama se desenrola em uma decadente fazenda no interior de Pernambuco, prestes a ser convertida em um hotel. O enredo intricado revela surpresas e reviravoltas, explorando as profundas contradições sociais moldadas pela complexa história brasileira.
“Propriedade” alinha-se ao melhor do cinema pernambucano contemporâneo, revelando a persistência de estruturas arcaicas de dominação em um contexto moderno, onde tecnologia e cultura global coexistem. O filme, como um teorema implacável, examina uma luta de classes multissecular em meio a dispositivos tecnológicos e carros blindados.
A narrativa, fiel ao título, amarra os conflitos em torno da ideia de propriedade, destacando a posse como garantia de poder, mas também como uma prisão. O filme é permeado por imagens poderosas, como a de um carro tecnológico sendo arrastado por um carro de bois, simbolizando o embate entre o arcaico e o moderno.
A dicotomia entre dois mundos sociais inconciliáveis é expressa na dificuldade de comunicação entre patrões e empregados. A tragédia se desenha nas dissensões dentro do grupo de trabalhadores, cada um com suas razões e perspectivas.
“Propriedade” é a segunda obra de Daniel Bandeira, lançada quinze anos após seu primeiro filme. Com um elenco vigoroso e uma cinematografia envolvente, o filme destaca-se por sua abordagem realista e a exploração profunda das tensões sociais. Em contraste com obras como “Bacurau”, o filme de Bandeira oferece sufoco e incerteza, proporcionando ao espectador a satisfação de ter experimentado uma obra marcante.
(Resumo de “Cinema: “Quando a posse é poder e prisão”. Disponível em: https://outraspalavras.net/poeticas/cinemaquando-a-posse-e-poder-e-prisao/. Acesso em: 29 dez. 2023)
Leia o texto para responder à questão.
Cinema: Quando a posse é poder e prisão
“Propriedade”, o mais recente lançamento do cinema brasileiro pelas mãos de Daniel Bandeira, encerra o ano cinematográfico de maneira marcante. O filme, caracterizado por sua intensidade, violência e representação impiedosa da disparidade social, mergulha os espectadores em um mundo conturbado desde as primeiras cenas.
A trama se desenrola em uma decadente fazenda no interior de Pernambuco, prestes a ser convertida em um hotel. O enredo intricado revela surpresas e reviravoltas, explorando as profundas contradições sociais moldadas pela complexa história brasileira.
Propriedade” alinha-se ao melhor do cinema pernambucano contemporâneo, revelando a persistência de estruturas arcaicas de dominação em um contexto moderno, onde tecnologia e cultura global coexistem. O filme, como um teorema implacável, examina uma luta de classes multissecular em meio a dispositivos tecnológicos e carros blindados.
A narrativa, fiel ao título, amarra os conflitos em torno da ideia de propriedade, destacando a posse como garantia de poder, mas também como uma prisão. O filme é permeado por imagens poderosas, como a de um carro tecnológico sendo arrastado por um carro de bois, simbolizando o embate entre o arcaico e o moderno.
A dicotomia entre dois mundos sociais inconciliáveis é expressa na dificuldade de comunicação entre patrões e empregados. A tragédia se desenha nas dissensões dentro do grupo de trabalhadores, cada um com suas razões e perspectivas.
“Propriedade” é a segunda obra de Daniel Bandeira, lançada quinze anos após seu primeiro filme. Com um elenco vigoroso e uma cinematografia envolvente, o filme destaca-se por sua abordagem realista e a exploração profunda das tensões sociais. Em contraste com obras como “Bacurau”, o filme de Bandeira oferece sufoco e incerteza, proporcionando ao espectador a satisfação de ter experimentado uma obra marcante.
(Resumo de “Cinema: “Quando a posse é poder e prisão”. Disponível em: https://outraspalavras.net/poeticas/cinemaquando-a-posse-e-poder-e-prisao/. Acesso em: 29 dez. 2023)