Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q3210231 Português
FOLCLORE

        Por folclore entendemos as manifestações da cultura popular que caracterizam a identidade social de um povo. O folclore pode ser manifestado tanto de forma coletiva quanto individual e reproduz os costumes e as tradições de um povo, transmitidos de geração para geração. Sendo assim, todos os elementos que são parte da cultura popular e que estão enraizados na tradição desse povo são parte do folclore.
        As manifestações do folclore dão-se por meio de mitos, lendas, canções, danças, artesanatos, festas populares, brincadeiras, jogos etc. O folclore é parte integrante da cultura de um povo e, por isso, é considerado pela Unesco como Patrimônio Cultural Imaterial, sendo imprescindível a realização de esforços para a sua preservação.
        As características do que pode ser definido ou não como folclore foram arduamente debatidas por intelectuais europeus e americanos. Esse debate, no entanto, não se encerrou, e aqui no Brasil diversos elementos do que se caracteriza como folclore ou são rebatidos ou são relativizados. Sendo assim, percebe-se que não existe um consenso entre os especialistas.
        O folclore naturalmente não é um elemento presente em lugares específicos, mas é algo manifestado por todas as culturas, pois todas elas têm o seu conjunto de crendices, mitos, tradições e personagens que compõem seu saber popular.

Fonte: Brasil Escola (UOL) — Adaptado.
Com base no texto, analisar os itens.
I. O folclore é uma representação da cultura popular manifestado de forma coletiva, e suas características são bem definidas pelos cientistas.
II. Como parte integrante da cultura de um povo, o folclore é reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial, e sua preservação é de suma importância.
Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3210026 Português

Texto CG1A1



    Em Tratado de medicina legal, Agostinho José de Souza Lima define a perícia médica como toda sindicância promovida por autoridade policial ou judiciária acompanhada de exame e cujos peritos, dada a natureza do exame, são ou devem ser médicos. Disso decorre que o perito médico é a pessoa entendida e experimentada em temas de medicina que, designada pela autoridade competente, deverá esclarecer um fato de natureza médica mais ou menos duradouro.


    A perícia médico-legal surgiu da necessidade de solução para casos concretos. A princípio, havia apenas alguns vestígios de perícia médica nas legislações primitivas; depois, os indícios da prática ficaram mais evidentes, principalmente na Idade Média, até a atividade definir-se e concretizar-se na Renascença, com a sua instituição oficial no Código Carolino, em 1532.


    A perícia médico-legal já era tarefa do Estado desde o tempo dos egípcios, conforme consta dos papiros da época. Embora a medicina egípcia estivesse impregnada de magia e divindade, e empregasse, na cura das doenças, os encantamentos, os amuletos e o exorcismo, alguns historiadores veem indícios de perícia no Antigo Egito. Os sacerdotes médicos verificavam, por exemplo, se a morte fora violenta ou natural; a prática do embalsamento exigia a mesma verificação. As leis de Menés, o mais antigo faraó da história, mandavam adiar o castigo das mulheres grávidas, excluindo-as das penas aflitivas, o que implicava a intervenção do perito para o diagnóstico da gravidez. O Código de Hamurabi, uma compilação de leis sumerianas, previa penas severas para os casos de erro médico, o que subtendia a prova do erro.


    A legislação hebraica, superior às precedentes — porque exigia duas testemunhas para a condenação do suspeito, a responsabilidade das testemunhas e do juiz, a garantia dos tribunais, a publicidade dos debates, a igualdade perante a lei e a ausência de meios de tortura —, mostrava o sentimento de justiça unido à rigidez do dogma religioso. Segundo essa legislação, os conhecimentos médicos deveriam ser aplicados pelo sacerdote, que também exercia a função de médico.



João Baptista de Oliveira e Costa Júnior. Os primórdios da perícia médica.

Internet: <www.revistas.usp.br> (com adaptações).

A respeito da estrutura linguística e do vocabulário empregados no texto CG1A1, julgue o próximo item.

Os segmentos “o mais antigo faraó da história” (quarto período do terceiro parágrafo) e “uma compilação de leis sumerianas” (último período do terceiro parágrafo) exercem função explicativa em relação aos termos que os antecedem, respectivamente, “Menés” e “O Código de Hamurabi”
Alternativas
Q3210023 Português

Texto CG1A1



    Em Tratado de medicina legal, Agostinho José de Souza Lima define a perícia médica como toda sindicância promovida por autoridade policial ou judiciária acompanhada de exame e cujos peritos, dada a natureza do exame, são ou devem ser médicos. Disso decorre que o perito médico é a pessoa entendida e experimentada em temas de medicina que, designada pela autoridade competente, deverá esclarecer um fato de natureza médica mais ou menos duradouro.


    A perícia médico-legal surgiu da necessidade de solução para casos concretos. A princípio, havia apenas alguns vestígios de perícia médica nas legislações primitivas; depois, os indícios da prática ficaram mais evidentes, principalmente na Idade Média, até a atividade definir-se e concretizar-se na Renascença, com a sua instituição oficial no Código Carolino, em 1532.


    A perícia médico-legal já era tarefa do Estado desde o tempo dos egípcios, conforme consta dos papiros da época. Embora a medicina egípcia estivesse impregnada de magia e divindade, e empregasse, na cura das doenças, os encantamentos, os amuletos e o exorcismo, alguns historiadores veem indícios de perícia no Antigo Egito. Os sacerdotes médicos verificavam, por exemplo, se a morte fora violenta ou natural; a prática do embalsamento exigia a mesma verificação. As leis de Menés, o mais antigo faraó da história, mandavam adiar o castigo das mulheres grávidas, excluindo-as das penas aflitivas, o que implicava a intervenção do perito para o diagnóstico da gravidez. O Código de Hamurabi, uma compilação de leis sumerianas, previa penas severas para os casos de erro médico, o que subtendia a prova do erro.


    A legislação hebraica, superior às precedentes — porque exigia duas testemunhas para a condenação do suspeito, a responsabilidade das testemunhas e do juiz, a garantia dos tribunais, a publicidade dos debates, a igualdade perante a lei e a ausência de meios de tortura —, mostrava o sentimento de justiça unido à rigidez do dogma religioso. Segundo essa legislação, os conhecimentos médicos deveriam ser aplicados pelo sacerdote, que também exercia a função de médico.



João Baptista de Oliveira e Costa Júnior. Os primórdios da perícia médica.

Internet: <www.revistas.usp.br> (com adaptações).

A respeito da estrutura linguística e do vocabulário empregados no texto CG1A1, julgue o próximo item.

A coerência e a correção do texto seriam mantidas caso a forma verbal “estivesse” (segundo período do terceiro parágrafo) fosse substituída por tivesse.
Alternativas
Q3210022 Português

Texto CG1A1



    Em Tratado de medicina legal, Agostinho José de Souza Lima define a perícia médica como toda sindicância promovida por autoridade policial ou judiciária acompanhada de exame e cujos peritos, dada a natureza do exame, são ou devem ser médicos. Disso decorre que o perito médico é a pessoa entendida e experimentada em temas de medicina que, designada pela autoridade competente, deverá esclarecer um fato de natureza médica mais ou menos duradouro.


    A perícia médico-legal surgiu da necessidade de solução para casos concretos. A princípio, havia apenas alguns vestígios de perícia médica nas legislações primitivas; depois, os indícios da prática ficaram mais evidentes, principalmente na Idade Média, até a atividade definir-se e concretizar-se na Renascença, com a sua instituição oficial no Código Carolino, em 1532.


    A perícia médico-legal já era tarefa do Estado desde o tempo dos egípcios, conforme consta dos papiros da época. Embora a medicina egípcia estivesse impregnada de magia e divindade, e empregasse, na cura das doenças, os encantamentos, os amuletos e o exorcismo, alguns historiadores veem indícios de perícia no Antigo Egito. Os sacerdotes médicos verificavam, por exemplo, se a morte fora violenta ou natural; a prática do embalsamento exigia a mesma verificação. As leis de Menés, o mais antigo faraó da história, mandavam adiar o castigo das mulheres grávidas, excluindo-as das penas aflitivas, o que implicava a intervenção do perito para o diagnóstico da gravidez. O Código de Hamurabi, uma compilação de leis sumerianas, previa penas severas para os casos de erro médico, o que subtendia a prova do erro.


    A legislação hebraica, superior às precedentes — porque exigia duas testemunhas para a condenação do suspeito, a responsabilidade das testemunhas e do juiz, a garantia dos tribunais, a publicidade dos debates, a igualdade perante a lei e a ausência de meios de tortura —, mostrava o sentimento de justiça unido à rigidez do dogma religioso. Segundo essa legislação, os conhecimentos médicos deveriam ser aplicados pelo sacerdote, que também exercia a função de médico.



João Baptista de Oliveira e Costa Júnior. Os primórdios da perícia médica.

Internet: <www.revistas.usp.br> (com adaptações).

A respeito da estrutura linguística e do vocabulário empregados no texto CG1A1, julgue o próximo item.

No trecho “conforme consta dos papiros da época” (primeiro período do terceiro parágrafo), a substituição de “dos” por nos manteria a correção gramatical do texto.
Alternativas
Q3210021 Português

Texto CG1A1



    Em Tratado de medicina legal, Agostinho José de Souza Lima define a perícia médica como toda sindicância promovida por autoridade policial ou judiciária acompanhada de exame e cujos peritos, dada a natureza do exame, são ou devem ser médicos. Disso decorre que o perito médico é a pessoa entendida e experimentada em temas de medicina que, designada pela autoridade competente, deverá esclarecer um fato de natureza médica mais ou menos duradouro.


    A perícia médico-legal surgiu da necessidade de solução para casos concretos. A princípio, havia apenas alguns vestígios de perícia médica nas legislações primitivas; depois, os indícios da prática ficaram mais evidentes, principalmente na Idade Média, até a atividade definir-se e concretizar-se na Renascença, com a sua instituição oficial no Código Carolino, em 1532.


    A perícia médico-legal já era tarefa do Estado desde o tempo dos egípcios, conforme consta dos papiros da época. Embora a medicina egípcia estivesse impregnada de magia e divindade, e empregasse, na cura das doenças, os encantamentos, os amuletos e o exorcismo, alguns historiadores veem indícios de perícia no Antigo Egito. Os sacerdotes médicos verificavam, por exemplo, se a morte fora violenta ou natural; a prática do embalsamento exigia a mesma verificação. As leis de Menés, o mais antigo faraó da história, mandavam adiar o castigo das mulheres grávidas, excluindo-as das penas aflitivas, o que implicava a intervenção do perito para o diagnóstico da gravidez. O Código de Hamurabi, uma compilação de leis sumerianas, previa penas severas para os casos de erro médico, o que subtendia a prova do erro.


    A legislação hebraica, superior às precedentes — porque exigia duas testemunhas para a condenação do suspeito, a responsabilidade das testemunhas e do juiz, a garantia dos tribunais, a publicidade dos debates, a igualdade perante a lei e a ausência de meios de tortura —, mostrava o sentimento de justiça unido à rigidez do dogma religioso. Segundo essa legislação, os conhecimentos médicos deveriam ser aplicados pelo sacerdote, que também exercia a função de médico.



João Baptista de Oliveira e Costa Júnior. Os primórdios da perícia médica.

Internet: <www.revistas.usp.br> (com adaptações).

A respeito da estrutura linguística e do vocabulário empregados no texto CG1A1, julgue o próximo item.

No segundo parágrafo, as palavras “prática”, “atividade” e “instituição” integram uma cadeia coesiva, substituindo o emprego da expressão “perícia médico-legal”.
Alternativas
Q3210019 Português

Texto CG1A1



    Em Tratado de medicina legal, Agostinho José de Souza Lima define a perícia médica como toda sindicância promovida por autoridade policial ou judiciária acompanhada de exame e cujos peritos, dada a natureza do exame, são ou devem ser médicos. Disso decorre que o perito médico é a pessoa entendida e experimentada em temas de medicina que, designada pela autoridade competente, deverá esclarecer um fato de natureza médica mais ou menos duradouro.


    A perícia médico-legal surgiu da necessidade de solução para casos concretos. A princípio, havia apenas alguns vestígios de perícia médica nas legislações primitivas; depois, os indícios da prática ficaram mais evidentes, principalmente na Idade Média, até a atividade definir-se e concretizar-se na Renascença, com a sua instituição oficial no Código Carolino, em 1532.


    A perícia médico-legal já era tarefa do Estado desde o tempo dos egípcios, conforme consta dos papiros da época. Embora a medicina egípcia estivesse impregnada de magia e divindade, e empregasse, na cura das doenças, os encantamentos, os amuletos e o exorcismo, alguns historiadores veem indícios de perícia no Antigo Egito. Os sacerdotes médicos verificavam, por exemplo, se a morte fora violenta ou natural; a prática do embalsamento exigia a mesma verificação. As leis de Menés, o mais antigo faraó da história, mandavam adiar o castigo das mulheres grávidas, excluindo-as das penas aflitivas, o que implicava a intervenção do perito para o diagnóstico da gravidez. O Código de Hamurabi, uma compilação de leis sumerianas, previa penas severas para os casos de erro médico, o que subtendia a prova do erro.


    A legislação hebraica, superior às precedentes — porque exigia duas testemunhas para a condenação do suspeito, a responsabilidade das testemunhas e do juiz, a garantia dos tribunais, a publicidade dos debates, a igualdade perante a lei e a ausência de meios de tortura —, mostrava o sentimento de justiça unido à rigidez do dogma religioso. Segundo essa legislação, os conhecimentos médicos deveriam ser aplicados pelo sacerdote, que também exercia a função de médico.



João Baptista de Oliveira e Costa Júnior. Os primórdios da perícia médica.

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A respeito da estrutura linguística e do vocabulário empregados no texto CG1A1, julgue o próximo item.

A correção e o sentido do texto seriam mantidos caso a expressão “mais ou menos” (segundo período do primeiro parágrafo) fosse substituída por comedidamente.
Alternativas
Q3210015 Português

Texto CG1A1



    Em Tratado de medicina legal, Agostinho José de Souza Lima define a perícia médica como toda sindicância promovida por autoridade policial ou judiciária acompanhada de exame e cujos peritos, dada a natureza do exame, são ou devem ser médicos. Disso decorre que o perito médico é a pessoa entendida e experimentada em temas de medicina que, designada pela autoridade competente, deverá esclarecer um fato de natureza médica mais ou menos duradouro.


    A perícia médico-legal surgiu da necessidade de solução para casos concretos. A princípio, havia apenas alguns vestígios de perícia médica nas legislações primitivas; depois, os indícios da prática ficaram mais evidentes, principalmente na Idade Média, até a atividade definir-se e concretizar-se na Renascença, com a sua instituição oficial no Código Carolino, em 1532.


    A perícia médico-legal já era tarefa do Estado desde o tempo dos egípcios, conforme consta dos papiros da época. Embora a medicina egípcia estivesse impregnada de magia e divindade, e empregasse, na cura das doenças, os encantamentos, os amuletos e o exorcismo, alguns historiadores veem indícios de perícia no Antigo Egito. Os sacerdotes médicos verificavam, por exemplo, se a morte fora violenta ou natural; a prática do embalsamento exigia a mesma verificação. As leis de Menés, o mais antigo faraó da história, mandavam adiar o castigo das mulheres grávidas, excluindo-as das penas aflitivas, o que implicava a intervenção do perito para o diagnóstico da gravidez. O Código de Hamurabi, uma compilação de leis sumerianas, previa penas severas para os casos de erro médico, o que subtendia a prova do erro.


    A legislação hebraica, superior às precedentes — porque exigia duas testemunhas para a condenação do suspeito, a responsabilidade das testemunhas e do juiz, a garantia dos tribunais, a publicidade dos debates, a igualdade perante a lei e a ausência de meios de tortura —, mostrava o sentimento de justiça unido à rigidez do dogma religioso. Segundo essa legislação, os conhecimentos médicos deveriam ser aplicados pelo sacerdote, que também exercia a função de médico.



João Baptista de Oliveira e Costa Júnior. Os primórdios da perícia médica.

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Julgue o item que se segue, com base nas ideias veiculadas no texto CG1A1. 

Segundo as ideias do texto, a superioridade da legislação hebraica em relação às legislações precedentes no que diz respeito à perícia médica fica evidenciada pelo aspecto religioso inerente ao exercício da perícia nos primórdios dessa prática.
Alternativas
Q3210014 Português

Texto CG1A1



    Em Tratado de medicina legal, Agostinho José de Souza Lima define a perícia médica como toda sindicância promovida por autoridade policial ou judiciária acompanhada de exame e cujos peritos, dada a natureza do exame, são ou devem ser médicos. Disso decorre que o perito médico é a pessoa entendida e experimentada em temas de medicina que, designada pela autoridade competente, deverá esclarecer um fato de natureza médica mais ou menos duradouro.


    A perícia médico-legal surgiu da necessidade de solução para casos concretos. A princípio, havia apenas alguns vestígios de perícia médica nas legislações primitivas; depois, os indícios da prática ficaram mais evidentes, principalmente na Idade Média, até a atividade definir-se e concretizar-se na Renascença, com a sua instituição oficial no Código Carolino, em 1532.


    A perícia médico-legal já era tarefa do Estado desde o tempo dos egípcios, conforme consta dos papiros da época. Embora a medicina egípcia estivesse impregnada de magia e divindade, e empregasse, na cura das doenças, os encantamentos, os amuletos e o exorcismo, alguns historiadores veem indícios de perícia no Antigo Egito. Os sacerdotes médicos verificavam, por exemplo, se a morte fora violenta ou natural; a prática do embalsamento exigia a mesma verificação. As leis de Menés, o mais antigo faraó da história, mandavam adiar o castigo das mulheres grávidas, excluindo-as das penas aflitivas, o que implicava a intervenção do perito para o diagnóstico da gravidez. O Código de Hamurabi, uma compilação de leis sumerianas, previa penas severas para os casos de erro médico, o que subtendia a prova do erro.


    A legislação hebraica, superior às precedentes — porque exigia duas testemunhas para a condenação do suspeito, a responsabilidade das testemunhas e do juiz, a garantia dos tribunais, a publicidade dos debates, a igualdade perante a lei e a ausência de meios de tortura —, mostrava o sentimento de justiça unido à rigidez do dogma religioso. Segundo essa legislação, os conhecimentos médicos deveriam ser aplicados pelo sacerdote, que também exercia a função de médico.



João Baptista de Oliveira e Costa Júnior. Os primórdios da perícia médica.

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Julgue o item que se segue, com base nas ideias veiculadas no texto CG1A1. 

A oficialização, em 1532, da perícia médico-legal no Código Carolino é uma evidência de que essa atividade já era realizada na época da Renascença.
Alternativas
Q3210013 Português

Texto CG1A1



    Em Tratado de medicina legal, Agostinho José de Souza Lima define a perícia médica como toda sindicância promovida por autoridade policial ou judiciária acompanhada de exame e cujos peritos, dada a natureza do exame, são ou devem ser médicos. Disso decorre que o perito médico é a pessoa entendida e experimentada em temas de medicina que, designada pela autoridade competente, deverá esclarecer um fato de natureza médica mais ou menos duradouro.


    A perícia médico-legal surgiu da necessidade de solução para casos concretos. A princípio, havia apenas alguns vestígios de perícia médica nas legislações primitivas; depois, os indícios da prática ficaram mais evidentes, principalmente na Idade Média, até a atividade definir-se e concretizar-se na Renascença, com a sua instituição oficial no Código Carolino, em 1532.


    A perícia médico-legal já era tarefa do Estado desde o tempo dos egípcios, conforme consta dos papiros da época. Embora a medicina egípcia estivesse impregnada de magia e divindade, e empregasse, na cura das doenças, os encantamentos, os amuletos e o exorcismo, alguns historiadores veem indícios de perícia no Antigo Egito. Os sacerdotes médicos verificavam, por exemplo, se a morte fora violenta ou natural; a prática do embalsamento exigia a mesma verificação. As leis de Menés, o mais antigo faraó da história, mandavam adiar o castigo das mulheres grávidas, excluindo-as das penas aflitivas, o que implicava a intervenção do perito para o diagnóstico da gravidez. O Código de Hamurabi, uma compilação de leis sumerianas, previa penas severas para os casos de erro médico, o que subtendia a prova do erro.


    A legislação hebraica, superior às precedentes — porque exigia duas testemunhas para a condenação do suspeito, a responsabilidade das testemunhas e do juiz, a garantia dos tribunais, a publicidade dos debates, a igualdade perante a lei e a ausência de meios de tortura —, mostrava o sentimento de justiça unido à rigidez do dogma religioso. Segundo essa legislação, os conhecimentos médicos deveriam ser aplicados pelo sacerdote, que também exercia a função de médico.



João Baptista de Oliveira e Costa Júnior. Os primórdios da perícia médica.

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Julgue o item que se segue, com base nas ideias veiculadas no texto CG1A1. 

Infere-se do terceiro parágrafo do texto que, nos dias atuais, a atividade de perícia médico-legal é responsabilidade do Estado. 
Alternativas
Q3210012 Português

Texto CG1A1



    Em Tratado de medicina legal, Agostinho José de Souza Lima define a perícia médica como toda sindicância promovida por autoridade policial ou judiciária acompanhada de exame e cujos peritos, dada a natureza do exame, são ou devem ser médicos. Disso decorre que o perito médico é a pessoa entendida e experimentada em temas de medicina que, designada pela autoridade competente, deverá esclarecer um fato de natureza médica mais ou menos duradouro.


    A perícia médico-legal surgiu da necessidade de solução para casos concretos. A princípio, havia apenas alguns vestígios de perícia médica nas legislações primitivas; depois, os indícios da prática ficaram mais evidentes, principalmente na Idade Média, até a atividade definir-se e concretizar-se na Renascença, com a sua instituição oficial no Código Carolino, em 1532.


    A perícia médico-legal já era tarefa do Estado desde o tempo dos egípcios, conforme consta dos papiros da época. Embora a medicina egípcia estivesse impregnada de magia e divindade, e empregasse, na cura das doenças, os encantamentos, os amuletos e o exorcismo, alguns historiadores veem indícios de perícia no Antigo Egito. Os sacerdotes médicos verificavam, por exemplo, se a morte fora violenta ou natural; a prática do embalsamento exigia a mesma verificação. As leis de Menés, o mais antigo faraó da história, mandavam adiar o castigo das mulheres grávidas, excluindo-as das penas aflitivas, o que implicava a intervenção do perito para o diagnóstico da gravidez. O Código de Hamurabi, uma compilação de leis sumerianas, previa penas severas para os casos de erro médico, o que subtendia a prova do erro.


    A legislação hebraica, superior às precedentes — porque exigia duas testemunhas para a condenação do suspeito, a responsabilidade das testemunhas e do juiz, a garantia dos tribunais, a publicidade dos debates, a igualdade perante a lei e a ausência de meios de tortura —, mostrava o sentimento de justiça unido à rigidez do dogma religioso. Segundo essa legislação, os conhecimentos médicos deveriam ser aplicados pelo sacerdote, que também exercia a função de médico.



João Baptista de Oliveira e Costa Júnior. Os primórdios da perícia médica.

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Julgue o item que se segue, com base nas ideias veiculadas no texto CG1A1. 

Está implícita no texto a ideia de que todos os médicos são aptos ao exercício da perícia médico-legal.
Alternativas
Q3210011 Português

Texto CG1A1



    Em Tratado de medicina legal, Agostinho José de Souza Lima define a perícia médica como toda sindicância promovida por autoridade policial ou judiciária acompanhada de exame e cujos peritos, dada a natureza do exame, são ou devem ser médicos. Disso decorre que o perito médico é a pessoa entendida e experimentada em temas de medicina que, designada pela autoridade competente, deverá esclarecer um fato de natureza médica mais ou menos duradouro.


    A perícia médico-legal surgiu da necessidade de solução para casos concretos. A princípio, havia apenas alguns vestígios de perícia médica nas legislações primitivas; depois, os indícios da prática ficaram mais evidentes, principalmente na Idade Média, até a atividade definir-se e concretizar-se na Renascença, com a sua instituição oficial no Código Carolino, em 1532.


    A perícia médico-legal já era tarefa do Estado desde o tempo dos egípcios, conforme consta dos papiros da época. Embora a medicina egípcia estivesse impregnada de magia e divindade, e empregasse, na cura das doenças, os encantamentos, os amuletos e o exorcismo, alguns historiadores veem indícios de perícia no Antigo Egito. Os sacerdotes médicos verificavam, por exemplo, se a morte fora violenta ou natural; a prática do embalsamento exigia a mesma verificação. As leis de Menés, o mais antigo faraó da história, mandavam adiar o castigo das mulheres grávidas, excluindo-as das penas aflitivas, o que implicava a intervenção do perito para o diagnóstico da gravidez. O Código de Hamurabi, uma compilação de leis sumerianas, previa penas severas para os casos de erro médico, o que subtendia a prova do erro.


    A legislação hebraica, superior às precedentes — porque exigia duas testemunhas para a condenação do suspeito, a responsabilidade das testemunhas e do juiz, a garantia dos tribunais, a publicidade dos debates, a igualdade perante a lei e a ausência de meios de tortura —, mostrava o sentimento de justiça unido à rigidez do dogma religioso. Segundo essa legislação, os conhecimentos médicos deveriam ser aplicados pelo sacerdote, que também exercia a função de médico.



João Baptista de Oliveira e Costa Júnior. Os primórdios da perícia médica.

Internet: <www.revistas.usp.br> (com adaptações).

Julgue o item que se segue, com base nas ideias veiculadas no texto CG1A1. 



A necessidade de solução para casos concretos originou a prática da perícia médico-legal.

Alternativas
Q3209892 Português
Origem do Universo

      Na astronomia, o Universo corresponde ao conjunto de toda a matéria, energia, espaço e tempo existente. Ele reúne os astros: planetas, cometas, estrelas, galáxias, nebulosas, satélites, entre outros.
        O Universo é, portanto, mais que um local imenso, ele é tudo, e engloba tudo o que existe. Para muitos, infinito.
Note que do latim, a palavra universum significa “todo inteiro” ou “tudo em um só”.
       Segundo a teoria criada pelo astrônomo George Lemaître (1894-1966), o Universo tem uma origem comum, a partir da qual tudo se originou. Esta teoria foi confirmada pelo astrônomo norte-americano Edwin Hubble, que verificou que as galáxias estão em constante expansão e afastamento.
       A teoria do Big Bang diz que toda matéria e energia se concentravam em um ponto superdenso e quente, conhecido como singularidade. A partir deste ponto, o Universo se expandiu num processo conhecido como inflação, que durou uma fração infinitesimal de tempo.
        Uma série de transformações continuou a acontecer por bilhões de anos, até a estrutura com a qual o conhecemos hoje. O Universo foi se expandindo cada vez mais, de forma que foi se resfriando, dando origem aos diversos astros.

Fonte: Toda Matéria. Adaptado.
De acordo com o texto, no excerto “Esta teoria foi confirmada pelo astrônomo norte-americano Edwin Hubble, que verificou que as galáxias estão em constante expansão e afastamento” (3º parágrafo), o pronome “que” (sublinhado) retoma o termo:
Alternativas
Q3209891 Português
Origem do Universo

      Na astronomia, o Universo corresponde ao conjunto de toda a matéria, energia, espaço e tempo existente. Ele reúne os astros: planetas, cometas, estrelas, galáxias, nebulosas, satélites, entre outros.
        O Universo é, portanto, mais que um local imenso, ele é tudo, e engloba tudo o que existe. Para muitos, infinito.
Note que do latim, a palavra universum significa “todo inteiro” ou “tudo em um só”.
       Segundo a teoria criada pelo astrônomo George Lemaître (1894-1966), o Universo tem uma origem comum, a partir da qual tudo se originou. Esta teoria foi confirmada pelo astrônomo norte-americano Edwin Hubble, que verificou que as galáxias estão em constante expansão e afastamento.
       A teoria do Big Bang diz que toda matéria e energia se concentravam em um ponto superdenso e quente, conhecido como singularidade. A partir deste ponto, o Universo se expandiu num processo conhecido como inflação, que durou uma fração infinitesimal de tempo.
        Uma série de transformações continuou a acontecer por bilhões de anos, até a estrutura com a qual o conhecemos hoje. O Universo foi se expandindo cada vez mais, de forma que foi se resfriando, dando origem aos diversos astros.

Fonte: Toda Matéria. Adaptado.
Considerando-se o texto, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) De acordo com as ideias de George Lemaître, o Universo surgiu de um ponto comum, a partir do qual tudo passou a existir.
( ) Edwin Hubble confirmou que as galáxias estão em constantes expansão e afastamento.
( ) Segundo a teoria do Big Bang, o Universo surgiu de um ponto frio e houve uma contração a partir da qual tudo se originou.
( ) O universo é finito e engloba tudo que existe, pois ele é a origem de tudo.
Alternativas
Q3209768 Português

A cidade maravilhosa foi palco de muitas manifestações.


A figura de linguagem que está presente na frase acima é:

Alternativas
Q3209753 Português
Leia com atenção o verbete de dicionário abaixo:
Significado de Pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico 
Classe gramatical: substantivo masculino e adjetivo
Separação silábica: pneu-mo-ultra-mi-cros-co-pi-cos-si-li-co-vul-ca-no-co-ni-ó-ti-co
Relacionado com a doença que ataca os pulmões, causada pela inalação de cinzas vulcânicas, provenientes de vulcões.Refere-se à pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiose (doença).
Etimologia (origem da palavra pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico). A palavra pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico deriva da junção de pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiose, e do sufixo -ótico.
(Acesso na data de 09/01/2025 em https://www.dicio.com.br/pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiotico)
O texto acima é um:
Alternativas
Q3209748 Português
A arte de não fazer nada nas férias

Pare para rever como foi o seu ano. Muito provavelmente, você acordava a toda, ouvia notícias no rádio ou lia o seu jornal de manhã, aproveitava para ouvir um podcast ou, novamente, notícias indo para o trabalho.

Desde cedo era avisado de que uma mensagem nova havia chegado no seu WhatsApp e, ao longo do dia e praticamente até a hora de dormir, o barulhinho da chegada de novas mensagens o acompanhava. Tinha de responder a e-mails no trabalho, participar de reuniões, elaborar e entregar projetos. E, em meio a tantas demandas, certamente deve ter encontrado tempo para dedicar à sua família, filhos ou amigos. Depois vieram as festas de fim de ano, incluindo as de confraternização, os happy hour com colegas. A verdade é que as entregas laborais, intelectuais e emocionais provavelmente foram tantas que, ano novo começando, você ainda se sente exausto, intoxicado.

Por isso é necessário descansar nas férias, realmente dar um repouso ao cérebro e ao corpo. A arte das férias sem fazer nada significa que você deva ficar de papo para o ar o tempo todo? Claro que não! Apenas dar o tempo necessário para que a sua mente e o seu corpo relaxem e possam fazer um reset. Assim com o motor de um carro ou o HD do seu computador, se não os desligarmos de tempos em tempos, eles vão fundir.

Permitir-se ficar ao sabor do vento, sem fazer nada, é investir em bem-estar. Cada um vai encontrar a solução que lhe convém para as suas férias, pois elas são muito particulares, mas eis as dicas que eu daria.

Afaste-se do mundo online

Ninguém morre se passar uma semana ou duas sem entrar nas redes sociais e sem responder a mensagens de WhatsApp. Muitas pessoas hoje, inclusive, anunciam em suas fotos no perfil desse aplicativo que estão em férias.

O afastamento deve ser físico. Afaste-se do seu celular quando estiver passeando, curtindo com sua família ou amigos e, principalmente, na hora de ir para a mesa fazer as suas refeições e para o quarto dormir.

Repouso absoluto

Procure reservar um tempinho para cochilar no meio do dia. Já se mostrou que a soneca pode ajudar a aliviar o estresse, o que é muito bem-vindo especialmente no início das suas férias.

De noite, invista em uma boa higiene do sono, procurando não levar coisas que o distraiam para o quarto (TV, celular etc.) e repousar ao menos 8 horas por noite.

Esqueça os alarmes e notificações

Desative as notificações do celular e, principalmente, o alarme do celular. Você está em férias e, se pode esticar um pouco mais na cama, por que não?

Aproveite a coisas simples que a vida lhe oferece

No corre-corre do dia a dia, dificilmente nos permitimos parar para a olhar o céu, escutar o canto de um pássaro... Que tal tirar o sapato para pisar na grama ou na terra, ouvir uma música, caminhar?

Simplicidade é isso: deixar de lado as coisas não essenciais e abrir espaço para as pequenas coisas que ficam esquecidas e que importam para cada um de nós. Praticar a simplicidade melhora a saúde mental e a satisfação com a vida.

Seja quem você é

Você que veste um ou mais chapéus por dia (as posições que você ocupa), deixe-os de lado e seja apenas você.

Aprenda a desacelerar

As férias são uma oportunidade bacana para reaprendermos a puxar o freio e desacelerar, para respirar profundamente, para fazer as coisas no modo "slow", aproveitando das pequenas coisas ao nosso redor e especialmente das pessoas que nos são significativas.

Leia mais em:
https://forbes.com.br/forbessaude/2025/01/arthur-guerra-a-arte-de-naofazer-nada-nas-ferias/
Pode-se compreender do texto que:
Alternativas
Q3209747 Português
A arte de não fazer nada nas férias

Pare para rever como foi o seu ano. Muito provavelmente, você acordava a toda, ouvia notícias no rádio ou lia o seu jornal de manhã, aproveitava para ouvir um podcast ou, novamente, notícias indo para o trabalho.

Desde cedo era avisado de que uma mensagem nova havia chegado no seu WhatsApp e, ao longo do dia e praticamente até a hora de dormir, o barulhinho da chegada de novas mensagens o acompanhava. Tinha de responder a e-mails no trabalho, participar de reuniões, elaborar e entregar projetos. E, em meio a tantas demandas, certamente deve ter encontrado tempo para dedicar à sua família, filhos ou amigos. Depois vieram as festas de fim de ano, incluindo as de confraternização, os happy hour com colegas. A verdade é que as entregas laborais, intelectuais e emocionais provavelmente foram tantas que, ano novo começando, você ainda se sente exausto, intoxicado.

Por isso é necessário descansar nas férias, realmente dar um repouso ao cérebro e ao corpo. A arte das férias sem fazer nada significa que você deva ficar de papo para o ar o tempo todo? Claro que não! Apenas dar o tempo necessário para que a sua mente e o seu corpo relaxem e possam fazer um reset. Assim com o motor de um carro ou o HD do seu computador, se não os desligarmos de tempos em tempos, eles vão fundir.

Permitir-se ficar ao sabor do vento, sem fazer nada, é investir em bem-estar. Cada um vai encontrar a solução que lhe convém para as suas férias, pois elas são muito particulares, mas eis as dicas que eu daria.

Afaste-se do mundo online

Ninguém morre se passar uma semana ou duas sem entrar nas redes sociais e sem responder a mensagens de WhatsApp. Muitas pessoas hoje, inclusive, anunciam em suas fotos no perfil desse aplicativo que estão em férias.

O afastamento deve ser físico. Afaste-se do seu celular quando estiver passeando, curtindo com sua família ou amigos e, principalmente, na hora de ir para a mesa fazer as suas refeições e para o quarto dormir.

Repouso absoluto

Procure reservar um tempinho para cochilar no meio do dia. Já se mostrou que a soneca pode ajudar a aliviar o estresse, o que é muito bem-vindo especialmente no início das suas férias.

De noite, invista em uma boa higiene do sono, procurando não levar coisas que o distraiam para o quarto (TV, celular etc.) e repousar ao menos 8 horas por noite.

Esqueça os alarmes e notificações

Desative as notificações do celular e, principalmente, o alarme do celular. Você está em férias e, se pode esticar um pouco mais na cama, por que não?

Aproveite a coisas simples que a vida lhe oferece

No corre-corre do dia a dia, dificilmente nos permitimos parar para a olhar o céu, escutar o canto de um pássaro... Que tal tirar o sapato para pisar na grama ou na terra, ouvir uma música, caminhar?

Simplicidade é isso: deixar de lado as coisas não essenciais e abrir espaço para as pequenas coisas que ficam esquecidas e que importam para cada um de nós. Praticar a simplicidade melhora a saúde mental e a satisfação com a vida.

Seja quem você é

Você que veste um ou mais chapéus por dia (as posições que você ocupa), deixe-os de lado e seja apenas você.

Aprenda a desacelerar

As férias são uma oportunidade bacana para reaprendermos a puxar o freio e desacelerar, para respirar profundamente, para fazer as coisas no modo "slow", aproveitando das pequenas coisas ao nosso redor e especialmente das pessoas que nos são significativas.

Leia mais em:
https://forbes.com.br/forbessaude/2025/01/arthur-guerra-a-arte-de-naofazer-nada-nas-ferias/
Pode-se inferir do texto que:
Alternativas
Q3209746 Português
A arte de não fazer nada nas férias

Pare para rever como foi o seu ano. Muito provavelmente, você acordava a toda, ouvia notícias no rádio ou lia o seu jornal de manhã, aproveitava para ouvir um podcast ou, novamente, notícias indo para o trabalho.

Desde cedo era avisado de que uma mensagem nova havia chegado no seu WhatsApp e, ao longo do dia e praticamente até a hora de dormir, o barulhinho da chegada de novas mensagens o acompanhava. Tinha de responder a e-mails no trabalho, participar de reuniões, elaborar e entregar projetos. E, em meio a tantas demandas, certamente deve ter encontrado tempo para dedicar à sua família, filhos ou amigos. Depois vieram as festas de fim de ano, incluindo as de confraternização, os happy hour com colegas. A verdade é que as entregas laborais, intelectuais e emocionais provavelmente foram tantas que, ano novo começando, você ainda se sente exausto, intoxicado.

Por isso é necessário descansar nas férias, realmente dar um repouso ao cérebro e ao corpo. A arte das férias sem fazer nada significa que você deva ficar de papo para o ar o tempo todo? Claro que não! Apenas dar o tempo necessário para que a sua mente e o seu corpo relaxem e possam fazer um reset. Assim com o motor de um carro ou o HD do seu computador, se não os desligarmos de tempos em tempos, eles vão fundir.

Permitir-se ficar ao sabor do vento, sem fazer nada, é investir em bem-estar. Cada um vai encontrar a solução que lhe convém para as suas férias, pois elas são muito particulares, mas eis as dicas que eu daria.

Afaste-se do mundo online

Ninguém morre se passar uma semana ou duas sem entrar nas redes sociais e sem responder a mensagens de WhatsApp. Muitas pessoas hoje, inclusive, anunciam em suas fotos no perfil desse aplicativo que estão em férias.

O afastamento deve ser físico. Afaste-se do seu celular quando estiver passeando, curtindo com sua família ou amigos e, principalmente, na hora de ir para a mesa fazer as suas refeições e para o quarto dormir.

Repouso absoluto

Procure reservar um tempinho para cochilar no meio do dia. Já se mostrou que a soneca pode ajudar a aliviar o estresse, o que é muito bem-vindo especialmente no início das suas férias.

De noite, invista em uma boa higiene do sono, procurando não levar coisas que o distraiam para o quarto (TV, celular etc.) e repousar ao menos 8 horas por noite.

Esqueça os alarmes e notificações

Desative as notificações do celular e, principalmente, o alarme do celular. Você está em férias e, se pode esticar um pouco mais na cama, por que não?

Aproveite a coisas simples que a vida lhe oferece

No corre-corre do dia a dia, dificilmente nos permitimos parar para a olhar o céu, escutar o canto de um pássaro... Que tal tirar o sapato para pisar na grama ou na terra, ouvir uma música, caminhar?

Simplicidade é isso: deixar de lado as coisas não essenciais e abrir espaço para as pequenas coisas que ficam esquecidas e que importam para cada um de nós. Praticar a simplicidade melhora a saúde mental e a satisfação com a vida.

Seja quem você é

Você que veste um ou mais chapéus por dia (as posições que você ocupa), deixe-os de lado e seja apenas você.

Aprenda a desacelerar

As férias são uma oportunidade bacana para reaprendermos a puxar o freio e desacelerar, para respirar profundamente, para fazer as coisas no modo "slow", aproveitando das pequenas coisas ao nosso redor e especialmente das pessoas que nos são significativas.

Leia mais em:
https://forbes.com.br/forbessaude/2025/01/arthur-guerra-a-arte-de-naofazer-nada-nas-ferias/
Pode-se interpretar do texto que:
Alternativas
Q3209615 Português

Texto CG4A1



      Globalmente, as mulheres representam de 8% a 17% da força de trabalho na mineração. O Brasil está na ponta positiva do espectro, com representação média feminina de 17% — ainda que os números sejam mais baixos que os do setor industrial brasileiro em geral, em que esse percentual fica em torno de 25%. Na alta liderança, as mulheres representam 20% dos cargos de chefia e 21% dos conselhos administrativos na mineração.


     De acordo com uma pesquisa global da McKinsey, além de colocar em prática valores de igualdade e equidade, a diversidade melhora o desempenho operacional. Equipes diversas são mais produtivas, aderindo 11% mais ao cronograma de produção; têm práticas mais seguras, com uma frequência de acidentes 67% menor; e são mais criativas e resilientes.


      Signatária dos Princípios de Empoderamento da Mulher da ONU, uma mineradora global criou, em 2018, um programa de trainee 100% feminino e, no ano seguinte, realizou seu primeiro processo seletivo exclusivo para mulheres engenheiras, analistas e gestoras. A medida tem impulsionado o índice de participação feminina da empresa, que passou de 13% para 22% entre 2019 e 2022.


     Há, ainda, um obstáculo anterior, como aponta uma gerente de governança do setor: “A mineração tem muitos cargos em ciências exatas, mas não encontramos muitas universitárias nesses cursos”.


      De fato, se, por um lado, as brasileiras têm maior grau de escolaridade do que os homens, por outro, elas são minoria nos cursos de STEM (ciências, tecnologia, engenharias e matemática): 10% das universitárias e 28% de homens universitários estão matriculados em graduações nessas áreas.


     A fim de vencer esse obstáculo, mineradoras globais passaram a oferecer, em parceria com universidades, bolsas de estudos para mulheres nas áreas de engenharia e ciências exatas. 


Internet: <braziljournal.com> (com adaptações).


Julgue o item seguinte, acerca de aspectos linguísticos e do vocabulário empregado no texto CG4A1.

A coerência do texto e a correção gramatical seriam mantidas caso a locução verbal “tem impulsionado” (segundo período do terceiro parágrafo) fosse substituída por impulsionou.
Alternativas
Q3209613 Português

Texto CG4A1



      Globalmente, as mulheres representam de 8% a 17% da força de trabalho na mineração. O Brasil está na ponta positiva do espectro, com representação média feminina de 17% — ainda que os números sejam mais baixos que os do setor industrial brasileiro em geral, em que esse percentual fica em torno de 25%. Na alta liderança, as mulheres representam 20% dos cargos de chefia e 21% dos conselhos administrativos na mineração.


     De acordo com uma pesquisa global da McKinsey, além de colocar em prática valores de igualdade e equidade, a diversidade melhora o desempenho operacional. Equipes diversas são mais produtivas, aderindo 11% mais ao cronograma de produção; têm práticas mais seguras, com uma frequência de acidentes 67% menor; e são mais criativas e resilientes.


      Signatária dos Princípios de Empoderamento da Mulher da ONU, uma mineradora global criou, em 2018, um programa de trainee 100% feminino e, no ano seguinte, realizou seu primeiro processo seletivo exclusivo para mulheres engenheiras, analistas e gestoras. A medida tem impulsionado o índice de participação feminina da empresa, que passou de 13% para 22% entre 2019 e 2022.


     Há, ainda, um obstáculo anterior, como aponta uma gerente de governança do setor: “A mineração tem muitos cargos em ciências exatas, mas não encontramos muitas universitárias nesses cursos”.


      De fato, se, por um lado, as brasileiras têm maior grau de escolaridade do que os homens, por outro, elas são minoria nos cursos de STEM (ciências, tecnologia, engenharias e matemática): 10% das universitárias e 28% de homens universitários estão matriculados em graduações nessas áreas.


     A fim de vencer esse obstáculo, mineradoras globais passaram a oferecer, em parceria com universidades, bolsas de estudos para mulheres nas áreas de engenharia e ciências exatas. 


Internet: <braziljournal.com> (com adaptações).


Julgue o item seguinte, acerca de aspectos linguísticos e do vocabulário empregado no texto CG4A1.

No penúltimo parágrafo, com o emprego das expressões “por um lado” e “por outro”, o autor do texto evidencia o antagonismo entre os dois fatos apresentados. 
Alternativas
Respostas
15781: C
15782: C
15783: E
15784: C
15785: E
15786: E
15787: E
15788: C
15789: C
15790: E
15791: C
15792: C
15793: A
15794: A
15795: B
15796: B
15797: B
15798: D
15799: C
15800: E