Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q3209113 Português

Leia o texto para responder à questão. 



    Existem as pessoas bibliófilas (do grego biblíon, “livro”, e philos, “amigo”): quase sempre intelectuais, adoram ter livros raros, edições únicas, várias traduções dos mesmos textos. Reúnem coleções catalogadas que podem ser utilíssimas para pesquisadores. Existem as pessoas acumuladoras: adoram ter uma enorme quantidade de objetos, incluindo livros. Via de regra, o termo já designa uma patologia: pessoas que acumulam itens porque simplesmente não conseguem jogá-los fora. E, portanto, são também incapazes de catalogar, cuidar, organizar, até mesmo limpar seus objetos.


    E existimos nós, pobres mortais que não temos nem a seriedade e o senso de propósito das bibliófilas, e nem a patologia descontrolada das acumuladoras, mas que, sim, vamos comprando livros pela vida e, na semana seguinte, antes de termos lido qualquer uma das compras da anterior, já estamos comprando novos, que vão se acumulando sem serem lidos. 


    Para o escritor Roberto Calasso, autor de Como organizar uma biblioteca, bibliotecas deveriam ser organizadas de forma aleatória e lúdica, um lugar para o usuário se perder e, quem sabe, encontrar um livro ainda melhor quando se está buscando por outro apenas adequado. Mais importante, toda boa biblioteca é comprada no presente, mas para ser útil no futuro. “Nada tira o fascínio de ter nas mãos — na hora — um livro de cuja necessidade não se sabia até um momento antes”, escreve ele.


(Alex Castro. ‘Tsundoku’, a arte de acumular livros. Revista Quatro Cinco Um. Julho de 2024. Adaptado)

No início do texto, o autor faz uma distinção entre pessoas bibliófilas e pessoas acumuladoras, a qual se fundamenta no fato de que
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Q3209112 Português

Leia a tira para responder à questão. 


Q1_2.png (576×196)


(André Dahmer. Malvados. Disponível em: https://x.com/malvados/status/1816120956294738421)

Em “Como a vida durante o dia era dura, as pessoas se anestesiavam vendo televisão à noite” (1o quadro), a palavra como pode ser substituída, mantendo-se o sentido original, por
Alternativas
Q3209058 Português
Leia o texto para responder à questão.


Noivos


    Na sala de espera do cardiologista, abro uma revista, folheio e paro nas páginas que falam de casamentos milionários. Em um deles, só os bem-casados custaram 20 mil reais. Nossa! O preço de um belo jantar para 200 pessoas. 

    Esses casamentos de revista foram perfeitos, pelo menos nas histórias impressas. Nem sempre é assim.

    Meu primo, por exemplo, esqueceu as alianças. Não propriamente esqueceu: na verdade, não comprou, era contra e, noivo de primeira viagem, não sabia que elas fazem parte da cerimônia. Um dos casais convidados emprestou-lhe as alianças, entre cochichos, enquanto o padre sorria, supondo que fosse esquecimento do noivo afobado.

    Maio, setembro, dezembro, não se sabe bem por quê, são meses de pico de casamentos. Faltam salões de festas. Há bufês de dois andares que fazem festas simultâneas. Estive em um em que os bem-casados estavam trocados.

    – Cadê aqueles dentro de saquinhos bordados com as iniciais dos noivos, que mandei fazer em Minas? – queria saber a mãe da noiva de cima.

    Estavam embaixo. “Oh, não!” Desespero, correria, põe tudo nas caixas, sobe caixa, desce caixa, rearranja. Ufa!

    E as noivas atrasadas? A filha de um conhecido chegou na hora, deu um abraço no pai na porta da igreja, conforme o figurino, e soou a marcha nupcial, pai e filha entraram pelo tapete vermelho e começaram os murmúrios. Ela firme, olhos no fim do tapete onde o padre esperava, e mais murmúrios e murmúrios. Ela não entendia, pensou que fosse o sucesso do vestido, até que, ao chegar ao altar, ela olhou para o lado e exclamou: 

    – Este não é o meu noivo!

    O noivo dela se atrasara; aquele diante do altar aguardava a noiva dele, que estava atrasadíssima. 

    Desfeita a trapalhada com a chegada do noivo certo e a retirada gentil do noivo sem noiva, que cedeu a precedência da cerimônia, casou-se a filha do meu conhecido. Sensibilizada com a gentileza do rapaz.

    Este, certamente irritado com o atraso da própria noiva, mas também admirado com a beleza da outra, confidenciou a um padrinho amigão: teria levado vantagem com a troca.

(Ivan Angelo. Veja SP, 19.07.2006. Adaptado)
Considere a frase.

Houve uma grande trapalhada na noite do casamento, e o que desfez essa trapalhada foi a chegada do noivo certo.

O trecho destacado nessa frase pode ser substituído, corretamente, por:
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Q3209057 Português
Leia o texto para responder à questão.


Noivos


    Na sala de espera do cardiologista, abro uma revista, folheio e paro nas páginas que falam de casamentos milionários. Em um deles, só os bem-casados custaram 20 mil reais. Nossa! O preço de um belo jantar para 200 pessoas. 

    Esses casamentos de revista foram perfeitos, pelo menos nas histórias impressas. Nem sempre é assim.

    Meu primo, por exemplo, esqueceu as alianças. Não propriamente esqueceu: na verdade, não comprou, era contra e, noivo de primeira viagem, não sabia que elas fazem parte da cerimônia. Um dos casais convidados emprestou-lhe as alianças, entre cochichos, enquanto o padre sorria, supondo que fosse esquecimento do noivo afobado.

    Maio, setembro, dezembro, não se sabe bem por quê, são meses de pico de casamentos. Faltam salões de festas. Há bufês de dois andares que fazem festas simultâneas. Estive em um em que os bem-casados estavam trocados.

    – Cadê aqueles dentro de saquinhos bordados com as iniciais dos noivos, que mandei fazer em Minas? – queria saber a mãe da noiva de cima.

    Estavam embaixo. “Oh, não!” Desespero, correria, põe tudo nas caixas, sobe caixa, desce caixa, rearranja. Ufa!

    E as noivas atrasadas? A filha de um conhecido chegou na hora, deu um abraço no pai na porta da igreja, conforme o figurino, e soou a marcha nupcial, pai e filha entraram pelo tapete vermelho e começaram os murmúrios. Ela firme, olhos no fim do tapete onde o padre esperava, e mais murmúrios e murmúrios. Ela não entendia, pensou que fosse o sucesso do vestido, até que, ao chegar ao altar, ela olhou para o lado e exclamou: 

    – Este não é o meu noivo!

    O noivo dela se atrasara; aquele diante do altar aguardava a noiva dele, que estava atrasadíssima. 

    Desfeita a trapalhada com a chegada do noivo certo e a retirada gentil do noivo sem noiva, que cedeu a precedência da cerimônia, casou-se a filha do meu conhecido. Sensibilizada com a gentileza do rapaz.

    Este, certamente irritado com o atraso da própria noiva, mas também admirado com a beleza da outra, confidenciou a um padrinho amigão: teria levado vantagem com a troca.

(Ivan Angelo. Veja SP, 19.07.2006. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o trecho do terceiro parágrafo “... o padre sorria, supondo que fosse esquecimento do noivo afobado.” está reescrito preservando o sentido do texto.
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Q3209054 Português
Leia o texto para responder à questão.


Noivos


    Na sala de espera do cardiologista, abro uma revista, folheio e paro nas páginas que falam de casamentos milionários. Em um deles, só os bem-casados custaram 20 mil reais. Nossa! O preço de um belo jantar para 200 pessoas. 

    Esses casamentos de revista foram perfeitos, pelo menos nas histórias impressas. Nem sempre é assim.

    Meu primo, por exemplo, esqueceu as alianças. Não propriamente esqueceu: na verdade, não comprou, era contra e, noivo de primeira viagem, não sabia que elas fazem parte da cerimônia. Um dos casais convidados emprestou-lhe as alianças, entre cochichos, enquanto o padre sorria, supondo que fosse esquecimento do noivo afobado.

    Maio, setembro, dezembro, não se sabe bem por quê, são meses de pico de casamentos. Faltam salões de festas. Há bufês de dois andares que fazem festas simultâneas. Estive em um em que os bem-casados estavam trocados.

    – Cadê aqueles dentro de saquinhos bordados com as iniciais dos noivos, que mandei fazer em Minas? – queria saber a mãe da noiva de cima.

    Estavam embaixo. “Oh, não!” Desespero, correria, põe tudo nas caixas, sobe caixa, desce caixa, rearranja. Ufa!

    E as noivas atrasadas? A filha de um conhecido chegou na hora, deu um abraço no pai na porta da igreja, conforme o figurino, e soou a marcha nupcial, pai e filha entraram pelo tapete vermelho e começaram os murmúrios. Ela firme, olhos no fim do tapete onde o padre esperava, e mais murmúrios e murmúrios. Ela não entendia, pensou que fosse o sucesso do vestido, até que, ao chegar ao altar, ela olhou para o lado e exclamou: 

    – Este não é o meu noivo!

    O noivo dela se atrasara; aquele diante do altar aguardava a noiva dele, que estava atrasadíssima. 

    Desfeita a trapalhada com a chegada do noivo certo e a retirada gentil do noivo sem noiva, que cedeu a precedência da cerimônia, casou-se a filha do meu conhecido. Sensibilizada com a gentileza do rapaz.

    Este, certamente irritado com o atraso da própria noiva, mas também admirado com a beleza da outra, confidenciou a um padrinho amigão: teria levado vantagem com a troca.

(Ivan Angelo. Veja SP, 19.07.2006. Adaptado)
No primeiro parágrafo, ao declarar que os bem-casados custaram 20 mil reais e que esse seria o mesmo preço de um belo jantar para 200 pessoas, o autor 
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Q3209053 Português
Leia o texto para responder à questão.


Noivos


    Na sala de espera do cardiologista, abro uma revista, folheio e paro nas páginas que falam de casamentos milionários. Em um deles, só os bem-casados custaram 20 mil reais. Nossa! O preço de um belo jantar para 200 pessoas. 

    Esses casamentos de revista foram perfeitos, pelo menos nas histórias impressas. Nem sempre é assim.

    Meu primo, por exemplo, esqueceu as alianças. Não propriamente esqueceu: na verdade, não comprou, era contra e, noivo de primeira viagem, não sabia que elas fazem parte da cerimônia. Um dos casais convidados emprestou-lhe as alianças, entre cochichos, enquanto o padre sorria, supondo que fosse esquecimento do noivo afobado.

    Maio, setembro, dezembro, não se sabe bem por quê, são meses de pico de casamentos. Faltam salões de festas. Há bufês de dois andares que fazem festas simultâneas. Estive em um em que os bem-casados estavam trocados.

    – Cadê aqueles dentro de saquinhos bordados com as iniciais dos noivos, que mandei fazer em Minas? – queria saber a mãe da noiva de cima.

    Estavam embaixo. “Oh, não!” Desespero, correria, põe tudo nas caixas, sobe caixa, desce caixa, rearranja. Ufa!

    E as noivas atrasadas? A filha de um conhecido chegou na hora, deu um abraço no pai na porta da igreja, conforme o figurino, e soou a marcha nupcial, pai e filha entraram pelo tapete vermelho e começaram os murmúrios. Ela firme, olhos no fim do tapete onde o padre esperava, e mais murmúrios e murmúrios. Ela não entendia, pensou que fosse o sucesso do vestido, até que, ao chegar ao altar, ela olhou para o lado e exclamou: 

    – Este não é o meu noivo!

    O noivo dela se atrasara; aquele diante do altar aguardava a noiva dele, que estava atrasadíssima. 

    Desfeita a trapalhada com a chegada do noivo certo e a retirada gentil do noivo sem noiva, que cedeu a precedência da cerimônia, casou-se a filha do meu conhecido. Sensibilizada com a gentileza do rapaz.

    Este, certamente irritado com o atraso da própria noiva, mas também admirado com a beleza da outra, confidenciou a um padrinho amigão: teria levado vantagem com a troca.

(Ivan Angelo. Veja SP, 19.07.2006. Adaptado)
No sétimo parágrafo, ao afirmar “conforme o figurino”, o autor quer dizer que
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Q3209052 Português
Leia o texto para responder à questão.


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    Na sala de espera do cardiologista, abro uma revista, folheio e paro nas páginas que falam de casamentos milionários. Em um deles, só os bem-casados custaram 20 mil reais. Nossa! O preço de um belo jantar para 200 pessoas. 

    Esses casamentos de revista foram perfeitos, pelo menos nas histórias impressas. Nem sempre é assim.

    Meu primo, por exemplo, esqueceu as alianças. Não propriamente esqueceu: na verdade, não comprou, era contra e, noivo de primeira viagem, não sabia que elas fazem parte da cerimônia. Um dos casais convidados emprestou-lhe as alianças, entre cochichos, enquanto o padre sorria, supondo que fosse esquecimento do noivo afobado.

    Maio, setembro, dezembro, não se sabe bem por quê, são meses de pico de casamentos. Faltam salões de festas. Há bufês de dois andares que fazem festas simultâneas. Estive em um em que os bem-casados estavam trocados.

    – Cadê aqueles dentro de saquinhos bordados com as iniciais dos noivos, que mandei fazer em Minas? – queria saber a mãe da noiva de cima.

    Estavam embaixo. “Oh, não!” Desespero, correria, põe tudo nas caixas, sobe caixa, desce caixa, rearranja. Ufa!

    E as noivas atrasadas? A filha de um conhecido chegou na hora, deu um abraço no pai na porta da igreja, conforme o figurino, e soou a marcha nupcial, pai e filha entraram pelo tapete vermelho e começaram os murmúrios. Ela firme, olhos no fim do tapete onde o padre esperava, e mais murmúrios e murmúrios. Ela não entendia, pensou que fosse o sucesso do vestido, até que, ao chegar ao altar, ela olhou para o lado e exclamou: 

    – Este não é o meu noivo!

    O noivo dela se atrasara; aquele diante do altar aguardava a noiva dele, que estava atrasadíssima. 

    Desfeita a trapalhada com a chegada do noivo certo e a retirada gentil do noivo sem noiva, que cedeu a precedência da cerimônia, casou-se a filha do meu conhecido. Sensibilizada com a gentileza do rapaz.

    Este, certamente irritado com o atraso da própria noiva, mas também admirado com a beleza da outra, confidenciou a um padrinho amigão: teria levado vantagem com a troca.

(Ivan Angelo. Veja SP, 19.07.2006. Adaptado)
Com base nas informações do texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q3209051 Português
Leia o texto para responder à questão.


Noivos


    Na sala de espera do cardiologista, abro uma revista, folheio e paro nas páginas que falam de casamentos milionários. Em um deles, só os bem-casados custaram 20 mil reais. Nossa! O preço de um belo jantar para 200 pessoas. 

    Esses casamentos de revista foram perfeitos, pelo menos nas histórias impressas. Nem sempre é assim.

    Meu primo, por exemplo, esqueceu as alianças. Não propriamente esqueceu: na verdade, não comprou, era contra e, noivo de primeira viagem, não sabia que elas fazem parte da cerimônia. Um dos casais convidados emprestou-lhe as alianças, entre cochichos, enquanto o padre sorria, supondo que fosse esquecimento do noivo afobado.

    Maio, setembro, dezembro, não se sabe bem por quê, são meses de pico de casamentos. Faltam salões de festas. Há bufês de dois andares que fazem festas simultâneas. Estive em um em que os bem-casados estavam trocados.

    – Cadê aqueles dentro de saquinhos bordados com as iniciais dos noivos, que mandei fazer em Minas? – queria saber a mãe da noiva de cima.

    Estavam embaixo. “Oh, não!” Desespero, correria, põe tudo nas caixas, sobe caixa, desce caixa, rearranja. Ufa!

    E as noivas atrasadas? A filha de um conhecido chegou na hora, deu um abraço no pai na porta da igreja, conforme o figurino, e soou a marcha nupcial, pai e filha entraram pelo tapete vermelho e começaram os murmúrios. Ela firme, olhos no fim do tapete onde o padre esperava, e mais murmúrios e murmúrios. Ela não entendia, pensou que fosse o sucesso do vestido, até que, ao chegar ao altar, ela olhou para o lado e exclamou: 

    – Este não é o meu noivo!

    O noivo dela se atrasara; aquele diante do altar aguardava a noiva dele, que estava atrasadíssima. 

    Desfeita a trapalhada com a chegada do noivo certo e a retirada gentil do noivo sem noiva, que cedeu a precedência da cerimônia, casou-se a filha do meu conhecido. Sensibilizada com a gentileza do rapaz.

    Este, certamente irritado com o atraso da própria noiva, mas também admirado com a beleza da outra, confidenciou a um padrinho amigão: teria levado vantagem com a troca.

(Ivan Angelo. Veja SP, 19.07.2006. Adaptado)
De acordo com as ideias do texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q3209022 Português
Museu do Artesanato Paraibano passa a integrar Rede
de Pesquisas das Américas



O Museu do Artesanato Paraibano Janete Costa, em João Pessoa, agora faz parte da Rede de Pesquisas das Américas (Arenet), sendo o primeiro museu do Brasil a fazer parte da rede. A iniciativa promove a colaboração e o intercâmbio entre as instituições, estudantes e acadêmicos por meio de programas de pesquisa.


Com um grande acervo, o Museu do Artesanato Paraibano tem muita diversidade na produção artesanal de todas as regiões do Estado. Além de preservar e valorizar o patrimônio cultural, gerando renda para os artesãos com a comercialização das peças e das diversas exposições.


O diretor do museu, Fábio Morais, destacou que a entrada na Arenet foi possível graças ao Encontro Ibero-americano de Artesanato e Arte Popular, realizado em João Pessoa na última segunda-feira (27).


A diretora-executiva da Arenet, Greta de Léon, participou desse encontro e, na terça, veio nos visitar. In loco, ela atestou, juntamente com outras autoridades, o potencial do Museu no ensino, na pesquisa, além de um acervo de memória muito rico. “Para nós, é uma alegria poder se conectar com instituições que possam fortalecer a cultura popular e o artesanato, trocando experiências e conhecimentos.”


Disponível em: https://portalcorreio.com.br. Acesso em: 01/02/2025.

De acordo com o texto, julgue como VERDADEIRA (V) ou FALSA (F) as seguintes afirmações.

( )O Museu do Artesanato Paraibano Janete Costa, em João Pessoa, está entre um dos primeiros museus do Brasil que integraram a Rede de Pesquisas das Américas.
( )O acervo do Museu do Artesanato Paraibano é composto da diversidade de peças artesanais produzidas em todas as regiões Ibero-americanas.
( ) Embora o Museu do Artesanato Paraibano tenha uma ínfima coleção de peças, beneficia a economia, gerando renda por meio da comercialização em diversas exposições.

A sequência CORRETA é:
Alternativas
Q3209021 Português
Museu do Artesanato Paraibano passa a integrar Rede
de Pesquisas das Américas



O Museu do Artesanato Paraibano Janete Costa, em João Pessoa, agora faz parte da Rede de Pesquisas das Américas (Arenet), sendo o primeiro museu do Brasil a fazer parte da rede. A iniciativa promove a colaboração e o intercâmbio entre as instituições, estudantes e acadêmicos por meio de programas de pesquisa.


Com um grande acervo, o Museu do Artesanato Paraibano tem muita diversidade na produção artesanal de todas as regiões do Estado. Além de preservar e valorizar o patrimônio cultural, gerando renda para os artesãos com a comercialização das peças e das diversas exposições.


O diretor do museu, Fábio Morais, destacou que a entrada na Arenet foi possível graças ao Encontro Ibero-americano de Artesanato e Arte Popular, realizado em João Pessoa na última segunda-feira (27).


A diretora-executiva da Arenet, Greta de Léon, participou desse encontro e, na terça, veio nos visitar. In loco, ela atestou, juntamente com outras autoridades, o potencial do Museu no ensino, na pesquisa, além de um acervo de memória muito rico. “Para nós, é uma alegria poder se conectar com instituições que possam fortalecer a cultura popular e o artesanato, trocando experiências e conhecimentos.”


Disponível em: https://portalcorreio.com.br. Acesso em: 01/02/2025.

O objetivo principal do texto é: 
Alternativas
Q3208646 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


Carnaval de Pernambuco: o melhor do planeta


    O carnaval é conhecido mundialmente como uma festa popular, democrática e alegre, durante a qual o povo afasta sua timidez e seus medos, libertando suas fantasias e desejos. Em Pernambuco, essa festa começa logo após a virada de ano, prolongando-se, inclusive, após a quartafeira de cinzas, dia proclamado nacionalmente para o encerramento da folia de momo.

    Na idade antiga, o carnaval era bastante festejado em Roma, durante sete dias do mês de dezembro, período em que as restrições morais eram relaxadas e os prazeres eram incessantemente buscados. Na idade média, as festas de carnaval eram brincadas de acordo com os costumes de cada cidade. Já na idade moderna, os bailes de fantasias e de máscaras e os desfiles em carros alegóricos tomaram conta de várias cidades, proclamando, especialmente, Paris como modelo carnavalesco do mundo. Na contemporaneidade, os destaques cabem principalmente ao Brasil, onde estados como o Rio de Janeiro e São Paulo, com seus tradicionais desfiles de escolas de samba, a Bahia, com os desfiles de bandas em trios elétricos e, em especial, Pernambuco, com seu carnaval multicultural, contagiam milhares de pessoas que visitam esses locais no período momesco.

    Por falar em Pernambuco, o carnaval não é apenas intensificado na capital e região metropolitana. A folia se ramifica por cidades como Bezerros, onde se encontra o tradicional Papangú, Nazaré da Mata, com o Maracatu de Baque Solto, Pesqueira, com os Caiporas e Caretas, Triunfo e outras cidades interioranas, com seus blocos de rua.

    Todavia, é em cidades como Recife e Olinda, que o carnaval de Pernambuco reproduz toda a cultura encontrada no estado. Em Recife, principalmente no Galo da Madrugada, que sai no sábado de Zé Pereira, e no Recife Antigo, que recebe vários blocos, troças e maracatus, as pessoas se fantasiam e carregam a multiculturalidade pernambucana, esbanjando alegria e sensualidade. Em Olinda, os bonecos gigantes ditam o ritmo da festa. Lá, o Homem da Meia Noite, fundado em 1932, é quem dá início à folia, as zero hora do sábado. Daí por diante, o que se vê é uma avalanche de blocos e troças, entre eles Pitombeira dos Quatro Cantos e Elefante de Olinda, que movimentam os carnavalescos até o fim da folia, quando o Bacalhau do Batata e o Bicho Maluco Beleza encerram os festejos da cidade

    É pela alegria do povo de Pernambuco e dos inúmeros turistas que chegam ao estado, é pela criatividade das fantasias esbanjadas pelos foliões nos blocos e troças, bem como nos bailes promovidos pelas prefeituras municipais, é pelas inúmeras manifestações culturais espalhadas pelo estado, é, por fim, pela perfeita cobertura feita pela impressa falada e escrita, que divulga a mais importante festa do Estado, que o carnaval de Pernambuco é reconhecido, tradicionalmente, como o melhor carnaval do planeta. 


(PACÍFICO, André Fabiano. Coletânea da Academia Camarajibense de Letras. Olinda: Babbeco, 2011) 

Segundo o texto, qual é a principal característica do Carnaval de Olinda?
Alternativas
Q3208499 Português
Texto II


Governo federal lança campanha Feminicídio Zero na Sapucaí

O Ministério das Mulheres lançou nesta sexta-feira (7), no Rio de Janeiro, a campanha Feminicídio Zero na Sapucaí. Com a mensagem principal "nenhuma violência contra a mulher deve ser tolerada", peças da campanha serão expostas em diferentes espaços do Sambódromo, em painéis, faixas na avenida serão carregadas por mulheres, adesivos nas portas dos banheiros e em materiais gráficos distribuídos durante o carnaval.

A ação tem a parceria do Ministério da Saúde, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa). As mensagens que vão chegar aos foliões lembram que o carnaval é um momento de festejar e não de assediar. [...].

"Para ter igualdade, precisamos estar vivas, inteiras, sem ser violentadas e estupradas. Acredito que é possível mudar a sociedade brasileira para que ela não seja de violência, mas de respeito às mulheres. Temos feito nossa parte com política pública e investimento em recursos. Mas só isso não basta. Cada ser humano deve entender que isso é um problema de todos. Precisamos ouvir o grito das mulheres e das crianças", disse a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves.

[...]

"A razão de estarmos aqui juntos é lembrar que nós temos que nos unir para lutar contra a violência. Feminicídio começa com vários sinais. Não podemos nos calar. E no carnaval vamos marcar fortemente essa luta, que precisa ser de todos contra o machismo e misoginia na sociedade", acrescentou Nísia.

"Nenhum tipo de violência ou assédio é normal e aceitável. Seguimos reafirmando essa luta para que toda mulher do país seja livre e respeitada. Carnaval é feito a muitas mãos por mulheres negras trabalhadoras. É uma luta que começou há muito tempo. Enquanto for normal ver mulher sendo assassinada e silenciada, a gente precisa lutar cada vez mais", disse a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco.

A prefeitura da cidade também participa das ações no carnaval e vê a festa como uma oportunidade de aumentar o engajamento da sociedade com a pauta.

"Essa violência de que falamos, aflige todas nós em algum momento da vida. Queremos promover políticas transformadoras. [...]. ” Esse ano, o sábado das campeãs cai no dia 8, o Dia Internacional da Mulher, e é mais uma oportunidade para defender essa causa e fazer uma cidade mais segura para as mulheres", disse a secretária de Políticas para as Mulheres do Rio de Janeiro, Joyce Trindade.


Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br . Acesso em: 10/02/2025.
“Não podemos nos calar. E no carnaval vamos marcar fortemente essa luta, que precisa ser de todos contra o machismo e misoginia na sociedade"
Podem ser sinônimos de “misoginia”, EXCETO:
Alternativas
Q3208495 Português
Texto II


Governo federal lança campanha Feminicídio Zero na Sapucaí

O Ministério das Mulheres lançou nesta sexta-feira (7), no Rio de Janeiro, a campanha Feminicídio Zero na Sapucaí. Com a mensagem principal "nenhuma violência contra a mulher deve ser tolerada", peças da campanha serão expostas em diferentes espaços do Sambódromo, em painéis, faixas na avenida serão carregadas por mulheres, adesivos nas portas dos banheiros e em materiais gráficos distribuídos durante o carnaval.

A ação tem a parceria do Ministério da Saúde, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa). As mensagens que vão chegar aos foliões lembram que o carnaval é um momento de festejar e não de assediar. [...].

"Para ter igualdade, precisamos estar vivas, inteiras, sem ser violentadas e estupradas. Acredito que é possível mudar a sociedade brasileira para que ela não seja de violência, mas de respeito às mulheres. Temos feito nossa parte com política pública e investimento em recursos. Mas só isso não basta. Cada ser humano deve entender que isso é um problema de todos. Precisamos ouvir o grito das mulheres e das crianças", disse a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves.

[...]

"A razão de estarmos aqui juntos é lembrar que nós temos que nos unir para lutar contra a violência. Feminicídio começa com vários sinais. Não podemos nos calar. E no carnaval vamos marcar fortemente essa luta, que precisa ser de todos contra o machismo e misoginia na sociedade", acrescentou Nísia.

"Nenhum tipo de violência ou assédio é normal e aceitável. Seguimos reafirmando essa luta para que toda mulher do país seja livre e respeitada. Carnaval é feito a muitas mãos por mulheres negras trabalhadoras. É uma luta que começou há muito tempo. Enquanto for normal ver mulher sendo assassinada e silenciada, a gente precisa lutar cada vez mais", disse a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco.

A prefeitura da cidade também participa das ações no carnaval e vê a festa como uma oportunidade de aumentar o engajamento da sociedade com a pauta.

"Essa violência de que falamos, aflige todas nós em algum momento da vida. Queremos promover políticas transformadoras. [...]. ” Esse ano, o sábado das campeãs cai no dia 8, o Dia Internacional da Mulher, e é mais uma oportunidade para defender essa causa e fazer uma cidade mais segura para as mulheres", disse a secretária de Políticas para as Mulheres do Rio de Janeiro, Joyce Trindade.


Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br . Acesso em: 10/02/2025.
Sobre o gênero textual, julgue as assertivas a seguir:
( )Predomínio da linguagem denotativa.
( )A escolha vocabular possibilita múltiplas interpretações aos leitores.
( )É marcado pela impessoalidade e objetividade no texto.
( )Objetiva criticar a violência vivida pelas mulheres de forma subjetiva, apresentando opiniões femininas.
A sequência CORRETA é:
Alternativas
Q3208491 Português
Texto I




Disponível em: https://www.cnj.jus.br/. Acesso em: 09/02/25.
Assinale a alternativa que NÃO condiz com o gênero textual apresentado.
Alternativas
Q3208378 Português
A figura de linguagem presente na frase: “O médico informou à família que o paciente morreu de Hemorragia de sangue”, é:
Alternativas
Q3207522 Português

Observe a charge.


Imagem associada para resolução da questão


FONTE: https://www.resistencia.cc/lista-charges/


De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, qual alternativa expressa a interpretação CORRETA na charge?

Alternativas
Q3207517 Português
Observe as frases a seguir.

I. Alguém atirou uma pedra na vidraça.
II. Você tem um coração de pedra!
III. Essa matéria é fogo.
IV. O fogo devastou a floresta.

Marque a alternativa que indica corretamente a classificação da linguagem utilizada em cada uma delas.
Alternativas
Q3207516 Português

Observe a charge, e responda a questão.




FONTE: https://jboscocartuns.blogspot.com/2022/04/garimpo-ilegal.html

A charge “Garimpo ilegal” trata-se de um texto
Alternativas
Q3207511 Português
Leia as frases e identifique a função da linguagem predominante em cada uma delas.

I. "Por favor, me passe o sal."
II. "Estou tão feliz com a nossa amizade!"

Marque a alternativa que apresenta a função da linguagem de cada frase, respectivamente.
Alternativas
Q3207509 Português
Leia o texto para responder a questão.

O nascimento da crônica

     Há um meio certo de começar a crônica: por uma trivialidade. É dizer: Que calor! Que desenfreado calor! Diz-se isto, agitando as pontas do lenço, bufando como um touro, ou simplesmente sacudindo a sobrecasaca. Resvala-se do calor aos fenômenos atmosféricos, fazem-se algumas conjeturas acerca do sol e da lua, outras sobre a febre amarela, manda-se um suspiro a Petrópolis… está começada a crônica.
     Mas, leitor amigo, esse meio é mais velho ainda do que as crônicas, que apenas datam de Esdras. Antes de Esdras, antes de Moisés, antes de Abraão, Isaque e Jacó, antes mesmo de Noé, houve calor e crônicas. No paraíso é provável, é certo que o calor era mediano, e não é prova do contrário o fato de Adão andar nu. Adão andava nu por duas razões, uma capital e outra provincial. A primeira é que não havia alfaiates, não havia sequer casimiras; a segunda é que, ainda havendo-os, Adão andava baldo ao naipe. Digo que esta razão é provincial, porque as nossas províncias estão nas circunstâncias do primeiro homem…

FONTE: https://armazemdetexto.blogspot.com/2022/11/cronica-o-nascimento-dacronica-machado.html
Na passagem “Resvala-se do calor aos fenômenos atmosféricos”, a palavra sublinhada apresenta o seguinte significado
Alternativas
Respostas
14061: C
14062: C
14063: A
14064: D
14065: C
14066: A
14067: B
14068: D
14069: C
14070: D
14071: A
14072: A
14073: D
14074: C
14075: D
14076: A
14077: C
14078: C
14079: A
14080: A