Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

Foram encontradas 91.783 questões

Q3273975 Português
Convicta, mas não inflexível


Por Tríssia Ordovás Sartori 


Q1_10.png (690×509)


(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2025/02/convictamas-nao-inflexivel-cm757iu1m00s2012bqb4556rc.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que poderia substituir corretamente o vocábulo “comoção” (l. 24) sem causar alterações significativas ao trecho do texto em que ocorre. Desconsidere eventuais alterações no gênero das palavras.
Alternativas
Q3273475 Português
OMS até hoje não declarou fim da pandemia de Covid-19


Quando os primeiros casos de uma suposta pneumonia em Wuhan, na China, foram alertados à Organização Mundial da Saúde (OMS), em 31 de dezembro de 2019, o mundo todo não imaginava o que estava por vir: uma pandemia causada por um vírus desconhecido e mortal.

Já em 11 de março de 2020, há cinco anos, a Covid-19 foi caracterizada pela OMS como uma "pandemia", e tal título nunca foi revogado. Hoje, com vacinas desenvolvidas e o fim do isolamento social, a pergunta que fica é: a pandemia de Covid-19 acabou?

Quandoo diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, declarou que a Covid-19 se caracterizava como uma pandemia, a estimativa é que 15 milhões de pessoas tenham morrido (direta e indiretamente) pela doença entre 1º de janeiro de 2020 e 31 de dezembro de 2021.

"Quando o vírus passou do animal para o ser humano, ele era muito mais grave, pois não estava adaptado a nós. Agora, a transmissão é inter-humana", explica Celso Granato, infectologista e diretor clínico do Grupo Fleury. Somado a isso, o esgotamento do sistema de saúde e o negacionismo em algumas regiões do globo dificultaram ainda mais a luta contra a doença.

O isolamento social se tornou uma dura realidade. A vacina, a esperança para a retomada da vida que todos conheciam.

Com o desenvolvimento dos imunizantes, pouco a pouco o número de mortes decaiu, assim como aumentaram as possibilidades de retomada da vida normal. Em maio de 2023, a Covid-19 deixou de ser uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional, como havia sido decretado em janeiro de 2020.

Em entrevista à CNN, Ethel Maciel, Secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, reforça a importância de se diferenciar os conceitos de Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional e de pandemia.

Enquanto o primeiro é um instrumento administrativo e operacional, o segundo é um conceito epidemiológico.

Nesse sentido, a remoção da Covid-19 como uma ESPII, segundo a OMS, está relacionada à tendência de queda nas mortes, ao declínio nas hospitalizações e internações em unidades de terapia intensiva relacionadas à doença e aos altos níveis de imunidade da população ao SARS-CoV-2. Ainda assim, a entidade reforça que a doença continua sendo categorizada como uma pandemia.

"Naquele momento, tínhamos um antiviral, vacinas e conhecíamos formas de prevenção e controle da doença. Então, essa ação administrativa não era mais necessária. Mas a Covid-19 ainda permanece em uma situação pandêmica. Ainda não caminhamos para uma transição endêmica", explica Maciel.

Para que isso aconteça, a Secretária do Ministério da Saúde indica a necessidade de redução do número de mortes e uma melhor compreensão do comportamento do vírus, seja pela ciência (a velocidade de suas mutações, a sazonalidade da doença, entre outros aspectos).

A gripe H1N1, por exemplo, foi considerada uma pandemia entre 2009 e 2010. Ainda assim, a OMS anunciou o fim da fase pandêmica, apesar da movimentação do vírus a nível mundial, uma vez que sua circulação se mostrou similar a outros vírus sazonais e de intensidade reduzida.

Pesquisas sobre o vírus devem responder essas questões e ajudar a entender melhor como o SARS-CoV-2 se comporta. Além disso, a vacinação continua sendo fundamental para a prevenção.



https://www.cnnbrasil.com.br/saude/oms-ate-hoje-nao-declarou-fim-dapandemia-de-covid-19-entenda-por-que/
Pode-se depreender do texto que:
Alternativas
Q3273281 Português
Adolescentes ganham voz em documento nacional do MEC


Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências foi debatido nesta sexta (14) pelo Ministério da Educação e por parceiros envolvidos na escuta. Durante a semana, foram ouvidos 2,3 milhões de estudantes.

As demandas de aprendizagem, inovação, clima, convivência e participação dos adolescentes nas escolas foram objeto de escuta e debate no Ministério da Educação (MEC). Nesta sexta-feira, 14 de fevereiro, o MEC foi palco de uma reunião para discutir o Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências. Por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), o documento preliminar foi apresentado para as equipes do MEC e instituições envolvidas no processo da escuta. Elas auxiliaram na análise sobre questões essenciais trazidas pelos adolescentes, que serão incorporadas às políticas públicas educacionais. Na reunião, o grupo analisou os dados coletados e refletiu sobre as ações a serem desdobradas, a partir dos insumos oferecidos pelo relatório. A previsão é que o documento final seja entregue em março.

Durante a Semana da Escuta das Adolescências, foram ouvidos 2,3 milhões de estudantes de mais de 20 mil escolas. A iniciativa faz parte das ações do Programa de Fortalecimento para os Anos Finais do Ensino Fundamental – Escola das Adolescências. Ele conjuga esforços da União, dos estados, dos municípios e do Distrito Federal, a fim de construir uma proposta para esse percurso do ensino fundamental que se conecte com as diversas formas de viver a adolescência no Brasil e fomente a melhoria da aprendizagem. O MEC oferece apoio técnico-pedagógico e incentivo financeiro para as escolas, priorizadas segundo critérios socioeconômicos e étnico-raciais.

Com o objetivo de conhecer de forma aprofundada o que pensam os adolescentes dos anos finais do ensino fundamental e desenvolver estratégias para a política educacional, a semana foi uma ação estratégica do programa, realizada nas redes de educação de todo o país, entre os dias 13 e 27 de maio de 2024. O MEC considera que o desenvolvimento de um processo de ensino-aprendizagem coerente para esses estudantes passa por compreender suas necessidades específicas.

O diretor de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica do MEC, Alexsandro Santos, informou que a entrega do relatório possibilita a sistematização e o aprofundamento de questões identificadas na escuta. “Os estudantes valorizam muito a presença na escola, a socialização que eles conseguem fazer entre pares, a compreensão de outras formas de viver a adolescência e também os laços afetivos que eles acabam construindo no processo pedagógico. Isso nos ajuda a pensar, por exemplo, aspectos como a restrição do uso de celulares nessa faixa etária. Se eles apontam que a socialização, o afeto, a troca de ideias, o trabalho coletivo e colaborativo são pontos importantes que eles identificam na escola, a gente precisa mesmo criar oportunidades para que eles interajam e realizem projetos juntos”, afirmou.

Outro ponto destacado pelos estudantes, observou Santos, é a necessidade de ações e projetos culturais, além do esporte e lazer dentro do currículo da escola. “Isso nos ajuda a pensar a importância do Programa Escola em Tempo Integral, que favorece esse tipo de prática dentro do currículo e oportuniza essas experiências pedagógicas diferentes”, completou.

A coordenadora-geral de Ensino Fundamental do MEC, Tereza Farias, adiantou que o relatório nacional apresentará os principais pontos que os estudantes destacaram na escuta em relação à aprendizagem, clima, convivência, participação e inovação. “Toda essa escuta alimentou as estratégias da política e o nascimento do Programa Escola das Adolescências, que está perto de completar um ano. No ano passado, o MEC entregou os relatórios das escolas, estados e municípios. Hoje, junto com as instituições parceiras que fizeram toda a engenharia da escuta, estamos finalizando a redação da conclusão final para publicar o relatório nacional”, disse.

A escuta foi apoiada pelo Itaú Social e desenvolvida em parceria com a Rede de Conhecimento Social (Recos), o Portal Povir e a organização Interdisciplinaridade e Evidências do Debate Educacional (Iede).

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB

(Fonte: Adolescentes ganham voz em documento nacional do MEC. Ministério da Educação, [s.d.]. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/fevereiro/adolescentes-ganham-voz-em -documento-nacionaldo-mec. Acesso em: 17 fev. 2025.)
No texto, as palavras e expressões são empregadas de modo a construir significados específicos relacionados ao contexto educacional e às políticas públicas. Considerando os processos de significação, assinale a alternativa em que a interpretação do termo destacado está correta:
Alternativas
Q3273277 Português
Adolescentes ganham voz em documento nacional do MEC


Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências foi debatido nesta sexta (14) pelo Ministério da Educação e por parceiros envolvidos na escuta. Durante a semana, foram ouvidos 2,3 milhões de estudantes.

As demandas de aprendizagem, inovação, clima, convivência e participação dos adolescentes nas escolas foram objeto de escuta e debate no Ministério da Educação (MEC). Nesta sexta-feira, 14 de fevereiro, o MEC foi palco de uma reunião para discutir o Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências. Por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), o documento preliminar foi apresentado para as equipes do MEC e instituições envolvidas no processo da escuta. Elas auxiliaram na análise sobre questões essenciais trazidas pelos adolescentes, que serão incorporadas às políticas públicas educacionais. Na reunião, o grupo analisou os dados coletados e refletiu sobre as ações a serem desdobradas, a partir dos insumos oferecidos pelo relatório. A previsão é que o documento final seja entregue em março.

Durante a Semana da Escuta das Adolescências, foram ouvidos 2,3 milhões de estudantes de mais de 20 mil escolas. A iniciativa faz parte das ações do Programa de Fortalecimento para os Anos Finais do Ensino Fundamental – Escola das Adolescências. Ele conjuga esforços da União, dos estados, dos municípios e do Distrito Federal, a fim de construir uma proposta para esse percurso do ensino fundamental que se conecte com as diversas formas de viver a adolescência no Brasil e fomente a melhoria da aprendizagem. O MEC oferece apoio técnico-pedagógico e incentivo financeiro para as escolas, priorizadas segundo critérios socioeconômicos e étnico-raciais.

Com o objetivo de conhecer de forma aprofundada o que pensam os adolescentes dos anos finais do ensino fundamental e desenvolver estratégias para a política educacional, a semana foi uma ação estratégica do programa, realizada nas redes de educação de todo o país, entre os dias 13 e 27 de maio de 2024. O MEC considera que o desenvolvimento de um processo de ensino-aprendizagem coerente para esses estudantes passa por compreender suas necessidades específicas.

O diretor de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica do MEC, Alexsandro Santos, informou que a entrega do relatório possibilita a sistematização e o aprofundamento de questões identificadas na escuta. “Os estudantes valorizam muito a presença na escola, a socialização que eles conseguem fazer entre pares, a compreensão de outras formas de viver a adolescência e também os laços afetivos que eles acabam construindo no processo pedagógico. Isso nos ajuda a pensar, por exemplo, aspectos como a restrição do uso de celulares nessa faixa etária. Se eles apontam que a socialização, o afeto, a troca de ideias, o trabalho coletivo e colaborativo são pontos importantes que eles identificam na escola, a gente precisa mesmo criar oportunidades para que eles interajam e realizem projetos juntos”, afirmou.

Outro ponto destacado pelos estudantes, observou Santos, é a necessidade de ações e projetos culturais, além do esporte e lazer dentro do currículo da escola. “Isso nos ajuda a pensar a importância do Programa Escola em Tempo Integral, que favorece esse tipo de prática dentro do currículo e oportuniza essas experiências pedagógicas diferentes”, completou.

A coordenadora-geral de Ensino Fundamental do MEC, Tereza Farias, adiantou que o relatório nacional apresentará os principais pontos que os estudantes destacaram na escuta em relação à aprendizagem, clima, convivência, participação e inovação. “Toda essa escuta alimentou as estratégias da política e o nascimento do Programa Escola das Adolescências, que está perto de completar um ano. No ano passado, o MEC entregou os relatórios das escolas, estados e municípios. Hoje, junto com as instituições parceiras que fizeram toda a engenharia da escuta, estamos finalizando a redação da conclusão final para publicar o relatório nacional”, disse.

A escuta foi apoiada pelo Itaú Social e desenvolvida em parceria com a Rede de Conhecimento Social (Recos), o Portal Povir e a organização Interdisciplinaridade e Evidências do Debate Educacional (Iede).

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB

(Fonte: Adolescentes ganham voz em documento nacional do MEC. Ministério da Educação, [s.d.]. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/fevereiro/adolescentes-ganham-voz-em -documento-nacionaldo-mec. Acesso em: 17 fev. 2025.)
Considerando a tipologia textual e os elementos estruturais característicos do gênero notícia, o texto apresenta marcas que confirmam sua adequação a esse gênero. Assinale a alternativa que indica corretamente um desses elementos estruturais e sua função no texto:
Alternativas
Q3273276 Português
Adolescentes ganham voz em documento nacional do MEC


Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências foi debatido nesta sexta (14) pelo Ministério da Educação e por parceiros envolvidos na escuta. Durante a semana, foram ouvidos 2,3 milhões de estudantes.

As demandas de aprendizagem, inovação, clima, convivência e participação dos adolescentes nas escolas foram objeto de escuta e debate no Ministério da Educação (MEC). Nesta sexta-feira, 14 de fevereiro, o MEC foi palco de uma reunião para discutir o Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências. Por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), o documento preliminar foi apresentado para as equipes do MEC e instituições envolvidas no processo da escuta. Elas auxiliaram na análise sobre questões essenciais trazidas pelos adolescentes, que serão incorporadas às políticas públicas educacionais. Na reunião, o grupo analisou os dados coletados e refletiu sobre as ações a serem desdobradas, a partir dos insumos oferecidos pelo relatório. A previsão é que o documento final seja entregue em março.

Durante a Semana da Escuta das Adolescências, foram ouvidos 2,3 milhões de estudantes de mais de 20 mil escolas. A iniciativa faz parte das ações do Programa de Fortalecimento para os Anos Finais do Ensino Fundamental – Escola das Adolescências. Ele conjuga esforços da União, dos estados, dos municípios e do Distrito Federal, a fim de construir uma proposta para esse percurso do ensino fundamental que se conecte com as diversas formas de viver a adolescência no Brasil e fomente a melhoria da aprendizagem. O MEC oferece apoio técnico-pedagógico e incentivo financeiro para as escolas, priorizadas segundo critérios socioeconômicos e étnico-raciais.

Com o objetivo de conhecer de forma aprofundada o que pensam os adolescentes dos anos finais do ensino fundamental e desenvolver estratégias para a política educacional, a semana foi uma ação estratégica do programa, realizada nas redes de educação de todo o país, entre os dias 13 e 27 de maio de 2024. O MEC considera que o desenvolvimento de um processo de ensino-aprendizagem coerente para esses estudantes passa por compreender suas necessidades específicas.

O diretor de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica do MEC, Alexsandro Santos, informou que a entrega do relatório possibilita a sistematização e o aprofundamento de questões identificadas na escuta. “Os estudantes valorizam muito a presença na escola, a socialização que eles conseguem fazer entre pares, a compreensão de outras formas de viver a adolescência e também os laços afetivos que eles acabam construindo no processo pedagógico. Isso nos ajuda a pensar, por exemplo, aspectos como a restrição do uso de celulares nessa faixa etária. Se eles apontam que a socialização, o afeto, a troca de ideias, o trabalho coletivo e colaborativo são pontos importantes que eles identificam na escola, a gente precisa mesmo criar oportunidades para que eles interajam e realizem projetos juntos”, afirmou.

Outro ponto destacado pelos estudantes, observou Santos, é a necessidade de ações e projetos culturais, além do esporte e lazer dentro do currículo da escola. “Isso nos ajuda a pensar a importância do Programa Escola em Tempo Integral, que favorece esse tipo de prática dentro do currículo e oportuniza essas experiências pedagógicas diferentes”, completou.

A coordenadora-geral de Ensino Fundamental do MEC, Tereza Farias, adiantou que o relatório nacional apresentará os principais pontos que os estudantes destacaram na escuta em relação à aprendizagem, clima, convivência, participação e inovação. “Toda essa escuta alimentou as estratégias da política e o nascimento do Programa Escola das Adolescências, que está perto de completar um ano. No ano passado, o MEC entregou os relatórios das escolas, estados e municípios. Hoje, junto com as instituições parceiras que fizeram toda a engenharia da escuta, estamos finalizando a redação da conclusão final para publicar o relatório nacional”, disse.

A escuta foi apoiada pelo Itaú Social e desenvolvida em parceria com a Rede de Conhecimento Social (Recos), o Portal Povir e a organização Interdisciplinaridade e Evidências do Debate Educacional (Iede).

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB

(Fonte: Adolescentes ganham voz em documento nacional do MEC. Ministério da Educação, [s.d.]. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/fevereiro/adolescentes-ganham-voz-em -documento-nacionaldo-mec. Acesso em: 17 fev. 2025.)
No texto “Adolescentes ganham voz em documento nacional do MEC”, as relações semânticas e argumentativas evidenciam que a escuta dos adolescentes é valorizada como elemento orientador das políticas educacionais. A justificativa central para essa valorização pode ser identificada na passagem que:
Alternativas
Q3273217 Português
Um convite para se reencontrar


(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/sandra-cecilia-peradelles/noticia/2025/02/umconvite-para-se-reencontrar.html – texto adaptado especialmente para esta prova).


Leia a tirinha e as asserções a seguir e analise sua relação com o texto-base da prova:



Imagem associada para resolução da questão


Fonte: conversadegentemiuda.wordpress.com/2015/11/30/empatia/


I. Tanto a tirinha quanto o texto abordam a importância do relacionamento consigo mesmo e com os outros.


CONTUDO


II. O texto aborda a valorização de si mesmo, e a tirinha, a empatia com os outros.



A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta. 

Alternativas
Q3273216 Português
Um convite para se reencontrar


(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/sandra-cecilia-peradelles/noticia/2025/02/umconvite-para-se-reencontrar.html – texto adaptado especialmente para esta prova).


Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:

I. Pode-se afirmar que o texto é uma crônica, tendo em vista que se trata de uma abordagem pessoal a respeito de um tema cotidiano.
II. A autora apresenta profundo embasamento teórico e científico para suas afirmações, o que se percebe pelas citações que o texto traz.
III. Os ditos populares trazidos pela autora são parcialmente aceitos por ela, que questiona sua validade na contemporaneidade.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3271289 Português
Para responder à questão, considere o texto abaixo:

A jornada de trabalho e a saúde do trabalhador

Por Leon Ancillotti
(Texto Adaptado)

    A jornada de trabalho está intimamente ligada à saúde e à segurança do trabalhador, pois o excesso ou a irregularidade do tempo de trabalho pode causar danos físicos e psíquicos aos empregados. Estudos apontam que jornadas extenuantes, superiores a dez horas diárias ou cinquenta horas semanais, aumentam os riscos de acidentes, doenças cardiovasculares, distúrbios do sono, estresse, depressão, ansiedade e síndrome de burnout . Por isso, é importante que haja um equilíbrio entre a jornada de trabalho e o tempo destinado ao descanso, ao lazer, à educação e à convivência familiar e social.
    Diante desse cenário, muitos trabalhadores têm se mobilizado para reivindicar uma jornada de trabalho mais justa e equilibrada, que respeite os seus direitos e as suas necessidades. No TikTok, o movimento Pela Vida Além do Trabalho (VAT) tem ganhado apoio e adesão de milhares de pessoas que trabalham na escala 6x1 ou em outras formas de jornada abusiva.

Fonte: https://www.jusbrasil.com.br/artigos/escala-6x1
No texto, o autor discute os efeitos de jornadas de trabalho excessivas sobre a saúde dos trabalhadores. Qual alternativa melhor resume a ideia central do texto?
Alternativas
Q3271288 Português
Para responder à questão, considere o texto abaixo:


Captura_de tela 2025-03-31 170251.png (432×451)

Fonte: https://www.brasil247.com/charges/escala-6x1
Na frase "A mãe e o pai apagaram de novo?", a palavra em destaque é utilizada em sentido conotativo. Qual figura de linguagem está presente nesse uso?
Alternativas
Q3271284 Português
Leia atentamente o texto abaixo para responder à questão:

Proposta de redução da jornada de trabalho e fim da escala 6x1 gera debates no Plenário da Câmara

Por Tiago Miranda
(Texto adaptado)

    O fim da jornada de seis dias de trabalho para um dia de descanso (6x1) foi defendido em Plenário por deputados da base do governo, mas criticada por parlamentares da oposição, que defenderam a negociação diretaentre empregado e empregador.
    Atualmente, a Constituição estabelece que a jornada deva ser de até 8 horas diárias e até 44 horas semanais,o que viabiliza o trabalho por seis dias com um dia de descanso.
    O deputado Chico Alencar (Psol-RJ) afirmou que a escala 6x1, no século 21, é muito pesada, injusta e explorativa. "A vida não é só o exercício pesado, cotidiano e necessário do trabalho — que tem que ser remunerado condignamente —, mas também o lazer, a cultura, o descanso”, disse.
    O deputado Mauricio Marcon (Pode-RS) defendeu que cada pessoa tenha liberdade para trabalhar o quanto quiser e não ficar presa em um sistema de 1940, ao citar a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
    Já o deputado General Girão (PL-RN) afirmou que a solução não deve vir por alteração legal, mas por negociação entre empregador e empregado.


Fonte: Agência Câmara de Notícias. Disponível em: https://www.camara.leg.br/noticias/.Acesso em: 20 jan. 2025.
Considere a passagem do texto: “O fim da jornada de seis dias de trabalho para um dia de descanso (6x1) foi de fendido em Plenário por deputados da base do governo, mas criticada por parlamentares da oposição”. Qual éa relação entre as palavras “deputados” e “parlamentares” nesse contexto específico?
Alternativas
Q3271283 Português
Leia atentamente o texto abaixo para responder à questão:

Proposta de redução da jornada de trabalho e fim da escala 6x1 gera debates no Plenário da Câmara

Por Tiago Miranda
(Texto adaptado)

    O fim da jornada de seis dias de trabalho para um dia de descanso (6x1) foi defendido em Plenário por deputados da base do governo, mas criticada por parlamentares da oposição, que defenderam a negociação diretaentre empregado e empregador.
    Atualmente, a Constituição estabelece que a jornada deva ser de até 8 horas diárias e até 44 horas semanais,o que viabiliza o trabalho por seis dias com um dia de descanso.
    O deputado Chico Alencar (Psol-RJ) afirmou que a escala 6x1, no século 21, é muito pesada, injusta e explorativa. "A vida não é só o exercício pesado, cotidiano e necessário do trabalho — que tem que ser remunerado condignamente —, mas também o lazer, a cultura, o descanso”, disse.
    O deputado Mauricio Marcon (Pode-RS) defendeu que cada pessoa tenha liberdade para trabalhar o quanto quiser e não ficar presa em um sistema de 1940, ao citar a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
    Já o deputado General Girão (PL-RN) afirmou que a solução não deve vir por alteração legal, mas por negociação entre empregador e empregado.


Fonte: Agência Câmara de Notícias. Disponível em: https://www.camara.leg.br/noticias/.Acesso em: 20 jan. 2025.
O texto aborda a proposta de mudança na jornada de trabalho 6x1. O principal argumento apresentado pelosparlamentares que defendem o fim dessa escala é:
Alternativas
Q3271239 Português
TEXTO BASE PARA A QUESTÃO.


Q6_8.png (353×217)


26 de setembro de 2024
DOCUMENTÁRIO MULHERES QUE LUTAM. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DAZQSgtJMYw/?img_index=1&igsh=MTBvOGk2Z2R2Ym91Mw%3D%3D. Acesso em: 17 janeiro 2025. 
No texto, os termos “filme” e “documentário” estabelecem uma relação semântica de
Alternativas
Q3271233 Português
TEXTO BASE PARA A QUESTÃO.


Dia Internacional da Mulher 2025 – para TODAS as mulheres e meninas: direitos, igualdade e empoderamento.


07.01.2025


No dia 8 de março de 2025, junte-se a nós para celebrar o Dia Internacional da Mulher com o tema: “Para TODAS as mulheres e meninas: Direitos. Igualdade. Empoderamento.”

O tema deste ano representa um chamado para ações que possam ampliar a igualdade de direitos, poder e oportunidades para todas, e um futuro feminista onde nenhuma seja deixada para trás. O empoderamento da próxima geração é central para essa ideia — a juventude, especialmente as jovens mulheres e meninas, será protagonista de mudanças duradouras.
[…]


DIA INTERNACIONAL DA MULHER 2025 ONU. Disponível em: https://www.onumulheres.org.br/noticias/diainternacional-da-mulher-2025-para-todas-as-mulheres-e-meninas-direitos-igualdade-e-empoderamento/. Acesso em: 17 janeiro 2025.
O texto Dia Internacional da Mulher 2025 – para TODAS as mulheres e meninas: direitos, igualdade e empoderamento tem como principal objetivo
Alternativas
Q3270860 Português
Leia o trecho abaixo.

“Não basta mais expandir o setor privado – as vagas continuarão ociosas; não basta aumentar as vagas no setor público – elas apenas facilitarão o acesso e a transferência dos mais aquinhoados. A democratização, para acontecer de fato, precisa de ações mais radicais – ações que afirmem os direitos dos historicamente excluídos, assegurando acesso e permanência a todos os que seriamente procuram a educação superior, desprivatizando e democratizando o campus público.”
RISTOFF, Dilvo; SEVEGNANI, Palmira. Democratização do Campus. Brasília: INEP, 2006. (Coleção Educação Superior em Debate, v.6)

Com base na leitura do texto acima, constata-se que há um grave problema na manutenção dos estudantes na educação superior. Assim, não basta falar apenas em expansão e democracia do acesso, mais que isto, 
Alternativas
Q3270858 Português
Leia o trecho abaixo.

“(...) a educação superior deve ter como objetivo principal a criação de uma nova sociedade não violenta e não espoliativa capaz de liderar as mudanças necessárias que conduzam a um novo modelo de desenvolvimento. Para isso, a universidade, sem renunciar à qualidade e universalidade do conhecimento, deve ser inserida e ser ator preponderante na definição e promoção de projetos nacionais e regionais alicerçados em valores humanos universais e comprometidos com suas próprias necessidades. A universidade deve, portanto, assumir a liderança na definição de ações que conduzam à eliminação da exclusão social e demais mazelas associadas, e levem à promoção da felicidade, da harmonia, da justiça, e da equidade social. Como consequência, a qualidade da educação superior não pode ser restrita apenas à produção de boa ciência, e bom ensino; além de responder a esses dois critérios, ela deve ser, sobretudo, socialmente pertinente.
ARAGÓN, Luis E. Educação Superior, Desenvolvimento Sustentável e Políticas Públicas na Amazônia. Papers do NAEA/UFPA, out, 2012.

O texto acima faz referência a um conceito importante para o desenvolvimento da educação superior na Amazônia, que é o de
Alternativas
Q3270779 Português
“Em formato de texto, apresenta a trajetória e a realização artística”. Essas são características de um documento essencial na carreira profissional na área de cultura. Trata-se do

Alternativas
Q3269122 Português

Leia atentamente o texto abaixo para responder à questão.



Fake news x desinformação


(Texto adaptado)


      O que mudou nos últimos anos, depois da explosão das redes sociais, foi a escala e o meio de difusão de mentiras, que passaram a ser chamadas de fake news (notícias falsas) e desinformação. Usados popularmente como sinônimos, os dois termos têm diferenças conceituais de acordo com os estudiosos do assunto e as instituições que os utilizam.


     Segundo Eugênio Bucci, professor titular da Escola de Comunicações e Artes da USP, “fake news é a falsificação da forma notícia. Parece ser uma notícia jornalística, mas não é”. Ele explicou o conceito em evento da Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo no ano passado, do qual também participou o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), desembargador Paulo Galizia.


     O professor argumenta que não se deve usar a expressão como sinônimo de mentira. “Fake news são um tipo historicamente datado de mentira. São uma criação do século XXI, que frauda a forma notícia a partir das plataformas sociais e das tecnologias digitais que favorecem a difusão massiva de enunciados”, explica. “As fake news não existem desde sempre.”


  Já a desinformação, de acordo com o professor, trata-se de um ambiente comunicacional hostil à informação. “A desinformação é o efeito geral da disseminação de fake news e de outros recursos para enganar ou manipular pessoas ou públicos com fins inescrupulosos”, afirma. “Na era da desinformação, a capacidade social de distinguir fato e opinião se desfaz.”


Fonte: https://www.tre-go.jus.br/comunicacao/noticias/

Considerando novamente o trecho "Já a desinformação, de acordo com o professor, trata-se de um ambiente comunicacional hostil à informação”, o termo que substitui a palavra “já” sem prejuízo de sentido é
Alternativas
Q3269120 Português

Leia atentamente o texto abaixo para responder à questão.



Fake news x desinformação


(Texto adaptado)


      O que mudou nos últimos anos, depois da explosão das redes sociais, foi a escala e o meio de difusão de mentiras, que passaram a ser chamadas de fake news (notícias falsas) e desinformação. Usados popularmente como sinônimos, os dois termos têm diferenças conceituais de acordo com os estudiosos do assunto e as instituições que os utilizam.


     Segundo Eugênio Bucci, professor titular da Escola de Comunicações e Artes da USP, “fake news é a falsificação da forma notícia. Parece ser uma notícia jornalística, mas não é”. Ele explicou o conceito em evento da Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo no ano passado, do qual também participou o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), desembargador Paulo Galizia.


     O professor argumenta que não se deve usar a expressão como sinônimo de mentira. “Fake news são um tipo historicamente datado de mentira. São uma criação do século XXI, que frauda a forma notícia a partir das plataformas sociais e das tecnologias digitais que favorecem a difusão massiva de enunciados”, explica. “As fake news não existem desde sempre.”


  Já a desinformação, de acordo com o professor, trata-se de um ambiente comunicacional hostil à informação. “A desinformação é o efeito geral da disseminação de fake news e de outros recursos para enganar ou manipular pessoas ou públicos com fins inescrupulosos”, afirma. “Na era da desinformação, a capacidade social de distinguir fato e opinião se desfaz.”


Fonte: https://www.tre-go.jus.br/comunicacao/noticias/

De acordo com a explicação do professor Eugênio Bucci, assinale a alternativa que demonstra como "fake news" se relaciona conceitualmente com o termo "desinformação".
Alternativas
Q3269119 Português

Leia atentamente o texto abaixo para responder à questão.



Fake news x desinformação


(Texto adaptado)


      O que mudou nos últimos anos, depois da explosão das redes sociais, foi a escala e o meio de difusão de mentiras, que passaram a ser chamadas de fake news (notícias falsas) e desinformação. Usados popularmente como sinônimos, os dois termos têm diferenças conceituais de acordo com os estudiosos do assunto e as instituições que os utilizam.


     Segundo Eugênio Bucci, professor titular da Escola de Comunicações e Artes da USP, “fake news é a falsificação da forma notícia. Parece ser uma notícia jornalística, mas não é”. Ele explicou o conceito em evento da Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo no ano passado, do qual também participou o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), desembargador Paulo Galizia.


     O professor argumenta que não se deve usar a expressão como sinônimo de mentira. “Fake news são um tipo historicamente datado de mentira. São uma criação do século XXI, que frauda a forma notícia a partir das plataformas sociais e das tecnologias digitais que favorecem a difusão massiva de enunciados”, explica. “As fake news não existem desde sempre.”


  Já a desinformação, de acordo com o professor, trata-se de um ambiente comunicacional hostil à informação. “A desinformação é o efeito geral da disseminação de fake news e de outros recursos para enganar ou manipular pessoas ou públicos com fins inescrupulosos”, afirma. “Na era da desinformação, a capacidade social de distinguir fato e opinião se desfaz.”


Fonte: https://www.tre-go.jus.br/comunicacao/noticias/

Quanto à funcionalidade do gênero textual, é correto afirmar que se trata de um(uma)
Alternativas
Q3269118 Português

Leia atentamente o texto abaixo para responder à questão.



Fake news x desinformação


(Texto adaptado)


      O que mudou nos últimos anos, depois da explosão das redes sociais, foi a escala e o meio de difusão de mentiras, que passaram a ser chamadas de fake news (notícias falsas) e desinformação. Usados popularmente como sinônimos, os dois termos têm diferenças conceituais de acordo com os estudiosos do assunto e as instituições que os utilizam.


     Segundo Eugênio Bucci, professor titular da Escola de Comunicações e Artes da USP, “fake news é a falsificação da forma notícia. Parece ser uma notícia jornalística, mas não é”. Ele explicou o conceito em evento da Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo no ano passado, do qual também participou o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), desembargador Paulo Galizia.


     O professor argumenta que não se deve usar a expressão como sinônimo de mentira. “Fake news são um tipo historicamente datado de mentira. São uma criação do século XXI, que frauda a forma notícia a partir das plataformas sociais e das tecnologias digitais que favorecem a difusão massiva de enunciados”, explica. “As fake news não existem desde sempre.”


  Já a desinformação, de acordo com o professor, trata-se de um ambiente comunicacional hostil à informação. “A desinformação é o efeito geral da disseminação de fake news e de outros recursos para enganar ou manipular pessoas ou públicos com fins inescrupulosos”, afirma. “Na era da desinformação, a capacidade social de distinguir fato e opinião se desfaz.”


Fonte: https://www.tre-go.jus.br/comunicacao/noticias/

De acordo com o texto, em relação aos termos "fake news" e "mentira", o senso comum
Alternativas
Respostas
13221: D
13222: D
13223: C
13224: B
13225: C
13226: A
13227: D
13228: B
13229: C
13230: B
13231: C
13232: D
13233: E
13234: E
13235: B
13236: C
13237: E
13238: A
13239: C
13240: D