Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q3369205 Português
Leia a frase:
"A menina estava só e ficou triste."
Qual alternativa tem um sinônimo da palavra “só” nesse contexto?
Alternativas
Q3369201 Português

Leia:


"A criança abriu o guarda-chuva porque começou a chover."


O que motivou a ação da criança?

Alternativas
Q3369197 Português

Leia a frase:


"A professora pediu silêncio na sala."


Qual é o antônimo da palavra “silêncio”?

Alternativas
Q3369069 Português
O texto a seguir deve ser utilizado para responder a questão.

    O meu fim evidente era atar as duas pontas da vida, e restaurar na velhice a adolescência. Pois, senhor, não consegui recompor o que foi nem o que fui. Em tudo, se o rosto é igual, a fisionomia é diferente. Se só me faltassem os outros, vá; um homem consola-se mais ou menos das pessoas que perde; mas falto eu mesmo, e esta lacuna é tudo. O que aqui está é, mal comparando, semelhante à pintura que se põe na barba e nos cabelos, e que apenas conserva o hábito externo, como se diz nas autópsias; o interno não aguenta tinta. Uma certidão que me desse vinte anos de idade poderia enganar os estranhos, como todos os documentos falsos, mas não a mim. Os amigos que me restam são de data recente; todos os antigos foram estudar a geologia dos campos-santos. Quanto às amigas, algumas datam de quinze anos, outras de menos, e quase todas crêem na mocidade. Duas ou três fariam crer nela aos outros, mas a língua que falam obriga muita vez a consultar os dicionários, e tal frequência é cansativa.
    Entretanto, vida diferente não quer dizer vida pior; é outra coisa. A certos respeitos, aquela vida antiga aparece-me despida de muitos encantos que lhe achei; mas é também exato que perdeu muito espinho que a fez molesta, e, de memória, conservo alguma recordação doce e feiticeira. Em verdade, pouco apareço e menos falo. Distrações raras. O mais do tempo é gasto em hortar, jardinar e ler; como bem e não durmo mal.
(Machado de Assis. Dom Casmurro, 1899.)
No trecho “vida diferente não quer dizer vida pior”, o termo “vida diferente” indica mudança na... Assinale a alternativa que completa corretamente a ideia do narrador.
Alternativas
Q3369067 Português
O texto a seguir deve ser utilizado para responder a questão.

    O meu fim evidente era atar as duas pontas da vida, e restaurar na velhice a adolescência. Pois, senhor, não consegui recompor o que foi nem o que fui. Em tudo, se o rosto é igual, a fisionomia é diferente. Se só me faltassem os outros, vá; um homem consola-se mais ou menos das pessoas que perde; mas falto eu mesmo, e esta lacuna é tudo. O que aqui está é, mal comparando, semelhante à pintura que se põe na barba e nos cabelos, e que apenas conserva o hábito externo, como se diz nas autópsias; o interno não aguenta tinta. Uma certidão que me desse vinte anos de idade poderia enganar os estranhos, como todos os documentos falsos, mas não a mim. Os amigos que me restam são de data recente; todos os antigos foram estudar a geologia dos campos-santos. Quanto às amigas, algumas datam de quinze anos, outras de menos, e quase todas crêem na mocidade. Duas ou três fariam crer nela aos outros, mas a língua que falam obriga muita vez a consultar os dicionários, e tal frequência é cansativa.
    Entretanto, vida diferente não quer dizer vida pior; é outra coisa. A certos respeitos, aquela vida antiga aparece-me despida de muitos encantos que lhe achei; mas é também exato que perdeu muito espinho que a fez molesta, e, de memória, conservo alguma recordação doce e feiticeira. Em verdade, pouco apareço e menos falo. Distrações raras. O mais do tempo é gasto em hortar, jardinar e ler; como bem e não durmo mal.
(Machado de Assis. Dom Casmurro, 1899.)
No trecho “mas falto eu mesmo, e esta lacuna é tudo”, o narrador expressa uma percepção existencial. Assinale a alternativa que apresenta a melhor interpretação desse trecho.
Alternativas
Q3368904 Português
Leia o fragmento abaixo da obra “A morte é um dia que vale a pena viver”, da autora contemporânea Ana Claudia Quintana Arantes e depois responda a questão.


1. O processo de morrer pode ser muito doloroso para a maioria das pessoas, principalmente por conta da falta de

2. conhecimento e habilidade dos profissionais de saúde ao conduzir esse tempo sagrado da vida humana.

3. Nesse processo, quando temos à nossa disposição uma equipe de saúde de fato habilidosa para conduzir os cuidados

4. com o tempo que nos resta, mesmo que seja pouco, então teremos a chance incrível de sair desta existência

5. pela porta da frente, com horas e glórias dignas de grandes heróis, reis e rainhas da própria vida.

6. Infelizmente, isso ainda está longe de ser a condição disponível para todos os brasileiros. Nem todos os médicos que

7. trabalham com pacientes terminais sabem cuidar de pacientes terminais. A maioria diz que Cuidados Paliativos todo

8. mundo sabe fazer, que é apenas uma questão de bom senso. O problema é que nem todo mundo tem bom senso,

9. embora todos pensem ter! Nunca tive notícia de alguém que tenha procurado um psicólogo dizendo:

10. “Vim aqui me tratar porque não tenho bom senso.” A sociedade precisa entender que Cuidados Paliativos devem ser

11. aprendidos e ajudar os médicos e profissionais de saúde a aprender. É um conhecimento de alta complexidade, de

12. alto desempenho e, principalmente, de altíssima realização. Realização profissional e humana.


Fonte: A morte é um dia que vale a pena viver - Autora: Ana Claudia Quintana Arantes 
Qual das alternativas abaixo apresenta um sinônimo da palavra destacada na linha 2?
Alternativas
Q3368773 Português
Assinale a alternativa em que as palavras destacadas são classificados como antônimos.
Alternativas
Q3368722 Português
Texto para a questão.

A LUZ ALHEIA

    Os insetos noturnos são atraídos pelo brilho artificial de uma lâmpada. Li, em algum lugar, que a Lua é uma fonte de orientação para eles e, vendo uma luz qualquer, ficam confusos e voam em espirais cada vez menores. O fototropismo instintivo tornase perigoso e até fatal. O brilho que seduz também queima. Como costumamos transferir consciência humana aos animais, questionamos: por que eles giram ao redor da cintilância que não os beneficia e pode até matá-los?
    
     Humanos têm acentuado fototropismo. Buscamos a luz das pessoas. O interesse pelos famosos, em particular, é um tipo de busca do brilho alheio. Imagine estar próximo de alguém que, por algum motivo, você admira intensamente. Viramos insetos fascinados. Em si, a busca pela luminescência alheia é boa e até inspiradora. Crescemos quando olhamos para ídolos positivos e buscamos objetivos mais elevados. Porém, a sedução implica riscos.

    Então, cada um de nós, insetos que voam sozinhos ou em grupo, vê uma luz coruscante na noite escura de nossa consciência. São biografias que, de longe, se mostram melhores, mais interessantes, desafiadoras e repletas de prazer. Elas estão no Facebook, no YouTube, no Instagram, nas revistas, nas narrativas dos amigos e na televisão. A luz alheia ilumina nossa mediocridade. Avaliamos o resultado visível, raramente o custo dele. Vemos alguém falar bem inglês, escrever bem, viajar muito, possuir boa aparência, ter uma família harmoniosa ou quaisquer outros pontos que nosso voo irregular captou na escuridão: ficamos ofuscados e atraídos, feridos narcisicamente e hipnotizados.

    Machado de Assis usou esta metáfora no soneto “Círculo vicioso”. Um vaga-lume voa raso e, mirando ao alto, inveja uma estrela. A estrela lança seu olhar pesaroso em direção ao brilho da Lua. Nosso satélite natural inveja o Sol radiante. Por fim, no terceto final, o Astro-rei confessa: “Pesa-me esta brilhante auréola de nume.../Enfara-me esta luz e desmedida umbela.../Por que não nasci eu um simples vaga-lume?”. Fecha-se o círculo: desejamos o que não temos, a luz a mais ou a menos. O pirilampo, em seu gracioso voo, perde-se ao observar supostas felicidades mais elevadas. As estrelas são diminuídas pela Lua cheia e o Sol a todos se impõe com sua coroa radiosa. A inveja geral nem sequer concebe que o Sol brilhante possa ser infeliz.

    Abrir mão da dor permanente da comparação e da projeção sobre a luz alheia é um desafio. Precisamos reaprender o caminho da máxima grega: conhece a ti mesmo. Isso não garante que cada vaga-lume se torne o Sol, todavia impede que ele se queime no equívoco da busca da luz alheia. Vaga-lume invejoso morre triste.

KARNAL, Leandro. Diálogo de culturas. 1.ed., 4ª reimpressão. – São Paulo: Contexto, 2018.Adaptado.
“O interesse pelos famosos, em particular, é um tipo de busca do brilho alheio.”
Os modalizadores discursivos são encarregados de evidenciar o ponto de vista assumido pelo falante e de assegurar o modo como ele elabora o discurso. A partir dessa concepção, a expressão em destaque é classificada como um modalizador
Alternativas
Q3368717 Português
Texto para a questão.

A LUZ ALHEIA

    Os insetos noturnos são atraídos pelo brilho artificial de uma lâmpada. Li, em algum lugar, que a Lua é uma fonte de orientação para eles e, vendo uma luz qualquer, ficam confusos e voam em espirais cada vez menores. O fototropismo instintivo tornase perigoso e até fatal. O brilho que seduz também queima. Como costumamos transferir consciência humana aos animais, questionamos: por que eles giram ao redor da cintilância que não os beneficia e pode até matá-los?
    
     Humanos têm acentuado fototropismo. Buscamos a luz das pessoas. O interesse pelos famosos, em particular, é um tipo de busca do brilho alheio. Imagine estar próximo de alguém que, por algum motivo, você admira intensamente. Viramos insetos fascinados. Em si, a busca pela luminescência alheia é boa e até inspiradora. Crescemos quando olhamos para ídolos positivos e buscamos objetivos mais elevados. Porém, a sedução implica riscos.

    Então, cada um de nós, insetos que voam sozinhos ou em grupo, vê uma luz coruscante na noite escura de nossa consciência. São biografias que, de longe, se mostram melhores, mais interessantes, desafiadoras e repletas de prazer. Elas estão no Facebook, no YouTube, no Instagram, nas revistas, nas narrativas dos amigos e na televisão. A luz alheia ilumina nossa mediocridade. Avaliamos o resultado visível, raramente o custo dele. Vemos alguém falar bem inglês, escrever bem, viajar muito, possuir boa aparência, ter uma família harmoniosa ou quaisquer outros pontos que nosso voo irregular captou na escuridão: ficamos ofuscados e atraídos, feridos narcisicamente e hipnotizados.

    Machado de Assis usou esta metáfora no soneto “Círculo vicioso”. Um vaga-lume voa raso e, mirando ao alto, inveja uma estrela. A estrela lança seu olhar pesaroso em direção ao brilho da Lua. Nosso satélite natural inveja o Sol radiante. Por fim, no terceto final, o Astro-rei confessa: “Pesa-me esta brilhante auréola de nume.../Enfara-me esta luz e desmedida umbela.../Por que não nasci eu um simples vaga-lume?”. Fecha-se o círculo: desejamos o que não temos, a luz a mais ou a menos. O pirilampo, em seu gracioso voo, perde-se ao observar supostas felicidades mais elevadas. As estrelas são diminuídas pela Lua cheia e o Sol a todos se impõe com sua coroa radiosa. A inveja geral nem sequer concebe que o Sol brilhante possa ser infeliz.

    Abrir mão da dor permanente da comparação e da projeção sobre a luz alheia é um desafio. Precisamos reaprender o caminho da máxima grega: conhece a ti mesmo. Isso não garante que cada vaga-lume se torne o Sol, todavia impede que ele se queime no equívoco da busca da luz alheia. Vaga-lume invejoso morre triste.

KARNAL, Leandro. Diálogo de culturas. 1.ed., 4ª reimpressão. – São Paulo: Contexto, 2018.Adaptado.
O fototropismo, em sentido denotativo, trata-se do movimento vegetal em que ocorre a curvatura da planta em resposta à luz. Assim sendo, a ideia de fototropismo, conforme a intencionalidade discursiva do texto, indica um(a)
Alternativas
Q3368525 Português

Texto I


Somos Todos Africanos


Sempre que entram em crise, as civilizações começam a olhar para o seu passado buscando inspiração para o futuro. Hoje estamos no coração de uma fenomenal crise planetária que afeta todas as civilizações. Ela pode significar um salto rumo a um estado superior da hominização, bem como uma tragédia ameaçadora para toda a nossa espécie. Num momento assim radical, não é sem interesse sondar as nossas raízes mais ancestrais e aquele começo seminal em que deixamos de ser primatas e passamos a ser humanos. Aqui deve haver lições que nos podem ser muito úteis. Hoje é consenso entre os paleontólogos e antropólogos que a aventura da hominização se iniciou na África, cerca de sete milhões de anos atrás. Ela se acelerou passando pelo homo habilis, erectus, neanderthalensis até chegar ao homo sapiens, cerca de 100 mil anos atrás. Da África, ele se propagou para a Ásia, há sessenta mil anos; para a Europa, há 40 mil anos; e para as Américas, há 30 mil anos.


A África não é apenas o lugar geográfico das origens. É o arquétipo primal, o conjunto das marcas impressas na alma do ser humano, presente ainda hoje como informações indeléveis, à semelhança daquelas inscritas em nosso código genético. Foi na África que o ser humano elaborou suas primeiras sensações, onde se articularam as crescentes conexões neurais (cerebralização), brilharam os primeiros pensamentos, fortaleceu-se a juvenilização (processo semelhante ao de um jovem que mostra plasticidade e capacidade de aprendizagem) e emergiu a complexidade social que permitiu o surgimento da linguagem e da cultura. Há um espírito da África presente em cada um dos seres humanos.


Vejo três eixos principais do espírito da África que podem significar uma verdadeira terapia para a nossa crise global. O primeiro é a Mãe-terra. Espalhando-se pelos vastos espaços africanos, nossos ancestrais entraram em profunda comunhão com a Terra, sentindo a interconexão que todas as coisas guardam entre si. Mesmo vítimas da exploração colonialista, os atuais africanos não perderam esse sentido materno da Terra, tão bem representado pela queniana Wangari Mathai, ganhadora do Prêmio Nobel da Paz por plantar milhões de árvores e devolver, assim, vitalidade à Terra. Precisamos nos reapropriar desse espírito da Terra para salvar Gaia, nossa Mãe e única Casa Comum.


O segundo eixo é a matriz relacional (relational matrix, no dizer dos antropólogos). Os africanos usam a palavra ubuntu, que significa força que conecta a todos formando a comunidade dos humanos. Quer dizer, eu me faço humano através do conjunto das conexões com a vida, a natureza, os outros e o Divino. (...)


O terceiro eixo são os rituais. Experiências importantes da vida pessoal, social e sazonal são celebradas com ritos, danças, músicas e apresentações de máscaras, portadores de energia cósmica. É nos rituais que as forças negativas e positivas se equilibram e que se aprofunda o sentido da vida.


Se reincorporarmos o espírito da África, a crise não precisará ser uma tragédia.


(Leonardo Boff, Jornal do Brasil, 2010 – Adaptado).

“Eu adoro músicos populares. Minha mãe, as clássicas.” A figura de linguagem presente nessa frase é:
Alternativas
Q3367865 Português
A metonímia é uma figura de linguagem utilizada quando uma palavra ou expressão é substituída por outra, devido à existência de uma relação lógica entre elas.

Identifique em qual alternativa ocorre a Metonímia, empregando o efeito pela causa:
Alternativas
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Q3367625 Português
Na oração “Vou ao açougueiro hoje à tarde.”, há a presença de uma figura de linguagem. Assinale a opção que apresenta essa figura: 
Alternativas
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Q3367622 Português

Analise:


“Hoje, o dia acordou feliz.”


Assinale a alternativa que possui a figura de linguagem presente na oração acima: 

Alternativas
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Q3367617 Português

Leia e responda as questões:


Oito horas diárias de estudos e exercícios físicos: como era a rotina da concurseira que se tornou a juíza federal mais jovem do Brasil


Luísa Militão Vicente Barroso foi aprovada em concurso da Justiça Federal e tomou posse aos 25 anos. Antes disso, ela havia sido aprovada em outros dois concursos públicos.



    A juíza federal mais jovem do Brasil, Luísa Militão Vicente Barroso, divide sua trajetória de conquistas em concursos públicos com os seguidores em uma rede social. Por lá, ela conta como era a rotina para conseguir aprovação no concurso do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) e também em outros dois concursos.


    Foram três anos de muita dedicação, 'disciplina e fé', como escreveu em um dos seus posts. Após se formar em Direito na Universidade Federal de Viçosa no começo de 2021, Luísa passou a se dividir entre os estudos e o trabalho na Promotoria de Justiça de Inhapim, cidade onde nasceu.


    Mas, ao perceber que precisava aumentar a carga horária de estudos, a concurseira deixou o trabalho na promotoria, passou a advogar somente para cumprir o requisito da prática jurídica e elaborou um plano de estudos: 8 horas diárias, divididas entre videoaulas e leituras, além de manter uma rotina de exercícios físicos.


    Aos fins de semana, os estudos continuavam, mas de outra forma. Aos sábados e domingos, Luísa praticava o que aprendeu durante a semana, realizando simulados.


    Foi em 2025, quando completou 25 anos, que vieram os frutos dos anos de dedicação: aprovada no Ministério Público da Bahia (MPBA), na Defensoria Pública de Minas Gerais e no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1). Este último concurso foi a realização do grande sonho: tornar-se juíza federal.

    “Estou infinitamente realizada com a aprovação no TRF1. Quanta honra poder regressar a esse tribunal magnífico, onde tive a alegria de estagiar ainda na graduação, entre 2019 e 2020, uma das experiências mais felizes da minha vida, que me fez ficar apaixonada pela Justiça Federal”, comemorou em uma postagem feita em rede social.



(https://g1.globo.com/mg/zona-damata/noticia/2025/04/28/dedicacao-exclusiva-aos-estudose-exercicios-fisicos-como-era-a-rotina-da-concurseira-quese-tornou-a-juiza-federal-mais-jovem-dobrasil.ghtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=sharebar-mobile&utm_campaign=materias) 


Assinale a alternativa incorreta, de acordo com o texto acima:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Rolim de Moura - RO Provas: IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Assistente Social (Especialista em Educação C) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Pedagogo Técnico | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Professor (40 Horas) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Engenheiro Civil (Auxiliar Educacional III) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Professor de Educação Física | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Professor de História (20 Horas) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Professor de Inglês | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Professor de Letras (40 Horas) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Professor de Letras e Literatura (40 Horas) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Professor de Letras (Inglês - 20 Horas) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Professor de Matemática (40 Horas) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Professor de Química (40 Horas) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Fonoaudiólogo (Especialista em Educação B) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Nutricionista (Auxiliar Educacional III) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Pedagogo de Educação Infantil (30 Horas) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Pedagogo Ensino Especial | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Pedagogo - Intérprete de Libras (40 Horas) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Pedagogo Orientador (40 Horas) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Pedagogo Pré-Escolar | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Pedagogo Séries Iniciais | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Pedagogo Supervisor (40 Horas) |
Q3367072 Português

TEXTO II


Sofrimento psíquico em policiais civis: uma questão de gênero


Apesar de concebida pelo senso comum como uma instituição predominantemente masculina, a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro admite também mulheres entre seus servidores. Em suas atividades diárias, elas relatam enfrentar dificuldades, frustrações e cobranças. Um estudo realizado pelo Centro Latino-americano de Estudos de Violência e Saúde (Claves), vinculado à Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (Ensp), uma unidade da Fiocruz, questionou 2.746 policiais, dos quais cerca de 19% eram mulheres, e descobriu que elas apresentam mais sofrimento psíquico que seus colegas de trabalho.


"Sofrimento psíquico é um conjunto de condições psicológicas que, apesar de não caracterizar uma doença, gera determinados sinais e sintomas que indicam sofrimento" explica a psicóloga Edinilsa Ramos de Souza, coordenadora do projeto. O problema pode ser causado por diversos fatores, inclusive as condições de trabalho, como falta de instalações adequadas, estresse e falta de preparo para a função. "No dia-a-dia, o policial precisa continuar com o seu trabalho e não pode demonstrar fragilidade", acrescenta. "Isso aumenta o sofrimento e, muitas vezes, faz com que o profissional somatize as questões psicológicas em problemas de saúde, como pressão alta, insônia e dores de cabeça".



(Catarina Chagas)

O texto II é predominantemente:
Alternativas
Q3367011 Português

“ esta vida é uma viagem

pena eu estar

só de passagem “

(Paulo Leminski, La vie em close. 5a ed. S.Paulo: Brasiliense, 2000, p.134)


No poema de apenas três versos, o poeta 

Alternativas
Q3367010 Português

Considere o seguinte trecho:



Em vez do médico do Barcelona, o doutor José Luiz Runco, da Seleção, é quem deverá ser o responsável pela cirurgia de Neymar Jr.. Foi ele quem operou Messi e o atacante Suarez, dois jogadores que tiveram problemas semelhantes no ano passado. O termo “ele”, em destaque no texto, refere-se: 


Alternativas
Q3366999 Português
Participar não se restringe a aderir, pressupõe o compartilhar, o pôr-se em movimento, o que exige a motivação para um objetivo. Além da educação do cidadão e da garantia de legitimidade das decisões, a participação tem ainda uma terceira função:
Alternativas
Q3366883 Português
A intertextualidade é um recurso estético e discursivo amplamente utilizado na literatura, possibilitando diálogos entre obras. Assinale a alternativa que apresenta um exemplo legítimo de intertextualidade.
Alternativas
Q3366882 Português
Os elementos linguísticos presentes em um texto são responsáveis por efeitos de sentido que influenciam sua interpretação. Assinale a alternativa em que a escolha lexical produz um efeito de ironia.
Alternativas
Respostas
12181: D
12182: C
12183: A
12184: D
12185: C
12186: C
12187: A
12188: D
12189: B
12190: C
12191: B
12192: A
12193: D
12194: D
12195: E
12196: A
12197: C
12198: A
12199: C
12200: A