Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q3532181 Português
Os bilhetes são formas de comunicação muito comuns em situações cotidianas. Esse tipo de texto costuma ter uma estrutura e uma linguagem, facilitando o entendimento entre as pessoas que o trocam.
De acordo com as características do bilhete, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3532024 Português
Com base nas quatro estratégias de leitura segundo Goodman (1987) e Smith (1991), associe corretamente as estratégias de leitura da Coluna A às suas descrições correspondentes na Coluna B. Em seguida, marque a alternativa correta com a sequência numérica correspondente. 
Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q3532022 Português

Para Bakhtin (1986, p.17), a palavra funciona como uma espécie de “indicador de mudanças” e se apresenta como o fundamento e a base da vida interior e material privilegiado da comunicação. Sendo assim, defende que a palavra procede de alguém e se dirige para alguém, orientando-se em função do interlocutor. (1986, p.113).


Com base na concepção de Bakhtin sobre a palavra como base da comunicação e elemento orientado para o outro, qual das alternativas abaixo exemplifica corretamente essa ideia? 

Alternativas
Q3531709 Português
“É claro que durante esses anos nós deixamos de ser colônia para constituir o Estado brasileiro e entramos no século XXI, quando a maior parte das previsões apostava que as populações indígenas não sobreviveriam à ocupação do território, pelo menos não mantendo formas próprias de organização, capazes de gerir suas vidas. Isso porque a máquina estatal atua para desfazer as formas de organização das nossas sociedades, buscando uma integração entre essas populações e o conjunto da sociedade brasileira”.
Ailton Krenak. Ideias para adiar o fim do mundo.

O trecho apresentado está inserido num contexto em que o autor critica a
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Q3531708 Português
“Pouco tempo depois de publicar meu primeiro romance, fui a uma emissora de TV em Lagos [na Nigéria] para uma entrevista. Uma mulher que trabalhava lá me abordou e disse: ‘Gostei muito do seu romance, mas não gostei do fim. Você precisa escrever uma continuação, e é isso que vai acontecer...’ – então começou a me dizer o que escrever”.

Chimamanda Ngozi Adichie. O perigo de uma história única.

O trecho apresentado está inserido num contexto em que a autora 
Alternativas
Q3531707 Português
Observe a charge a seguir:

Q46.png (341×213)
Folha de São Paulo, 20.05.2025.

Assinale a alternativa que melhor descreve o sentido da charge em face de recentes circunstâncias vivenciadas na sociedade brasileira.
Alternativas
Q3531700 Português
Em muitos cantos do planeta, a leitura remete a eras longínquas. Nos tempos em que capitaneava o Império Romano, o poderoso Júlio César (100 a.C. - 44 a.C.) já mencionava o hábito em seu ”Guerra das Gálias”, escritos em que enaltecia seus feitos expansionistas, engolindo inclusive o que é hoje Paris. Aí o mundo girou, e o século XV registrou um advento que mudou a história dos livros - a invenção da prensa de Gutenberg, que substituiu os manuscritos artesanais por volumes acessíveis a um público mais vasto. A princípio, eram clérigos, acadêmicos e a elite letrada - uma turma que inflou com a chegada da emergente burguesia. Mais tarde, a Revolução Industrial viu aflorar o conceito de produção em larga escala, o que fez ampliar ainda mais os leitores, que, na década de 1930, receberam um belo empurrão com o aparecimento da opção de bolso, os paperbacks, tudo a preço razoável e fácil de carregar. Só que a história seguiu sua marcha, e a entrada em cena da internet chacoalhou a sociedade, revolucionando comportamentos e moldando gerações. Nessa tremida de pilares, o prazer de se perder nas páginas de um livro (ainda que no meio digital) está escasseando, como confirma de forma perturbadora um recente levantamento que se concentrou na população brasileira de todas as idades e classes sociais. A aferição, agora na sexta edição, pela primeira vez aponta que a maioria no país não está lendo um único livro, nem daqueles fininhos e de enredo simples. Precisamente, 53% declararam não ter folheado nenhum volume nos três meses que antecederam a detalhada pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, conduzida pelo instituto Ipec.


Adaptado de Sara Salbert.” Nova pesquisa mostra que brasileiros estão cada vez mais afastados da leitura.” Revista Veja. Jan. de 2025.
No trecho “Só que a história seguiu sua marcha”, a expressão “só que” serve, principalmente, para
Alternativas
Q3531699 Português
Em muitos cantos do planeta, a leitura remete a eras longínquas. Nos tempos em que capitaneava o Império Romano, o poderoso Júlio César (100 a.C. - 44 a.C.) já mencionava o hábito em seu ”Guerra das Gálias”, escritos em que enaltecia seus feitos expansionistas, engolindo inclusive o que é hoje Paris. Aí o mundo girou, e o século XV registrou um advento que mudou a história dos livros - a invenção da prensa de Gutenberg, que substituiu os manuscritos artesanais por volumes acessíveis a um público mais vasto. A princípio, eram clérigos, acadêmicos e a elite letrada - uma turma que inflou com a chegada da emergente burguesia. Mais tarde, a Revolução Industrial viu aflorar o conceito de produção em larga escala, o que fez ampliar ainda mais os leitores, que, na década de 1930, receberam um belo empurrão com o aparecimento da opção de bolso, os paperbacks, tudo a preço razoável e fácil de carregar. Só que a história seguiu sua marcha, e a entrada em cena da internet chacoalhou a sociedade, revolucionando comportamentos e moldando gerações. Nessa tremida de pilares, o prazer de se perder nas páginas de um livro (ainda que no meio digital) está escasseando, como confirma de forma perturbadora um recente levantamento que se concentrou na população brasileira de todas as idades e classes sociais. A aferição, agora na sexta edição, pela primeira vez aponta que a maioria no país não está lendo um único livro, nem daqueles fininhos e de enredo simples. Precisamente, 53% declararam não ter folheado nenhum volume nos três meses que antecederam a detalhada pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, conduzida pelo instituto Ipec.


Adaptado de Sara Salbert.” Nova pesquisa mostra que brasileiros estão cada vez mais afastados da leitura.” Revista Veja. Jan. de 2025.
A expressão “o mundo girou” tem, no contexto, a função de
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Q3531697 Português
No momento em que morreu, Joaquim escrevia um livro que nunca me mostrou. Meu pai, meu estranho. Ouvi falar da sua obra inacabada desde criança. Onde guardar a dança da mão direita do escritor, enquanto projetou o romance, toda a vida adulta, o pontilhado de gestos abortados, os rascunhos-fantasma, tentativas, planos, ou seriam sonhos, a energia despendida, o fogo de que irradiavam ideias que jamais viram a luz? O que restou foi o vazio. Mas talvez o vazio seja um lugar - uma cidade - repleto de avenidas. Algures, livro sobreviverá, aberto, como sobrevivem as nossas ideias, anseios, as nossas mistificações, literatura desconhecida, minha tradição. Ninguém leu o livro que dizia escrever. O escritor morreu, levou-o. Não é possível que a morte do meu Pai tenha matado o livro, que era a própria vida. O sonho dessa obra foi a herança que me deixou. Como parar de sonhá-lo, se jamais o li? Imagino a biblioteca dos livros por escrever. 


Adaptado de Djaimilia Pereira de Almeida. O livro do meu pai. Todavia. 2025.
No trecho “Onde guardar a dança da mão direita do escritor...”, o seu efeito expressivo resulta de
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Q3531696 Português
No momento em que morreu, Joaquim escrevia um livro que nunca me mostrou. Meu pai, meu estranho. Ouvi falar da sua obra inacabada desde criança. Onde guardar a dança da mão direita do escritor, enquanto projetou o romance, toda a vida adulta, o pontilhado de gestos abortados, os rascunhos-fantasma, tentativas, planos, ou seriam sonhos, a energia despendida, o fogo de que irradiavam ideias que jamais viram a luz? O que restou foi o vazio. Mas talvez o vazio seja um lugar - uma cidade - repleto de avenidas. Algures, livro sobreviverá, aberto, como sobrevivem as nossas ideias, anseios, as nossas mistificações, literatura desconhecida, minha tradição. Ninguém leu o livro que dizia escrever. O escritor morreu, levou-o. Não é possível que a morte do meu Pai tenha matado o livro, que era a própria vida. O sonho dessa obra foi a herança que me deixou. Como parar de sonhá-lo, se jamais o li? Imagino a biblioteca dos livros por escrever. 


Adaptado de Djaimilia Pereira de Almeida. O livro do meu pai. Todavia. 2025.
Considerando a organização argumentativa, o texto é construído a partir da 
Alternativas
Q3531694 Português
Ambiência


Somos nós que ditamos o mundo em que vivemos. Não é alienação ou delírio - o fato é que nosso mundo é o nosso pensar. Claro que não se trata apenas de imaginar o mundo que desejamos para ele se concretizar em nossa mente. Para conseguir esse efeito, você tem que negociar com suas emoções para que elas permitam que sua mente viva nesse ambiente. Se as emoções alimentarem o pensamento com impulsos positivos e amorosos, ele, então, poderá sustentar essa atmosfera; mas se, ao contrário, instigar ânimos negativos e hostis, essa será a sua ambiência. Para complicar, as emoções são reações... Então você terá que atrair condutas e comportamentos positivos para influenciá-las; elas, por sua vez, influenciarão os seus pensamentos. A boa notícia é que ter bons pensamentos nos leva a ter boas emoções, as quais irão cooptar boas ações dos outros. Acho que a pergunta, então, é mais ou menos esta: como começar tal processo da maneira certa?


Adaptado de Nilson Bonder. Vapor dos vapores: dicionário de pensares. Rocco Digital. 2025
No trecho “Para complicar, as emoções são reações...”, a locução “Para complicar” tem como principal efeito de sentido a 
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Q3531693 Português
Ambiência


Somos nós que ditamos o mundo em que vivemos. Não é alienação ou delírio - o fato é que nosso mundo é o nosso pensar. Claro que não se trata apenas de imaginar o mundo que desejamos para ele se concretizar em nossa mente. Para conseguir esse efeito, você tem que negociar com suas emoções para que elas permitam que sua mente viva nesse ambiente. Se as emoções alimentarem o pensamento com impulsos positivos e amorosos, ele, então, poderá sustentar essa atmosfera; mas se, ao contrário, instigar ânimos negativos e hostis, essa será a sua ambiência. Para complicar, as emoções são reações... Então você terá que atrair condutas e comportamentos positivos para influenciá-las; elas, por sua vez, influenciarão os seus pensamentos. A boa notícia é que ter bons pensamentos nos leva a ter boas emoções, as quais irão cooptar boas ações dos outros. Acho que a pergunta, então, é mais ou menos esta: como começar tal processo da maneira certa?


Adaptado de Nilson Bonder. Vapor dos vapores: dicionário de pensares. Rocco Digital. 2025
A coerência interna do texto está ancorada na seguinte perspectiva:
Alternativas
Q3531692 Português
Ambiência


Somos nós que ditamos o mundo em que vivemos. Não é alienação ou delírio - o fato é que nosso mundo é o nosso pensar. Claro que não se trata apenas de imaginar o mundo que desejamos para ele se concretizar em nossa mente. Para conseguir esse efeito, você tem que negociar com suas emoções para que elas permitam que sua mente viva nesse ambiente. Se as emoções alimentarem o pensamento com impulsos positivos e amorosos, ele, então, poderá sustentar essa atmosfera; mas se, ao contrário, instigar ânimos negativos e hostis, essa será a sua ambiência. Para complicar, as emoções são reações... Então você terá que atrair condutas e comportamentos positivos para influenciá-las; elas, por sua vez, influenciarão os seus pensamentos. A boa notícia é que ter bons pensamentos nos leva a ter boas emoções, as quais irão cooptar boas ações dos outros. Acho que a pergunta, então, é mais ou menos esta: como começar tal processo da maneira certa?


Adaptado de Nilson Bonder. Vapor dos vapores: dicionário de pensares. Rocco Digital. 2025
O título “Ambiência”, no contexto do texto, refere-se principalmente:
Alternativas
Q3531401 Português
“Pouco tempo depois de publicar meu primeiro romance, fui a uma emissora de TV em Lagos [na Nigéria] para uma entrevista. Uma mulher que trabalhava lá me abordou e disse: ‘Gostei muito do seu romance, mas não gostei do fim. Você precisa escrever uma continuação, e é isso que vai acontecer...’ – então começou a me dizer o que escrever. Fiquei não só encantada, mas muito comovida. Lá estava aquela mulher, parte da massa de nigerianos que supostamente não é leitora. Ela não só tinha lido o livro como tinha se apropriado dele e se sentido à vontade para me dizer o que escrever na continuação”.

Chimamanda Ngozi Adichie. O perigo de uma história única. Adaptado.

A expressão “parte da massa de nigerianos” presente no texto é uma crítica à forma
Alternativas
Q3531399 Português
“É claro que durante esses anos nós deixamos de ser colônia para constituir o Estado brasileiro e entramos no século XXI, quando a maior parte das previsões apostava que as populações indígenas não sobreviveriam à ocupação do território, pelo menos não mantendo formas próprias de organização, capazes de gerir suas vidas. Isso porque a máquina estatal atua para desfazer as formas de organização das nossas sociedades, buscando uma integração entre essas populações e o conjunto da sociedade brasileira”.

Ailton Krenak. Ideias para adiar o fim do mundo.

A expressão “capazes de gerir suas vidas” presente no texto é uma crítica à forma como a sociedade
Alternativas
Q3531395 Português
     A manutenção e a vigilância de espaços públicos e privados são fundamentais para garantir o bom funcionamento dos ambientes e a segurança das pessoas. A manutenção preventiva, por exemplo, evita que equipamentos se desgastem ou que ocorram falhas que possam causar acidentes ou prejuízos.
    Além disso, a presença de sistemas de segurança, como câmeras, alarmes e vigilância humana, ajuda a inibir ações de vandalismo e furtos. Manter a estrutura física dos espaços públicos e privados em boas condições, também é muito importante e contribui para um ambiente mais seguro e acolhedor para todos.
    Pode-se destacar que a manutenção e a vigilância não são, apenas, de responsabilidade de profissionais da área, mas de todos que utilizam esses espaços, pois cuidar dos ambientes que frequentamos é um ato de respeito.

Assinale a alternativa que apresenta os sinônimos das palavras destacadas, respectivamente.
Alternativas
Q3531394 Português
“No fundo do celeiro, Major já se encontrava deitado sobre a cama de palha, sob uma lanterna que pendia de uma viga. Tinha doze anos e, embora ultimamente estivesse mais gordo, ainda era um porco de aparência majestosa, com ar sábio e benevolente.”

ORWELL, George. A Fazenda dos Animais.

No trecho apresentado, a descrição do personagem Major revela, principalmente, 
Alternativas
Q3531337 Português
Texto para a questão


     No momento em que morreu, Joaquim escrevia um livro que nunca me mostrou. Meu pai, meu estranho. Ouvi falar da sua obra inacabada desde criança. Onde guardar a dança da mão direita do escritor, enquanto projetou o romance, toda a vida adulta, o pontilhado de gestos abortados, os rascunhos fantasma, tentativas, planos, ou seriam sonhos, a energia despendida, o fogo de que irradiavam ideias que jamais viram a luz? O que restou foi o vazio. Mas talvez o vazio seja um lugar - uma cidade - repleto de avenidas. Algures, livro sobreviverá, aberto, como sobrevivem as nossas ideias, anseios, as nossas mistificações, literatura desconhecida, minha tradição. Ninguém leu o livro que dizia escrever. O escritor morreu, levou-o. Não é possível que a morte do meu Pai tenha matado o livro, que era a própria vida. O sonho dessa obra foi a herança que me deixou. Como parar de sonhá-lo, se jamais o li? Imagino a biblioteca dos livros por escrever.


Adaptado de Djaimilia Pereira de Almeida. O livro do meu pai. Todavia. 2025.
No trecho “Onde guardar a dança da mão direita do escritor...”, o seu efeito expressivo resulta de
Alternativas
Q3531124 Português

Mila


Q1_8.png (340×604)


CONY, Carlos Heitor. Mila. In: SANTOS, Joaquim Ferreira dos (org.). As Cem Melhores Crônicas Brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007. p. 271–272.

No trecho: “E passeávamos pela Lagoa, com a idade ela adquiriu ‘fumos fidalgos’” (linhas 22-23), a expressão destacada significa
Alternativas
Q3530470 Português
AS QUESTÃO SE REFEREM AO TEXTO A SEGUIR.

Voando alto, dia e noite, com energia solar
da Revista Pesquisa FAPESP

O pseudossatélite de alta altitude (HAPS) PHASA-35, uma aeronave movida a energia solar, voou por 24 horas, subiu a 20 quilômetros (km) e cruzou a estratosfera, a camada da atmosfera situada entre 7 e 50 km, nos testes realizados em dezembro no Novo México, nos Estados Unidos. Depois, pousou em condições de serviço, pronta para voar novamente em dois dias. O sistema aéreo não tripulado foi desenvolvido pela Prismatic Ltd., subsidiária da BAE Systems, sediada em Farnborough, empresa do Reino Unido responsável pelo projeto e construção do PHASA-35, assim chamado por ter 35 metros de envergadura. Ele pesa 150 quilogramas (kg), transporta uma carga de até 15kg e tem dispositivos fotovoltaicos que durante o dia fornecem energia, armazenada em células recarregáveis para manter o voo durante a noite. Suas possíveis aplicações incluem vigilância de fronteiras, comunicação militar, operações de salvamento, reconhecimento aéreo e apoio em redes de telecomunicações. A empresa espera concluir os testes em 2026 (BAE Systems, 17 de dezembro).

Este texto foi originalmente publicado por Pesquisa FAPESP de acordo com a licença Creative Commons CC-BY-NC-ND. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/voando-alto-dia-e-noite-com-energia-solar/. Acesso em: 13 fev. 2025.
Segundo as informações explicitadas no texto,
Alternativas
Respostas
12141: D
12142: D
12143: D
12144: E
12145: B
12146: A
12147: D
12148: E
12149: B
12150: B
12151: D
12152: C
12153: E
12154: B
12155: E
12156: A
12157: B
12158: B
12159: C
12160: D