Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q3376557 Português

Texto 3


Preto ou negro?

Camilla Fernandes





Disponível em: https://www.politize.com.br/preto-ou-negro/. Acesso em: 09 nov. 2024. Adaptado.

No último parágrafo, considera-se um elemento de retomada coesiva – item anafórico – aquele sublinhado em
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Q3376556 Português

Texto 3


Preto ou negro?

Camilla Fernandes





Disponível em: https://www.politize.com.br/preto-ou-negro/. Acesso em: 09 nov. 2024. Adaptado.

“Então” é usado no começo do 4º parágrafo – “Então, de acordo com a interpretação apresentada por Clifford...” (Linha 18) – para marcar
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Q3376553 Português

Texto 3


Preto ou negro?

Camilla Fernandes





Disponível em: https://www.politize.com.br/preto-ou-negro/. Acesso em: 09 nov. 2024. Adaptado.

A expressão “isto é”, em “sobre diversos temas que viralizam, isto é, que se tornam relevantes” (Linhas 4-5),
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Q3376552 Português

Texto 3


Preto ou negro?

Camilla Fernandes





Disponível em: https://www.politize.com.br/preto-ou-negro/. Acesso em: 09 nov. 2024. Adaptado.

“O crescimento da circulação do debate racial no Brasil é inegável e, com o advento da internet, mais precisamente com o Marco Civil da Internet, além de os internautas terem acesso a informações em um clique, eles também se tornaram formadores de opiniões e se sentem à vontade para opinar sobre diversos temas que viralizam, isto é, que se tornam relevantes.” (Linhas 1-5)
A construção do fragmento acima configura uma estrutura de
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Q3375605 Português


HEGENBERG, Leonidas. Evolução histórica do conceito de doença.

In: L. Hegenberg (org.). Doença: um estudo filosófico.

Rio de Janeiro: Fiocruz, 1998 (com adaptações).

Com referência ao texto e a seus aspectos linguísticos e gramaticais, julgue o item seguinte.


O período “Povos primitivos entendiam a doença como algo que se devia à ação de projéteis: lanças, flechas, pedras atiradas por inimigos ou, talvez, ossos e espinhos que alguém engolia sem querer, em virtude da ação de forças adversas, humanas ou sobre‑humanas.” (linhas de 9 a 11) poderia ser reescrito, sem prejuízo para a correção gramatical e para os sentidos originais do texto, da seguinte forma: As populações antigas acreditavam que a doença existia por força da ação de projetis como lanças, flechas, pedras atiradas por inimigos, ou mesmo, ossos e espinhos que alguém sem querer engoliu, graças a ação de forças diversas, humana ou sobre‑humana.

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Q3375589 Português


HEGENBERG, Leonidas. Evolução histórica do conceito de doença.

In: L. Hegenberg (org.). Doença: um estudo filosófico.

Rio de Janeiro: Fiocruz, 1998 (com adaptações).

No que se refere às ideias do texto, julgue o item a seguir.


É predominante, no texto, a tipologia argumentativa, ao se discutir e pormenorizar os vários conceitos de doença, nos tempos modernos.

Alternativas
Q3375228 Português
Leia o fragmento abaixo da obra “A morte é um dia que vale a pena viver”, da autora contemporânea Ana Claudia Quintana Arantes e depois responda a questão.


1. O processo de morrer pode ser muito doloroso para a maioria das pessoas, principalmente por conta da falta de

2. conhecimento e habilidade dos profissionais de saúde ao conduzir esse tempo sagrado da vida humana.

3. Nesse processo, quando temos à nossa disposição uma equipe de saúde de fato habilidosa para conduzir os cuidados

4. com o tempo que nos resta, mesmo que seja pouco, então teremos a chance incrível de sair desta existência

5. pela porta da frente, com horas e glórias dignas de grandes heróis, reis e rainhas da própria vida.

6. Infelizmente, isso ainda está longe de ser a condição disponível para todos os brasileiros. Nem todos os médicos que

7. trabalham com pacientes terminais sabem cuidar de pacientes terminais. A maioria diz que Cuidados Paliativos todo

8. mundo sabe fazer, que é apenas uma questão de bom senso. O problema é que nem todo mundo tem bom senso,

9. embora todos pensem ter! Nunca tive notícia de alguém que tenha procurado um psicólogo dizendo:

10. “Vim aqui me tratar porque não tenho bom senso.” A sociedade precisa entender que Cuidados Paliativos devem ser

11. aprendidos e ajudar os médicos e profissionais de saúde a aprender. É um conhecimento de alta complexidade, de

12. alto desempenho e, principalmente, de altíssima realização. Realização profissional e humana.


Fonte: A morte é um dia que vale a pena viver - Autora: Ana Claudia Quintana Arantes 
O fragmento destacado na linha 8, quando passado para o sentido afirmativo, deve ser escrito da seguinte forma:
Alternativas
Q3375226 Português
Leia o fragmento abaixo da obra “A morte é um dia que vale a pena viver”, da autora contemporânea Ana Claudia Quintana Arantes e depois responda a questão.


1. O processo de morrer pode ser muito doloroso para a maioria das pessoas, principalmente por conta da falta de

2. conhecimento e habilidade dos profissionais de saúde ao conduzir esse tempo sagrado da vida humana.

3. Nesse processo, quando temos à nossa disposição uma equipe de saúde de fato habilidosa para conduzir os cuidados

4. com o tempo que nos resta, mesmo que seja pouco, então teremos a chance incrível de sair desta existência

5. pela porta da frente, com horas e glórias dignas de grandes heróis, reis e rainhas da própria vida.

6. Infelizmente, isso ainda está longe de ser a condição disponível para todos os brasileiros. Nem todos os médicos que

7. trabalham com pacientes terminais sabem cuidar de pacientes terminais. A maioria diz que Cuidados Paliativos todo

8. mundo sabe fazer, que é apenas uma questão de bom senso. O problema é que nem todo mundo tem bom senso,

9. embora todos pensem ter! Nunca tive notícia de alguém que tenha procurado um psicólogo dizendo:

10. “Vim aqui me tratar porque não tenho bom senso.” A sociedade precisa entender que Cuidados Paliativos devem ser

11. aprendidos e ajudar os médicos e profissionais de saúde a aprender. É um conhecimento de alta complexidade, de

12. alto desempenho e, principalmente, de altíssima realização. Realização profissional e humana.


Fonte: A morte é um dia que vale a pena viver - Autora: Ana Claudia Quintana Arantes 
O fragmento: sair desta existência pela porta da frente, refere-se à?
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Q3375090 Português

Internet: <www.bvsms.saude.gov.br>  (com adaptações).

Acerca da estruturação linguístico‑gramatical do texto, julgue o item seguinte.


Ficam mantidos a correção gramatical do texto e o sentido original do texto caso, no segundo parágrafo, o período “Entretanto, desde o nascimento das cidades, mesmo sem o conhecimento de todo o processo de transmissão de doenças, havia registros das preocupações com a vigilância sanitária.” seja reescrito da seguinte forma: Desde o nascimento das cidades, no entretanto, ainda sem conhecer todo o processo de transmissão de doenças, têm‑se registros das cismas com a vigilância sanitária. 

Alternativas
Q3375088 Português

Internet: <www.bvsms.saude.gov.br>  (com adaptações).

Acerca da estruturação linguístico‑gramatical do texto, julgue o item seguinte.


No trecho “as doenças eram frequentemente vistas como punições divinas, e os tratamentos eram embasados em preces, penitências e remédios herbais.”, manter‑se‑ão a correção gramatical e os sentidos textuais caso se substitua o termo “herbais” pela expressão a base de ervas.

Alternativas
Q3375082 Português

Internet: <www.bvsms.saude.gov.br>  (com adaptações).

No que se refere à estruturação e às ideias do texto, julgue o item a seguir.


Depreende‑se do texto que a vigilância sanitária englobaria ações capazes de eliminar, reduzir ou prevenir riscos à saúde e de intervir nos problemas sanitários decorrentes do meio ambiente, da produção e da circulação de bens e pessoas e da prestação de serviços de interesse da saúde.

Alternativas
Q3373691 Português

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(Disponível em: www.revistas.fucamp.edu.br/index.php/getec/article/view/2982/1840 – texto adaptado especialmente para esta prova). 

Assinale a alternativa que indica correta e respectivamente, o sentido das expressões sublinhadas nos trechos a seguir, retirados do texto-base:

1. “[...] pois a contabilidade compreende relatórios, receitas, despesas” (l. 05-06).
2. “Por isso, as informações fornecidas pelos relatórios contábeis” (l. 10-11).
3. “[...] mesmo que se admita que as empresas o façam” (l. 22-23).
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Q3373125 Português
Soluções locais para um cultivo sustentável

         Embora a empresa Iyris esteja de olho no mercado global – tendo arrecadado US$ 16 milhões (aproximadamente R$ 91,1 milhões) em uma rodada de financiamento série A no início deste ano – a tecnologia SecondSky também está ajudando a redefinir o que é possível na agricultura dentro do próprio país.
         Na Arábia Saudita, a Iniciativa Nacional de Produção de Alimentos, uma parceria entre Iyris e a desenvolvedora de turismo regenerativo Red Sea Global, criou uma fazenda de 0,75 hectare em um terreno improdutivo em Bada, no noroeste do país. A região é um deserto subtropical, onde as temperaturas no verão chegam a quase 40°C.
         O projeto, anunciado em outubro, está integrando várias soluções agrícolas locais, incluindo o SecondSky, para cultivar tomates, pepinos, pimentões e ervas, que serão fornecidos aos resorts da Red Sea Global.
         “Estamos comprovando esses resultados incrivelmente inovadores no ambiente mais hostil do mundo”, disse John Keppler.
         A fazenda em Bada já despertou o interesse de uma cooperativa local, que está explorando a possibilidade de replicar o modelo, acrescentou ele.

Fonte: CNN. Adaptado.
A palavra "inovadores", utilizada no 4º parágrafo do texto, tem um sinônimo e um antônimo, respectivamente, em: 
Alternativas
Q3373124 Português
Soluções locais para um cultivo sustentável

         Embora a empresa Iyris esteja de olho no mercado global – tendo arrecadado US$ 16 milhões (aproximadamente R$ 91,1 milhões) em uma rodada de financiamento série A no início deste ano – a tecnologia SecondSky também está ajudando a redefinir o que é possível na agricultura dentro do próprio país.
         Na Arábia Saudita, a Iniciativa Nacional de Produção de Alimentos, uma parceria entre Iyris e a desenvolvedora de turismo regenerativo Red Sea Global, criou uma fazenda de 0,75 hectare em um terreno improdutivo em Bada, no noroeste do país. A região é um deserto subtropical, onde as temperaturas no verão chegam a quase 40°C.
         O projeto, anunciado em outubro, está integrando várias soluções agrícolas locais, incluindo o SecondSky, para cultivar tomates, pepinos, pimentões e ervas, que serão fornecidos aos resorts da Red Sea Global.
         “Estamos comprovando esses resultados incrivelmente inovadores no ambiente mais hostil do mundo”, disse John Keppler.
         A fazenda em Bada já despertou o interesse de uma cooperativa local, que está explorando a possibilidade de replicar o modelo, acrescentou ele.

Fonte: CNN. Adaptado.
Qual é o principal objetivo do texto? 
Alternativas
Q3373123 Português
Soluções locais para um cultivo sustentável

         Embora a empresa Iyris esteja de olho no mercado global – tendo arrecadado US$ 16 milhões (aproximadamente R$ 91,1 milhões) em uma rodada de financiamento série A no início deste ano – a tecnologia SecondSky também está ajudando a redefinir o que é possível na agricultura dentro do próprio país.
         Na Arábia Saudita, a Iniciativa Nacional de Produção de Alimentos, uma parceria entre Iyris e a desenvolvedora de turismo regenerativo Red Sea Global, criou uma fazenda de 0,75 hectare em um terreno improdutivo em Bada, no noroeste do país. A região é um deserto subtropical, onde as temperaturas no verão chegam a quase 40°C.
         O projeto, anunciado em outubro, está integrando várias soluções agrícolas locais, incluindo o SecondSky, para cultivar tomates, pepinos, pimentões e ervas, que serão fornecidos aos resorts da Red Sea Global.
         “Estamos comprovando esses resultados incrivelmente inovadores no ambiente mais hostil do mundo”, disse John Keppler.
         A fazenda em Bada já despertou o interesse de uma cooperativa local, que está explorando a possibilidade de replicar o modelo, acrescentou ele.

Fonte: CNN. Adaptado.
De acordo com o texto, qual é a principal iniciativa mencionada para tornar o cultivo sustentável na Arábia Saudita? 
Alternativas
Q3373122 Português
Soluções locais para um cultivo sustentável

         Embora a empresa Iyris esteja de olho no mercado global – tendo arrecadado US$ 16 milhões (aproximadamente R$ 91,1 milhões) em uma rodada de financiamento série A no início deste ano – a tecnologia SecondSky também está ajudando a redefinir o que é possível na agricultura dentro do próprio país.
         Na Arábia Saudita, a Iniciativa Nacional de Produção de Alimentos, uma parceria entre Iyris e a desenvolvedora de turismo regenerativo Red Sea Global, criou uma fazenda de 0,75 hectare em um terreno improdutivo em Bada, no noroeste do país. A região é um deserto subtropical, onde as temperaturas no verão chegam a quase 40°C.
         O projeto, anunciado em outubro, está integrando várias soluções agrícolas locais, incluindo o SecondSky, para cultivar tomates, pepinos, pimentões e ervas, que serão fornecidos aos resorts da Red Sea Global.
         “Estamos comprovando esses resultados incrivelmente inovadores no ambiente mais hostil do mundo”, disse John Keppler.
         A fazenda em Bada já despertou o interesse de uma cooperativa local, que está explorando a possibilidade de replicar o modelo, acrescentou ele.

Fonte: CNN. Adaptado.
No trecho “A fazenda em Bada já despertou o interesse de uma cooperativa local”, os termos sublinhados podem ser substituídos, de forma equivalente, por: 
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Ano: 2025 Banca: IESES Órgão: CRC-SC Prova: IESES - 2025 - CRC-SC - Fiscal |
Q3371702 Português
Responda à questão com base no seguinte texto:


Por que as palavras de origem árabe começam com “al”? 


Almanaque, alfândega, almofada, alface, algema, algodão, alfaiate. Enorme foi a contribuição dos árabes para o vocabulário português e espanhol durante sua permanência de sete séculos na Península Ibérica. O detalhe curioso é que esse “al” fixado no início das palavras era, na verdade, o artigo definido da língua árabe. “Alquimia”, por exemplo, quer dizer “a química”. Na língua de origem, o “al” acompanha todo e qualquer substantivo, não importa se masculino ou feminino, singular ou plural. Além disso, vem sempre colado à palavra a que se refere. Outro fato marcante é que esse artigo aparece também em palavras da língua portuguesa que não começam com al. Isso porque sua segunda letra, o “l”, pode ser alterada para que seu som se harmonize com a consoante a seguir. Tudo isso reforça, para quem ouve, a ideia de que o artigo faz parte da palavra. E nós acabamos assimilando isso e juntando com os nossos artigos. Por isso ninguém fala “o godão” ou “a zeitona”. Da mesma forma, por isso o livro sagrado do Islã pode ser chamado de “Alcorão” ou “Corão”. 


(Adaptado de: https://jornalnota.com.br/2024/10/08/por-que-aspalavras-de-origem-arabe-comecam-com-al/). 
De acordo com as informações do texto, por que o elemento “al” pode assumir formas diferentes antes de certas consoantes?  
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IESES Órgão: CRC-SC Prova: IESES - 2025 - CRC-SC - Fiscal |
Q3371700 Português
Responda à questão com base no seguinte texto:


Por que as palavras de origem árabe começam com “al”? 


Almanaque, alfândega, almofada, alface, algema, algodão, alfaiate. Enorme foi a contribuição dos árabes para o vocabulário português e espanhol durante sua permanência de sete séculos na Península Ibérica. O detalhe curioso é que esse “al” fixado no início das palavras era, na verdade, o artigo definido da língua árabe. “Alquimia”, por exemplo, quer dizer “a química”. Na língua de origem, o “al” acompanha todo e qualquer substantivo, não importa se masculino ou feminino, singular ou plural. Além disso, vem sempre colado à palavra a que se refere. Outro fato marcante é que esse artigo aparece também em palavras da língua portuguesa que não começam com al. Isso porque sua segunda letra, o “l”, pode ser alterada para que seu som se harmonize com a consoante a seguir. Tudo isso reforça, para quem ouve, a ideia de que o artigo faz parte da palavra. E nós acabamos assimilando isso e juntando com os nossos artigos. Por isso ninguém fala “o godão” ou “a zeitona”. Da mesma forma, por isso o livro sagrado do Islã pode ser chamado de “Alcorão” ou “Corão”. 


(Adaptado de: https://jornalnota.com.br/2024/10/08/por-que-aspalavras-de-origem-arabe-comecam-com-al/). 
Com base nas informações do texto sobre a origem e a incorporação do elemento “al” em palavras do português, analise as assertivas a seguir:

I. A longa permanência dos árabes na Península Ibérica deixou uma contribuição expressiva para o léxico do português e do espanhol.
II. O artigo “al” era empregado, na língua árabe, antes de qualquer substantivo, sem distinção de gênero ou número.

Pode-se afirmar que: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IESES Órgão: CRC-SC Prova: IESES - 2025 - CRC-SC - Contador |
Q3371661 Português
Responda à questão com base no seguinte texto:


Por que as palavras de origem árabe começam com “al”?


Almanaque, alfândega, almofada, alface, algema, algodão, alfaiate. Enorme foi a contribuição dos árabes para o vocabulário português e espanhol durante sua permanência de sete séculos na Península Ibérica. O detalhe curioso é que esse “al” fixado no início das palavras era, na verdade, o artigo definido da língua árabe. “Alquimia”, por exemplo, quer dizer “a química”. Na língua de origem, o “al” acompanha todo e qualquer substantivo, não importa se masculino ou feminino, singular ou plural. Além disso, vem sempre colado à palavra a que se refere. Outro fato marcante é que esse artigo aparece também em palavras da língua portuguesa que não começam com al. Isso porque sua segunda letra, o “l”, pode ser alterada para que seu som se harmonize com a consoante a seguir. Tudo isso reforça, para quem ouve, a ideia de que o artigo faz parte da palavra. E nós acabamos assimilando isso e juntando com os nossos artigos. Por isso ninguém fala “o godão” ou “a zeitona”. Da mesma forma, por isso o livro sagrado do Islã pode ser chamado de “Alcorão” ou “Corão”.


(Adaptado de: https://jornalnota.com.br/2024/10/08/por-que-aspalavras-de-origem-arabe-comecam-com-al/). 
Acerca das informações apresentadas no texto sobre a influência da língua árabe no vocabulário do português, especialmente quanto ao uso do elemento “al”, assinale a alternativa correta.  
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Q3371294 Português
Leia o texto e marque a alternativa correta quanto aos comentários.

No Meio do Caminho

No meio do caminho tinha uma pedra
Tinha uma pedra no meio do caminho
Tinha uma pedra
No meio do caminho tinha uma pedra
Nunca me esquecerei desse acontecimento
Na vida de minhas retinas tão fatigadas
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
Tinha uma pedra
Tinha uma pedra no meio do caminho
No meio do caminho tinha uma pedra

(Carlos Drummond de Andrade)

I. Pedra tem sentido conotativo e a metade do caminho é no sentido literal;
II. A palavra “fatigadas” tem valor semântico de violentadas;
III. No texto, o eu-lírico está na primeira pessoa do singular;
IV. A pedra tem sentido denotativo e caminho sentido conotativo;
V. Pedra tem sentido conotativo e caminho também.
Alternativas
Respostas
12121: C
12122: D
12123: A
12124: D
12125: E
12126: E
12127: C
12128: A
12129: E
12130: E
12131: C
12132: A
12133: D
12134: D
12135: C
12136: B
12137: D
12138: C
12139: D
12140: A