Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
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De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
I. "Que ótimo, derrubei café na minha apresentação inteira minutos antes de começar!" → Ironia.
II. "Após muitos anos de dedicação, ele nos deixou no último outono." → Eufemismo.
III. "Naquela sala, havia risos e lágrimas, esperança e medo, tudo ao mesmo tempo." → Hipérbole.
IV. "Esperei uma eternidade naquela fila do banco." → Antítese.
Assinale a alternativa onde a figura de linguagem indicada está presente na afirmativa correlacionada:
Ailton Krenak. Ideias para adiar o fim do mundo.
O trecho apresentado está inserido num contexto em que o autor critica a
I. "O relatório apontou contaminação fúngica nas amostras de solo, exigindo intervenção imediata."
II. "A sede de conhecimento da equipe impulsionou avanços na pesquisa de nanotecnologia."
III. "Os algoritmos de machine learning demonstraram fome patológica por dados não estruturados."
IV. "O paciente apresentou metástase óssea confirmada por biópsia, conforme o protocolo oncológico."
V. "A tempestade de críticas ao modelo estatístico inviabilizou sua aplicação no estudo longitudinal."
Assinale a alternativa que indica apenas as afirmativas corretas sobre o uso estritamente denotativo em contextos técnico-científicos:
I. Trabalhos acadêmicos.
II. Receita culinária.
III. Editorial jornalístico.
IV. Verbetes de dicionários.
V. Manual de instruções.
Quais dos gêneros acima são textos injuntivos?
Coluna 01
(__) As árvores sussurravam segredos ao vento.
(__) É no silêncio mais profundo que escuto os gritos da alma.
(__) Ele é corajoso como um leão em campo de batalha.
(__) A situação me remetia alegria e tristeza.
Coluna 02
I. Comparação.
II. Antítese.
III. Prosopopeia.
IV. Paradoxo.
Correlacione as colunas de acordo com a figura de linguagem predominante em cada sentença. Assinale a alternativa com a sequência correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Entenda teste que pode detectar mulheres com mais risco de perder o bebê
Pesquisadores do Reino Unido dizem ter criado um exame capaz de identificar mulheres com alterações no revestimento do útero que podem elevar o risco de abortos espontâneos.
Em um estudo publicado recentemente na Science Advances, cientistas afirmam que esse avanço pode abrir novas possibilidades de tratamento para aquelas que enfrentam perdas gestacionais recorrentes.
"Trata-se de identificar abortos espontâneos evitáveis", disse a Dra. Joanne Muter, da Escola Médica de Warwick, autora principal da pesquisa, cujo trabalho é financiado pela Tommy's como parte do seu Centro Nacional de Pesquisa de Aborto Espontâneo.
"Muitas mulheres ouvem que simplesmente tiveram 'azar', mas nossas descobertas mostram que o próprio útero pode estar preparando o terreno para a perda gestacional, mesmo antes da concepção", acrescentou.
O estudo, conduzido por especialistas da Universidade de Warwick, observou que em algumas mulheres com histórico de aborto espontâneo, o revestimento uterino não reage de forma adequada, falhando em se transformar no ambiente propício para a implantação do embrião.
Organizações de apoio afirmam que essas descobertas podem lançar luz sobre as causas de abortos recorrentes, que frequentemente causam grande sofrimento emocional.
O autor sênior, Professor Jan Brosens, Professor de Obstetrícia e Ginecologia no Warwick and UHCW NHS Trust e Diretor Científico do Tommy's National Miscarriage Research Centre, também explicou qual pode ser a causa de uma mulher sofrer mais de uma perda gestacional.
"Está bem estabelecido que erros cromossômicos em embriões são responsáveis ??pelo aumento das taxas de aborto espontâneo em mulheres com mais de 35 anos. Este estudo mostra que cada aborto espontâneo aumenta o risco de implantação de um embrião em um revestimento uterino anormal, independentemente da idade."
Até agora, a maioria das investigações na área focava na qualidade do embrião, enquanto o papel do revestimento uterino ainda é pouco compreendido.
O revestimento do útero tem como função acolher o embrião e sustentá-lo durante a gestação, por meio de uma resposta biológica que transforma suas células em uma forma mais receptiva e favorável.
Contudo, quando essa resposta é incompleta ou falha, o risco de sangramento e de perdas gestacionais precoces aumenta significativamente.
Os cientistas também destacam que, uma vez que essa resposta falha ocorra, há maior probabilidade de que ela se repita em futuras gestações.
Para lidar com isso, eles desenvolveram um teste inovador capaz de detectar sinais de resposta normal ou anormal no revestimento uterino.
A ferramenta está sendo avaliada com mais de mil pacientes no Centro Nacional Tommy de Pesquisas sobre Perda Gestacional, no Hospital Universitário de Coventry e Warwickshire (UHCW).
Uma das pacientes a quem foi oferecido o novo teste, segundo a Universidade, Holly Milikouris, diz que ter a oportunidade de participar do estudo mudou sua vida depois de ter sofrido cinco abortos espontâneos.
O teste diagnóstico de Holly revelou que o revestimento do útero não se preparou bem para a gravidez, o que afetou o desenvolvimento dos embriões. Após o tratamento com o Professor Brosens, ela e o marido Chris tiveram dois filhos saudáveis: George, de 3 anos, e Heidi, de 17 meses.
"Ter a oportunidade de participar deste estudo mudou minha vida. Pela primeira vez, os resultados da minha biópsia foram normais, e tivemos não uma, mas duas gestações bem-sucedidas. Nunca seremos capazes de agradecer o suficiente ao Professor Brosens e temos esperança de que os resultados deste estudo inovador ajudem muitas outras famílias", destacou Holly.
Os diagnósticos de fertilidade atuais concentram-se fortemente em embriões, níveis hormonais ou fatores genéticos, muitas vezes negligenciando o papel do útero.
Este avanço posiciona o revestimento uterino como um fator-chave na saúde do início da gravidez, abrindo novos caminhos para cuidados pré-concepcionais, tratamento personalizado e alívio emocional para pacientes que viveram por muito tempo sem respostas.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/entenda-teste-que-pode-detectar-m/
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Entenda teste que pode detectar mulheres com mais risco de perder o bebê
Pesquisadores do Reino Unido dizem ter criado um exame capaz de identificar mulheres com alterações no revestimento do útero que podem elevar o risco de abortos espontâneos.
Em um estudo publicado recentemente na Science Advances, cientistas afirmam que esse avanço pode abrir novas possibilidades de tratamento para aquelas que enfrentam perdas gestacionais recorrentes.
"Trata-se de identificar abortos espontâneos evitáveis", disse a Dra. Joanne Muter, da Escola Médica de Warwick, autora principal da pesquisa, cujo trabalho é financiado pela Tommy's como parte do seu Centro Nacional de Pesquisa de Aborto Espontâneo.
"Muitas mulheres ouvem que simplesmente tiveram 'azar', mas nossas descobertas mostram que o próprio útero pode estar preparando o terreno para a perda gestacional, mesmo antes da concepção", acrescentou.
O estudo, conduzido por especialistas da Universidade de Warwick, observou que em algumas mulheres com histórico de aborto espontâneo, o revestimento uterino não reage de forma adequada, falhando em se transformar no ambiente propício para a implantação do embrião.
Organizações de apoio afirmam que essas descobertas podem lançar luz sobre as causas de abortos recorrentes, que frequentemente causam grande sofrimento emocional.
O autor sênior, Professor Jan Brosens, Professor de Obstetrícia e Ginecologia no Warwick and UHCW NHS Trust e Diretor Científico do Tommy's National Miscarriage Research Centre, também explicou qual pode ser a causa de uma mulher sofrer mais de uma perda gestacional.
"Está bem estabelecido que erros cromossômicos em embriões são responsáveis ??pelo aumento das taxas de aborto espontâneo em mulheres com mais de 35 anos. Este estudo mostra que cada aborto espontâneo aumenta o risco de implantação de um embrião em um revestimento uterino anormal, independentemente da idade."
Até agora, a maioria das investigações na área focava na qualidade do embrião, enquanto o papel do revestimento uterino ainda é pouco compreendido.
O revestimento do útero tem como função acolher o embrião e sustentá-lo durante a gestação, por meio de uma resposta biológica que transforma suas células em uma forma mais receptiva e favorável.
Contudo, quando essa resposta é incompleta ou falha, o risco de sangramento e de perdas gestacionais precoces aumenta significativamente.
Os cientistas também destacam que, uma vez que essa resposta falha ocorra, há maior probabilidade de que ela se repita em futuras gestações.
Para lidar com isso, eles desenvolveram um teste inovador capaz de detectar sinais de resposta normal ou anormal no revestimento uterino.
A ferramenta está sendo avaliada com mais de mil pacientes no Centro Nacional Tommy de Pesquisas sobre Perda Gestacional, no Hospital Universitário de Coventry e Warwickshire (UHCW).
Uma das pacientes a quem foi oferecido o novo teste, segundo a Universidade, Holly Milikouris, diz que ter a oportunidade de participar do estudo mudou sua vida depois de ter sofrido cinco abortos espontâneos.
O teste diagnóstico de Holly revelou que o revestimento do útero não se preparou bem para a gravidez, o que afetou o desenvolvimento dos embriões. Após o tratamento com o Professor Brosens, ela e o marido Chris tiveram dois filhos saudáveis: George, de 3 anos, e Heidi, de 17 meses.
"Ter a oportunidade de participar deste estudo mudou minha vida. Pela primeira vez, os resultados da minha biópsia foram normais, e tivemos não uma, mas duas gestações bem-sucedidas. Nunca seremos capazes de agradecer o suficiente ao Professor Brosens e temos esperança de que os resultados deste estudo inovador ajudem muitas outras famílias", destacou Holly.
Os diagnósticos de fertilidade atuais concentram-se fortemente em embriões, níveis hormonais ou fatores genéticos, muitas vezes negligenciando o papel do útero.
Este avanço posiciona o revestimento uterino como um fator-chave na saúde do início da gravidez, abrindo novos caminhos para cuidados pré-concepcionais, tratamento personalizado e alívio emocional para pacientes que viveram por muito tempo sem respostas.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/entenda-teste-que-pode-detectar-m/
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Entenda teste que pode detectar mulheres com mais risco de perder o bebê
Pesquisadores do Reino Unido dizem ter criado um exame capaz de identificar mulheres com alterações no revestimento do útero que podem elevar o risco de abortos espontâneos.
Em um estudo publicado recentemente na Science Advances, cientistas afirmam que esse avanço pode abrir novas possibilidades de tratamento para aquelas que enfrentam perdas gestacionais recorrentes.
"Trata-se de identificar abortos espontâneos evitáveis", disse a Dra. Joanne Muter, da Escola Médica de Warwick, autora principal da pesquisa, cujo trabalho é financiado pela Tommy's como parte do seu Centro Nacional de Pesquisa de Aborto Espontâneo.
"Muitas mulheres ouvem que simplesmente tiveram 'azar', mas nossas descobertas mostram que o próprio útero pode estar preparando o terreno para a perda gestacional, mesmo antes da concepção", acrescentou.
O estudo, conduzido por especialistas da Universidade de Warwick, observou que em algumas mulheres com histórico de aborto espontâneo, o revestimento uterino não reage de forma adequada, falhando em se transformar no ambiente propício para a implantação do embrião.
Organizações de apoio afirmam que essas descobertas podem lançar luz sobre as causas de abortos recorrentes, que frequentemente causam grande sofrimento emocional.
O autor sênior, Professor Jan Brosens, Professor de Obstetrícia e Ginecologia no Warwick and UHCW NHS Trust e Diretor Científico do Tommy's National Miscarriage Research Centre, também explicou qual pode ser a causa de uma mulher sofrer mais de uma perda gestacional.
"Está bem estabelecido que erros cromossômicos em embriões são responsáveis ??pelo aumento das taxas de aborto espontâneo em mulheres com mais de 35 anos. Este estudo mostra que cada aborto espontâneo aumenta o risco de implantação de um embrião em um revestimento uterino anormal, independentemente da idade."
Até agora, a maioria das investigações na área focava na qualidade do embrião, enquanto o papel do revestimento uterino ainda é pouco compreendido.
O revestimento do útero tem como função acolher o embrião e sustentá-lo durante a gestação, por meio de uma resposta biológica que transforma suas células em uma forma mais receptiva e favorável.
Contudo, quando essa resposta é incompleta ou falha, o risco de sangramento e de perdas gestacionais precoces aumenta significativamente.
Os cientistas também destacam que, uma vez que essa resposta falha ocorra, há maior probabilidade de que ela se repita em futuras gestações.
Para lidar com isso, eles desenvolveram um teste inovador capaz de detectar sinais de resposta normal ou anormal no revestimento uterino.
A ferramenta está sendo avaliada com mais de mil pacientes no Centro Nacional Tommy de Pesquisas sobre Perda Gestacional, no Hospital Universitário de Coventry e Warwickshire (UHCW).
Uma das pacientes a quem foi oferecido o novo teste, segundo a Universidade, Holly Milikouris, diz que ter a oportunidade de participar do estudo mudou sua vida depois de ter sofrido cinco abortos espontâneos.
O teste diagnóstico de Holly revelou que o revestimento do útero não se preparou bem para a gravidez, o que afetou o desenvolvimento dos embriões. Após o tratamento com o Professor Brosens, ela e o marido Chris tiveram dois filhos saudáveis: George, de 3 anos, e Heidi, de 17 meses.
"Ter a oportunidade de participar deste estudo mudou minha vida. Pela primeira vez, os resultados da minha biópsia foram normais, e tivemos não uma, mas duas gestações bem-sucedidas. Nunca seremos capazes de agradecer o suficiente ao Professor Brosens e temos esperança de que os resultados deste estudo inovador ajudem muitas outras famílias", destacou Holly.
Os diagnósticos de fertilidade atuais concentram-se fortemente em embriões, níveis hormonais ou fatores genéticos, muitas vezes negligenciando o papel do útero.
Este avanço posiciona o revestimento uterino como um fator-chave na saúde do início da gravidez, abrindo novos caminhos para cuidados pré-concepcionais, tratamento personalizado e alívio emocional para pacientes que viveram por muito tempo sem respostas.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/entenda-teste-que-pode-detectar-m/
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Entenda teste que pode detectar mulheres com mais risco de perder o bebê
Pesquisadores do Reino Unido dizem ter criado um exame capaz de identificar mulheres com alterações no revestimento do útero que podem elevar o risco de abortos espontâneos.
Em um estudo publicado recentemente na Science Advances, cientistas afirmam que esse avanço pode abrir novas possibilidades de tratamento para aquelas que enfrentam perdas gestacionais recorrentes.
"Trata-se de identificar abortos espontâneos evitáveis", disse a Dra. Joanne Muter, da Escola Médica de Warwick, autora principal da pesquisa, cujo trabalho é financiado pela Tommy's como parte do seu Centro Nacional de Pesquisa de Aborto Espontâneo.
"Muitas mulheres ouvem que simplesmente tiveram 'azar', mas nossas descobertas mostram que o próprio útero pode estar preparando o terreno para a perda gestacional, mesmo antes da concepção", acrescentou.
O estudo, conduzido por especialistas da Universidade de Warwick, observou que em algumas mulheres com histórico de aborto espontâneo, o revestimento uterino não reage de forma adequada, falhando em se transformar no ambiente propício para a implantação do embrião.
Organizações de apoio afirmam que essas descobertas podem lançar luz sobre as causas de abortos recorrentes, que frequentemente causam grande sofrimento emocional.
O autor sênior, Professor Jan Brosens, Professor de Obstetrícia e Ginecologia no Warwick and UHCW NHS Trust e Diretor Científico do Tommy's National Miscarriage Research Centre, também explicou qual pode ser a causa de uma mulher sofrer mais de uma perda gestacional.
"Está bem estabelecido que erros cromossômicos em embriões são responsáveis ??pelo aumento das taxas de aborto espontâneo em mulheres com mais de 35 anos. Este estudo mostra que cada aborto espontâneo aumenta o risco de implantação de um embrião em um revestimento uterino anormal, independentemente da idade."
Até agora, a maioria das investigações na área focava na qualidade do embrião, enquanto o papel do revestimento uterino ainda é pouco compreendido.
O revestimento do útero tem como função acolher o embrião e sustentá-lo durante a gestação, por meio de uma resposta biológica que transforma suas células em uma forma mais receptiva e favorável.
Contudo, quando essa resposta é incompleta ou falha, o risco de sangramento e de perdas gestacionais precoces aumenta significativamente.
Os cientistas também destacam que, uma vez que essa resposta falha ocorra, há maior probabilidade de que ela se repita em futuras gestações.
Para lidar com isso, eles desenvolveram um teste inovador capaz de detectar sinais de resposta normal ou anormal no revestimento uterino.
A ferramenta está sendo avaliada com mais de mil pacientes no Centro Nacional Tommy de Pesquisas sobre Perda Gestacional, no Hospital Universitário de Coventry e Warwickshire (UHCW).
Uma das pacientes a quem foi oferecido o novo teste, segundo a Universidade, Holly Milikouris, diz que ter a oportunidade de participar do estudo mudou sua vida depois de ter sofrido cinco abortos espontâneos.
O teste diagnóstico de Holly revelou que o revestimento do útero não se preparou bem para a gravidez, o que afetou o desenvolvimento dos embriões. Após o tratamento com o Professor Brosens, ela e o marido Chris tiveram dois filhos saudáveis: George, de 3 anos, e Heidi, de 17 meses.
"Ter a oportunidade de participar deste estudo mudou minha vida. Pela primeira vez, os resultados da minha biópsia foram normais, e tivemos não uma, mas duas gestações bem-sucedidas. Nunca seremos capazes de agradecer o suficiente ao Professor Brosens e temos esperança de que os resultados deste estudo inovador ajudem muitas outras famílias", destacou Holly.
Os diagnósticos de fertilidade atuais concentram-se fortemente em embriões, níveis hormonais ou fatores genéticos, muitas vezes negligenciando o papel do útero.
Este avanço posiciona o revestimento uterino como um fator-chave na saúde do início da gravidez, abrindo novos caminhos para cuidados pré-concepcionais, tratamento personalizado e alívio emocional para pacientes que viveram por muito tempo sem respostas.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/entenda-teste-que-pode-detectar-m/
Isso significa que
Nesse contexto, agendar autoavaliações é um meio para a importante tarefa de
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Brasileira morta em vulcão: saiba o que é traumatismo por força contundente
A autópsia da brasileira Juliana Marins, que morreu após uma queda no vulcão Rinjani, na Indonésia, concluiu que a causa da morte foi traumatismo por força contundente, que resultou em danos aos órgãos internos e hemorragia extensa.
As descobertas forenses indicam que o óbito ocorreu em um período muito curto após os ferimentos, ressaltando a natureza súbita do ocorrido. As lesões por abrasão e deslizamento ("luka lecet geser") observadas no corpo são compatíveis com uma queda.
De acordo com o Dr. Ida Bagus Putu Alit, médico legista do Hospital Bali Mandara, a morte de Juliana Marins foi "imediatamente" após o trauma, com uma estimativa de não mais de 20 minutos após a lesão mais grave.
O traumatismo por força contundente é caracterizado por uma lesão causada por forte impacto contra uma superfície ou objeto, sem lesão penetrante na pele, conforme explica Gustavo Tadeu Sanchez, diretor da Sociedade Brasileira do Trauma Ortopédico (SBTO), à CNN.
"O impacto pode gerar lesões relacionadas com a energia do trauma. Então, pode haver fraturas e contusão do pulmão, com possibilidade de hemorragia associada", afirma.
No caso de Juliana, os exames revelaram múltiplas fraturas e lesões disseminadas por quase todo o corpo, incluindo órgãos internos no tórax e no abdômen. A área mais gravemente afetada foi a região do dorso/coluna, que sofreu lesões que comprometeram os órgãos internos relacionados à respiração.
"Ela teve um trauma torácico grave, ou seja, uma contusão de alta energia na caixa torácica. Isso, além de pegar as costelas, que seriam o nosso "para-choque", pode causar a contusão no pulmão", explica Sanchez. "Isso atrapalha a função do pulmão, que é justamente de fazer essa troca gasosa, podendo levar, também, à hemorragia", completa.
A hemorragia também pode diminuir o transporte de oxigênio para os órgãos. "A perda de sangue gera o que chamamos de vasoconstrição, que é o estreitamento dos vasos para otimizar a propagação de oxigênio. Ela também aumenta a velocidade do batimento do coração, assim como a frequência da respiração", explica Sanchez.
No entanto, todas essas medidas tomadas pelo corpo em prol de sua própria sobrevivência geram repercussões no paciente. "Se a hemorragia não for contida, chega um momento em que essas medidas não são suficientes e podem, inclusive, evoluir para morte", afirma. "Isso depende muito da gravidade da lesão e da quantidade que há de perda sanguínea", finaliza.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/brasileira-morta-em-vulcao-saiba-o-que-e-traumatismo-por-forca-contundente/
Com base no texto apresentado, é possível inferir que:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Brasileira morta em vulcão: saiba o que é traumatismo por força contundente
A autópsia da brasileira Juliana Marins, que morreu após uma queda no vulcão Rinjani, na Indonésia, concluiu que a causa da morte foi traumatismo por força contundente, que resultou em danos aos órgãos internos e hemorragia extensa.
As descobertas forenses indicam que o óbito ocorreu em um período muito curto após os ferimentos, ressaltando a natureza súbita do ocorrido. As lesões por abrasão e deslizamento ("luka lecet geser") observadas no corpo são compatíveis com uma queda.
De acordo com o Dr. Ida Bagus Putu Alit, médico legista do Hospital Bali Mandara, a morte de Juliana Marins foi "imediatamente" após o trauma, com uma estimativa de não mais de 20 minutos após a lesão mais grave.
O traumatismo por força contundente é caracterizado por uma lesão causada por forte impacto contra uma superfície ou objeto, sem lesão penetrante na pele, conforme explica Gustavo Tadeu Sanchez, diretor da Sociedade Brasileira do Trauma Ortopédico (SBTO), à CNN.
"O impacto pode gerar lesões relacionadas com a energia do trauma. Então, pode haver fraturas e contusão do pulmão, com possibilidade de hemorragia associada", afirma.
No caso de Juliana, os exames revelaram múltiplas fraturas e lesões disseminadas por quase todo o corpo, incluindo órgãos internos no tórax e no abdômen. A área mais gravemente afetada foi a região do dorso/coluna, que sofreu lesões que comprometeram os órgãos internos relacionados à respiração.
"Ela teve um trauma torácico grave, ou seja, uma contusão de alta energia na caixa torácica. Isso, além de pegar as costelas, que seriam o nosso "para-choque", pode causar a contusão no pulmão", explica Sanchez. "Isso atrapalha a função do pulmão, que é justamente de fazer essa troca gasosa, podendo levar, também, à hemorragia", completa.
A hemorragia também pode diminuir o transporte de oxigênio para os órgãos. "A perda de sangue gera o que chamamos de vasoconstrição, que é o estreitamento dos vasos para otimizar a propagação de oxigênio. Ela também aumenta a velocidade do batimento do coração, assim como a frequência da respiração", explica Sanchez.
No entanto, todas essas medidas tomadas pelo corpo em prol de sua própria sobrevivência geram repercussões no paciente. "Se a hemorragia não for contida, chega um momento em que essas medidas não são suficientes e podem, inclusive, evoluir para morte", afirma. "Isso depende muito da gravidade da lesão e da quantidade que há de perda sanguínea", finaliza.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/brasileira-morta-em-vulcao-saiba-o-que-e-traumatismo-por-forca-contundente/
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Empresário Aposta R$ 14 Milhões em IA para Transformar o Mundo Corporativo
Izaias Pertrelly, empreendedor em série e fundador da Blue Saúde e da Inventu, acaba de apostar alto em uma nova fronteira tecnológica: a inteligência artificial agêntica. Com um investimento próprio superior a US$ 2,5 milhões (cerca de R$ 14 milhões), ele desenvolveu o Thanus, uma plataforma que vai além dos tradicionais assistentes digitais e propõe um novo paradigma para automação corporativa.
Com mais de uma década de atuação em projetos de inovação e saúde, Pertrelly viu na IA uma oportunidade de ampliar a eficiência das empresas. "Nosso objetivo é fazer do Thanus o cérebro operacional das organizações modernas", diz ele. E a promessa não é modesta: diferentemente de modelos passivos como ChatGPT ou Gemini, o Thanus é uma IA ativa e autônoma, que executa tarefas no mundo real com base em sua própria infraestrutura computacional.
A plataforma possui seu próprio sistema operacional, com capacidade de instalar programas, escrever código, preencher formulários online, enviar e-mails, analisar concorrência, desenvolver sites SaaS e muito mais — tudo sem depender da máquina do usuário. Um dos grandes diferenciais é o recurso Agent Builder, que permite a qualquer pessoa, mesmo sem conhecimento técnico, criar assistentes personalizados capazes de, por exemplo, buscar passagens aéreas com base em agenda e preço ou monitorar o mercado financeiro.
Destinado a empresas que desejam escalar com inteligência e reduzir dependência de equipes robustas, o Thanus atende desde autônomos e startups até grandes corporações. Suas aplicações vão da automação de rotinas operacionais à geração de relatórios, dashboards e decisões orientadas por dados.
Izaias acredita que o Thanus está mais próximo do conceito de Inteligência Artificial Geral (AGI) do que qualquer outra solução disponível comercialmente. "Ele não apenas responde — ele decide, age e entrega. É a evolução prática da IA que estávamos esperando", afirma.
O Thanus segue em expansão, com módulos e integrações sendo adicionados mensalmente. E segundo Pertrelly, demonstrações com casos reais estão disponíveis para interessados que queiram conhecer de perto essa proposta de futuro já em funcionamento.
https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/06/empresario-aposta-r-14-milhoes-em-ia-para-transformar-o-mundo-corporativo/
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Empresário Aposta R$ 14 Milhões em IA para Transformar o Mundo Corporativo
Izaias Pertrelly, empreendedor em série e fundador da Blue Saúde e da Inventu, acaba de apostar alto em uma nova fronteira tecnológica: a inteligência artificial agêntica. Com um investimento próprio superior a US$ 2,5 milhões (cerca de R$ 14 milhões), ele desenvolveu o Thanus, uma plataforma que vai além dos tradicionais assistentes digitais e propõe um novo paradigma para automação corporativa.
Com mais de uma década de atuação em projetos de inovação e saúde, Pertrelly viu na IA uma oportunidade de ampliar a eficiência das empresas. "Nosso objetivo é fazer do Thanus o cérebro operacional das organizações modernas", diz ele. E a promessa não é modesta: diferentemente de modelos passivos como ChatGPT ou Gemini, o Thanus é uma IA ativa e autônoma, que executa tarefas no mundo real com base em sua própria infraestrutura computacional.
A plataforma possui seu próprio sistema operacional, com capacidade de instalar programas, escrever código, preencher formulários online, enviar e-mails, analisar concorrência, desenvolver sites SaaS e muito mais — tudo sem depender da máquina do usuário. Um dos grandes diferenciais é o recurso Agent Builder, que permite a qualquer pessoa, mesmo sem conhecimento técnico, criar assistentes personalizados capazes de, por exemplo, buscar passagens aéreas com base em agenda e preço ou monitorar o mercado financeiro.
Destinado a empresas que desejam escalar com inteligência e reduzir dependência de equipes robustas, o Thanus atende desde autônomos e startups até grandes corporações. Suas aplicações vão da automação de rotinas operacionais à geração de relatórios, dashboards e decisões orientadas por dados.
Izaias acredita que o Thanus está mais próximo do conceito de Inteligência Artificial Geral (AGI) do que qualquer outra solução disponível comercialmente. "Ele não apenas responde — ele decide, age e entrega. É a evolução prática da IA que estávamos esperando", afirma.
O Thanus segue em expansão, com módulos e integrações sendo adicionados mensalmente. E segundo Pertrelly, demonstrações com casos reais estão disponíveis para interessados que queiram conhecer de perto essa proposta de futuro já em funcionamento.
https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/06/empresario-aposta-r-14-milhoes-em-ia-para-transformar-o-mundo-corporativo/
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Empresário Aposta R$ 14 Milhões em IA para Transformar o Mundo Corporativo
Izaias Pertrelly, empreendedor em série e fundador da Blue Saúde e da Inventu, acaba de apostar alto em uma nova fronteira tecnológica: a inteligência artificial agêntica. Com um investimento próprio superior a US$ 2,5 milhões (cerca de R$ 14 milhões), ele desenvolveu o Thanus, uma plataforma que vai além dos tradicionais assistentes digitais e propõe um novo paradigma para automação corporativa.
Com mais de uma década de atuação em projetos de inovação e saúde, Pertrelly viu na IA uma oportunidade de ampliar a eficiência das empresas. "Nosso objetivo é fazer do Thanus o cérebro operacional das organizações modernas", diz ele. E a promessa não é modesta: diferentemente de modelos passivos como ChatGPT ou Gemini, o Thanus é uma IA ativa e autônoma, que executa tarefas no mundo real com base em sua própria infraestrutura computacional.
A plataforma possui seu próprio sistema operacional, com capacidade de instalar programas, escrever código, preencher formulários online, enviar e-mails, analisar concorrência, desenvolver sites SaaS e muito mais — tudo sem depender da máquina do usuário. Um dos grandes diferenciais é o recurso Agent Builder, que permite a qualquer pessoa, mesmo sem conhecimento técnico, criar assistentes personalizados capazes de, por exemplo, buscar passagens aéreas com base em agenda e preço ou monitorar o mercado financeiro.
Destinado a empresas que desejam escalar com inteligência e reduzir dependência de equipes robustas, o Thanus atende desde autônomos e startups até grandes corporações. Suas aplicações vão da automação de rotinas operacionais à geração de relatórios, dashboards e decisões orientadas por dados.
Izaias acredita que o Thanus está mais próximo do conceito de Inteligência Artificial Geral (AGI) do que qualquer outra solução disponível comercialmente. "Ele não apenas responde — ele decide, age e entrega. É a evolução prática da IA que estávamos esperando", afirma.
O Thanus segue em expansão, com módulos e integrações sendo adicionados mensalmente. E segundo Pertrelly, demonstrações com casos reais estão disponíveis para interessados que queiram conhecer de perto essa proposta de futuro já em funcionamento.
https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/06/empresario-aposta-r-14-milhoes-em-ia-para-transformar-o-mundo-corporativo/
Em relação à estrutura e à organização das cartas, assinale a alternativa correta.