Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q3490943 Português
Em um texto, é fundamental que o conteúdo seja claro e objetivo, permitindo que o leitor compreenda o que está sendo transmitido. Tendo isso como referência, analise o enunciado retirado  uma manchete de jornal:
"Madrinha aparece no casamento da irmã fantasiada de tiranossauro nos EUA."
A compreensão do texto foi prejudicada devido ao emprego:
Alternativas
Q3489878 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Perdendo a cabeça olhando memes? O dicionário tem uma palavra para isso.

Por Yasmin Rufo

BBC Notícias, 2 de dezembro de 2024
Adaptado


   Você passa horas rolando o Instagram e o TikTok sem pensar? Se sim, você pode estar sofrendo de podridão cerebral, que a Oxford University Press elegeu como a frase ou palavra do ano. É um termo que expressa preocupações sobre o impacto do consumo excessivo de conteúdo online de baixa qualidade, especialmente nas redes sociais. A frequência de uso aumentou 230% entre 2023 e 2024.

  O psicólogo e professor da Universidade de Oxford Andrew Przybylski diz que a popularidade da palavra é um "sintoma do tempo em que vivemos". Brain rot superou outras cinco frases ou palavras na lista da editora do dicionário, incluindo demure, Romantasy e dynamic pricing. A podridão cerebral é definida como a suposta deterioração do estado mental ou intelectual de uma pessoa, especialmente vista como resultado do consumo excessivo de material considerado trivial ou pouco desafiador. O primeiro uso registrado de podridão cerebral data de muito antes da criação da internet: foi escrito em 1854 por Henry David Thoreau em seu livro Walden.

  Ele critica a tendência da sociedade de desvalorizar ideias complexas e como isso é parte de um declínio geral no esforço mental e intelectual. Isso o leva a perguntar: "Enquanto a Inglaterra se esforça para curar a podridão da batata, ninguém se esforçará para curar a podridão cerebral, que prevalece de forma muito mais ampla e fatal?"

  A palavra inicialmente ganhou força nas mídias sociais entre as comunidades da Geração Z e da Geração Alfa, mas agora está sendo usada no mainstream como uma forma de descrever conteúdo de baixa qualidade e baixo valor encontrado nas mídias sociais.

  O professor Przybylski diz que "não há evidências de que a podridão cerebral realmente exista". "Em vez disso, ela descreve nossa insatisfação com o mundo online e é uma palavra que podemos usar para agrupar nossas ansiedades em relação às mídias sociais." Casper Grathwohl, presidente da Oxford Languages, diz que, ao olhar para a Palavra do Ano de Oxford nas últimas duas décadas, "é possível ver a crescente preocupação da sociedade com a forma como nossas vidas virtuais estão evoluindo, a forma como a cultura da internet está permeando muito de quem somos e do que falamos".

  NOTA: "Demure" significa comportar-se de forma reservada e discreta, geralmente em relação ao estilo de roupa ou comportamento. "Romantasy" é um gênero literário que mistura romance e fantasia. "Dynamic pricing" é o ajuste de preços de produtos ou serviços de acordo com a demanda do mercado.
A expressão "podridão cerebral" (parágrafo 1, linha 2), de acordo com o texto, consiste em um(a):
Alternativas
Q3489861 Português
O vício juvenil na internet


Mariliz Pereira Jorge


   Não tenho filhos, mas talvez me rendesse como a maioria, se fosse mãe. Entregaria um celular em suas mãos para ceder aos apelos de “todo mundo tem”, para rastrear seu paradeiro ou simplesmente me livrar da tarefa de entreter uma criança ou lidar com o tédio adolescente. Como tudo na vida tem preço, a conta está para chegar, oficialmente.

   Um grupo de cientistas propõe que o uso excessivo de internet e de redes sociais – e seu impacto nocivo – seja classificado como transtorno mental pela Organização Mundial de Saúde. A sanitarista Lauren Hale, mãe de dois adolescentes, é autora do estudo que ampara o pedido. O que ela e seus colegas da Universidade de Stone Brook (EUA) defendem nem deveria surpreender.

   Por ora, o resultado da pesquisa mostra que um quarto do tempo que deveria ser dedicado à escola é usado em troca de mensagens, vídeos, áudios e redes sociais. A constatação foi de problemas de aprendizado e de interação social fora do ambiente virtual. São sinalizadores para outras questões que têm sido amplamente discutidas, mas não combatidas de forma efetiva.

  É uma lista interminável de problemas, como bullying, radicalização e baixa autoestima, como mostrado na série “Adolescência”, mas vai além. O excesso de estímulos digitais tem incentivado um comportamento viciante em busca de recompensas imediatas, como curtidas e notificações. A comparação constante com padrões irreais alimenta sentimentos de inadequação, ansiedade e depressão, enquanto a privação de sono, causada pelo uso noturno de telas, compromete a saúde física e emocional.

  A pressão por performance, o medo do cancelamento e o consumo superficial de informações complementam um cenário em que o equilíbrio digital se tornou uma urgência – tanto para jovens quanto para os adultos que deveriam orientá-los. Entregar um celular sem a devida orientação e fiscalização deveria ser comparável a permitir que dirijam ou consumam álcool antes da maturidade. Talvez seja o momento de discutir uma idade mínima legal para o acesso à internet.


JORGE, Mariliz Pereira. Folha de São Paulo: 06 de maio de 2025, p.4 
No trecho “Entregar um celular sem a devida orientação e fiscalização deveria ser comparável a permitir que dirijam ou consumam álcool antes da maturidade” (5º parágrafo), o emprego da forma verbal em destaque sugere que a autora: 
Alternativas
Q3489860 Português
O vício juvenil na internet


Mariliz Pereira Jorge


   Não tenho filhos, mas talvez me rendesse como a maioria, se fosse mãe. Entregaria um celular em suas mãos para ceder aos apelos de “todo mundo tem”, para rastrear seu paradeiro ou simplesmente me livrar da tarefa de entreter uma criança ou lidar com o tédio adolescente. Como tudo na vida tem preço, a conta está para chegar, oficialmente.

   Um grupo de cientistas propõe que o uso excessivo de internet e de redes sociais – e seu impacto nocivo – seja classificado como transtorno mental pela Organização Mundial de Saúde. A sanitarista Lauren Hale, mãe de dois adolescentes, é autora do estudo que ampara o pedido. O que ela e seus colegas da Universidade de Stone Brook (EUA) defendem nem deveria surpreender.

   Por ora, o resultado da pesquisa mostra que um quarto do tempo que deveria ser dedicado à escola é usado em troca de mensagens, vídeos, áudios e redes sociais. A constatação foi de problemas de aprendizado e de interação social fora do ambiente virtual. São sinalizadores para outras questões que têm sido amplamente discutidas, mas não combatidas de forma efetiva.

  É uma lista interminável de problemas, como bullying, radicalização e baixa autoestima, como mostrado na série “Adolescência”, mas vai além. O excesso de estímulos digitais tem incentivado um comportamento viciante em busca de recompensas imediatas, como curtidas e notificações. A comparação constante com padrões irreais alimenta sentimentos de inadequação, ansiedade e depressão, enquanto a privação de sono, causada pelo uso noturno de telas, compromete a saúde física e emocional.

  A pressão por performance, o medo do cancelamento e o consumo superficial de informações complementam um cenário em que o equilíbrio digital se tornou uma urgência – tanto para jovens quanto para os adultos que deveriam orientá-los. Entregar um celular sem a devida orientação e fiscalização deveria ser comparável a permitir que dirijam ou consumam álcool antes da maturidade. Talvez seja o momento de discutir uma idade mínima legal para o acesso à internet.


JORGE, Mariliz Pereira. Folha de São Paulo: 06 de maio de 2025, p.4 
No segundo parágrafo, a autora menciona a opinião de um grupo de cientistas com o objetivo principal de: 
Alternativas
Q3489859 Português
O vício juvenil na internet


Mariliz Pereira Jorge


   Não tenho filhos, mas talvez me rendesse como a maioria, se fosse mãe. Entregaria um celular em suas mãos para ceder aos apelos de “todo mundo tem”, para rastrear seu paradeiro ou simplesmente me livrar da tarefa de entreter uma criança ou lidar com o tédio adolescente. Como tudo na vida tem preço, a conta está para chegar, oficialmente.

   Um grupo de cientistas propõe que o uso excessivo de internet e de redes sociais – e seu impacto nocivo – seja classificado como transtorno mental pela Organização Mundial de Saúde. A sanitarista Lauren Hale, mãe de dois adolescentes, é autora do estudo que ampara o pedido. O que ela e seus colegas da Universidade de Stone Brook (EUA) defendem nem deveria surpreender.

   Por ora, o resultado da pesquisa mostra que um quarto do tempo que deveria ser dedicado à escola é usado em troca de mensagens, vídeos, áudios e redes sociais. A constatação foi de problemas de aprendizado e de interação social fora do ambiente virtual. São sinalizadores para outras questões que têm sido amplamente discutidas, mas não combatidas de forma efetiva.

  É uma lista interminável de problemas, como bullying, radicalização e baixa autoestima, como mostrado na série “Adolescência”, mas vai além. O excesso de estímulos digitais tem incentivado um comportamento viciante em busca de recompensas imediatas, como curtidas e notificações. A comparação constante com padrões irreais alimenta sentimentos de inadequação, ansiedade e depressão, enquanto a privação de sono, causada pelo uso noturno de telas, compromete a saúde física e emocional.

  A pressão por performance, o medo do cancelamento e o consumo superficial de informações complementam um cenário em que o equilíbrio digital se tornou uma urgência – tanto para jovens quanto para os adultos que deveriam orientá-los. Entregar um celular sem a devida orientação e fiscalização deveria ser comparável a permitir que dirijam ou consumam álcool antes da maturidade. Talvez seja o momento de discutir uma idade mínima legal para o acesso à internet.


JORGE, Mariliz Pereira. Folha de São Paulo: 06 de maio de 2025, p.4 
Na passagem "Como tudo na vida tem seu preço, a conta está para chegar, oficialmente [...]" (1º parágrafo), o vocábulo em destaque assume valor de: 
Alternativas
Q3489857 Português
O vício juvenil na internet


Mariliz Pereira Jorge


   Não tenho filhos, mas talvez me rendesse como a maioria, se fosse mãe. Entregaria um celular em suas mãos para ceder aos apelos de “todo mundo tem”, para rastrear seu paradeiro ou simplesmente me livrar da tarefa de entreter uma criança ou lidar com o tédio adolescente. Como tudo na vida tem preço, a conta está para chegar, oficialmente.

   Um grupo de cientistas propõe que o uso excessivo de internet e de redes sociais – e seu impacto nocivo – seja classificado como transtorno mental pela Organização Mundial de Saúde. A sanitarista Lauren Hale, mãe de dois adolescentes, é autora do estudo que ampara o pedido. O que ela e seus colegas da Universidade de Stone Brook (EUA) defendem nem deveria surpreender.

   Por ora, o resultado da pesquisa mostra que um quarto do tempo que deveria ser dedicado à escola é usado em troca de mensagens, vídeos, áudios e redes sociais. A constatação foi de problemas de aprendizado e de interação social fora do ambiente virtual. São sinalizadores para outras questões que têm sido amplamente discutidas, mas não combatidas de forma efetiva.

  É uma lista interminável de problemas, como bullying, radicalização e baixa autoestima, como mostrado na série “Adolescência”, mas vai além. O excesso de estímulos digitais tem incentivado um comportamento viciante em busca de recompensas imediatas, como curtidas e notificações. A comparação constante com padrões irreais alimenta sentimentos de inadequação, ansiedade e depressão, enquanto a privação de sono, causada pelo uso noturno de telas, compromete a saúde física e emocional.

  A pressão por performance, o medo do cancelamento e o consumo superficial de informações complementam um cenário em que o equilíbrio digital se tornou uma urgência – tanto para jovens quanto para os adultos que deveriam orientá-los. Entregar um celular sem a devida orientação e fiscalização deveria ser comparável a permitir que dirijam ou consumam álcool antes da maturidade. Talvez seja o momento de discutir uma idade mínima legal para o acesso à internet.


JORGE, Mariliz Pereira. Folha de São Paulo: 06 de maio de 2025, p.4 
A estratégia argumentativa predominante no desenvolvimento do artigo é a enumeração de: 
Alternativas
Q3489493 Português

Leia o texto a seguir:


Uso inadequado da internet pode afetar saúde, diz especialista


A aprovação de projeto de lei na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), que proíbe o uso de aparelhos eletrônicos em escolas publicas e privadas no estado, já no ano letivo de 2025, deu destaque ao tema. Além do cuidado nas escolas, o Centro Marista de Defesa da Infância avalia que a utilização dos aparelhos e da internet também precisa de atenção em casa.


Levantamento da TIC Kids Online Brasil (2024), realizado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e Cetic.br, mostrou que 93% das crianças e adolescentes brasileiros — de 9 a 17 anos — usam a intemet, o que representa 24,5 milhões de pessoas.


O estudo apontou, ainda, que cerca de três a cada dez usuários de internet de 9 a 17 anos têm responsáveis que usam recursos para bloquear ou filtrar alguns tipos de sites (34%); para filtrar aplicativos baixados (32%), que limitam pessoas que entram em contato por chamadas de voz ou mensagens (32%); que monitoram sites ou aplicativos acessados (31%); que bloqueiam anúncios (28%); alertam sobre o desejo de fazer compras em aplicativos (26%); e que restringem o tempo na internet (24%).


"Assim como ensinamos nossas crianças a não falar com estranhos na rua, temos que agora ensina-las a como se comportar na internet. Atualmente, pais e responsáveis devem trabalhar no letramento digital, supervisionando as atividades e ensinando dinâmicas mercadológicas, pois o uso inadequado da internet pode gerar um meio propicio para o adoecimento físico e mental", disse, em nota, Valdir Gugiel, diretor do Centro Marista de Defesa da Infância e membro do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente de Santa Catarina.


Ele acrescenta que, atualmente, quando se trata de infância e juventude, é necessário promover um debate sobre o uso consciente de telas e dispositivos e a violência no ambiente digital.



Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/01/1053742-uso- inadequado-da-intemet-pode-afetar-saude-diz-especialista.ntml. Excerto. Acesso em 24/05/2025. Adaptado.  

O texto anterior é um trecho de uma matéria jornalística cujo principal objetivo é investigar e informar o publico sobre um fato ou tema de interesse social, por meio de uma apuração detalhada, com dados, entrevistas e análise contextual. Esses tragos permitem caracterizar o texto como um exemplo de: 
Alternativas
Q3489492 Português

Leia o texto a seguir:


Uso inadequado da internet pode afetar saúde, diz especialista


A aprovação de projeto de lei na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), que proíbe o uso de aparelhos eletrônicos em escolas publicas e privadas no estado, já no ano letivo de 2025, deu destaque ao tema. Além do cuidado nas escolas, o Centro Marista de Defesa da Infância avalia que a utilização dos aparelhos e da internet também precisa de atenção em casa.


Levantamento da TIC Kids Online Brasil (2024), realizado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e Cetic.br, mostrou que 93% das crianças e adolescentes brasileiros — de 9 a 17 anos — usam a intemet, o que representa 24,5 milhões de pessoas.


O estudo apontou, ainda, que cerca de três a cada dez usuários de internet de 9 a 17 anos têm responsáveis que usam recursos para bloquear ou filtrar alguns tipos de sites (34%); para filtrar aplicativos baixados (32%), que limitam pessoas que entram em contato por chamadas de voz ou mensagens (32%); que monitoram sites ou aplicativos acessados (31%); que bloqueiam anúncios (28%); alertam sobre o desejo de fazer compras em aplicativos (26%); e que restringem o tempo na internet (24%).


"Assim como ensinamos nossas crianças a não falar com estranhos na rua, temos que agora ensina-las a como se comportar na internet. Atualmente, pais e responsáveis devem trabalhar no letramento digital, supervisionando as atividades e ensinando dinâmicas mercadológicas, pois o uso inadequado da internet pode gerar um meio propicio para o adoecimento físico e mental", disse, em nota, Valdir Gugiel, diretor do Centro Marista de Defesa da Infância e membro do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente de Santa Catarina.


Ele acrescenta que, atualmente, quando se trata de infância e juventude, é necessário promover um debate sobre o uso consciente de telas e dispositivos e a violência no ambiente digital.



Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/01/1053742-uso- inadequado-da-intemet-pode-afetar-saude-diz-especialista.ntml. Excerto. Acesso em 24/05/2025. Adaptado.  

No texto, Valdir Gugiel apresenta um argumento com relação ao uso da internet por parte de crianças e adolescentes. Esse argumento esta baseado na ideia de que os responsáveis devem: 
Alternativas
Q3489247 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Votos para o Ano-Novo


    Os cronistas mais organizados costumam escolher, no fim de ano, os dez melhores, os dez maiores, os dez mais isto ou aquilo do ano que passou. Essas escolhas públicas não têm o encanto das escolhas particulares, feitas em uma pequena roda, em que se costuma decidir, depois de severos debates, qual foi o maior “fora”, o pior vexame, o melhor golpe do baú, o maior chato do ano, a mais bela dor de cotovelo, o mais louvável infarto do miocárdio, o party mais fracassado, a cena mais ridícula, o marido mais manso etc. Note-se que para a escolha deste último deve-se levar em conta que há muitos cavalheiros que não podem ser aceitos no páreo, devem ser considerados hors-concours. É preciso incentivar os valores novos.


    Depois desse salutar exercício, proponho que cada pessoa faça um exame de consciência e pergunte a si mesma com que direito se arvora em juiz dos outros. Pense nos seus próprios pecados, nos seus próprios ridículos. Procure ver a si mesmo como se fosse alguém a quem quisesse ridicularizar. Como seria fácil! Quem sabe que a virtude de que você mais se envaidece é menos uma virtude do que medo da polícia, ou, mais comumente, do ridículo?


    Dizem que o crime não compensa. E a virtude, compensará? Espero que sim, mas talvez só no outro mundo. Neste aqui não sei; mas conheço pessoas virtuosas que me parecem tão azedas, tão infelizes, tão entediadas, tão sem graça com a própria virtude que dão vontade da gente dizer:


    ― Está muito bem, nossa amizade, você é formidável. Mas assim também enjoa. Peque pelo menos uma vezinha, sim? É bom para relaxar. 


    Raul de Leoni sonhava com... “um cristianismo ideal, que não existe, onde a virtude não precisasse ser triste, onde a tristeza fosse um pecado venial...”.


    Acho que a pessoa querer buscar a felicidade em pecados e sujeiras só não é um erro quando a pessoa tem mesmo muita vocação para essas coisas. Mas isso é raríssimo. A maior parte dos sujos tem uma inveja secreta e imensa dos honrados, dos limpos. Sofre com isto. Sofre tanto quanto os que vivem além do gabarito da própria virtude.


    Desejo a todos, no Ano-Novo, muitas virtudes e boas ações e alguns pecados agradáveis, excitantes, discretos, e, principalmente, bem-sucedidos.


BRAGA, R. Votos para o Ano-Novo. In: BRAGA, R. As boas coisas da vida. Rio de Janeiro: Record, 1989, p. 185-187. Disponível em .<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/14877/voto
s-para-o-ano-novo>.
A ideia expressa pelo narrador no penúltimo parágrafo do texto é a de que: 
Alternativas
Q3488896 Português

Leia o texto a seguir



Cientistas encontram mais fortes sinais de vida em planeta



Em uma descoberta potencialmente marcante, cientistas que utilizam o Telescópio Espacial James Webb obtiveram o que consideram os mais fortes sinais de possível existência de vida além do sistema solar, detectando na atmosfera de um planeta alienigena as impressões digitais químicas de gases que na Terra são produzidos apenas por processos biológicos.


Os dois gases — sulfeto de dimetila e dissulfeto de dimetila — envolvidos nas observações do planeta denominado K2-18b pelo Webb são gerados na Terra por organismos vivos, principalmente vida microbiana, como o fitoplâncton marinho.


Isso sugere que o planeta pode estar repleto de vida microbiana, disseram os pesquisadores. Eles enfatizam, no entanto, que não estão anunciando a descoberta de organismos vivos, mas sim de uma possível bioassinatura - indicador de um processo biológico — e que os resultados devem ser vistos com cautela, sendo necessárias mais observações.


Os cientistas manifestaram entusiasmo, no entanto. Esses são os primeiros indícios de um mundo alienígena que pode ser habitado, disse o astrofísico Nikku Madhusudhan, do Instituto de Astronomia da Universidade de Cambridge, principal autor do estudo publicado no Astrophysical Journal Letters.


"Este é um momento transformador na busca por vida além do sistema solar, em que demonstramos que é possivel detectar bioassinaturas em planetas potencialmente habitaveis com as instalacdes atuais. Entramos na era da astrobiologia observacional”, afirmou Madhusudhan.


Ele observou que ha varios esforcos em andamento na busca de sinais de vida no sistema solar, incluindo suposigdes de ambientes que podem ser propicios & vida em lugares como Marte, Vénus e diversas luas geladas.



Fonte itps: e jb.com. briciencia-e-lecnologiaiciencia/2025/04/1055149- cientistas-encontram-mais-fortes-sinais-de-vida-em-planeta-alienigena.html Excerto. 24/05/2025. Adaptado.  

“Ele observou que há vários esforços em andamento na busca de sinais de vida no sistema solar, incluindo suposições de ambientes que podem ser propícios à vida em lugares como Marte, Vênus e diversas luas geladas” (6º parágrafo). Nesse trecho, o pronome faz referência direta a: 
Alternativas
Q3488895 Português

Leia o texto a seguir



Cientistas encontram mais fortes sinais de vida em planeta



Em uma descoberta potencialmente marcante, cientistas que utilizam o Telescópio Espacial James Webb obtiveram o que consideram os mais fortes sinais de possível existência de vida além do sistema solar, detectando na atmosfera de um planeta alienigena as impressões digitais químicas de gases que na Terra são produzidos apenas por processos biológicos.


Os dois gases — sulfeto de dimetila e dissulfeto de dimetila — envolvidos nas observações do planeta denominado K2-18b pelo Webb são gerados na Terra por organismos vivos, principalmente vida microbiana, como o fitoplâncton marinho.


Isso sugere que o planeta pode estar repleto de vida microbiana, disseram os pesquisadores. Eles enfatizam, no entanto, que não estão anunciando a descoberta de organismos vivos, mas sim de uma possível bioassinatura - indicador de um processo biológico — e que os resultados devem ser vistos com cautela, sendo necessárias mais observações.


Os cientistas manifestaram entusiasmo, no entanto. Esses são os primeiros indícios de um mundo alienígena que pode ser habitado, disse o astrofísico Nikku Madhusudhan, do Instituto de Astronomia da Universidade de Cambridge, principal autor do estudo publicado no Astrophysical Journal Letters.


"Este é um momento transformador na busca por vida além do sistema solar, em que demonstramos que é possivel detectar bioassinaturas em planetas potencialmente habitaveis com as instalacdes atuais. Entramos na era da astrobiologia observacional”, afirmou Madhusudhan.


Ele observou que ha varios esforcos em andamento na busca de sinais de vida no sistema solar, incluindo suposigdes de ambientes que podem ser propicios & vida em lugares como Marte, Vénus e diversas luas geladas.



Fonte itps: e jb.com. briciencia-e-lecnologiaiciencia/2025/04/1055149- cientistas-encontram-mais-fortes-sinais-de-vida-em-planeta-alienigena.html Excerto. 24/05/2025. Adaptado.  

“Eles enfatizam, no entanto, que não estão anunciando a descoberta de organismos vivos” (3º parágrafo). O conectivo em destaque veicula sentido:  
Alternativas
Q3488893 Português

Leia o texto a seguir



Cientistas encontram mais fortes sinais de vida em planeta



Em uma descoberta potencialmente marcante, cientistas que utilizam o Telescópio Espacial James Webb obtiveram o que consideram os mais fortes sinais de possível existência de vida além do sistema solar, detectando na atmosfera de um planeta alienigena as impressões digitais químicas de gases que na Terra são produzidos apenas por processos biológicos.


Os dois gases — sulfeto de dimetila e dissulfeto de dimetila — envolvidos nas observações do planeta denominado K2-18b pelo Webb são gerados na Terra por organismos vivos, principalmente vida microbiana, como o fitoplâncton marinho.


Isso sugere que o planeta pode estar repleto de vida microbiana, disseram os pesquisadores. Eles enfatizam, no entanto, que não estão anunciando a descoberta de organismos vivos, mas sim de uma possível bioassinatura - indicador de um processo biológico — e que os resultados devem ser vistos com cautela, sendo necessárias mais observações.


Os cientistas manifestaram entusiasmo, no entanto. Esses são os primeiros indícios de um mundo alienígena que pode ser habitado, disse o astrofísico Nikku Madhusudhan, do Instituto de Astronomia da Universidade de Cambridge, principal autor do estudo publicado no Astrophysical Journal Letters.


"Este é um momento transformador na busca por vida além do sistema solar, em que demonstramos que é possivel detectar bioassinaturas em planetas potencialmente habitaveis com as instalacdes atuais. Entramos na era da astrobiologia observacional”, afirmou Madhusudhan.


Ele observou que ha varios esforcos em andamento na busca de sinais de vida no sistema solar, incluindo suposigdes de ambientes que podem ser propicios & vida em lugares como Marte, Vénus e diversas luas geladas.



Fonte itps: e jb.com. briciencia-e-lecnologiaiciencia/2025/04/1055149- cientistas-encontram-mais-fortes-sinais-de-vida-em-planeta-alienigena.html Excerto. 24/05/2025. Adaptado.  

O texto anterior tem a principal finalidade de apresentar, explicar ou informar determinado assunto de maneira clara, objetiva e imparcial ao leitor. Por conta dessas características, o texto é considerado predominantemente:  
Alternativas
Q3488892 Português

Leia o texto a seguir



Cientistas encontram mais fortes sinais de vida em planeta



Em uma descoberta potencialmente marcante, cientistas que utilizam o Telescópio Espacial James Webb obtiveram o que consideram os mais fortes sinais de possível existência de vida além do sistema solar, detectando na atmosfera de um planeta alienigena as impressões digitais químicas de gases que na Terra são produzidos apenas por processos biológicos.


Os dois gases — sulfeto de dimetila e dissulfeto de dimetila — envolvidos nas observações do planeta denominado K2-18b pelo Webb são gerados na Terra por organismos vivos, principalmente vida microbiana, como o fitoplâncton marinho.


Isso sugere que o planeta pode estar repleto de vida microbiana, disseram os pesquisadores. Eles enfatizam, no entanto, que não estão anunciando a descoberta de organismos vivos, mas sim de uma possível bioassinatura - indicador de um processo biológico — e que os resultados devem ser vistos com cautela, sendo necessárias mais observações.


Os cientistas manifestaram entusiasmo, no entanto. Esses são os primeiros indícios de um mundo alienígena que pode ser habitado, disse o astrofísico Nikku Madhusudhan, do Instituto de Astronomia da Universidade de Cambridge, principal autor do estudo publicado no Astrophysical Journal Letters.


"Este é um momento transformador na busca por vida além do sistema solar, em que demonstramos que é possivel detectar bioassinaturas em planetas potencialmente habitaveis com as instalacdes atuais. Entramos na era da astrobiologia observacional”, afirmou Madhusudhan.


Ele observou que ha varios esforcos em andamento na busca de sinais de vida no sistema solar, incluindo suposigdes de ambientes que podem ser propicios & vida em lugares como Marte, Vénus e diversas luas geladas.



Fonte itps: e jb.com. briciencia-e-lecnologiaiciencia/2025/04/1055149- cientistas-encontram-mais-fortes-sinais-de-vida-em-planeta-alienigena.html Excerto. 24/05/2025. Adaptado.  

O principal objetivo do estudo mencionado no texto é:  
Alternativas
Q3488796 Português
Por que o oceano está ficando mais escuro?

Mais de um quinto dos oceano global ficou mais escuro nas últimas duas décadas, segundo pesquisa da Universidade de Plymouth, no Reino Unido, publicada na revista Global Change Biology.

De acordo com o estudo, 21% dos oceanos no mundo escureceram entre 2003 e 2022.

Esse processo acontece quando mudanças na camada mais superficial do oceano dificultam a penetração de luz na água.

É nessa camada superior, chamada de "zona fótica", que vive cerca de 90% da vida marinha — vital para manutenção dos ciclos biogeoquímicos.

Segundo a pesquisa, as causas do escurecimento dos oceanos vão desde mudanças na dinâmica dos florescimentos de algas até variações na temperatura da superfície do mar.

O escurecimento é visto com frequência em regiões costeiras, onde águas ricas em nutrientes sobem à superfície e o aumento das chuvas arrasta os sedimentos e resíduos agrícolas para o mar, alimentando florescimentos de plâncton.

Episódios de chuvas intensas têm se tornado mais comuns e mais fortes em muitos locais do mundo, impulsionados pelas mudanças climáticas.

Já no oceano aberto, o escurecimento pode estar relacionado ao aumento da temperatura da superfície do mar, o que pode levar ao aumento de plâncton, que bloqueia a luz.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0qg3jkk952o fragmento
Para transmitir uma mensagem clara e compreensível, um bom texto deve conter elementos que facilitem o entendimento do leitor, organizando-se segundo uma linha de raciocínio lógica e de fácil acompanhamento. Com base nesses princípios, analise as afirmativas a seguir:
I.O uso de expressões como 'esse processo' e 'nessa' contribui para a coesão textual, pois retoma e relaciona elementos anteriormente mencionados, mantendo a continuidade temática.
II.Embora não tenham sido utilizados conectivos ao longo do texto, a ausência deles não prejudicou a organização lógica das ideias, pois foram empregados outros recursos de progressão temática.
III.A referência à 'zona fótica' introduz um novo tema que não se articula semanticamente com o restante do texto, caracterizando uma quebra de coesão referencial.
IV.As expressões 'mais escuro' e 'escurecimento' pertencem ao mesmo campo semântico, reforçando a progressão de ideias.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3488755 Português
Por que o inverno de 2025 deve ser mais frio que o de anos anteriores

Mesmo no auge dos invernos de 2023 e 2024, muitos brasileiros praticamente não sentiram frio.

Mas tudo indica que esse cenário não deve se repetir agora em 2025.

A estação deste ano, que começa nesta sexta-feira (20/6), tende a ser um tanto mais gélida — embora as temperaturas ainda possam ser superiores às médias históricas.

Por trás dessa previsão, há o comportamento e a influência das águas do Oceano Pacífico, além de outros fenômenos que costumam se desenrolar no país nessa época do ano.

Um inverno normal?

Danielle Ferreira, do Instituto Nacional de Meteorologia (InMet), explica que, durante o inverno brasileiro, as chuvas tendem a se concentrar mais no noroeste da Região Norte, na parte leste do Nordeste e na Região Sul — ou seja, nos extremos do território nacional.

"Com isso, a parte central do Brasil, que abrange o Centro-Oeste, o Sudeste e o sul da região amazônica tem uma escassez de chuvas durante o inverno e vive um período mais seco", acrescenta a meteorologista.

"Isso acontece por causa da presença de massas de ar seco nessas áreas, que bloqueiam as frentes frias que vêm do sul", complementa ela.

As previsões climatológicas apontam que o inverno de 2025 deve ficar dentro do que se espera para esse período do ano.

E isso tem muito a ver com o comportamento das águas superficiais do Oceano Pacífico.

"Estamos num momento de neutralidade, sem atuação do El Niño ou de La Niña", informa Ferreira.

Quando ocorre o El Niño, as águas superficiais oceânicas próximas da Linha do Equador estão mais quentes que o normal em boa parte das Américas.

Já com La Niña ocorre o contrário: as temperaturas ficam abaixo da média na região.

E esse fenômeno modifica todo o padrão climatológico de várias partes do mundo, inclusive do Brasil.

Em 2023 e 2024, o inverno no Hemisfério Sul teve a influência do El Niño, o que ajuda a entender porque praticamente não fez frio — e algumas regiões do país chegaram a sofrer até mesmo com ondas de calor durante alguns dias.

Projeções publicadas por instituições como a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos e a Organização Meteorológica Mundial indicam que há uma grande probabilidade dessa condição de neutralidade do Pacífico (sem El Niño ou La Niña) permanecer até o início da primavera.

"Essa neutralidade significa que não devemos ter um aquecimento ou um resfriamento anômalo, com temperaturas dentro do esperado para essa época", diz Ferreira.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cj0m4rvp010o fragmento.
Considerando os mecanismos de coesão e coerência empregados no texto, julgue as afirmativas a seguir:
I.O uso do pronome 'que' em 'A estação deste ano, que começa nesta sexta-feira (20/6), tende a ser um tanto mais gélida', refere-se a coerência temporal, pois estabelece uma relação de tempo entre a estação do ano e a data de início do inverno.
II.A expressão "tende a ser um tanto mais gélida" compromete a coerência textual, uma vez que contradiz completamente a afirmação seguinte sobre temperaturas acima da média histórica.
III.A conjunção "embora" não foi empregada corretamente, pois não faz sentido afirmar que o ano poderá ser mais frio e, ao mesmo tempo, dizer que as temperaturas podem ser superiores às médias históricas.
IV.A expressão 'Isso acontece por causa da presença...', retoma o conteúdo anterior e explica a causa da escassez de chuvas na parte central do Brasil.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3488716 Português
Moral e Ética

A moral e a ética são conceitos diferentes, embora muitas vezes usados juntos. A moral é o conjunto de regras e valores que uma sociedade considera corretos para orientar o comportamento das pessoas. Essas regras são influenciadas por fatores culturais, religiosos e sociais, e podem mudar com o tempo e de um lugar para outro. Exemplos de regras morais são: não matar, não roubar e dizer a verdade.

Já a ética é o estudo filosófico que analisa essas regras morais. Ela busca entender o que é certo ou errado e encontrar princípios que possam valer para todas as pessoas, independentemente da cultura ou época. A ética questiona e avalia as normas morais, tentando justificar por que certas ações devem ou não ser feitas. Exemplos de princípios éticos são: o respeito à dignidade humana, a justiça e a autonomia individual.

Em resumo, a moral diz o que devemos fazer, de acordo com os costumes de um grupo. A ética pensa sobre essas regras, avalia se fazem sentido e procura explicar por que elas existem. Por exemplo, uma sociedade pode proibir o adultério como norma moral. A ética pode questionar essa proibição, analisando se ela é justa ou quais são suas consequências.

Portanto, moral são as regras que seguimos. Ética é o estudo e a reflexão sobre essas regras.

Texto baseado em informações extraídas de brasilescola.uol.com.br e mackenzie.br. 
Qual é a principal função da ética, segundo o texto "Moral e Ética"?
Alternativas
Q3488715 Português
Moral e Ética

A moral e a ética são conceitos diferentes, embora muitas vezes usados juntos. A moral é o conjunto de regras e valores que uma sociedade considera corretos para orientar o comportamento das pessoas. Essas regras são influenciadas por fatores culturais, religiosos e sociais, e podem mudar com o tempo e de um lugar para outro. Exemplos de regras morais são: não matar, não roubar e dizer a verdade.

Já a ética é o estudo filosófico que analisa essas regras morais. Ela busca entender o que é certo ou errado e encontrar princípios que possam valer para todas as pessoas, independentemente da cultura ou época. A ética questiona e avalia as normas morais, tentando justificar por que certas ações devem ou não ser feitas. Exemplos de princípios éticos são: o respeito à dignidade humana, a justiça e a autonomia individual.

Em resumo, a moral diz o que devemos fazer, de acordo com os costumes de um grupo. A ética pensa sobre essas regras, avalia se fazem sentido e procura explicar por que elas existem. Por exemplo, uma sociedade pode proibir o adultério como norma moral. A ética pode questionar essa proibição, analisando se ela é justa ou quais são suas consequências.

Portanto, moral são as regras que seguimos. Ética é o estudo e a reflexão sobre essas regras.

Texto baseado em informações extraídas de brasilescola.uol.com.br e mackenzie.br. 
Qual exemplo do texto "Moral e Ética" mostra a diferença entre moral e ética? 
Alternativas
Q3488714 Português
Moral e Ética

A moral e a ética são conceitos diferentes, embora muitas vezes usados juntos. A moral é o conjunto de regras e valores que uma sociedade considera corretos para orientar o comportamento das pessoas. Essas regras são influenciadas por fatores culturais, religiosos e sociais, e podem mudar com o tempo e de um lugar para outro. Exemplos de regras morais são: não matar, não roubar e dizer a verdade.

Já a ética é o estudo filosófico que analisa essas regras morais. Ela busca entender o que é certo ou errado e encontrar princípios que possam valer para todas as pessoas, independentemente da cultura ou época. A ética questiona e avalia as normas morais, tentando justificar por que certas ações devem ou não ser feitas. Exemplos de princípios éticos são: o respeito à dignidade humana, a justiça e a autonomia individual.

Em resumo, a moral diz o que devemos fazer, de acordo com os costumes de um grupo. A ética pensa sobre essas regras, avalia se fazem sentido e procura explicar por que elas existem. Por exemplo, uma sociedade pode proibir o adultério como norma moral. A ética pode questionar essa proibição, analisando se ela é justa ou quais são suas consequências.

Portanto, moral são as regras que seguimos. Ética é o estudo e a reflexão sobre essas regras.

Texto baseado em informações extraídas de brasilescola.uol.com.br e mackenzie.br. 
De acordo com o texto "Moral e Ética", como a ética e a moral se relacionam?
Alternativas
Q3488713 Português
Moral e Ética

A moral e a ética são conceitos diferentes, embora muitas vezes usados juntos. A moral é o conjunto de regras e valores que uma sociedade considera corretos para orientar o comportamento das pessoas. Essas regras são influenciadas por fatores culturais, religiosos e sociais, e podem mudar com o tempo e de um lugar para outro. Exemplos de regras morais são: não matar, não roubar e dizer a verdade.

Já a ética é o estudo filosófico que analisa essas regras morais. Ela busca entender o que é certo ou errado e encontrar princípios que possam valer para todas as pessoas, independentemente da cultura ou época. A ética questiona e avalia as normas morais, tentando justificar por que certas ações devem ou não ser feitas. Exemplos de princípios éticos são: o respeito à dignidade humana, a justiça e a autonomia individual.

Em resumo, a moral diz o que devemos fazer, de acordo com os costumes de um grupo. A ética pensa sobre essas regras, avalia se fazem sentido e procura explicar por que elas existem. Por exemplo, uma sociedade pode proibir o adultério como norma moral. A ética pode questionar essa proibição, analisando se ela é justa ou quais são suas consequências.

Portanto, moral são as regras que seguimos. Ética é o estudo e a reflexão sobre essas regras.

Texto baseado em informações extraídas de brasilescola.uol.com.br e mackenzie.br. 
Com base no texto "Moral e Ética", qual das afirmações a seguir expressa corretamente a relação entre ética e moral? 
Alternativas
Q3488712 Português
Moral e Ética

A moral e a ética são conceitos diferentes, embora muitas vezes usados juntos. A moral é o conjunto de regras e valores que uma sociedade considera corretos para orientar o comportamento das pessoas. Essas regras são influenciadas por fatores culturais, religiosos e sociais, e podem mudar com o tempo e de um lugar para outro. Exemplos de regras morais são: não matar, não roubar e dizer a verdade.

Já a ética é o estudo filosófico que analisa essas regras morais. Ela busca entender o que é certo ou errado e encontrar princípios que possam valer para todas as pessoas, independentemente da cultura ou época. A ética questiona e avalia as normas morais, tentando justificar por que certas ações devem ou não ser feitas. Exemplos de princípios éticos são: o respeito à dignidade humana, a justiça e a autonomia individual.

Em resumo, a moral diz o que devemos fazer, de acordo com os costumes de um grupo. A ética pensa sobre essas regras, avalia se fazem sentido e procura explicar por que elas existem. Por exemplo, uma sociedade pode proibir o adultério como norma moral. A ética pode questionar essa proibição, analisando se ela é justa ou quais são suas consequências.

Portanto, moral são as regras que seguimos. Ética é o estudo e a reflexão sobre essas regras.

Texto baseado em informações extraídas de brasilescola.uol.com.br e mackenzie.br. 
Com base no texto "Moral e Ética", qual é a definição mais adequada para o conceito de moral?
Alternativas
Respostas
11201: E
11202: D
11203: A
11204: B
11205: A
11206: A
11207: D
11208: B
11209: D
11210: A
11211: B
11212: C
11213: D
11214: C
11215: A
11216: D
11217: B
11218: C
11219: D
11220: D