Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

Foram encontradas 98.895 questões

Q3676108 Português
Leia os textos abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta.

Texto I
“A Inteligência Artificial (IA) está revolucionando a radiologia. Algoritmos de deep learning são treinados com milhares de imagens de raios-X, ressonâncias e tomografias, aprendendo a identificar padrões sutis muitas vezes imperceptíveis ao olho humano. Esses sistemas podem triar exames, destacando casos críticos para priorização do radiologista, e atuar como uma 'segunda opinião', aumentando a acurácia dos diagnósticos e reduzindo a variabilidade entre profissionais.”

Texto II
“A implementação da IA na medicina levanta questões éticas urgentes. Um grande desafio é a 'caixa preta': muitos algoritmos complexos chegam a um resultado sem fornecer uma explicação clara e interpretável para o médico. Além disso, se os dados de treinamento forem enviesados (por exemplo, sub-representando grupos étnicos ou faixas etárias), o algoritmo perpetuará e até amplificará essas disparidades, levando a diagnósticos menos precisos para populações já vulneráveis.”

Com base nos textos apresentados, a implementação de sistemas de Inteligência Artificial na área de atuação apresentada é
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Q3676106 Português
"A aprovação pelo Senado do projeto que reconhece a charge, a caricatura e o grafite como manifestações culturais brasileiras representa um marco para a valorização de expressões artísticas populares e urbanas. Tais linguagens, muitas vezes marginalizadas ou confundidas com vandalismo, passam a ser legitimadas como patrimônio cultural, o que abre caminho para políticas de preservação, incentivo e financiamento." Fonte: Agência Senado, 2023.

O reconhecimento legal da charge, da caricatura e do grafite como manifestações culturais brasileiras revela a(o)
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Q3676105 Português
O Brasil teve o desempenho no Pisa, principal exame internacional em educação, bem menos afetado pela pandemia do que o resto do mundo. No entanto, o país continua com resultados bem abaixo da média dos outros países na prova, que avalia conhecimentos em Matemática, leitura e ciências.Mesmo os estudantes brasileiros mais ricos tiveram desempenhos abaixo da média internacional — e muito abaixo de estudantes com o mesmo nível socioeconômico em países com o mesmo perfil do Brasil. MORI, Letícia. Até alunos mais ricos no Brasil estão abaixo da média global em Matemática, aponta Pisa. BBC News Brasil, 2023.

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cv2zx819rg4o. Acesso em: 10 ago. 2024.

A informação reportada indica que o(a)
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Q3676101 Português
Leia o texto abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta.

Brasil prevê safra recorde de grãos, mas quase 40% da colheita não têm onde ser estocados

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) aumentou a previsão da safra de grãos deste ano para 345 milhões de toneladas. Se isso se confirmar, vai ser a maior produção brasileira de soja, milho e arroz da história. Mas, quase 40% da colheita não tem onde ser estocados. Apenas 16% dos produtores rurais têm galpões dentro das propriedades.

Disponível em https://g1.globo.com/jornalnacional/noticia/2025/08/14/brasil-preve-safra-recorde-de-graos-masquase-40percent-da-colheita-nao-tem-onde-ser-estocados.ghtml. Visitado em 14/08/2025

Analisando a produção do agronegócio brasileiro destacada na reportagem podemos perceber a contradição entre
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Q3676100 Português
Leia o texto abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta.

Brasil lidera vendas de veículos elétricos na América Latina e bate recorde

    Mais de 418 mil unidades de veículos eletrificados foram vendidas na América Latina em 2024. As vendas no Brasil representam 42,6% do total.
    Mercado brasileiro: Em território nacional, foram comercializadas mais de 177 mil unidades de veículos leves eletrificados no ano passado, equivalente a pouco mais de 7% das vendas totais de automóveis leves no país.
    Entre as tecnologias, os veículos 100% elétricos (BEVs) apresentaram o avanço mais expressivo, com crescimento de 219% em relação a 2023.

https://www.cnnbrasil.com.br/economia/brasil-lidera-vendas-de-veiculoseletricos-na-america-latina-e-bate-recorde/ 

O aumento da venda de veículos elétricos no Brasil indica
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Q3676099 Português
O Mundial de clubes será disputado nos Estados Unidos em 2025, reunindo clubes do mundo todo. Brasil tem Botafogo, Flamengo, Fluminense e Palmeiras classificados.A nova principal competição de clubes da FIFA, o Mundial de Clubes da FIFA™, vai envolver milhões de torcedores em junho e julho de 2025, quando 32 dos principais times do mundo se reunirão nos Estados Unidos para a edição inaugural. Este evento verdadeiramente global reunirá os clubes mais bem-sucedidos de cada uma das seis confederações internacionais: AFC (Ásia), CAF (África), Concacaf (Américas Central e do Norte e Caribe), CONMEBOL (América do Sul), OFC (Oceania) e UEFA (Europa).

https://www.fifa.com/pt/tournaments/mens/club-world-cup/usa2025/articles/mundial-de-clubes-25-equipes-datas-sede-sorteioingressos

O evento recente promovido pela FIFA evidenciou o (a)
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Q3676097 Português
Leia o texto abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta.

Instagram é favorito dos brasileiros para se informar, diz pesquisa

    O Instagram foi a principal rede social usada pelos brasileiros para se informar em 2024. [...] 68,8% dos entrevistados apontaram a plataforma como favorita na hora de buscar informações. YouTube e Facebook vêm na sequência, com 55,9% e 43,7%, respectivamente. Cerca de 52% dos entrevistados disseram se informar por meio das redes sociais. A televisão vem logo atrás, com metade dos entrevistados. A predominância das redes está de acordo com outras pesquisas acadêmicas e de mercado, diz o relatório."
    Estadão Verifica. Instagram é favorito dos brasileiros para se informar, diz pesquisa. 2024.

Disponível em: https://www.estadao.com.br/estadao-verifica/instagramrede-social-favorito-informacao-brasileiros-relatorio

O crescimento das redes sociais no Brasil:
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Q3676084 Português
Texto


O Brasil que lê menos: pesquisa aponta perda de quase 7 milhões de leitores em 4 anos; veja raio X 6ª edição do levantamento "Retratos da Leitura no Brasil" aponta ainda que menos entrevistados apontam a escola como lugar de prática de leitura.


Por Emily Santos, g1 – Em 19/11/2024


      A leitura de livros está sendo praticada por menos pessoas no Brasil: divulgada nesta terça-feira (19), a 6ª edição da "Retratos da Leitura no Brasil" aponta que 53% dos entrevistados não leram nem mesmo parte de uma obra nos três meses anteriores à pesquisa.

     É a primeira vez na série histórica que o levantamento conclui que a maioria dos brasileiros não leem livros.

    O levantamento considera tanto a leitura de livros impressos quanto digitais, além de não restringir qualquer gênero, incluindo didáticos, bíblia e religiosos. (A pesquisa apontou quais obras e autores foram os preferidos dos entrevistados: a lista tem um livro religioso no topo e escritores famosos como os mais citados).

    "Se considerarmos somente livros inteiros lidos, no período de três meses anteriores à pesquisa, o percentual de leitores é ainda menor, de 27% dos brasileiros", afirma a pesquisa.

    O número de não leitores verificado em 2024 representa um aumento de cinco pontos percentuais em relação ao de 2019, que era a edição mais recente da pesquisa. Os dados deste ano são os que apresentam o maior total de "não-leitores" na série histórica do levantamento, que começou em 2007. 

    A "Retratos da Leitura" é considerada a pesquisa mais abrangente na tarefa de medir o comportamento do leitor brasileiro. Ela foi feita pelo Instituto Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria) e ouviu 5.504 entrevistados durante visitas domiciliares em 208 municípios entre 30 de abril e 31 de julho de 2024.

    Considerando a estimativa populacional brasileira, os dados apontam que o país tem atualmente 93,4 milhões de leitores (considerando a população com cinco anos ou mais). Nos últimos quatro anos, houve uma redução de 6,7 milhões de leitores no país, de acordo com os dados.

    A leitura motivada pelo gosto diminui quanto maior a faixa etária dos indivíduos. Entre as crianças de 5 a 10 anos, 38% dizem ler por esse motivo. Durante a adolescência e até os 24 anos, esse índice varia de 31% a 34%.

    “Essa redução está em sintonia e pode explicar os demais resultados de queda no percentual de leitores e na média de livros lidos. (...) Esses dados revelam que estamos perdendo esses potenciais leitores, que disseram gostar muito ou gostar um pouco de ler. O que nos faz perguntar o que estamos deixando de fazer para manter esse interesse”, afirma Zoara Failla, coordenadora da pesquisa. (...)


Disponível em https://g1.globo.com/educacao/noticia/2024/11/19/obrasil-que-le-menos-pesquisa-aponta-que-pais-perdeu-quase-7- milhoes-de-leitores-em-4-anos-veja-raio-x.ghtml
Em “Essa redução está em sintonia e pode explicar os demais resultados de queda no percentual de leitores...”, a expressão “em sintonia” significa
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Q3676082 Português
Texto


O Brasil que lê menos: pesquisa aponta perda de quase 7 milhões de leitores em 4 anos; veja raio X 6ª edição do levantamento "Retratos da Leitura no Brasil" aponta ainda que menos entrevistados apontam a escola como lugar de prática de leitura.


Por Emily Santos, g1 – Em 19/11/2024


      A leitura de livros está sendo praticada por menos pessoas no Brasil: divulgada nesta terça-feira (19), a 6ª edição da "Retratos da Leitura no Brasil" aponta que 53% dos entrevistados não leram nem mesmo parte de uma obra nos três meses anteriores à pesquisa.

     É a primeira vez na série histórica que o levantamento conclui que a maioria dos brasileiros não leem livros.

    O levantamento considera tanto a leitura de livros impressos quanto digitais, além de não restringir qualquer gênero, incluindo didáticos, bíblia e religiosos. (A pesquisa apontou quais obras e autores foram os preferidos dos entrevistados: a lista tem um livro religioso no topo e escritores famosos como os mais citados).

    "Se considerarmos somente livros inteiros lidos, no período de três meses anteriores à pesquisa, o percentual de leitores é ainda menor, de 27% dos brasileiros", afirma a pesquisa.

    O número de não leitores verificado em 2024 representa um aumento de cinco pontos percentuais em relação ao de 2019, que era a edição mais recente da pesquisa. Os dados deste ano são os que apresentam o maior total de "não-leitores" na série histórica do levantamento, que começou em 2007. 

    A "Retratos da Leitura" é considerada a pesquisa mais abrangente na tarefa de medir o comportamento do leitor brasileiro. Ela foi feita pelo Instituto Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria) e ouviu 5.504 entrevistados durante visitas domiciliares em 208 municípios entre 30 de abril e 31 de julho de 2024.

    Considerando a estimativa populacional brasileira, os dados apontam que o país tem atualmente 93,4 milhões de leitores (considerando a população com cinco anos ou mais). Nos últimos quatro anos, houve uma redução de 6,7 milhões de leitores no país, de acordo com os dados.

    A leitura motivada pelo gosto diminui quanto maior a faixa etária dos indivíduos. Entre as crianças de 5 a 10 anos, 38% dizem ler por esse motivo. Durante a adolescência e até os 24 anos, esse índice varia de 31% a 34%.

    “Essa redução está em sintonia e pode explicar os demais resultados de queda no percentual de leitores e na média de livros lidos. (...) Esses dados revelam que estamos perdendo esses potenciais leitores, que disseram gostar muito ou gostar um pouco de ler. O que nos faz perguntar o que estamos deixando de fazer para manter esse interesse”, afirma Zoara Failla, coordenadora da pesquisa. (...)


Disponível em https://g1.globo.com/educacao/noticia/2024/11/19/obrasil-que-le-menos-pesquisa-aponta-que-pais-perdeu-quase-7- milhoes-de-leitores-em-4-anos-veja-raio-x.ghtml
Em Ela foi feita pelo Instituto Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria) e ouviu 5.504 entrevistados durante visitas domiciliares em 208 municípios entre 30 de abril e 31 de julho de 2024”, o pronome pessoal “ela” foi empregado no texto para fazer referência a que outro termo citado anteriormente?
Alternativas
Q3676077 Português
Texto


O Brasil que lê menos: pesquisa aponta perda de quase 7 milhões de leitores em 4 anos; veja raio X 6ª edição do levantamento "Retratos da Leitura no Brasil" aponta ainda que menos entrevistados apontam a escola como lugar de prática de leitura.


Por Emily Santos, g1 – Em 19/11/2024


      A leitura de livros está sendo praticada por menos pessoas no Brasil: divulgada nesta terça-feira (19), a 6ª edição da "Retratos da Leitura no Brasil" aponta que 53% dos entrevistados não leram nem mesmo parte de uma obra nos três meses anteriores à pesquisa.

     É a primeira vez na série histórica que o levantamento conclui que a maioria dos brasileiros não leem livros.

    O levantamento considera tanto a leitura de livros impressos quanto digitais, além de não restringir qualquer gênero, incluindo didáticos, bíblia e religiosos. (A pesquisa apontou quais obras e autores foram os preferidos dos entrevistados: a lista tem um livro religioso no topo e escritores famosos como os mais citados).

    "Se considerarmos somente livros inteiros lidos, no período de três meses anteriores à pesquisa, o percentual de leitores é ainda menor, de 27% dos brasileiros", afirma a pesquisa.

    O número de não leitores verificado em 2024 representa um aumento de cinco pontos percentuais em relação ao de 2019, que era a edição mais recente da pesquisa. Os dados deste ano são os que apresentam o maior total de "não-leitores" na série histórica do levantamento, que começou em 2007. 

    A "Retratos da Leitura" é considerada a pesquisa mais abrangente na tarefa de medir o comportamento do leitor brasileiro. Ela foi feita pelo Instituto Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria) e ouviu 5.504 entrevistados durante visitas domiciliares em 208 municípios entre 30 de abril e 31 de julho de 2024.

    Considerando a estimativa populacional brasileira, os dados apontam que o país tem atualmente 93,4 milhões de leitores (considerando a população com cinco anos ou mais). Nos últimos quatro anos, houve uma redução de 6,7 milhões de leitores no país, de acordo com os dados.

    A leitura motivada pelo gosto diminui quanto maior a faixa etária dos indivíduos. Entre as crianças de 5 a 10 anos, 38% dizem ler por esse motivo. Durante a adolescência e até os 24 anos, esse índice varia de 31% a 34%.

    “Essa redução está em sintonia e pode explicar os demais resultados de queda no percentual de leitores e na média de livros lidos. (...) Esses dados revelam que estamos perdendo esses potenciais leitores, que disseram gostar muito ou gostar um pouco de ler. O que nos faz perguntar o que estamos deixando de fazer para manter esse interesse”, afirma Zoara Failla, coordenadora da pesquisa. (...)


Disponível em https://g1.globo.com/educacao/noticia/2024/11/19/obrasil-que-le-menos-pesquisa-aponta-que-pais-perdeu-quase-7- milhoes-de-leitores-em-4-anos-veja-raio-x.ghtml
“A leitura motivada pelo gosto diminui quanto maior a faixa etária dos indivíduos. Entre as crianças de 5 a 10 anos, 38% dizem ler por esse motivo. Durante a adolescência e até os 24 anos, esse índice varia de 31% a 34%.” Ao comparar os dados apresentados no trecho em destaque com o resultado final da pesquisa, pode-se concluir que 
Alternativas
Q3676076 Português
Texto


O Brasil que lê menos: pesquisa aponta perda de quase 7 milhões de leitores em 4 anos; veja raio X 6ª edição do levantamento "Retratos da Leitura no Brasil" aponta ainda que menos entrevistados apontam a escola como lugar de prática de leitura.


Por Emily Santos, g1 – Em 19/11/2024


      A leitura de livros está sendo praticada por menos pessoas no Brasil: divulgada nesta terça-feira (19), a 6ª edição da "Retratos da Leitura no Brasil" aponta que 53% dos entrevistados não leram nem mesmo parte de uma obra nos três meses anteriores à pesquisa.

     É a primeira vez na série histórica que o levantamento conclui que a maioria dos brasileiros não leem livros.

    O levantamento considera tanto a leitura de livros impressos quanto digitais, além de não restringir qualquer gênero, incluindo didáticos, bíblia e religiosos. (A pesquisa apontou quais obras e autores foram os preferidos dos entrevistados: a lista tem um livro religioso no topo e escritores famosos como os mais citados).

    "Se considerarmos somente livros inteiros lidos, no período de três meses anteriores à pesquisa, o percentual de leitores é ainda menor, de 27% dos brasileiros", afirma a pesquisa.

    O número de não leitores verificado em 2024 representa um aumento de cinco pontos percentuais em relação ao de 2019, que era a edição mais recente da pesquisa. Os dados deste ano são os que apresentam o maior total de "não-leitores" na série histórica do levantamento, que começou em 2007. 

    A "Retratos da Leitura" é considerada a pesquisa mais abrangente na tarefa de medir o comportamento do leitor brasileiro. Ela foi feita pelo Instituto Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria) e ouviu 5.504 entrevistados durante visitas domiciliares em 208 municípios entre 30 de abril e 31 de julho de 2024.

    Considerando a estimativa populacional brasileira, os dados apontam que o país tem atualmente 93,4 milhões de leitores (considerando a população com cinco anos ou mais). Nos últimos quatro anos, houve uma redução de 6,7 milhões de leitores no país, de acordo com os dados.

    A leitura motivada pelo gosto diminui quanto maior a faixa etária dos indivíduos. Entre as crianças de 5 a 10 anos, 38% dizem ler por esse motivo. Durante a adolescência e até os 24 anos, esse índice varia de 31% a 34%.

    “Essa redução está em sintonia e pode explicar os demais resultados de queda no percentual de leitores e na média de livros lidos. (...) Esses dados revelam que estamos perdendo esses potenciais leitores, que disseram gostar muito ou gostar um pouco de ler. O que nos faz perguntar o que estamos deixando de fazer para manter esse interesse”, afirma Zoara Failla, coordenadora da pesquisa. (...)


Disponível em https://g1.globo.com/educacao/noticia/2024/11/19/obrasil-que-le-menos-pesquisa-aponta-que-pais-perdeu-quase-7- milhoes-de-leitores-em-4-anos-veja-raio-x.ghtml
De acordo com as informações contidas no texto em análise sobre a leitura no Brasil, é correto afirmar que
Alternativas
Q3675937 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Cientistas detectam acontecimento sem precedentes no Golfo do Panamá


Cientistas detectaram um acontecimento inédito no Golfo do Panamá, que desafiou as estatísticas obtidas nos últimos 40 anos sobre o comportamento dos mares na região.


A ressurgência sazonal, que acontece tipicamente entre janeiro e abril, não pôde ser observada em 2025, alertando os pesquisadores do Smithsonian Tropical Research Institute (STRI) sobre as alterações no clima do golfo.


Em um estudo publicado no início de setembro, os pesquisadores detalharam os dados obtidos nesse período e mostraram que as quedas típicas de temperatura e os picos de produtividade durante essa época do ano foram reduzidos neste ano.


O sistema de ressurgência sazonal no Golfo do Panamá permite que águas frias e ricas em nutrientes das profundezas do oceano subam à superfície, sendo de extrema importância para a pesca, além de ajudar a proteger os recifes de corais do estresse térmico.


É graças a fenômeno que as praias do Pacífico do Panamá continuam frescas mesmo durante o verão.


As análises permitiram que os cientistas do STRI identificassem que a causa da ressurgência não ter acontecido neste ano foi a redução significativa nos padrões de vento no país. No artigo, eles explicitam como as alterações climáticas podem afetar os processos oceânicos.


Como resultado, a falta do fenômeno pode ter reduzido a produtividade pesqueira e causado um estresse térmico exacerbado nos corais, que se beneficiam do resfriamento da ressurgência.


https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/cientistas-detectam-acontecim ento-sem-precedentes-no-golfo-do-panama/
As investigações científicas frequentemente revelam fenômenos que colocam em dúvida dados consolidados, exigindo novas interpretações. No caso do estudo desenvolvido no Golfo do Panamá, percebe-se que uma alteração inesperada desestabilizou o padrão climático e biológico da região. Considerando as informações fornecidas no texto, qual foi a constatação dos pesquisadores?
Alternativas
Q3675936 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Cientistas detectam acontecimento sem precedentes no Golfo do Panamá


Cientistas detectaram um acontecimento inédito no Golfo do Panamá, que desafiou as estatísticas obtidas nos últimos 40 anos sobre o comportamento dos mares na região.


A ressurgência sazonal, que acontece tipicamente entre janeiro e abril, não pôde ser observada em 2025, alertando os pesquisadores do Smithsonian Tropical Research Institute (STRI) sobre as alterações no clima do golfo.


Em um estudo publicado no início de setembro, os pesquisadores detalharam os dados obtidos nesse período e mostraram que as quedas típicas de temperatura e os picos de produtividade durante essa época do ano foram reduzidos neste ano.


O sistema de ressurgência sazonal no Golfo do Panamá permite que águas frias e ricas em nutrientes das profundezas do oceano subam à superfície, sendo de extrema importância para a pesca, além de ajudar a proteger os recifes de corais do estresse térmico.


É graças a fenômeno que as praias do Pacífico do Panamá continuam frescas mesmo durante o verão.


As análises permitiram que os cientistas do STRI identificassem que a causa da ressurgência não ter acontecido neste ano foi a redução significativa nos padrões de vento no país. No artigo, eles explicitam como as alterações climáticas podem afetar os processos oceânicos.


Como resultado, a falta do fenômeno pode ter reduzido a produtividade pesqueira e causado um estresse térmico exacerbado nos corais, que se beneficiam do resfriamento da ressurgência.


https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/cientistas-detectam-acontecim ento-sem-precedentes-no-golfo-do-panama/
Os fenômenos naturais desempenham papel essencial no equilíbrio ecológico e econômico de determinadas regiões. No caso do Golfo do Panamá, a ausência da ressurgência sazonal em 2025 revelou consequências ambientais e sociais relevantes. Considerando as informações apresentadas, qual aspecto se destacou como a principal implicação desse evento? 
Alternativas
Q3675382 Português
Os jogos, brinquedos e brincadeiras fazem parte da cultura humana e podem ser importantes ferramentas para a educação inclusiva e para a conscientização ambiental, principalmente quando confeccionados com materiais recicláveis:

Excerto I. A construção de jogos na escola vai além da diversão, pois fortalece vínculos entre professores, alunos e comunidade, desenvolve habilidades e promove a interação, valorizando o trabalho coletivo.
Excerto II. Os jogos feitos com materiais recicláveis despertam novos interesses, estimulam a criatividade e a destreza manual, além de contribuir para o cuidado com o meio ambiente, a economia e a cultura, incentivando o hábito da reciclagem.
Fonte: Silva, W.A. et al. Educação Inclusiva: Jogos Pedagógicos Recicláveis como Ferramenta Indispensável no Processo de Ensino-Aprendizagem. Educação Ambiental em Ação, 2018.

Sobre os excertos, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3675290 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O Que É Estresse Ambiental e Como Lidar com Ele


Você já percebeu como, às vezes, a bateria do seu celular acaba rápido demais porque vários aplicativos estão rodando em segundo plano, sugando energia sem que você perceba? O estresse ambiental funciona da mesma forma no seu sistema nervoso.

Diferente do estresse agudo, que surge de forma intensa e passageira (como prazos apertados, provas ou emergências), o estresse ambiental é mais sutil e contínuo. Ele vai se acumulando lentamente, alimentado por fatores como bagunça, barulho, poluição, excesso de estímulos digitais, multitarefa constante, necessidade de se adaptar a diferentes ambientes sociais e comparações nas redes.

O problema do estresse ambiental é que ele se soma silenciosamente, mudando seu estado natural de calma para um de tensão constante, em que o corpo não consegue mais relaxar de verdade, afirma Bean.

Esse tipo de estresse pode impactar sua saúde de formas que você não percebe de imediato. "Quando seu corpo está constantemente reagindo a estressores ambientais, sua resiliência vai diminuindo com o tempo. O cérebro e o corpo ficam sobrecarregados e com menos recursos para lidar com o que aparece", explica Polina Shkadron, terapeuta em Nova York especializada em TDAH.

Esse acúmulo pode virar um ciclo vicioso, onde até os pequenos estresses do dia a dia, que antes pareciam fáceis de lidar, passam a ser opressores, já que o sistema nervoso está no limite. Com o tempo, isso pode levar a burnout, ansiedade, dificuldades emocionais, problemas de sono, inflamações, baixa imunidade e até dores crônicas.

Os sinais variam de pessoa para pessoa, mas alguns sintomas comuns incluem:

     • Sensação constante de estar "no limite", mesmo quando nada está visivelmente errado 

    • Tensão no corpo (principalmente no pescoço, mandíbula, quadris ou assoalho pélvico) que só se percebe ao parar e prestar atenção 

     • Dificuldade para dormir ou acordar cansado

     • Sentir-se sobrecarregado por decisões simples ou incapaz de concluir tarefas

     • Hipersensibilidade a sons ou interações sociais

     • Sentir-se emocionalmente anestesiado ou distante das coisas que antes traziam prazer

    • Uma sensação persistente de que nunca é suficiente — tempo, energia, produtividade ou até valor pessoal

Não dá para eliminar completamente esse tipo de estresse, mas é possível reduzir seu impacto. "O segredo é aprender a controlá-lo antes que ele se torne crônico", orienta Bean. Aqui vão algumas estratégias simples:

  • Faça micro pausas: Afaste-se dos dispositivos, alongue-se, respire fundo, faça um escaneamento corporal ou dê uma volta rápida no quarteirão. "Até pausas de 60 segundos podem quebrar o ciclo do estresse", diz Bean.

   • Estabeleça limites sensoriais: Reduza distrações digitais, barulhos de fundo, luzes fortes e bagunça sempre que possível. Isso ajuda a evitar a sobrecarga sensorial.

   • Mantenha conexões sociais: Ligue para alguém querido, marque encontros, cozinhe com amigos ou faça atividades em grupo. Estar com pessoas que te entendem ajuda o sistema nervoso a se acalmar, afirma Schwartzberg.

  • Mexa o corpo: Caminhadas, alongamentos, yoga ou tai chi ajudam a liberar tensão acumulada e te reconectar com o corpo.

   • Reserve tempo para o prazer: "Separe ao menos um momento no dia que não seja sobre ser produtivo", recomenda Bean. Pode ser tomar um chá, escrever, cuidar das plantas ou ouvir seu podcast favorito. "Eu gosto de fazer um 'sacudir geral' no corpo para 'lavar' o dia", conta Schwartzberg.

    • Use a voz: Cantar, fazer humming (zumbido com a boca fechada) ou soltar o ar lentamente estimula o nervo vago, o que ajuda a trazer calma.

   • Não engula seus sentimentos: O estresse aumenta quando suprimimos o que sentimos. Schwartzberg sugere reconhecer suas necessidades, mesmo que de forma simples: "Preciso de um tempo de silêncio" ou "Podemos conversar quando estivermos mais descansados?"

    •  E lembre-se: você está dando conta. Um passo de cada vez já faz diferença.



https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/o-que-e-estresse-ambientale-como-lidar-com-ele/ 
Muitos processos relacionados à saúde não se manifestam de forma instantânea, mas resultam de desgastes acumulados ao longo do tempo. No caso do estresse ambiental, a descrição apresentada pela especialista evidencia que seus efeitos podem comprometer gradualmente a capacidade do organismo de reagir a novas demandas. Considerando esse contexto, qual conclusão se mostra coerente com o texto?
Alternativas
Q3675289 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O Que É Estresse Ambiental e Como Lidar com Ele


Você já percebeu como, às vezes, a bateria do seu celular acaba rápido demais porque vários aplicativos estão rodando em segundo plano, sugando energia sem que você perceba? O estresse ambiental funciona da mesma forma no seu sistema nervoso.

Diferente do estresse agudo, que surge de forma intensa e passageira (como prazos apertados, provas ou emergências), o estresse ambiental é mais sutil e contínuo. Ele vai se acumulando lentamente, alimentado por fatores como bagunça, barulho, poluição, excesso de estímulos digitais, multitarefa constante, necessidade de se adaptar a diferentes ambientes sociais e comparações nas redes.

O problema do estresse ambiental é que ele se soma silenciosamente, mudando seu estado natural de calma para um de tensão constante, em que o corpo não consegue mais relaxar de verdade, afirma Bean.

Esse tipo de estresse pode impactar sua saúde de formas que você não percebe de imediato. "Quando seu corpo está constantemente reagindo a estressores ambientais, sua resiliência vai diminuindo com o tempo. O cérebro e o corpo ficam sobrecarregados e com menos recursos para lidar com o que aparece", explica Polina Shkadron, terapeuta em Nova York especializada em TDAH.

Esse acúmulo pode virar um ciclo vicioso, onde até os pequenos estresses do dia a dia, que antes pareciam fáceis de lidar, passam a ser opressores, já que o sistema nervoso está no limite. Com o tempo, isso pode levar a burnout, ansiedade, dificuldades emocionais, problemas de sono, inflamações, baixa imunidade e até dores crônicas.

Os sinais variam de pessoa para pessoa, mas alguns sintomas comuns incluem:

     • Sensação constante de estar "no limite", mesmo quando nada está visivelmente errado 

    • Tensão no corpo (principalmente no pescoço, mandíbula, quadris ou assoalho pélvico) que só se percebe ao parar e prestar atenção 

     • Dificuldade para dormir ou acordar cansado

     • Sentir-se sobrecarregado por decisões simples ou incapaz de concluir tarefas

     • Hipersensibilidade a sons ou interações sociais

     • Sentir-se emocionalmente anestesiado ou distante das coisas que antes traziam prazer

    • Uma sensação persistente de que nunca é suficiente — tempo, energia, produtividade ou até valor pessoal

Não dá para eliminar completamente esse tipo de estresse, mas é possível reduzir seu impacto. "O segredo é aprender a controlá-lo antes que ele se torne crônico", orienta Bean. Aqui vão algumas estratégias simples:

  • Faça micro pausas: Afaste-se dos dispositivos, alongue-se, respire fundo, faça um escaneamento corporal ou dê uma volta rápida no quarteirão. "Até pausas de 60 segundos podem quebrar o ciclo do estresse", diz Bean.

   • Estabeleça limites sensoriais: Reduza distrações digitais, barulhos de fundo, luzes fortes e bagunça sempre que possível. Isso ajuda a evitar a sobrecarga sensorial.

   • Mantenha conexões sociais: Ligue para alguém querido, marque encontros, cozinhe com amigos ou faça atividades em grupo. Estar com pessoas que te entendem ajuda o sistema nervoso a se acalmar, afirma Schwartzberg.

  • Mexa o corpo: Caminhadas, alongamentos, yoga ou tai chi ajudam a liberar tensão acumulada e te reconectar com o corpo.

   • Reserve tempo para o prazer: "Separe ao menos um momento no dia que não seja sobre ser produtivo", recomenda Bean. Pode ser tomar um chá, escrever, cuidar das plantas ou ouvir seu podcast favorito. "Eu gosto de fazer um 'sacudir geral' no corpo para 'lavar' o dia", conta Schwartzberg.

    • Use a voz: Cantar, fazer humming (zumbido com a boca fechada) ou soltar o ar lentamente estimula o nervo vago, o que ajuda a trazer calma.

   • Não engula seus sentimentos: O estresse aumenta quando suprimimos o que sentimos. Schwartzberg sugere reconhecer suas necessidades, mesmo que de forma simples: "Preciso de um tempo de silêncio" ou "Podemos conversar quando estivermos mais descansados?"

    •  E lembre-se: você está dando conta. Um passo de cada vez já faz diferença.



https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/o-que-e-estresse-ambientale-como-lidar-com-ele/ 
Muitas vezes, situações corriqueiras que antes eram administradas sem maiores dificuldades passam a ganhar proporções exageradas quando o organismo já se encontra sobrecarregado. Esse processo, ao se intensificar, desencadeia um efeito cascata que pode comprometer diversas dimensões da saúde. Considerando as informações do texto, qual interpretação é a adequada?
Alternativas
Q3675288 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O Que É Estresse Ambiental e Como Lidar com Ele


Você já percebeu como, às vezes, a bateria do seu celular acaba rápido demais porque vários aplicativos estão rodando em segundo plano, sugando energia sem que você perceba? O estresse ambiental funciona da mesma forma no seu sistema nervoso.

Diferente do estresse agudo, que surge de forma intensa e passageira (como prazos apertados, provas ou emergências), o estresse ambiental é mais sutil e contínuo. Ele vai se acumulando lentamente, alimentado por fatores como bagunça, barulho, poluição, excesso de estímulos digitais, multitarefa constante, necessidade de se adaptar a diferentes ambientes sociais e comparações nas redes.

O problema do estresse ambiental é que ele se soma silenciosamente, mudando seu estado natural de calma para um de tensão constante, em que o corpo não consegue mais relaxar de verdade, afirma Bean.

Esse tipo de estresse pode impactar sua saúde de formas que você não percebe de imediato. "Quando seu corpo está constantemente reagindo a estressores ambientais, sua resiliência vai diminuindo com o tempo. O cérebro e o corpo ficam sobrecarregados e com menos recursos para lidar com o que aparece", explica Polina Shkadron, terapeuta em Nova York especializada em TDAH.

Esse acúmulo pode virar um ciclo vicioso, onde até os pequenos estresses do dia a dia, que antes pareciam fáceis de lidar, passam a ser opressores, já que o sistema nervoso está no limite. Com o tempo, isso pode levar a burnout, ansiedade, dificuldades emocionais, problemas de sono, inflamações, baixa imunidade e até dores crônicas.

Os sinais variam de pessoa para pessoa, mas alguns sintomas comuns incluem:

     • Sensação constante de estar "no limite", mesmo quando nada está visivelmente errado 

    • Tensão no corpo (principalmente no pescoço, mandíbula, quadris ou assoalho pélvico) que só se percebe ao parar e prestar atenção 

     • Dificuldade para dormir ou acordar cansado

     • Sentir-se sobrecarregado por decisões simples ou incapaz de concluir tarefas

     • Hipersensibilidade a sons ou interações sociais

     • Sentir-se emocionalmente anestesiado ou distante das coisas que antes traziam prazer

    • Uma sensação persistente de que nunca é suficiente — tempo, energia, produtividade ou até valor pessoal

Não dá para eliminar completamente esse tipo de estresse, mas é possível reduzir seu impacto. "O segredo é aprender a controlá-lo antes que ele se torne crônico", orienta Bean. Aqui vão algumas estratégias simples:

  • Faça micro pausas: Afaste-se dos dispositivos, alongue-se, respire fundo, faça um escaneamento corporal ou dê uma volta rápida no quarteirão. "Até pausas de 60 segundos podem quebrar o ciclo do estresse", diz Bean.

   • Estabeleça limites sensoriais: Reduza distrações digitais, barulhos de fundo, luzes fortes e bagunça sempre que possível. Isso ajuda a evitar a sobrecarga sensorial.

   • Mantenha conexões sociais: Ligue para alguém querido, marque encontros, cozinhe com amigos ou faça atividades em grupo. Estar com pessoas que te entendem ajuda o sistema nervoso a se acalmar, afirma Schwartzberg.

  • Mexa o corpo: Caminhadas, alongamentos, yoga ou tai chi ajudam a liberar tensão acumulada e te reconectar com o corpo.

   • Reserve tempo para o prazer: "Separe ao menos um momento no dia que não seja sobre ser produtivo", recomenda Bean. Pode ser tomar um chá, escrever, cuidar das plantas ou ouvir seu podcast favorito. "Eu gosto de fazer um 'sacudir geral' no corpo para 'lavar' o dia", conta Schwartzberg.

    • Use a voz: Cantar, fazer humming (zumbido com a boca fechada) ou soltar o ar lentamente estimula o nervo vago, o que ajuda a trazer calma.

   • Não engula seus sentimentos: O estresse aumenta quando suprimimos o que sentimos. Schwartzberg sugere reconhecer suas necessidades, mesmo que de forma simples: "Preciso de um tempo de silêncio" ou "Podemos conversar quando estivermos mais descansados?"

    •  E lembre-se: você está dando conta. Um passo de cada vez já faz diferença.



https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/o-que-e-estresse-ambientale-como-lidar-com-ele/ 
Muitas vezes, situações do cotidiano que parecem inofensivas podem exercer um impacto profundo sobre o equilíbrio físico e mental das pessoas. No caso do estresse ambiental, descrito no texto, esse efeito não ocorre de forma imediata, mas de maneira contínua e cumulativa. Considerando a explicação apresentada, qual interpretação é a adequada?
Alternativas
Q3675287 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O Que É Estresse Ambiental e Como Lidar com Ele


Você já percebeu como, às vezes, a bateria do seu celular acaba rápido demais porque vários aplicativos estão rodando em segundo plano, sugando energia sem que você perceba? O estresse ambiental funciona da mesma forma no seu sistema nervoso.

Diferente do estresse agudo, que surge de forma intensa e passageira (como prazos apertados, provas ou emergências), o estresse ambiental é mais sutil e contínuo. Ele vai se acumulando lentamente, alimentado por fatores como bagunça, barulho, poluição, excesso de estímulos digitais, multitarefa constante, necessidade de se adaptar a diferentes ambientes sociais e comparações nas redes.

O problema do estresse ambiental é que ele se soma silenciosamente, mudando seu estado natural de calma para um de tensão constante, em que o corpo não consegue mais relaxar de verdade, afirma Bean.

Esse tipo de estresse pode impactar sua saúde de formas que você não percebe de imediato. "Quando seu corpo está constantemente reagindo a estressores ambientais, sua resiliência vai diminuindo com o tempo. O cérebro e o corpo ficam sobrecarregados e com menos recursos para lidar com o que aparece", explica Polina Shkadron, terapeuta em Nova York especializada em TDAH.

Esse acúmulo pode virar um ciclo vicioso, onde até os pequenos estresses do dia a dia, que antes pareciam fáceis de lidar, passam a ser opressores, já que o sistema nervoso está no limite. Com o tempo, isso pode levar a burnout, ansiedade, dificuldades emocionais, problemas de sono, inflamações, baixa imunidade e até dores crônicas.

Os sinais variam de pessoa para pessoa, mas alguns sintomas comuns incluem:

     • Sensação constante de estar "no limite", mesmo quando nada está visivelmente errado 

    • Tensão no corpo (principalmente no pescoço, mandíbula, quadris ou assoalho pélvico) que só se percebe ao parar e prestar atenção 

     • Dificuldade para dormir ou acordar cansado

     • Sentir-se sobrecarregado por decisões simples ou incapaz de concluir tarefas

     • Hipersensibilidade a sons ou interações sociais

     • Sentir-se emocionalmente anestesiado ou distante das coisas que antes traziam prazer

    • Uma sensação persistente de que nunca é suficiente — tempo, energia, produtividade ou até valor pessoal

Não dá para eliminar completamente esse tipo de estresse, mas é possível reduzir seu impacto. "O segredo é aprender a controlá-lo antes que ele se torne crônico", orienta Bean. Aqui vão algumas estratégias simples:

  • Faça micro pausas: Afaste-se dos dispositivos, alongue-se, respire fundo, faça um escaneamento corporal ou dê uma volta rápida no quarteirão. "Até pausas de 60 segundos podem quebrar o ciclo do estresse", diz Bean.

   • Estabeleça limites sensoriais: Reduza distrações digitais, barulhos de fundo, luzes fortes e bagunça sempre que possível. Isso ajuda a evitar a sobrecarga sensorial.

   • Mantenha conexões sociais: Ligue para alguém querido, marque encontros, cozinhe com amigos ou faça atividades em grupo. Estar com pessoas que te entendem ajuda o sistema nervoso a se acalmar, afirma Schwartzberg.

  • Mexa o corpo: Caminhadas, alongamentos, yoga ou tai chi ajudam a liberar tensão acumulada e te reconectar com o corpo.

   • Reserve tempo para o prazer: "Separe ao menos um momento no dia que não seja sobre ser produtivo", recomenda Bean. Pode ser tomar um chá, escrever, cuidar das plantas ou ouvir seu podcast favorito. "Eu gosto de fazer um 'sacudir geral' no corpo para 'lavar' o dia", conta Schwartzberg.

    • Use a voz: Cantar, fazer humming (zumbido com a boca fechada) ou soltar o ar lentamente estimula o nervo vago, o que ajuda a trazer calma.

   • Não engula seus sentimentos: O estresse aumenta quando suprimimos o que sentimos. Schwartzberg sugere reconhecer suas necessidades, mesmo que de forma simples: "Preciso de um tempo de silêncio" ou "Podemos conversar quando estivermos mais descansados?"

    •  E lembre-se: você está dando conta. Um passo de cada vez já faz diferença.



https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/o-que-e-estresse-ambientale-como-lidar-com-ele/ 
O enfrentamento do estresse cotidiano não depende apenas de eliminá-lo, mas de adotar estratégias capazes de reduzir seus efeitos nocivos. O texto apresenta diferentes formas de cuidado que buscam restaurar o equilíbrio físico e emocional do indivíduo, mesmo em meio às pressões diárias. Nesse sentido, qual interpretação está alinhada à proposta apresentada?
Alternativas
Q3675286 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O Que É Estresse Ambiental e Como Lidar com Ele


Você já percebeu como, às vezes, a bateria do seu celular acaba rápido demais porque vários aplicativos estão rodando em segundo plano, sugando energia sem que você perceba? O estresse ambiental funciona da mesma forma no seu sistema nervoso.

Diferente do estresse agudo, que surge de forma intensa e passageira (como prazos apertados, provas ou emergências), o estresse ambiental é mais sutil e contínuo. Ele vai se acumulando lentamente, alimentado por fatores como bagunça, barulho, poluição, excesso de estímulos digitais, multitarefa constante, necessidade de se adaptar a diferentes ambientes sociais e comparações nas redes.

O problema do estresse ambiental é que ele se soma silenciosamente, mudando seu estado natural de calma para um de tensão constante, em que o corpo não consegue mais relaxar de verdade, afirma Bean.

Esse tipo de estresse pode impactar sua saúde de formas que você não percebe de imediato. "Quando seu corpo está constantemente reagindo a estressores ambientais, sua resiliência vai diminuindo com o tempo. O cérebro e o corpo ficam sobrecarregados e com menos recursos para lidar com o que aparece", explica Polina Shkadron, terapeuta em Nova York especializada em TDAH.

Esse acúmulo pode virar um ciclo vicioso, onde até os pequenos estresses do dia a dia, que antes pareciam fáceis de lidar, passam a ser opressores, já que o sistema nervoso está no limite. Com o tempo, isso pode levar a burnout, ansiedade, dificuldades emocionais, problemas de sono, inflamações, baixa imunidade e até dores crônicas.

Os sinais variam de pessoa para pessoa, mas alguns sintomas comuns incluem:

     • Sensação constante de estar "no limite", mesmo quando nada está visivelmente errado 

    • Tensão no corpo (principalmente no pescoço, mandíbula, quadris ou assoalho pélvico) que só se percebe ao parar e prestar atenção 

     • Dificuldade para dormir ou acordar cansado

     • Sentir-se sobrecarregado por decisões simples ou incapaz de concluir tarefas

     • Hipersensibilidade a sons ou interações sociais

     • Sentir-se emocionalmente anestesiado ou distante das coisas que antes traziam prazer

    • Uma sensação persistente de que nunca é suficiente — tempo, energia, produtividade ou até valor pessoal

Não dá para eliminar completamente esse tipo de estresse, mas é possível reduzir seu impacto. "O segredo é aprender a controlá-lo antes que ele se torne crônico", orienta Bean. Aqui vão algumas estratégias simples:

  • Faça micro pausas: Afaste-se dos dispositivos, alongue-se, respire fundo, faça um escaneamento corporal ou dê uma volta rápida no quarteirão. "Até pausas de 60 segundos podem quebrar o ciclo do estresse", diz Bean.

   • Estabeleça limites sensoriais: Reduza distrações digitais, barulhos de fundo, luzes fortes e bagunça sempre que possível. Isso ajuda a evitar a sobrecarga sensorial.

   • Mantenha conexões sociais: Ligue para alguém querido, marque encontros, cozinhe com amigos ou faça atividades em grupo. Estar com pessoas que te entendem ajuda o sistema nervoso a se acalmar, afirma Schwartzberg.

  • Mexa o corpo: Caminhadas, alongamentos, yoga ou tai chi ajudam a liberar tensão acumulada e te reconectar com o corpo.

   • Reserve tempo para o prazer: "Separe ao menos um momento no dia que não seja sobre ser produtivo", recomenda Bean. Pode ser tomar um chá, escrever, cuidar das plantas ou ouvir seu podcast favorito. "Eu gosto de fazer um 'sacudir geral' no corpo para 'lavar' o dia", conta Schwartzberg.

    • Use a voz: Cantar, fazer humming (zumbido com a boca fechada) ou soltar o ar lentamente estimula o nervo vago, o que ajuda a trazer calma.

   • Não engula seus sentimentos: O estresse aumenta quando suprimimos o que sentimos. Schwartzberg sugere reconhecer suas necessidades, mesmo que de forma simples: "Preciso de um tempo de silêncio" ou "Podemos conversar quando estivermos mais descansados?"

    •  E lembre-se: você está dando conta. Um passo de cada vez já faz diferença.



https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/o-que-e-estresse-ambientale-como-lidar-com-ele/ 
As manifestações do estresse crônico podem se apresentar de maneiras sutis e diversas, afetando tanto o corpo quanto as emoções. O texto mostra que esses sinais, embora variem entre indivíduos, revelam um padrão de desgaste progressivo que altera a percepção de si e do ambiente. Considerando essa descrição, qual conclusão é condizente com a interpretação do trecho?
Alternativas
Q3675140 Português

O ChatGPT está nos deixando burros?



Em 2008, a revista americana The Atlantic provocou debate ao publicar uma matéria de capa que perguntava se o Google estava nos deixando burros. No artigo de quatro mil palavras, que depois se transformou em livro, o autor Nicholas Carr defendia que sim, sustentando que os mecanismos de busca prejudicavam a capacidade dos americanos de pensar de forma profunda e reter conhecimento.


A principal preocupação de Carr era a constatação de que as pessoas já não precisavam memorizar ou aprender fatos quando podiam simplesmente pesquisá-los online. Havia um fundo de verdade nesse receio, embora os buscadores ainda exigissem pensamento crítico para interpretar e contextualizar os resultados.


Hoje, a mudança tecnológica é ainda mais radical. Com o avanço das ferramentas de inteligência artificial generativa, como o ChatGPT, não apenas terceirizamos a memória, mas também o próprio processo de pensar. Essas ferramentas não se limitam a resgatar informações: elas criam, analisam e resumem conteúdos. Trata-se de uma inovação crucial, pois é a primeira vez que uma tecnologia apresenta potencial para substituir o pensamento e a criatividade humanos. Surge, então, a questão inevitável: o ChatGPT está nos deixando burros?


À medida que mais pessoas delegam tarefas cognitivas às máquinas, é necessário refletir sobre o que se ganha e o que se perde.


A inteligência artificial generativa altera o modo como acessamos e processamos informação. Muitos a utilizam em substituição à análise de fontes, à comparação de pontos de vista e à resolução de ambiguidades, já que ela oferece respostas rápidas e elaboradas. A eficiência é indiscutível, ainda que nem sempre os resultados sejam precisos. Essa facilidade, contudo, cobra um preço: ao permitir que a IA pense por nós, corremos o risco de enfraquecer a capacidade de raciocinar criticamente, resolver problemas complexos e aprofundar nosso envolvimento com o conhecimento.


A diferença está, portanto, no modo de uso. Quem se apoia na IA sem questionamento acaba se acomodando intelectualmente, aceitando respostas prontas sem avaliar premissas, buscar alternativas ou aprofundar análises. Mas quem utiliza o ChatGPT como apoio complementar encontra nele um recurso poderoso para despertar curiosidade, gerar ideias, esclarecer temas complexos e fomentar debates.


A questão não é se a IA nos torna mais inteligentes ou mais limitados, mas como a utilizamos. A inteligência artificial generativa serve como parceira que potencializa a inteligência humana, e não como substituta. Isso implica usá-la como ferramenta de apoio a uma pesquisa, não como atalho. As respostas devem ser vistas como ponto de partida para o pensamento, nunca como conclusão definitiva.


O crescimento explosivo do ChatGPT, que atingiu cem milhões de usuários apenas dois meses após o lançamento, colocou a sociedade diante de uma encruzilhada. Um caminho conduz à decadência intelectual, em que deixamos de pensar por conta própria. O outro oferece a possibilidade de expandir nossas capacidades cognitivas por meio de uma colaboração produtiva com a IA, aproveitando sua força para ampliar a nossa.


É comum ouvir que a inteligência artificial não vai roubar empregos, mas alguém que sabe utilizá-la, sim. Este texto começou com a indagação: o ChatGPT está nos deixando burros? Mas convém terminá-lo com outra: como usaremos o ChatGPT para nos tornarmos mais inteligentes? Em última instância, a resposta não depende da ferramenta, mas de quem a utiliza.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwygyg3x62vo.adaptado.

O texto discute os impactos do ChatGPT na cognição humana, ponderando se a inteligência artificial generativa pode representar risco ou oportunidade, a depender da forma como é utilizada.

De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Respostas
10561: C
10562: B
10563: C
10564: A
10565: B
10566: B
10567: A
10568: A
10569: C
10570: C
10571: A
10572: D
10573: A
10574: B
10575: E
10576: C
10577: E
10578: A
10579: C
10580: A