Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q3535380 Português
    Fizeram a gente acreditar que amor mesmo, amor pra valer, só acontece uma vez, geralmente antes dos 30 anos. Não nos contaram que amor não é acionado nem chega com hora marcada. Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade. Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta: a gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável.
    Fizeram a gente acreditar numa fórmula chamada “dois em um”, duas pessoas pensando igual, agindo igual, que isso era que funcionava. Não nos contaram que isso tem nome: anulação. Que só sendo indivíduos com personalidade própria é que poderemos ter uma relação saudável. Fizeram a gente acreditar que casamento é obrigatório e que desejos fora de hora devem ser reprimidos.
    Fizeram a gente acreditar que só há uma fórmula de ser feliz, a mesma para todos, e os que escapam dela estão condenados à marginalidade. Não nos contaram que estas fórmulas dão errado, frustram as pessoas, são alienantes, e que podemos tentar outras alternativas. Ah, nem contaram que ninguém vai contar. Cada um vai ter que descobrir sozinho. E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz se apaixonar por alguém.

Fonte: Martha Medeiros. Adaptados. 
Considerando as informações do texto, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) A anulação da qual a autora fala diz respeito à fórmula “dois em um”, ou seja, acreditar que existem duas pessoas como uma só.
( ) Vivemos acreditando que casamento é obrigatório e que certos desejos devem ser inibidos.
( ) Não nascemos inteiros, por isso, a busca pela nossa metade deve ser crucial e incessante.
Alternativas
Q3535378 Português
    Fizeram a gente acreditar que amor mesmo, amor pra valer, só acontece uma vez, geralmente antes dos 30 anos. Não nos contaram que amor não é acionado nem chega com hora marcada. Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade. Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta: a gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável.
    Fizeram a gente acreditar numa fórmula chamada “dois em um”, duas pessoas pensando igual, agindo igual, que isso era que funcionava. Não nos contaram que isso tem nome: anulação. Que só sendo indivíduos com personalidade própria é que poderemos ter uma relação saudável. Fizeram a gente acreditar que casamento é obrigatório e que desejos fora de hora devem ser reprimidos.
    Fizeram a gente acreditar que só há uma fórmula de ser feliz, a mesma para todos, e os que escapam dela estão condenados à marginalidade. Não nos contaram que estas fórmulas dão errado, frustram as pessoas, são alienantes, e que podemos tentar outras alternativas. Ah, nem contaram que ninguém vai contar. Cada um vai ter que descobrir sozinho. E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz se apaixonar por alguém.

Fonte: Martha Medeiros. Adaptados. 
De acordo com o texto, assinalar a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3535325 Português
O autor naturalista procura apreender aspectos da realidade, através dos sentidos. Verifique por meio de qual sentido a realidade está sendo percebida nestes trechos da obra O Cortiço, de Aluísio Azevedo.

Coluna I.
A- Visão.
B- Audição.
C- Olfato.

Coluna II.
1- No confuso rumor que se formava, destacavam-se risos, sons de vozes que altercavam, sem se saber onde, grasnar de marrecos, cantar de galos, cacarejar de galinhas.
2- ... o cheiro quente do café aquecia, suplantando todos os outros...
3- E seu tipo baixote, socado, de cabelos à escovinha, a barba sempre por fazer, ia e vinha da pedreira para a venda, da venda às hortas e ao capinzal, sempre em mangas de camisa, de tamancos, sem meias. 
Alternativas
Q3535318 Português
Leia o texto para responder à próxima questão.


Como ensinar. (Rubem Alves).


Se eu fosse ensinar a uma criança a arte da jardinagem, não começaria com as lições das pás, enxadas e tesouras de podar. Eu a levaria a passear por parques e jardins, mostraria flores e árvores, falaria sobre suas maravilhosas simetrias e perfumes; a levaria a uma livraria para que ela visse, nos livros de arte, jardins de outras partes do mundo. Aí, seduzida pela beleza dos jardins, ela me pediria para ensinar-lhe as lições das pás, enxadas e tesouras de podar.

Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música, não começaria com partituras, notas e pautas. Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe falaria sobre os instrumentos que fazem a música. Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas. Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir antes.

Se fosse ensinar a uma criança a arte da leitura, não começaria com as letras e as sílabas. Simplesmente leria as estórias mais fascinantes que a fariam entrar no mundo encantado da fantasia. Aí então, com inveja dos meus poderes mágicos, ela desejaria que eu lhe ensinasse o segredo que transforma letras e sílabas em estórias.

É muito simples. O mundo de cada pessoa é muito pequeno. Os livros são a porta para um mundo grande. Pela leitura vivemos experiências que não foram nossas e então elas passam a ser nossas. Lemos a estória de um grande amor e experimentamos as alegrias e dores de um grande amor. Lemos estórias de batalhas e nos tornamos guerreiros de espada na mão, sem os perigos das batalhas de verdade. Viajamos para o passado e nos tornamos contemporâneos dos dinossauros. Viajamos para o futuro e nos transportamos para mundos que não existem ainda.

Lemos as biografias de pessoas extraordinárias que lutaram por causas bonitas e nos tornamos seus companheiros de lutas. Lendo, fazemos turismo sem sair do lugar. E isso é muito bom. 
De acordo com o texto, marque a alternativa incorreta. 
Alternativas
Q3535153 Português

Observe a charge a seguir:


Imagem associada para resolução da questão


Assinale a alternativa que melhor descreve o sentido da charge em face de recentes circunstâncias vivenciadas na sociedade brasileira.

Alternativas
Q3535105 Português
Assinale a alternativa em que os termos empregados estão exclusivamente em sentido denotativo:
Alternativas
Q3535060 Português
Empresário Aposta R$ 14 Milhões em IA para Transformar o Mundo Corporativo 

Izaias Pertrelly, empreendedor em série e fundador da Blue Saúde e da Inventu, acaba de apostar alto em uma nova fronteira tecnológica: a inteligência artificial agêntica. Com um investimento próprio superior a US$ 2,5 milhões (cerca de R$ 14 milhões), ele desenvolveu o Thanus, uma plataforma que vai além dos tradicionais assistentes digitais e propõe um novo paradigma para automação corporativa.

Com mais de uma década de atuação em projetos de inovação e saúde, Pertrelly viu na IA uma oportunidade de ampliar a eficiência das empresas. "Nosso objetivo é fazer do Thanus o cérebro operacional das organizações modernas", diz ele. E a promessa não é modesta: diferentemente de modelos passivos como ChatGPT ou Gemini, o Thanus é uma IA ativa e autônoma, que executa tarefas no mundo real com base em sua própria infraestrutura computacional. 

A plataforma possui seu próprio sistema operacional, com capacidade de instalar programas, escrever código, preencher formulários online, enviar e-mails, analisar concorrência, desenvolver sites SaaS e muito mais — tudo sem depender da máquina do usuário. Um dos grandes diferenciais é o recurso Agent Builder, que permite a qualquer pessoa, mesmo sem conhecimento técnico, criar assistentes personalizados capazes de, por exemplo, buscar passagens aéreas com base em agenda e preço ou monitorar o mercado financeiro.

Destinado a empresas que desejam escalar com inteligência e reduzir dependência de equipes robustas, o Thanus atende desde autônomos e startups até grandes corporações. Suas aplicações vão da automação de rotinas operacionais à geração de relatórios, dashboards e decisões orientadas por dados.

Izaias acredita que o Thanus está mais próximo do conceito de Inteligência Artificial Geral (AGI) do que qualquer outra solução disponível comercialmente. "Ele não apenas responde — ele decide, age e entrega. É a evolução prática da IA que estávamos esperando", afirma. 


O Thanus segue em expansão, com módulos e integrações sendo adicionados mensalmente. E segundo Pertrelly, demonstrações com casos reais estão disponíveis para interessados que queiram conhecer de perto essa proposta de futuro já em funcionamento.


https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/06/empresario-aposta-r-14-milho es-em-ia-para-transformar-o-mundo-corporativo/
Pode-se depreender do texto que Izaias Pertrelly acredita que o Thanus se aproxima mais do conceito de Inteligência Artificial Geral (AGI) porque: 
Alternativas
Q3534995 Português

Leia o trecho abaixo:


“O réu afirmou que era inocente.”


Com base nesse trecho, identifique o tipo de discurso utilizado e assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q3534948 Português

Considerando a classificação de tipos e gêneros textuais, analise o trecho a seguir:


A aceleração das mudanças climáticas exige intervenções urgentes. Dados do IPCC (2023) revelam que o aquecimento global já ultrapassa 1,5°C acima dos níveis pré-industriais, com impactos irreversíveis nos ecossistemas. Portanto, propõe-se: a) Redução imediata de 45% nas emissões de CO? até 2030; b) Transição energética obrigatória para fontes renováveis; c) Penalizações severas a indústrias não compliance. A inação configurará crime contra as futuras gerações.


Assinale a alternativa que identifica corretamente o tipo textual predominante, com base na estrutura, função comunicativa e recursos linguísticos empregados: 

Alternativas
Q3534886 Português
        As florestas tropicais do mundo, que garantem uma proteção crucial contra as mudanças climáticas, desapareceram mais rapidamente do que nunca em 2024, conforme sugere uma nova análise feita por satélite. Pesquisadores estimam que 67 mil quilômetros quadrados dessas florestas primárias ou virgens – que não foram afetadas, ou afetadas o mínimo possível pela ação humana – foram perdidos em 2024. A área é quase do tamanho de países como a Geórgia, ou o equivalente a 18 campos de futebol por minuto.
Internet:<www.bbc.com>  (com adaptações).
Acerca do assunto do texto, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3534880 Português
        As organizações estão passando por um processo em que o acúmulo de informações e a competitividade do mercado de trabalho exigem que estejam cada vez mais estruturadas internamente e preparadas para lidar com desafios constantes e, também, para ouvir os colaboradores. Essas tarefas são atribuídas aos gestores, uma vez que os problemas que as organizações enfrentam nos dias atuais, com as gerações Y (ou Millennials, nascidos de 1981 a 1996) e Z (nascidos a partir de 1996), são diferentes dos problemas que enfrentaram no passado, quando as gerações demonstravam uma menor disposição ao trabalho, se comparadas com as anteriores, e os benefícios estavam relacionados à estabilidade e a uma carreira promissora.

         Essa mudança de comportamento e a tentativa de fazer com que os colaboradores tenham um comportamento favorável e positivo nas organizações é uma atividade constante. Com o passar dos anos e com a mudança das gerações, é necessário extrair o melhor de cada um, individualmente, para o sucesso coletivo da organização.

        Para que o universo organizacional e seus colaboradores alcancem o sucesso como um todo, a motivação torna‑se fundamental para mudar o comportamento individual, considerando‑se aspectos como trabalho em equipe, rotatividade, realização pessoal, entre outras variáveis passíveis de controle. Nesse sentido, as principais dificuldades na mudança do comportamento individual, que representa um desafio para os gestores do século XXI, é que muitos comportamentos positivos não são adotados por diversas razões. Alguns comportamentos atuais são decorrentes de vícios e exigem muita força de vontade para mudar. Outros são espontâneos e repetidos sem muita reflexão e preocupação informada. Algumas mudanças de comportamento envolvem custos ou esforços desagradáveis, enquanto outras não dispõem de um sistema ou de pessoas que auxiliem ou facilitem o comportamento.

Internet:<seer.faccat.br>  (com adaptações).
No último parágrafo, o trecho “Alguns comportamentos atuais são decorrentes de vícios e exigem muita força de vontade para mudar. Outros são espontâneos e repetidos sem muita reflexão e preocupação informada. Algumas mudanças de comportamento envolvem custos ou esforços desagradáveis, enquanto outras não dispõem de um sistema ou de pessoas que auxiliem ou facilitem o comportamento.” poderia ser reorganizado e reescrito como
Alternativas
Q3534879 Português
        As organizações estão passando por um processo em que o acúmulo de informações e a competitividade do mercado de trabalho exigem que estejam cada vez mais estruturadas internamente e preparadas para lidar com desafios constantes e, também, para ouvir os colaboradores. Essas tarefas são atribuídas aos gestores, uma vez que os problemas que as organizações enfrentam nos dias atuais, com as gerações Y (ou Millennials, nascidos de 1981 a 1996) e Z (nascidos a partir de 1996), são diferentes dos problemas que enfrentaram no passado, quando as gerações demonstravam uma menor disposição ao trabalho, se comparadas com as anteriores, e os benefícios estavam relacionados à estabilidade e a uma carreira promissora.

         Essa mudança de comportamento e a tentativa de fazer com que os colaboradores tenham um comportamento favorável e positivo nas organizações é uma atividade constante. Com o passar dos anos e com a mudança das gerações, é necessário extrair o melhor de cada um, individualmente, para o sucesso coletivo da organização.

        Para que o universo organizacional e seus colaboradores alcancem o sucesso como um todo, a motivação torna‑se fundamental para mudar o comportamento individual, considerando‑se aspectos como trabalho em equipe, rotatividade, realização pessoal, entre outras variáveis passíveis de controle. Nesse sentido, as principais dificuldades na mudança do comportamento individual, que representa um desafio para os gestores do século XXI, é que muitos comportamentos positivos não são adotados por diversas razões. Alguns comportamentos atuais são decorrentes de vícios e exigem muita força de vontade para mudar. Outros são espontâneos e repetidos sem muita reflexão e preocupação informada. Algumas mudanças de comportamento envolvem custos ou esforços desagradáveis, enquanto outras não dispõem de um sistema ou de pessoas que auxiliem ou facilitem o comportamento.

Internet:<seer.faccat.br>  (com adaptações).
No primeiro parágrafo do texto, o vocábulo “Essas” faz referência a
Alternativas
Q3534878 Português
        As organizações estão passando por um processo em que o acúmulo de informações e a competitividade do mercado de trabalho exigem que estejam cada vez mais estruturadas internamente e preparadas para lidar com desafios constantes e, também, para ouvir os colaboradores. Essas tarefas são atribuídas aos gestores, uma vez que os problemas que as organizações enfrentam nos dias atuais, com as gerações Y (ou Millennials, nascidos de 1981 a 1996) e Z (nascidos a partir de 1996), são diferentes dos problemas que enfrentaram no passado, quando as gerações demonstravam uma menor disposição ao trabalho, se comparadas com as anteriores, e os benefícios estavam relacionados à estabilidade e a uma carreira promissora.

         Essa mudança de comportamento e a tentativa de fazer com que os colaboradores tenham um comportamento favorável e positivo nas organizações é uma atividade constante. Com o passar dos anos e com a mudança das gerações, é necessário extrair o melhor de cada um, individualmente, para o sucesso coletivo da organização.

        Para que o universo organizacional e seus colaboradores alcancem o sucesso como um todo, a motivação torna‑se fundamental para mudar o comportamento individual, considerando‑se aspectos como trabalho em equipe, rotatividade, realização pessoal, entre outras variáveis passíveis de controle. Nesse sentido, as principais dificuldades na mudança do comportamento individual, que representa um desafio para os gestores do século XXI, é que muitos comportamentos positivos não são adotados por diversas razões. Alguns comportamentos atuais são decorrentes de vícios e exigem muita força de vontade para mudar. Outros são espontâneos e repetidos sem muita reflexão e preocupação informada. Algumas mudanças de comportamento envolvem custos ou esforços desagradáveis, enquanto outras não dispõem de um sistema ou de pessoas que auxiliem ou facilitem o comportamento.

Internet:<seer.faccat.br>  (com adaptações).
Depreende‑se das ideias do texto que 
Alternativas
Q3534877 Português
        As organizações estão passando por um processo em que o acúmulo de informações e a competitividade do mercado de trabalho exigem que estejam cada vez mais estruturadas internamente e preparadas para lidar com desafios constantes e, também, para ouvir os colaboradores. Essas tarefas são atribuídas aos gestores, uma vez que os problemas que as organizações enfrentam nos dias atuais, com as gerações Y (ou Millennials, nascidos de 1981 a 1996) e Z (nascidos a partir de 1996), são diferentes dos problemas que enfrentaram no passado, quando as gerações demonstravam uma menor disposição ao trabalho, se comparadas com as anteriores, e os benefícios estavam relacionados à estabilidade e a uma carreira promissora.

         Essa mudança de comportamento e a tentativa de fazer com que os colaboradores tenham um comportamento favorável e positivo nas organizações é uma atividade constante. Com o passar dos anos e com a mudança das gerações, é necessário extrair o melhor de cada um, individualmente, para o sucesso coletivo da organização.

        Para que o universo organizacional e seus colaboradores alcancem o sucesso como um todo, a motivação torna‑se fundamental para mudar o comportamento individual, considerando‑se aspectos como trabalho em equipe, rotatividade, realização pessoal, entre outras variáveis passíveis de controle. Nesse sentido, as principais dificuldades na mudança do comportamento individual, que representa um desafio para os gestores do século XXI, é que muitos comportamentos positivos não são adotados por diversas razões. Alguns comportamentos atuais são decorrentes de vícios e exigem muita força de vontade para mudar. Outros são espontâneos e repetidos sem muita reflexão e preocupação informada. Algumas mudanças de comportamento envolvem custos ou esforços desagradáveis, enquanto outras não dispõem de um sistema ou de pessoas que auxiliem ou facilitem o comportamento.

Internet:<seer.faccat.br>  (com adaptações).
Quanto à estrutura textual, predomina no texto a estrutura tipológica
Alternativas
Q3534793 Português

Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:



Bebês reborn: brincar e colecionar bonecas na vida adulta é um problema?


Psicólogas avaliam até que ponto prática e outras atividades lúdicas podem ser saudáveis


    Nas últimas semanas, os bebês reborn -- bonecas feitas à mão para se parecerem com bebês reais, sendo conhecidas pelos seus detalhes hiper-realistas -- têm ganhado notoriedade midiática e nas redes sociais.


    Apesar de existir há décadas, a arte reborn chamou atenção recentemente após algumas influenciadoras viralizarem com conteúdos feitos com suas coleções de bebês reborn. Além disso, o assunto tem gerado brigas judiciais, projetos de lei no Congresso e avisos sobre proibição de uso de direitos de mães com filhos pequenos.


    O principal debate em torno da polêmica dos bebês reborn é a suposta linha tênue entre o saudável -- o ato de brincar e ter bebês reborn como um hobby, como é o caso da maioria das colecionadoras -- e um possível comprometimento à saúde mental.  


    De acordo com a psicóloga clínica Larissa Fonseca, atividades lúdicas, como brincar de boneca, ativam áreas do cérebro relacionadas à criatividade, ao relaxamento e ao prazer. “A vida adulta pode ter pausas lúdicas, desde que ela não se torne uma fuga da realidade”, afirma à CNN. Por isso, brincar e colecionar bebês reborn não é, necessariamente, um problema.


    Além disso, para a psicanalista Fabiana Guntovitch, brincar e colecionar bonecas, como os bebês reborn, pode ser uma atividade terapêutica, desde que feito de maneira consciente e intencional, acompanhado por um trabalho psicoterápico.


    "Pode ser terapêutico no sentido de ser uma oportunidade de elaboração de dores e questões internas dessa pessoa, que está usando um símbolo para se relacionar não com a boneca, mas consigo mesma", afirma Guntovitch.


    A psicanalista cita um exemplo: uma senhora que possui Alzheimer e utiliza a bebê reborn como terapia de relaxamento. "Dentro do Alzheimer, ela está vivendo a época em que os filhos eram bebês. E ter uma boneca reborn a acalma. Isso é extremamente terapêutico para ajudar essa senhora que está em uma realidade interior", afirma. 


    No entanto, Guntovitch reforça que itens, brinquedos e outras atividades de lazer e hobbies não substituem a psicoterapia.


    Além disso, a psicóloga Larissa Fonseca acrescenta que os bebês reborn podem funcionar como um "objeto transicional" em processos de luto ou no combate à depressão. "O cuidado com o boneco, em alguns casos depressivos, pode estimular a retomada de uma rotina ou do afeto em si, do cuidar, do carinho e do amor", explica. Porém, ela reitera: "É fundamental que seja algo pontual e até acompanhado por um profissional".


    Por que bebês reborn têm gerado tanta polêmica?


    Se adultos brincarem ou colecionarem bonecos é normal -- e, em alguns casos, até terapêutico -- então, por que o universo reborn tem gerado tanta polêmica? Para Guntovitch, a sociedade não aprecia o ato de brincar na vida adulta, especialmente quando isso é voltado para o feminino.


    “Homens jogarem videogame, muitas vezes, é considerado normal. Mas, para o feminino, existe uma resistência”, afirma. “Brincar na vida adulta é saudável e terapêutico, como colorir, desenhar, montar quebracabeça, jogar videogame e, inclusive, brincar com bonecas”, completa.


    Além disso, a especialista acredita que possa existir uma questão relacionada aos papéis de gênero definidos socialmente. “O lugar esperado da mulher na sociedade é servir o outro. Então, ao dedicar seu tempo para algo que não é para outro, é para ela mesma – como brincar de boneca –, a mulher causa estranhamento”, afirma.


    “Socialmente, a mulher não tem esse espaço. Socialmente, acredita-se que as 24 horas da mulher deveriam ser dedicadas a servir à família, ao trabalho, aos filhos, aos vizinhos, aos pais, aos outros”, completa.


    É, por isso, inclusive, que é difícil ver homens brincando com bebês reborns, apesar de também existirem alguns colecionadores – como é o caso do padre Fábio de Melo. “Um menino brincar de boneco não é aceito nem na infância, quem dirá na vida adulta”, observa Guntovitch. “Estamos falando de estereótipos e de machismo estrutural”.



Gabriela Maraccini, da CNN

19/05/25 às 15:22 | Atualizado 20/05/25 às 17:38

A reportagem da CNN Brasil acima trata de um fenômeno cultural que ganhou espaço nas discussões nos últimos tempos. A respeito deste assunto e da maneira como o texto o aborda, assinale a alternativa que apresente ponto de vista NÃO defendido na reportagem:

Alternativas
Q3534756 Português
        Sala em casa do juiz de paz. Mesa no meio com papéis, cadeiras.

        Entra o juiz de paz vestido de calça branca, sobrecasaca de riscado, chinelas verde e sem gravata.

      – Vamo‑nos preparando para dar audiência. (ARRANJA OS PAPÉIS.) O escrivão já tarda; sem dúvida, está na venda do Manuel do Coqueiro... O último recruta que se fez já vai‑me fazendo peso. Nada, não gosto de presos em casa. Podem fugir, e depois dizem que o juiz recebeu algum presente.

        (BATEM À PORTA) – Quem é? Pode entrar.

        (ENTRA UM ESCRAVO COM UM CACHO DE BANANAS E UMA CARTA, QUE ENTREGA AO JUIZ. O JUIZ, LENDO A CARTA:) “Ilmº Sr. Muito me alegro de dizer a V. Sª que a minha intenção, ao fazer desta, é boa, e que a mesma desejo para V. Sª pelos circunlóquios com que lhe venero”. (DEIXANDO DE LER:) – Circunlóquios... Que nome em breve! O que quererá ele dizer? Continuemos. (LENDO:) “Tomo a liberdade de mandar a V. Sª um cacho de bananas‑maçãs para V. Sª comer com a sua boca e dar também a comer à Srª Juíza e aos Srs. Juizinhos. V. Sª há‑de reparar na insignificância do presente; porém, Ilmº Sr., as reformas da Constituição permitem a cada um fazer o que quiser, e mesmo fazer presentes; ora, mandando assim as ditas reformas, V. Sª fará o favor de aceitar as ditas bananas, que diz minha Teresa serem muito boas. No mais, receba as ordens de quem é seu venerador e tem a honra de ser ‘Manuel André de Sapiruruca’.”

        – Bom, tenho bananas para a sobremesa. Ó pai, leva estas bananas para dentro e as entrega à senhora. Toma lá um vintém para teu tabaco. (SAI O ESCRAVO). O certo é que é bem bom ser juiz de paz cá pela roça. De vez em quando, temos nossos presentes de galinhas, bananas, ovos, etc., etc.

        (BATEM À PORTA) – Quem é?

        Escrivão (DENTRO): – Sou eu.

        Juiz: – Ah, é o escrivão. Pode entrar.

PENA, Martins. O juiz de paz na roça. Cena IX. 1838.
In: Lydinéa Gasman. Documentos históricos brasileiros.
Rio de Janeiro, Fename, 1976, p. 181 e 182 (com adaptações).
No quinto parágrafo, sem prejuízo à correção gramatical ou ao sentido original do texto, a expressão “pelos circunlóquios com que lhe venero” poderia ser reescrita como
Alternativas
Q3534755 Português
        Sala em casa do juiz de paz. Mesa no meio com papéis, cadeiras.

        Entra o juiz de paz vestido de calça branca, sobrecasaca de riscado, chinelas verde e sem gravata.

      – Vamo‑nos preparando para dar audiência. (ARRANJA OS PAPÉIS.) O escrivão já tarda; sem dúvida, está na venda do Manuel do Coqueiro... O último recruta que se fez já vai‑me fazendo peso. Nada, não gosto de presos em casa. Podem fugir, e depois dizem que o juiz recebeu algum presente.

        (BATEM À PORTA) – Quem é? Pode entrar.

        (ENTRA UM ESCRAVO COM UM CACHO DE BANANAS E UMA CARTA, QUE ENTREGA AO JUIZ. O JUIZ, LENDO A CARTA:) “Ilmº Sr. Muito me alegro de dizer a V. Sª que a minha intenção, ao fazer desta, é boa, e que a mesma desejo para V. Sª pelos circunlóquios com que lhe venero”. (DEIXANDO DE LER:) – Circunlóquios... Que nome em breve! O que quererá ele dizer? Continuemos. (LENDO:) “Tomo a liberdade de mandar a V. Sª um cacho de bananas‑maçãs para V. Sª comer com a sua boca e dar também a comer à Srª Juíza e aos Srs. Juizinhos. V. Sª há‑de reparar na insignificância do presente; porém, Ilmº Sr., as reformas da Constituição permitem a cada um fazer o que quiser, e mesmo fazer presentes; ora, mandando assim as ditas reformas, V. Sª fará o favor de aceitar as ditas bananas, que diz minha Teresa serem muito boas. No mais, receba as ordens de quem é seu venerador e tem a honra de ser ‘Manuel André de Sapiruruca’.”

        – Bom, tenho bananas para a sobremesa. Ó pai, leva estas bananas para dentro e as entrega à senhora. Toma lá um vintém para teu tabaco. (SAI O ESCRAVO). O certo é que é bem bom ser juiz de paz cá pela roça. De vez em quando, temos nossos presentes de galinhas, bananas, ovos, etc., etc.

        (BATEM À PORTA) – Quem é?

        Escrivão (DENTRO): – Sou eu.

        Juiz: – Ah, é o escrivão. Pode entrar.

PENA, Martins. O juiz de paz na roça. Cena IX. 1838.
In: Lydinéa Gasman. Documentos históricos brasileiros.
Rio de Janeiro, Fename, 1976, p. 181 e 182 (com adaptações).
Quanto ao contexto e ao emprego da oração “para V. Sª comer com a sua boca e dar também a comer à Srª Juíza e aos Srs. Juizinhos” no texto, é correto afirmar que 
Alternativas
Q3534754 Português
        Sala em casa do juiz de paz. Mesa no meio com papéis, cadeiras.

        Entra o juiz de paz vestido de calça branca, sobrecasaca de riscado, chinelas verde e sem gravata.

      – Vamo‑nos preparando para dar audiência. (ARRANJA OS PAPÉIS.) O escrivão já tarda; sem dúvida, está na venda do Manuel do Coqueiro... O último recruta que se fez já vai‑me fazendo peso. Nada, não gosto de presos em casa. Podem fugir, e depois dizem que o juiz recebeu algum presente.

        (BATEM À PORTA) – Quem é? Pode entrar.

        (ENTRA UM ESCRAVO COM UM CACHO DE BANANAS E UMA CARTA, QUE ENTREGA AO JUIZ. O JUIZ, LENDO A CARTA:) “Ilmº Sr. Muito me alegro de dizer a V. Sª que a minha intenção, ao fazer desta, é boa, e que a mesma desejo para V. Sª pelos circunlóquios com que lhe venero”. (DEIXANDO DE LER:) – Circunlóquios... Que nome em breve! O que quererá ele dizer? Continuemos. (LENDO:) “Tomo a liberdade de mandar a V. Sª um cacho de bananas‑maçãs para V. Sª comer com a sua boca e dar também a comer à Srª Juíza e aos Srs. Juizinhos. V. Sª há‑de reparar na insignificância do presente; porém, Ilmº Sr., as reformas da Constituição permitem a cada um fazer o que quiser, e mesmo fazer presentes; ora, mandando assim as ditas reformas, V. Sª fará o favor de aceitar as ditas bananas, que diz minha Teresa serem muito boas. No mais, receba as ordens de quem é seu venerador e tem a honra de ser ‘Manuel André de Sapiruruca’.”

        – Bom, tenho bananas para a sobremesa. Ó pai, leva estas bananas para dentro e as entrega à senhora. Toma lá um vintém para teu tabaco. (SAI O ESCRAVO). O certo é que é bem bom ser juiz de paz cá pela roça. De vez em quando, temos nossos presentes de galinhas, bananas, ovos, etc., etc.

        (BATEM À PORTA) – Quem é?

        Escrivão (DENTRO): – Sou eu.

        Juiz: – Ah, é o escrivão. Pode entrar.

PENA, Martins. O juiz de paz na roça. Cena IX. 1838.
In: Lydinéa Gasman. Documentos históricos brasileiros.
Rio de Janeiro, Fename, 1976, p. 181 e 182 (com adaptações).
O fragmento de texto trata de um(uma)
Alternativas
Q3534753 Português
        Sala em casa do juiz de paz. Mesa no meio com papéis, cadeiras.

        Entra o juiz de paz vestido de calça branca, sobrecasaca de riscado, chinelas verde e sem gravata.

      – Vamo‑nos preparando para dar audiência. (ARRANJA OS PAPÉIS.) O escrivão já tarda; sem dúvida, está na venda do Manuel do Coqueiro... O último recruta que se fez já vai‑me fazendo peso. Nada, não gosto de presos em casa. Podem fugir, e depois dizem que o juiz recebeu algum presente.

        (BATEM À PORTA) – Quem é? Pode entrar.

        (ENTRA UM ESCRAVO COM UM CACHO DE BANANAS E UMA CARTA, QUE ENTREGA AO JUIZ. O JUIZ, LENDO A CARTA:) “Ilmº Sr. Muito me alegro de dizer a V. Sª que a minha intenção, ao fazer desta, é boa, e que a mesma desejo para V. Sª pelos circunlóquios com que lhe venero”. (DEIXANDO DE LER:) – Circunlóquios... Que nome em breve! O que quererá ele dizer? Continuemos. (LENDO:) “Tomo a liberdade de mandar a V. Sª um cacho de bananas‑maçãs para V. Sª comer com a sua boca e dar também a comer à Srª Juíza e aos Srs. Juizinhos. V. Sª há‑de reparar na insignificância do presente; porém, Ilmº Sr., as reformas da Constituição permitem a cada um fazer o que quiser, e mesmo fazer presentes; ora, mandando assim as ditas reformas, V. Sª fará o favor de aceitar as ditas bananas, que diz minha Teresa serem muito boas. No mais, receba as ordens de quem é seu venerador e tem a honra de ser ‘Manuel André de Sapiruruca’.”

        – Bom, tenho bananas para a sobremesa. Ó pai, leva estas bananas para dentro e as entrega à senhora. Toma lá um vintém para teu tabaco. (SAI O ESCRAVO). O certo é que é bem bom ser juiz de paz cá pela roça. De vez em quando, temos nossos presentes de galinhas, bananas, ovos, etc., etc.

        (BATEM À PORTA) – Quem é?

        Escrivão (DENTRO): – Sou eu.

        Juiz: – Ah, é o escrivão. Pode entrar.

PENA, Martins. O juiz de paz na roça. Cena IX. 1838.
In: Lydinéa Gasman. Documentos históricos brasileiros.
Rio de Janeiro, Fename, 1976, p. 181 e 182 (com adaptações).
Depreende‑se do fragmento em análise que o autor apresenta
Alternativas
Q3534678 Português
O cigarro eletrônico e os jovens

    Crianças e adolescentes sempre foram alvo da indústria do tabaco. Não à toa, fumar é um vício que começa na juventude. Cerca de 25% dos tabagistas começam a fumar antes dos 14 anos. Se antes o objetivo das propagandas de tabaco era tornar os jovens dependentes do cigarro, agora a meta continua a ser convencê-los a consumir nicotina, mas por outras vias.
    A indústria vem pegando pesado na propaganda dos DEFs, os dispositivos eletrônicos para fumar. Um dos argumentos da indústria do tabaco é que esse cigarro eletrônico ajudaria os fumantes a deixarem o cigarro. Assim, trocar o cigarro convencional pelo eletrônico seria uma forma de reduzir danos e, aos poucos, deixar o uso de nicotina para trás.
    Contudo, há cada vez mais dados a respeito dos malefícios desses produtos à saúde. De acordo com a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, “estudos científicos mostram que o uso dos DEFs, tanto agudo como crônico, está diretamente ligado ao surgimento de várias doenças respiratórias, gastrointestinais e orais, além de causar dependência e estimular o uso dos cigarros convencionais”.
    A quantidade de nicotina e de outras substâncias tóxicas contida nos DEFs varia — alguns chegam a conter a quantidade de nicotina encontrada em cinco maços de cigarro convencional.

Fonte: Portal Drauzio Varella. Adaptado.
A palavra “convencionais” (3º parágrafo) pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por: 
Alternativas
Respostas
10541: C
10542: B
10543: C
10544: A
10545: A
10546: B
10547: A
10548: B
10549: C
10550: A
10551: A
10552: D
10553: E
10554: C
10555: A
10556: E
10557: A
10558: D
10559: B
10560: C