Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q3738466 Português
A importância da Interpretação Textual


A interpretação textual permite a compreensão de todo e qualquer texto ou discurso e se amplia no entendimento da sua essência e ideia principal. Trata-se de uma competência imprescindível no mercado de trabalho e nos estudos.

Para que a interpretação ocorra de forma satisfatória é necessário que esteja atrelada a outros elementos como: Praticar a leitura com regularidade que proporciona o enriquecimento do vocabulário; dominar as estruturas lingüísticas; e compreender relações semânticas.

A interpretação abarca peculiaridades como elementos gramaticais, pontuação, preposições, conjunções entre outras que devem estar corretamente dispostas em um texto, um outro ponto que contribui para que a interpretação transcorra de forma concisa são os elementos que compõem o texto como coesão, coerência e estrutura semântica bem definida, para que o leitor possa interagir plenamente com as ideias expostas pelo conteúdo em questão.

A interpretação de texto permite que as pessoas possam estender o domínio sobre a linguagem escrita e falada e se tornem cada vez mais eficientes dentro das informações a serem transmitidas e compreendidas.

Por isso a interpretação favorece a compreensão profissional e acadêmica, ofertando um maior entendimento e assimilação de conteúdo e ideias. Unidade de Gestão e Formação -


https://www.posugf.com.br/noticias/todas/1931-a-importancia-da-interpr etacao-textual
No trecho "um outro ponto que contribui para que a interpretação transcorra de forma concisa são os elementos que compõem o texto como coesão, coerência e estrutura semântica bem definida", pode-se identificar:
Alternativas
Q3738464 Português
A importância da Interpretação Textual


A interpretação textual permite a compreensão de todo e qualquer texto ou discurso e se amplia no entendimento da sua essência e ideia principal. Trata-se de uma competência imprescindível no mercado de trabalho e nos estudos.

Para que a interpretação ocorra de forma satisfatória é necessário que esteja atrelada a outros elementos como: Praticar a leitura com regularidade que proporciona o enriquecimento do vocabulário; dominar as estruturas lingüísticas; e compreender relações semânticas.

A interpretação abarca peculiaridades como elementos gramaticais, pontuação, preposições, conjunções entre outras que devem estar corretamente dispostas em um texto, um outro ponto que contribui para que a interpretação transcorra de forma concisa são os elementos que compõem o texto como coesão, coerência e estrutura semântica bem definida, para que o leitor possa interagir plenamente com as ideias expostas pelo conteúdo em questão.

A interpretação de texto permite que as pessoas possam estender o domínio sobre a linguagem escrita e falada e se tornem cada vez mais eficientes dentro das informações a serem transmitidas e compreendidas.

Por isso a interpretação favorece a compreensão profissional e acadêmica, ofertando um maior entendimento e assimilação de conteúdo e ideias. Unidade de Gestão e Formação -


https://www.posugf.com.br/noticias/todas/1931-a-importancia-da-interpr etacao-textual
No texto em análise, o autor afirma que "a interpretação abarca peculiaridades como elementos gramaticais, pontuação, preposições, conjunções entre outras que devem estar corretamente dispostas em um texto". Nesse enunciado, observa-se que: 
Alternativas
Q3738344 Português
A importância da Interpretação Textual


A interpretação textual permite a compreensão de todo e qualquer texto ou discurso e se amplia no entendimento da sua essência e ideia principal. Trata-se de uma competência imprescindível no mercado de trabalho e nos estudos. Para que a interpretação ocorra de forma satisfatória é necessário que esteja atrelada a outros elementos como: Praticar a leitura com regularidade que proporciona o enriquecimento do vocabulário; dominar as estruturas lingüísticas; e compreender relações semânticas.

A interpretação abarca peculiaridades como elementos gramaticais, pontuação, preposições, conjunções entre outras que devem estar corretamente dispostas em um texto, um outro ponto que contribui para que a interpretação transcorra de forma concisa são os elementos que compõem o texto como coesão, coerência e estrutura semântica bem definida, para que o leitor possa interagir plenamente com as ideias expostas pelo conteúdo em questão.

A interpretação de texto permite que as pessoas possam estender o domínio sobre a linguagem escrita e falada e se tornem cada vez mais eficientes dentro das informações a serem transmitidas e compreendidas.

Por isso a interpretação favorece a compreensão profissional e acadêmica, ofertando um maior entendimento e assimilação de conteúdo e ideias. Unidade de Gestão e Formação -


https://www.posugf.com.br/noticias/todas/1931-a-importancia-da-interpr etacao-textual
O texto afirma que "a interpretação textual permite a compreensão de todo e qualquer texto ou discurso e se amplia no entendimento da sua essência e ideia principal". Tal afirmação evidencia:
Alternativas
Q3738319 Português
Leia o Texto 2 para responder à questão.

Texto 2


O conceito de herói está profundamente ligado à cultura que o criou e a quando foi criado, o que significa que ele varia muito de lugar para lugar e de época para época. Mesmo assim, a figura do herói aparece nas mais diversas sociedades e eras, sempre atendendo a critérios morais e desejos em comum de determinado povo.

Apesar do protagonismo do herói, o que seria dele se não houvesse um vilão? Nas narrativas, o vilão costuma ser o antagonista. Os vilões representam aquilo que é errado, injusto, que foge à moral defendida pelo herói. Por não carregar o protagonismo das histórias, o vilão costuma ser um personagem sem profundidade, sem dilemas, sem uma história que nos explique o porquê de suas ações. E isso reforça sua vilania.

Conhecer a história de alguém é um processo humanizador, capaz até de revogar a alcunha de vilão e conferir ao personagem o título de herói, ou só de uma pessoa comum que tem seus defeitos e qualidades. Assim, uma maneira de fabricar vilões é não deixar suas histórias serem contadas, é criar uma imagem sobre esses personagens e mantê-los em silêncio. MIRANDA, Lucas Mascarenhas de. A fronteira tênue entre heróis e vilões. Ciência hoje, Rio de Janeiro, 21 nov. 2021.


Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/a-fronteira-tenue-entre-herois-e-viloes/. [Adaptado].
De acordo com o texto, uma das maneiras de “fabricar vilões” é
Alternativas
Q3738317 Português
Leia o Texto 2 para responder à questão.

Texto 2


O conceito de herói está profundamente ligado à cultura que o criou e a quando foi criado, o que significa que ele varia muito de lugar para lugar e de época para época. Mesmo assim, a figura do herói aparece nas mais diversas sociedades e eras, sempre atendendo a critérios morais e desejos em comum de determinado povo.

Apesar do protagonismo do herói, o que seria dele se não houvesse um vilão? Nas narrativas, o vilão costuma ser o antagonista. Os vilões representam aquilo que é errado, injusto, que foge à moral defendida pelo herói. Por não carregar o protagonismo das histórias, o vilão costuma ser um personagem sem profundidade, sem dilemas, sem uma história que nos explique o porquê de suas ações. E isso reforça sua vilania.

Conhecer a história de alguém é um processo humanizador, capaz até de revogar a alcunha de vilão e conferir ao personagem o título de herói, ou só de uma pessoa comum que tem seus defeitos e qualidades. Assim, uma maneira de fabricar vilões é não deixar suas histórias serem contadas, é criar uma imagem sobre esses personagens e mantê-los em silêncio. MIRANDA, Lucas Mascarenhas de. A fronteira tênue entre heróis e vilões. Ciência hoje, Rio de Janeiro, 21 nov. 2021.


Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/a-fronteira-tenue-entre-herois-e-viloes/. [Adaptado].
O texto combina diferentes sequências textuais para desenvolver o tema nele apresentado. A sequência predominante é a
Alternativas
Q3738314 Português
Leia o Texto 1 para responder às questão

Texto 1


Ele elevou à décima potência a disseminação do conhecimento. Ele nos permite viajar sem sair do lugar, mas, além disso, pode guardar informações por séculos. Romanos escreviam em tábuas, egípcios, em papiros, e os maias e astecas tinham uma espécie de livro feito com casca de árvore. Mas o papel, desenvolvido no século II pelos chineses, e a prensa de Gutenberg, do século XV, foram as criações mais importantes para o surgimento do livro da forma como o temos hoje. A primeira impressão ocorreu em 1442. Depois que o uso da prensa se consolidou, comerciantes lançaram uma variedade de títulos, muitos deles originários de manuscritos antigos. Mas o boom ocorreu mesmo no século XIX. A Revolução Industrial trouxe inovações tecnológicas para o papel, tornando-o mais barato e acessível às editoras. Sem esses calhamaços de folhas, provavelmente boa parte da história da humanidade teria se perdido.

Superinteressante. As 101 maiores invenções da humanidade. Ed. Especial. 2013, p. 60.
O uso do pronome “ele”, no início do texto, contribui para a coesão textual porque
Alternativas
Q3738313 Português
Em diferentes regiões do Brasil, é comum que uma mesma ideia seja expressa por palavras distintas, como ocorre com as palavras “mandioca”, “aipim” e “macaxeira”. Esses usos diferentes mostram que a língua
Alternativas
Q3738226 Português
A saudade como motor criativo da literatura

Luciana de Gnone

A saudade é mais do que um sentimento de falta, ela é também um dos grandes impulsionadores da literatura. Para os leitores, os livros muitas vezes saciam a nostalgia de vivências passadas. Para os escritores, a saudade é uma grande aliada da criação: molda lembranças, revive experiências e são fios condutores de grandes narrativas. Na literatura, a saudade é matéria-prima. Ela é capaz de transformar a ausência em presença e memória em palavras.

São inúmeras as razões que levam os autores a transformar a saudade em narrativa. Há motivações políticas, como as dos exilados e refugiados. Existem os gatilhos emocionais, como a migração em busca de novas terras, ou mesmo o luto em suas inúmeras facetas. Em todos esses casos, a escrita se oferece como território aconchegante para reconstruir o que foi perdido.

No início da década de 1990, morei por um ano nos EUA. Estava no final do ensino médio e fui fazer um intercâmbio cultural. Em uma cidade do interior de Michigan, estudantes estrangeiros eram facilmente reconhecidos pela comunidade local. Éramos cinco intercambistas, digamos, "oficiais" — aqueles que estavam de passagem por um período determinado, geralmente de um ano. Mas havia também algumas dezenas de outros estrangeiros, residentes permanentes.

Eram todos filhos de imigrantes: alguns de primeira, outros de segunda geração nascida na América. Dentre eles, havia um menino que se destacava por ser um exilado de guerra. Embora tivesse entrado nos EUA como intercambista, assim como eu, havia chegado dois anos antes e permanecido indefinidamente. Foi acolhido pela família americana quando a guerra na Bósnia teve início, em 1992, sem jamais conseguir retornar ao seu país.

Ele não fazia ideia de como sua família estava. Não tinha notícias dos pais, dos irmãos, nem de qualquer outro parente. As informações simplesmente não chegavam. Canalizou toda a saudade — e também o medo — na escrita. Suas redações logo ficaram conhecidas na escola. Não me lembro do nome dele, infelizmente, o que é uma pena — é bem possível que tenha se tornado autor.

Escrever sobre o que ficou para trás é uma forma de habitar novamente o que já não está ao alcance. Ainda que em escala muito diferente da vivida pelo colega bósnio, posso dizer que algo semelhante aconteceu comigo, ao viver por quase treze anos fora do Brasil.

A distância física e emocional foi o estopim para que eu começasse a escrever — primeiro de forma despretensiosa; depois, o meu primeiro romance. A escrita tornou-se uma ferramenta de reconexão com minhas origens. Ao criar personagens e, principalmente, cenários, eu buscava reconstruir minhas próprias vivências, tentando suprir a saudade que sentia da minha terra.

Muitas vezes a saudade pode vir com uma enorme carga de desconforto, mas é preciso reconhecer a potência desse sentimento. É divino poder usar a saudade para revisitar o passado, questionar o presente e escrever o futuro. É um recurso para preencher lacunas e curar-se da ausência. Por essa razão, tantas obras nascem desse vazio. É nesse espaço que o escritor encontra liberdade criativa.

No gênero policial, muitos protagonistas são apresentados como pessoas disfuncionais — marcados pela saudade de uma família perdida, de um amor desfeito ou de um luto mal resolvido. Quebrar essa casca e revelar a vulnerabilidade do personagem é o que provoca conexão com o mundo real. A saudade é esse fragmento entre o que se viveu e o que continua a pulsar dentro de nós.

(Disponível em: https://www.publishnews.com.br/materias/2025/08/27/a-saudade-comomotor-criativo-da-literatura. Acesso em: 18 out. 2025. Adaptado.) 
Analise as sentenças a seguir a partir da leitura do texto:

I. Para Luciana de Gnone, a saudade exerce dois papéis distintos no contexto da literatura: um de tocar em memórias daqueles que leem uma obra e outro de ser substância principal no processo de escrita.
II. A literatura impulsionada pela saudade está ancorada em dois temas: política e emoções, pois é nesses campos que se encontra acolhida para reconstruir o que se perdeu ao longo da vida.
III. O que impulsionou a autora do texto a começar a escrever foi ter conhecido a história do intercambista bósnio que, exilado, usou a escrita para canalizar a saudade que sentia da família, assim como a falta de notícias.

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3738210 Português
Leia o Texto 3 para responder à questão.

Texto 3


No dicionário, a Sociologia está definida como uma ciência que pretende pesquisar e estudar a organização e funcionamento das sociedades humanas e as leis fundamentais que regem as relações sociais. Já a Economia se preocupa em estudar os fenômenos relacionados com a obtenção e a utilização dos recursos materiais necessários a uma população. Embora o campo de estudos de ambas as disciplinas seja parecido, na prática há um abismo separando as duas áreas. Filhas da mesma mãe, a Filosofia, as duas disciplinas vieram ao mundo praticamente na mesma época. Em razão de algumas diferenças, porém, estão sem dialogar entre si há quase três séculos.


Sociologia, ciência & vida. Editora Escala. São Paulo: 2019.
No trecho “Filhas da mesma mãe, a Filosofia, as duas disciplinas vieram ao mundo praticamente na mesma época”, a expressão “filhas da mesma mãe” é usada em sentido
Alternativas
Q3738205 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão.


Texto 1


O registro oral da língua é uma de suas manifestações mais naturais e espontâneas. Diferente da escrita, que segue normas mais rígidas, a oralidade se adapta ao contexto e aos interlocutores. Ela pode incluir variações regionais, expressões informais, pausas, repetições e até mesmo gestos que complementam a comunicação.


A fala do dia a dia, as conversas casuais e até discursos políticos são exemplos de registros orais, que podem ser mais ou menos formais, dependendo da situação. No entanto, a oralidade também pode ser registrada por meio de gravações, transcrições e relatos históricos, preservando aspectos culturais e linguísticos de diferentes comunidades.


Disponível em: www.nossalingua.com.br. Acesso em: 09 out. 2025.

No trecho “Diferente da escrita, que segue normas mais rígidas”, o termo “rígidas” tem como antônimo a palavra
Alternativas
Q3738204 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão.


Texto 1


O registro oral da língua é uma de suas manifestações mais naturais e espontâneas. Diferente da escrita, que segue normas mais rígidas, a oralidade se adapta ao contexto e aos interlocutores. Ela pode incluir variações regionais, expressões informais, pausas, repetições e até mesmo gestos que complementam a comunicação.


A fala do dia a dia, as conversas casuais e até discursos políticos são exemplos de registros orais, que podem ser mais ou menos formais, dependendo da situação. No entanto, a oralidade também pode ser registrada por meio de gravações, transcrições e relatos históricos, preservando aspectos culturais e linguísticos de diferentes comunidades.


Disponível em: www.nossalingua.com.br. Acesso em: 09 out. 2025.

No trecho “A oralidade se adapta ao contexto e aos interlocutores”, o termo “se adapta” pode ser substituído, sem alteração do sentido original da frase, por
Alternativas
Q3738203 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão.


Texto 1


O registro oral da língua é uma de suas manifestações mais naturais e espontâneas. Diferente da escrita, que segue normas mais rígidas, a oralidade se adapta ao contexto e aos interlocutores. Ela pode incluir variações regionais, expressões informais, pausas, repetições e até mesmo gestos que complementam a comunicação.


A fala do dia a dia, as conversas casuais e até discursos políticos são exemplos de registros orais, que podem ser mais ou menos formais, dependendo da situação. No entanto, a oralidade também pode ser registrada por meio de gravações, transcrições e relatos históricos, preservando aspectos culturais e linguísticos de diferentes comunidades.


Disponível em: www.nossalingua.com.br. Acesso em: 09 out. 2025.

O texto destaca uma diferença essencial entre o registro oral e o registro escrito. Qual é essa diferença?
Alternativas
Q3738087 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como conversar com alguém que acredita em desinformação?


[...] É muito provável que você esbarrará com alguém que esteja compartilhando informações falsas. Nesses casos, veja algumas dicas de como conversar com alguém que acredita em desinformação: 

• Mantenha a calma: é importante lembrar que, na discussão, não se trata de ganhar ou perder, mas de ajudar a alguém a desenvolver o pensamento crítico e ver as coisas de uma nova perspectiva.

• Ouça com atenção: preste atenção ao que a outra pessoa está dizendo e pratique a empatia tentando entender suas preocupações ou razões para acreditar em certas informações. 

• Faça perguntas: demonstre que você ouve os argumentos e, em seguida, pergunte gentilmente sobre fatos, fontes ou dados. Mantenha a curiosidade, sem confrontos. 

• Explique as nuances: deixe claro que as informações nem sempre são 100% verdadeiras ou 100% falsas, compreender as "áreas cinzentas" é uma parte importante do desenvolvimento do pensamento crítico.

• Fatos versus opiniões: ressalte que fatos podem ser apoiados por evidências, enquanto opiniões são pontos de vista pessoais. Enfatize a importância de se ater a informações confiáveis e baseadas em fatos.


(Disponível em: https://www.politize.com.br/como-identificar-desinformacao/. Acesso em 14 out. 2025. Adaptado.)
Leia o excerto a seguir:

"Explique as nuances : deixe claro que as informações nem sempre são 100% verdadeiras ou 100% falsas, compreender as 'áreas cinzentas ' é uma parte importante do desenvolvimento do pensamento crítico".

Tendo o excerto como referência, assinale a alternativa em que as palavras indicadas podem substituir "nuances" e "cinzentas", respectivamente, sem alterar o sentido construído no texto:
Alternativas
Q3738085 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como conversar com alguém que acredita em desinformação?


[...] É muito provável que você esbarrará com alguém que esteja compartilhando informações falsas. Nesses casos, veja algumas dicas de como conversar com alguém que acredita em desinformação: 

• Mantenha a calma: é importante lembrar que, na discussão, não se trata de ganhar ou perder, mas de ajudar a alguém a desenvolver o pensamento crítico e ver as coisas de uma nova perspectiva.

• Ouça com atenção: preste atenção ao que a outra pessoa está dizendo e pratique a empatia tentando entender suas preocupações ou razões para acreditar em certas informações. 

• Faça perguntas: demonstre que você ouve os argumentos e, em seguida, pergunte gentilmente sobre fatos, fontes ou dados. Mantenha a curiosidade, sem confrontos. 

• Explique as nuances: deixe claro que as informações nem sempre são 100% verdadeiras ou 100% falsas, compreender as "áreas cinzentas" é uma parte importante do desenvolvimento do pensamento crítico.

• Fatos versus opiniões: ressalte que fatos podem ser apoiados por evidências, enquanto opiniões são pontos de vista pessoais. Enfatize a importância de se ater a informações confiáveis e baseadas em fatos.


(Disponível em: https://www.politize.com.br/como-identificar-desinformacao/. Acesso em 14 out. 2025. Adaptado.)
Analise as sentenças a seguir a respeito do texto "Como conversar com alguém que acredita em desinformação":

I.Trata-se de um texto instrutivo, cujo objetivo principal é instruir, orientar o leitor a respeito de como agir em determinada situação.
II.Em "Mantenha a calma: é importante lembrar que, na discussão, não se trata de ganhar ou perder, mas de ajudar a alguém a desenvolver o pensamento crítico e ver as coisas de uma nova perspectiva", a conjunção "mas" pode ser substituída pela conjunção "portanto", mantendo o mesmo sentido do texto.
III.A dica "Fatos versus opiniões: ressalte que fatos podem ser apoiados por evidências, enquanto opiniões são pontos de vista pessoais. Enfatize a importância de se ater a informações confiáveis e baseadas em fatos" sugere que ter opinião não é importante, que as pessoas devem se amparar exclusivamente em informações confiáveis e baseadas em fatos.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3738083 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Se desconfiar, não compartilhe!


Desconfiou de uma informação que recebeu no grupo do WhatsApp? É importante não passar adiante. Essa orientação parece simples, mas, na prática, muitas vezes, acabamos compartilhando mesmo tendo dúvidas sobre a veracidade da informação.

Por isso, especialistas indicam que é importante agirmos como um jornalista: buscar as fontes, comparar informações e checar se a notícia foi realmente publicada pelos sites jornalísticos.


(Disponível em: https://www.politize.com.br/como-identificar-desinformacao/. Acesso em 14 out. 2025. Adaptado.)
Analise as sentenças a respeito do texto e registre V para verdadeiras e F para falsas:

(__)O título do texto, "Se desconfiar, não compartilhe!", é um alerta de que, na dúvida se a informação é verdadeira, não se deve compartilhá-la.
(__)Muitas vezes as pessoas compartilham informações que não têm certeza se são verdadeiras ou falsas.
(__)No trecho "especialistas indicam que é importante agirmos como um jornalista", há uma comparação e para compreendê-la é preciso perceber a semelhança entre o ofício de "jornalista" e a atitude que se deve ter diante de uma informação falsa.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3737768 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



A Bola


O pai deu uma bola de presente ao filho, lembrando o prazer de ter ganhado a sua primeira. Agora era de plástico, mas ainda era uma bola. O garoto agradeceu:

— Legal! — e perguntou:

— Como é que liga? (...) Não tem manual de instrução?

— Não precisa. Você é quem faz coisas com ela.

— Ah, então é uma bola. Uma bola mesmo.

Depois, o pai o encontrou jogando videogame, com a bola nova ao lado. Algo chamado Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina. Pegou-a, fez embaixadinhas e chamou:

— Filho, olha.

— Legal — respondeu o garoto, sem desviar da tela. O pai cheirou a bola, procurando o cheiro do couro de antigamente. Nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.


Luís Fernando VERÍSSIMO. Texto Adaptado Festa de Criança. São Paulo: Ática, 2000. p. 29 e 30

Considerando a progressão narrativa do texto "A Bola", de Luis Fernando Verissimo, e os sentidos veiculados por meio das ações, falas e reações das personagens, é possível afirmar que o texto:
Alternativas
Q3737767 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



A Bola


O pai deu uma bola de presente ao filho, lembrando o prazer de ter ganhado a sua primeira. Agora era de plástico, mas ainda era uma bola. O garoto agradeceu:

— Legal! — e perguntou:

— Como é que liga? (...) Não tem manual de instrução?

— Não precisa. Você é quem faz coisas com ela.

— Ah, então é uma bola. Uma bola mesmo.

Depois, o pai o encontrou jogando videogame, com a bola nova ao lado. Algo chamado Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina. Pegou-a, fez embaixadinhas e chamou:

— Filho, olha.

— Legal — respondeu o garoto, sem desviar da tela. O pai cheirou a bola, procurando o cheiro do couro de antigamente. Nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.


Luís Fernando VERÍSSIMO. Texto Adaptado Festa de Criança. São Paulo: Ática, 2000. p. 29 e 30

No texto "A Bola", de Luis Fernando Verissimo, a relação entre pai, filho e o objeto presenteado suscita reflexões sobre diferentes dimensões culturais, geracionais e simbólicas. A partir da leitura inferencial, é possível deduzir que: 
Alternativas
Q3737520 Português

Acordo de Noite Subitamente


-

Acordo de noite subitamente,

E o meu relógio ocupa a noite toda.

Não sinto a Natureza lá fora.

O meu quarto é uma cousa escura com paredes vagamente brancas.

Lá fora há um sossego como se nada existisse.

Só o relógio prossegue o seu ruído.

E esta pequena cousa de engrenagens que está em cima da minha mesa

Abafa toda a existência da terra e do céu...

Quase que me perco a pensar o que isto significa,

Mas estaco, e sinto-me sorrir na noite com os cantos da boca,

Porque a única cousa que o meu relógio simboliza ou significa

Enchendo com a sua pequenez a noite enorme

É a curiosa sensação de encher a noite enorme

Com a sua pequenez...

No verso "Mas estaco, e sinto-me sorrir na noite com os cantos da boca", o verbo "estaco" contribui significativamente para a construção do sentido do poema. Assinale a alternativa que melhor interpreta o valor expressivo desse termo no contexto da obra.
Alternativas
Q3737519 Português

Acordo de Noite Subitamente


-

Acordo de noite subitamente,

E o meu relógio ocupa a noite toda.

Não sinto a Natureza lá fora.

O meu quarto é uma cousa escura com paredes vagamente brancas.

Lá fora há um sossego como se nada existisse.

Só o relógio prossegue o seu ruído.

E esta pequena cousa de engrenagens que está em cima da minha mesa

Abafa toda a existência da terra e do céu...

Quase que me perco a pensar o que isto significa,

Mas estaco, e sinto-me sorrir na noite com os cantos da boca,

Porque a única cousa que o meu relógio simboliza ou significa

Enchendo com a sua pequenez a noite enorme

É a curiosa sensação de encher a noite enorme

Com a sua pequenez...

Com base nas ideias expressas no poema "Acordo de Noite Subitamente", analise as afirmativas a seguir.


I. O relógio, embora pequeno e comum, adquire destaque no poema por dominar a percepção do eu lírico e impor-se sobre o silêncio da noite.

II. O eu lírico se sente inspirado pela presença do relógio e passa a refletir positivamente sobre o papel da tecnologia criada pelo ser humano.

III. O poema revela uma profunda angústia do eu lírico diante da tentativa de atribuir um significado existencial ao relógio.



Está CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q3736068 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



A maior aventura de um ser humano é viajar,


E a maior viagem que alguém pode empreender


É para dentro de si mesmo.


E o modo mais emocionante de realizá-la é ler um livro,


Pois um livro revela que a vida é o maior de todos os livros,


Mas é pouco útil para quem não souber ler nas entrelinhas


E descobrir o que as palavras não disseram...



Augusto Cury , O futuro da humanidade

Considerando o texto acima e os pressupostos da teoria literária, da linguística textual e da semântica lexical, analise as afirmativas a seguir:



I.A metáfora da viagem para dentro de si mesmo associa o processo de autoconhecimento à experiência leitora, sugerindo que a leitura é uma ferramenta que conduz o sujeito a um percurso introspectivo, o que pressupõe uma concepção subjetivista e psicologizante do ato de ler.


II.A expressão "ler nas entrelinhas" configura uma metonímia que remete à habilidade técnica de decodificar signos implícitos no texto, exigindo do leitor uma competência analítica de natureza exclusivamente racional, desvinculada da experiência subjetiva.


III.No trecho "um livro revela que a vida é o maior de todos os livros", a palavra "vida" funciona como sinônimo contextual de "experiência", implicando uma equiparação semântica absoluta entre vivência empírica e construção discursiva, com apagamento da diferença entre realidade e representação.



É correto o que se afirma em:

Alternativas
Respostas
9721: D
9722: C
9723: D
9724: B
9725: A
9726: D
9727: B
9728: A
9729: C
9730: A
9731: D
9732: B
9733: C
9734: D
9735: D
9736: C
9737: B
9738: C
9739: B
9740: A