Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q3723778 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


    As redes sociais fazem parte do cotidiano da maioria das pessoas e oferecem inúmeras vantagens. Uma das principais é a facilidade de comunicação: é possível conversar com alguém do outro lado do mundo em tempo real. Ainda, elas permitem o acesso rápido à informação, ajudam na divulgação de trabalhos e negócios, e promovem a interação entre diferentes culturas e opiniões.

    Outro benefício importante é a possibilidade de mobilização social, como campanhas de doação e protestos organizados virtualmente. No entanto, as redes sociais também apresentam desvantagens. 

    O uso excessivo pode causar dependência e isolamento social, afastando as pessoas da convivência presencial. Muitas vezes, os usuários se comparam aos outros com base em padrões irreais, o que pode gerar ansiedade e baixa autoestima. Também, é comum a disseminação de notícias falsas e discursos de ódio, que afetam a sociedade como um todo.

    Portanto, as redes sociais devem ser usadas com equilíbrio e responsabilidade. Quando bem utilizadas, são ferramentas poderosas de conexão e aprendizado. Mas é fundamental desenvolver senso crítico e cuidado com o conteúdo consumido e compartilhado.


(Por: Lênia Litz).
Leia o trecho a seguir: "Uma das principais é a facilidade de comunicação: é possível conversar com alguém do outro lado do mundo em tempo real. Ainda, elas permitem o acesso rápido à informação, ajudam na divulgação de trabalhos e negócios, e promovem a interação entre diferentes culturas e opiniões.". A palavra "ainda", nesse contexto, expressa 
Alternativas
Q3723777 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


    As redes sociais fazem parte do cotidiano da maioria das pessoas e oferecem inúmeras vantagens. Uma das principais é a facilidade de comunicação: é possível conversar com alguém do outro lado do mundo em tempo real. Ainda, elas permitem o acesso rápido à informação, ajudam na divulgação de trabalhos e negócios, e promovem a interação entre diferentes culturas e opiniões.

    Outro benefício importante é a possibilidade de mobilização social, como campanhas de doação e protestos organizados virtualmente. No entanto, as redes sociais também apresentam desvantagens. 

    O uso excessivo pode causar dependência e isolamento social, afastando as pessoas da convivência presencial. Muitas vezes, os usuários se comparam aos outros com base em padrões irreais, o que pode gerar ansiedade e baixa autoestima. Também, é comum a disseminação de notícias falsas e discursos de ódio, que afetam a sociedade como um todo.

    Portanto, as redes sociais devem ser usadas com equilíbrio e responsabilidade. Quando bem utilizadas, são ferramentas poderosas de conexão e aprendizado. Mas é fundamental desenvolver senso crítico e cuidado com o conteúdo consumido e compartilhado.


(Por: Lênia Litz).
Baseado no texto apresentado, assinale a opção que indica CORRETAMENTE uma consequência indireta do uso excessivo das redes sociais, conforme o autor.
Alternativas
Q3723776 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


    As redes sociais fazem parte do cotidiano da maioria das pessoas e oferecem inúmeras vantagens. Uma das principais é a facilidade de comunicação: é possível conversar com alguém do outro lado do mundo em tempo real. Ainda, elas permitem o acesso rápido à informação, ajudam na divulgação de trabalhos e negócios, e promovem a interação entre diferentes culturas e opiniões.

    Outro benefício importante é a possibilidade de mobilização social, como campanhas de doação e protestos organizados virtualmente. No entanto, as redes sociais também apresentam desvantagens. 

    O uso excessivo pode causar dependência e isolamento social, afastando as pessoas da convivência presencial. Muitas vezes, os usuários se comparam aos outros com base em padrões irreais, o que pode gerar ansiedade e baixa autoestima. Também, é comum a disseminação de notícias falsas e discursos de ódio, que afetam a sociedade como um todo.

    Portanto, as redes sociais devem ser usadas com equilíbrio e responsabilidade. Quando bem utilizadas, são ferramentas poderosas de conexão e aprendizado. Mas é fundamental desenvolver senso crítico e cuidado com o conteúdo consumido e compartilhado.


(Por: Lênia Litz).
Qual é a principal intenção do autor ao usar a expressão "Quando bem utilizadas" em relação às redes sociais? (4⁰ parágrafo).
Alternativas
Q3723775 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


    As redes sociais fazem parte do cotidiano da maioria das pessoas e oferecem inúmeras vantagens. Uma das principais é a facilidade de comunicação: é possível conversar com alguém do outro lado do mundo em tempo real. Ainda, elas permitem o acesso rápido à informação, ajudam na divulgação de trabalhos e negócios, e promovem a interação entre diferentes culturas e opiniões.

    Outro benefício importante é a possibilidade de mobilização social, como campanhas de doação e protestos organizados virtualmente. No entanto, as redes sociais também apresentam desvantagens. 

    O uso excessivo pode causar dependência e isolamento social, afastando as pessoas da convivência presencial. Muitas vezes, os usuários se comparam aos outros com base em padrões irreais, o que pode gerar ansiedade e baixa autoestima. Também, é comum a disseminação de notícias falsas e discursos de ódio, que afetam a sociedade como um todo.

    Portanto, as redes sociais devem ser usadas com equilíbrio e responsabilidade. Quando bem utilizadas, são ferramentas poderosas de conexão e aprendizado. Mas é fundamental desenvolver senso crítico e cuidado com o conteúdo consumido e compartilhado.


(Por: Lênia Litz).
No 3º parágrafo, ao empregar a expressão “baixa autoestima”, o autor busca principalmente
Alternativas
Q3723774 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


    As redes sociais fazem parte do cotidiano da maioria das pessoas e oferecem inúmeras vantagens. Uma das principais é a facilidade de comunicação: é possível conversar com alguém do outro lado do mundo em tempo real. Ainda, elas permitem o acesso rápido à informação, ajudam na divulgação de trabalhos e negócios, e promovem a interação entre diferentes culturas e opiniões.

    Outro benefício importante é a possibilidade de mobilização social, como campanhas de doação e protestos organizados virtualmente. No entanto, as redes sociais também apresentam desvantagens. 

    O uso excessivo pode causar dependência e isolamento social, afastando as pessoas da convivência presencial. Muitas vezes, os usuários se comparam aos outros com base em padrões irreais, o que pode gerar ansiedade e baixa autoestima. Também, é comum a disseminação de notícias falsas e discursos de ódio, que afetam a sociedade como um todo.

    Portanto, as redes sociais devem ser usadas com equilíbrio e responsabilidade. Quando bem utilizadas, são ferramentas poderosas de conexão e aprendizado. Mas é fundamental desenvolver senso crítico e cuidado com o conteúdo consumido e compartilhado.


(Por: Lênia Litz).
Qual é o principal assunto do texto? 
Alternativas
Q3723765 Português
‘‘O fenômeno da ______ relaciona-se ao conjunto de operações que se destinam a transformar em texto o que foi pensado, pautado na concepção do que o enunciador tem para dizer, sua compreensão da situação de interlocução’’. (Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Caderno 05. Brasília: MEC/SEB, 2015)

Assinale a alternativa que possui o termo que completa CORRETAMENTE o texto acima.
Alternativas
Q3723748 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


IA: aliada ou ameaça na educação e na ciência?


    A inteligência artificial (IA) tem revolucionado a educação e a ciência, oferecendo ferramentas que personalizam o ensino, aceleram pesquisas e ampliam o acesso ao conhecimento. Entretanto, é preciso refletir sobre os riscos e desafios que acompanham esses avanços.

    Na educação, tutores virtuais e plataformas adaptativas permitem uma aprendizagem mais individualizada e eficaz, beneficiando especialmente regiões com poucos professores qualificados. A IA também automatiza tarefas repetitivas, permitindo que educadores se concentrem no que realmente importa: o processo pedagógico. Já na ciência, algoritmos analisam grandes volumes de dados em segundos, possibilitando descobertas rápidas e simulações complexas em áreas como medicina, clima e genética. 

    Apesar dessas contribuições, há preocupações legítimas. A dependência excessiva da tecnologia pode reduzir o pensamento crítico e comprometer habilidades sociais. A desigualdade no acesso à IA pode acentuar disparidades educacionais e científicas. Além disso, questões éticas, como o uso indevido de dados e a ausência de regulamentação, tornam-se cada vez mais urgentes. No mercado de trabalho, a substituição de funções humanas por sistemas automatizados levanta o risco de desemprego estrutural.

     Portanto, embora a IA represente uma aliada promissora, seu uso exige equilíbrio, ética e regulamentação clara. Apenas com responsabilidade será possível aproveitar seu potencial sem comprometer valores fundamentais como autonomia, equidade e criatividade. (Sabóia Klaw).
Com base no texto, assinale a alternativa que apresenta uma inferência CORRETA, ainda que não esteja expressa de forma explícita.
Alternativas
Q3723746 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


IA: aliada ou ameaça na educação e na ciência?


    A inteligência artificial (IA) tem revolucionado a educação e a ciência, oferecendo ferramentas que personalizam o ensino, aceleram pesquisas e ampliam o acesso ao conhecimento. Entretanto, é preciso refletir sobre os riscos e desafios que acompanham esses avanços.

    Na educação, tutores virtuais e plataformas adaptativas permitem uma aprendizagem mais individualizada e eficaz, beneficiando especialmente regiões com poucos professores qualificados. A IA também automatiza tarefas repetitivas, permitindo que educadores se concentrem no que realmente importa: o processo pedagógico. Já na ciência, algoritmos analisam grandes volumes de dados em segundos, possibilitando descobertas rápidas e simulações complexas em áreas como medicina, clima e genética. 

    Apesar dessas contribuições, há preocupações legítimas. A dependência excessiva da tecnologia pode reduzir o pensamento crítico e comprometer habilidades sociais. A desigualdade no acesso à IA pode acentuar disparidades educacionais e científicas. Além disso, questões éticas, como o uso indevido de dados e a ausência de regulamentação, tornam-se cada vez mais urgentes. No mercado de trabalho, a substituição de funções humanas por sistemas automatizados levanta o risco de desemprego estrutural.

     Portanto, embora a IA represente uma aliada promissora, seu uso exige equilíbrio, ética e regulamentação clara. Apenas com responsabilidade será possível aproveitar seu potencial sem comprometer valores fundamentais como autonomia, equidade e criatividade. (Sabóia Klaw).
No contexto da argumentação do autor sobre a Inteligência Artificial na educação e na ciência, a afirmação "Apenas com responsabilidade será possível aproveitar seu potencial sem comprometer valores fundamentais como autonomia, equidade e criatividade" sugere que 
Alternativas
Q3723745 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


IA: aliada ou ameaça na educação e na ciência?


    A inteligência artificial (IA) tem revolucionado a educação e a ciência, oferecendo ferramentas que personalizam o ensino, aceleram pesquisas e ampliam o acesso ao conhecimento. Entretanto, é preciso refletir sobre os riscos e desafios que acompanham esses avanços.

    Na educação, tutores virtuais e plataformas adaptativas permitem uma aprendizagem mais individualizada e eficaz, beneficiando especialmente regiões com poucos professores qualificados. A IA também automatiza tarefas repetitivas, permitindo que educadores se concentrem no que realmente importa: o processo pedagógico. Já na ciência, algoritmos analisam grandes volumes de dados em segundos, possibilitando descobertas rápidas e simulações complexas em áreas como medicina, clima e genética. 

    Apesar dessas contribuições, há preocupações legítimas. A dependência excessiva da tecnologia pode reduzir o pensamento crítico e comprometer habilidades sociais. A desigualdade no acesso à IA pode acentuar disparidades educacionais e científicas. Além disso, questões éticas, como o uso indevido de dados e a ausência de regulamentação, tornam-se cada vez mais urgentes. No mercado de trabalho, a substituição de funções humanas por sistemas automatizados levanta o risco de desemprego estrutural.

     Portanto, embora a IA represente uma aliada promissora, seu uso exige equilíbrio, ética e regulamentação clara. Apenas com responsabilidade será possível aproveitar seu potencial sem comprometer valores fundamentais como autonomia, equidade e criatividade. (Sabóia Klaw).
Qual é a principal condição que o autor considera necessária para que a IA seja uma aliada benéfica na educação e na ciência?
Alternativas
Q3723744 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


IA: aliada ou ameaça na educação e na ciência?


    A inteligência artificial (IA) tem revolucionado a educação e a ciência, oferecendo ferramentas que personalizam o ensino, aceleram pesquisas e ampliam o acesso ao conhecimento. Entretanto, é preciso refletir sobre os riscos e desafios que acompanham esses avanços.

    Na educação, tutores virtuais e plataformas adaptativas permitem uma aprendizagem mais individualizada e eficaz, beneficiando especialmente regiões com poucos professores qualificados. A IA também automatiza tarefas repetitivas, permitindo que educadores se concentrem no que realmente importa: o processo pedagógico. Já na ciência, algoritmos analisam grandes volumes de dados em segundos, possibilitando descobertas rápidas e simulações complexas em áreas como medicina, clima e genética. 

    Apesar dessas contribuições, há preocupações legítimas. A dependência excessiva da tecnologia pode reduzir o pensamento crítico e comprometer habilidades sociais. A desigualdade no acesso à IA pode acentuar disparidades educacionais e científicas. Além disso, questões éticas, como o uso indevido de dados e a ausência de regulamentação, tornam-se cada vez mais urgentes. No mercado de trabalho, a substituição de funções humanas por sistemas automatizados levanta o risco de desemprego estrutural.

     Portanto, embora a IA represente uma aliada promissora, seu uso exige equilíbrio, ética e regulamentação clara. Apenas com responsabilidade será possível aproveitar seu potencial sem comprometer valores fundamentais como autonomia, equidade e criatividade. (Sabóia Klaw).
Levando em consideração a argumentação global do autor sobre a necessidade de equilíbrio e responsabilidade no uso da IA, qual das afirmações abaixo expressa uma conclusão que, embora possa parecer plausível em um primeiro olhar, NÃO está integralmente alinhada com a complexidade da visão apresentada no texto?
Alternativas
Q3722815 Português
Texto para a questão.


AS MOSCAS TAMBÉM AMAM

    A mosca estava profundamente depressiva. E como não estar? Seu corpo expelia tristeza e angústia. Mal nascera, e a brevidade dos seus instantes já anunciavam: sua morte a esperava em apenas alguns dias. Em 15, 20 ou no máximo 30 dias jazeria esquecida, servindo apenas de alimento para outros insetos, se é que teria tal utilidade!

  Pobre sina! Voando entre decomposições, alimentando-se de podridões, a escolha perfeita para todos os males e imperfeições. Uma constante atração por tudo o que é desprezado pela espécie dominante na Terra.

    Ó, pobre mosca! Seu coração palpitava calor, um estômago que regurgitava boas intenções, um cérebro que planejava uma vida cheia de objetivos.

    Fazer o bem. Salvar vidas. Gravar seu nome na história. Será que esperava demais de si mesma? O que fazer, afinal? Concluiu ser uma mosca diferente de todas aquelas que a precederam. E como tal, iria em busca do seu destino alternativo.

    Começou a voar aleatoriamente em busca de um sentido na vida. Sentiu um atrativo odor de carniça ao sobrevoar um terreno baldio, mas resistiu à tentação.

    Precisava lutar contra suas inclinações, contra cada traço instintivo.

    Continuou vagando em direção ao tudo e nada, e chegou a uma casa de humanos. Entrou calmamente pela janela, e começou a inspecionar o local. Voou por toda a casa para descobrir que, no total, havia quatro pessoas ali. Cada qual ocupava um cômodo diferente. Ao inspecionar cada um, a mosca compadeceu-se ao ver seus rostos. Embora parecessem distraídos com aqueles pequenos aparelhos em mãos, emitindo uma estranha luz fosca, na verdade, havia um vazio em cada semblante.

    A mosca percebeu muita dor em cada traço daquelas faces. E concluiu que, mesmo em sua vida curta e sem objetivo, jamais sentira tamanha solidão como aqueles humanos pareciam padecer. Seu pequenino coração condoeu-se com tanto sofrimento contido. Todos eles eram seres mortos, apesar de ainda respirarem.

    Em busca de fazer a diferença, a mosca resolveu fazer-lhes companhia. Por que sobrevoar materiais em decomposição se poderia consolar aqueles que ainda respiravam? Quem sabe sua presença pudesse trazer um pouco de calor e ânimo para aquelas pessoas. Ela não poderia abanar o rabo como um cachorro, nem se esfregaria nos humanos como um gato. Mas encontraria uma forma de expressar seu carinho.

    Cheia de amor e boas intenções, a mosca tentou uma tímida aproximação. Para que fosse vista, aproximou-se dos olhos do humano. Não soube o porquê, mas ele afastou-a com um gesto brusco. Talvez não estivesse acostumado com expressões de carinho. Talvez estivesse simplesmente assustado.

    Talvez fosse melhor uma aproximação mais gentil. Na nova tentativa, pousou nos lábios do humano. Foi quase um beijo, uma expressão de “estou aqui se precisar”. Aquele foi seu último ato. Em um movimento rápido e certeiro, o humano se afastou e esmagou a mosca com as duas palmas.

    Aquela mosca imaginava ser a única em busca de um objetivo na vida. Enganou-se. Morreu sem ao menos saber que outros milhares de sua espécie tiveram (e ainda teriam) o mesmo fim, ao tentar consolar aqueles seres que estavam mortos, apesar de ainda respirarem.

MARTINZ, Juliano. “Crônicas Narrativas”; Literatura Corrosiva. Adaptado.
Atente-se à significação e à função contextual do advérbio talvez, de modo a assinalar a alternativa correta em se tratando da intenção comunicativa modalizadora do cronista ao utilizá-lo no trecho:

“Talvez fosse melhor uma aproximação mais gentil.”
Alternativas
Q3722507 Português

Leia o texto a seguir:

Pandora


Num tempo distante, os homens dominaram a dádiva do fogo, graças a Prometeu, tornando melhor a vida na Terra.


Mas diante daquela afronta, a ira de Zeus não teve limites, e ele resolve então punir os homens.


Ordenou a Hefesto que moldasse uma mulher de barro, tão linda quanto uma verdadeira deusa, que lhe desse voz e movimento e que seus olhos inspirassem um encanto divino.


A deusa Atena teceu-lhe uma belíssima roupa, as três Graças a cobriram com joias e as Horas a coroaram com uma tiara de perfumadas flores brancas. Por isso a jovem recebeu o nome de Pandora, que em grego significa “todas as dádivas”.


No dia seguinte, Zeus deu instruções secretas a seu filho Hermes que, obedecendo às ordens do pai, ensinou a Pandora a contar suaves mentiras. Com isso, a mulher de barro passou a ter uma personalidade dissimulada e perigosa.


Feito isso, Zeus ordenou a Hermes que entregasse a mulher de presente a Epimeteu, irmão de Prometeu, um homem ingênuo e lento de raciocínio.


Ao ver Pandora, Epimeteu esqueceu-se que Prometeu havia-lhe recomendado muitas vezes para não aceitar presentes de Zeus; e aceitou-a de braços abertos.


Certo dia, Pandora viu uma ânfora muito bem lacrada, e assim que se aproximou dela Epimeteu alertou-a para se afastar, pois Prometeu lhe recomendara que jamais a abrisse, caso contrário, os espíritos do mal recairiam sobre eles.


Mas, apesar daquelas palavras, a curiosidade da mulher de barro aumentava; não mais resistindo, esperou que o marido saísse de casa e correu para abrir o jarro proibido.


Mal ergueu a tampa, Pandora deu um grito de pavor e do interior da ânfora saíram monstros horríveis: o Mal, a Fome, o Ódio, a Doença, a Vingança, a Loucura e muitos outros espíritos maléficos…


Quando voltou a lacrar a jarra, conseguiu prender ali um único espírito, a Esperança.


Assim, então, tudo aconteceu exatamente conforme Zeus havia planejado. Usou a curiosidade e a mentira de Pandora para espalhar o mal sobre o mundo, tornando os homens duros de coração e cruéis, castigando Prometeu e toda a humanidade.


Fonte: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me000589.pdf. Acesso em 06/07/2025


 No texto, o narrador é:
Alternativas
Q3722506 Português

Leia o texto a seguir:

Pandora


Num tempo distante, os homens dominaram a dádiva do fogo, graças a Prometeu, tornando melhor a vida na Terra.


Mas diante daquela afronta, a ira de Zeus não teve limites, e ele resolve então punir os homens.


Ordenou a Hefesto que moldasse uma mulher de barro, tão linda quanto uma verdadeira deusa, que lhe desse voz e movimento e que seus olhos inspirassem um encanto divino.


A deusa Atena teceu-lhe uma belíssima roupa, as três Graças a cobriram com joias e as Horas a coroaram com uma tiara de perfumadas flores brancas. Por isso a jovem recebeu o nome de Pandora, que em grego significa “todas as dádivas”.


No dia seguinte, Zeus deu instruções secretas a seu filho Hermes que, obedecendo às ordens do pai, ensinou a Pandora a contar suaves mentiras. Com isso, a mulher de barro passou a ter uma personalidade dissimulada e perigosa.


Feito isso, Zeus ordenou a Hermes que entregasse a mulher de presente a Epimeteu, irmão de Prometeu, um homem ingênuo e lento de raciocínio.


Ao ver Pandora, Epimeteu esqueceu-se que Prometeu havia-lhe recomendado muitas vezes para não aceitar presentes de Zeus; e aceitou-a de braços abertos.


Certo dia, Pandora viu uma ânfora muito bem lacrada, e assim que se aproximou dela Epimeteu alertou-a para se afastar, pois Prometeu lhe recomendara que jamais a abrisse, caso contrário, os espíritos do mal recairiam sobre eles.


Mas, apesar daquelas palavras, a curiosidade da mulher de barro aumentava; não mais resistindo, esperou que o marido saísse de casa e correu para abrir o jarro proibido.


Mal ergueu a tampa, Pandora deu um grito de pavor e do interior da ânfora saíram monstros horríveis: o Mal, a Fome, o Ódio, a Doença, a Vingança, a Loucura e muitos outros espíritos maléficos…


Quando voltou a lacrar a jarra, conseguiu prender ali um único espírito, a Esperança.


Assim, então, tudo aconteceu exatamente conforme Zeus havia planejado. Usou a curiosidade e a mentira de Pandora para espalhar o mal sobre o mundo, tornando os homens duros de coração e cruéis, castigando Prometeu e toda a humanidade.


Fonte: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me000589.pdf. Acesso em 06/07/2025


No texto, a ordem cronológica correta dos fatos é:
Alternativas
Q3722505 Português

Leia o texto a seguir:

Pandora


Num tempo distante, os homens dominaram a dádiva do fogo, graças a Prometeu, tornando melhor a vida na Terra.


Mas diante daquela afronta, a ira de Zeus não teve limites, e ele resolve então punir os homens.


Ordenou a Hefesto que moldasse uma mulher de barro, tão linda quanto uma verdadeira deusa, que lhe desse voz e movimento e que seus olhos inspirassem um encanto divino.


A deusa Atena teceu-lhe uma belíssima roupa, as três Graças a cobriram com joias e as Horas a coroaram com uma tiara de perfumadas flores brancas. Por isso a jovem recebeu o nome de Pandora, que em grego significa “todas as dádivas”.


No dia seguinte, Zeus deu instruções secretas a seu filho Hermes que, obedecendo às ordens do pai, ensinou a Pandora a contar suaves mentiras. Com isso, a mulher de barro passou a ter uma personalidade dissimulada e perigosa.


Feito isso, Zeus ordenou a Hermes que entregasse a mulher de presente a Epimeteu, irmão de Prometeu, um homem ingênuo e lento de raciocínio.


Ao ver Pandora, Epimeteu esqueceu-se que Prometeu havia-lhe recomendado muitas vezes para não aceitar presentes de Zeus; e aceitou-a de braços abertos.


Certo dia, Pandora viu uma ânfora muito bem lacrada, e assim que se aproximou dela Epimeteu alertou-a para se afastar, pois Prometeu lhe recomendara que jamais a abrisse, caso contrário, os espíritos do mal recairiam sobre eles.


Mas, apesar daquelas palavras, a curiosidade da mulher de barro aumentava; não mais resistindo, esperou que o marido saísse de casa e correu para abrir o jarro proibido.


Mal ergueu a tampa, Pandora deu um grito de pavor e do interior da ânfora saíram monstros horríveis: o Mal, a Fome, o Ódio, a Doença, a Vingança, a Loucura e muitos outros espíritos maléficos…


Quando voltou a lacrar a jarra, conseguiu prender ali um único espírito, a Esperança.


Assim, então, tudo aconteceu exatamente conforme Zeus havia planejado. Usou a curiosidade e a mentira de Pandora para espalhar o mal sobre o mundo, tornando os homens duros de coração e cruéis, castigando Prometeu e toda a humanidade.


Fonte: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me000589.pdf. Acesso em 06/07/2025


No texto, o espaço em que se desenvolvem os acontecimentos é um(a):
Alternativas
Q3722504 Português

Leia o texto a seguir:

Pandora


Num tempo distante, os homens dominaram a dádiva do fogo, graças a Prometeu, tornando melhor a vida na Terra.


Mas diante daquela afronta, a ira de Zeus não teve limites, e ele resolve então punir os homens.


Ordenou a Hefesto que moldasse uma mulher de barro, tão linda quanto uma verdadeira deusa, que lhe desse voz e movimento e que seus olhos inspirassem um encanto divino.


A deusa Atena teceu-lhe uma belíssima roupa, as três Graças a cobriram com joias e as Horas a coroaram com uma tiara de perfumadas flores brancas. Por isso a jovem recebeu o nome de Pandora, que em grego significa “todas as dádivas”.


No dia seguinte, Zeus deu instruções secretas a seu filho Hermes que, obedecendo às ordens do pai, ensinou a Pandora a contar suaves mentiras. Com isso, a mulher de barro passou a ter uma personalidade dissimulada e perigosa.


Feito isso, Zeus ordenou a Hermes que entregasse a mulher de presente a Epimeteu, irmão de Prometeu, um homem ingênuo e lento de raciocínio.


Ao ver Pandora, Epimeteu esqueceu-se que Prometeu havia-lhe recomendado muitas vezes para não aceitar presentes de Zeus; e aceitou-a de braços abertos.


Certo dia, Pandora viu uma ânfora muito bem lacrada, e assim que se aproximou dela Epimeteu alertou-a para se afastar, pois Prometeu lhe recomendara que jamais a abrisse, caso contrário, os espíritos do mal recairiam sobre eles.


Mas, apesar daquelas palavras, a curiosidade da mulher de barro aumentava; não mais resistindo, esperou que o marido saísse de casa e correu para abrir o jarro proibido.


Mal ergueu a tampa, Pandora deu um grito de pavor e do interior da ânfora saíram monstros horríveis: o Mal, a Fome, o Ódio, a Doença, a Vingança, a Loucura e muitos outros espíritos maléficos…


Quando voltou a lacrar a jarra, conseguiu prender ali um único espírito, a Esperança.


Assim, então, tudo aconteceu exatamente conforme Zeus havia planejado. Usou a curiosidade e a mentira de Pandora para espalhar o mal sobre o mundo, tornando os homens duros de coração e cruéis, castigando Prometeu e toda a humanidade.


Fonte: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me000589.pdf. Acesso em 06/07/2025


No texto, há uma relação de oposição que é fundamental para a compreensão da mensagem. Essa relação de oposição é a que se estabelece entre:
Alternativas
Q3722503 Português

Leia o texto a seguir:

Pandora


Num tempo distante, os homens dominaram a dádiva do fogo, graças a Prometeu, tornando melhor a vida na Terra.


Mas diante daquela afronta, a ira de Zeus não teve limites, e ele resolve então punir os homens.


Ordenou a Hefesto que moldasse uma mulher de barro, tão linda quanto uma verdadeira deusa, que lhe desse voz e movimento e que seus olhos inspirassem um encanto divino.


A deusa Atena teceu-lhe uma belíssima roupa, as três Graças a cobriram com joias e as Horas a coroaram com uma tiara de perfumadas flores brancas. Por isso a jovem recebeu o nome de Pandora, que em grego significa “todas as dádivas”.


No dia seguinte, Zeus deu instruções secretas a seu filho Hermes que, obedecendo às ordens do pai, ensinou a Pandora a contar suaves mentiras. Com isso, a mulher de barro passou a ter uma personalidade dissimulada e perigosa.


Feito isso, Zeus ordenou a Hermes que entregasse a mulher de presente a Epimeteu, irmão de Prometeu, um homem ingênuo e lento de raciocínio.


Ao ver Pandora, Epimeteu esqueceu-se que Prometeu havia-lhe recomendado muitas vezes para não aceitar presentes de Zeus; e aceitou-a de braços abertos.


Certo dia, Pandora viu uma ânfora muito bem lacrada, e assim que se aproximou dela Epimeteu alertou-a para se afastar, pois Prometeu lhe recomendara que jamais a abrisse, caso contrário, os espíritos do mal recairiam sobre eles.


Mas, apesar daquelas palavras, a curiosidade da mulher de barro aumentava; não mais resistindo, esperou que o marido saísse de casa e correu para abrir o jarro proibido.


Mal ergueu a tampa, Pandora deu um grito de pavor e do interior da ânfora saíram monstros horríveis: o Mal, a Fome, o Ódio, a Doença, a Vingança, a Loucura e muitos outros espíritos maléficos…


Quando voltou a lacrar a jarra, conseguiu prender ali um único espírito, a Esperança.


Assim, então, tudo aconteceu exatamente conforme Zeus havia planejado. Usou a curiosidade e a mentira de Pandora para espalhar o mal sobre o mundo, tornando os homens duros de coração e cruéis, castigando Prometeu e toda a humanidade.


Fonte: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me000589.pdf. Acesso em 06/07/2025


Segundo o texto, há uma relação de fato e consequência em:
Alternativas
Q3722502 Português

Leia o texto a seguir:

Pandora


Num tempo distante, os homens dominaram a dádiva do fogo, graças a Prometeu, tornando melhor a vida na Terra.


Mas diante daquela afronta, a ira de Zeus não teve limites, e ele resolve então punir os homens.


Ordenou a Hefesto que moldasse uma mulher de barro, tão linda quanto uma verdadeira deusa, que lhe desse voz e movimento e que seus olhos inspirassem um encanto divino.


A deusa Atena teceu-lhe uma belíssima roupa, as três Graças a cobriram com joias e as Horas a coroaram com uma tiara de perfumadas flores brancas. Por isso a jovem recebeu o nome de Pandora, que em grego significa “todas as dádivas”.


No dia seguinte, Zeus deu instruções secretas a seu filho Hermes que, obedecendo às ordens do pai, ensinou a Pandora a contar suaves mentiras. Com isso, a mulher de barro passou a ter uma personalidade dissimulada e perigosa.


Feito isso, Zeus ordenou a Hermes que entregasse a mulher de presente a Epimeteu, irmão de Prometeu, um homem ingênuo e lento de raciocínio.


Ao ver Pandora, Epimeteu esqueceu-se que Prometeu havia-lhe recomendado muitas vezes para não aceitar presentes de Zeus; e aceitou-a de braços abertos.


Certo dia, Pandora viu uma ânfora muito bem lacrada, e assim que se aproximou dela Epimeteu alertou-a para se afastar, pois Prometeu lhe recomendara que jamais a abrisse, caso contrário, os espíritos do mal recairiam sobre eles.


Mas, apesar daquelas palavras, a curiosidade da mulher de barro aumentava; não mais resistindo, esperou que o marido saísse de casa e correu para abrir o jarro proibido.


Mal ergueu a tampa, Pandora deu um grito de pavor e do interior da ânfora saíram monstros horríveis: o Mal, a Fome, o Ódio, a Doença, a Vingança, a Loucura e muitos outros espíritos maléficos…


Quando voltou a lacrar a jarra, conseguiu prender ali um único espírito, a Esperança.


Assim, então, tudo aconteceu exatamente conforme Zeus havia planejado. Usou a curiosidade e a mentira de Pandora para espalhar o mal sobre o mundo, tornando os homens duros de coração e cruéis, castigando Prometeu e toda a humanidade.


Fonte: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me000589.pdf. Acesso em 06/07/2025


O texto anterior é formado:
Alternativas
Q3722501 Português

Leia o texto a seguir:

Pandora


Num tempo distante, os homens dominaram a dádiva do fogo, graças a Prometeu, tornando melhor a vida na Terra.


Mas diante daquela afronta, a ira de Zeus não teve limites, e ele resolve então punir os homens.


Ordenou a Hefesto que moldasse uma mulher de barro, tão linda quanto uma verdadeira deusa, que lhe desse voz e movimento e que seus olhos inspirassem um encanto divino.


A deusa Atena teceu-lhe uma belíssima roupa, as três Graças a cobriram com joias e as Horas a coroaram com uma tiara de perfumadas flores brancas. Por isso a jovem recebeu o nome de Pandora, que em grego significa “todas as dádivas”.


No dia seguinte, Zeus deu instruções secretas a seu filho Hermes que, obedecendo às ordens do pai, ensinou a Pandora a contar suaves mentiras. Com isso, a mulher de barro passou a ter uma personalidade dissimulada e perigosa.


Feito isso, Zeus ordenou a Hermes que entregasse a mulher de presente a Epimeteu, irmão de Prometeu, um homem ingênuo e lento de raciocínio.


Ao ver Pandora, Epimeteu esqueceu-se que Prometeu havia-lhe recomendado muitas vezes para não aceitar presentes de Zeus; e aceitou-a de braços abertos.


Certo dia, Pandora viu uma ânfora muito bem lacrada, e assim que se aproximou dela Epimeteu alertou-a para se afastar, pois Prometeu lhe recomendara que jamais a abrisse, caso contrário, os espíritos do mal recairiam sobre eles.


Mas, apesar daquelas palavras, a curiosidade da mulher de barro aumentava; não mais resistindo, esperou que o marido saísse de casa e correu para abrir o jarro proibido.


Mal ergueu a tampa, Pandora deu um grito de pavor e do interior da ânfora saíram monstros horríveis: o Mal, a Fome, o Ódio, a Doença, a Vingança, a Loucura e muitos outros espíritos maléficos…


Quando voltou a lacrar a jarra, conseguiu prender ali um único espírito, a Esperança.


Assim, então, tudo aconteceu exatamente conforme Zeus havia planejado. Usou a curiosidade e a mentira de Pandora para espalhar o mal sobre o mundo, tornando os homens duros de coração e cruéis, castigando Prometeu e toda a humanidade.


Fonte: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me000589.pdf. Acesso em 06/07/2025


Ao lado de muitas ideias secundárias, o texto apresenta uma ideia principal. Essa ideia principal é que:
Alternativas
Q3722500 Português

Leia o texto a seguir:

Pandora


Num tempo distante, os homens dominaram a dádiva do fogo, graças a Prometeu, tornando melhor a vida na Terra.


Mas diante daquela afronta, a ira de Zeus não teve limites, e ele resolve então punir os homens.


Ordenou a Hefesto que moldasse uma mulher de barro, tão linda quanto uma verdadeira deusa, que lhe desse voz e movimento e que seus olhos inspirassem um encanto divino.


A deusa Atena teceu-lhe uma belíssima roupa, as três Graças a cobriram com joias e as Horas a coroaram com uma tiara de perfumadas flores brancas. Por isso a jovem recebeu o nome de Pandora, que em grego significa “todas as dádivas”.


No dia seguinte, Zeus deu instruções secretas a seu filho Hermes que, obedecendo às ordens do pai, ensinou a Pandora a contar suaves mentiras. Com isso, a mulher de barro passou a ter uma personalidade dissimulada e perigosa.


Feito isso, Zeus ordenou a Hermes que entregasse a mulher de presente a Epimeteu, irmão de Prometeu, um homem ingênuo e lento de raciocínio.


Ao ver Pandora, Epimeteu esqueceu-se que Prometeu havia-lhe recomendado muitas vezes para não aceitar presentes de Zeus; e aceitou-a de braços abertos.


Certo dia, Pandora viu uma ânfora muito bem lacrada, e assim que se aproximou dela Epimeteu alertou-a para se afastar, pois Prometeu lhe recomendara que jamais a abrisse, caso contrário, os espíritos do mal recairiam sobre eles.


Mas, apesar daquelas palavras, a curiosidade da mulher de barro aumentava; não mais resistindo, esperou que o marido saísse de casa e correu para abrir o jarro proibido.


Mal ergueu a tampa, Pandora deu um grito de pavor e do interior da ânfora saíram monstros horríveis: o Mal, a Fome, o Ódio, a Doença, a Vingança, a Loucura e muitos outros espíritos maléficos…


Quando voltou a lacrar a jarra, conseguiu prender ali um único espírito, a Esperança.


Assim, então, tudo aconteceu exatamente conforme Zeus havia planejado. Usou a curiosidade e a mentira de Pandora para espalhar o mal sobre o mundo, tornando os homens duros de coração e cruéis, castigando Prometeu e toda a humanidade.


Fonte: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me000589.pdf. Acesso em 06/07/2025


No trecho “uma personalidade dissimulada e perigosa” (5º parágrafo), a palavra em destaque tem significado similar a:
Alternativas
Q3722499 Português

Leia o texto a seguir:

Pandora


Num tempo distante, os homens dominaram a dádiva do fogo, graças a Prometeu, tornando melhor a vida na Terra.


Mas diante daquela afronta, a ira de Zeus não teve limites, e ele resolve então punir os homens.


Ordenou a Hefesto que moldasse uma mulher de barro, tão linda quanto uma verdadeira deusa, que lhe desse voz e movimento e que seus olhos inspirassem um encanto divino.


A deusa Atena teceu-lhe uma belíssima roupa, as três Graças a cobriram com joias e as Horas a coroaram com uma tiara de perfumadas flores brancas. Por isso a jovem recebeu o nome de Pandora, que em grego significa “todas as dádivas”.


No dia seguinte, Zeus deu instruções secretas a seu filho Hermes que, obedecendo às ordens do pai, ensinou a Pandora a contar suaves mentiras. Com isso, a mulher de barro passou a ter uma personalidade dissimulada e perigosa.


Feito isso, Zeus ordenou a Hermes que entregasse a mulher de presente a Epimeteu, irmão de Prometeu, um homem ingênuo e lento de raciocínio.


Ao ver Pandora, Epimeteu esqueceu-se que Prometeu havia-lhe recomendado muitas vezes para não aceitar presentes de Zeus; e aceitou-a de braços abertos.


Certo dia, Pandora viu uma ânfora muito bem lacrada, e assim que se aproximou dela Epimeteu alertou-a para se afastar, pois Prometeu lhe recomendara que jamais a abrisse, caso contrário, os espíritos do mal recairiam sobre eles.


Mas, apesar daquelas palavras, a curiosidade da mulher de barro aumentava; não mais resistindo, esperou que o marido saísse de casa e correu para abrir o jarro proibido.


Mal ergueu a tampa, Pandora deu um grito de pavor e do interior da ânfora saíram monstros horríveis: o Mal, a Fome, o Ódio, a Doença, a Vingança, a Loucura e muitos outros espíritos maléficos…


Quando voltou a lacrar a jarra, conseguiu prender ali um único espírito, a Esperança.


Assim, então, tudo aconteceu exatamente conforme Zeus havia planejado. Usou a curiosidade e a mentira de Pandora para espalhar o mal sobre o mundo, tornando os homens duros de coração e cruéis, castigando Prometeu e toda a humanidade.


Fonte: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me000589.pdf. Acesso em 06/07/2025


Ao criar Pandora, o verdadeiro objetivo de Zeus era:
Alternativas
Respostas
8481: C
8482: B
8483: C
8484: D
8485: A
8486: D
8487: C
8488: D
8489: C
8490: A
8491: B
8492: C
8493: A
8494: C
8495: D
8496: C
8497: A
8498: B
8499: B
8500: D