Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q4164223 Português
A linguagem corporal do seu gato


Por Pablo Pachón Ramírez


Q1_10.png (693×629)

(Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/04/13/a-linguagem-corporal-do-seu-gato-o-que-significa-os-movimentos-do-rabo-do-animal.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Em relação aos tipos textuais, é correto afirmar que o texto é predominantemente caracterizado como:
Alternativas
Q4164190 Português
Pior que o 7 x 1


Por Rafael Battaglia Popp

Q1_10.png (697×489)

(Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/pior-que-o-7-x-1/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta uma reescrita do trecho a seguir, retirado do texto, mantendo-se a correção gramatical e o sentido original. 

“Parte da beleza da Copa é o sentimento de que todo mundo está ligado na mesma coisa”.
Alternativas
Q4163861 Português

Leia o texto e assinale a alternativa correta.

Casos de dengue no Brasil caem 75% em 2026, aponta Ministério da Saúde

Brasília, 15 de abril de 2026.


O Brasil registrou uma redução de 75% nos casos prováveis de dengue nos primeiros meses de 2026, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde. De janeiro até 11 de abril deste ano, foram notificados cerca de 227,5 mil casos prováveis da doença em todo o país. No mesmo período de 2025, o número ultrapassava 916 mil registros.


De acordo com o governo federal, a queda está relacionada ao reforço das campanhas de prevenção, ao aumento das ações de combate ao mosquito Aedes aegypti e à ampliação do monitoramento epidemiológico nos estados e municípios.


Apesar da redução expressiva, autoridades de saúde alertam que a população deve continuar adotando medidas preventivas, como eliminar recipientes com água parada, utilizar repelentes e permitir a entrada dos agentes de combate às endemias nas residências. Em março de 2026, o país ainda acumulava mais de 148 mil casos prováveis e dezenas de mortes em investigação relacionadas à doença.


Especialistas afirmam que fatores climáticos, como calor intenso e períodos de chuva, continuam favorecendo a proliferação do mosquito transmissor. Por isso, o Ministério da Saúde reforça que o combate à dengue precisa ocorrer durante todo o ano, não apenas nos períodos de epidemia.


Fonte: Ministério da Saúde e Agência Brasil.


A notícia sobre a redução dos casos de dengue no Brasil combina informações estatísticas, posicionamentos institucionais e orientações preventivas. Considerando os efeitos de sentido produzidos no texto, analise as assertivas a seguir.


I. O emprego de dados numéricos e comparativos entre 2025 e 2026 contribui para construir credibilidade e reforçar o caráter informativo da notícia.


II. Ao mencionar que “o combate à dengue precisa ocorrer durante todo o ano”, o texto abandona a neutralidade jornalística e passa a defender exclusivamente a opinião pessoal do autor.


III. A notícia estabelece uma relação de causa e consequência ao associar fatores climáticos, como calor e chuva, ao aumento da proliferação do mosquito transmissor.


Assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q4163809 Português
Durante auditoria administrativa, um servidor afirmou que a fiscalização realizada pelo Coren foi um verdadeiro “pentefino” nos documentos do setor. Assinale a alternativa correta quanto ao sentido empregado pela expressão destacada.
Alternativas
Q4163802 Português
A circulação acelerada de informações nas plataformas digitais alterou significativamente as formas de produção e consumo de conteúdo na sociedade contemporânea. Em muitos contextos, textos curtos e objetivos passaram a disputar espaço com análises aprofundadas e produções acadêmicas extensas.
Considerando os mecanismos de coesão textual e os sentidos estabelecidos pelos conectores, assinale a alternativa em que o conectivo estabelece corretamente relação de oposição.
Alternativas
Q4163717 Português
      O sono faz parte da vida. É uma necessidade como beber água, se alimentar, ir ao banheiro, respirar. Ele é fundamental para a nossa existência. O impacto de noites mal dormidas gera distúrbios e desequilíbrios no corpo humano.
      Com a correria do dia a dia, o sono pode ser visto como algo trivial, sem medirmos as consequências de sua falta. No Brasil, conforme pesquisa realizada em 2020, 65% dos brasileiros afirmam ter baixa qualidade de sono.
      Dormir pode parecer uma tarefa simples: deitar a cabeça no travesseiro e fechar os olhos. Mas o nosso corpo não para, e muito menos o nosso cérebro. O sono tem três fases. A primeira fase é bem leve, durando aproximadamente 10 minutos. Ainda é possível acordar facilmente. A respiração fica mais lenta, e é geralmente quando as pessoas experienciam a sensação de “estar caindo”. Na segunda fase, o sono ainda é leve, mas o corpo já se encontra relaxado, embora a mente possa estar atenta. Na terceira fase, os músculos relaxam completamente, e o corpo fica menos sensível a estímulos externos. O sono é mais profundo nessa fase.
      Todos estão sujeitos a apresentar problemas relacionados ao sono em algum momento da vida. E, embora existam alguns distúrbios mais conhecidos, como a insônia e a apneia, eles representam apenas a ponta de um iceberg muito maior. Isso porque fatores como estilo de vida, rotina, contexto social, prática de atividade física, alimentação, aspectos emocionais e presença de doenças clínicas e mentais exercem influência direta sobre a qualidade do sono.


Fonte: Futuro da Saúde. Adaptado.
De acordo com o texto, o sono: 
Alternativas
Q4163716 Português
      O sono faz parte da vida. É uma necessidade como beber água, se alimentar, ir ao banheiro, respirar. Ele é fundamental para a nossa existência. O impacto de noites mal dormidas gera distúrbios e desequilíbrios no corpo humano.
      Com a correria do dia a dia, o sono pode ser visto como algo trivial, sem medirmos as consequências de sua falta. No Brasil, conforme pesquisa realizada em 2020, 65% dos brasileiros afirmam ter baixa qualidade de sono.
      Dormir pode parecer uma tarefa simples: deitar a cabeça no travesseiro e fechar os olhos. Mas o nosso corpo não para, e muito menos o nosso cérebro. O sono tem três fases. A primeira fase é bem leve, durando aproximadamente 10 minutos. Ainda é possível acordar facilmente. A respiração fica mais lenta, e é geralmente quando as pessoas experienciam a sensação de “estar caindo”. Na segunda fase, o sono ainda é leve, mas o corpo já se encontra relaxado, embora a mente possa estar atenta. Na terceira fase, os músculos relaxam completamente, e o corpo fica menos sensível a estímulos externos. O sono é mais profundo nessa fase.
      Todos estão sujeitos a apresentar problemas relacionados ao sono em algum momento da vida. E, embora existam alguns distúrbios mais conhecidos, como a insônia e a apneia, eles representam apenas a ponta de um iceberg muito maior. Isso porque fatores como estilo de vida, rotina, contexto social, prática de atividade física, alimentação, aspectos emocionais e presença de doenças clínicas e mentais exercem influência direta sobre a qualidade do sono.


Fonte: Futuro da Saúde. Adaptado.
Sobre as fases do sono, assinalar a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q4163715 Português
      O sono faz parte da vida. É uma necessidade como beber água, se alimentar, ir ao banheiro, respirar. Ele é fundamental para a nossa existência. O impacto de noites mal dormidas gera distúrbios e desequilíbrios no corpo humano.
      Com a correria do dia a dia, o sono pode ser visto como algo trivial, sem medirmos as consequências de sua falta. No Brasil, conforme pesquisa realizada em 2020, 65% dos brasileiros afirmam ter baixa qualidade de sono.
      Dormir pode parecer uma tarefa simples: deitar a cabeça no travesseiro e fechar os olhos. Mas o nosso corpo não para, e muito menos o nosso cérebro. O sono tem três fases. A primeira fase é bem leve, durando aproximadamente 10 minutos. Ainda é possível acordar facilmente. A respiração fica mais lenta, e é geralmente quando as pessoas experienciam a sensação de “estar caindo”. Na segunda fase, o sono ainda é leve, mas o corpo já se encontra relaxado, embora a mente possa estar atenta. Na terceira fase, os músculos relaxam completamente, e o corpo fica menos sensível a estímulos externos. O sono é mais profundo nessa fase.
      Todos estão sujeitos a apresentar problemas relacionados ao sono em algum momento da vida. E, embora existam alguns distúrbios mais conhecidos, como a insônia e a apneia, eles representam apenas a ponta de um iceberg muito maior. Isso porque fatores como estilo de vida, rotina, contexto social, prática de atividade física, alimentação, aspectos emocionais e presença de doenças clínicas e mentais exercem influência direta sobre a qualidade do sono.


Fonte: Futuro da Saúde. Adaptado.
De acordo com as informações do texto, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) 65% dos brasileiros afirmam ter uma qualidade de sono regular.
( ) Poucas pessoas estão sujeitas a problemas de sono.
( ) Fatores como estilo de vida, rotina e contexto social afetam a qualidade do sono. 
Alternativas
Q4163683 Português

Adolescentes e redes sociais: pesquisa acende alerta sobre bullying digital contra meninas


    Na semana passada, o IBGE divulgou a maior pesquisa já feita sobre a saúde dos adolescentes brasileiros. A Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (Pense) entrevistou mais de 150 mil estudantes de 13 ....17 anos em escolas de todo o país.


    Os dados mostram que 43% das meninas relatam sofrimento emocional grave. Uma em cada quatro sente que ...... vida não vale ..... pena. A satisfação com o próprio corpo caiu pela terceira vez consecutiva: era 70% em 2015, passou a 66% em 2019 e chegou a 58% em 2024. Três medições, três quedas. Entre os meninos, os indicadores também preocupam. Mas entre as meninas, o que aparece não é preocupação, é emergência.


    Ao longo da série “O preço do vício em telas”, tenho falado sobre o que as telas fazem com o cérebro: o sono invadido, o vício reconhecido e não interrompido, o espelho incômodo dos adultos e os algoritmos que treinam a raiva. Tudo isso opera em qualquer pessoa conectada. Mas a Pense revela algo que ainda não tínhamos nomeado: o preço não é distribuído igualmente. As meninas sofrem mais bullying na escola (43% contra 37% dos meninos), mais cyberbullying (15% contra 10%), mais tristeza persistente e mais vontade de se machucar. Os mesmos algoritmos que alimentam a raiva, _ _ _ _ _ _ a vergonha, a comparação e a _ _ _ _ _ _ especialmente em meninas de até 14 anos, _ _ _ _ _ _ a um feed que reforça a sensação de nunca serem suficientes.


    No mesmo dia em que a Pense foi divulgada, um júri em Los Angeles condenou a Meta e o YouTube por negligência. Pela primeira vez, plataformas foram responsabilizadas judicialmente não pelo conteúdo que hospedam, mas pelo próprio design dos seus produtos. O caso envolvia uma jovem que começou a usar as redes na infância e chegou a passar 16 horas por dia conectada, desenvolvendo depressão e pensamentos suicidas. A defesa da Meta culpou o ambiente familiar da jovem, mas o júri não aceitou. A estratégia dos advogados da vítima foi a mesma usada contra a indústria do tabaco nos anos 90: não é que por acaso o produto leve a más consequências, mas que ele é projetado para viciar. Zuckerberg depôs pessoalmente pela primeira vez num tribunal. A Meta foi responsabilizada por 70% da indenização. A frase do advogado da jovem resume o que mudou: “o veredito de hoje é um recado de um júri para toda uma indústria.”.


    O Brasil não está parado. Em 17 de março, entrou em vigor o ECA Digital, a primeira lei das Américas a enfrentar diretamente o que o design viciante das plataformas faz a crianças e adolescentes: verificação de idade real para valer e fim da autodeclaração de “tenho 18 anos”; menores de 16 só com conta vinculada a responsável; proibição de mecanismos como rolagem infinita e reprodução automática para menores; multa de até 10% do faturamento. A lei existe e, agora, o desafio é outro: a pesquisa TIC Kids Online 2025 mostra que 92% das crianças e adolescentes brasileiros usam a internet e 85% têm perfil em pelo menos uma rede social. O problema que a lei enfrenta não é pequeno, é do tamanho de uma geração.


    Volto aos números que abriram esta coluna. 43% das meninas com sofrimento emocional. 25% que sentem que a vida não vale a pena. Esses números têm rostos, corpo e coração: são meninas e alunas de escolas em Porto Alegre, Recife ou Manaus, com o celular no bolso e um feed que ninguém fiscaliza. Em toda a série, tenho falado sobre consequências negativas do vício em telas. A Pense mostrou claramente sobre quem o peso recai com mais força. Saber disso e não agir também é uma escolha.


    Esta é a oitava coluna da série “O preço do vício em telas”. Te espero toda quinta-feira, aqui.

Texto Adaptado.

Leia o trecho abaixo:

Saber disso e não agir também é uma escolha.

Em relação ao termo também, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4163677 Português

Adolescentes e redes sociais: pesquisa acende alerta sobre bullying digital contra meninas


    Na semana passada, o IBGE divulgou a maior pesquisa já feita sobre a saúde dos adolescentes brasileiros. A Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (Pense) entrevistou mais de 150 mil estudantes de 13 ....17 anos em escolas de todo o país.


    Os dados mostram que 43% das meninas relatam sofrimento emocional grave. Uma em cada quatro sente que ...... vida não vale ..... pena. A satisfação com o próprio corpo caiu pela terceira vez consecutiva: era 70% em 2015, passou a 66% em 2019 e chegou a 58% em 2024. Três medições, três quedas. Entre os meninos, os indicadores também preocupam. Mas entre as meninas, o que aparece não é preocupação, é emergência.


    Ao longo da série “O preço do vício em telas”, tenho falado sobre o que as telas fazem com o cérebro: o sono invadido, o vício reconhecido e não interrompido, o espelho incômodo dos adultos e os algoritmos que treinam a raiva. Tudo isso opera em qualquer pessoa conectada. Mas a Pense revela algo que ainda não tínhamos nomeado: o preço não é distribuído igualmente. As meninas sofrem mais bullying na escola (43% contra 37% dos meninos), mais cyberbullying (15% contra 10%), mais tristeza persistente e mais vontade de se machucar. Os mesmos algoritmos que alimentam a raiva, _ _ _ _ _ _ a vergonha, a comparação e a _ _ _ _ _ _ especialmente em meninas de até 14 anos, _ _ _ _ _ _ a um feed que reforça a sensação de nunca serem suficientes.


    No mesmo dia em que a Pense foi divulgada, um júri em Los Angeles condenou a Meta e o YouTube por negligência. Pela primeira vez, plataformas foram responsabilizadas judicialmente não pelo conteúdo que hospedam, mas pelo próprio design dos seus produtos. O caso envolvia uma jovem que começou a usar as redes na infância e chegou a passar 16 horas por dia conectada, desenvolvendo depressão e pensamentos suicidas. A defesa da Meta culpou o ambiente familiar da jovem, mas o júri não aceitou. A estratégia dos advogados da vítima foi a mesma usada contra a indústria do tabaco nos anos 90: não é que por acaso o produto leve a más consequências, mas que ele é projetado para viciar. Zuckerberg depôs pessoalmente pela primeira vez num tribunal. A Meta foi responsabilizada por 70% da indenização. A frase do advogado da jovem resume o que mudou: “o veredito de hoje é um recado de um júri para toda uma indústria.”.


    O Brasil não está parado. Em 17 de março, entrou em vigor o ECA Digital, a primeira lei das Américas a enfrentar diretamente o que o design viciante das plataformas faz a crianças e adolescentes: verificação de idade real para valer e fim da autodeclaração de “tenho 18 anos”; menores de 16 só com conta vinculada a responsável; proibição de mecanismos como rolagem infinita e reprodução automática para menores; multa de até 10% do faturamento. A lei existe e, agora, o desafio é outro: a pesquisa TIC Kids Online 2025 mostra que 92% das crianças e adolescentes brasileiros usam a internet e 85% têm perfil em pelo menos uma rede social. O problema que a lei enfrenta não é pequeno, é do tamanho de uma geração.


    Volto aos números que abriram esta coluna. 43% das meninas com sofrimento emocional. 25% que sentem que a vida não vale a pena. Esses números têm rostos, corpo e coração: são meninas e alunas de escolas em Porto Alegre, Recife ou Manaus, com o celular no bolso e um feed que ninguém fiscaliza. Em toda a série, tenho falado sobre consequências negativas do vício em telas. A Pense mostrou claramente sobre quem o peso recai com mais força. Saber disso e não agir também é uma escolha.


    Esta é a oitava coluna da série “O preço do vício em telas”. Te espero toda quinta-feira, aqui.

Texto Adaptado.

Observe o período abaixo:

A frase do advogado da jovem resume o que mudou: "o veredito de hoje é um recado de um júri para toda uma indústria".

As aspas foram usadas para: 
Alternativas
Q4163675 Português

Adolescentes e redes sociais: pesquisa acende alerta sobre bullying digital contra meninas


    Na semana passada, o IBGE divulgou a maior pesquisa já feita sobre a saúde dos adolescentes brasileiros. A Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (Pense) entrevistou mais de 150 mil estudantes de 13 ....17 anos em escolas de todo o país.


    Os dados mostram que 43% das meninas relatam sofrimento emocional grave. Uma em cada quatro sente que ...... vida não vale ..... pena. A satisfação com o próprio corpo caiu pela terceira vez consecutiva: era 70% em 2015, passou a 66% em 2019 e chegou a 58% em 2024. Três medições, três quedas. Entre os meninos, os indicadores também preocupam. Mas entre as meninas, o que aparece não é preocupação, é emergência.


    Ao longo da série “O preço do vício em telas”, tenho falado sobre o que as telas fazem com o cérebro: o sono invadido, o vício reconhecido e não interrompido, o espelho incômodo dos adultos e os algoritmos que treinam a raiva. Tudo isso opera em qualquer pessoa conectada. Mas a Pense revela algo que ainda não tínhamos nomeado: o preço não é distribuído igualmente. As meninas sofrem mais bullying na escola (43% contra 37% dos meninos), mais cyberbullying (15% contra 10%), mais tristeza persistente e mais vontade de se machucar. Os mesmos algoritmos que alimentam a raiva, _ _ _ _ _ _ a vergonha, a comparação e a _ _ _ _ _ _ especialmente em meninas de até 14 anos, _ _ _ _ _ _ a um feed que reforça a sensação de nunca serem suficientes.


    No mesmo dia em que a Pense foi divulgada, um júri em Los Angeles condenou a Meta e o YouTube por negligência. Pela primeira vez, plataformas foram responsabilizadas judicialmente não pelo conteúdo que hospedam, mas pelo próprio design dos seus produtos. O caso envolvia uma jovem que começou a usar as redes na infância e chegou a passar 16 horas por dia conectada, desenvolvendo depressão e pensamentos suicidas. A defesa da Meta culpou o ambiente familiar da jovem, mas o júri não aceitou. A estratégia dos advogados da vítima foi a mesma usada contra a indústria do tabaco nos anos 90: não é que por acaso o produto leve a más consequências, mas que ele é projetado para viciar. Zuckerberg depôs pessoalmente pela primeira vez num tribunal. A Meta foi responsabilizada por 70% da indenização. A frase do advogado da jovem resume o que mudou: “o veredito de hoje é um recado de um júri para toda uma indústria.”.


    O Brasil não está parado. Em 17 de março, entrou em vigor o ECA Digital, a primeira lei das Américas a enfrentar diretamente o que o design viciante das plataformas faz a crianças e adolescentes: verificação de idade real para valer e fim da autodeclaração de “tenho 18 anos”; menores de 16 só com conta vinculada a responsável; proibição de mecanismos como rolagem infinita e reprodução automática para menores; multa de até 10% do faturamento. A lei existe e, agora, o desafio é outro: a pesquisa TIC Kids Online 2025 mostra que 92% das crianças e adolescentes brasileiros usam a internet e 85% têm perfil em pelo menos uma rede social. O problema que a lei enfrenta não é pequeno, é do tamanho de uma geração.


    Volto aos números que abriram esta coluna. 43% das meninas com sofrimento emocional. 25% que sentem que a vida não vale a pena. Esses números têm rostos, corpo e coração: são meninas e alunas de escolas em Porto Alegre, Recife ou Manaus, com o celular no bolso e um feed que ninguém fiscaliza. Em toda a série, tenho falado sobre consequências negativas do vício em telas. A Pense mostrou claramente sobre quem o peso recai com mais força. Saber disso e não agir também é uma escolha.


    Esta é a oitava coluna da série “O preço do vício em telas”. Te espero toda quinta-feira, aqui.

Texto Adaptado.

De acordo com o texto, analise as afirmações abaixo e assinale (V) para Verdadeiro e (F) para Falso.

( ) O texto afirma que a legislação brasileira proíbe menores de 18 anos de possuírem perfis em redes sociais.

( ) Segundo o texto, os indicadores relacionados aos meninos também causam preocupação, embora a situação das meninas seja apresentada como mais grave.

( ) A Pense entrevistou estudantes apenas de escolas localizadas nas capitais brasileiras.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q4163359 Português

Álcool aumenta risco de demência mesmo em pequenas doses, revela pesquisa

Um estudo publicado recentemente no periódico BMJ desafia a ideia de que doses moderadas de álcool poderiam proteger o cérebro. Ao combinar dados observacionais com análise genética de mais de 559 mil pessoas, os pesquisadores encontraram uma relação linear entre maior propensão ao alcoolismo e maior risco da doença — sem evidência de um nível seguro de consumo.

Após avaliar dados de dois grandes bancos de dados — o Million Veteran Program, dos Estados Unidos, e o Biobanco do Reino Unido —, os autores reuniram informações dos participantes com idades entre 56 e 72 anos. Diferentemente de estudos anteriores, baseados apenas em observação, o trabalho incorporou uma análise genética para investigar a predisposição tanto ao alcoolismo quanto à demência.

Os resultados indicam uma associação linear: quanto maior for a propensão ao consumo problemático de álcool, maior o risco de demência. Na prática, um aumento de duas vezes no risco de alcoolismo esteve ligado a uma elevação de 16% na probabilidade da doença neurodegenerativa. Esse achado contrasta com pesquisas anteriores que apontavam uma curva em “U”, na qual tanto abstêmios quanto grandes consumidores apresentariam maior risco, enquanto níveis moderados estariam associados a um possível efeito protetor.

“Sabe-se que o álcool é tóxico ao sistema nervoso central”, pontua o neurologista Augusto Penalva de Oliveira, do Einstein Hospital Israelita. E o estudo reforça o papel da vulnerabilidade individual. “Quem tinha tendência à bebida e à demência teve esse risco amplificado ao beber”, observa. No entanto, há ressalvas quanto à metodologia, como a falta de diversidade genética da amostra.

De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), não existe nível de ingestão alcoólica completamente seguro. A substância está associada a mais de 200 doenças, e o risco varia conforme fatores como quantidade ingerida, frequência, idade, sexo, condições de saúde e contexto de consumo.


Fonte: CNN Brasil. Adaptado.

Considerando as figuras de linguagem, assinalar a alternativa em que há um pleonasmo.
Alternativas
Q4162383 Português
Múmia egípcia desenterrada com texto literário no abdômen é encontrada

    Arqueólogos que trabalham na antiga cidade de Oxirrinco, no Egito, desenterraram uma múmia com uma passagem da "Ilíada" de Homero presa ao abdômen, descoberta inédita.
    Embora outras múmias na região tenham sido encontradas com pacotes lacrados contendo papiros com o que parecem ser fórmulas ritualísticas, aplicadas como parte do processo de embalsamento, esta é a primeira vez que um texto literário foi encontrado, disse Ignasi-Xavier Adiego, filólogo clássico da Universidade de Barcelona, na Espanha, à CNN.
    A múmia foi encontrada na atual cidade egípcia de Al Bahnasa, a cerca de 200 quilômetros (124 milhas) ao sul da capital Cairo, e tem aproximadamente 1.600 anos, sendo da época romana, de acordo com um comunicado da Universidade de Barcelona.
    Embora o papiro esteja fragmentado e em mau estado de conservação, a equipe conseguiu determinar que o texto faz parte do catálogo de navios do Livro II do poema épico grego, afirmou Adiego. “Não tivemos a oportunidade de estudá-lo usando métodos de alta tecnologia, como raios X, que poderiam nos permitir lê-lo melhor”, disse ele. “Fizemos tudo o que podíamos sem destruir o papiro.” Consequentemente, a pesquisa sobre o papiro encontra-se em fase preliminar, explicou Adiego, havendo ainda questões importantes a serem respondidas.
    Neste momento, pouco se sabe sobre o papel do papiro no processo de embalsamamento, acrescentou, embora uma possível explicação seja que ele funcionava como uma espécie de assinatura do embalsamador que mumificou o corpo.
    A descoberta do que parecem ser instruções rituais escritas em outros papiros levou alguns a teorizar que eles tinham algum tipo de função protetora, disse Adiego. “A ideia de que um papiro contendo um texto literário pudesse ter cumprido essa mesma função é muito mais estranha”, acrescentou. “Até o momento, não conseguimos interpretar o motivo da existência desse papiro literário”, disse Adiego.
Fonte: CNN Brasil. Adaptado.
Em conformidade com o texto, é CORRETO afirmar que “embalsamento” é: 
Alternativas
Q4162300 Português
Assinalar a alternativa que identifica CORRETAMENTE a figura de linguagem presente no trava-língua “O rato roeu a roupa do rei de Roma.”. 
Alternativas
Q4162294 Português
Álcool aumenta risco de demência mesmo em pequenas doses, revela pesquisa

    Um estudo publicado recentemente no periódico BMJ desafia a ideia de que doses moderadas de álcool poderiam proteger o cérebro. Ao combinar dados observacionais com análise genética de mais de 559 mil pessoas, os pesquisadores encontraram uma relação linear entre maior propensão ao alcoolismo e maior risco da doença — sem evidência de um nível seguro de consumo.
    Após avaliar dados de dois grandes bancos de dados — o Million Veteran Program, dos Estados Unidos, e o Biobanco do Reino Unido —, os autores reuniram informações dos participantes com idades entre 56 e 72 anos. Diferentemente de estudos anteriores, baseados apenas em observação, o trabalho incorporou uma análise genética para investigar a predisposição tanto ao alcoolismo quanto à demência.
    Os resultados indicam uma associação linear: quanto maior for a propensão ao consumo problemático de álcool, maior o risco de demência. Na prática, um aumento de duas vezes no risco de alcoolismo esteve ligado a uma elevação de 16% na probabilidade da doença neurodegenerativa. Esse achado contrasta com pesquisas anteriores que apontavam uma curva em “U”, na qual tanto abstêmios quanto grandes consumidores apresentariam maior risco, enquanto níveis moderados estariam associados a um possível efeito protetor.
    “Sabe-se que o álcool é tóxico ao sistema nervoso central”, pontua o neurologista Augusto Penalva de Oliveira, do Einstein Hospital Israelita. E o estudo reforça o papel da vulnerabilidade individual. “Quem tinha tendência à bebida e à demência teve esse risco amplificado ao beber”, observa. No entanto, há ressalvas quanto à metodologia, como a falta de diversidade genética da amostra.
    De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), não existe nível de ingestão alcoólica completamente seguro. A substância está associada a mais de 200 doenças, e o risco varia conforme fatores como quantidade ingerida, frequência, idade, sexo, condições de saúde e contexto de consumo.
Fonte: CNN Brasil. Adaptado.
No trecho “[...] o trabalho incorporou uma análise genética [...]” (2º parágrafo), a palavra “incorporou” poderia ser substituída, nesse contexto, por: 
Alternativas
Q4162291 Português
Álcool aumenta risco de demência mesmo em pequenas doses, revela pesquisa

    Um estudo publicado recentemente no periódico BMJ desafia a ideia de que doses moderadas de álcool poderiam proteger o cérebro. Ao combinar dados observacionais com análise genética de mais de 559 mil pessoas, os pesquisadores encontraram uma relação linear entre maior propensão ao alcoolismo e maior risco da doença — sem evidência de um nível seguro de consumo.
    Após avaliar dados de dois grandes bancos de dados — o Million Veteran Program, dos Estados Unidos, e o Biobanco do Reino Unido —, os autores reuniram informações dos participantes com idades entre 56 e 72 anos. Diferentemente de estudos anteriores, baseados apenas em observação, o trabalho incorporou uma análise genética para investigar a predisposição tanto ao alcoolismo quanto à demência.
    Os resultados indicam uma associação linear: quanto maior for a propensão ao consumo problemático de álcool, maior o risco de demência. Na prática, um aumento de duas vezes no risco de alcoolismo esteve ligado a uma elevação de 16% na probabilidade da doença neurodegenerativa. Esse achado contrasta com pesquisas anteriores que apontavam uma curva em “U”, na qual tanto abstêmios quanto grandes consumidores apresentariam maior risco, enquanto níveis moderados estariam associados a um possível efeito protetor.
    “Sabe-se que o álcool é tóxico ao sistema nervoso central”, pontua o neurologista Augusto Penalva de Oliveira, do Einstein Hospital Israelita. E o estudo reforça o papel da vulnerabilidade individual. “Quem tinha tendência à bebida e à demência teve esse risco amplificado ao beber”, observa. No entanto, há ressalvas quanto à metodologia, como a falta de diversidade genética da amostra.
    De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), não existe nível de ingestão alcoólica completamente seguro. A substância está associada a mais de 200 doenças, e o risco varia conforme fatores como quantidade ingerida, frequência, idade, sexo, condições de saúde e contexto de consumo.
Fonte: CNN Brasil. Adaptado.
No 5º parágrafo do texto, há o uso de parênteses. Sobre os parênteses, nesse contexto, analisar os itens.
I. Poderiam ser substituídos por vírgulas sem alterar a fluidez da frase.
II. Poderiam ser substituídos por pontos finais sem alterar a fluidez da frase.
III. Não poderiam ser substituídos por travessões.
Está CORRETO o que se afirma: 
Alternativas
Q4162173 Português

Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.



Alta demanda faz SUS ampliar teleatendimento a jogadores compulsivos



    O Ministério da Saúde pretende ampliar, ainda este ano, os atendimentos por telefone e por videochamadas para pessoas com problemas relacionados à dependência em jogos de apostas. O serviço com foco em jogo de apostas foi inaugurado em março de 2026, em parceria com o Hospital Sírio-Libanês. Após três meses, a iniciativa já tem 6.91 2 usuários cadastrados.

    A atual estrategia de teleatendimento será reforçada por meio da Agência Brasileira de Apoio à Gestão do Sistema Unico de Saúde (AgSUS), encarregada de contratar empresas especializadas e, assim, ampliar a assistência gratuita a jogadores compulsivos. A ampliação do teleatendimento exigirá cerca de R$ 70 milhões em investimentos até o fim deste ano e integra o plano de ações de prevenção, qualificação profissional e ampliação do acesso populacional aos serviços da Rede de Atenção Psicossocial (Raps) que o ministério implementou este ano, para incrementar a assistência a pessoas com problemas relacionados a jogos de apostas.

    A pasta também vai aplicar R$ 6 milhões para custear a realização de uma pesquisa nacional inédita para entender como os jogos e apostas afetam a saúde dos brasileiros. O objetivo é descobrir quem são os grupos mais prejudicados e quais são os principais riscos da prática. Com as informações, o governo terá melhores condições de implementar ações e políticas públicas de atendimento e prevenção no SUS.

    Parte dos recursos necessários para a execução do plano virá dos R$ 45,7 milhões (em valores não corrigidos) que a pasta recebeu em2025, a título de destinação social das bets. O total repassado ao Ministério da Saúde no ano passado corresponde a 1%o do produto da Arrecadação de tributos pagos pelas empresas de apostas e por apostadores.

    Atualmente, para acessar o serviço de teleatendimento em saúde mental do SUS, o interessado deve se cadastrar por meio do aplicativo Meu SUS Digital. Depois, para usar o serviço, é preciso baixar o aplicativo, disponível gratuitamente nas lojas Android, iOS ou na versão web, e criar uma conta Gov.br ou usar a já cadastrada. O Meu SUS Digital também oferece conteúdos informativos sobre sinais de alerta, prevenção e impacto dos jogos na saúde mental.



Fonte: https.//agenciabrasil.ebc.com.br/saude/ noticia/2026-06/ alta-demanda-faz-sus-ampliar-teleatendimento-jogadores-compulsivos (adaptado)

No segundo parágrafo, ...contratar empresas especializadas e, assim, ampliar a assistência gratuita, a palavra sublinhada funciona como um operador de coesão textual. No contexto, o valor logico-semântico estabelecido por esse termo é de:
Alternativas
Q4162171 Português

Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.



Alta demanda faz SUS ampliar teleatendimento a jogadores compulsivos



    O Ministério da Saúde pretende ampliar, ainda este ano, os atendimentos por telefone e por videochamadas para pessoas com problemas relacionados à dependência em jogos de apostas. O serviço com foco em jogo de apostas foi inaugurado em março de 2026, em parceria com o Hospital Sírio-Libanês. Após três meses, a iniciativa já tem 6.91 2 usuários cadastrados.

    A atual estrategia de teleatendimento será reforçada por meio da Agência Brasileira de Apoio à Gestão do Sistema Unico de Saúde (AgSUS), encarregada de contratar empresas especializadas e, assim, ampliar a assistência gratuita a jogadores compulsivos. A ampliação do teleatendimento exigirá cerca de R$ 70 milhões em investimentos até o fim deste ano e integra o plano de ações de prevenção, qualificação profissional e ampliação do acesso populacional aos serviços da Rede de Atenção Psicossocial (Raps) que o ministério implementou este ano, para incrementar a assistência a pessoas com problemas relacionados a jogos de apostas.

    A pasta também vai aplicar R$ 6 milhões para custear a realização de uma pesquisa nacional inédita para entender como os jogos e apostas afetam a saúde dos brasileiros. O objetivo é descobrir quem são os grupos mais prejudicados e quais são os principais riscos da prática. Com as informações, o governo terá melhores condições de implementar ações e políticas públicas de atendimento e prevenção no SUS.

    Parte dos recursos necessários para a execução do plano virá dos R$ 45,7 milhões (em valores não corrigidos) que a pasta recebeu em2025, a título de destinação social das bets. O total repassado ao Ministério da Saúde no ano passado corresponde a 1%o do produto da Arrecadação de tributos pagos pelas empresas de apostas e por apostadores.

    Atualmente, para acessar o serviço de teleatendimento em saúde mental do SUS, o interessado deve se cadastrar por meio do aplicativo Meu SUS Digital. Depois, para usar o serviço, é preciso baixar o aplicativo, disponível gratuitamente nas lojas Android, iOS ou na versão web, e criar uma conta Gov.br ou usar a já cadastrada. O Meu SUS Digital também oferece conteúdos informativos sobre sinais de alerta, prevenção e impacto dos jogos na saúde mental.



Fonte: https.//agenciabrasil.ebc.com.br/saude/ noticia/2026-06/ alta-demanda-faz-sus-ampliar-teleatendimento-jogadores-compulsivos (adaptado)

O trecho A pasta também vai aplicar R$ 6 milhões para custear a realização de uma pesquisa nacional inédita para entender como os jogos e apostas afetam a saúde dos brasileiros carrega uma informação implícita. Diante disso, assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE o pressuposto desse segmento textual.
Alternativas
Q4162155 Português
Analise o texto a seguir:

Dever-se-á, facultativamente, levar em consideração a realidade local e as especificidades da cultura dos povos indígenas e o modelo a ser adotado para a atenção à saúde indígena, que se deve pautar por uma abordagem diferenciada e global, contemplando os aspectos de assistência à saúde, saneamento básico, nutrição, habitação, meio ambiente, demarcação de terras, educação sanitária e integração institucional.

Acerca do texto, pode-se afirmar que ele está:
Alternativas
Q4162095 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


InfoGripe: cresce número de hospitalizações por VSR e gripe


    O número de hospitalizações por vírus sincicial respiratório (VSR) aumentou no Brasil e, em algumas regiões do país, também houve mais internações por gripe causada pelos vírus influenza A e B. Os dados estão no Infogripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado nesta quinta-feira (11).

    A análise é referente à Semana Epidemiológica 22, período de 31 de maio a 6 de junho, período em que a queda das temperaturas pode impulsionar a disseminação dos vírus respiratórios em locais fechados e aglomerados.

    O estudo verificou que 11 das 27 unidades federativas apresentam incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em nível de alerta, risco ou alto risco nas últimas duas semanas, com indícios de crescimento também na tendência de longo prazo, que considera as últimas seis semanas. São elas: Acre, Alagoas, Amapá, Paraná, Pará, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina, Sergipe e São Paulo.

    O InfoGripe destaca também que as demais 16 unidades da Federação apresentam indícios de interrupção do crescimento ou queda do número de casos de SRAG na tendência de longo prazo. Mas 12 delas ainda registram incidência em níveis de alerta, risco ou alto risco: Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba e Rio de Janeiro.

    Em 2026, já foram registrados 3.591 óbitos de SRAG. Para a pesquisadora Tatiana Portella, do Boletim InfoGripe e do Programa de Computação Científica da Fiocruz, é importante que a população tome alguns cuidados, como lavar sempre as mãos, usar máscaras dentro de unidades de saúde e em ambientes aglomerados com pouca circulação de ar.

    Segundo ela, também é importante fazer isolamento em caso de sintomas de gripe ou resfriado, para evitar transmitir o vírus para outras pessoas. Se não for possível fazer o isolamento, a recomendação é que a pessoa saia de casa usando uma boa máscara como a N95 ou PFF2.

    "E o mais importante: é fundamental que as pessoas dos grupos prioritários e elegíveis tomem a vacina contra a influenza e o VSR, para diminuírem as chances de desenvolverem a forma mais grave da doença ou irem a óbito, caso se infectem por esses vírus", diz Tatiana.

    Os dados de resultados laboratoriais por faixa etária mostram que a alta de SRAG em crianças de até 4 anos de idade tem sido impulsionada principalmente pelo VSR, enquanto o rinovírus tem predominado entre crianças e adolescentes de 5 a 14 anos.

    Nas últimas semanas, também tem sido observado um predomínio de casos de SRAG associados à influenza A entre jovens, adultos e idosos. A influenza B vem apresentando aumento, especialmente nas faixas etárias de 5 a 14 anos e de 15 a 49 anos.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026- 06/infogripe-cresce-numero-de-hospitalizacoes-por-vsr-e-gripe (adaptado)
Em impulsionada principalmente pelo VSR, enquanto o rinovírus tem predominado entre crianças e adolescentes de 5 a 14 anos, o conectivo sublinhado cumpre a função de estabelecer:
Alternativas
Respostas
821: B
822: C
823: C
824: D
825: D
826: A
827: B
828: B
829: E
830: B
831: B
832: B
833: C
834: B
835: A
836: A
837: B
838: B
839: B
840: E