Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
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A partir do contexto descrito no enunciado desta questão, marque a única alternativa correta:
I. A literatura infantil é essencial para o desenvolvimento das crianças, oferecendo não apenas entretenimento como também lições sobre valores e comportamentos.
II. Seus principais objetivos incluem o entretenimento, educação, desenvolvimento emocional, estímulo à imaginação e construção do senso crítico.
III. Os gêneros da literatura infantil abrangem fábulas, contos de fadas, contos de mistério, lendas, poesia, fantasia, histórias de aventura, histórias de animais e biografias adaptadas.
IV. Lobato é o pai da literatura infantil brasileira, enquanto autoras como Ruth Rocha, Ana Maria Machado e Lygia Bojunga contribuíram com obras que marcaram o gênero no Brasil.
Marque a alternativa correta:
A parir deste contexto, marque a única alternativa correta:
I – O verso inicial do poema: “Até quando terás esta doçura ”questiona sobre a duração de uma sensibilidade especial, que permite sentir intensamente a vida.
II – O poema mistura amor, sofrimento e uma força de estar segura e insegura ao mesmo tempo. É uma força que paradoxalmente convive com a insegurança.
III – Pode-se afirmar que o poema apresenta uma reflexão sobre a complexidade da alma humana e a natureza transitória dos sentimentos.
Sobre as afirmativas, marque a alternativa correta:
Leia o excerto a seguir, analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
"A ética, para ser plenamente humana, precisa incorporar a compaixão. Há muito sofrimento na história, sangue demasiado em nossos caminhos e interminável solidão de milhões e milhões de pessoas, carregando sozinhas, em seu coração, a cruz da injustiça, da incompreensão e da amargura. O ethos que se compadece quer incluir a todos esses no 'ethos' planetário, vale dizer, na Casa Comum na qual há acolhida e as lágrimas podem ser choradas sem vergonha ou enxugadas carinhosamente."
Leonardo Boff
(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/colunista/leonardo-boff/2025/07/29/a-re levancia-da-compaixao-na-situacao-atual/. Acesso em: 18 out. 2025. Adaptado.)
(__) A partir da leitura do excerto, é possível afirmar que uma ética plenamente humana não ignora o sofrimento, as dificuldades e as exclusões de outras pessoas; antes, acolhe e integra essas pessoas.
(__) Considerando que "na Casa Comum" é uma explicação do termo "ethos planetário", a expressão "vale dizer", pode ser substituída por "isto é", mantendo a coesão e o sentido pretendidos pelo autor.
(__) O trecho "para ser plenamente humana" é uma oração subordinada adverbial, exercendo a função de adjunto adverbial e modificando a oração principal. Nesse contexto, ela expressa a ideia de finalidade, de propósito. Ela está entre vírgulas porque está deslocada da ordem direta da oração.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Brasil lidera a desinformação antivacina na América Latina, aponta estudo
Desinformações sobre vacinas cresceram mais de 600 vezes durante a pandemia, segundo o levantamento.
O Brasil concentra 40% de todo o conteúdo antivacina do continente latino-americano . É o que aponta o estudo "Anti-vaccine Disinformation in Latin America and the Caribbean" (Desinformação antivacina na América Latina e no Caribe), que mapeou, pela primeira vez, 81 milhões de mensagens publicadas em 1.785 comunidades de teorias da conspiração no Telegram, distribuídas por 18 países, entre 2016 e 2025. O levantamento é coordenado por pesquisadores da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
O estudo identificou 175 supostos danos atribuídos às vacinas e 80 falsos "antídotos" vendidos como "detox" para neutralizar seus efeitos. Segundo alerta dos pesquisadores, a desinformação se consolidou como mercado lucrativo e ameaça à saúde pública.
"A desinformação não é acaso, é um projeto daqueles que lucram com isso. Ela se organiza, se financia e se adapta porque há interesses por trás. O que o estudo mostra é que o antivacinismo virou um sistema de medo e lucro que mina a confiança social e fragiliza políticas públicas de saúde", explica Ergon Cugler, pesquisador do DesinfoPop/FGV e coordenador do estudo. [...]
"O Brasil virou o epicentro latino-americano da desinformação antivacina. Isso não acontece por acaso: temos um ambiente digital que ainda engatinha no debate da regulação, plataformas que lucram com o engajamento do medo e desafios estruturais que permitem que o discurso conspiratório floresça", diz Ergon Cugler.
[...]
A pesquisa mapeou os 175 principais supostos danos causados pelas vacinas, divulgados nos grupos de desinformação. As alegações falsas mais comuns vão de morte súbita e alteração do DNA a envenenamento e câncer, seguidas por boatos sobre coágulos, infertilidade e problemas cardíacos.
[...] O estudo também identificou 80 falsos antídotos para supostamente "desfazer" vacinas. Os mais difundidos são o aterramento − ficar descalço no solo − (2,2%), que afirma "limpar energias do corpo"; o dióxido de cloro (1,5%), vendido como "solução milagrosa mineral" mas altamente tóxico; e produtos como alho, ivermectina e zeólita. [...]
"O antivacinismo é mais do que um discurso: é um mercado que transforma pânico em produto. Enfrentar isso exige ação coordenada entre governo, imprensa, plataformas e sociedade. Combater a desinformação é uma questão de soberania informacional e de saúde pública", conclui Ergon Cugler.
(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/brasil-lidera-a-desinformacao-antivacina/. Acesso em: 20 out. 2025. Adaptado.)
As sentenças a seguir indicam trechos destacados do texto. Analise-as tendo o texto como referência e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__) No trecho O estudo identificou 175 supostos danos atribuídos às vacinas e 80 falsos "antídotos" vendidos como "detox" para neutralizar seus efeitos (2º parágrafo), os numerais 175 e 80 têm a função de possibilitar a progressão do texto, uma vez que têm como referência os dados do estudo indicados no parágrafo anterior, retomando esses dados ao especificar dois aspectos da pesquisa: (175) supostos danos atribuídos às vacinas e (80) falsos "antídotos".
(__) No trecho A desinformação não é acaso, é um projeto daqueles que lucram com isso. Ela se organiza, se financia e se adapta porque há interesses por trás (3º parágrafo), tanto o pronome demonstrativo "isso" quanto o pronome pessoal "ela" retomam "a desinformação", evitando repetições desnecessárias e estabelecendo a coesão referencial.
(__) Nos trechos A pesquisa mapeou os 175 principais supostos danos causados pelas vacinas, divulgados nos grupos de desinformação (5º parágrafo) e O estudo também identificou 80 falsos antídotos para supostamente "desfazer" vacinas (6º parágrafo), há dois períodos que exercem duas importantes funções no texto: retomar uma ideia apresentada no início do texto, possibilitando ao leitor localizá-la, ou seja, há uma progressão referencial; e introduzir ideias novas, possibilitando o desenvolvimento do que foi apresentado no 2º parágrafo. Nesse caso, os verbos "mapeou" e "identificou" indicam essas ideias novas e são desenvolvidos na sequência.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Cujas palavras sumarentas escorram
Como a polpa de um fruto maduro em tua boca,
Um poema que te mate de amor
Antes mesmo que tu saibas o misterioso sentido:
Basta provares o seu gosto...”
(Mário Quintana)
Na estrofe acima, o autor defende a ideia de um poema ideal, em que:
Assinale a alternativa cujos elementos preenchem corretamente as lacunas acima, de acordo com o pensamento de Freire.
A linguagem
na ponta da língua,
tão fácil de falar
e de entender.
A linguagem
na superfície estrelada de letras,
sabe lá o que ela quer dizer? (...)
(Carlos Drummond de Andrade)
As estrofes acima retratam:
A definição acima se aplica corretamente a:
Disponível em <https://brainly.com.br/tarefa/56372911>. Na charge acima, a expressão “produtora de biografias orais não autorizadas”, por substituir “fofoqueira”, é caracterizada pela figura de linguagem conhecida como:
Leia o texto a seguir para responder à questão abaixo:
Serão os livros escritos por inteligência artificial o futuro do mercado editorial?
A literatura mudou muito ao longo dos anos em todos os aspectos. Com uma variada gama de autores e estilos literários, dos grandes livros aos e-books, a literatura evolui à medida que a tecnologia continua a se desenvolver. Nos últimos anos, houve um aumento significativo no uso da inteligência artificial (IA) para gerar conteúdo escrito, incluindo livros. Os algoritmos sofisticados e as técnicas de processamento de linguagem natural das IAs são capazes de analisar grandes quantidades de dados, gerar novas ideias e produzir conteúdo escrito com grande qualidade.
Apesar de toda essa facilidade e possibilidade que a IA tem de revolucionar o mercado editorial, ao mesmo tempo, também cria uma preocupação do tamanho do seu impacto e na iminente substituição dos autores humanos. Será possível que as máquinas substituam a criatividade e a autenticidade que nós, seres vivos, temos?
Recentemente um livro escrito 100% por inteligência artificial gerou um burburinho nas redes e no mercado. O americano Ammar Reshi escreveu seu próprio livro infantil em apenas 72 horas, usando ferramentas como o ChatGPT para texto e o Midjourney para as imagens. Como esperado, ele foi bombardeado de críticas após a publicação do livro, que gerou debates ligados aos direitos autorais e liberdade de expressão, já que a IA utiliza informações e exemplos já existentes na rede para gerar um novo conteúdo. Ou seja, a criação não é algo totalmente original.
A IA pode até escrever capítulos mais rápido do que um humano, mas nada substitui a emoção que um autor coloca em suas palavras. A escrita com IA não tem a profundidade emocional e as perspectivas únicas que vêm da experiência humana. É sempre bom lembrar que a escrita envolve mais do que apenas colocar palavras em uma página; também envolve as nuances da experiência humana, a capacidade de se conectar com os leitores em um nível pessoal e a paixão e dedicação que levam os escritores a criar suas histórias. (...)
SAAD, Betinho. Serão os livros escritos por inteligência
artificial o futuro do mercado editorial? Publishnews. 05
abr. 2023. Disponível em
https://www.publishnews.com.br/materias/2023/04/05/s
Leia o texto a seguir para responder à questão abaixo:
Serão os livros escritos por inteligência artificial o futuro do mercado editorial?
A literatura mudou muito ao longo dos anos em todos os aspectos. Com uma variada gama de autores e estilos literários, dos grandes livros aos e-books, a literatura evolui à medida que a tecnologia continua a se desenvolver. Nos últimos anos, houve um aumento significativo no uso da inteligência artificial (IA) para gerar conteúdo escrito, incluindo livros. Os algoritmos sofisticados e as técnicas de processamento de linguagem natural das IAs são capazes de analisar grandes quantidades de dados, gerar novas ideias e produzir conteúdo escrito com grande qualidade.
Apesar de toda essa facilidade e possibilidade que a IA tem de revolucionar o mercado editorial, ao mesmo tempo, também cria uma preocupação do tamanho do seu impacto e na iminente substituição dos autores humanos. Será possível que as máquinas substituam a criatividade e a autenticidade que nós, seres vivos, temos?
Recentemente um livro escrito 100% por inteligência artificial gerou um burburinho nas redes e no mercado. O americano Ammar Reshi escreveu seu próprio livro infantil em apenas 72 horas, usando ferramentas como o ChatGPT para texto e o Midjourney para as imagens. Como esperado, ele foi bombardeado de críticas após a publicação do livro, que gerou debates ligados aos direitos autorais e liberdade de expressão, já que a IA utiliza informações e exemplos já existentes na rede para gerar um novo conteúdo. Ou seja, a criação não é algo totalmente original.
A IA pode até escrever capítulos mais rápido do que um humano, mas nada substitui a emoção que um autor coloca em suas palavras. A escrita com IA não tem a profundidade emocional e as perspectivas únicas que vêm da experiência humana. É sempre bom lembrar que a escrita envolve mais do que apenas colocar palavras em uma página; também envolve as nuances da experiência humana, a capacidade de se conectar com os leitores em um nível pessoal e a paixão e dedicação que levam os escritores a criar suas histórias. (...)
SAAD, Betinho. Serão os livros escritos por inteligência
artificial o futuro do mercado editorial? Publishnews. 05
abr. 2023. Disponível em
https://www.publishnews.com.br/materias/2023/04/05/s
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Leia o texto a seguir para responder à questão abaixo:
Serão os livros escritos por inteligência artificial o futuro do mercado editorial?
A literatura mudou muito ao longo dos anos em todos os aspectos. Com uma variada gama de autores e estilos literários, dos grandes livros aos e-books, a literatura evolui à medida que a tecnologia continua a se desenvolver. Nos últimos anos, houve um aumento significativo no uso da inteligência artificial (IA) para gerar conteúdo escrito, incluindo livros. Os algoritmos sofisticados e as técnicas de processamento de linguagem natural das IAs são capazes de analisar grandes quantidades de dados, gerar novas ideias e produzir conteúdo escrito com grande qualidade.
Apesar de toda essa facilidade e possibilidade que a IA tem de revolucionar o mercado editorial, ao mesmo tempo, também cria uma preocupação do tamanho do seu impacto e na iminente substituição dos autores humanos. Será possível que as máquinas substituam a criatividade e a autenticidade que nós, seres vivos, temos?
Recentemente um livro escrito 100% por inteligência artificial gerou um burburinho nas redes e no mercado. O americano Ammar Reshi escreveu seu próprio livro infantil em apenas 72 horas, usando ferramentas como o ChatGPT para texto e o Midjourney para as imagens. Como esperado, ele foi bombardeado de críticas após a publicação do livro, que gerou debates ligados aos direitos autorais e liberdade de expressão, já que a IA utiliza informações e exemplos já existentes na rede para gerar um novo conteúdo. Ou seja, a criação não é algo totalmente original.
A IA pode até escrever capítulos mais rápido do que um humano, mas nada substitui a emoção que um autor coloca em suas palavras. A escrita com IA não tem a profundidade emocional e as perspectivas únicas que vêm da experiência humana. É sempre bom lembrar que a escrita envolve mais do que apenas colocar palavras em uma página; também envolve as nuances da experiência humana, a capacidade de se conectar com os leitores em um nível pessoal e a paixão e dedicação que levam os escritores a criar suas histórias. (...)
SAAD, Betinho. Serão os livros escritos por inteligência
artificial o futuro do mercado editorial? Publishnews. 05
abr. 2023. Disponível em
https://www.publishnews.com.br/materias/2023/04/05/s
Uma nova abordagem didático-metodológica deve ser vivenciada, tendo como objetivo a construção da __________ social, política e econômica.
A finalidade da área de Linguagens é possibilitar aos estudantes participar de práticas de linguagem diversificadas, que lhes permitam ampliar suas capacidades expressivas em manifestações artísticas, corporais e ________, como também seus conhecimentos sobre essas linguagens, em continuidade às experiências vividas na Educação Infantil.