Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
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Leia o texto abaixo:
Onde trabalhar.
O perito tem quatro possibilidades de emprego:
• ser contratado por uma empresa de consultoria, que é chamada quando pinta um problema em outra empresa;
• ser perito da Polícia Federal ou Estadual, que mantém seu próprio corpo de especialistas; • ser autônomo e ser convocado pelo juiz de um tribunal ou por alguma pessoa ou empresa para trabalhar num caso específico;
• trabalhar em uma empresa para fazer segurança virtual preventiva. Ou seja, proteger os sistemas antes de serem atacados por hackers.
Mundo Estranho, São Paulo: Abril, ed.48, fev. 2006, p. 22.
No Texto, há uma palavra representativa de linguagem coloquial em:
Leia o texto abaixo:
Educação ambiental: uma alternativa?
A educação ambiental é uma alternativa que parece não ter efeito. Isso acontece porque muita gente entende educação ambiental como verdismo, simplesmente passear em parques, visitar animais, promover e/ou participar de campanhas de separação de lixo. Mas isso é muito superficial. Isso é uma forma de separar a natureza em sua dimensão natural da sua dimensão interna. É como separar o mundo externo do mundo da sua própria casa, ou da instituição da escola. Então, educação ambiental é ressensibilização, tomada de consciência existencial, de como podem ser criados modos de ser, modos de vida, onde o cultivo das emoções positivas, dos valores, da vida simples, do que a nossa tradição herdou.
Essas tradições eram sustentáveis em termos de alimentação, de medicação natural. Por exemplo, o que os índios nos legaram. Só que tomamos um rumo chamado progresso que nos levou a essa situação de crise.
Disponível em: Acesso em: 22 dez. 2011. Fragmento.
Qual é o trecho que apresenta a informação principal desse texto?
Leia o texto abaixo:
POLUIÇÃO DA ÁGUA
O papel de chiclete jogado ali, a garrafa de plástico aqui, a lata de refrigerante acolá. No primeiro temporal, as chuvas levam esse lixo para bueiros e depois para algum rio que atravessa a cidade. Quem não viu um monte dessas coisas flutuando na água?
Mas essa é a poluição que enxergamos. A que não vemos é causada pelo esgoto das residências, que lança nos rios, além de dejetos, restos de comida e um tipo de bactéria que deles se alimenta: são as chamadas bactérias aeróbicas, que consomem oxigênio e acabam com a vida aquática, além de causarem problemas de saúde se ingeridas.
Outro problema são as indústrias localizadas nas margens dos rios e lagos. Só recentemente foram criadas leis para obrigá-las a tratar o esgoto industrial, a fim de diminuir a quantidade de poluentes químicos que elas despejam nas águas e que foram responsáveis pela “morte de muitos rios e lagos de todo o mundo”.
(Poluição Ambiental – Revista da Lição de Casa. In: O Estado de S. Paulo, encarte 5, p. 4-5 – adaptado).
Leia o texto abaixo:
POLUIÇÃO DA ÁGUA
O papel de chiclete jogado ali, a garrafa de plástico aqui, a lata de refrigerante acolá. No primeiro temporal, as chuvas levam esse lixo para bueiros e depois para algum rio que atravessa a cidade. Quem não viu um monte dessas coisas flutuando na água?
Mas essa é a poluição que enxergamos. A que não vemos é causada pelo esgoto das residências, que lança nos rios, além de dejetos, restos de comida e um tipo de bactéria que deles se alimenta: são as chamadas bactérias aeróbicas, que consomem oxigênio e acabam com a vida aquática, além de causarem problemas de saúde se ingeridas.
Outro problema são as indústrias localizadas nas margens dos rios e lagos. Só recentemente foram criadas leis para obrigá-las a tratar o esgoto industrial, a fim de diminuir a quantidade de poluentes químicos que elas despejam nas águas e que foram responsáveis pela “morte de muitos rios e lagos de todo o mundo”.
(Poluição Ambiental – Revista da Lição de Casa. In: O Estado de S. Paulo, encarte 5, p. 4-5 – adaptado).
“Entre o sagrado e o profano”.
I. As duas palavras ocorrem como substantivos e são antônimas entre si.
II. Um sinônimo possível de “sagrado” é “divino” e de “profano” é “mundano”.
III. Os verbos relacionados às palavras são respectivamente “sacralizar” e “profanar” e ambos apresentam o mesmo radical que elas.
Quais estão corretas?
“que o país inteiro se espraia entre Santos e Souzas”.
Analise as seguintes asserções e a relação proposta entre elas sobre o texto anterior e a figura abaixo:

I. A imagem mostra uma representação literal de um dos sobrenomes abordados pelo texto, relacionando-o à sua origem.
POIS
II. Ela mostra a árvore que deu origem ao referido sobrenome transformada em uma mulher, o que é o fato que motivou que tais pessoas fossem assim nomeadas.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
'Marcela amou-me durante quinze meses e onze contos de réis; nada menos.'
Nesta célebre frase, a justaposição de 'quinze meses' com 'onze contos de réis' tem a finalidade de estabelecer uma crítica, por meio da ironia machadiana. Qual das alternativas a seguir expressa a intenção principal do narrador ao fazer essa afirmação?
“E, no entanto, uma mulher como você e um
homem como eu raramente
se encontram na Terra.”
Fonte: Joseph Conrad, do livro Between Tides.
Com base na interpretação da frase, analise e marque a opção correta nas seguintes proposições.
Assino embaixo o abaixo-assinado
Faz poucos dias que numa caminhada pela Redenção um grupo me abordou para assinar um abaixo assinado pelo fim da escala 6x1. Assinei, é claro.
Lá assinei de caneta e papel mesmo, mas a maior parte dos abaixo-assinados, agora, é digital. A essência deles continua a mesma: reunir um grupo de pessoas numa mesma causa. É uma ótima ferramenta de exercício da democracia. Com abaixo-assinados de milhares de assinaturas é possível fazer pressão nas instituições e promover mudanças importantes. Petições públicas podem mudar o rumo do país e se tornar assunto nos corredores do poder.
Por curiosidade fui pesquisar os abaixo-assinados mais assinados do país!
O líder desse ranking é justamente um abaixo-assinado em defesa da Amazônia. Foram mais de 6 milhões de assinaturas num período de 5 anos em que esse abaixo-assinado correu o país.
Os outros populares foram sobre o impeachment da ex-presidente Dilma, contra os aumentos de salários de ministros do STF e juízes, pela prisão após condenação em 2ª instância. Temas populares e que também reuniram milhares e milhares de assinaturas.
Mas será que eles funcionam? Sim, e muito! A Constituição prevê que um projeto de lei pode nascer de um abaixo-assinado com pelo menos 1% do eleitorado nacional. Parece difícil, mas já aconteceu: leis importantes surgiram assim, como a Lei da Ficha Limpa, fruto de mobilização popular.
O que me chama atenção é que, mesmo com redes sociais e hashtags, o velho ato de assinar continua sendo poderoso. É um gesto simples, mas que carrega significado: dizer “eu me importo”. Quando milhões se unem, governos ou empresas não podem ignorar. O abaixo-assinado pela Amazônia, por exemplo, levou mais de 6 milhões de vozes até o Ministério do Meio Ambiente e abriu diálogo sobre políticas públicas.
Talvez a gente precise resgatar esse espírito coletivo. Não é só opinião, é ação. Então, se alguém te parar na rua com uma prancheta ou te mandar um link pedindo apoio, pense duas vezes antes de ignorar. Pode parecer pouco, mas é assim que grandes mudanças começam: com uma assinatura.
Autor: Marco Matos - GZH (adaptado)
Assino embaixo o abaixo-assinado
Faz poucos dias que numa caminhada pela Redenção um grupo me abordou para assinar um abaixo assinado pelo fim da escala 6x1. Assinei, é claro.
Lá assinei de caneta e papel mesmo, mas a maior parte dos abaixo-assinados, agora, é digital. A essência deles continua a mesma: reunir um grupo de pessoas numa mesma causa. É uma ótima ferramenta de exercício da democracia. Com abaixo-assinados de milhares de assinaturas é possível fazer pressão nas instituições e promover mudanças importantes. Petições públicas podem mudar o rumo do país e se tornar assunto nos corredores do poder.
Por curiosidade fui pesquisar os abaixo-assinados mais assinados do país!
O líder desse ranking é justamente um abaixo-assinado em defesa da Amazônia. Foram mais de 6 milhões de assinaturas num período de 5 anos em que esse abaixo-assinado correu o país.
Os outros populares foram sobre o impeachment da ex-presidente Dilma, contra os aumentos de salários de ministros do STF e juízes, pela prisão após condenação em 2ª instância. Temas populares e que também reuniram milhares e milhares de assinaturas.
Mas será que eles funcionam? Sim, e muito! A Constituição prevê que um projeto de lei pode nascer de um abaixo-assinado com pelo menos 1% do eleitorado nacional. Parece difícil, mas já aconteceu: leis importantes surgiram assim, como a Lei da Ficha Limpa, fruto de mobilização popular.
O que me chama atenção é que, mesmo com redes sociais e hashtags, o velho ato de assinar continua sendo poderoso. É um gesto simples, mas que carrega significado: dizer “eu me importo”. Quando milhões se unem, governos ou empresas não podem ignorar. O abaixo-assinado pela Amazônia, por exemplo, levou mais de 6 milhões de vozes até o Ministério do Meio Ambiente e abriu diálogo sobre políticas públicas.
Talvez a gente precise resgatar esse espírito coletivo. Não é só opinião, é ação. Então, se alguém te parar na rua com uma prancheta ou te mandar um link pedindo apoio, pense duas vezes antes de ignorar. Pode parecer pouco, mas é assim que grandes mudanças começam: com uma assinatura.
Autor: Marco Matos - GZH (adaptado)
I. O autor defende que o ato de assinar abaixo-assinados, ainda que simples, possui valor simbólico e pode integrar processos mais amplos de participação democrática.
II. O texto sugere que a ação individual perde relevância diante das mobilizações coletivas impulsionadas pelas redes sociais.
III. O encerramento do texto reforça a ideia de que grandes transformações sociais podem ter origem em gestos cotidianos de engajamento.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
Assino embaixo o abaixo-assinado
Faz poucos dias que numa caminhada pela Redenção um grupo me abordou para assinar um abaixo assinado pelo fim da escala 6x1. Assinei, é claro.
Lá assinei de caneta e papel mesmo, mas a maior parte dos abaixo-assinados, agora, é digital. A essência deles continua a mesma: reunir um grupo de pessoas numa mesma causa. É uma ótima ferramenta de exercício da democracia. Com abaixo-assinados de milhares de assinaturas é possível fazer pressão nas instituições e promover mudanças importantes. Petições públicas podem mudar o rumo do país e se tornar assunto nos corredores do poder.
Por curiosidade fui pesquisar os abaixo-assinados mais assinados do país!
O líder desse ranking é justamente um abaixo-assinado em defesa da Amazônia. Foram mais de 6 milhões de assinaturas num período de 5 anos em que esse abaixo-assinado correu o país.
Os outros populares foram sobre o impeachment da ex-presidente Dilma, contra os aumentos de salários de ministros do STF e juízes, pela prisão após condenação em 2ª instância. Temas populares e que também reuniram milhares e milhares de assinaturas.
Mas será que eles funcionam? Sim, e muito! A Constituição prevê que um projeto de lei pode nascer de um abaixo-assinado com pelo menos 1% do eleitorado nacional. Parece difícil, mas já aconteceu: leis importantes surgiram assim, como a Lei da Ficha Limpa, fruto de mobilização popular.
O que me chama atenção é que, mesmo com redes sociais e hashtags, o velho ato de assinar continua sendo poderoso. É um gesto simples, mas que carrega significado: dizer “eu me importo”. Quando milhões se unem, governos ou empresas não podem ignorar. O abaixo-assinado pela Amazônia, por exemplo, levou mais de 6 milhões de vozes até o Ministério do Meio Ambiente e abriu diálogo sobre políticas públicas.
Talvez a gente precise resgatar esse espírito coletivo. Não é só opinião, é ação. Então, se alguém te parar na rua com uma prancheta ou te mandar um link pedindo apoio, pense duas vezes antes de ignorar. Pode parecer pouco, mas é assim que grandes mudanças começam: com uma assinatura.
Autor: Marco Matos - GZH (adaptado)
"O sol beijava a terra suavemente ao entardecer."
Nessa frase, a palavra destacada "beijava" é empregada com a finalidade de conferir ao texto um efeito de sentido específico, característico de uma figura de linguagem. A principal função estilística desse emprego é:
[...] Quando não és consciente da tua dependência em relação ao olhar dos demais, vives tremendo diante do possível abandono dos outros que, como todos, aprendeste a temer. E o preço para não temer é acatar, é ser o que os demais, “que tanto nos querem”, nos pressionam a ser, nos pressionam a fazer e nos pressionam a pensar. [...] [...] Mas se não acontece assim, Se tens o “infortúnio” de ser aceito e elogiado, então... estás abandonado à tua própria consciência de liberdade, estás forçado a decidir: acatamento ou solidão; estás preso entre ser o que deves ser ou não ser nada para ninguém. E a partir de então... poderás ser, mas apenas sozinho, e apenas para ti. (adaptado)
Fonte: BUCAY, Jorge. Deixa-me que te conte, os contos que me ensinaram a viver, 2004.
Após a leitura do texto de Bucay, analise e marque a opção correta nas seguintes afirmações.
Leia o poema "ARRECIFE", de Rômulo Bourbon:
De um lado vejo o rio,
Ele é bom pra navegar.
Bem no meio do arrecife
vem a onda quebrantar.
Que mundo de oceano!
Certo é que o ser humano
é pequeno frente ao mar.
No poema, quando o autor diz que "o ser humano é pequeno frente ao mar", ele quer mostrar que:
"O processo da leitura é fundamental tanto para despertar dentro de nós o talento que já nascemos com ele, quanto para descobrirmos nossas verdadeiras aptidões para a vida."
Considerando a perspectiva apresentada por Antonio Costta, a leitura desempenha um papel crucial que se caracteriza por:
Envelhecimento Saudável
"Pessoas idosas saudáveis e independentes contribuem para o bem-estar de sua família e da comunidade, e dizer que elas só recebem ajuda é errado. Mas hoje, mais pessoas estão ficando velhas, e muitas delas têm problemas de dinheiro ou de vida. Ajudar essas pessoas na hora certa fará com que elas ajudem mais a sociedade e evitará que ter muitos idosos vire um problema para a saúde e a ajuda social."
(https://www.paho.org/pt/envelhecimento-saudavel)
"Naquele debate acalorado, as palavras voavam como pedras, atingindo a dignidade de quem as ouvia, sem deixar marcas visíveis, mas feridas profundas."
Considerando o contexto e o efeito de sentido buscado, a expressão destacada "palavras voavam como pedras" emprega a linguagem predominantemente: